Virei líder: e agora?

Virei líder e entrei em pânico! Essa é uma situação que muitos líderes já vivenciaram. A promoção chega e eles se deparam com a realidade: como dar conta de tudo, conduzir a equipe, manter excelentes resultados, o time motivado – e me desenvolver? 

 

Um dos motivos que levam as equipes a terem líderes ruins é que tanto empresas, quanto profissionais, deixam o desenvolvimento de liderança para depois que a pessoa assume a cadeira.

 

E desenvolvimento de liderança não é uma habilidade isolada e sim um conjunto de técnicas e comportamentos que vão da gestão de si mesmo, de pessoas, processos e resultados ( e lidar com as interferências no caminho) .

 

Liderança precisa ser desenvolvida e estimulada desde cedo: em casa, na escola, nos programas de estágio.

 

Deixar pra desenvolver o líder quando ele assume o cargo, em geral, é tarde demais. Mas calma, se este é o seu caso, saiba que tem solução!

 

Virei líder: por onde começo

Você conseguiu uma promoção e alcançou um cargo de gestão de pessoas pela primeira vez. Apesar dos benefícios, esse novo papel está repleto de desafios e, até mesmo, inseguranças. Afinal, como assumir uma postura de líder e gerenciar pessoas que antes eram os seus colegas de trabalho? 

 

Se essa é a sua situação, fique tranquilo já que não é o único a se sentir assim. Com o tempo você vai aprender quais são as novas atividades que precisa realizar e como se portar diante dos antigos colegas para assumir esse papel de liderança com excelência. 

 

Afinal, o que significa ser líder? 

Quando você pensa em um líder, que tipo de pessoa imagina? O que significa ser um líder para você e quais são as características que você deve desenvolver para desempenhar esse papel? 

 

Antes de falar em atividades e características de um líder, é essencial que você reflita sobre o que significa esse cargo. Afinal, o papel da liderança mudou muito nos últimos anos e isso exige que você entenda como um líder deve se portar na atualidade. 

 

Se você imaginou o líder como uma pessoa autoritária, que não escuta a opinião do time e delega tarefas e prazos sem consultar os colaboradores — ou seja, um chefe tradicional — é hora de atualizar essa imagem. Hoje o líder é a pessoa que motiva, engaja e auxilia o time a atingir o seu potencial máximo, atuando como um aliado dos colaboradores, não como um inimigo. 

 

Dessa forma, é importante que você entenda que o líder deve fazer parte da equipe, fornecendo insumos, conhecimento, propósito e orientação para que os membros sejam capazes de gerar os melhores resultados. O líder também é quem gerencia conflitos e é a pessoa que deve identificar o que cada um tem de melhor, de forma a delegar as atividades de acordo com as competências e características da equipe. 

 

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Virei líder – e quais são as minhas principais atividades? 

Agora que você já sabe o que significa ser um líder na atualidade e qual a postura que deve ser adotada, é hora de entender um pouco sobre as principais atividades que um gestor precisa realizar.  

 

  • Delegar tarefas

Uma das principais atividades de um líder é delegar tarefas para a equipe. Mas isso não é tão simples quanto parece. 

Afinal, você precisa entender quais são os resultados e atividades que a sua equipe precisa realizar e quais as competências e maturidade de cada um. A partir disso, é o líder que normalmente quebra esses grandes processos em tarefas menores e distribui entre os membros da equipe para que eles realizem. 

É importante que você saiba identificar o que cada colaborador tem de melhor, de forma a garantir que a tarefa é adequada para ele. Além disso, é você que gerencia o fluxo de atividades e prioridades, organizando a equipe para que tudo seja entregue dentro do prazo. 

 

  • Acompanhar desempenho e resultados 

É o líder que mensura os indicadores da área, comparando-os com as metas para entender qual o resultado do setor e sua evolução ao longo do tempo. Porém, o líder também é o responsável por mensurar o desempenho individual de cada membro do time. 

