Quem tem medo de Feedback?

Na hora de dar feedback para sua equipe, você se sente seguro? Sabe o que fazer e, mais importante, o que não fazer nesse momento? Por que é tão difícil iniciar essa conversa e dar um feedback de qualidade? Se você possuí essas dúvidas, confira nossas 5 dicas para melhorar seu feedback.

Você já sabe como feedback é importante, mas ele pode vir acompanhado do medo e da insegurança, principalmente quando você está em uma posição de liderança. Porém, o risco de evitar o feedback é ver o comportamento se repetir e continuar prejudicando os resultados do time e ainda deixar os colaboradores inseguros, sem saber o que precisam melhorar e o que fazem corretamente. 

5 dicas para líderes melhorarem o feedback

Se você quer perder o medo e aprender, de uma vez por todas, como dar um feedback de qualidade, siga a leitura e acompanhe as nossas dicas para melhorar esse processo quando você está em uma posição de liderança. 

  1. Reflita e prepare com antecedência 

Em primeiro lugar, é essencial que você pare por alguns minutos para refletir sobre o feedback antes de conversar com o colaborador. Pense no que aconteceu e quais foram os pontos positivos e negativos, assim como no impacto que o comportamento da pessoa causou no trabalho do time. 

Aproveite para refletir, inclusive, se o feedback é relevante, ou seja, se ele realmente é válido. Avalie também se ele é útil, ou seja, se se refere a algo que a pessoa realmente pode mudar. Também pense no melhor momento e local para dar o feedback. 

  1. Foque no comportamento

Na hora de dar o feedback, é essencial que você foque no comportamento e seus impactos, evitando fazer referência à personalidade ou características naturais da pessoa. Afinal, esse não é o momento de criticar o seu colaborador, mas sim de mostrar que algo pode ser melhorado, que ele pode fazer as coisas de outra maneira. 

Portanto, pense em qual foi o comportamento que gerou a necessidade do feedback e como ele impactou o time. Seja bem descritivo, mostrando para o profissional quando isso ocorreu e os problemas gerados. Também aproveite o momento para encorajar o colaborador a melhorar, mostrando como ele pode fazer as coisas de outra forma. 

  1. Não fale apenas de coisas ruins

Quando se fala em feedback, o primeiro tipo que vem à mente é o feedback negativo. Porém, ele não precisa se restringir a comportamentos inadequados  e, mesmo quando for negativo, pode ressaltar o que a pessoa tem de melhor. 

Então não foque apenas no lado ruim, no que deu errado. Dê feedback também para comemorar uma vitória, uma conquista, um bom resultado. Mesmo quando for dar um feedback negativo, mostre para a pessoa que ela tem várias competências que podem ajudá-la a corrigir esse problema. 

  1. Seja direto

O feedback é visto como um momento difícil para o líder, uma conversa delicada. Por isso, é normal que as pessoas tenham dificuldade na hora de iniciar esse processo. 

Porém, mesmo desconfortável, é preciso que você seja o mais direto e claro possível. Isso porque fazer rodeios pode deixar a pessoa confusa e fazer com que você perca o foco da conversa. Além disso, você pode gerar interpretações erradas sobre o seu ponto de vista. 

  1. Seja vulnerável 

Muitas pessoas ainda acreditam que o líder é alguém perfeito, que não erra e não deve ser criticado. Porém, essa figura de líder não faz mais sentido no cenário atual. Ser um líder vulnerável e que não tem medo de mostrar isso é bem mais vantajoso, uma vez que mostra para os colaboradores que todos estão sujeitos a erros e, da mesma forma, todos podem melhorar. 

Portanto, seja vulnerável. Mostre algum erro seu semelhante ao do colaborador e como você fez para resolver a situação, de forma a inspirar quem está com você. Além disso, você pode pedir feedback para a pessoa, fortalecendo uma cultura de feedback. Por fim, pergunte como você pode ajudar o colaborador a melhorar nesse aspecto, se colocando à disposição. 

AQUI TEM UM INFOGRÁFICO COM DICAS PARA VOCÊ SEGUIR:

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Como ser mais assertivo na hora de dar um feedback 

Uma das competências mais importantes na hora de dar um feedback é a assertividade. Isso significa que você deve ser capaz de se comunicar com clareza, de forma direta, firme e positiva, valorizando uma relação de igualdade entre você e a pessoa. 

A assertividade, assim como tantas outras competências, pode ser desenvolvida. Portanto, que tal começar a trabalhar essa habilidade hoje mesmo e melhorar o seu feedback e a sua comunicação como um todo enquanto líder? 

Para ser mais assertivo, é necessário ficar atento a alguns elementos. Em primeiro lugar, você precisa desenvolver a empatia para ser capaz de se colocar no lugar do outro. Uma pessoa assertiva é aquela que tem a sua opinião firme, mas é capaz de entender o outro, reconhecer seus sentimentos e dificuldades para, a partir daí, explicar o seu ponto de vista. 

Ser capaz de controlar os próprios sentimentos e emoções, ou seja, ter inteligência emocional bem desenvolvida, também é importante. Por fim, vale ficar atento à sua capacidade de dizer não, de receber feedback e, inclusive, de reconhecer quando está errado. Tudo isso ajuda no desenvolvimento da assertividade. 

Os principais erros que você deve evitar

Existem alguns erros clássicos na hora de dar feedback. Entenda quais são os principais e como evitá-los. 

  • não escutar o que o outro tem a dizer: sempre esteja atento à forma como o outro recebe seu feedback e escute com atenção o que o colaborador tem a dizer; 
  • focar em características pessoais: dizer que alguém é desorganizado ou desatento, por exemplo, não ajuda em nada. Afinal, isso faz parte da personalidade. Portanto, foque no comportamento, no que aconteceu de fato, evitando levar a conversa para o lado pessoal; 
  • ser vago: o mesmo vale para dizer que algo está bom ou ruim. É essencial que você deixe claro qual o problema ou qual o maior acerto de determinado colaborador;
  • expor o colaborador: há líderes que não se preocupam com o local ou momento de dar feedback e, dessa forma, acabam expondo o colaborador por falar sobre coisas delicadas em meio aos colegas. Não faça isso! Dê preferência para o feedback one on one, ou seja, individual, em um local privado e tranquilo;
  • não aceitar o feedback dos outros: o feedback é uma via de mão dupla — ou, pelo menos, deveria ser. Isso significa que você deve estar disposto a dar e receber, sempre escutando com atenção e buscando melhorar e evoluir de acordo com o feedback das pessoas ao redor. 

Como você pode perceber, o feedback é extremamente importante para o bom trabalho de uma equipe. Porém, para que ele tenha os resultados desejados, é essencial que você saiba qual a melhor forma de colocar isso em prática. Portanto, siga as nossas dicas e comece, agora mesmo, a melhorar a forma como você se comunica com a sua equipe! 

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Virei líder: e agora?

Virei líder e entrei em pânico! Essa é uma situação que muitos líderes já vivenciaram. A promoção chega e eles se deparam com a realidade: como dar conta de tudo, conduzir a equipe, manter excelentes resultados, o time motivado – e me desenvolver? 

 

Um dos motivos que levam as equipes a terem líderes ruins é que tanto empresas, quanto profissionais, deixam o desenvolvimento de liderança para depois que a pessoa assume a cadeira.

 

E desenvolvimento de liderança não é uma habilidade isolada e sim um conjunto de técnicas e comportamentos que vão da gestão de si mesmo, de pessoas, processos e resultados ( e lidar com as interferências no caminho) .

 

Liderança precisa ser desenvolvida e estimulada desde cedo: em casa, na escola, nos programas de estágio.

 

Deixar pra desenvolver o líder quando ele assume o cargo, em geral, é tarde demais. Mas calma, se este é o seu caso, saiba que tem solução!

 

Virei líder: por onde começo

Você conseguiu uma promoção e alcançou um cargo de gestão de pessoas pela primeira vez. Apesar dos benefícios, esse novo papel está repleto de desafios e, até mesmo, inseguranças. Afinal, como assumir uma postura de líder e gerenciar pessoas que antes eram os seus colegas de trabalho? 

 

Se essa é a sua situação, fique tranquilo já que não é o único a se sentir assim. Com o tempo você vai aprender quais são as novas atividades que precisa realizar e como se portar diante dos antigos colegas para assumir esse papel de liderança com excelência. 

 

Afinal, o que significa ser líder? 

Quando você pensa em um líder, que tipo de pessoa imagina? O que significa ser um líder para você e quais são as características que você deve desenvolver para desempenhar esse papel? 

 

Antes de falar em atividades e características de um líder, é essencial que você reflita sobre o que significa esse cargo. Afinal, o papel da liderança mudou muito nos últimos anos e isso exige que você entenda como um líder deve se portar na atualidade. 

 

Se você imaginou o líder como uma pessoa autoritária, que não escuta a opinião do time e delega tarefas e prazos sem consultar os colaboradores — ou seja, um chefe tradicional — é hora de atualizar essa imagem. Hoje o líder é a pessoa que motiva, engaja e auxilia o time a atingir o seu potencial máximo, atuando como um aliado dos colaboradores, não como um inimigo. 

