O que é LinkedIn e como utilizá-lo para fazer negócios

O que é linkedin e como usá-lo pra fazer negocios

Você sabe o que é LinkedIn e como utilizá-lo para fazer negócios?

Se você ainda acredita que o LinkedIn serve apenas para quem busca recolocação, saiba: você pode estar perdendo excelentes oportunidades profissionais e de negócios!

 

No decorrer desta leitura você saberá o que é necessário para ter credibilidade e fechar negócios usando o LinkedIn.

 

Uma das primeiras coisas que ensino nos meus processos de mentoria para coaches é como eles podem utilizar a rede para negócios.  

 

Assim que eles dedicam atenção na correta utilização do LinkedIn conquistam rapidamente excelentes resultados e interações, incluindo fechamento de contrato com pessoas e empresas que não conheciam, em menos de 30 dias de uso!

 

Resultados de uma mentorada: + de 250% de crescimento de visualizações do perfil com apenas 1 semana aplicando minhas técnicas e estratégias.
Resultados de uma mentorada: + de 260% de aumento nas visualizações do perfil com apenas 1 semana aplicando técnicas e estratégias que ensino.

 

 

E agora, você quer saber o que é LinkedIn e como utilizá-lo para fazer negócios?

 

Vamos em frente! 

 

Esqueça a venda pela venda. O que funciona na rede é:

  • Estabelecer novas conexões, ampliando sua rede de forma exponencial.
  • Compartilhar sua expertise, ajudando as pessoas e construindo autoridade.
  • Ter um perfil que seja seu portfólio, deixando claro quem você é e o que faz.

 

É sobre isso que abordarei. Então, pra começar, vamos deixar uma coisa bem clara:

 

Pra trabalhar de forma orgânica no LinkedIn (onde são seus conteúdos e interações que atraem novos clientes), esqueça o perfil empresarial. Ele até pode existir para solidificar a sua atuação. Mas será através do perfil pessoal que todo trabalho será realizado. 

 

Pessoas conectam-se com pessoas.

 

E quanto mais você for conhecido e confiável, mas fácil será vender qualquer coisa.

 

Eu sou usuária do LinkedIn desde 2011 e somente no final de 2015 comecei a realmente utilizar a rede social de forma efetiva com três objetivos bem claros:

 

  • Produzir e distribuir conteúdos que ajudem as pessoas a pensarem e planejarem a carreira;
  • Consolidar minha marca pessoal, como especialista em minha área de atuação;
  • Estabelecer novos contatos, parcerias e fomentar negócios.

 

Com um trabalho consistente e planejado, o LinkedIn passou a ser a minha principal rede social orgânica e hoje consigo mensurar ganhos em todos os objetivos ao qual me propus, como por exemplo:

 

  • Visibilidade mensal do perfil acima de 10.000 visualizações, sendo mais de 300 ocorrências em buscas.
  • Mais de 27 mil visualizações de um único artigo publicado.
  • Em um único post, mais de 426 mil pessoas alcançadas, com mais de 400 comentários e 11 mil curtidas.
  • Em uma semana, o canal do LinkedIn Brasil referenciou 2 vezes um artigo meu como sendo material de destaque na plataforma!

 

 

 

 

O que isso me trouxe de retorno? Clientes, parcerias, eventos cheios, entrevista pra televisão e muitos, muiiiitos amigos! 

 

Pra você entender um pouco mais sobre o potencial do Linkedin

 

Em 2017 o LinkedIn alcançou a marca de 500 milhões de usuários, sendo que destes mais de 29 milhões estão no Brasil. Somos o terceiro maior mercado da rede social profissional, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e Índia.

 

E você, sabe como se destacar no LinkedIn?

 

São muitas as oportunidades disponíveis no LinkedIn e para potencializar sua atuação na rede é necessário atuar em 3 pilares:

 

  • Possuir um Perfil otimizado e completo, com informações organizadas e bem expostas.
  • Interagir e construir relacionamentos: apoiar e ampliar a sua rede, contribuir com os demais profissionais e participar de grupos.
  • Produzir conteúdos, compartilhar conhecimentos e ideias.

 

Porém, para colher bons resultados, é importante atuar com FOCO e ESTRATÉGIA,

baseado em como deseja se posicionar e quais os resultados quer obter.

 

Ao longo destes anos o LinkedIn passou por várias e consistentes transformações, incorporando ambientes de aprendizagem, editorial de artigos e possibilitando o compartilhamento de vídeos, entre outras mudanças.

 

Assim, a plataforma que já foi vista por muitos como local para busca e oferta de empregos passou a se tornar uma imensa oportunidade para apresentação de soluções, conteúdo, networking e exposição de marca profissional e empresarial.

 

Vamos falar mais sobre isso!

 

#1 – Transforme seu perfil em um Portfólio

 

 

 

Esqueça o famoso currículo.

 

Se você pretende fazer negócios usando o LinkedIn, deve transformar seu perfil num resumo atrativo, claro e diferenciado sobre QUAL SOLUÇÃO REAL VOCÊ ENTREGA e/ou QUAL O SEU VERDADEIRO DIFERENCIAL

 

 

A começar pelo título:

Ele deve falar sobre o que você faz e não sobre qual formação você possui.

 

 

 

 

 

 

Resumo que vende:

Mais uma vez, um bom resumo não é sobre você e sim sobre o que você pode fazer pela pessoa que está lendo. O foco deve estar em três pilares:

  • o que você pode fazer (sua oferta);
  • o que prova que você pode fazer isso (sua bagagem, experiência e realizações);
  • o que te capacita pra isso (seus títulos e  formações).

No resumo é possível inserir links e documentos – use e abuse destes recursos.

 

Histórico Congruente:

Não adianta ter um perfil lotado de formações, experiências, cursos… mantenha o que for congruente, que acrescente às oportunidades que você busca. Nem sempre são apenas os exatamente ligados à atuação, mas sim todos aqueles que tragam competências e habilidades relativas ao seu trabalho atual.

 

 

#2 – Estratégia – O que você busca no LinkedIn?

 

Antes de começar a adicionar todo mundo, antes de postar sobre mil assuntos e antes de compartilhar o que vê pela frente, defina a sua estratégia:

  • Qual o seu objetivo na rede? 
  • Qual o seu público-alvo (com quem você irá se comunicar)?
  • Sobre qual tema quer ser reconhecido?
  • Como quer ser visto?

Lembre-se: o que menos funciona no primeiro momento é a venda pela venda. Cultive relacionamentos e conquiste seu posicionamento.

 

 

 

#3 – Conecte-se!

Devo ou não aceitar todos os pedidos de conexão? Se você quer ter visibilidade, eu defendo que SIM!

O algoritmo das redes sociais funciona de forma exponencial: quando uma pessoa da sua rede curte ou comenta em suas postagens, os amigos dela são notificados. Assim, quanto maior sua rede, mais pessoas – de 1º e 2º nível, verão seus conteúdos, trazendo maior visibilidade. A conexão de 1º nível pode não ter perfil para ser seu cliente, mas o amigo dela, sim.

Vale também buscar suas conexões por afinidades e ir expandindo sua rede de forma ativa.

 

Não adianta apenas expandir a rede, aceitar e incluir pessoas: fale com elas! Crie mensagens de boas-vindas.

ah!

Conexões de 1º nível = pessoas conectadas diretamente a você.

Conexões de 2º nível = conexões (amigos) de pessoas conectadas diretamente a você.

 

#4 – Contribua – e posicione-se como especialista!

 

Na minha opinião, a melhor estratégia para conquistar audiência, ganhar posicionamento e converter seguidores em clientes no LinkedIn é através do Marketing de Conteúdo. 

 

As possibilidades dentro da plataforma são inúmeras e não param de surgir novidades:

 

  • Posts curtos, de até 1300 caracteres, de leitura rápida, que permite o compartilhamento de notícias ou a exposição da sua opinião sobre algum tema ou acontecimento.
  • Artigos mais extensos, onde além de escrever de forma mais aprofundada, é possível citar referências, ilustrar com  apresentações, imagens e vídeos.
  • Vídeos curtos, de até 10 minutos – sejam eles autorais, animações ou um conteúdo legal produzido por outros.
  • Apresentações em power point ou pdf – sabe aquele material bacana que você fez para uma palestra ou reunião? Você pode compartilhar com sua rede.

 

No quesito conteúdo, alguns cuidados são fundamentais:

 

  • Cuidado com plágio ou compartilhamento não autorizado. Muitos materiais possuem direitos autorais, principalmente imagens, vídeos, livros e músicas.
  • Quando o material não for seu, cite o autor.
  • Fique atento para não contribuir com as “fake news”. Apenas compartilhe ou comente sobre assuntos que você tenha certeza de serem reais.
  • Tenha clareza sobre os temas em que deseja ser especialista e fale sobre eles. Melhor postar menos, porém com precisão e conhecimento.

 

Lembre-se: o LinkedIn é uma rede profissional. Cuidado com o conteúdo que você compartilhará!

 

 

Tudo é valido para manter sua rede de contatos aquecida, desde que seja com o foco em ajudar e de forma ética.

 

 

CLIQUE AQUI  para entender como o você pode encontrar CLIENTES qualificados e desenvolver novos negócios no LinkedIn! 

 

 

 

 

#5 – Acompanhe suas métricas e desempenho!

Como em qualquer negócio, acompanhar as métricas do seu perfil e traçar estratégias para melhorá-las sempre, ajudará você a direcionar e ampliar o seu resultado. 

Estabeleça uma rotina de acompanhamento e quais dados precisa checar.

 

 

 

Estas dicas vão ajudar você a ampliar a sua rede e aumentar a sua visibilidade

Entretanto não se esqueça de 3 regrinhas básicas:

 

 

Cuidado com a ortografia – capriche no português, se possível peça para mais de uma pessoa revisar o seu perfil.

 

Seja honesto – não minta e não tente parecer ser quem você não. Também nunca ofereça algo que não possa cumprir ou com interesses “obscuros”. Trate as pessoas e os negócios com clareza e ética.

 

Cuide da sua imagem – as redes sociais devem refletir sua postura profissional no mundo real. Cuidado com discussões que ultrapassem o limite da cordialidade, brincadeiras ou temas impróprios para o ambiente profissional. Na dúvida, pense: você trataria o tema da mesma forma numa mesa de reunião? 

 

 

 

 

 

Para ajudar você a aprofundar no tema criei um curso 100% online e com investimento super, super acessível onde ensino todos os passos para:

 

Planejar sua atuação, construir um Perfil Campeão etapa por etapa, criar conteúdos e fazer pesquisas, interagir com a rede de forma eficiente e muito mais, de forma bem detalhada e prática.

CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS

 

 

 

Compartilhe!

Como se destacar e fazer negócios no LinkedIn

Escrevi este artigo porque a maioria inquestionável dos meus clientes de Coaching (em busca de recolocação ou aumento de resultados profissionais) e Mentoria (criação e expansão de seus negócios), sempre chegam até mim com seus perfis incompletos e desacreditados com o poder que existe no LinkedIn.