Você precisa estar sempre atento a esses dois processos. Caso encontre algum problema, é essencial conversar com o colaborador de forma a entender a melhor forma de solucioná-lo – o famoso feedback. É você que deve identificar as lacunas de conhecimento e gaps de competência dos membros do time, assim como garantir os comportamentos esperados.

 

  • Garantir a comunicação e mediar conflitos 

O líder também é o responsável por garantir uma boa comunicação entre os membros da equipe. É importante incentivar uma cultura de colaboração, de forma que os colaboradores se sintam confortáveis para dar e receber feedbacks, tanto entre os colegas quanto com você. 

A transparência e objetividade também são fundamentais neste processo.

Por fim, faz parte do trabalho do líder mediar possíveis conflitos que possam surgir entre os colaboradores.  

 

  • Trabalhar a motivação e engajamento

Uma outra tarefa do líder é a manutenção da motivação e engajamento da sua equipe. Isso é feito por meio de propósito e reconhecimento. 

O líder precisa mostrar aos colaboradores qual a importância de cada um dentro da empresa, evidenciando o papel que ele precisa realizar para que o negócio tenha sucesso como um todo. O líder deve inspirar propósito, mostrar que o trabalho, mesmo que operacional, gera resultados estratégicos, que impactam todo o meio e precisa reconhecer os bons resultados e comemorar cada conquista com seu time. 

Seja um Coach de Sucesso

 

 

Estes são apenas alguns pontos que o líder precisa estar atuante junto a equipe. Além disso é responsabilidade do líder todo o processo de gestão de pessoas, da definição dos perfis necessários para o time, passando pela contratação e avaliação de cada colaborador, até a fase de evolução ou desligamento.

 

O sucesso de um líder é formar profissionais melhores do que ele!

 

Neste vídeo eu falo sobre 3 pilares da liderança de sucesso:

 

 

E ao virar líder, quais erros você não deve cometer?

Quando alguém assume um cargo de liderança, é comum que acabe cometendo alguns erros. Porém, isso pode prejudicar todo o trabalho, tanto do setor quanto da empresa como um todo, além de manchar a própria carreira.

 

Descubra agora quais são os principais erros e como identificar e evitar cada um deles. 

 

  • ser muito próximo: pode ser difícil manter um distanciamento de quem antes era seu colega de trabalho. Porém, na posição de líder, é preciso tomar cuidado com a liberdade excessiva e com eventuais abusos e deslizes de pessoas próximas, garantindo o respeito da equipe ao seu novo papel;
  • se distanciar das pessoas: parece contraditório, mas você não pode subir num pedestal e se afastar do time. É preciso manter a sua equipe por perto, entender as necessidades e particularidades de cada um para conduzir o trabalho com excelência – enfim, o que precisa mudar é a sua postura!; 
  • não estabelecer prioridades: quando você assume um cargo de liderança, pode perceber que há mais tarefas do que imaginava. Para lidar com essa nova demanda é essencial que você estabeleça prioridades, baseando-se no que é mais estratégico para a empresa como um todo; 
  • esquecer da gestão de tempo: como líder, você precisa tomar uma série de decisões e gerenciar um grande número de processos e pessoas. Dessa forma, fazer a gestão do tempo, tanto a própria quanto da equipe, é essencial para garantir que todo o trabalho será entregue dentro do prazo;
  • falhar na comunicação: a comunicação transparente, objetiva e fluida é essencial para o bom trabalho de qualquer equipe. Como líder, é você que deve se preocupar com esse elemento, garantindo que todos terão acesso às informações importantes para realizar as suas atividades; 
  • “delargar”: há quem pense que o líder precisa delegar tarefas e deixar que os colaboradores resolvam tudo sozinhos — o famoso “delargar”. Isso é um grande erro e pode gerar grandes problemas nas suas entregas. Lembre-se de que o líder deve servir à equipe, dando insumos e suporte para que eles realizem todas as atividades – o que também não significa:
  • microgerenciar: tomar conta de todas as atividades, conferindo e monitorando 100% do que a equipe faz.