 

Dessa forma, é importante que você entenda que o líder deve fazer parte da equipe, fornecendo insumos, conhecimento, propósito e orientação para que os membros sejam capazes de gerar os melhores resultados. O líder também é quem gerencia conflitos e é a pessoa que deve identificar o que cada um tem de melhor, de forma a delegar as atividades de acordo com as competências e características da equipe. 

 

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Virei líder – e quais são as minhas principais atividades? 

Agora que você já sabe o que significa ser um líder na atualidade e qual a postura que deve ser adotada, é hora de entender um pouco sobre as principais atividades que um gestor precisa realizar.  

 

  • Delegar tarefas

Uma das principais atividades de um líder é delegar tarefas para a equipe. Mas isso não é tão simples quanto parece. 

Afinal, você precisa entender quais são os resultados e atividades que a sua equipe precisa realizar e quais as competências e maturidade de cada um. A partir disso, é o líder que normalmente quebra esses grandes processos em tarefas menores e distribui entre os membros da equipe para que eles realizem. 

É importante que você saiba identificar o que cada colaborador tem de melhor, de forma a garantir que a tarefa é adequada para ele. Além disso, é você que gerencia o fluxo de atividades e prioridades, organizando a equipe para que tudo seja entregue dentro do prazo. 

 

  • Acompanhar desempenho e resultados 

É o líder que mensura os indicadores da área, comparando-os com as metas para entender qual o resultado do setor e sua evolução ao longo do tempo. Porém, o líder também é o responsável por mensurar o desempenho individual de cada membro do time. 

Você precisa estar sempre atento a esses dois processos. Caso encontre algum problema, é essencial conversar com o colaborador de forma a entender a melhor forma de solucioná-lo – o famoso feedback. É você que deve identificar as lacunas de conhecimento e gaps de competência dos membros do time, assim como garantir os comportamentos esperados.

 

  • Garantir a comunicação e mediar conflitos 

O líder também é o responsável por garantir uma boa comunicação entre os membros da equipe. É importante incentivar uma cultura de colaboração, de forma que os colaboradores se sintam confortáveis para dar e receber feedbacks, tanto entre os colegas quanto com você. 

A transparência e objetividade também são fundamentais neste processo.

Por fim, faz parte do trabalho do líder mediar possíveis conflitos que possam surgir entre os colaboradores.  

 

  • Trabalhar a motivação e engajamento

Uma outra tarefa do líder é a manutenção da motivação e engajamento da sua equipe. Isso é feito por meio de propósito e reconhecimento. 

O líder precisa mostrar aos colaboradores qual a importância de cada um dentro da empresa, evidenciando o papel que ele precisa realizar para que o negócio tenha sucesso como um todo. O líder deve inspirar propósito, mostrar que o trabalho, mesmo que operacional, gera resultados estratégicos, que impactam todo o meio e precisa reconhecer os bons resultados e comemorar cada conquista com seu time. 

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Estes são apenas alguns pontos que o líder precisa estar atuante junto a equipe. Além disso é responsabilidade do líder todo o processo de gestão de pessoas, da definição dos perfis necessários para o time, passando pela contratação e avaliação de cada colaborador, até a fase de evolução ou desligamento.

 

O sucesso de um líder é formar profissionais melhores do que ele!

 

Neste vídeo eu falo sobre 3 pilares da liderança de sucesso:

 

 

E ao virar líder, quais erros você não deve cometer?

Quando alguém assume um cargo de liderança, é comum que acabe cometendo alguns erros. Porém, isso pode prejudicar todo o trabalho, tanto do setor quanto da empresa como um todo, além de manchar a própria carreira.

 

Descubra agora quais são os principais erros e como identificar e evitar cada um deles. 

 

  • ser muito próximo: pode ser difícil manter um distanciamento de quem antes era seu colega de trabalho. Porém, na posição de líder, é preciso tomar cuidado com a liberdade excessiva e com eventuais abusos e deslizes de pessoas próximas, garantindo o respeito da equipe ao seu novo papel;
  • se distanciar das pessoas: parece contraditório, mas você não pode subir num pedestal e se afastar do time. É preciso manter a sua equipe por perto, entender as necessidades e particularidades de cada um para conduzir o trabalho com excelência – enfim, o que precisa mudar é a sua postura!; 
  • não estabelecer prioridades: quando você assume um cargo de liderança, pode perceber que há mais tarefas do que imaginava. Para lidar com essa nova demanda é essencial que você estabeleça prioridades, baseando-se no que é mais estratégico para a empresa como um todo; 
  • esquecer da gestão de tempo: como líder, você precisa tomar uma série de decisões e gerenciar um grande número de processos e pessoas. Dessa forma, fazer a gestão do tempo, tanto a própria quanto da equipe, é essencial para garantir que todo o trabalho será entregue dentro do prazo;
  • falhar na comunicação: a comunicação transparente, objetiva e fluida é essencial para o bom trabalho de qualquer equipe. Como líder, é você que deve se preocupar com esse elemento, garantindo que todos terão acesso às informações importantes para realizar as suas atividades; 
  • “delargar”: há quem pense que o líder precisa delegar tarefas e deixar que os colaboradores resolvam tudo sozinhos — o famoso “delargar”. Isso é um grande erro e pode gerar grandes problemas nas suas entregas. Lembre-se de que o líder deve servir à equipe, dando insumos e suporte para que eles realizem todas as atividades – o que também não significa:
  • microgerenciar: tomar conta de todas as atividades, conferindo e monitorando 100% do que a equipe faz.

Assumir o papel de líder pela primeira vez não é simples, mas é um ótimo desafio para a sua carreira! Esteja atento aos seus comportamentos e resultados, peça feedback para o time e esteja aberto a melhorias. Com o desenvolvimento acelerado é possível cometer menos erros e colher melhores resultados.

 

 

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Assessment: Qual é o melhor e mais indicado?

É impossível prever o comportamento de um profissional com exatidão, mas você sabia que existem técnicas e ferramentas capazes de ajudar nesse processo?

 

Esse é o chamado Assessment, um método que pode ser utilizado dentro da empresa para ajudar na identificação de padrões comportamentais e tendências de performance dos colaboradores.

 

A tradução literal de Assessment é avaliação, mas é importante entender que esse processo vai além uma avaliação de desempenho. O seu objetivo é fornecer dados para que você seja capaz de analisar se um funcionário possui perfil adequado para determinadas atividades e cargos ou qual a melhor forma de desenvolver novas competências, utilizando informações mais profundas e difíceis de serem avaliadas.

 

Quer saber mais sobre o funcionamento do Assessment e quando ele é indicado? Então continue a leitura e descubra!

 

Quais são os tipos de Assessment?

Para realmente entender o que é Assessment é importante que você saiba quais são os tipos que podem ser utilizados e qual o profissional indicado diante de cada um deles.

 

Descubra agora três tipos de assessment:

 

Assessment Pessoal

Esse tipo de Assessment tem foco em identificar quais são as principais características pessoais e profissionais de determinado profissional ou candidato em processo seletivo. Ele é utilizado para que você tenha mais conhecimento sobre a personalidade, competências e habilidades, padrão comportamental, entre outros.

 

Ele exige alguns testes, podendo ser utilizado o DISC, testes de personalidade como o MBTI, teste de atenção, entre outros. 

Para muitas destas avaliações o psicólogo formado e credenciado pelo CRP (Conselho Regional de Psicologia) é o profissional adequado para realizar o Assessment .

 

Já para outros tipos de ferramentas, um profissional de desenvolvimento humano capacitado para tal poderá realizar. É importante saber exatamente qual tipo de ferramenta, objetivo e resultado espera, e qual o profissional habilitado para tal. 

 

Neste vídeo falo sobre isso: 

 

Diagnóstico Cultural

Além de ser capaz de realizar as tarefas propostas, o profissional também precisa estar alinhado à cultura da empresa. Identificar isso é o objetivo do Assessment Cultural, assim como identificar o quanto os profissionais agem de acordo com o que é falado pela organização. 

 

O Assessment Cultural visa identificar valores do funcionário, assim como expectativas, perfil cultural e objetivos pessoais e profissionais. Também é importante avaliar o que motiva esse profissional, de forma a entender como a empresa pode atuar de forma mantê-lo engajado nas atividades.

Esse tipo de Assessment não precisa ser aplicado por um psicólogo, uma vez que raramente utiliza instrumentos de uso exclusivo desses profissionais. Porém, é essencial contar com um profissional qualificado para garantir a qualidade do processo e a validade dos resultados encontrados.

 

Avaliação de desempenho

Avaliar questões relacionadas à performance e potencial do funcionário também é extremamente importante. É aí que entra o Assessment de Desempenho. Ele tem como objetivo entender quais são os padrões comportamentais de determinado profissional relacionados à forma de trabalhar, resultados que gera, tipo de atividades que mais se adequam às suas características e nível de pressão que ele suporta.

Além da escolha da metodologia é importante o alinhamento do que será avaliado e a calibração das medidas a serem utilizadas, para que todos na empresa sintam que o processo é justo.

 

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Outros tipos de Assessment que utilizamos:

Análise de Inteligência Emocional

  • Teste de valores pessoais
  • Teste de  Sabotadores
  • Análise de gestão do tempo
  • Competência de Liderança
  • Competências de HRBP
  • Pesquisa de Clima
  • Análise Gente & Gestão
  • Etc.

 

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E qual o melhor tipo de Assessment?