 

Assim que dedicam atenção na correta utilização do LinkedIn conquistam rapidamente excelentes resultados e interações!

 

Resultados de uma mentorada: + de 250% de crescimento de visualizações do perfil com apenas 1 semana aplicando minhas técnicas e estratégias.
Resultados de uma mentorada: + de 250% de aumento nas visualizações do perfil com apenas 1 semana aplicando minhas técnicas e estratégias.

 

No decorrer desta leitura você saberá, de maneira prática, exatamente onde e como deve investir seu tempo no LinkedIn.

 

Sou usuária do LinkedIn desde 2011, mas somente no final de 2015 comecei a realmente utilizar a rede social de forma efetiva, e com três objetivos bem claros:

 

  • Produzir e distribuir conteúdos que ajudem as pessoas a pensarem e planejarem a carreira;
  • Consolidar minha marca pessoal, como especialista tem minha área de atuação;
  • Estabelecer novos contatos, parcerias e fomentar negócios.

 

Com um trabalho consistente e planejado, o LinkedIn passou a ser a minha principal rede social e hoje consigo mensurar ganhos em todos os objetivos ao qual me propus.

 

 

Em 2017 o LinkedIn alcançou a marca de 500 milhões de usuários, sendo que destes mais de 29 milhões estão no Brasil. Somos o terceiro maior mercado da rede social profissional, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e Índia. E você, sabe como se destacar no LinkedIn?

 

São muitas as possibilidades e oportunidades disponíveis no LinkedIn e para potencializar sua atuação na rede e colher bons resultados é necessário atuar em 3 pilares:

 

  • Possuir um Perfil Campeão, otimizado e completo, com informações organizadas e bem expostas.
  • Interagir e construir relacionamentos: apoiar e ampliar a sua rede, contribuir com os demais profissionais e participar de grupos.
  • Produzir conteúdos, compartilhar conhecimentos e ideias.

 

Abordarei neste artigo como ter bons resultados nestes três pilares.

 

Ao longo destes anos o LinkedIn passou por várias e consistentes transformações, incorporando ambientes de aprendizagem, editorial de artigos e possibilitando o compartilhamento de vídeos, entre outras mudanças.

 

Assim, a plataforma que já foi vista por muitos como local para busca e oferta de empregos passou a se tornar uma imensa oportunidade de apresentação de soluções, conteúdo, networking e exposição de marca profissional e empresarial.

 

 

 

 

Você pode continuar acreditando que o LinkedIn serve apenas para procurar emprego ou…

 

… pode usá-lo como uma excelente ferramenta de colaboração, networking ativo, aprendizado,  fortalecimento de sua imagem e presença profissional e também para conquistar um novo emprego ou novos negócios.

 

 

 

O que você deve ter em mente, antes de escrever seu perfil ou começar a postar e interagir, se deseja se posicionar estrategicamente:

 

  • Qual o seu objetivo na rede? 
  • Qual o seu público-alvo (com quem você irá se comunicar)?
  • Sobre qual tema quer ser reconhecido?
  • Como quer ser visto?

 

 

Depois de refletir, é hora de ir pra ação!

 

 

Para quem está começando ou quer melhorar o perfil, separei algumas dicas fundamentais para o sucesso na rede:

 

 

  1. Mantenha seu perfil atualizado

 

Ter um perfil e nunca atualizá-lo, ou inserir dados incompletos não significa que você está presente de fato no LinkedIn.

É essencial que o seu perfil esteja atualizado e que cada nova informação seja inserida.

 

Participou de um curso, escreveu um artigo, tirou um novo certificado, realizou algo a mais no seu trabalho?

Acesse sua conta e insira a informação.

 

Ao contrário do currículo, cada vez mais enxuto e direto, no LinkedIn é possível inserir todas informações, como trabalhos e resultados em projetos, trabalhos voluntariados, causas que apoia, recomendações, etc.

 

É fundamental também manter os dados de contato atualizados!

 

 

Sobre o título do perfil,  existem duas opções principais:

 

A mais tradicional, com o cargo ou área em que você atua (Engenheiro, Gerente, Analista, etc). Se você busca recolocação, mencione 2 ou 3 objetivos no título e na sequência, insira “Em busca de recolocação”. Assim, você terá como cargo, por exemplo:

“Engenheiro Mecânico  |  Gerente de Projetos  | Em busca de recolocação”

 

 

A mais ampla, usada por muitos profissionais da área de negócios ou com papéis multidisciplinares, onde utilizam-se de uma frase citando sua expertise ou serviço. Por exemplo, a minha. Ao invés de falar meu cargo (coach, treinadora, empreendedora, consultora de negócios, mentora), eu digo que “Ajudo as pessoas a serem mais felizes no trabalho” , que fala sobre a transformação que eu trago para as pessoas, dentro dos meus processos.

 

CLIQUE AQUI e saiba o que fazer para que o seu perfil salte diante dos Recrutadores! 

 

 

 

  1. A foto do perfil

 

 

A foto do perfil no LinkedIn deve ser coerente com a sua função e área de atuação.

Se sua profissão permite informalidade pode inserir uma foto mais descontraída, do contrário, opte pelo tradicional.

 

 

Na dúvida: qual foto sua você usaria em uma apresentação no trabalho?

Poste algo similar. O LinkedIn foi desenvolvido para que você compartilhe informações e conteúdos profissionais, logo a sua foto deve ter o mesmo objetivo.

 

E atenção: Perfil sem foto tem muito mais chance de ser recusado em solicitações de contato e por recrutadores.

 

 

Não esqueça também da foto de capa: você pode elaborar uma imagem, usando um editor de fotos, ou pode escolher uma imagem que represente bem a sua área de atuação.

 

 

  1. Faça um bom resumo

No resumo você tem uma excelente oportunidade para se apresentar, usando até 2 mil caracteres. Como o LinkedIn funciona por algoritmos,  quanto mais palavras-chave você utilizar no texto, mais chance de ser encontrado nas buscas.

 

Um bom resumo é escrito em primeira pessoa (eu sou, eu fiz!)  e contêm 3  etapas:

  • O seu interesse e objetivo – para onde quer ir;
  • Suas realizações, diferenciais e o que já fez até aqui;
  • A base: os conhecimentos e certificados principais.

Faça um resumo mostrando ao mundo quem você é profissionalmente, destaque experiências relevantes e sua contribuição para o sucesso dos projetos e as empresas onde atuou.

 

No resumo existe uma funcionalidade pouco explorada: você pode utilizar hyperlinks e anexar documentos.

 

Aproveite este recurso para inserir vídeos, seu portfólio, o currículo, cartas de recomendação ou fotos. Só não esqueça que tudo deve ser relevante à sua área de atuação e deve estar sempre atualizado.

 

 

  1. Qual o melhor idioma para o perfil? Português ou Inglês?

 Sempre monte o seu perfil no seu idioma nativo, em nosso caso, português.

 

Após completar o seu perfil, o LinkedIn oferece a opção “criar perfil em outro idioma”. Ele vai espelhar todos os dados, com os títulos no idioma selecionado. Você terá apenas o trabalho de traduzir.

Como fazer:

Entre no seu perfil e no canto superior direito clique em “Adicionar perfil em outro idioma”.

Clique e… pronto!

Escolha entre mais de 20 idiomas, aqueles que você precisa.

 

 

O perfil é apresentado conforme a opção de linguagem escolhida pelo usuário.

 

Mas você precisa ter um perfil em outro idioma?

Eu costumo analisar de forma simples: para a vaga / função em que você atua ou para a sua rede de relacionamentos, existe a necessidade de um segundo ou terceiro idioma? Se a resposta for sim, é necessário o perfil em outros idiomas.

Opte pela necessidade real e apenas se o seu domínio do idioma for fluente ou avançado.

 

Não se esqueça de que como a busca acontece por palavras-chave, caso você use uma palavra em português e o recrutador busque em inglês, ou vice-versa,  você não será localizado.

 

 

  1. Personalize a URL (endereço web) do seu perfil

 

Já se deparou com links compartilhados de perfil do LinkedIn cheias de letras e números? A sua é assim?

É bem difícil digitar tudo aquilo! E mais, o perfil não é considerado otimizado (Perfil Campeão) pelo algoritmo do LinkedIn, o que dificulta sua visibilidade de perfil.

 

Mas aqui vem a boa notícia!!!

O LinkedIn permite que você personalize a sua url.

 

Como fazer:

No seu perfil, acesse o painel de edição do perfil  no canto superior direito e clique em

“Editar Perfil Público e URL”

Clique no lápis azul e edite a url do seu perfil para o seu nome e sobrenome ou nome e profissão.

 

Alguns Exemplos:

linkedin.com/in/seunome/

linkedin.com/in/profissãoeseunome/

  1. Interaja 

Interagir é onde a maioria dos usuários falha.

Acabam criando um perfil que com o tempo fica esquecido na rede.

 

Para evitar esse erro, eu divido o item interagir em três pontos principais:

 

Aumentar a rede:

  • Busque pessoas que você conheceu em empregos anteriores, cursos, encontros ou por interesses em comum.
  • Participe de grupos que tenham interações dentro do tema que você definiu ser especialista.
  • Apresente-se para as pessoas que te adicionam, enviando uma mensagem curta e cordial.

 

Compartilhar e ajudar:

  • Peça e dê recomendações de pessoas que trabalharam ou que fizeram negócio com você utilizando um texto interessante e profissional. Peça recomendações também.
  • Compartilhe artigos e notícias inerentes à sua área, contribuindo com a sua visão sobre o tema.
  • Compartilhe vagas da sua região, área de atuação ou que possam ser de interesse da sua rede de contatos.

 

Tudo é valido para manter sua rede de contatos aquecida, desde que seja com o foco em ajudar e de forma ética.

 

CLIQUE AQUI  para entender como o você pode encontrar LEADS qualificados e desenvolver novos negócios no LinkedIn! 

 

 

Acrescentar:

É a sua hora de gerar conteúdo e mostrar domínio nos temas da sua área.

 

Os conteúdos podem ser:

  • Posts curtos, de até 1300 caracteres. Preferencialmente comente assuntos atuais e de fácil leitura.
  • Vídeos curtos, de até 10 minutos.
  • Artigos – textos mais completos, com referências ou opiniões mais aprofundadas. Aqui é possível inserir links, imagens e vídeos, acrescentando outras fontes e ilustrações ao seu conteúdo (inclusive outros materiais produzidos por você).

 

Nos grupos e posts, participe ativamente acrescentando informações novas e relevantes ou abrindo novas discussões e reflexões que agreguem conhecimento.

 

 

 

Estas dicas vão ajudar você a ampliar a sua rede e aumentar a sua visibilidade,  entretanto não se esqueça de 3 regrinhas básicas:

 

 

Cuidado com a ortografia – capriche no português, se possível peça para mais de uma pessoa revisar o seu perfil.

 

Seja honesto – não minta e não tente parecer ser quem você não. Também nunca ofereça algo que não possa cumprir ou com interesses “obscuros”. Trate as pessoas e os negócios com clareza e ética.

