5 passos para ter sucesso ao mudar de carreira

Você já pensou em mudar de carreira?

Não importa o motivo, se é por insatisfação profissional, necessidade ou vontade de mudança, dúvidas sobre ter escolhido a profissão certa, vontade de fazer mais do que já fez até aqui ou até mesmo o desejo de empreender.

 

São inúmeras as causas que levam as pessoas a desejarem mudar de carreira.

 

Porém muitos não sabem como fazer, por onde começar e muito menos o caminho a seguir.

 

O começo de tudo  

 

O modelo de carreira que muitos de nós seguimos até hoje é totalmente linear e oriundo da Revolução Industrial.  Ter uma boa formação, arrumar um emprego numa grande empresa, trabalhar 20, 30 anos na mesma área de atuação, com duas possíveis variações: ser especialista ou gestor.

 

Casar, ter filhos, trabalhar bastante para proporcionar o máximo conforto e educação para eles. Se aposentar e pensar em como viver o “resto da vida”.

 

Foi o sonho dos nossos avós, dos nossos pais e, passado de geração em geração, talvez tenha sido a sua primeira opção que vimos como roteiro para a vida feliz e bem sucedida.

 

Só que no meio do caminho, tudo mudou.

 

O mundo, a gente, nossos conceitos sobre carreira e sucesso.

 

Vimos que não existe só um caminho para o “sucesso profissional”. E depois de observar a última geração, em sua maioria workaholics e obcecados por resultados, refletimos: precisamos melhorar a qualidade de vida, harmonizar as coisas, ter realizações não apenas no trabalho, e não a qualquer preço. O propósito passou a falar mais alto!

 

E saber disso muda completamente a forma como lidamos com  o trabalho. Mudar de carreira pode ser cada vez mais necessário.

 

Existe um único caminho para mudar de carreira?

 

A primeira questão é: não será um único caminho.

Conforme estudos recentes, por conta da longevidade e dos avanços tecnológicos, as pessoas mudarão de carreira em média 5 vezes durante a vida!

 

Se antes um advogado seguiria esta única profissão do inicio ao fim da vida, hoje uma pessoa pode iniciar como advogado, empreender, ser professor de yoga, consultor e professor universitário. Olhe em volta e verá muitos exemplos.

 

Estamos em um momento onde a velocidade das mudanças muitas vezes é maior do que a nossa capacidade de adaptação.

 

Mudar de Carreira pode ser opção ou necessidade

 

Como a tecnologia vai mudar os negócios, os cargos, os processos, as tarefas, o trabalho também vai mudar. Pense: qual a última vez em que você foi ao banco no último mês e quantas vezes precisava ir, 10 anos atrás? 

 

O profissional do futuro será cada vez versátil e focado na solução de problemas e na criação.

 

Por isso mesmo, não adianta competir com robôs, e sim, se questionar: o que eu faço diferente deles?

 

Não por acaso, vemos um retorno de atividades mais artesanais. Se é cada vez mais fácil produzir em massa, não existe nada mais sofisticado do que a simplicidade de algo feito exclusivamente para você.

 

Ser humano será o grande diferencial.

Você está preparado ou treinou até aqui para ser um robô?

 

Resiliência, criatividade, mente inovadora, solução de problemas complexos, empatia, colaboração, compartilhamento, autorresponsabilidade, curiosidade, autogestão … são algumas das características dos profissionais que se adaptam mais facilmente – e que consequentemente, conseguem mudar de carreira mais rapidamente e forma bem sucedida.

 

 

Você está pronto para mudar de carreira?

 

Se está pronto – ou se está iniciando o seu plano, separei 5 pontos importantes para mudar de carreira de forma mais assertiva:

 

1 – De olho nas Finanças

 

Olhar para as questões financeiras, inclui 3 aspectos: entradas, saídas e reserva.

As entradas e saídas não dizem respeito somente a quanto você quer ganhar e ao quanto você ganha e gasta hoje. Inclua nesta análise o quanto precisa para viver, incluindo o novo estilo de vida.

 

Por exemplo: ao mudar de um emprego CLT para PJ, você irá assumir despesas novas, como impostos e assistência médica. Planeje exatamente o que você precisa e do que poderá abrir mão, diminuindo saídas.  

 

A reserva financeira também é outro ponto que ajudará muito em seu período de mudança. Quanto maior o período de cobertura pela reserva financeira, mais tempo você tem para investir na nova carreira.  

 

Eu sempre sugiro o mínimo de 12 meses, exceto quando a transição irá ocorrer de forma paralela. Desta segunda forma, você mantém as entradas e realiza o plano B em paralelo.

 

Neste caso, o maior desafio é conciliar a agenda, irá requerer um esforço e comprometimento bem grande, para compensar.

 

As coisas não acontecem da noite para o dia e muita gente se frustra exatamente por necessitar do retorno financeiro imediatamente.

 

Carreira, negócios, vida: tudo é construção. É necessário unir planejamento, estudo e execução para que as coisas dêem certo.

 

 

2 – De olho na motivação

 

O que te impulsiona a mudar de carreira? Muita gente vai atrás do dinheiro, coloca ele em primeiro lugar (e isso não tem problema!).

 

Apenas esteja consciente de que quando a motivação é apenas financeira, é comum a pessoa pular de galho em galho buscando a “oportunidade de ouro”, soluções com resultado imediato. Lembre-se: quanto maior e mais rápido o resultado, maior costuma ser o risco.

 

Entenda o que você realmente busca ao mudar de carreira. Será isto que irá manter sua determinação quando surgirem as dificuldades (e elas vão surgir).

 

3 –  Tenha o máximo de clareza sobre as opções

 

Dificilmente teremos uma única opção de carreira. Se você tem habilidade com fotografia, por exemplo: pode trabalhar por conta própria, pode ensinar fotografia, pode trabalhar por “jobs” para empresas. Estas seriam apenas algumas opções, e tanto a forma, o caminho, quanto o resultado, serão bem diferentes a cada modalidade de trabalho, considerando a mesma área!

 

Ter clareza sobre alguns pontos essenciais, além de ajudar a pensar em possibilidades, ajudará a fazer ajustes no caminho.

 

Para isso, eu utilizo com meus clientes a metodologia HARD, que analisa o perfil e possibilidades.

 

Como ela funciona, de forma resumida:

 

H – são suas habilidades, seus talentos, os conhecimentos que você já possui ou adquire com facilidade e destreza.

 

A – é o amor, as causas que tocam seu coração, seus valores, aquilo que é fundamental em sua vida.

 

R – são os seus resultados: desenvolvimento pessoal, crescimento profissional, retorno financeiro. Aquilo que você busca para sua vida de forma integral (lembre-se, a carreira é apenas um dos pontos!).

 

D – demanda: a área em que você pretende atuar possui demanda? As pessoas ou empresas precisam do que você quer oferecer?  

 

4 –  Faça um bom planejamento

 

O planejamento ideal e feito de trás pra frente: comece tendo o máximo de clareza sobre onde quer chegar. Imagine que o seu objetivo é o alto de uma montanha. Vários caminhos poderão levar até ele.

 

Por exemplo: Meu objetivo é trabalhar na área da educação, ajudando as pessoas a terem mais acesso ao estudo. Como fazer isso? Poderá ser empreendendo, sendo professor, trabalhando em instituições de ensino ou até mesmo no governo!  Isso é analisar as possibilidades, os caminhos.

 

Quando eu tenho vários caminhos no planejamento, volto ao H do método HARD e questiono: qual caminho será melhor para eu trilhar?

 

Lembre-se que nem sempre o caminho mais fácil é o mais legal!

 

5 –  Tenha apoio

 

Lutar sozinho sempre será mais cansativo, encontre companhia para a batalha. Se não tiver apoio, além das etapas desafiadoras que envolvem a mudança, você precisará o tempo todo provar para as pessoas ao seu redor que está no caminho certo.