Como você pode perceber, o Assessment não é um teste em si, mas uma metodologia. Isso significa que ele reúne uma série de ferramentas, com os mais diversos objetivos – e este é o primeiro passo para definir qual o melhor assessment.

O primeiro passo é entender quais são os seus principais problemas que o Assessment deve solucionar.

Você tem dificuldade na hora de engajar a equipe? Está com problemas no processo seletivo da empresa? Acredita que os colaboradores estão com um desempenho abaixo do esperado?

Isso é importante porque é a partir dessas perguntas que você consegue identificar os seus objetivos, o que espera do Assessment. Esses objetivos podem ser:

  • melhorar a produtividade e o desempenho;
  • melhorar o clima organizacional;
  • promover o alinhamento dos profissionais à cultura da empresa;
  • entender qual o padrão comportamental dos colaboradores;
  • descobrir as competências que precisam ser desenvolvidas no time;
  • entender a melhor metodologia de treinamento e desenvolvimento para a equipe.

Você pode, inclusive, ter mais de um objetivo, dependendo da sua realidade. O importante aqui é uma definição clara de qual é ele (ou eles) e o que você realmente espera.

A partir da definição do objetivo que você vai escolher o melhor tipo de Assessment e quais são os testes que serão utilizados dentro da metodologia escolhida. Afinal, é preciso buscar ferramentas eficientes para responder às suas perguntas.

 

É importante também frisar que para melhor imparcialidade na aplicação recomenda-se que um profissional de fora da organização aplique o processo, impedindo que algum viés inconsciente influencie na aplicação e  devolutiva.

 

Apliquei o Assessment, e agora?

Você entendeu suas dores e objetivos e planejou todo o processo de aplicação do Assessment. Contratou um profissional qualificado e está com os resultados de todos os colaboradores em mãos. E agora?

Guardar os resultados na gaveta é o pior que você pode fazer pelo seu time e pela empresa. É importante utilizá-lo como insumo para a tomada de decisão e o desenvolvimento dos profissionais.

O primeiro passo nesse aspecto é realizar a devolutiva.

 

Você precisa sentar com cada um dos membros da equipe e mostrar os resultados. Seja transparente e dê o feedback para o profissional, mostrando os pontos fortes e o que ele precisa melhorar. Afinal, essa é uma ótima forma de dar autonomia para a equipe e garantir que cada profissional será o responsável pelo próprio desenvolvimento e crescimento.

Além disso, é preciso criar planos de ação a partir dos resultados. Caso tenha o objetivo de investir no treinamento e desenvolvimento do time, por exemplo, precisa analisar os dados coletados, transformando-os em insumos para tomar a decisão sobre competências a serem desenvolvidas e estilos de treinamento mais adequados.

 

Como você pode perceber, o Assessment é uma ótima ferramenta de gestão de pessoas, seja no RH da empresa ou para alguém que lidera um time.

 

Porém, para realmente ter os resultados esperados, é importante entender quais são seus objetivos e o tipo de Assessment e ferramentas mais adequadas. Ao final do processo, é essencial realizar a devolutiva para o time e criar planos de ação de acordo com os dados coletados.

 

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Alta performance: como fazer seu time ter mais resultados?

Alta performance é um tema comum na pauta dos líderes, porém, não apenas de mais trabalho se vive um time.

 

É preciso saber aliar a performance individual com os resultados que a empresa precisa obter. Com isso, manter a saúde e o bem estar de cada integrante, para conquistar resultados contínuos e duradouros.

 

Quando o assunto é alta performance, o que muita gente tem dúvidas :

  • O que realmente é alta performance
  • Quais são os mitos e obstáculos à alta performance
  • Como formar um time de alto rendimento
  • Quais as formas de ajudar as pessoas a melhorarem sua perfomance
  • Onde colocar mais foco em resultados e eliminar obstáculos
  • Delegar efetivamente e desenvolver o time de forma contínua
  • Qual é o papel do líder 

 

Os estudos sobre psicologia positiva, aliados às boas práticas de gestão de pessoas mostram caminhos eficazes para os líderes:

 

Ferramentas e metodologias para elevar a performance mantendo o funcionamento otimizado individual , aumentando o engajamento e a motivação e fazendo com que o trabalho não seja fonte de stress ou tédio. 

 

Neste vídeo esta a aula completa sobre Alta Performance Humanizada:

 

 

Os passos fundamentais para alcançar a alta performance do time:

  • cada indivíduo usa a sua potencialidade, desenvolvimento e contribuição para conquistar o objetivo do grupo;
  • respeito aos processos da empresa – sem limitar a ação;
  • decisões e riscos compartilhados;
  • comunicação eficiente e feedback transparente;
  • gestão de conflitos eficiente;
  • comprometimento com tarefas e propósito;
  • desenvolvimento contínuo com foco no aprendizado;
  • confiança no líder e na empresa;
  • sistema de recompensa e reconhecimento justo;
  • clareza sobre objetivos e metas;
  • líder inspirador, que desafia e apoia o crescimento.

 

 

Se você quer desenvolver suas competências, ter destaque profissional e se preparar para o mercado em constante mudança, conheça nosso programa Liderança Essencial.

 

 

São tantas mudanças ocorrendo no mundo, que faz com que muitos líderes se questionem!

  • Qual estilo de liderança é o mais adequado?
  • É possível cuidar, motivar, engajar e desenvolver o time sem perder o foco nos resultados?
  • Como ser um líder inspirador e presente com tão pouco tempo, com tantas demandas e interfaces?
  • E não posso esquecer de mim, do meu desenvolvimento e metas profissionais e pessoais. Tem como?

 

Liderança Essencial não é apenas um curso.  É um programa de imersão online para o desenvolvimento de líderes para o novo mundo do trabalho.

 

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Como recuperar a motivação da sua equipe

Como motivar a equipe da empresa? Como voltar a ter resultados?

 

Você sabe como motivar a equipe depois da crise? Se a equipe de trabalho (ou a empresa inteira!) está desmotivada, é possível resolver, retomando a motivação e o pique para os resultados?

 

Em tempos de crise interna na equipe, muitos se perguntam como voltar a ter resultados na empresa?

 

Se a sua equipe está desmotivada, descrente, há conflitos internos, uma verdadeira crise, não é hora de desistir. É perfeitamente possível contornar a situação e até mesmo fazer a equipe se tornar mais forte.

 

Sim, aqui você vai ter detalhes sobre como motivar a equipe de trabalho mesmo em situações adversas.

 

Quando um não quer, dois não brigam. Mas quando dois ou mais não querem, nem com briga resolve.

 

É comum vermos equipes ou até mesmo empresas com clima e resultados péssimos por um motivo: a equipe desistiu.

 

Quando a equipe desiste o primeiro sinal perceptível é a apatia. As pessoas perdem o interesse, a motivação, o entusiasmo. Não acreditam nos resultados, começam a ter atitudes reativas e pessimistas.

 

Um dos métodos para tentar evitar crise na equipe é fazer uma avaliação do clima organizacional dentro da sua empresa.

 

A avaliação adota e metodologias bem particulares para avaliar o grau de satisfação ou insatisfação da equipe,  e mais do que isso, aponta as principais queixas e motivos que desanimam a equipe.

 

Com tal diagnóstico é possível o gestor ou o RH da empresa solucionar o problema, seja adotando políticas práticas ou diálogo.

 

Mas quando a situação já saiu de controle, como motivar a equipe de trabalho novamente?

 

O 7×1 contra Alemanha na Copa do Mundo é um ótimo exemplo de quando a equipe joga a toalha.

 

Você se lembra do Brasil na Copa de 2014, aquele tenebroso 7×1? Lembre do time, durante o jogo, depois do primeiro, do segundo, do terceiro gol.

 

Motivação de equipe

Enxergávamos em alguns a vontade de ainda lutar, mas a maioria já havia jogado a toalha, desistido. Continuavam em campo, mas apenas faziam número.

Em muitas empresas esta situação é comum. Fofocas pelos corredores, trabalhos atrasados, aumento do absenteísmo e das horas extras, pedidos de demissão.

 

Vários são os sinais indicativos de que sua equipe desistiu do jogo.

Conheça os principais motivos críticos e de desmotivação na empresa

  • Situação financeira crítica;
  • Falta de comunicação e clareza entre a alta gestão e a operação;
  • Lideranças fracas, sem aceitação da equipe ou impostas;
  • Disputas internas entre gestores ou áreas, que impactam
  • Sentimento de injustiça causado principalmente por políticas desiguais ou falta de ação da empresa nas situações de assédio, discriminação e diferenciação entre funcionários em momentos de avaliação ou aumento salarial.
  • Benefícios melhores na concorrência, conhecidos entre os funcionários.

As consequências de uma equipe desmotivada

  • Queda nos resultados e na qualidade;
  • Falta de comprometimento – ausências injustificadas começam a acontecer e muitos se negam a trabalhar em horários extraordinários ou em atividades diferentes das habituais;
  • Conflitos internos e falhas na comunicação e atendimento ao cliente;
  • Queda no engajamento – as pessoas deixam de vestir a camisa, colaborar ou se enturmar. Em alguns casos, chega a haver baixa adesão em festas da empresa.
    Clima organizacional ruim;
  • Aumento de custos causado pelo descaso com matérias, equipamentos e estruturas.