 

Cuide da sua imagem – as redes sociais devem refletir sua postura profissional no mundo real. Cuidado com discussões que ultrapassem o limite da cordialidade, brincadeiras ou temas impróprios para o ambiente profissional. Na dúvida, pense: você trataria o tema da mesma forma numa mesa de reunião? 

 

 

 

Além da plataforma principal

 

Para dispositivos móveis, além da rede oficial, o LinkedIn possui mais 5 aplicativos:

  • SlideShare;
  • Groups;
  • Sales Navigator;
  • Job Search;
  • Recruiter.

 

Cada qual com sua funcionalidade e objetivo, sendo que os 2 últimos são os mais importantes para quem deseja encontrar uma vaga.

Lembre-se de preencher o campo “interesses de carreira” , onde você informa quais regiões, cargos e interesses possui.

 

 

Agora é com você!  Faça os ajustes no seu perfil, siga nossa página no LinkedIn e interaja com a gente por lá.

 

 

 

Para ajudar a aprofundar no tema criei um curso 100% online e com investimento acessível onde ensino ponto a ponto:

 

 

Planejar a atuação, construir cada etapa do perfil, criar conteúdos e fazer pesquisas, interagir com a rede da melhor forma e muito mais, de forma bem detalhada.

CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS

 

 

Me acompanhe também pelo LinkedIn:

Lilian Sanches – Perfil LinkedIn

 

 

 

 

E proteja-se dos oportunistas! 

 

Leia este artigo onde eu falo  Sobre Fraudes, Golpes e Oportunistas no LinkedIn – E dicas para se proteger!

 

 

Compartilhe!

Em busca de desafios: a motivação que nos impulsiona

Você conhece alguém que pediu demissão e foi em busca de desafios? 

 

Foi-se o tempo em que as empresas pagavam bons salários e com isso mantinham seus profissionais engajados, motivados – e no emprego!

 

Pertencemos (ou assistimos) a uma geração profissional que quer sempre mais: queremos ser melhores, ter mais conquistas, adquirir novos conhecimentos, testar nossas habilidades.

 

E não será fazendo a mesma coisa por anos que isso vai acontecer.

 

Diferente da maioria dos profissionais das gerações Baby Boomer e X, os profissionais das novas gerações, os Y, Z e os Milennials, estão sempre em busca de novidades.

 

Para estes, ficar mais do que 2 ou 3 anos aguardando um novo projeto, promoção ou desafio pode ser a morte! O mesmo ritmo acelerado que estes impõem à suas vidas e rotinas também é aplicado no dia a dia dentro das empresas.

 

É preciso crescer, e não somente no cargo e no salário – nos conhecimentos e nas experiências!

 

Muitos profissionais, mesmo com excelentes salários e um belo pacote de benefícios, acabam ficando insatisfeitos, trocando de emprego, preferindo outro onde talvez nem sejam tão bem remunerado.

 

Porque querem ir em busca de desafios!

 

 

Você faz parte deste time, sente que pode fazer mais do que faz hoje?

Na Psicologia Positiva, na área organizacional, estudamos muito sobre a teoria de Flow, que seria o estado onde uma pessoa está executando algo em seu desempenho máximo, com menor esforço e alta concentração (é bem mais complexo do que isso, aqui só resumi a teoria!).

 

Uma das questões principais para haver o FLOW é o equilíbrio entre desafios e habilidades.

 

Se o desafio for menor do que a habilidade adquirida, logo a pessoa ficará entediada, desmotivada. Pela teoria, temos que ir aumentando o desafio conforme aumenta-se e estimulam-se as habilidades.

 

 

É fácil entender isso quando olhamos para uma criança brincando, montando um quebra cabeças por exemplo.

Ela iniciará com um de 10 peças e achará difícil, em breve mudará para um de 50 peças, quando você se der conta ela estará montando um de 1000 peças.

 

Quando ela chegar ao de mil peças, tente fazê-la voltar ao de 10 peças e ficar animada montando ele! Difícil, hein!

 

 

É isso que acontece em nossa vida, depois que aprendemos algo, fica fácil, queremos mais!

 

Os desafios são assim tão importantes na carreira?

 

Sim, não só na carreira como na vida! Porém, precisamos entender que cada pessoa tem momentos, necessidades e motivadores diferentes.

 

E essa questão – o que nos motiva – é fundamental para entendermos a nós, nossa equipe, nosso líder.

 

Motivador é tudo aquilo que impulsiona. O empurrão necessário para fazer algo. Seria o porquê de você trabalhar, qual a recompensa que você busca através da sua atuação profissional.

 

 

A motivação pode ser: financeira, aprendizado, reconhecimento, segurança, missão, entre outras.

 

As principais motivações que estimulam a busca por novos desafios são as 3 primeiras, onde a pessoa entende que o desafio a impulsionará a ter um diferencial, algo a mais.

 

Assim, entendemos que nem todo mundo busca desafios, existem pessoas que se acomodam e preferem fazer as mesmas atividades, executar a mesma função, e de preferência no mesmo ambiente; estas pessoas em geral tem como motivação a segurança.

 

Também existem aquelas profissões em que é necessário um aprendizado mais específico e de longo prazo e essa migração de áreas e tarefas não iria favorecer a especialização, então é bom ter gente fazendo o seu melhor, no mesmo lugar.

 

 

Se desafiar envolve ampliar suas habilidades, aprender, arriscar, mudar.

 

Mas também pode haver o desafio de permanecer onde está, suportar e carregar o fardo pelo tempo necessário – pra você, pra empresa, pro projeto.

Afinal, existem vários tipos de busca de desafios.

 

Preparei uma material sobre transição de carreira.

Se você tem dúvidas se está no lugar certo, acesse.

 

E quais os principais motivos que levam as pessoas a buscarem novos desafios?

 

 

Superação – a vontade de crescer, de superar limites, de se desafiar a ir além. Ao participar de um trabalho desafiador a pessoa sente que cresce tanto pessoal quanto profissionalmente.

 

Reconhecimento – em primeiro lugar pelo simples fato de ser escolhido ou convidado para determinado cargo, o que já demonstra que alguém o valorizou, identificou seu potencial, aumentando sua autoconfiança.

 

Num segundo momento, pelo círculo social, familiar e profissional. Quem não se sente bem ao receber os parabéns por uma conquista?

 

Responsabilidade – Uma vez escolhido para fazer algo maior, vem a responsabilidade pela entrega. Se acreditaram que vou dar conta, tenho que usar todos os meus conhecimentos e habilidades para entregar o meu melhor.

Partindo deste princípio, o profissional irá aplicar todos os conhecimentos que possui e buscar se desenvolver e se qualificar naquilo que ainda não domina. É uma excelente oportunidade para novos aprendizados.

 

Prática Um profissional que busca constantemente estar atualizado nem sempre consegue colocar em prática os conteúdos teóricos que vem adquirindo.

Uma mudança representa a oportunidade de aplicar estes conhecimentos, transformando-se num profissional mais maduro e bem preparado, aliando o conhecimento com a experiência.

 

Novas Experiências – As experiências podem ser quanto às tarefas a serem realizadas, às interfaces, os novos colegas ou chefes, novas tecnologias. Tanto faz!

O que vale é que novas experiências ampliam o repertório profissional, aumentando a sua empregabilidade e engordando o seu portfólio.

Quem busca crescimento de carreira com certeza está ávido por desafios!

 

  Você se identificou com estes aspectos, está pronto para mudar?

 

E qual foi a última vez em que você se desafiou ou foi desafiado a fazer algo novo?

 

Se as oportunidades não estão aparecendo e você sente que precisa e pode mais, trate de correr atrás delas. 

 

É nosso papel assumir a carreira, fazer um bom planejamento e dar os passos necessários na direção do que nos trará realizações.

Saiba como podemos ajudar você a evoluir profissionalmente.

 

Mas se você não sente esta necessidade de novidade, de desafios, não se apavore!!

 

Algumas pessoas tem a necessidade de permanecerem firmes onde estão – e isso faz bem para elas e para as empresas – mas este já é tema de um próximo texto!

 

 

Compartilhe!

O que é coaching de carreira e como ele pode te ajudar

Ilustração sobre o que é coaching de carreira e como funciona coach

Você sabe de verdade o que é coaching e pra que serve o coaching de carreira? O processo vai muito além do título e das técnicas.

 

Muito se ouve falar atualmente sobre coaching e suas inúmeras aplicações: carreira, executivo, liderança, empreendedorismo, negócios, vida, bem-estar, educação, idiomas e por aí vai.

 

Todo dia surge algo novo quando o assunto é coaching, atualmente no auge da moda.

 

Neste artigo você irá ler tudo sobre coach e entender o que é coaching de carreira.

 

O que é coaching?

O Coaching é um processo em que um profissional apoia o cliente para que este consiga melhores resultados, através de mudanças de comportamentos, ampliação do autoconhecimento, clareza e aumento da responsabilização sobre as suas escolhas.

“Coaching é uma relação de parceria que revela e liberta o potencial das pessoas de forma a maximizar o desempenho delas.” (Timothy Gallwey, um dos precursores do coaching).

Já ouviu falar em coaching de carreira?

 

O Coaching de Carreira tem como objetivo ajudar os clientes a melhorar a performance profissional, definir um planejamento de carreira, encontrar o ânimo e a paixão que perderam em suas carreiras ou a encontrar o melhor caminho para mudar de carreira, o que chamamos de transição de carreira.

 

Só para ter uma ideia do quanto um coach de carreira é procurado, uma pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva em novembro de 2017 revelou que 56% dos trabalhadores com carteira assinada estão insatisfeitos com o atual emprego, isso representa mais de 18 milhões de pessoas. É muita gente insatisfeita!

 

Esta insatisfação profissional pode acontecer por vários fatores: pode ser algo emocional, financeiro, arrependimento da carreira que decidiu seguir, entre outros.

 

O Coach de Carreira com foco em transição tem a missão de auxiliar as pessoas a encontrar o caminho certo na carreira, e se preciso for mudar, que tenha a coragem e atitude segura para realizar os sonhos profissionais.

 

Como ser um coach de sucesso?

No Brasil, não existe regulamentação sobre a formação e profissão de coaching.

 

Assim, qualquer escola de treinamentos pode formar novos coaches, sem ser necessário comprovar a expertise do professor ou o conteúdo que é ministrado (por isso a proliferação de novos profissionais mal qualificados).

 

Mas calma, isso também não é o pior: na verdade, nem é preciso ter a formação para se autodenominar coach.

 

A formação de coach no Brasil se enquadra na categorização de curso livre, que não precisa de reconhecimento ou autorização do MEC (Ministério da Educação).

Os formadores atuam sob vigência dos órgãos de defesa do consumidor.

 

 

Se qualquer um pode ser coach, como escolho um bom?

 

Qualquer um pode ser coach no Brasil. Mas se tornar um coach verdadeiramente de sucesso, com ênfase, qualidade, relevância e autoridade no segmento, não se pode optar por alguém que tem um marketing bonito ou um preço baixo.

É preciso optar por alguém que realmente tenha qualificação, vivência no tema, preparação e conhecimento prático sobre as metodologias que irá aplicar.