 

Na esfera pessoal: traga as pessoas para o seu lado. Fale para as pessoas o quanto esta mudança será importante para você, mostre seus planos futuros e diga que o caminho tem desafios e que você quer contar com o apoio.

As pessoas que te amam podem ficar receosas no primeiro momento, mas depois, quanto mais você demonstrar entusiasmo e dedicação, mais elas irão acreditar em seu novo projeto.

 

Na esfera profissional: conte com mentores e grupos de apoio. Experiência acelera o caminho.

Ter alguém que te passa orientações precisas, que já percorreu um caminho parecido, que entende sobre o que você está vivendo, fará toda a diferença.

 

E por fim, acredite em você, no seu potencial: quando você sabe os motivos que te levam a algum lugar, por mais difícil que seja o caminho, cada passo de evolução será comemorado como uma real conquista.

 

Saiba, o medo pode ser o maior impeditivo para sua mudança.

Cuidado para não ficar preso a uma vida e carreira cheia de frustrações, ou com conquistas inferiores ao que você tem capacidade de realizar, apenas por medo de encarar o desafio de evoluir.

 

 

Preparei mais dois materiais que irão te ajudar:

 

1 –  Manual da Transição: O passo a passo para sua mudança de carreira

 

2 – Vídeo: Transição de carreira: sem medo, sem mágica

 

Boas reflexões e no que precisar, conte comigo.

 

 

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6 dicas para ser mais produtivo trabalhando em home office

trabalhar em home office

Trabalhar em home office é o sonho de muita gente.  Novas profissões, flexibilização da jornada de trabalho, busca de maior qualidade de vida – incluindo a fuga de passar horas no trânsito das grandes cidades, facilidade tecnológica, redução dos custos fixos. Não importa o motivo.

A questão é que o trabalho remoto é uma opção crescente entre profissionais e empresas.

 

Se até pouco tempo atrás o trabalho remoto era mais aplicável a profissionais autônomos ou de áreas como vendas e suporte técnico, hoje, em muitas empresas tradicionais, a possibilidade do trabalho remoto já é uma realidade em diversas áreas.

 

 

Para as empresas, economia financeira, sustentabilidade e concessão da condição como benefício aos funcionários são as principais questões avaliadas para implantação da modalidade de trabalho.  (No final do artigo eu trago informações sobre como as empresas podem se adequar a este formato)

 

O aumento de resultados acaba sendo visto como consequência.

 

Porém, para muitos profissionais trabalhar em home office acaba sendo muito mais produtivo.

 

Se esse não é o seu caso – se você ainda se sente improdutivo, tem muitas interrupções ou “se perde” nas atividades, este texto e as dicas que selecionei são para você.

Home Office na vida real

 

Eu trabalho a pouco mais de 3 anos em home office, cerca de 80% da minha semana em casa. Hoje tenho um espaço reservado para isso, mas nem sempre foi assim.

 

Quem se lembra do repórter da BBC, que estava ao vivo no ar, falando direto de seu espaço de home office e de repente as crianças entram correndo  na sala?

 

 

Isso se chama: vida real!

 

Pode conversar com quem trabalha em casa: todo mundo terá uma história tragicômica para contar (se você tiver, me conte! Editarei o artigo aos poucos, incluindo as melhores histórias!)

 

Eu já tive minhas cachorras latindo, com direito ao cachorro do meu cliente responder do outro lado da vídeo conferência.

 

 

Numa transmissão ao vivo inclusive, com cerca de 100 pessoas assistindo, uma delas resolveu “aparecer” e ficou subindo no sofá, por trás de onde eu estava sentada – e acabou saindo em todos os vídeos.

 

Também já aconteceu de acabar a luz no meio de teleconferências. E ter interrupção do sinal da internet naquele momento em que eu precisava entregar um relatório.

Em todas as situações, sempre agi com naturalidade: simplesmente expliquei a situação.  Sinceridade nestas horas funciona melhor do que cara de pânico ou fingir que nada está acontecendo.

 

Explico a situação e numa próxima analiso se tem algo a ser melhorado. Este é o processo básico para evoluirmos em qualquer quesito: não se cobrar e sim, analisar possibilidades de melhoria. Além do que, pedir desculpas não mata ninguém.

 

Outra situação comum: as pessoas ao redor acharem que você não está trabalhando. Filhos, amigos, vizinhos. Ao iniciar o trabalho em home office é comum as pessoas acharem que você está disponível para qualquer coisa.

 

Inclusive muitas vezes você mesmo esquecerá do trabalho e começará a arrumar as gavetas do guarda-roupas, mesmo tendo uma entrega urgente.

Então, se temos dificuldades, bora falar das facilidades!

 

trabalhar em home office

Dicas para ter uma melhor experiência e performance ao trabalhar em home office:

 

#1  Organize-se

 

Disciplina e foco farão toda diferença. São comportamentos que temos condição de desenvolver e aprimorar (foco para mim sempre foi desafiador!).

 

Muita gente imagina que irá trabalhar menos em home office. A grande realidade é que muitas vezes acabamos trabalhando mais! Trabalho acumulado, demandas inesperadas, infraestrutura que não funciona quando você mais precisa!

 

Saiba definir prioridades, ter clareza sobre as entregas e demandas previstas e utilize ferramentas de apoio.

 

Os apps que eu mais uso:

  • Evernote para organizar ideias, inclusive para anotar em áudio ideias para próximos textos;
  • Trello para organizar as demandas e tarefas da equipe (todos trabalham de forma remota);
  • Ferramentas do Google – Agenda e Drive são os que mais uso. Assim, integro tudo – compromissos e arquivos, e minha equipe consegue acompanhar a distância.
  • Zoom – para conversas online. Ele traz facilidades como o uso até 100 pessoas, quadro branco e gravação da reunião.

 

Todos funcionam no notebook e no celular simultaneamente, assim, de onde você estiver terá acesso. (não é propaganda, não ganhei nenhum centavo, são os que realmente uso)

 

#2  Planeje-se

 

Como citei, utilizo o Trello para gerenciamento dos projetos e tarefas. Porém estabeleci em minha rotina um hábito que me tornou extremamente produtiva e focada:

 

Planejamento Semanal e Metas diárias.

 

Como funciona na prática:

 

  • Uma vez na semana (eu faço isso no domingo) olho para meus resultados esperados e tarefas do mês.

 

  • Defino o que farei nesta semana para conseguir evoluir ao máximo: de entregas a tarefas, a prioridade é definida ali.

 

  • Elenco estas prioridades em ordem de importância para meus resultados, sempre começo executando a mais importante / prioritária.

 

  • Todos os dias pela manhã faço meu checklist do dia, avaliando o que já cumpri, o que falta fazer e novas demandas que aparecem no meio do caminho.

 

  • Não “me deixo interromper” enquanto não cumpro a meta do dia

 

Também é muito importante você planejar as demais atividades: das compras de casa à atividades e recursos que precise de terceiros, junto com as suas atividades de trabalho. É comum, principalmente no começo, subdimensionar o tempo gasto nas atividades e ser interrompido por questões não planejadas. Aos poucos você terá melhor noção e controle.

 

Neste artigo eu falo sobre prioridade e planejamento

 

#3  Cuide do seu tempo

 

Não fique acessível 24h por dia. Trabalhando remoto você pode ser acionado via whatsapp, telefone, e-mail e mais as notificações dos sistemas e aplicativos que utilizar. Acabamos perdendo muito tempo com isso. O que sugiro é que você intercale tempos de respostas /  contatos com o tempo em que foca no que precisa fazer.

 

Também é muito importante fazer pausas. É comum pessoas que trabalham remoto ficarem o dia todo em frente ao computador e não verem literalmente a cor do dia. Levante, faça pausas rápidas, espreguice. Eu costumo sair pra almoçar ou tomar um café fora, inclusive.

 

Uma técnica incrível para essa administração do tempo que eu utilizo é o POMODORO.