 

Não dá pra usar um curativo pra curar uma fratura exposta. A primeira ação da empresa deve ser identificar e sanar ou minimizar a situação que causou o descontentamento geral.

 

É difícil até mesmo para o melhor líder mudar a situação. Trata-se de um processo intenso, sendo necessário trabalhar as questões emocionais e comportamentais de todos os envolvidos, com muita transparência e objetividade.

 

E o que faz as pessoas voltarem ao ritmo de jogo?

 

Saiba como motivar a equipe de trabalho, novamente

Podemos recuperar a equipe através de Motivação e Incentivo. Você sabe qual a diferença entre elas?

Resumindo de forma bem simples: Motivação é interna, pessoal, enquanto incentivo está ligado a elementos externos.

O que é Incentivo

É tudo aquilo que a empresa pode fazer e oferecer para que as pessoas se sintam reconhecidas e valorizadas. Exemplos:

  • Aumento salarial, bônus e prêmios;
  • Melhoria de ambientes, mobiliários e equipamentos;
  • Plano de cargos e salários;
  • Benefícios;
  • Oportunidades de crescimento profissional;
  • Cursos e programas de desenvolvimento;
  • E muito mais.

O que é Motivação

Motivação depende da interpretação de cada indivíduo não apenas quanto às mudanças realizadas mas também quanto às suas próprias expectativas de vida e carreira e interpretação dos fatos.

Por isso, não adianta implantar um único incentivo e esperar que toda a equipe reaja da mesma forma.

O que é positivo para um, pode ser negativo para outro, como por exemplo: oferecer como incentivo um curso no final de semana será ótimo para o funcionário que busca este desenvolvimento, e ao mesmo tempo, péssimo para outro que está com algum problema pessoal ou com filhos pequenos, que necessitam da sua presença no final de semana.

 

Em geral, as pessoas buscam um trabalho que também supra suas necessidades pessoais. Não existe mais aquela história de “separar profissional e pessoal”.

 

A carreira é uma parte de quem somos.

E a garantia de profissionais motivados e engajados acontece quando existe no trabalho a possibilidade de crescimento profissional, no ritmo adequado, que propicie a realização dos sonhos e anseios pessoais, mantendo a qualidade de vida.

 

As pessoas precisam se sentir desafiadas a crescer, recompensadas pelo esforço e reconhecidas por seu avanço e participação.

 

Existem mil formas de realizar isso, mas, em todas, só se faz bem feito olhando para cada um como indivíduo, de forma empática e humanizada.

 

E esse é o papel do líder. Aliás, você sabe a diferença entre ser chefe, líder e gestor? Recomendo a leitura deste artigo para ter melhor sucesso na liderança da equipe da sua instituição.

 

Para as empresas, nada de fórmulas mágicas: Resolver os problemas internos, ter clareza em suas relações e objetivos claros minimiza muitos problemas.

 

E assim esperamos ajudar a resolver o problema de muitos gestores no Brasil: voltar a ter resultados na empresa com o fortalecimento da equipe.

 

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Liderança Essencial

Chefe ou líder: Qual é a diferença?

Ilustração sobre ser líder ou chefe de sucesso

Chefe ou líder? Você sabe qual é a diferença? E até mais: você sabe como sua equipe te vê? Ser chefe, líder ou gestor não é uma questão de cargo e sim das suas habilidades e atitudes.

 

 

Este artigo tem como proposta esclarecer os seguintes pontos:

  1. As diferenças entre ser gestor, líder ou chefe;
  2. O que acontece nas relações de trabalhos e fora dele quando você se torna um líder na equipe;
  3. Dicas simples de como ser bom líder na empresa que trabalha ou administra.

 

Se você deseja saber mais detalhes a respeito, aproveite a leitura porque este artigo é esclarecedor!

Liderança é uma benção, não importa se você é líder ou gestor.

Você assume a equipe, começa feliz, empolgado.. e quando vê, está sozinho.

Os outros líderes, mais velhos de casa, tem comportamentos que você reprova – e por divergir nas opiniões vez ou outra, é claro que não é aceito no grupo.

Seus antigos colegas de equipe, hoje seus liderados, em outros tempos te convidavam pro almoço, pro churrasco, pro futebol no final de semana.

Agora não dá mais, afinal, você é “o chefe”, aquele que toma decisões duras, cobra metas e resultados e pode até já ter demitido alguém do grupo.

Pode parecer estória, mas se você conversar com pessoas que tem cargo de liderança verá que muitas delas compartilham do mesmo sentimento: solidão, nada de benção.

Se ser líder traz tantos desafios e percalços, por que muita gente ainda quer trilhar este caminho?

 

Dinheiro, status, aptidão, necessidade.

Ser líder tem suas “partes fenomenais de boas”.

Meu exemplo de liderança

Posso começar falando do meu caso: assumir as rédeas, tomar a frente da situação, motivar os colegas para agir, defender os “fracos e oprimidos”, comandar… que eu me lembre, desde a primeira série eu já fazia isso.

Posso ser considerada uma líder inata, destas que nascem com vocação para puxar o time.

 

Diferente do meu caso, tem aqueles que desempenham bem sua função, crescem dentro de uma equipe em carreira solo – e seja pelo seu tempo e conhecimento de empresa, por terem resultados diferenciados ou pelos conhecimentos que possuem no projeto ou negócio, acabam “virando líder”.

 

> Vamos deixar bem claro. Esta introdução toda é somente para você entender que por mais que os caminhos sejam diferentes, o meio é sempre igual:

 

Os líderes normalmente não possuem todo apoio e referência que precisam, se sentem solitários e precisam se desenvolver em competências que muitas vezes sequer presenciaram!

Antes de continuar e falar sobre desenvolvimento de competências de liderança, precisamos contextualizar os títulos:

 

Líder, gestor… ou P*&@ nenhuma?

Líder, chefe e gestor não são as mesmas coisas

Sim, tem muito gestor disfarçado de líder.

Tem muito líder sem cargo, comandando, engajando e inspirando lindamente equipes.

Tem muita gente que não é nem um nem outro. Tem um cargo, um título. Na prática, não coordena, não inspira, não engaja. Mas serve de exemplo: Nem que seja do que não fazer.

 

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Definições entre líder, chefe e gestor

  • Chefe – nomenclatura pejorativa, associada à quem manda de forma autoritária.
  • Gestor – responsável por processos, planejamento e sistemas. Gerencia o negócio, desde a parte financeira até políticas internas e externas para garantir o crescimento saudável da organização.
  • Líder – responsável pela condução, engajando, motivando, comunicando, desenvolvendo as pessoas rumo aos objetivos e resultados. Praticamente gerencia as relações entre as pessoas dentro das organizações, faz tomadas de decisões para que a equipe tenha bom rendimento e resultados esperados.

Nas empresas por aí existem chefes-gestores, gestores-líderes, líderes sem a gestão… e tem quem finja ser o que não é.

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Eu tive a sorte de poder contar com alguns bons líderes. Que me inspiraram, me deram oportunidade, me incentivaram, me desafiaram a crescer – e que me puxaram muito a orelha! Mereci cada bronca, cada avaliação ou f**dback! E tudo isso me fez crescer.

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Porém, quando me deparei com péssimos líderes, a lição veio à galope: a cada segundo eu conseguia entender o que eu não queria fazer e ser. Me policiava sempre para agir com minha equipe de forma diferente da qual eu era tratada.

 

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Seja através de exemplos bons ou ruins, em avaliações ou feedbacks, ou pela própria auto-percepção, uma coisa é fato:

A maior necessidade de um líder é desenvolver a sua parte comportamental, melhorar seu autoconhecimento e sua visão sobre pessoas (de verdade), para então conseguir evoluir no papel (não apenas no cargo) de liderança.

Desde 2007 eu aplico programas de desenvolvimento de liderança. O ponto inicial a ser trabalhado é quanto ao papel do líder.

 

Saiba aqui como podemos ajudar sua empresa a ter melhores resultados e desenvolver pessoas.

 

Muitas pessoas viram líderes, mas tem dúvida sobre qual o real papel de um líder, acabam confundindo gestão com liderança, investem tempo demais nas tarefas e esquecem das pessoas – ou se perdem frente a tantas responsabilidades.

 

No meu entendimento, existem 3 pilares fundamentais para exercer uma boa liderança, para que alguém seja considerado um bom líder.

 

Falo sobre os 3 pilares aqui neste vídeo:

 

 

E quais são, ao meu ver, as Atitudes Essenciais para ser um Líder:

  1. SER EXEMPLO – não pode falar uma coisa e fazer outra. Não precisa impor nada, suas atitudes conduzem as pessoas a seguir seu exemplo e agirem da forma certa.
  2. TER SENSO DE DONO – sente-se responsável pela equipe, pelo projeto, pelas entregas. Assume o que precisa ser feito. O problema é sempre meu.
  3. DELEGA, CONFIA, DÁ AUTONOMIA E DESENVOLVE – um líder acredita no potencial da sua equipe, conhece cada um que está com ele.
  4. COMUNICAÇÃO E FEEDBACK ASSERTIVOS – um bom líder é bom ao se comunicar e em dar e receber feedbacks – inclusive pedindo a opinião ou sugestão dos outros quanto as suas ações e comportamentos.
  5.  É CONFIÁVEL E POSITIVO – todos confiam nele, sabem que podem contar inclusive nas horas ruins, porque ele sempre encara as situações como aprendizado, não como falha.
  6. NUNCA COLOCA A CULPA NAS PESSOAS da equipe e sim, assume o que precisa ser ajustado. Se alguém deixou de fazer algo, ou fez errado, é porque ele falhou, não a equipe.