O IBC (Instituto Brasileiro de Coaching), revelou para reportagem da revista Veja que formou 20 mil pessoas nos últimos dez anos. A quantidade profissionais aumenta a cada ano, mas a grande questão é sobre a qualidade na formação destes profissionais.

Dados das instituições formadoras apontam que apenas de 2 a 3% das pessoas formadas realmente irão atuar como coaches, de forma profissional.

 

Um processo de coaching é algo sério.

Quantas pessoas que você conhece se sentem tranquilas indo cortar o cabelo numa escola de cabeleireiros? Eu não conheço nenhuma, com exceção de um amigo quase careca.

 

As pessoas não cortam o cabelo com alguém sem experiência e domínio porque não querem arriscar algo que valorizam, e isso porque o cabelo cresce.

 

Entretanto, tem gente que ainda põe sua vida, sua carreira, sob os cuidados de pessoas mal preparadas.

Um outro cuidado fundamental: a empatia e a sintonia.
Você irá abrir sua vida com o profissional escolhido, por isso é preciso ter confiança e empatia.

 

Sem sintonia e tempo para a relação acontecer e maturar, dificilmente haverá a conexão necessária para o processo de coaching funcionar.

 

E como acontece o processo de coaching?

O processo de coaching consiste em encontros, presenciais ou online, podendo ser individual ou em grupo, onde o coach aplica ferramentas e utiliza questionamentos profundos para que o cliente localize as respostas no lugar certo: dentro dele.
Todo o esforço deve ser para que o cliente seja capaz de se responsabilizar e encontrar as respostas, tendo mais clareza para a tomada de decisão, suportado por um plano de ação.

A partir desta clareza, o coach apoia o cliente e o conduz em direção ao seu objetivo, ajustando comportamentos que possam impedir o sucesso do planejamento.

De forma bem simplista, o que é ensinado pela maioria das grandes escolas de coaching é:
– Você está no ponto A e o processo de coaching te ajuda a chegar mais rapidamente no ponto B, que seria a sua meta.

 

Eu não sigo este processo desta forma tão linear, simplesmente porque na prática percebi que tinha que ser diferente.

 

Tendo por base os atendimentos que realizo, vi uma grande lacuna neste modelo: a maioria das pessoas não têm clareza total sobre si mesmas e/ou sobre as decisões e escolhas que fizeram até aqui.

 

 

Veja a Evolução do coaching desde a criação do termo até os dias atuais:

 

Infográfico evolução do coaching

(fonte: site SBCoaching)

 

Os primeiros usos do Coaching da forma como o processo é conhecido hoje, ocorreram no meio esportivo norte-americano, utilizado por treinadores para motivar profissionais de esportes individuais, como o tênis, e assim apoiarem os atletas a conquistarem melhores resultados.

A principal referência desta primeira fase é Timothy Gallwey, autor do livro The Inner Game of Tennis.

 

O Inner Game (jogo interno) é o principal diferencial do método utilizado pelo autor e diz que o principal oponente do competidor não é o adversário, e sim as suas limitações e fraquezas internas.

 

Ou seja, o método defende que o maior obstáculo para o sucesso é a nossa própria mente, que nos sabota, permanecendo na zona de conforto e fazendo com que nem tentemos obter melhores resultados.

 

Com o sucesso da técnica nos esportes, foi um pulo para o mundo empresarial adaptá-lo, usando o coaching para melhorar a performance de executivos, que ficou conhecida como Executive Coaching e tem como principal autor o inglês John Whitmore, autor de Coaching for Performance.

 

Os resultados obtidos através do coaching foram tão significativos que o processo foi cada vez mais utilizado para ajudar as pessoas a desenvolverem novas habilidades, desenvolver equilíbrio emocional e agilizarem seus aprendizados, obtendo assim um crescimento acelerado na carreira.

 

Logo, esse processo ganhou as ruas e hoje não só executivos e profissionais do mundo corporativo, mas qualquer pessoa pode ser beneficiada por um processo de coaching, em suas diversas e novas modalidades.

Mas esta popularização tem o seu lado negativo.

Como já dissemos, qualquer um pode se posicionar como coach e oferecer soluções para o cliente (inclusive soluções milagrosas), mas nem todos profissionais atuantes são realmente qualificados, exatamente pelo fato de não haver uma regularização no Brasil.

 

É sempre importante conhecer o histórico dos trabalhos que o coach promove, a história de vida, os segmentos que atua, clientes que já atendeu.

Caso contrário o cliente estará fadado a receber instruções e informações de baixa qualidade e que podem afetar muito na sua mudança de vida.

 

Um pouco mais sobre o Coaching de Carreira

 

É muito comum fazermos escolhas baseadas em modelos e padrões sociais.

 

Muitas pessoas escolheram a faculdade, a profissão e o primeiro emprego por critérios como: foi a mais fácil, eu queria outro e meus pais não deixaram, era a profissão que pagava mais ou com mais vagas.

 

Mas quando pergunto: e era isso que te faria feliz?

 

Ah, então surgem respostas diversas, os sonhos começam a ser resgatados.

 

É necessário trabalhar primeiro o autoconhecimento para que as escolhas e prioridades daqui pra frente realmente estejam alinhadas com aquilo que te fará feliz, completo, realizado, para que as suas escolhas reflitam de verdade quem você é, na essência.

 

Quando você sabe quem é você e o que te serve, o que é realmente bom para sua vida, aí então é hora de partir para as metas, objetivos, sonhos e estratégias para colocá-las em ação.

 

Agora sem estabelecer um único ponto final ou de chegada, uma única meta, o tal ponto B.

Ao contrário dessa visão mais simplista, estabelecemos o ponto C, D, E…Z! Mostrando assim que existem diversas possibilidades de se ter para uma vida equilibrada e com bons resultados.

 

E por que não escolher apenas uma meta?

Porque a vida muda, você muda, seus sonhos, as vontades mudam.

 

Muitas vezes, no próprio processo de coaching, conforme a clareza aumenta, o objetivo inicial que a pessoa queria buscar já mudou, já não faz mais sentido.

 

 

Agora, o planejamento é essencial, seja ele de curto, médio ou longo prazo.
Aqui não definimos um único ponto de chegada!

Definimos opções de caminhos e ensinamos a ajustar o que vier a ocorrer durante a jornada.

Você aprende para aplicar para o resto da sua vida!

 

De uma coisa você pode ter certeza, muita coisa vai mudar. A vida é assim.

Não existe planejamento que ocorra 100% certo do início ao fim. E para existir a independência nas ações, por mais que o coach esteja sempre ao lado apoiando, o cliente precisa saber ajustar a rota conforme a jornada acontece.

 

Neste vídeo eu falo um pouco mais sobre como ocorre o meu processo de coaching:

 

Enfim, um bom processo de coaching não é aquele que muda você, e sim aquele que te liberta, te desperta para que você seja você mesmo e viva a sua vida de verdade, com ótimos resultados e feliz.

 

É aquele que potencializa o que você tem de melhor, te estimula a fazer as coisas do seu jeito com ajustes de comportamentos, que respeita a sua essência e a sua forma de enxergar o mundo.
Que te ajuda a enxergar o porquê de você estar aqui, existindo, trabalhando, vivendo e até mesmo, lendo este texto.

 

 

Um relato de quem passou pelo processo de coaching de carreira com a coach Lilian Sanches:

“Sempre achei que em minha vida não tinha sonhos, mas que tinha uma série de degraus a subir naquela escada chamada carreira!
Não sabia ao certo quem eu era e nem onde eu queria chegar.
Eu olhava apenas para baixo para seguir os degraus e tentar não tropeçar. Eu já não pensava se estava feliz ou não. Mas seguia convicta de aquilo era o que existia pra mim. Quando comecei o coaching, tirei os olhos do degrau.
Comecei a me conhecer e a descobrir que existiam outros caminhos! Eles sempre estiveram lá, mas eu não era capaz de enxergar.
Quanto mais me conhecia, mais caminhos surgiam.
Mas eles não eram mais uma escada difícil de subir, mas sim caminhos cheios do que eu sempre sonhei. Eles me pareciam muito mais bonitos. Decidi seguir estes caminhos que mostravam quem eu realmente sou… o que realmente importa na minha vida!
Liberdade! Esse é o sentimento que melhor define o que pude sentir. Hoje sei o que me faz feliz, e é neste caminho que estou seguindo. Nunca estive tão leve, tão completa! Mas melhor que sonhar, é colocar os sonhos em prática! Ver tudo acontecer.
Começar tudo de novo? Sim! O que me importa é ser feliz! Sonhos em ação!”
Patrícia Destefano

 

Clique aqui para mais informações sobre COACHING 

 

 

Compartilhe!

Essa carreira é mesmo sua?

Imagine se você pudesse se assistir, como se fosse um filme, sua vida passando ao vivo na frente dos seus olhos.

 

Você pudesse passar o dia todo somente vendo, acompanhando: o que você faz, como se comporta, como conversa com as pessoas, como reage nas reuniões e nas interações, visse os trabalhos que faz e entrega, a forma como conduz cada atividade…

 

Olha ali, aquela pessoa na mesa, sentada, pensativa, semblante cansado…Pois é, é você.

 

Olhe mais de perto. Olhe nos olhos. Ouça os pensamentos. Sinta a alma, as vontades, as angústias, os anseios.

 

É você mesmo?

 

Ou aquela pessoa é somente um personagem, um falso você, criado, inventado, moldado para atender padrões, cumprir ordens, se encaixar numa sala, baia, área ou setor qualquer, só que não tem nada a ver com você?

Pare um instante e pense: como e porquê você foi parar ali?

 

Você planejou tudo isso, construiu uma carreira baseado nas suas preferências e necessidades, no que você sempre gostou de fazer?

Ou você foi seguindo os acontecimentos, as oportunidades, se ajustando para caber no mundo dos outros, recebendo e acolhendo ordens que não concordava, fazendo atividades que não gostava?

 

Neste caminho você acordou cedo, dormiu tarde, deve ter perdido muitos momentos especiais em família, talvez ganhado uma gastrite ou no mínimo algumas noites sem dormir.

 

Ah, se foi só isso, que feliz que você foi. Algumas pessoas perderam a família, amigos que se afastaram, outros perderam a sanidade e alguns até a vida.

 

E aí, em que momento você encaixotou seus sonhos, suas verdades, seus valores e talentos para viver uma carreira que não é sua?

 

E quanto isso impactou positiva ou negativamente na sua vida?

 

Se você pudesse mudar tudo, o que estaria fazendo hoje?

Em qual empresa estaria? Fazendo qual trabalho?

Como se comportaria?

Poxa, já começo a ver alguém feliz, ali, um sorriso no canto do lábio, no canto da alma.

A boa notícia é que sim, você pode.

Lembra que isso é um filme? Você, um ator.
Protagonista ou vítima, é você que escolhe o papel que vai desempenhar.

E não tem roteiro. Não tem ensaio. Quando estala a claquete, o sol nasce e alguém sopra no seu ouvido: gravando!

 

Está nascendo um novo dia e você define o que fará com ele.