 

A Técnica Pomodoro é um método de gerenciamento de tempo desenvolvido por Francesco Cirillo no final dos anos 1980. A técnica consiste na utilização de um cronômetro para dividir o trabalho em períodos de 25 minutos, separados por breves intervalos

 

Passo-a-passo

  • Escolher e listar as tarefas a serem executadas;
  • Ajustar o cronômetro para o tempo desejado (geralmente 25 minutos);
  • Escolher a tarefa inicial;
  • Trabalhar na tarefa escolhida até que o alarme toque. Se alguma distração importante surgir, anotá-la e voltar o foco imediatamente de volta à tarefa;
  • Quando o alarme tocar, marcar um “x” na lista de tarefas;
  • Se houver menos de 4 marcações, fazer uma pausa curta (3-5 minutos);
  • Se houver quatro pomodoros marcado, fazer uma pausa mais longa (15-30 minutos), zerando a contagem de marcações e retornando ao passo 1.

 

As etapas de planejamento, controle de tempo, gravação de registros e visualização são fundamentais para a técnica.

 

Na fase de planejamento de tarefas, são priorizados os itens que devem ser feitos no dia. Isso permite que os usuários possam estimar as tarefas que exigem maior esforço. Como cada pomodoro refere-se a um período indivisível de 25 minutos, que deve ser registrado na lista, é possível fazer uma auto-observação de como o tempo é gasto.

 

Um objetivo essencial da técnica é reduzir o tempo das interrupções, adiando outras atividades que interrompam o pomodoro.

 

(fonte sobre Pomodoro: wikipedia)

trabalhar em home office

 

#4  Delimite e organize seu espaço

Quem começa a trabalhar em casa sofre com a invasão ou perda do espaço e da agenda, principalmente quando não vive sozinho.

 

Filhos e família podem não considerar que você está em casa trabalhando, por isso, é fundamental ter o espaço de trabalho bem definido.

 

Se possível, tenha uma mesa /  cantinho para seu uso.

 

Se isto não for possível e você acabar trabalhando na mesa da sala, tenha o seu kit de trabalho, com todas as suas coisas dentro. Ao iniciar seu dia, organize seu espaço.

 

Também é importante informar as pessoas que convivem com você sobre o trabalho que você realiza e qual apoio precisa deles para tudo fluir bem. Eu fiz “acordos” em casa, como por exemplo: porta fechada significa “não interrompa”. Quando estou em vídeo conferência ou preciso ter mais foco, fecho a porta!

Livre-se ao máximo dos papéis. Quanto mais a sua vida estiver no mundo online, mais simples e leve ficará o seu dia a dia e mais fácil ficará pra você se adaptar a um novo lugar de trabalho quando necessário. Lembre-se também de ter backup de tudo!

 

#5  Você é um profissional, apenas num novo ambiente

 

Mesmo que você passe o dia todo de pijama e atenda as pessoas por chat, saiba: você precisa se lembrar que está a trabalho.

 

Preocupe-se com a imagem e credibilidade que transmite. Da qualidade da internet, das ferramentas e documentos que entrega, à sua imagem pessoal, tudo influenciará numa questão importante: seu ânimo, motivação e imagem profissional.

 

Muita gente começa a trabalhar de forma remota e se isola ou fica “desleixado”, para de se preocupar em se apresentar, em se cuidar, em se atualizar.

 

Fora cuidar de você, cuide do ambiente. Trabalhar num ambiente agradável irá afetar diretamente na sua produtividade e bem estar.

 

#6  Mantenha, cultive e crie relacionamentos

 

Cuidado para não se “apagar do mundo”, afinal já diria a famosa frase: Quem não é visto não é lembrado.

Estabelecer bons contatos, manter os relacionamentos e criar novas oportunidades de conhecer gente é fundamental.

 

Inclua em sua rotina participar de eventos presenciais, marcar compromissos com seus colegas de trabalho e frequente ambientes de trabalho colaborativos – existem muitos escritórios abertos, coworkings e cafés onde profissionais e encontram.

 

São espaços de trocas valiosas e excelente networking.

 

Depois de quase dois anos de trabalho remoto o que eu mais sentia falta era de gente de carne e osso! Ir alguns dias para um coworking foi a solução ideal, hoje isso agrega muito para meu trabalho e motivação. 

 

Para ter bons resultados e entrosamento, escolha um lugar em que haja sinergia com os profissionais que frequentam o espaço.  

 

Trabalhar remoto não necessariamente significa trabalhar apenas de casa.

trabalhar em home office

O Jornal a Folha de São Paulo publicou uma matéria em fevereiro/2018 onde fala sobre as vantagens para as empresas em utilizar a modalidade de home office e fala sobre as mudanças ocorridas na legislação trabalhista, que hoje já permite e regulamenta este tipo de trabalho, inclusive sobre as regras para custeio da infraestrutura.

Os principais pontos da relação empresa x funcionário são:

  • Deve constar no contrato quem vai arcar com os custos de infraestrutura e equipamentos necessários para a atividade, como internet e computador. Estes custos são negociáveis.
  • Não se computa e não há limite para a jornada de trabalho, o trabalho é por produtividade.
  • Os benefícios permanecem os mesmos, exceto vale transporte. O Vale refeição continua sendo devido, caso faça parte do pacote de benefícios (quem trabalha em casa também almoça, certo?).
  • Sobre acidentes, a empresa deve instruir o funcionário sobre como evitar acidentes de trabalho e fazê-lo assinar um termo de responsabilidade. Em caso de acidente, a empresa pode alegar que não tem como saber se ele trabalhava no momento. (ex: a pessoa tropeçou na cozinha de casa e se machucou. Como saber se naquele momento estava trabalhando? Impossível).

 

E aí, como é para você trabalhar em home office? Tem histórias, dicas ou dúvidas? Me escreva!

 

Se você precisa identificar e desenvolver seus comportamentos para ter melhores resultados,  um processo de coaching com acompanhamento individual irá te ajudar. Clique aqui e saiba mais.

 

 

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Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

Tomar a decisão sobre fazer uma transição de carreira, mudar todo o seu estilo de vida, já não é nada fácil.

 

Abordo muito as etapas sobre o melhor momento da transição ou como fazer a transição em meus vídeos e artigos, talvez você já tenha lido eles e definido seu plano de ação, sua nova vida.

 

 

Se esta etapa já não é fácil – e o medo pode aqui te sabotar, impedindo que você avance e mude de vida e carreira –  não ache que será mais simples depois que você tiver mudado.

 

Eu sempre faço a analogia da carreira versus casamento. Quem casou, tinha certeza absoluta, todos os segundos da vida, de que foi a melhor decisão? Provavelmente não..rs.

Sempre temos os “e se” em nossa cabeça. E se não der certo, e se tivesse feito outra coisa, de outra forma, e se visse outras opções primeiro…

 

E se, nos mostra possibilidades. Mas chega uma hora em que temos que fazer uma escolha.

Só vence quem arrisca.

 

 

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

 

 

Assim como no casamento, por uma soma de fatores: ambições, sonhos, valores, ideais, etc. , resolvemos que a lista de prós é maior do que a lista de contras e é hora de dar este passo.

 

Passo dado, mesmo com muito amor e boa vontade, teremos dias não tão legais pela frente. Dias de dúvida sobre o que fizemos, se tem outro jeito, se é assim mesmo.

 

Acreditar no que você quer e enxergar o pote de ouro no final do arco-íris, fará com que você tenha mais ânimo para enfrentar a jornada.

 

Ter um mapa de ação bem desenhado ajudará no dia a dia, na execução.  Neste artigo falo sobre como planejar e mudar de carreira

 

Mas são 3 os fatores que realmente farão diferença total para você se manter firme em seu propósito, e é sobre eles que irei abordar.

 

1) De olho nas finanças

 

Por mais que o planejamento financeiro tenha sido bem realizado antes da transição, ao fazer a mudança e ver na prática o dinheiro saindo mais do que deveria ou entrando menos do que o esperado, somado à uma provável instabilidade financeira, ocasionará calafrios e pode levar à desistência.