Assumir o papel de líder pela primeira vez não é simples, mas é um ótimo desafio para a sua carreira! Esteja atento aos seus comportamentos e resultados, peça feedback para o time e esteja aberto a melhorias. Com o desenvolvimento acelerado é possível cometer menos erros e colher melhores resultados.

 

 

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Competências profissionais: como não ser atropelado pela evolução

Você sabe quais são as competências profissionais essenciais para não ser atropelado pela evolução,  ser um profissional cada vez melhor e sobreviver no mundo VUCA? Vamos falar sobre isso!

 

O trabalho está mudando drasticamente. Não importa se você é CLT, autônomo, empreendedor: o mundo está mudando rapidamente e se você não quer ser atropelado pelo que está acontecendo e pelo que está por vir, é bom se preparar para novos modelos e competências.

 

Pode parecer clichê, mas não tem como falarmos sobre este tema sem citar cases como dos táxis engolidos pelo Uber, os Hotéis sendo ultrapassados pelo Airbnb, lojas físicas e tradicionais sendo esmagadas pela Amazon.

 

Vamos olhar apenas o primeiro caso. Uber e Táxi. Você tem ideia de por quanto tempo tivemos como opção somente os táxis?

 

Um caso de evolução bem próximo

 

Segundo a Veja SP, na cidade de São Paulo o mercado de transporte particular pago de passageiros tem longa história na cidade.

Os primeiros veículos datam do fim do século XIX e se concentravam no Largo da Sé e no Pátio do Colégio.

Somente em 2014 o Uber chegou na capital paulista.

Competências profissionais em evolução

 

 

Foram mais de 100 anos de domínio dos táxis. O que eles inovaram ou melhoraram nos serviços durante este tempo?

 

Competências profissionais de ontem não servem hoje

 

Em 2017 a capital já possuía mais carros por aplicativo (50 mil) do que táxis credenciados (38 mil). Sabemos da dificuldade e custo para conseguir ser taxista versus a facilidade para se cadastrar como motorista de aplicativo, inclusive com carro alugado.

 

 

Segundo a pesquisa Origem Destino realizada em 2017, a cada 4 chamados, 3 eram feitos por aplicativo e somente 1 pelo meio tradicional.

 

Neste momento, já tínhamos novas empresas operando, como a Cabify e 99, ampliando e dividindo mercado. Uma mudança nos costumes do público, que não apenas migrou do táxi para o transporte por aplicativo: houve uma queda considerável no número de usuários de ônibus e fretados.

 

Ou seja, a nova modalidade não apenas tirou clientes dos taxistas: abriu opções novas para pessoas que antes não utilizavam esta modalidade, se tornando uma opção de transporte mais acessível.

No meio de tantas mudanças e após várias disputas, somente no final de 2017 a prefeitura de SP em parceria com a do Rio decidiu lançar um aplicativo para os usuários chamarem o táxi.

 

Perdeu timming? Poderia ter agido mais rápido, confiou na sua tradição? Não sou especialista nisso, apenas trouxe o caso para refletirmos.

 

Muitas mudanças ainda estão ocorrendo neste cenário e são muitas as reflexões para nossa carreira, antes de entrarmos no tema principal deste texto: as competências profissionais essenciais para não ser atropelado pela evolução.

 

 

O que aprendemos com essa história de táxis e aplicativos

 

> Como você pode oferecer algo a mais para o seu público ou reduzir algo para tornar seu produto mais acessível?

Aqui estou unindo duas questões: ter diferenciais e simplificar.

 

Nem tudo que agregamos aos produtos e serviços – ou ao currículo, é fundamental para todo mundo. Saber o que apresentar e para quem é fundamental.

 

Tenha uma estratégia bem definida e saiba para onde está indo. Na nova economia, o profissional pode ser gestor em um projeto e especialista no outro, e tudo bem. É escolher o que vai oferecer.

 

 

> Quais são as preferências e tendências do seu público?

Não adianta seguir com a frase “sempre foi assim”. Até ontem seu cliente podia te ligar para fazer um pedido. Se hoje ele prefere o whatsapp, é você que precisa se adaptar, não ele.