 

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Estas atitudes estão totalmente interligadas

Assim como delegar não é apenas repassar uma tarefa e cobrar o resultado final, como muitos acham e fazem.

O primeiro elemento para a delegação acontecer é a confiança. Ao delegar, eu preciso confiar na capacidade de realização e no comprometimento da outra pessoa com a entrega.

 

E como confiar? Acompanhando. Delegando atividades em partes, checando o entendimento e a execução.

Porém, deixando o outro livre para que este contribua, agregue, não apenas faça “do meu jeito”. Que ele faça o melhor.

E por fim, incentivando e motivando para que o profissional evolua, se desenvolva, use suas potencialidades e se sinta realmente “dono do projeto” e peça fundamental dentro do grupo.

Assim, entregas acontecem e as pessoas se desenvolvem e se motivam.

 

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Liderar é cuidar de gente.

 

E não tem como cuidar de gente, sem entender de gente, em sua individualidade.

A começar, entendendo sobre a gente mesmo.

 

 

Você quer ser líder ou chefe?

Definitivamente, você não pode misturar as coisas. Entenda as diferenças entre ser líder ou chefe.

 

Características de um chefe

Tem tendência a comandar pessoas. Também é conhecido por ser o único responsável pelas decisões e pensar apenas nos resultados e lucros.

O chefe é temido, não respeitado. Seus funcionários, geralmente, não se sentem abertos a relatar problemas e, muito menos, a pedir conselhos, quando têm dúvidas.

 

Características de um líder

É um inspirador, conhecido por ser um motivador de sua equipe, mostrando a direção que deve seguir e participa dos processos de trabalho junto com todos os envolvidos.

Os líderes têm tendência a serem muito respeitados por seus funcionários. Busca resultados sim, mas direciona a melhor maneira para a equipe conseguir. Divide as responsabilidades, metas e objetivos.

 

Pequenas dicas de como ser um bom líder

Sempre ampliar o conhecimento

Estudar é fundamental. Um líder só evolui e tem sempre mais a oferecer quando está munido de conhecimento e estar atualizado das tendências e novidades do setor. Compartilhar esse conhecimento é dar novos rumos para a equipe, obtendo mais resultados.

Faça autoavaliação

Sempre há o que melhorar. Identifique as suas falhas, gerencie melhor o seu tempo, saiba ouvir as críticas da sua própria equipe para se aperfeiçoar. Isso fará com que tenha uma liderança ainda melhor.

 

E aí, você quer ser um bom líder ou quer ser visto como chefe?

 

Clique aqui e conheça nosso programa para desenvolvimento de competências: Liderança Essencial

 

 

Liderança Essencial

Liderança: o que mudou nos últimos tempos e como se preparar

“Manda quem pode e obedece quem tem juízo”. Essa frase antiga traz com ela uma ideia do que era a liderança tempos atrás.. 

 

Afinal, o gestor era aquele que dizia aos trabalhadores o que e como realizar cada um dos processos da empresa, controlando de perto o trabalho e punindo no caso de erros. Ainda tem líder que age assim, mas estão com os dias contados.

 

O mundo passou por diversas transformações e hoje estamos na chamada Era do conhecimento, da informação. Para se manterem competitivas, as empresas precisam de líderes com outro perfil, mais relacionado às competências comportamentais como inteligência emocional e capacidade de influenciar do que com a capacidade de controlar os trabalhadores. 

 

Se isso já acontecia, com a pandemia esse cenário se acentuou:

 

Líderes sedentos de controle foram afastados fisicamente dos seus colaboradores e não param de se questionar: e agora, como mantenho a produtividade? Como controlo tudo sem supervisionar de perto?

 

Um mundo diferente exige lideranças diferentes

Como a liderança mudou nos últimos anos

 

Há muitos anos o mundo passava pela sua primeira revolução industrial. Quando aconteceu, ela trouxe grandes transformações para as empresas, economia e a sociedade da época. Foi a partir dela que as máquinas ocuparam espaço dentro das fábricas e os trabalhadores se tornaram mais produtivos. 

 

 

 

Essa Era industrial, impulsionada pela primeira e, depois, segunda revolução, foi o que possibilitou a ascensão de empresas como a Ford. Ela foi considerada inovadora na época, por causa das suas linhas de produção, esteiras de montagem e o famoso Ford T. Tanto que o modelo de produção da Ford — o famoso Fordismo — se espalhou pelas empresas de todo o mundo.  

 

Nesse contexto, o líder era aquele que melhor controlava os tempos e processos dos trabalhadores. Era necessário observar a produção de perto para garantir que tudo sairia como planejado. O líder era, na verdade, não um gestor, e sim um fiscal do trabalho. E as pessoas eram “parte da máquina”. 

 

A Era industrial não foi totalmente superada, mas devido, principalmente, à Revolução Tecnológica dos últimos anos , à chegada da internet e a introdução dos conceitos sobre humanização do trabalho, a sociedade e as empresas passaram por grandes transformações. 

 

Ouvimos falar sobre a chegada do mundo  VUCA, acrônimo em inglês para volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade, características do mundo pós-guerra fria, quando o termo foi criado pelo Exército dos EUA.

Outros autores, como é o caso de Drucker, dizem que vivemos na Era do Conhecimento, momento no qual o conhecimento se torna um grande diferencial nas organizações. 

 

 

Independente do nome dado, o fato é que o mundo mudou. 

Nesse novo contexto, as organizações precisam se modificar, se reinventar, para continuar existindo e se manter competitivas. É preciso atender às novas demandas do capital financeiro e humano, investindo em tecnologia, inovação e se tornando mais eficientes e eficazes.

 

Com isso, a liderança também precisa se modificar, assim como relação entre líderes e liderados. 

 

O que significa ser líder na atualidade?

Diante desse novo cenário, diversos autores da administração passaram a discutir o conceito de liderança. Afinal, o que é ser líder no mundo atual? 

 

Um deles é Peter Drucker, que foi professor na Universidade de Nova York por mais de 21 anos e consultor em gestão de empresas como a IBM, considerado o pai da administração moderna. 

 

Visionário, Drucker escreveu o livro “O Líder do Futuro”, no qual expõe sua pesquisa sobre o tema. Segundo ele, o líder precisa desenvolver competências específicas para atuar nos ambientes atuais, de sucessivas mudanças e instabilidade. Essas competências são mais subjetivas do que técnicas, relacionadas à empatia, disposição para correr riscos e capacidade de trabalhar sobre pressão.

 

Além disso, o líder precisa entender quais ele possui e quais precisam ser desenvolvidas por um trabalho de autoconhecimento prático: identificar no que pode melhorar e estabelecer ações para mudança. 

 

Completando o pensamento de Drucker, outros autores indicam o perfil de líder guia, que sabe influenciar e é seguido, pois oferece soluções completas, de forma empática porém assertiva. A liderança atual é um processo de confiança, respeito e dedicação, um vínculo entre os líderes e liderados que compartilham um objetivo em comum. 

 

Portanto, enquanto, no passado, os líderes eram aqueles que controlavam, tomavam decisões sozinhos e apenas diziam aos trabalhadores o que deveria ser feito, na atualidade as necessidades são outras e, por isso, o líder deve ter outro perfil. Ao invés de comandar, o líder é quem gera confiança, certeza, coragem, força, ação, convicção, método e otimismo. 

 

Nesse aspecto, voltando a Drucker, o autor afirma que líderes natos podem até existir, mas não são eles que fazem a diferença. Afinal, a liderança pode e deve ser aprendida, sendo baseada na responsabilidade, orientação para resultados e capacidade de se tornar um exemplo para os liderados. 

 

Liderança na atualidade: novas competências em jogo

 

Agora que você já tem um panorama sobre as mudanças no mundo e no papel do líder, é hora de entender quais são as principais habilidades que um líder nesse novo contexto deve possuir. Algumas  delas: 

 

  1. Inteligência emocional

O conceito de inteligência emocional foi criado por Goleman, em 1998. Segundo ele, esse é um dos principais elementos necessários para que uma pessoa atinja o sucesso profissional, sendo essencial para os líderes da atualidade. Essa inteligência se refere à capacidade que uma pessoa possui de controlar os seus próprios sentimentos e identificar os sentimentos das pessoas ao redor, buscando as melhores ações para solucionar os problemas do dia a dia. 

A inteligência emocional é formada por 5 características: autoconsciência, autodomínio, automotivação, empatia e habilidades sociais.

A combinação desses cinco elementos permite que o líder desenvolva habilidades para além da inteligência emocional, como a comunicação, autoconfiança e capacidade de inspirar o grupo de coordena. 

 

  1. Comunicação 

Outra habilidade essencial para o líder da atualidade é a comunicação clara e objetiva. O líder precisa ser capaz de organizar as suas próprias ideias e passá-las para o grupo. Porém, a comunicação é uma competência que ainda vai além da transmissão de informações. 