 

Rever sempre suas finanças, ajustar entradas e saídas, é o primeiro passo, fundamental e necessário para toda transição. Acostume-se a olhar para o seu bolso e tomar ações de correção sempre que necessário.

 

Ter uma fonte de renda alternativa (um plano C, D) que auxilie nas entradas, ao menos no primeiro momento, irá também ajudar muito.

 

Nesta conversa com a Lucia Stradiotti falamos sobre este tema:

 

 

2) Mude rápido

 

Ajustes são necessários sempre. Nenhum plano de ação ou plano de negócios se mantém de pé depois que o plano entra em execução.

 

É necessário, testar, aprender, ajustar.

 

E quanto maior a velocidade com que você fizer estes ajustes, mais rapidamente seu plano se mantém, refletindo nos resultados e na sua motivação para continuar o projeto.

 

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

 

 

3) Mantenha-se motivado

 

Motivação é igual banho, precisa ser renovado todo dia, você já deve ter ouvido esta frase. Mas acredite, quando estamos sob pressão, é muito fácil deixar que o desânimo e os pensamentos negativos tomem conta da situação.

 

Para que a motivação seja reforçada, não adianta ficar repetindo frases motivacionais ou se entupindo de livros e palestras de autoajuda. Estes serão materiais de apoio, mas será na prática, no dia a dia, que você precisará colocar sua motivação à prova.

 

O que eu recomendo:

 

Mudança real de mindset: quando você se habitua a olhar o que acontece como aprendizado e a enxergar o propósito em suas ações e seus reflexos, fica muito mais simples ser positivo. Não é algo simples, mas é possível trabalhar o que chamamos de Mindset de crescimento, muito bem abordado no livro Mindset da autora Carol Dwek.

 

Rede de Apoio: contar com pessoas que tenham o mesmo propósito que o seu, que acreditam no que você quer realizar, que te incentivam, mas que ao mesmo tempo te ajudam a corrigir a rota, dão feedbacks duros e necessários para o ajuste do projeto e que te desafiam a ir além.

Muitas vezes precisamos ir em busca de mentores, pessoas mais preparadas e que realmente irão ajudar na construção do seu sonho.

 

 A mentoria é um caminho que ajuda a acelerar resultados e mindset.

 

Saiba mais sobre mentoria para coaches ou para empreendedores.

 

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

Transição de Carreira: a disciplina é o que manterá você e o seu sonho de pé.

A disciplina constrói a consistência necessária. A consistência constrói os Resultados. Os resultados nos dão mais motivação. E assim, temos mais disciplina para continuar gerando consistência, resultados, motivação.

 

 

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Quais são os seus super poderes?

super poderes talentos

 

Talentos: Você sabe quais são os seus? Eles são seus super poderes, que podem fazer com que você tenha muitas realizações e conquistas em sua vida e carreira.

 

Quando a gente é criança se imagina voando, ficando invisível, atravessando paredes. Você lembra disso, na sua infância?  Em meus sonhos e devaneios, eu sempre era super forte e voava!!! A própria mulher maravilha!

 

Daí chega a vida adulta.

 

Um dia nos contam que não existe Papai Noel.

No outro, dizem que não existe coelhinho da Páscoa.

Adolescentes, nos fazem testes e perguntas para descobrir A NOSSA VOCAÇÃO em uma única área, nos perguntam “O que você quer ser quando crescer”, assim, de forma fria, como se tivéssemos arco e flecha na mão e precisássemos acertar o meio do alvo.

 

E dessa escolha, vale a felicidade e seu sucesso pro resto da vida.

 

Entramos em empresas e nos ensinam a cumprir processos, cumprir a etiqueta, cumprir a regra local.

 

É tamanha a pressão que esquecemos nossos sonhos, nossos talentos, e nos conformamos em fazer o que é pedido.

 

E o que você fez com seus super poderes?

 

Assim como deixamos de acreditar em Papai Noel, muitas vezes deixamos de acreditar em nós, em nosso potencial.

 

Muitas vezes esquecemos que somos fortes, talentosos. E que os talentos que possuímos, por mais variados que sejam, podem e devem ser associados a competências profissionais.

 

super poderes talentos

 

Talentos, você conhece os seus?

 

Quando começo a falar sobre talentos nos processos de coaching ou em treinamentos, a maioria das pessoas quando questionada sobre o tema já pensa logo em algo quase “sobrenatural” , elevando o talento à um dom, algo muito diferenciado, algo que elas não tem!

 

É isso mesmo, geralmente quando pergunto às pessoas:

 

– Quais são os seus TALENTOS?

 

É bem comum ouvir: – “não sei”, “não tenho”, “não conheço”.

 

Mas a verdade é que todo mundo possui talentos, inúmeros aliás. E para identificá-los o primeiro passo é desmistificar o que é talento.

 

Talento é aquilo que fazemos de forma natural, com destreza e facilidade, melhor do que a maioria das pessoas, ação a qual temos grande capacidade em realizar.

 

Super Poderes Talentos

 

Em meus atendimentos e treinamentos, utilizo duas linhas de estudo:

 

A Teoria das Inteligências Múltiplas, de Howard Gardner e um dos pilares da Psicologia Positiva, de Martin Seligman que trata o Caráter Positivo (Forças Pessoais e Virtudes).

 

Falo mais sobre este segundo estudo neste artigo

 

A Teoria das Inteligências Múltiplas trouxe um questionamento quanto ao uso dos testes de QI como único padrão de se medir inteligência e trouxe uma abordagem sobre diversos tipos de inteligências (ou talentos): relacional, executor, artístico, espacial, linguística, etc.

 

 

Até então, quem não possuía talento lógico-matemático não teria talento nenhum. Mas não é assim que as coisas funcionam. Tem muita gente que não entende nada de matemática, mas é ótimo em comunicação, artes, esportes… e por que não valorizamos o que cada um tem de melhor?

 

 

É ai que entra a Psicologia Positiva, que nos traz a potencialização do que temos de melhor.

 

 

Se a pessoa já for boa em esportes, como por exemplo, uma criança que desde cedo se destaca no futebol, e a colocarmos para treinar futebol 5, 6 horas por dia, ao final de um período, ela será muito melhor nisso!

 

E é assim que  eu vejo que devemos trabalhar a questão dos talentos e das potencialidades.

 

Pegue aquilo que você faz bem, treine, se especialize…e seja FANTÁSTICO nisso!!!

 

Ou, pegue o menino que tinha talento para o futebol, deixe ele de castigo porque tirou nota baixa e insista para ele tirar um 10 em matemática, estudando todo dia. Ele provavelmente acabará sendo mediano nos dois itens.

 

 

Talvez esteja ai o porquê de termos tantas pessoas frustradas: estamos querendo moldar todo mundo num talento único, em padrões únicos.

 

As próprias escolas e empresas muitas vezes acabam estimulando o que eu chamo de “avaliação da mediocridade” onde é trabalhado para que todos sejam nota 7 / Adequado, ao invés de estimular para que cada indivíduo supere resultados naquilo que é verdadeiramente bom, e neste caso, porque possui talento e não pela simples competição.

 

“Todo mundo é um gênio. Mas, se você julgar um peixe por sua capacidade de subir em uma árvore, ele vai gastar toda a sua vida acreditando que é estúpido.” – Albert Einstein

 

você é super

 

Empresas e Talentos

 

Me dá um aperto na alma quando empresas abrem programas de “desenvolvimento de talentos” para um grupo seleto, sem muitas justificativas.

 

Como se dissessem que somente aquelas pessoas fossem diferenciadas, especiais

 

 

E elas realmente são. Porém, para um talento em específico, que pode ser o que a empresa deseja naquele momento, para seu crescimento. Só que estas pessoas terem este talento, não quer dizer que as demais não sejam talentosas.

 

Elas são, só que em competências diferentes.

 

Quando eu começo a segregar, dizer que só tem talento quem se formou em faculdade x, quem sabe idioma y ou domina tecnologia w, eu excluo todas as outras possibilidades.