O “The End” está em suas mãos.

 

_______

Já viu nossa AGENDA DE CURSOS – PRESENCIAIS E ONLINE? 

 

Compartilhe!

A sua mentalidade é de abundância ou de escassez?

o-fantastico-mundo-dos-introvertidos-mulher

Grande parte da sociedade parece se basear em uma mentalidade de escassez.

O paradigma da escassez afirma que não existe o suficiente pra todo mundo. Esse pensamento dá origem ao medo e a disputa por dinheiro e bens materiais.

Muitos conflitos e guerras surgem por conta dessa crença de que não há o suficiente. Sendo assim, as pessoas acreditam que precisam lutar contra os outros para ter um pouco de conforto.

A partir desta “batalha” surge a concorrência desleal e todo tipo de desonestidade, onde cada indivíduo quer garantir o seu.

Esse é um medo que habita o inconsciente coletivo e leva as pessoas a agirem de forma negativa.

É um medo sutil, a maioria provavelmente nem tem consciência de que age baseado nele. Apesar de sutil, o seu efeito é muito poderoso.

Outra consequência do paradigma da escassez é a culpa em ter dinheiro.

Talvez você sinta isso ou conhece alguém que sinta esse peso. Esse sentimento surge porque a pessoa, consciente ou inconscientemente, acha que pra ela ter dinheiro, outras pessoas precisam perder –  e vem esta espécie de culpa. São pensamento do tipo: “Como eu posso ter tudo isso enquanto outras pessoas passam por necessidades”.

 

 

A culpa leva a processos de autossabotagem. A pessoa dá um jeito de não ser bem sucedido. Pode também dar um jeito de perder o que ganhou pra se livrar da culpa. Pode ainda conquistar o sucesso, mas se sentir profundamente infeliz por que a culpa fica sempre rodando a consciência.

A mentalidade da escassez pode ser muito dolorosa para o indivíduo, além de criar muito medo desnecessário, ansiedade e desespero.

Uma mentalidade de abundância, por outro lado, diz que sempre existem novas chances e oportunidades e que há mais do que o suficiente para que todos possam ter uma vida plena e próspera.

Isso alivia muito da pressão que você pode sentir se tiver uma mentalidade de escassez que te faça pensar que você só tem uma única chance agora. Ou que faça você se sentir como um fracasso absoluto, só porque você tropeçou e as coisas não deram certo.

Uma mentalidade de abundância pode ajudá-lo a melhorar o seu desempenho, já que ao adotá-lo, você estará criando muito menos pressão e ansiedade dentro da sua própria mente.

 

Criando uma mentalidade da abundância:

Procure os sintomas de uma mentalidade de escassez.

Se você tiver uma mentalidade de escassez, então provavelmente vai levar as coisas muito a sério. Você pode pensar consigo mesmo: “Se eu falhar, o meu mundo vai acabar”.

No entanto, ele não vai, e você sabe disso, só precisa se lembrar. Mas você acha que ele vai, e começa a ficar excessivamente nervoso e PRONTO!

Você atraiu esta falha porque sua negatividade tornou-se um obstáculo no seu caminho para o sucesso. Se é uma prova, então você pode não conseguir dormir e vai ter um desempenho ruim. Se for um encontro, você pode parecer muito carente e nervoso e não mostrar uma personalidade mais natural e relaxada.

Recupere a sua força lembrando todas as oportunidades que foram oferecidas a você, e saiba que tudo é um fluxo que sempre vai continuar.

 

Concentre-se na abundância, e não na falta.

O que você focar, será o que você verá em seu mundo.

Como você não pode absorver tudo ao seu redor, o seu sistema de ativação reticular – seu sistema de foco na mente – irá se concentrar no que os seus pensamentos estão focando.

Isto irá permitir que você veja a abundância em seu mundo, e que talvez você possa estar perdendo no momento.

Se você, por exemplo, estiver sentindo falta de dinheiro, então não se concentre na sua falta. Concentre-se e pense sobre a abundância de possibilidades no mundo para ganhar dinheiro.

Logo, ideias e oportunidades para que isso aconteça vão começar a “aparecer” em seu mundo. É até um pouco estranho como as coisas que possuem soluções para você – talvez livros ou conhecidos – sempre estiveram lá no fundo por um bom tempo, e em um belo dia, de repente, saltam em suas mãos.

 

Aprecie.

Uma maneira rápida de inverter o hábito muito normal de pensar sobre o que você não tem, é simplesmente apreciar. Aprecie sua comida, sua vida, seu teto, seus amigos e familiares e assim por diante.

Isso pode não apenas transformar um mau humor em um humor positivo em questão de minutos, como também pode ajudá-lo a perceber as oportunidades que você perdeu ou esqueceu.

Esta mudança de pensamento também vai criar uma energia mais aberta dentro de você, uma vibração que fará com que seja mais fácil se concentrar na abundância. Então, crie o hábito de apreciar algo em sua vida por alguns minutos a cada dia.

 

Organize-se.

Quando você não se sente abundante ou bem consigo mesmo ou com a vida em geral, isso pode significar que você simplesmente não está com as coisas no lugar.

Mantenha sua casa limpa, as roupas dobradas, seus arquivos digitais no lugar, e suas finanças organizadas.

Tenha um pouco de ordem e disciplina, e você começará a ver resultados.

 

Obtenha vibração de abundância de outras pessoas.

Já que você recebe uma mentalidade de escassez através da publicidade e dos meios de comunicação, então você pode mudar esses meios de entrada e assim mudar a sua mentalidade.

Reduza o tempo de assistir ao noticiário, reduza seu consumo de TV e mídias, e ponto final. Substitua a energia de escassez que você recebe a partir destes meios.

Passe mais tempo com pessoas que tenham uma mentalidade de abundância.

Leia, ouça e assista materiais de desenvolvimento pessoal. Leia histórias de sucesso em livros e revistas. Tenha uma atitude positiva para a abundância e o sucesso de seus amigos, familiares e colegas de trabalho.

Seja seletivo com o que você coloca em sua mente. Crie o seu próprio ambiente de abundância.

 

Compartilhe a riqueza.

Uma boa forma de reconhecer o quanto você tem é compartilhando.

Você sente como se não estivesse ganhando dinheiro suficiente? Dê um pouco dele. Ou que não tem amor suficiente? Dê um pouco dele.

Não tem uma validação, apreciação ou reconhecimento suficiente? Dê tudo isso para outras pessoas. É difícil sentir que está faltando algo quando você está distribuindo este algo com outras pessoas.

 

Crie situações onde todos ganham.

As pessoas com uma mentalidade de escassez tendem a ver cada relação como ganhar ou perder, do tipo: “Ou é você ou sou eu, e eu prefiro que seja eu.”

Por outro lado, as pessoas com uma mentalidade de abundância tentam criar relacionamentos mutuamente benéficos, onde ambas as partes podem ganhar. Em vez de ganhar um argumento, por exemplo, tente chegar a um consenso onde ambos ficarão felizes.

Ao invés de competir, colabore.

 

Lembre-se.

É muito fácil escorregar de volta para os seus velhos padrões de pensamento.

Você simplesmente esquece o que deveria realmente estar pensando. Uma ferramenta útil para evitar sair da linha é usar os lembretes externos. Você pode, por exemplo, usar notas escritas colocadas em lugares que você não pode deixar de ver várias vezes por dia – seu espaço de trabalho, geladeira e espelhos – ou colocar um bracelete em seu pulso.

Ver palavras ou citações que te lembram da sua nova mentalidade de abundância pode ajudar a sua mente a retornar ao espaço mental correto novamente.

Quando você enfrenta a sua maior perda, poderá encontrar a sua maior oportunidade.

Se você perdeu seu emprego e está perto de perder a sua moradia, você pode vender qualquer coisa que não gosta, quer ou precisa imediatamente para reduzir seus bens físicos.

Isso significa menos coisas para fazer uma mudança, então começar de novo pode muito bem ser para o lugar onde você sempre quis viver. Você tem que encontrar uma maneira de ganhar a vida, por isso pode começar algo que você sempre quis fazer, ao invés de apenas procurar um emprego… qualquer emprego. Mire alto.

Essas crises são o ponto na vida em que tudo o que você guardou para si pode ser deixado para trás, e se mover em direção a algo melhor do que você já teve vai fazer qualquer sacrifício valer a pena.

É muito diferente de ser medíocre e pensar pequeno, porque você está apenas começando, ou está adotando um estilo de vida reduzido, que algumas vezes é visto como fracasso.

Use a chance de dar a si mesmo algo que o dinheiro não pode comprar, como o tempo, a criatividade e a liberdade.

 

Limpe suas memórias e cancele seus pensamentos de escassez para deixar fluir energias de força e capacidade, de poder pessoal.

Você tem o poder de decisão e você pode escolher qual pensamento, sentimento e ação deseja alimentar na sua vida.

 

Quer ler mais sobre desbloqueios? Neste artigo, falamos sobre como desbloquear os medos que te impedem de ser ainda mais feliz. LEIA AQUI.

Preparamos um material gratuito, que também pode te ajudar:

Desbloqueando os medos

que te impedem de ser quem você realmente quer ser

Aula / Atividade em PDF + Meditação

banner-medo-ser-artigo@2x

Compartilhe!

Qual a importância de ter relacionamentos saudáveis?

Somos seres sociáveis, precisamos do convívio, do contato com outras pessoas. Também é comum buscarmos aprovação social.

 

Sermos aceitos, fazer parte de algo, está relacionado à nossa necessidade de associação, a necessidade de estarmos nos relacionando com pessoas que tenham gostos, valores e ambições parecidas com as nossas.

 

Tudo isso é muito importante para o ser humano, para que ele possa encontrar e se identificar com a sua tribo, seu grupo de afinidades, encontrar pessoas que sintam as mesmas coisas, que discutem os mesmos temas.

 

Quais os tipos de pessoas que precisamos em nossa vida? 

As pessoas que devemos ter conosco, em nossa caminhada, são as pessoas que acreditem em nós, em nosso potencial, em nossos sonhos. Pessoas que nos aceitem como somos, que se identifiquem com nossa essência e que acreditem em nossas potencialidades.

É maravilhoso quanto temos sonhos e podemos compartilha-los com pessoas que imediatamente se engajam, se entregam para realiza-los juntos.

        Eu posso falar que tenho várias pessoas que se engajam comigo, que dividem meus sonhos. 

        Talvez você que esteja lendo este artigo agora ou que me acompanha nas redes sociais, seja uma destas pessoas. 

        Posso também citar as pessoas que participam dos meus cursos, meu marido, amigos e colegas de trabalho.

E que tipo de pessoa é fundamental ter junto de nós? 

Pessoas que nos estimulem a crescer, a aumentar nosso desenvolvimento, que elevem nossa frequência e que nos impulsionem a sair da zona de conforto. Pessoas que nos provoquem a ser cada dia melhores e que nos façam evoluir.

É primordial olhar em volta e estar cercado de pessoas bacanas, positivas, que tenham ambições e vontade de crescer e se desenvolver, porque estas pessoas te estimularão a fazer a mesma coisa – e você fará o mesmo por elas!