Seu cliente ou empregador irá buscar outra opção, mais “do jeito dele”.

 

Vejo muitos profissionais que se mantiveram em empresas tradicionais por muitos anos e não se preocuparam em olhar as tendências da sua área ou mercado – e quando precisaram buscar uma recolocação sabiam softwares ou processos sem uso nas demais empresas, aquele conhecimento servia somente para onde estavam antes.

 

 

> Quais mudanças estão por vir – e o que pode sumir – na sua área de atuação?  

O UBER foi criado em 2009. Os táxis perceberam isso, fizeram algum movimento antes de serem ameaçados?  

Se você está antenado com o seu setor, precisa pesquisas e acompanhas o que rola no mundo. Grande parte das inovações surgiram em outros países antes de chegar por aqui.

 

Três dicas simples: leia um jornal estrangeiro, diariamente. Frequente eventos da sua área. Converse com pessoas que são referência.

 

> O que é necessário para começar?

Assim como o Uber aceitou motoristas sem carro (inclusive fazendo parcerias com locadoras de veículos), hoje para começar numa profissão não é necessariamente preciso um diploma universitário, assim como para empreender você não precisa de um escritório ou capital.

Saber o que quer, estabelecer bons relacionamentos, ter uma planejamento e arregaçar as mangas ajuda muito quando faltam outros atributos.

 

Não espere estar pronto para começar.

 

Comece e se desenvolva constantemente, ajustando o que rola no caminho. Tem muitos cursos e eventos acontecendo por aí, não é fácil mas é possível começar do zero e ser bem sucedido.

 

Voltemos a falar de mudanças…

 

Em 2016 o Fórum Econômico Mundial lançou um relatório sobre o Futuro do Trabalho , uma parte importante da chamada 4a Revolução Industrial com uma visão até assustadora: no prazo de 5 anos, muita coisa vai mudar, será um período crítico para profissionais, empresas, nações. Muitas funções desaparecerão, outras novas serão criadas.

 

Isso afetará diretamente em nossas competências profissionais.

 

O processo de migração profissional será cada vez mais acelerado e comum. Não bastará “o que fiz e estudei” e sim, como consigo utilizar estes conceitos e experiências em novos formatos e aplicações.

 

Mudar, se adaptar e criar serão verbos constantes em nosso vocabulário. Transição de carreira e reinvenção profissional deixarão de ser mito.

 

Competências profissionais para lidar com o mundo VUCA

 

 

E quando olhamos para este mundo VUCA (Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo), quais competências são essenciais à todos profissionais?

 

 

Exatamente as ligadas a adaptação, visão estratégica, inovação e humanização.

 

Mais do que nunca, as “soft skills” serão super valorizadas.

 

Não basta fazer, é preciso se preocupar com o “como fazer” e com o impacto das nossas realizações.

Então vamos a lista das competências profissionais que tenho verificado serem as fundamentais para o profissional do futuro:

 

 

Resolução de Problemas Complexos e Pensamento Crítico

 

Não somos os mais rápidos nem os mais fortes. Quando li o best seller Sapiens, uma coisa ficou clara: chegamos até aqui porque somos inteligentes!

Segundo o relatório do Fórum Econômico Mundial nos próximos anos 36% das atividades irão exigir habilidade para solução de problemas complexos.

Junte a isso o pensamento estruturado, a capacidade de comunicação clara, assertiva e objetiva, de olhar para uma questão sob diferentes perspectivas e reconhecer o que existe por trás de cada problema define o conceito de pensamento crítico.

Para mim, o uso destas competências unida a uma visão empática e global é o que concede grande diferencial para profissionais e empresas.

 

Criatividade a mil

 

É a competência onde ganhamos em disparada dos robôs. Uma mente criativa e imaginativa propõe novas soluções e abordagens, cria possibilidades e tem capacidade para superar problemas através da análise de viabilidade e aprendizados. Ou faz algo novo, ou irá aprender para aplicar rapidamente no próximo desafio, ajustando processos e produtos.