 

É como se apenas quem coubesse naquela caixinha pré-determinada fosse talentoso.

 

Mas não é assim.

 

Talento é aquilo que você faz bem, que você aprende rápido, que faz de forma apaixonada, que desenvolve com alta habilidade.

 

Tem gente que é boa em cálculo, lógica. Tem gente que é ótima em artes, cultura. Tem gente que é ótima em relacionamento, comunicação.

 

E existem também os multipotenciais, que unem diversos gostos e talentos (tema do meu próximo texto).

 

Enfim, todos nós temos talentos.

 

Todos nós temos super poderes.

 

Se o Homem Aranha for avaliado por força física, será mal avaliado. Se o Hulk for avaliado por Inteligência Emocional, será mal avaliado.

 

Se o Tony Stark / Homem de Ferro for avaliado por Humildade, será mal avaliado.

 

 

meme homem de ferro

 

 

Quando buscamos ser algo que não somos, o processo é doloroso, cansativo. Muitas vezes só o que conseguimos é ser mediano.

 

E isso é frustrante.

 

O mundo está lotado de gente medíocre. Gente que fica insistindo em seus pontos fracos, em suas limitações, ao invés de vestir sua capa e assumir seus super poderes.

 

Ao invés de olhar pra fora, buscar os talentos dos outros, nos comparar, precisamos olhar pra gente mesmo e descobrir, lapidar o que temos de melhor.

 

Identificar nossos super poderes e potencializá-los.

 

Olhar para nossas limitações, nossos pontos fracos ou sabotadores, e identificar onde eles nos impedem de ir em frente, alcançar nossos objetivos. E desenvolvê-los neste sentido,  para que eles não atrapalhem, não para que eles se tornem pontos fortes.

 

Você consegue identificar seus super poderes?

No que você manda bem?

 

Desenvolvendo Super Poderes

 

Lembra do primeiro filme do Homem Aranha? Quando ele ia lançar a teia, ela falhava. Ao tentar subir em prédios, batia cabeça. O Hulk, lá no começo, era muito mais “desequilibrado”, sua força era usada em demasia.

 

Aos poucos, com treino e observação, aprendemos a usar da melhor forma nossos super poderes.  Isso se chama Desenvolvimento de Competências. Pegarmos algo em que somos bons, e lapidarmos.

 

Neste processo, ferramentas de apoio também podem ser incorporadas. O Thor já é forte, mas fica mais poderoso com seu martelo. O Batman possui seu cinturão de utilidades.

 

Quais são as suas ferramentas de apoio?

 

Aplicativos, teorias, técnicas.

São diversas as ferramentas que apoiam o uso dos talentos.

 

Por exemplo: eu tenho talento para organização. Mas o uso da agenda do google + Trello potencializam esse meu talento. Uma pessoa que tem talento para comunicação, ao conhecer técnicas de oratória, potencializará seu talento natural.

 

Nem sempre a ferramenta tem ligação natural com seu talento, mas servirá ao seu propósito, facilitará a sua vida.

 

Por exemplo: Qual o talento do Tony Stark?

 

Não é força física, ele não voa, não emite raio laser pelos olhos. Os talentos dele, ao meu ver, são: inteligência, ousadia, criatividade. Estes talentos possibilitaram que ele criasse uma armadura (ferramenta) que aumentou seus poderes.

 

Isso é possível na vida real? Claro que é. Só analisar como você pode utilizar seus talentos existentes para resolver problemas / pontos fracos que você possua.

 

 

legião vingadores

 

 

A união faz a força

Por que a união de tipos tão diferentes como Hulk, Viúva Negra, Thor e Homem de Ferro se fez necessária, nos Vingadores?

 

Porque talentos diferentes acabam sendo complementares.

 

A diferença traz discussão frequente, necessidade de alinhamento, de convencer o outro, de mostrar o outro lado da moeda. Mas também traz a soma de expertises, visões diferentes, soluções criativas, aprendizados enriquecedores. Desde que o time esteja aberto à isso.

 

No ambiente empresarial, talentos complementares são fator de sucesso para times e empresas, assim como saber posicionar a pessoa ideal na atividade adequada e não impedir que ela seja ela mesma e dê o seu melhor.

 

 

hulk poderes

 

Só pra lembrar, pode conter spoiler: no último filme dos Vingadores, o Hulk literalmente “amarelou”. Tentou usar seus super poderes e não conseguiu.

 

Nós também podemos falhar, mesmo quando já somos experientes ou talentos em determinada área ou atividade.  

 

O erro no trabalho pode ter diversos impactos – inclusive, minar sua autoconfiança e fazer com que você deixe de acreditar em seu potencial. Leia este artigo sobre o tema Erro No Trabalho.  

 

 

Este artigo também foi publicado no LinkedIn. Se você ainda não me acompanha por lá, esta é a hora! 

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É hora de mudar de trabalho? 4 passos para transição de carreira

Exemplificação de como mudar de carreira e como mudar de trabalho

Quando eu resolvi mudar de trabalho e saí do mundo corporativo muita gente demorou a entender a minha transição: de convites para trabalho “CLT”, à família perguntando sobre “como que faria sem assistência médica”, as questões eram várias, mas o princípio de todas as dúvidas era o mesmo:

 

Muitas vezes parece impossível alguém se “desapropriar do crachá”, utilizar seus conhecimentos, competências, habilidades de outra forma, em outro ambiente.

 

Neste artigo quero propor os seguintes pontos:

  1. A diferença entre mudar de emprego e mudar de carreira
  2. Entrevista com profissional que mudou de área, de Engenheiro para Especialista em Marketing Digital
  3. Os 4 passos para mudança de carreira

Se você sente que este assunto é pra você, vamos em frente!

Em primeiro lugar vamos “clarear” a visão sobre o conceito:

A diferença entre transição de carreira e mudar de emprego

Transição de carreira significa mudar de atividade ou tipo de trabalho. Por exemplo, deixar de ser empregado para ser empreendedor, mudar de uma profissão X para a profissão Z.

Mudar apenas de empresa, de emprego, mantendo-se na mesma área ou cargo é recolocação.

Na hora de realizar uma transição, pensar numa nova forma de atuação, seja uma nova profissão, montar uma empresa ou empreender de forma autônoma (ser um freelancer, por exemplo), podem ser opções.

Quem encara uma transição de carreira normalmente passa por 4 fases:

  • Decidir se chegou a hora certa de mudar.
  • Escolher qual caminho seguir.
  • Identificar como superar o medo – e se atirar com cautela na nova etapa.
  • Saber quais são os passos necessários e certeiros para seguir em frente e vencer!

Caso de sucesso: mudar de carreira para o que realmente gosta

O Dimitri Vieira passou por estas fases e contou nesta entrevista como foi mudar de Engenheiro para Especialista em Marketing Digital:

Se você quer se preparar para uma MUDANÇA DE CARREIRA, gravei um vídeo completo onde eu falo sobre como fazer a mudança, como planejar, e quais cuidados você precisa ter. >> ASSISTA AQUI

O entrevistado revelou que pouco antes de formar em engenharia começou  fazer estágio. Para ele, uma das grandes portas de entrada para o mercado de trabalho seria fazer estágio. Quando ele percebeu que não teria chance de ser efetivado, começou a estudar.

Ele fez curso grátis de marketing e gostou do assunto, percebeu que seria uma profissão mais prazerosa, foi descobrindo que no marketing se identificava mais.

Assista ao vídeo acima para entender como foi o processo de mudança de profissão.

Ilustração sobre como mudar de trabalho

Quero mudar de trabalho!

4 Dicas essenciais para quem está em busca de uma transição ou sente que seu ciclo atual está perto do fim:

Comece a fazer algo

Estude, pesquise, fale com pessoas diferentes. Antes de fazer algo maior, como abrir sua empresa ou entrar num curso de longa duração, fale com as pessoas, pesquise o mercado, descubra o que realmente a nova carreira deseja faz, as atividades do cotidiano, os ganhos médios na sua cidade.