O bom líder não é aquele que manda, mas aquele que sabe ouvir e isso está muito relacionado à capacidade de comunicação e transparência desse profissional. O líder precisa saber escutar as demandas dos trabalhadores, entender quais são os obstáculos e conflitos do grupo e, a partir disso, buscar as melhores soluções.  

 

  1. Flexibilidade

O mundo VUCA é, como o próprio nome já diz, bastante instável. Uma empresa que está no topo hoje pode, amanhã, sofrer um revés e precisar se adaptar a uma nova realidade. 

 

É por isso que a flexibilidade é outra habilidade essencial para o líder moderno. É preciso saber se adaptar à essas mudanças e, inclusive, entender como prevê-las para se preparar. Além disso, o líder precisa estimular a flexibilidade no grupo de coordena, garantindo que os trabalhadores também saberão se adaptar às mudanças do mundo atual. 

 

Junto com a flexibilidade falamos sobre o conceito de Lifelong Learning: entendimento que nunca estamos 100% prontos, que todo mundo tem algo a aprender, enquanto passa pelo processo de desaprender – se libertar do que não serve mais. E pra isso, haja flexibilidade! 

 

  1. Coerência 

Poucas pessoas falam sobre a habilidade de ser coerente, mas saiba que ela é essencial para o líder da atualidade. Em um mundo cada vez mais incerto, os trabalhadores precisam de uma âncora, um porto seguro, para realizar as atividades com tranquilidade. O líder deve ser essa âncora, e isso é feito por meio da coerência entre suas ações e valores que proclama. 

Isso significa que o líder deve ter clareza dos seus valores, princípios e ser fiel a eles. As suas ações devem refletir essas crenças e ele precisa ser coerente, ou seja,  ter um padrão de ação diante de situações semelhantes. 

 

  1. Orientação para resultados

Por fim, o líder que realmente faz a diferença em uma empresa é aquele que é orientado para resultados. Mas, o que isso significa? 

Ser orientado para resultados significa que você valoriza o resultado efetivamente gerado pelo trabalhador, sendo imparcial em relação às diferenças individuais e preferências dos membros do time. Dessa forma, o líder deve ter controle sobre a missão e metas da organização, monitorando desempenho e resultados, ao invés de monitorar tempo de trabalho da equipe, por exemplo. 

 

Os resultados não podem jamais ser deixados de lado. Mas o COMO buscá-los é cada vez mais importante pois está diretamente ligado a sustentabilidade e imagem do negócio, não apenas a uma entrega pontual e sim como  o time consegue entregar e se desenvolver, de forma ética e consistente, no decorrer do tempo. 

 

 

O mundo mudou e, com ele, o papel do líder também se transformou. Para ser um líder de sucesso no contexto atual é importante que você entenda quais são essas transformações as principais habilidades que você deve desenvolver para se adequar a elas.

 

Quer continuar se desenvolvendo?

 

Aqui você encontra um vídeo + artigo sobre

Modelo de Liderança: qual o mais efetivo para o cenário atual?

 

 

 

Precisamos diminuir o estresse

Diminuir o estresse é uma necessidade urgente. Trabalho remoto (ou a falta dele), pressão por resultados e desenvolvimento, acúmulo de tarefas, comparação e autocobrança, isolamento social, incerteza sobre o futuro, mudanças bruscas, perdas das mais variadas.

 

Quando olhamos para o que chamamos de fatores estressantes, situações que levam as pessoas a estarem esgotadas, é fato: estamos vivenciando um momento ímpar e que trará um impacto brutal quanto à saúde mental.

Dados da pesquisa publicada pelo LINKEDIN no dia 28 de maio de 2020 buscando entender os efeitos do trabalho remoto durante a quarentena e como isso impacta a saúde mental do profissional brasileiro:

  • 62% dos profissionais que estão trabalhando em casa se sentem mais ansiosos e estressados.
  • 30% sentem mais estresse pela falta de momentos de descontração.

Buscando entender os efeitos do trabalho remoto durante a quarentena, lançamos uma pesquisa inédita que apresenta como isso impacta a saúde mental do profissional brasileiro.

Posted by LinkedIn on Thursday, May 28, 2020

 

Nem precisamos de pesquisa. Sábado, 23h da noite. Foi a hora que eu encontrei para escrever este texto, após um dia de trabalho doméstico, ajudar nas lições de casa das filhas, fazer 2 reuniões e um relatório. E isso porque tenho bastante apoio, filhas e marido participam ativamente das atividades de casa, e mesmo assim, a jornada está puxada.

 

Quando olhamos a situação daqueles que somam ao trabalho e preocupação cuidar de filhos pequenos ou parentes mais idosos, o acúmulo de tarefas é devastador. Somente esta semana duas clientes relataram ter tirado os filhos pequenos da escola: não deram conta do home schooling, acharam melhor perder o ano do que incorporar um sofrimento a mais para todos.

 

Cada qual com suas dificuldades e adaptações, o ponto é:

 

Vivemos um momento perigoso de aumento do estresse.

Estamos sobrecarregados e exaustos.

 

Antes de seguirmos, vamos entender um pouco mais sobre esse tão famoso estresse.

O estresse é uma reação do organismo, com impactos físicos e emocionais, que ocorre quando nos deparamos com demandas de uma determinada situação que ultrapassam a nossa capacidade de adaptação, quando estamos diante de um evento que nos impõe um desafio maior do que estamos acostumados.

 

Entendendo a Lei de Yerkes-Dodson para diminuir o estresse

 

Segundo a lei de Yerkes-Dodson, desenvolvida em 1908 pelos psicólogos Robert M. Yerkes e John Dillingham Dodson e representada na imagem abaixo, o desempenho aumenta com a excitação fisiológica ou mental, mas apenas até certo ponto. Quando os níveis de excitação se tornam muito altos, o desempenho diminui.

 

 

Podemos dizer que o estresse em seu primeiro momento, de forma positiva, nos tira da zona de conforto e faz o organismo produzir adrenalina, o que nos dá energia e eleva a nossa produtividade e performance:

  • ficamos mais vigorosos
  • ficamos mais concentrados, com mais atenção
  • acelera o metabolismo
  • dispara a criatividade

A questão é a quantidade do que chamamos de agentes estressores, aquilo que está provocando a mudança e como nós reagimos a estes estímulos externos.

 

Trazendo a lei de Yerkes-Dodson para o momento atual: No início da pandemia nosso cérebro foi hiper estimulado a buscar soluções para a crise e mudanças necessárias. A maioria de nós deu conta de tudo. Mas estas mudanças estão nos levando para o excesso, para a exaustão.

 

E pelo que tudo indica, as mudanças e adaptações não vão parar por aqui.

 

O relaxamento do isolamento social traz novas preocupações e mudanças:

  • Cuidar da saúde: nossa, da nossa família, dos clientes e funcionários.
  • Cuidar do financeiro;
  • Adaptar a rotina, inclusive com o retorno de profissionais ao trabalho que possuem filhos, em que as escolas não voltaram;
  • Adaptações dos modelos de trabalho e dos negócios ao novo cenário.
  • A instabilidade econômica e política…

 

E quando relaxaremos a curva do estresse?

Esta preocupação não é apenas nossa. Nos Estados Unidos a Associação Psiquiátrica Americana (APA) enviou uma carta em 13 de abril ao Congresso notificando que conforme pesquisa da associação “mais de um terço dos americanos (36%) afirmam que o coronavírus afeta seriamente sua saúde mental”.

 

Na China, de acordo com uma pesquisa divulgada pela revista científica The Lancet, após o período de isolamento durante a epidemia, 30% das pessoas tiveram sintomas de estresse pós-traumático e 31% foram diagnosticadas com depressão.

 

 

Diminuir o estresse ainda não é nossa prioridade.

No Brasil ainda estamos mais preocupados (ou alarmados) com o agente estressor – a pandemia e a crise que veio com ela – do que com os impactos.

 

Porém algumas empresas já estão implantando ações preocupadas com a saúde mental de seus colaboradores, como o caso da siderúrgica Gerdau, que ampliou seu programa +Cuidado desde março para que a rede credenciada de psicólogos realize sessões via teleatendimento. O programa da empresa prevê atendimento de saúde, social, financeiro e jurídico para os funcionários e seus dependentes.

 

Este é o caminho que muitas empresas estão seguindo: disponibilizar apoio em saúde mental, seja através da própria equipe de saúde, contratando profissionais dedicados ou negociando junto aos planos de saúde contratados.

 

Outras ações que eu já acompanhei e que você pode implantar aí no seu trabalho

para diminuir o estresse ou controlá-lo:

  • Concessão de day off: um dia livre na semana, para as pessoas descansarem ou cuidarem das atividades domésticas;
  • Programas de bem-estar e saúde mental online;
  • Programas de apoio psicológico e de saúde para profissionais que estão em atividades operacionais e suas famílias;
  • Projetos sociais voluntários entre os colaboradores;
  • Canais de escuta para os colaboradores poderem falar sobre seu dia-a-dia e dificuldades;
  • Programas para aumento da interação e empatia entre os colaboradores
  • Implantação de rede de apoio remota durante o isolamento, entre os próprios colaboradores.

 

Na minha opinião uma questão precisa ser vista, nas empresas e por nós profissionais:  a redefinição de prioridades, forma e jornada de trabalho.