 

Ao contrário disso as pessoas das quais você não precisa são aquelas que sugam suas energias, que te colocam para baixo e fazem com que você não queira evoluir.

 

Todos nós temos vontade e necessidade de associação, de pertencer a um grupo.

 

Essa questão é muito forte, só que temos que lembrar o seguinte: as pessoas que querem ficar embaixo, que não desejam crescer, que querem continuar na zona de conforto, elas também querem pertencer a um grupo, e quando você sair deste grupo, for buscar coisas novas e melhores, essas mesmas pessoas tentarão de puxar de volta, irão dizer para você não se arriscar, que é errado. Te julgarão. 

 

É nossa responsabilidade escolher de qual grupo queremos fazer parte:

Do grupo que nos elevará e impulsionará a novas experiências e conquistas ou do grupo que quer nos manter estagnado, parada no vida, vivendo com pessoas negativas e à base de reclamação.

 

Consiga enxergar e identificar essas pessoas, entender o que realmente elas buscam tendo você próximo à elas.

 

Além de conviver, aprendemos com as pessoas. Com as boas e com as más relações. Tudo é aprendizado.

 

É muito importante observarmos as pessoas que não temos afinidade ou que sentimos certa antipatia.

Olhe com atenção para elas.

Qual aprendizado estas pessoas estão nos trazendo, nos mostrando que tipo de pessoa nós não queremos ser ou como não queremos agir e nos comportar. Que tipo de líder ou colega não queremos ser?

Podemos aprender muito com esses exemplos. Note as pessoas que causam em você alguma rejeição, mal estar ou sensação ruim, e tente entender qual ponto essa pessoa feriu, qual sentimento, ou emoção aflorou a partir do contato com ela. Os incômodos revelados devem ser vistos e analisados com carinho, a fim de melhorarmos nosso autoconhecimento, exercitarmos nossa percepção e assim evoluirmos.

Neste processo de aprendizado é importante também termos uma mentoria. 

Um mentor é alguém para se espelhar. O mentor precisa ser alguém que admiramos e confiamos, que desenvolva um bom trabalho, seja em qual área for, pessoal ou profissional. Conhecendo seus trabalhos, seus caminhos, buscamos juntos traçar os mesmos passos, com muito estímulo e vontade de crescimento. O mentor provoca em nós muitas reflexões e também nos dá muitos chacoalhões, que nos impulsiona a agir, estimula nossa criatividade e vontade de fazer e acontecer, alcançando assim melhores resultados.

O principal: cerque-se de pessoas que te tragam alegria, admiração e uma vontade infinita de crescer, desenvolver e transformar. E seja você esta pessoa para todos que passarem em seu caminho.

 

Viva feliz.

 

Este texto foi extraído do video transmitido ao vivo em 05/12 pelo Facebook da Intentus – Assista aqui ao vídeo.

 

 

 

Compartilhe!

O que vai mal na sua segunda-feira para você querer fugir dela?

Mulher pensando no trabalho - O que será que eu fiz de errado - insatisfação profissional
Você está cansado de sofrer na segunda-feira? Este dia para você é uma tortura, você tem vontade de fugir dele?
Pra muita gente a segunda-feira é o pior dia da semana.
 
As pessoas estão buscando respostas para a infelicidade que as rondam e chegam até mim se questionando o porquê do sentimento de tristeza que se inicia já no final do domingo. 
 

A segunda-feira tornou-se uma tortura para muitos. 

E esse dia da semana não tem nada a ver com o seu sofrimento, ele é um dia como outro qualquer.
 
Mas o porquê da segunda-feira ter esse peso e ser sofrível para muitas pessoas? 
A questão é o que a gente faz, o que executamos e realizamos que ocasiona esse fardo, esse peso.
 
Eu mesma tive segundas-feiras muito difíceis, já tive dias no trabalho em que não gostava de acordar e ter que ir trabalhar, iniciar a semana no mesmo lugar. Tudo era pesado. 
 
E quanto mais pesados ficavam os dias da semana, mais alegre eu ficava na sexta e consequentemente mais eu entupia meu final de semana com atividades prazeirosas.
Era como uma recompensa pelo fardo vivido na semana. Eu fazia mil coisas no sábado e domingo, cada vez mais eu tinha mais atividades e coisas legais para realizar. Era um meio de sentir alegria e satisfação, fugir da minha vida real, compensar o meu sofrimento semanal.
 
Mas isso não resolvia o problema. Consequentemente a segunda voltava a ser mais frustrante do que a da semana anterior. Em vez de resolver, eu piorava. 
 
A partir desta recorrência de alegrias aos finais de semana e tristezas no início da semana eu comecei a analisar meu dias, minhas atividades, minhas emoções…
 

O primeiro passo necessário para que a transformação aconteça é identificar o que realmente nos faz mal. 

 
Se a segunda-feira está com esse peso, tente identificar: o que de fato está causando isso? 
Para alguns é o fato de estar trabalhando onde não gosta, fazendo algo que não traz prazer, satisfação. O trabalho nesse caso acaba sendo pura obrigação!
Outros até gostam do que fazem, mas há muitos casos de pessoas em que a vida mudou e por mais que gostem do trabalho há algum ponto ali que está trazendo insatisfação com a vida. 
 
Por exemplo muitas mães tem o sofrimento de segunda-feira devido ao fato de terem que deixar o filho na escola e só pegá-lo ao final do dia, e muitas vezes ele já está dormindo. Ela mal consegue brincar, interagir com seu filho.
Essas mães até gostam do seu trabalho e das atividades que realizam, mas percebem que o trabalho está tirando o tempo de outras atividades que são fundamentais para ela. Pais também passam por isso, principalmente os que precisam estender o horário de trabalho ou constantemente viajar.
 
Por isso reforço para você: identifique esse ponto que te deixa para baixo, faça a sua análise.
Questione-se: O que te deixa infeliz na segunda-feira?
 
Às vezes não é algo geral, amplo e sim algo muito específico. Pode ser mais simples, como você não gostar do seu chefe, do ambiente, dos colegas ou não gostar do local do seu trabalho, por ser muito distante da sua casa, e talvez você precise andar muito, percorrer quilômetros, horas do seu dia que você passa no trânsito. O que de fato te deixa infeliz?
 
É importante identificar se você está infeliz com o todo ou só com uma parte, apenas uma parte, situação ou pessoa no seu dia a dia.
 

O que pode estar errado:

 
– O ambiente, local ou empresa ser inadequado;
– As pessoas não combinam com você (falta de valores e objetivos semelhantes);
– Sentimento de que está estagnado, sem crescer, aprender, se desenvolver;
– Você não estar usando seu potencial ou estar se forçando a ser diferente de quem é de verdade, tentando caber num papel;
– Ser momento de você fazer outra coisa (porque é comum nós mudarmos!!)
– A soma de tudo isso!!
 

Muitas vezes, quando estamos no meio do furacão, não conseguimos ver do lado de fora. Não conseguimos enxergar a situação como ele realmente é.

 
Nós seguimos muitas coisas por padrão e acabamos fazendo-as por repetição, sem parar para fazer esse diagnóstico. Por isso é necessário parar e olhar para sua vida, suas ações, e entender o que hoje é importante para você e que você deixou de lado. 
 

Questione-se:

  • A carreira que você tem é a que você sempre quis? Quer algo a mais?
  • Essa carreira permite você ser quem realmente é? Seus valores são preservados?
  • Você se sente valorizado no cargo / empresa / equipe que trabalha?
  • Sua carreira permite que você tenha vida pessoal, fora da empresa?
  • Você consegue ter qualidade de vida, fazer atividade física, ter tempo para as pessoas que ama?
  • Sua saúde vai bem?
 

Analise essas questões como um todo, porque senão ficará preso aos modelos pré estabelecidos de fazer tudo igual, todo dia. Inclusive reclamar. Fizemos tudo o que nos pediram para fazer a vida inteira, sem analisarmos se queríamos verdadeiramente, ocasionando em nós muitas vezes essas frustrações.

 
Analise o que te causa desânimo, preguiça e tristeza na segunda-feira. Olhe para este dia com outra visão, de acolhimento, tentando entender e não julgando.
 

 

O segundo passo é tentar mudar. 

Se você identificou que tem algo que possa mudar, trace um plano, organize-se. 
Por exemplo, se você não tem tempo para a sua família e gostaria de mudar isso, será que não consegue diminuir a carga de trabalho, quem sabe mudar o horário de trabalho ou fazer outras atividades e assim sentir mais prazer?
 
Aquela mãe e profissional que sofre pela ausência e tem que deixar o filho na escola logo pela manhã. Será que não consegue trazer o filho para uma escola mais próxima do seu trabalho, onde no horário do almoço consegue vê-lo e talvez uma vez na semana conseguirem almoçar juntos?
 
A pessoa que viaja todos os dias para trabalhar, será que não consegue dividir uma carona para tornar a viagem mais agradável ou quem sabe mudar de casa, para um local mais próximo, que não exija tanto tempo na estrada? 
 
Muitas vezes são pequenos ajustes que ocasionam melhorias e bem estar. 
 
segunda-feira-mal01

Tente buscar soluções, nunca desculpas ou culpados. Se reinvente.

 
Quando falamos em mudanças, logo pensamos em grandes mudanças e nem sempre elas são necessárias. 
Você não precisa mudar tudo (cidade, empresa, país) e sim ajustar pequenas ações à sua realidade. Isso já surtirá efeitos muitos bons e positivos no seu dia a dia. 
 
Tudo baseia-se no que você quer mudar, aquilo que está te causando mal hoje. 
 
Quando descobrimos e temos clareza do que precisamos mudar é muito difícil continuarmos iguais. Não continuamos porque não faz mais sentido isso, não cabe mais na nossa vida, na nossa realidade.
 
E se estamos aqui para vivermos plenamente, ser feliz e ter prazer, satisfação naquilo que a gente está realizando, temos que ajustar nossos caminhos quantas vezes for necessário. 
 
Nossas mudanças tem que nos levar ao sentimento de felicidade nas pequenas coisas e não somente nas grandes.
 
Pequenas ações, são pequenos milagres, que fazem a diferença.

 

O terceiro passo é começar a agradecer. 

 

É aquela questão de aceitar aquilo que não pode ser mudado.
 
Se você tem coisas que identificou que precisam de mudanças, trace um plano e coloque-o em ação. Ao contrário, se identificou questões que dependem de fatores externos o qual não está no seu controle, aceite. 
Aceite a situação com olhar de aprendizado. Agradeça apesar de não ser perfeito para sua vida, comece a tirar lições positivas, mesmo não sendo agradáveis. 
 

Tudo é aprendizado. Tudo é evolução.

 
Não é para viver sobre o efeito “Poliana” de que está tudo bem ou “de que está ruim, mas está bom”. Não! É absorver as experiências com aprendizado e olhar como oportunidades lá na frente. É sentir gratidão por aquilo que se tem hoje. Assim as coisas começam a ficar mais leves e a gente começa a entender o porquê de estar passando por algo, por determinada situação – sem conformismo, e sim, com visão de ajuste, de melhoria daqui pra frente.
 