 

Gestão de pessoas vira “Cuidar de Gente”

 

Não basta apenas ter técnicas e abordagens sobre motivar, engajar e contratar pessoas. Cuidar de gente é olhar para particularidades, entender sobre a individualidade de cada ser humano e conseguir unir propósitos, talentos e ambições individuais em projetos onde todos consigam trabalhar melhor, cooperar, se desenvolver e crescer.

Cada vez mais caem os títulos de liderança e surgem os mentores e líderes inspiradores e por projetos.

 

Coordenar, Gerenciar e Liderar – com a Autogestão em primeiro lugar

 

Coordenar projetos paralelos, em alguns casos até para empresas e com equipes distintas, será realidade de muitos profissionais, principalmente quando olhamos para as mudanças no modelo de trabalho (o modelo CLT tende a diminuir a cada ano).

Assim, fazer uma autogestão de tempo, prioridades e recursos é fundamental. Além de conseguir coordenar suas demandas, os profissionais terão que apoiar esta coordenação dos grupos em que estiverem inseridos, trabalhando fortemente em colaboração.

 

Emoção, Empatia e Ética

 

Os 3 Es da humanização. Emoção inclui inteligência emocional, entendermos nosso funcionamento e o impacto das emoções em nossas decisões e reações.

Precisamos parar de esconder as emoções para então aprendermos a lidar com elas.

Empatia para entendermos que cada um tem sua história, vivências e percepções, que impactam na motivação e na forma como agem.

Não dá para cuidar de pessoas (sejam elas funcionários, fornecedores ou clientes) sem ser empático de fato com o outro.

Ética atrelada ao uso dos nossos valores. Fazer o que é correto mesmo que ninguém veja. Produzir produtos e serviços com os quais concordamos, com sustentabilidade de forma global e com princípios sociais e econômicos.

 

Viés Tecnológico

Em breve, sem entender o mínimo de computação uma pessoa terá muita dificuldade até mesmo para fazer coisas básicas, como agendar uma consulta ou abrir a porta de casa. Esqueça clichês como “eu já sou velho” ou “já sei o suficiente”.

A tecnologia hoje muda de forma acelerada e estar “antenado” com as mudanças e entender o mínimo sobre elas se faz necessário. Não pare de aprender.

 

Aliás, capacidade de aprendizado contínuo também é uma das competências profissionais do futuro.

 

Por fim, não por acaso: resiliência

Ter capacidade de mudar, de se adaptar e não ficar reclamando pelos cantos ajuda no processo.

 

Não temos uma bola de cristal para identificar com clareza o que vai acontecer no futuro, mas temos boas pistas das mudanças que estão vindo.

Podemos agir com imprudência e descaso, nos posicionando como vítimas dessa onda ou podemos agir com foco em nos aperfeiçoar sempre, ajustando comportamentos e conhecimentos para que novas experiências sejam construídas.

 

 

Competências profissionais para lidar com o mundo VUCA

 

 

30% dos trabalhos feitos hoje já podem ser realizados por robôs. Se você ainda está trabalhando (ou se quer se manter na ativa), pense:

  • Como  eu posso desenvolver as habilidades que me diferencia de um robô?
  • Como eu posso estar atento às mudanças em minha área de atuação?
  • O que eu posso fazer que um robô não faria?
  • Quais as minhas grandes contribuições – para a empresa, os clientes, o mundo?

 

Invista em melhorar nestes aspectos e nas competências profissionais citadas.

 

Também não se esqueça que os modelos de trabalho vão mudar.

 

Ser dono da sua jornada, escolher suas experiências e aprendizados, construir uma carreira com visão de portfólio e cuidar da imagem profissional farão toda diferença.

 

Não tente ser melhor do que um robô, não vale a pena a disputa. Seja um ser humano cada vez melhor.

 

 

Se precisar de apoio, conte com a gente.

 

Ajudamos profissionais e empresas que precisam se reinventar!