 

À partir do momento em que fica claro que não daremos conta de tudo ou mudamos o ritmo de trabalho ou teremos que escolher entre trabalho e saúde, trabalho e família, trabalho e vida.

 

Algumas pessoas vivem na linha da subsistência e não podem se dar “ao luxo” destas escolhas. Outras, pensarão seriamente sobre o que estão fazendo da vida, mesmo que esta escolha leve a queda do padrão de vida.

 

Ganhamos um grande chacoalhão da vida.  Precisamos ter mais consciência sobre o que estamos fazendo hoje para que este pós pandemia não seja ainda mais nocivo do que a crise em si.

E esta preocupação precisa ser de todos nós: profissionais, gestores, empresários, sociedade como um todo. Se passarmos por este momento igual entramos, não teremos aprendido boas lições.

 

12 dicas para ajudar a diminuir o estresse:

  • Tenha clareza sobre os agentes estressores – situações, pessoas, pensamentos, notícias – e tente diminuí-los sempre que possível.
  • Nossos pensamentos podem piorar a situação: viva um dia de cada vez, com foco no que você tem ação. Pensar em possibilidades ruins só irá piorar o quadro.
  • Alimente-se bem e dê preferência a alimentos naturais (não industrializados).
  • Descanse quando possível: na hora do cansaço perdemos foco e produtividade, tente fazer pausas durante o dia e dormir bem à noite.
  • Cuide das suas emoções.
  • Tenha uma válvula de escape: uma atividade prazerosa que eleve sua energia.
  • Faça atividade física. Mesmo em espaços pequenos, tente caminhar um pouco e se esticar algumas vezes ao dia.
  • Pratique atividades de meditação e relaxamento para diminuir o estresse.
  • Defina prioridades e diga não. Muitas vezes nos sobrecarregamos por achar que precisamos dar conta de tudo.
  • Tenha uma lista de tarefas do dia. Isso ajudará a ter foco e prioridades.
  • Busque ajuda. Você não está sozinho nessa.
  • Mantenha a esperança e faça planos. Acreditar em dias melhores fará com que seus pensamentos fiquem mais positivos.

E dias melhores virão. Precisamos chegar sãos e salvos neles.

 

Se você quer se preparar para transformações que vem pela frente no mundo profissional, acesse este conteúdo clicando aqui.

 

Também apoiamos empresas com treinamentos e programas online saiba mais clicando aqui.

 

Modelo de Liderança: qual o mais efetivo para o cenário atual?

Modelo de Liderança Moderno

Um novo modelo de liderança é exigido no cenário atual. O mundo VUCA que se apresentou de forma acelerado durante a pandemia trouxe para as empresas novos desafios, hábitos e forma de gerir a equipe e os resultados.

 

Da noite para o dia, o que era praticado já não resolve mais.

Temos problemas cada vez mais complexos, mudanças muito rápidas, muitos elementos envolvidos e decisões a serem tomadas: com impacto no negócio, nas pessoas, em você!

 

Esqueça algumas questões que eram certas até aqui:

– Liderar não é só pra quem tem um time ou cargo de gestão: as pessoas precisam liderar seus processos, suas entregas, suas responsabilidades. Todos precisam assumir a liderança, em algum momento. “Liderança é ação, e não posição” disse Donald H. McGannon, um dos grandes executivos e líderes da TV americana. 

– Não tem essa de “ter nascido líder”. Ser líder é uma soma de competências, habilidades, mentalidade. Todas elas treináveis, como músculo: quanto mais usar, melhor fica.

– Liderar não é “apenas” fazer a gestão de pessoas – é inspirá-las e apoiá-las em seu desenvolvimento, uso de potenciais, quebra de barreiras e busca de resultados.

– É agir de forma assertiva e ágil, analisando impactos, buscando soluções, fazendo mudanças, errando e acertando. E reconhecendo suas vulnerabilidades. Líder também erra e não sabe tudo.

 

 

Estamos no momento em que o avião deu pane e está caindo. Nós precisamos consertá-lo em pleno vôo. Não dá para esperar alguém decidir por nós o que fazer, é preciso assumir o controle da situação, com inteligência emocional e assertividade.

 

Neste vídeo eu falo detalhadamente sobre o novo modelo de liderança:

 

Prepare-se para esta turbulência com meu apoio, no programa Liderança Essencial, uma imersão online que mescla: teoria, insights, atividades práticas e mentoria em grupo (direto comigo!!) para o desenvolvimento profundo e acelerado de líderes.

 

Aqui tem todas as informações

 

São tantas mudanças ocorrendo no mundo, que muitos líderes se questionam: 

 

Qual é o meu papel em meio a tantas mudanças e responsabilidades? 

 

  • Qual estilo de liderança é o mais adequado?
  • Como cuidar, motivar, engajar e desenvolver o time sem perder o foco nos resultados?
  • Como ser um líder inspirador e presente com tão pouco tempo, com tantas demandas e interfaces?
  • Como não esquecer de mim, do meu desenvolvimento e metas profissionais e pessoais?

 

 

Competências fundamentais para o novo modelo de liderança

  • Mindset e Execução Ágil – Pensar e agir sem perder tempo!
  • Gestão do Stress – Seu e da Equipe.
  • Gestão de crises – a cada dia é mais necessário saber  liderar sob pressão.
  • Criatividade e Improviso – novas perguntas pedem novas respostas!
  • Gestor do clima e cultura – cuidar da “casa” empresarial para que todos trabalhem num bom ambiente.
  • Flexibilidade Cognitiva – aprender e desaprender constantemente.
  • Comunicação assertiva e empática –  Saber o que e como falar.
  • Líder coach – desenvolver sua equipe e estimular o pensamento e a ação.
  • Negociação e Resolução de Problemas complexos.
  • Embaixador da Marca Empregadora – é mais do que vestir a camisa, é defender a causa!

Saiba mais sobre a Liderança Essencial 

 

Uma imersão online sobre competências e metodologias para liderança de alto impacto.

 

São 8 módulos semanais ao vivo com atividades, materiais, interação e 100% aplicável.

 

O que você verá:

 

1 – Liderança essencial

Saiba identificar os estilos de liderança e as competências essenciais para um líder. Conheça e lidere a si mesmo para conquistar mais resultados e influência sobre seu time.

  • Mundo VUCA e as novas competências e perfil do líder.
  • Diagnóstico de competências de liderança.
  • Autoconhecimento e desenvolvimento – Momento de entender o seu perfil e criar um plano assertivo para eliminar sabotadores e utilizar seus pontos fortes.

 

2 – Agile Leadership

Um mundo acelerado e em constante mudança pede mentalidade e processos ágeis. Saiba como trazer esta realidade para a sua gestão de equipe.

  • Fundamentos da metodologia ágil.
  • Gestão de times autogerenciáveis.

3 – Leader Coach

O líder como agente influenciador dos resultados e desenvolvimento do time através de técnicas de coaching e motivação.

  • Papel do líder
  • O que é um leader coach e como ajustar sua atuação ao papel do líder.
  • Perguntas de coaching para estimular a ação e resolução de problemas no seu time.
  • Framework para aumento de interação e resultados.

4 – Gestão do Tempo e Prioridades

Um dos grandes desafios de um líder é conseguir tempo para cumprir todas as demandas e ainda cuidar do time de forma personalizada e com tempo de qualidade. Aprenda metodologias para adequar o tempo às demandas e resultados.

  • Definição de metas e prioridades
  • Delegação e acompanhamento por níveis de autonomia
  • Gestão do tempo
  • Hacks para eliminação de gargalos e vazamentos de produtividade.

5 – Competências de comunicação

A comunicação é uma das competências fundamentais para um líder, seja com sua equipe ou nas negociações e interfaces. Aprenda como se comunicar de forma assertiva e empática, além de dar feedbacks estruturados que estimulem mudanças comportamentais.

  • Comunicação assertiva
  • Comunicação não violenta
  • Feedback

6 – Competências invisíveis

Antes de mudarmos nossas ações precisamos mudar nossa mentalidade. Aprenda como mudar seus padrões e construir pensamentos fortalecedores e emoções saudáveis.

  • Mindset e flexibilidade cognitiva
  • Inteligência emocional
  • Gestão do estresse

 

7 – Competências estratégicas

A tomada de decisões é uma das competências que mais gera diferenciais e crescimento profissional para um gestor. Aprenda como resolver crises e problemas complexos com uso de metodologias e criatividade.

  • Resolução de problemas complexos
  • Gestão de crises e conflitos
  • Criatividade e improviso

 

8 – Pessoas em primeiro lugar

A cultura empresarial influencia nos resultados, engajamento e motivação do time, por isso o líder tem papel fundamental nesta etapa, integrando a gestão de pessoas à gestão e propósito do negócio.

  • Papel do líder quanto ao Clima e Cultura e o impacto nos resultados.
  • Desenvolvimento de pessoas e propósito.
  • Positive Leadership.

 

  • Não existem resultados sem pessoas. 
  • Não existem empresas sem pessoas. 
  • Não existem negociações sem pessoas.
  • Não existe um líder sem uma verdadeira equipe.

 

O segredo da liderança consiste na habilidade e no conhecimento sobre desenvolvimento humano. A começar pelo seu.