Olhamos como lições aprendidas, que nos fortalecem para enfrentar novos obstáculos – que surgirão. Porém estaremos mais positivos e preparados.
Isso é viver positivamente.
 
Identificando o que está indo mal e mudando o que é possível, as segundas-feiras começarão a ficar mais leves e ganharão um novo significado. 
 
Ela não terá mais o peso da segunda-feira, simplesmente pelo fato que você estará amando o que faz, e assim os dias voltarão a ter prazer e alegria.
 

Precisa de ajuda para repensar sua carreira, traçar novos planos e objetivos, ter mais clareza sobre você e sobre qual caminho seguir, quem sabe até traçar um plano B? 

 
 
 

Conte com meu apoio.

 

Saiba como o processo de coaching de carreira pode te ajudar  – CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS

 
 
 
 
Compartilhe!

Como enfrentar os medos que limitam seus sonhos?

Por que não mudamos o que nos incomoda? Em geral, a culpa é do medo.

Este texto é sobre os medos que nos impedem de sermos quem realmente queremos (e merecemos) ser.

O medo vem da incerteza, é o passo no escuro, é andar sem saber para onde vai.

A maioria das pessoas que me procuram, nos eventos ou para conversas, vem com um desejo forte de mudança. Algo não vai bem, querem algo novo: uma mudança de trabalho ou cidade, uma viagem ao exterior, mudar de profissão, casar ou separar, enfim, mudar algo que tem um peso significativo em suas vidas.

A mesma força que as impulsiona a mudar, as prendem a não tomar a decisão: o incerto, onde mora o medo. Medo de algo dar errado, da vontade ser passageira, das consequências.

E muitas ficam estagnadas entre a vontade de mudar e o medo de agir por muito tempo: meses, anos de sofrimento, angústia, ansiedade.

 

Precisamos encarar os medos de frente.

Converse com uma criança pequena sobre seus medos. Em geral, na infância os medos são muito mais imaginários: medo de monstros, fantasmas e vampiros, medo de uma bruxa os transformar num duende, medo de ficar anão…rs…e alguns medos reais: medo de se perder dos pais, medo de ficar sozinho, medo de acabar a luz (e novamente surgirem os monstros).

Conforme crescemos, estes medos mudam. Na adolescência vem os medos da não-aceitação: de não ter um grupo, não ter amigos, não conquistar a namorada, não conseguir entrar na faculdade. E também existem os medos que nos colocam para que a gente se adeque a um modelo: medo do homem do saco, medo de ficar sozinho, medo de morrer e ir para o inferno, medo de ficar doente, etc.

 

O medo imposto em geral está ligado ao controle.

Se tenho medo de algo, dificilmente infringirei as regras impostas. É muito mais fácil colocar medo do que explicar e engajar as pessoas numa causa. Se você tem filhos, questione sobre o que você os tem ensinado a temer.

Os medos nascem no imaginário e quando adubados ganham corpo, ganham vida. Temos medo da violência. E quando alguém conta uma história sobre assalto – ou pior, se algo acontece com a gente ou com alguém próximo – nossa mente racional nos alerta: viu, eu tinha razão, aumente o seu medo!!!

 

Mas o medo tem também um papel importante: serve para nos prevenir de cair em enrascadas, fazer coisas que não deveríamos fazer baseados em histórias ou estórias contadas, ou pelas nossas próprias experiências e aprendizados.

Se nossos ancestrais sobreviveram na época das cavernas, saiba que o medo ajudou e muito – afinal, na hora em que o primeiro animal rugia, eles corriam ou se escondiam nas cavernas! Se defender – e pra isso ter medo – é o que ajudou a espécie a sobreviver em muitas situações.

Agora, se o medo fosse maior do que tudo, eles nunca o venceriam, não caçariam, seríamos descendentes de vegetarianos…rs.

 

Aqui entra a necessária análise do perigo:

  • O medo é real ou imaginário?
  • Se é real, qual o tamanho exato dele?
  • Tenho como enfrentá-lo? Como me preparo para isso?

 

Séculos atrás, o filósofo Platão escreveu sobre o medo do novo, do diferente, na Alegoria da Caverna, onde a dúvida do homem que vivia dentro da caverna, olhando para seu interior e vendo apenas sombras projetadas pela fogueira era: “afinal de contas, o que existe lá fora?”.

Aquelas sombras eram horripilantes. Lá fora morava o medo, a ansiedade, a dúvida. Até que um homem se levanta, sai da caverna e olha tudo de outra forma, mas não pode voltar e contar que tudo era tranquilo, bonito, calmo.

O desconhecido, para aqueles que não conseguiam sair da zona do medo, os mantinham presos!

 

medo-de-ser-quem-realmente-somos

O medo é a incerteza do futuro. É nosso pensamento racional dizendo: fica aí quietinho. Está ruim, mas está bom. Ao menos você conhece o que tem aí na sua vida.

 

Muito tempo se passou e ainda seguimos como nossos ancestrais, deixando que o medo nos impeça de sair da caverna quando ouvimos rugidos maiores.

O rugido moderno são as histórias que nos contam, as notícias dos jornais, o que deu errado para os outros, os modelos que nossos pais e sociedade querem que a gente siga.

E o lado de fora? É a nossa verdade, a nossa essência, são nossos sonhos e vontades de mudança: trocar de emprego, estudar fora do país, mudar totalmente de área, empreender, arriscar, cortar o cabelo, vestir roupas diferentes, ousar um penteado novo.

 

E te diz o medo novamente: Fique na caverna, viva como todos vivem.

 

Tudo que está fora nos assusta, mas precisamos conseguir identificar os reais perigos:

  • Estes alertas estão me impedindo de conquistar o que eu quero ou servem apenas para que eu seja prudente, cauteloso, arrisque na medida certa?

O medo serve exatamente para nos prender na zona de conforto. Não mude, não arrisque, faça o que todos fazem e da mesma maneira que assim dará certo. E dá mesmo?

 

“Quando a nossa zona de conforto vai se estreitando somos impulsionados a mudar…quem não muda acaba sufocado”.

Spencer Johnson disse em seu livro célebre, Quem mexeu no Meu Queijo: “Onde você estaria agora, o que estaria fazendo se não estivesse com medo?”

 

Passo a passo para o seu medo ter medo de você! 

 

Reflita! O que você quer mudar na sua vida e não faz hoje por medo?

Coloque todos os seus sonhos e projetos no papel. Se você não sabe o que quer fazer, qual a mudança que você quer realizar, escreva o que você não quer mais, o que você quer mudar da sua vida atual, mesmo que não tenha a resposta sobre qual o melhor caminho ou final.

  

Questione seus medos. Comece a enfrentar os seus medos questionando a sua veracidade.

Será que o monstro no armário realmente existe ou você passou a infância dormindo com a luz acessa à toa?

Nosso maior bloqueio vem de dentro: é nossa mente nos prendendo, nos boicotando. Para cada mudança ou sonho que você escreveu no exercício acima, liste os medos que te impedem de agir.

Você verá que são muitos mas que vários se repetem, com nomes diferentes. Medo de desagradar, de não ser aceito, de perder amigos, de não ser amado, de perder dinheiro, de faltar algo, de ser infeliz, de fazer a escolha errada. Escreva!

Recentemente a Paula Quintão  (que escreve textos inspiradores e também é minha mentora) escreveu sobre dar nomes ao medos (link para o texto dela). Eu acredito muito nisso.

Quando damos nomes aos medos é como se os enfrentássemos. O medo deixa de ser uma ameaça e passa ser algo presente, que eu posso contestar, negar, reagir, interagir.

Dê nomes a cada sensação, pensamento ou sentimento que você tiver à cada mudança que intenciona fazer.

E então, reflita, para cada um destes medos: Ele é real? Existe? Em que momento ele passou a existir na sua vida? Tem fundamento em existir?

 

Vibre numa frequência superior.

Muitas coisas nos jogam pra baixo, nos desanimam, nos fazem ter muito mais medo.

Quer um ou dois exemplos? Assista aos noticiários. Converse com alguém negativo. Você sai destes eventos totalmente contaminado, com chances de achar que o mundo está acabando e nada tem solução.

Identifique o que te põe pra baixo, o que só serve pra acender ainda mais os seus medos – e se afaste! Pessoas negativas só querem uma coisa: companhia na escuridão.

Junte-se à elas e nunca terá luz, apenas problemas. Você já deve ter ouvido a frase: “Pessoas negativas têm um problema para cada solução”.

Se por um lado você tem que se afastar da negatividade, do outro deve buscar aquilo que te faz bem, que te eleva, te traga para a calma, a tranquilidade, para o momento presente: falar com pessoas bacanas, ouvir e cantar músicas, fazer atividade física, comidas saborosas, mantras e orações independente da sua religião, meditar, relaxar, ter contato com a natureza.

Existem inúmeras opções, identifique e ponha em ação as que te fazem bem.

 

enfrentando-o-medo-de-ser-quem-realmente-somos

Saiba quem você é de verdade. E desapegue do que você não é ou do que não te serve.

Autoconhecimento é fundamental e um processo sem fim. Quanto mais nos conhecemos, mais aumentamos a nossa consciência – e nos tornamos o homem das cavernas de Platão, que consegue enxergar e conhece a verdade do lado de fora, não temendo mais as sombras.

Com o aumento da consciência, identificamos mais rápida e claramente os medos, suas origens e como nos libertarmos deles, assim como conhecemos nossas potencialidades e sabemos como usá-las para vencer os obstáculos normais que a vida trará. É a nossa fortaleza para enfrentar os medos de frente!

Da mesma forma que o autoconhecimento é fundamental, é importante saber o que não nos pertence e abrir mão, desapegar de tudo que só causa peso e desconforto. Perdoar, apagar mágoas, se libertar de crenças, coisas, pessoas e histórias que trouxemos para nossa vida mas que não nos agregam, lições já aprendidas mas que hoje não representam nada mais do que isso: aprendizados.

 

Tenha clareza do que é fundamental na sua vida.

Do que você não abriria mão na sua vida hoje? Quais pessoas, coisas, bens, valores pessoais?

Se você tem isso claro, utilize-os sempre que tiver que tomar alguma decisão.

Ao mudar algo, arriscando e superando meus medos, eu coloco o que é importante para mim em risco? Se sim, o que posso fazer para que as pessoas em volta não sejam impactadas? Se o risco é só meu, é muito mais fácil lidar com as consequências.

Quando estamos conectados ao medo – inclua a incerteza, a ansiedade, a insegurança – nossa vida trava!

Nada flui e quando algo acontece..pufff, dá errado!!

É como se nosso cérebro conseguisse provar que temos que permanecer onde estamos, não arriscar, não mudar.

E sabe o que está acontecendo nestas horas? É nosso foco, trabalhando como ele sabe fazer: dando atenção para o que você está pensando mais.

É como quando compramos determinado carro ou roupa, e de repente surgem milhares iguais na rua. Eles apareceram do nada?

Não, é porque agora você começou a prestar mais atenção.