Não tenha resistência ou medo de mudar

O planejamento e o preparo vão ajudar a perder o medo e a encarar as mudanças que virão. Não é mudar por mudar ou simplesmente mudar de carreira de uma hora para outra. Cada passo de uma vez, com planejamento, estratégia, pesquisa. A mudança precisa ser segura.

Saia do piloto automático

Cuidar e expandir seu mindset farão toda diferença. Não acredite que as coisas são como são, principalmente quando algo não está bom. Cabe a você mudar.

Busque ajuda

Acredite, você pode e deve buscar ajuda, alguém que te auxilie a enxergar as possibilidades e que tenha experiência para te apoiar no caminho a ser percorrido.

Nada melhor que uma profissional coach com vivência no assunto para ajudar. Que tal contar com a nossa experiência? Saiba como.

Espero que este artigo tenha sido esclarecedor sobre como mudar de trabalho e carreira de maneira assertiva, fazer o que realmente gosta e te faz feliz. É um processo que pode não ser fácil, mas há maneiras inteligentes para cumprir o objetivo.

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Como voltar a ter resultados depois que o time jogou a toalha?

Como motivar a equipe da empresa? Como voltar a ter resultados?

 

A equipe de trabalho (ou a empresa inteira!) está desmotivada. É possível resolver, retomando a motivação e o pique para os resultados?

Em tempos de crise interna na equipe, muitos se perguntam como voltar a ter resultados na empresa? Se a sua equipe está desmotivada, descrente, há conflitos internos, uma verdadeira crise, não é hora de desistir. É perfeitamente possível contornar a situação e até mesmo fazer a equipe se tornar mais forte.

Sim, aqui você vai ter detalhes sobre como motivar a equipe de trabalho mesmo em situações adversas.

Quando um não quer, dois não brigam. Mas quando dois ou mais não querem, nem com briga resolve.

É comum vermos equipes ou até mesmo empresas com clima e resultados péssimos por um motivo: a equipe desistiu.

Quando a equipe desiste o primeiro sinal perceptível é a apatia. As pessoas perdem o interesse, a motivação, o entusiasmo. Não acreditam nos resultados, começam a ter atitudes reativas e pessimistas.

Um dos métodos para tentar evitar crise na equipe é fazer uma avaliação do clima organizacional dentro da sua empresa. A avaliação adota e metodologias bem particulares para avaliar o grau de satisfação ou insatisfação da equipe,  e mais do que isso, aponta as principais queixas e motivos que desanimam a equipe. Com tal diagnóstico é possível o gestor ou o RH da empresa solucionar o problema, seja adotando políticas práticas ou diálogo.

Mas quando a situação já saiu de controle, como motivar a equipe de trabalho novamente?

O 7×1 contra Alemanha na Copa do Mundo é ótimo exemplo de quando a equipe joga a toalha

Você se lembra do Brasil na Copa de 2014, aquele tenebroso 7×1? Lembre do time, durante o jogo, depois do primeiro, do segundo, do terceiro gol.

 

Motivação de equipe

Enxergávamos em alguns a vontade de ainda lutar, mas a maioria já havia jogado a toalha, desistido. Continuavam em campo, mas apenas faziam número.

Em muitas empresas esta situação é comum. Fofocas pelos corredores, trabalhos atrasados, aumento do absenteísmo e das horas extras, pedidos de demissão.

Vários são os sinais indicativos de que sua equipe desistiu do jogo.

Conheça os principais motivos críticos e de desmotivação na empresa

  • Situação financeira crítica;
  • Falta de comunicação e clareza entre a alta gestão e a operação;
  • Lideranças fracas, sem aceitação da equipe ou impostas;
  • Disputas internas entre gestores ou áreas, que impactam
  • Sentimento de injustiça causado principalmente por políticas desiguais ou falta de ação da empresa nas situações de assédio, discriminação e diferenciação entre funcionários em momentos de avaliação ou aumento salarial.
  • Benefícios melhores na concorrência, conhecidos entre os funcionários.

As consequências de uma equipe desmotivada

  • Queda nos resultados e na qualidade;
  • Falta de comprometimento – ausências injustificadas começam a acontecer e muitos se negam a trabalhar em horários extraordinários ou em atividades diferentes das habituais;
  • Conflitos internos e falhas na comunicação e atendimento ao cliente;
  • Queda no engajamento – as pessoas deixam de vestir a camisa, colaborar ou se enturmar. Em alguns casos, chega a haver baixa adesão em festas da empresa.
    Clima organizacional ruim;
  • Aumento de custos causado pelo descaso com matérias, equipamentos e estruturas.

Não dá pra usar um curativo pra curar uma fratura exposta. A primeira ação da empresa deve ser identificar e sanar ou minimizar a situação que causou o descontentamento geral.

É difícil até mesmo para o melhor líder mudar a situação. Trata-se de um processo intenso, sendo necessário trabalhar as questões emocionais e comportamentais de todos os envolvidos, com muita transparência e objetividade.

 

E o que faz as pessoas voltarem ao ritmo de jogo?

Saiba como motivar a equipe de trabalho, novamente

Podemos recuperar a equipe através de Motivação e Incentivo. Você sabe qual a diferença entre elas?

Resumindo de forma bem simples: Motivação é interna, pessoal, enquanto incentivo está ligado a elementos externos.

O que é Incentivo

É tudo aquilo que a empresa pode fazer e oferecer para que as pessoas se sintam reconhecidas e valorizadas. Exemplos:

  • Aumento salarial, bônus e prêmios;
  • Melhoria de ambientes, mobiliários e equipamentos;
  • Plano de cargos e salários;
  • Benefícios;
  • Oportunidades de crescimento profissional;
  • Cursos e programas de desenvolvimento;
  • E muito mais.

O que é Motivação

Motivação depende da interpretação de cada indivíduo não apenas quanto às mudanças realizadas mas também quanto às suas próprias expectativas de vida e carreira e interpretação dos fatos.

Por isso, não adianta implantar um único incentivo e esperar que toda a equipe reaja da mesma forma.

O que é positivo para um, pode ser negativo para outro, como por exemplo: oferecer como incentivo um curso no final de semana será ótimo para o funcionário que busca este desenvolvimento, e ao mesmo tempo, péssimo para outro que está com algum problema pessoal ou com filhos pequenos, que necessitam da sua presença no final de semana.

Em geral, as pessoas buscam um trabalho que também supra suas necessidades pessoais. Não existe mais aquela história de “separar profissional e pessoal”.

A carreira é uma parte de quem somos.

E a garantia de profissionais motivados e engajados acontece quando existe no trabalho a possibilidade de crescimento profissional, no ritmo adequado, que propicie a realização dos sonhos e anseios pessoais, mantendo a qualidade de vida.

As pessoas precisam se sentir desafiadas a crescer, recompensadas pelo esforço e reconhecidas por seu avanço e participação.

Existem mil formas de realizar isso, mas, em todas, só se faz bem feito olhando para cada um como indivíduo, de forma empática e humanizada.

E esse é o papel do líder. Aliás, você sabe a diferença entre ser chefe, líder e gestor? Então recomendo a leitura para ter melhor sucesso na liderança da equipe da sua instituição.

Para as empresas, nada de fórmulas mágicas: Resolver os problemas internos, ter clareza em suas relações e objetivos claros minimiza muitos problemas. E assim esperamos ajudar a resolver o problema de muitos gestores no Brasil: como voltar a ter resultados na empresa com o fortalecimento da equipe?

Saiba como podemos ajudar a sua empresa a ter melhores profissionais e resultados.

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Insatisfação profissional: Como mudar este cenário – Entrevista para TV Novo Tempo

A insatisfação profissional atinge mais de 56% dos trabalhadores brasileiros, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva e pelo grupo LTM, divulgada no final de 2017.  Destes, um grande número pretende mudar de emprego.

 

 

Tal situação não é ruim apenas para os profissionais, mas também para as empresas.