 

LIDERANÇA ESSENCIAL – SAIBA AGORA COMO PARTICIPAR

 

Vai reclamar da carreira ou vai resolver?

Reclamar da carreira é algo comum para você ? Se Deus deu a vida pra cada um cuidar da sua, e a carreira, é problema de quem? Do seu líder, da empresa, dos seus pais? Nada disso. A carreira também é problema nosso. Meu, seu, de cada um. 

 

Aí mora um problema: nossa cultura em grande parte responsabiliza empresas e empregadores pela evolução profissional (ou falta dela).

 

Olhe para o lado e verá um monte de pessoas que só fazem cursos quando a empresa paga e agenda, seguem o rumo que o líder define, fazendo / estudando apenas o que cabe dentro da área ou empresa (e ficando muitas vezes defasado para o mercado ao sair daquela empresa).

 

Antes de seguirmos falando sobre carreira, é bom alinharmos: Você saber qual é a diferença entre trabalho, emprego ou carreira?

Neste vídeo eu explico:

De forma bem simples, conforme disse o consultor em Max Gehringer:

 

“Ter um emprego é o que garante o seu natal deste ano, enquanto ter uma carreira garantirá o seu natal por muitos e muitos anos.”

 

 

A carreira é algo que se constrói e da qual colhemos frutos por longo período. Exige dedicação, planejamento, construção de conhecimentos, habilidades, resultados, imagem, relacionamentos, que citarei como conquistar durante o texto.

Não basta reclamar da carreira

Vamos voltar um pouco no tempo para entender por que a maioria das pessoas tem dificuldade com a gestão da sua carreira? 

Revolução industrial:

Durante e logo após a 2a guerra mundial houve a necessidade do aumento da produção de insumos nas fábricas. O modelo fordista, sucesso na época e até pouco tempo atrás, exigia profissionais especialistas e dedicados.

 

Cada profissional se formava em algo específico e trabalhava durante 30 anos na mesma fábrica, área, posição. Fazendo exatamente a mesma coisa durante esse período.

 

Formação:

No Brasil, a principal formação profissional das pessoas, principalmente até o começo dos anos 2000 era provido pelo governo e instituições empresariais, que formavam mão de obra especializada para suprir demandas produtivas das empresas.

Nosso mercado era fechado, não tínhamos internet até pouco tempo atrás e o acesso a idiomas também não era algo obrigatório, poucos usavam. Era bem mais fácil seguir assim, fazendo o que demandavam e sem questionar, afinal, era um modelo que estava dando certo para muita gente.

 

Diversidade:

Até poucos anos atrás eram poucas as variáveis entre os cursos superiores. Saímos de centenas de opções de cursos até final dos anos 90 para milhares de opções nos últimos anos, como os cursos tecnólogos. Cuidar da carreira significava fazer um curso técnico ou superior e ele se bastava durante toda sua trajetória.

 

Se o cenário até final dos anos 90 era esse, formando especialistas para ocupar posições fixas nas fábricas, e hoje?

 

O mundo mudou e pra gente basta: se adaptar ou reclamar da carreira (ou da falta dela).

O que você prefere?

 

O mundo VUCA (volátil, incerto, complexo, ambíguo) pede tomada de decisão rápida, atualização constante (life long learning, já ouviu falar sobre isso?) desenvolvimento comportamental (as famosas soft skills), construção de relacionamentos, cuidado com imagem incluindo uso de redes sociais (como o LinkedIn, que muitos ainda resistem). 

 

 

Só diploma e resultados já não dizem muita coisa. 

 

E agora? Vai reclamar da carreira ainda?

Quer um lenço ou uma solução? 

 

Enquanto você chora e pensa sobre o que fazer alguém está se desenvolvendo e agarrando uma oportunidade. 

 

Assumir sua carreira será seu grande trunfo. Aqui, leia: planejar, executar, ajustar. O famoso PDCA aplicado à sua carreira.

 

Nos processos de planejamento e desenvolvimento de carreira que faço, seja para profissionais que me procuram ou em processos dentro de empresas, utilizo a metodologia que desenvolvi chamada Planejamento Estratégico Profissional 2C2R.

 

Aqui as diretrizes para você começar a fazer o seu:

 

Passo 1 – Pra onde vai a sua carreira? 

Imagine que você está dirigindo um carro. Olhar pra frente é fundamental: aonde você quer chegar, quais são seus objetivos. Numa viagem longa, não adianta planejar cada etapa e na carreira é a mesma coisa, logo, estabelecemos duas marcas: curto prazo – objetivos para 1 ano e médio prazo, objetivos para 2 a 5 anos.

 

Não esqueça de alinhar seus objetivos com sua vida pessoal, que seriam as paradas no caminho para comer, ir ao banheiro, esticar as pernas. Suas necessidades pessoais precisam ser previstas e respeitadas no planejamento.

É preciso também olhar para o caminho que já percorreu, sua trajetória. Ficará mais fácil saber se o que você planejou é viável ao olhar o que você já construiu.

 

Passo 2 – Resultados 

Quais serão os marcos que você irá conquistar? Definas os seus resultados a serem conquistados, as métricas do seu sucesso e ascensão profissional. Podem estar ligados à questões financeiras, títulos, pessoas impactadas, negócios realizados, etc. 

 

Passo 3 – Conhecimentos 

Lembre-se que o novo mundo pede estudo contínuo e nem só de longas formações se faz um bom profissional, aliás, o conhecimento não necessariamente vem acompanhado de um certificado. Claro que você pode estabelecer cursos a serem feitos, mas inclua também leituras e conhecimentos práticos: seja voluntário, participe de grupos, discussões, fóruns.

Insira em seu planejamento os temas e conteúdos que precisa aprender, mês a mês.

 

Passo 4 – Comportamentos 

As soft skills dizem respeito ao “como” você executa suas atividades e busca seus resultados. Algumas competências são fundamentais, como inteligência emocional, comunicação, liderança (desatrelado ao cargo, e sim, ligado à postura profissional proativa), relacionamento interpessoal.

 

Segundo o Fórum Econômico Mundial 10 competências são fundamentais para os profissionais manterem-se atualizados, são elas. 

  • Resolução de problemas complexos
  • Pensamento Crítico
  • Criatividade
  • Gestão de Pessoas
  • Coordenação (de times, tempo, atividades, prioridades, projetos)
  • Inteligência Emocional
  • Capacidade de tomada de decisão
  • Orientação para servir e colaborar
  • Negociação
  • Flexibilidade Cognitiva

 

Liste os comportamentos que você precisa desenvolver e perceba no dia a dia quais comportamentos estão prejudicando sua atuação profissional e coloque-os no seu planejamento. A cada mês, dê ênfase na mudança de um comportamento, estabelecendo ações práticas e estudo conceitual sobre ele. A prática diária, aliada à conscientização e disciplina é que levarão à mudança comportamental.

 

Passo 5 – Relacionamentos 

Pare de reclamar do QI (quem indica) e aprenda a cultivar relacionamentos. Interaja com pessoas da sua área de atuação, frequente eventos, esteja disponível. No planejamento, inclua no mínimo uma ação mensal para cultivar e fazer relacionamentos profissionais, pode ser um café com um colega de longa data ou ir à um evento novo.

 

Passo 6 – Imagem 

Não adianta ser bom, ter estudado muito e ninguém saber disso. Imagem profissional diz respeito à como as pessoas te veem.

Aqui tem um lembrete: quem não é visto não é lembrado.

 

A sua imagem profissional está ligada aos temas que domina e aborda, como se apresenta, como trata as pessoas. Não crie um personagem que não se sustenta em público.

 

Defina como você quer ser visto e invista em dar visibilidade a esta imagem profissional. Uma forma simples é através de plataformas online, como o LinkedIn, a maior plataforma profissional do mundo e ainda hoje renegada ou mal usada por muitos. 

Cuidado também para não reclamar da carreira ou falar mal do empregador nas redes sociais, pode ser mal visto!

 

4 tópicos simples para usar o LinkedIn no fortalecimento da imagem profissional:

  • Seu perfil, sua imagem: invista tempo no seu perfil, mantenha-o atrativo e atualizado
  • Faça postagens: fale sobre o que sabe, faz, estuda. Perca o medo de se expor, sua carreira quer essa interação.
  • Fale com as pessoas: estabeleça conversas através dos comentários ou inbox. Sobre o que falar? Mais uma vez: sobre o que você faz, estuda, sabe. Contribua e aprenda.
  • Expanda seu networking: sim, adicione pessoas que você não conhece! Uma dica é procurar profissionais que trabalham nas empresas e cargos que você sonha estar, aprenda com eles!

 

Bom, nada disso tem sentido sem uma palavra que parece batida mas que faz falta pra muita gente: autoconhecimento! Se você não tem clareza sobre você, seus potenciais e limitações, ou se não sabe como mudar esse cenário, peça ajuda!

 

Não precisamos saber tudo, mas podemos ter a iniciativa de correr atrás das respostas ao invés de sentar e chorar ou reclamar da carreira.

 

 

 

 

Depois do planejamento feito, é hora de acompanhar, mês a mês, a sua evolução. Ajuste as metas, inclua novos itens, siga evoluindo. Lembre-se: a carreira é sua e você é o maior interessado em sua evolução. 

 

Pare de reclamar da sua carreira e faça algo para mudar!

 

 

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