E isso acontecerá com os problemas e dificuldades.

Dê atenção à eles e passará a enxergar apenas problemas. Ou faça o contrário, olhe para suas luzes, suas forças, seu poder de superação.

Descubra como a vida pode ser mais leve, mais autêntica, melhor de ser vivida.

Os nossos medos são amarras invisíveis, que nos prendem a uma vida simples e monótona pelo simples medo de sermos mais felizes!

Traga à tona a sua criança interior – que tinha tantos sonhos e que você insistiu por anos em chamá-la de louca, sonhadora, inconsequente – e dê a ela uma chance de dizer qual a vida que realmente quer!

Diga pra ela apagar da mente vários dos medos, tranquilize-a dizendo que tudo dará certo e que ela pode tudo!

Essa criança é você, livre agora para poder realizar tudo o que sonhar!

 


Preparei um material gratuito, baseado neste texto, para te ajudar:

 

Desbloqueando os medos

que te impedem de ser quem você realmente quer ser

Aula / Atividade em PDF + Meditação

Download gratís da aúdioaula e atividade em pdf.

 

Muitos dos nossos medos, como citei no texto, foram criados por condicionamentos e modelos sociais, que nos impedem de ser e fazer o que amamos, de ser quem a gente realmente é.

Recentemente escrevi sobre a frustração que seguir modelos causa a nós, principalmente no trabalho. Foi um artigo polêmico, muita gente se identificou. Se você ainda não leu, clique aqui para acessar o texto completo: Carreira para Inquietos – a desconstrução de tudo o que te ensinaram sobre uma carreira de sucesso.

 

Compartilhe!

Quais as principais virtudes dos introvertidos

Sempre fui introvertida. Quando criança, no recreio da escola, preferia sentar-me em um canto a observar os demais, sem interagir. Ainda era muito nova, talvez com 6 anos de idade, quando um dia ouvi uma professora dizer à minha mãe: “Sua filha é muito tímida. Ela precisa falar mais.” PRECISA!?

Alguns anos passaram e aquela frase da professora ainda ecoava na minha cabeça. Foi então, que me dei conta que a introversão não era algo socialmente aceita. Passei a pensar então que havia algo de errado comigo.

Não me encaixava nos grupos dos “iguais”, dos teoricamente “aceitos” por todos: escola, grupinhos de amizades e as cobranças sociais assombrava-me… Sofria e pensava em mil desculpas para recusar o convite de happy hour dos colegas do trabalho. Eu só queria ir para casa e ficar na minha doce quietude.

E isso não tem nada a ver com solidão, ao contrário, são momentos em que os introvertidos repõem as energias e sentem-se completos.

A energia dos introvertidos vem de dentro, de seu mundo interior, enquanto a energia dos extrovertidos é recarregada no mundo exterior, junto à outras pessoas.

Com a maturidade e muitas reflexões aceitei-me e reconheci que não, não há nada de errado comigo. A introversão é apenas uma parte da minha personalidade.

Em uma sociedade onde as pessoas articuladas e bem-falantes são mais valorizadas, poucos reconhecem a importância dos introvertidos. Acredito que o poder deste grupo (o qual me incluo) para promover mudanças é muito maior do que se imagina.

 

Introvertidos possuem preferência para assimilar energia do mundo interior das ideias, emoções e impressões da própria pessoa.

 

A introversão pode ser um traço muito valioso para ter sucesso profissional. Pode ser um grande diferencial para quem desempenha atividades de análise e planejamento. Os introvertidos costumam captar detalhes mais facilmente, devido à sua preferência mais pela observação do que pela participação.

Mas não se engane: introvertidos participam, fazem parte de grupos, lideram. Apenas possuem tempo diferente para a ação.

 

É claro que a “balança” da sociedade sempre pendeu, e ainda pende, para os sociáveis, empolgados e tagarelas. Culturalmente, os quietos são percebidos como inseguros e hesitantes.

No fim, muita gente acaba pensando que o comportamento do extrovertido é o mais adequado para o mundo do trabalho. Mas é impossível falar em um perfil certo para o mercado, pois somos diferentes e há uma infinidade de atividades e segmentos de negócios diferenciados pedindo o profissional certo, para o lugar certo.

A diversidade de comportamentos é o que gera resultados promissores.

 

O extrovertido pode colaborar muito com sua sociabilidade, entusiasmo e facilidade de comunicação – mas o introvertido não fica atrás em número de qualidades.

Veja a seguir algumas delas:

 

  • Concentração

O introvertido dificilmente perde tempo com conversas paralelas no trabalho. Ele tem mais facilidade para segurar o foco em suas entregas.

  • Sutileza

Imerso em sua tarefa, o profissional com esse perfil costuma capturar mais facilmente os detalhes do que está fazendo. Tendem a ser mais minuciosos e precisos.

  • Percepção

Outra grande virtude do introvertido é sua capacidade de escuta e de observação. Já que consegue enxergar e ouvir o outro, ele tende a fazer análises mais profundas sobre as diversas situações de trabalho.

  • Originalidade

Em equipes dedicadas à busca por inovação, o introvertido pode ser uma peça fundamental. Ele tende a ter uma visão de mundo mais analítica e profunda, atenta a detalhes que passam despercebidos pelos outros. Por isso, consegue trazer opiniões inusitadas para a equipe de trabalho.

  • Planejamento

O introvertido tem o hábito de coletar um grande número de informações do ambiente antes de agir. Ele demora um pouco mais para agir e falar, mas exatamente por ser mais cauteloso e preparado, ele perde menos tempo lidando com surpresas desagradáveis e imprevistos.

 

 

Há algumas particularidades que os introvertidos gostariam que você soubesse sobre eles e que ajudariam em qualquer relação ou situação.

São elas:

 

  • Eles não se importam com festas.

Qualquer introvertido que trabalha em um escritório sabe como se sente ao ser empurrado para a “vaquinha do bolo”. Parece que esperam que os introvertidos respondam com o mesmo entusiasmo e interesse às festas e eventos. E ele apenas quer ir para casa, se aquietar e recarregar as suas energias. Se você não convidar o introvertido, ele não ficará ofendido. Na verdade, vai é ficar aliviado.

Quando é o seu dia de celebrar, em geral os introvertidos ficam satisfeitos em aproveitar o dia do seu jeito preferido ou com um grupo selecionado de amigos. Em geral, não possuem necessidade de fazer com que todos saibam sobre o seu próprio aniversário.

  • Introvertidos odeiam multidões.

Grandes grupos de pessoas os deixam cansados. Alguns introvertidos são sensitivos, então eles tendem a assumir a energia dos outros facilmente.

  • Não gostam de eventos de networking.

Isto é especialmente difícil para os introvertidos que dirigem um negócio. Networking é visto como se precisasse realizar algum tipo de performance. É uma luta interna para dizer a coisa certa e ouvir atentamente.

E eles não se importam uma vez que não conhecem as pessoas. Mesmo em relacionamentos de negócio, é preciso se sentir conectado com alguém em outro nível para tirar o máximo proveito de um tipo de evento assim. Isso leva tempo.

  • Eles sabem como resolver as coisas.

Eles aproveitam o tempo sozinhos com atividades, projetos, e-mails, rascunhos e planos para uma próxima grande ideia (que são muitas). Valorizam a solidão porque isso permite experimentar novos conceitos, planos e abusar da imaginação. Tudo é possível quando passam algum tempo sozinhos.

  • Adoram escrever e ler.

E por isso amam o e-mail, que os ajudam a conseguir o que precisam sem interrupções. Interrupções os tiram do foco, fazendo os gastar mais energia para retornar. Por favor, não os atrapalhe, a menos que seja uma questão de vida ou morte.

  • Introvertidos se sentem seguros com as pessoas certas.

Quando estão com as pessoas certas em suas vidas, fazem de tudo por elas. Dão o seu melhor. Basicamente tornam-se protetores e lutam pela causa de quem amam. Sentem energia diferenciada e agem de uma forma mais leve e assim brilham. São muito observadores e por isso leva um bom tempo para encontrar as pessoas certas, se conectarem de fato. Precisam sentir confiança e admiração pelo outro, e quando acontece, é definitivo.

  • Possuem amigos que realmente gostam deles.

Os introvertidos gostam das pessoas, e elas deles. A maioria dos introvertidos não têm problemas para sair em grupos, e passar o tempo com os outros. Se têm amigos, é porque conscientemente os escolheu. E estes, geralmente são poucos, mas são para a vida toda.

  • Podem fazer coisas de extrovertidos, mas só por um tempo.

O introvertido pode promover um evento, dar uma festa, desde que faça de boa vontade, sabendo que no final do dia poderá ir para casa, ficar no seu cantinho preferido e aproveitar o seu momento de silêncio. Uma boa música e um inspiradora leitura são ótimas companhias para os introvertidos.

  • Introvertido não quer dizer ser tímido.

Em um primeiro momento pode aparentar isso. E você deve procurar conhecer o introvertido primeiro. Ele poderá fazer você rir e manter uma conversa que dure por mais de 15 minutos. E é importante saber que eles não fazem isso com todos. Ser “social” ou “sociável” é uma opção, não uma maneira de ser. Não conseguem fingir felicidade ou animação e mostram o que pensam diretamente por suas reações e não tanto pelas palavras.

  • Ficam bem sozinhos.

Muita coisa acontece na cabeça de um introvertido e isso faz com que ele não precise de mais coisas. Ao contrário dos extrovertidos, eles não precisam de outras pessoas para serem estimulados.

A diversão fica com seus projetos criativos e o que faz até mesmo ficarem ‘fora do ar’ por um bom tempo. Mais pessoas, significa mais coisas para lidar, e sua energia é bem limitada para isso.

  • Odeiam conversa fiada.

Como verdadeiros pensadores, saboreiam conversas sobre grandes ideias, teorias e ideais. Raramente entram em conversa fiada ou sentem-se confortáveis em uma. Conversas e atividades aleatórias servem apenas para roubar suas energias.

  • Eles fazem uma escolha para estar com você, aprecie.

Eles valorizam o tempo que passam sozinhos e são exigentes sobre quem deixam ‘entrar’. Se a pessoa errada acaba aproximando-se, isso irá drenar a energia, ficando esgotados até para eles mesmos.

O tempo com outro é especialmente apreciado, pois eles possuem uma compreensão de limites e fronteiras de cada um.

 

Vários tipos de personalidades e comportamentos convivem no mesmo ambiente de trabalho, por isso, é importante respeitarmos essas diferenças e sabermos que nossa forma de agir pode incomodar os colegas.

Da mesma forma que queremos que respeitem nossa forma de agir e pensar, devemos respeitar as formas de agir e pensar dos nossos colegas. Claro que, tudo isso com bom senso.

Sejam quais forem essas diferenças, é importante que cada membro, da sua forma e com suas habilidades, trabalhe para que os objetivos da equipe sejam alcançados e a harmonia prevaleça no ambiente de trabalho.

Aproveite para aprender com a diversidade. Saber lidar com as diferenças no ambiente de trabalho é um ponto fundamental para seu sucesso profissional.

 

Compartilhe!