 

 

 

Eu fui entrevistada pela TV Novo Tempo sobre este tema:

Insatisfação Profissional e os impactos para profissionais e empresas.

 

Para os profissionais, o quadro mais comum é:

 

  • Desânimo quando pensa ou fala sobre o trabalho;
  • Adoecimento físico e mental;
  • Desmotivação para realizar atividades ou estudo referente a assuntos que sempre gostou;
  • Compensações desregradas em outras áreas da vida (comer ou gastar demais, por exemplo);
  • Diminuição do rendimento, causando baixa produtividade;
  • Outras mais

 

Aqui neste artigo falo mais sobre a insatisfação profissional.

 

 

No dia 03 de Setembro de 2018 foi ao ar uma entrevista para a TV Novo Tempo na qual falei sobre o tema.

 

Assista a primeira parte:

 

 

O coaching pode ajudá-lo a entender o motivo da sua insatisfação e traçar os passos para que você consiga ser feliz  e bem realizado profissionalmente!  Saiba mais aqui.

 

 

Já para as empresas, ter uma equipe desmotivada também é muito ruim, compromete principalmente o clima e os resultados.

 

Principais consequências:

  • Aumento no absenteísmo, do turnover e  adoecimento dos funcionários;
  • Desmotivação, que pode se alastrar “detonando”o clima organizacional;
  • Impacto negativo na qualidade dos serviços, produtos e atendimento aos clientes;
  • Equipe descomprometida com a liderança, metas e resultados;
  • outros mais.

Na 2a parte da entrevista, falo sobre o impacto da insatisfação profissional nas empresas:

 

 

Se a sua empresa precisa de ajuda para trabalhar os comportamentos da sua equipe,  impactando positivamente nos resultados e no clima, consulte nossas soluções empresariais: treinamentos, coaching e consultoria para ajudar a melhorar o trabalho em equipe, a performance e a felicidade de todos!

 

Confira nossas soluções empresariais

 

 

Lembre:se – Pessoas felizes trabalham mais e melhor.

 

 

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Corra atrás dos seus sonhos, mas não morra tentando

Em geral, quando pensamos em alguém com alta performance profissional, associamos à imagem de uma pessoa que abriu mão de sua vida pessoal, tem pouco tempo pra família, pros amigos ou até mesmo pra cuidar de si e da própria saúde.

 

Os modelos sociais muitas vezes nos colocam numa corrida acelerada em busca de: comparação, competição, sermos cada vez melhores e termos cada vez mais coisas.

 

Nisso,  muita gente confunde a performance profissional com a quantidade de trabalho, porém a performance está muito mais ligada à qualidade e objetivo do trabalho executado.

 

Quando falamos sobre performance aliada a qualidade de vida, um ponto é fundamental: definir prioridades e ter clareza sobre o que você realmente está buscando, o que te faz bem, na vida e na carreira – sem separar as coisas!

 

1 – Reveja seus objetivos. 

 

 

Nestes tempos onde o que mais ouvimos são frases motivacionais e o surgimento de gurus e grupos de alta performance, aqui estou eu falando sobre desistir!

 

 

Sim, desistir de algumas coisas.

Mas não de forma aleatória, e sim, entendendo o que realmente faz sentido pra você, aliviando um pouco a cobrança e seguindo com  maior foco.

 

A maioria das pessoas está passando por buscas incessantes atrás de dinheiro suficiente para fazer o que quiserem, um trabalho com propósito e que amem profundamente, uma família feliz de comercial de margarina, um amor eterno, um corpo saudável, lindo e escultural.

 

E dá pra conquistar tudo isso?

 

Dá, mas em geral será necessário muito esforço e dedicação. É preciso saber o que você quer – e o que perde ao correr atrás deste resultado.

 

Por exemplo: sua meta é ter um corpo escultural. Porém, toda sua vida social gira em torno de restaurantes, jantares, encontros regados à comidas –  que você gosta! Qual o peso de abrir mão disso em troca do corpo escultural? Se a troca não te agrada, não te faz feliz, é preciso encontrar o meio termo: reduzir o cardápio e não eliminá-lo. 

 

 

É um exemplo bem simples, apenas para que você entenda o conceito, sobre o preço que pode estar pagando para correr atrás de questões cobradas pela sociedade – e que você talvez nem tenha certeza de que queira de fato.

 

Sempre que excluímos de nossa vida aquilo que é fundamental em troca de uma meta, temos a tendência de desistir no meio do caminho, na primeira dificuldade.

 

Você sabe o que realmente é fundamental na sua vida? Do que você não abre mão?

 

 

E do que vem abrindo mão dia após dia, correndo atrás de sonhos que você nem sabe ao certo se são seus de verdade?

 

 

 

2 – Foque no que realmente é bom e o resto delegue as atividades

 

Sempre tentamos ser os melhores e por isso muitas pessoas preferem se autodelegar responsáveis por tudo. Essa sobrecarga acaba nos incapacitando de exercer até mesmo as tarefas que realmente somos bons.

 

Quando possível, delegue para outras pessoas a execução de atividades nas quais você não possua alta habilidade ou que não estejam ligadas diretamente ao resultado. Defina o que é prioridade, o que somente você precisa fazer – e delegue todo o resto

Delegar significa treinar e capacitar, leva tempo. Mas se você gasta mais tempo pra delegar do que fazer, a médio e longo prazo essa curva se inverte, as pessoas aprendem, ganham autonomia – e você ganha mais tempo para mergulhar em outras atividades.

 

Por isso é importante saber liderar, mesmo não estando no papel oficial de líder.

 

3 – Fazer o que se ama é maravilhoso. E isso pode ser ruim. 

 

Quando buscamos uma atividade ou profissão que amamos, enxergamos que tudo pela frente será maravilhoso, com atividades prazerosas, momentos felizes. Porém mesmo na melhor profissão do mundo existem tarefas e dias ruins. Situações que você irá querer protelar, não fazer. Ou o contrário: momentos em que você irá se apaixonar pelo que faz e acabará fazendo coisas sem sentido, que não precisavam ser feitas: e que você faz apenas porque ama, perdendo tempo e produtividade.

 

4 – Qual o preço que você vai pagar pelo que quer conquistar?

 

Seja para conquistar um cargo, comprar uma casa, ter e criar filhos, realizar uma grande viagem dos sonhos: cada sonho envolve um processo de conquista, com ganhos e perdas pelo caminho.

 

Tudo tem um preço.

 

 

E este preço pela busca pela da satisfação e da felicidade suprema à longo prazo pode estar te impedindo de uma coisa fundamental: ser feliz e satisfeito com sua vida hoje, da forma como ela está!

 

 

Nos preocupamos tanto com o futuro, com as conquistas que estão por vir, com o que podemos realizar que esquecemos de viver o presente de forma plena.

 

Vivemos acelerados e em busca de resultados futuros e rápidos.

 

Jovens de vinte e poucos anos querem ter a carreira, o patrimônio e os carimbos no passaporte que seus pais só foram conquistar lá pelos cinquenta anos de idade.

 

 

Ilustração sobre performance profissional

 

Muitas vezes, estamos correndo atrás da performance profissional e perdendo o prazer e a satisfação de apreciar as pequenas conquistas, já absorvidos pelo pensamento de: o que mais podemos fazer, ter, conquistar.

 

 

Próximo, próximo, próximo…  e não aproveitamos o presente, não saboreamos nossas pequenas conquistas.

 

Me lembrei de uma cena: estava visitando o Aquário de São Paulo, parando em meio ao caos de turistas afoitos, tentando observar o nado tranquilo, as cores e a delicadeza de cada peixe.

 

Recebo um empurrão com um ombro, seguido de uma criança de uns 6 anos que entrou na minha frente, entre eu e o vidro, com um tablet enorme. A criança, o pai – que me deu o empurrão – e a mãe, estavam cada qual com seu equipamento fotográfico em mãos.

 

Não se falavam, apenas corriam para o próximo tanque, para fotografar mais rapidamente o próximo peixe. Eles não olharam em nenhum momento com os próprios olhos para nada. Tampouco se olharam, falaram entre si ou comentaram sobre o que presenciavam. Eles não estavam ali de fato.

 

A preocupação era: o próximo, próximo, próximo.

 

Afinal, o que eles aproveitavam do passeio?

Tiravam fotos que provavelmente ninguém nunca irá ver.

 

melhore sua performance profissional

 

5 – Sobre nossos desejos e necessidades

 

Hoje temos possibilidades e informações exponenciais

Isso também nos traz vontades e desejos exponenciais.

 

Vivemos afoitos e acelerados.

 

Nossos pais, tios e quem dirá avós sequer sonharam em ser, ter ou fazer um terço do que nós podemos ser, ter e fazer hoje.

 

Pirâmide das necessidades de Maslow

 

Maslow, em sua teoria que resultou na pirâmide das necessidades humanas, explicou o que vivenciamos hoje: conforme subimos um nível, conforme suprimos uma das necessidades, podemos vislumbrar – e ansiamos – pela próxima conquista.

 

Muitos de nós já vieram com as necessidades básicas e de segurança supridas pela família. Neste caso, fica muito mais fácil pensar em propósito e satisfação na carreira, por exemplo.

 

Nossos antepassados sonhavam com saúde, emprego e renda.

Logo, é natural podermos sonhar com viagens e em desbravar o mundo, quando nossos antepassados já garantiram itens mais básicos, como ter a casa própria, alimentar e garantir educação para os filhos.

 

Eles garantiram a base pra gente poder correr atrás de algo mais.

 

Se eles não fizeram, observe, provavelmente é o que você enxerga como seu papel e responsabilidade com a geração seguinte: garantir a base para a evolução.

 

Então, antes de sair enlouquecidamente querendo mais e mais, pense se você tem clareza sobre o que quer de verdade, se você consegue identificar o que realmente te faz ou fará feliz.

 

 

Muita gente está se matando para conquistar algo que não quer, algo que não fará diferença de fato em sua vida.

 

Correndo atrás apenas porque aprendeu que tinha que ser assim, porque todo mundo faz, seguindo modelos e padrões.

 

 

Se quiser saber mais sobre este tema, leia este texto: Crenças limitantes: elas podem estar sabotando seus sonhos

 

 

Também desconfie de tudo que te cause sofrimento demais.

O que é para ser seu até pode necessitar de trabalho e esforço para ser conquistado, para haver aprendizado.

 

Mas não precisa haver sofrimento. Sempre que houver dor demais, analise se você está no lugar certo: seja no trabalho, num relacionamento, num local físico.

 

Quando algo requer muito esforço e sofrimento é hora de verificar se esse sonho é seu de verdade, ou se você está desperdiçando a sua vida correndo atrás dos sonhos dos outros.

 

 

Tendo clareza sobre o que você realmente deseja e busca, a chave da alta performance é exatamente focar no que precisa ser feito, para garantir o resultado. Pra isso, existem muitas técnicas que podemos utilizar para ajudar no processo.

 

 

Delegando, deletando ou deixando pra depois tudo o que não for realmente fundamental na sua vida.

 

 

Recorra ao coaching para melhorar sua performance profissional

 

O coaching é um processo no qual um coach profissional apoia no desenvolvimento das competências, através de sessões individuais para planejar, estabelecer metas, dirigir, inovar, tomar decisões e, com isso, alcançar resultados em nível de excelência. É um profissional importante e que realmente ajuda a administrar o tempo e conseguir seus objetivos profissionais alinhados ao sonhos pessoais.

 

 

 

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O que é LinkedIn e como utilizá-lo para fazer negócios

O que é linkedin e como usá-lo pra fazer negocios

Você sabe o que é LinkedIn e como utilizá-lo para fazer negócios?

Se você ainda acredita que o LinkedIn serve apenas para quem busca recolocação, saiba: você pode estar perdendo excelentes oportunidades profissionais e de negócios!

 

No decorrer desta leitura você saberá o que é necessário para ter credibilidade e fechar negócios usando o LinkedIn.

 

Uma das primeiras coisas que ensino nos meus processos de mentoria para coaches é como eles podem utilizar a rede para negócios.  

 

Assim que eles dedicam atenção na correta utilização do LinkedIn conquistam rapidamente excelentes resultados e interações, incluindo fechamento de contrato com pessoas e empresas que não conheciam, em menos de 30 dias de uso!

 

Resultados de uma mentorada: + de 250% de crescimento de visualizações do perfil com apenas 1 semana aplicando minhas técnicas e estratégias.
Resultados de uma mentorada: + de 260% de aumento nas visualizações do perfil com apenas 1 semana aplicando técnicas e estratégias que ensino.

 

 

E agora, você quer saber o que é LinkedIn e como utilizá-lo para fazer negócios?

 

Vamos em frente! 

 

Esqueça a venda pela venda. O que funciona na rede é:

  • Estabelecer novas conexões, ampliando sua rede de forma exponencial.
  • Compartilhar sua expertise, ajudando as pessoas e construindo autoridade.
  • Ter um perfil que seja seu portfólio, deixando claro quem você é e o que faz.

 

É sobre isso que abordarei. Então, pra começar, vamos deixar uma coisa bem clara:

 

Pra trabalhar de forma orgânica no LinkedIn (onde são seus conteúdos e interações que atraem novos clientes), esqueça o perfil empresarial. Ele até pode existir para solidificar a sua atuação. Mas será através do perfil pessoal que todo trabalho será realizado. 

 

Pessoas conectam-se com pessoas.

 

E quanto mais você for conhecido e confiável, mas fácil será vender qualquer coisa.

 

Eu sou usuária do LinkedIn desde 2011 e somente no final de 2015 comecei a realmente utilizar a rede social de forma efetiva com três objetivos bem claros:

 

  • Produzir e distribuir conteúdos que ajudem as pessoas a pensarem e planejarem a carreira;
  • Consolidar minha marca pessoal, como especialista em minha área de atuação;
  • Estabelecer novos contatos, parcerias e fomentar negócios.

 

Com um trabalho consistente e planejado, o LinkedIn passou a ser a minha principal rede social orgânica e hoje consigo mensurar ganhos em todos os objetivos ao qual me propus, como por exemplo:

 

  • Visibilidade mensal do perfil acima de 10.000 visualizações, sendo mais de 300 ocorrências em buscas.
  • Mais de 27 mil visualizações de um único artigo publicado.
  • Em um único post, mais de 426 mil pessoas alcançadas, com mais de 400 comentários e 11 mil curtidas.
  • Em uma semana, o canal do LinkedIn Brasil referenciou 2 vezes um artigo meu como sendo material de destaque na plataforma!

 

 

 

 

O que isso me trouxe de retorno? Clientes, parcerias, eventos cheios, entrevista pra televisão e muitos, muiiiitos amigos! 

 

Pra você entender um pouco mais sobre o potencial do Linkedin

 

Em 2017 o LinkedIn alcançou a marca de 500 milhões de usuários, sendo que destes mais de 29 milhões estão no Brasil. Somos o terceiro maior mercado da rede social profissional, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e Índia.

 

E você, sabe como se destacar no LinkedIn?

 

São muitas as oportunidades disponíveis no LinkedIn e para potencializar sua atuação na rede é necessário atuar em 3 pilares:

 

  • Possuir um Perfil otimizado e completo, com informações organizadas e bem expostas.
  • Interagir e construir relacionamentos: apoiar e ampliar a sua rede, contribuir com os demais profissionais e participar de grupos.
  • Produzir conteúdos, compartilhar conhecimentos e ideias.

 

Porém, para colher bons resultados, é importante atuar com FOCO e ESTRATÉGIA,

baseado em como deseja se posicionar e quais os resultados quer obter.

 

Ao longo destes anos o LinkedIn passou por várias e consistentes transformações, incorporando ambientes de aprendizagem, editorial de artigos e possibilitando o compartilhamento de vídeos, entre outras mudanças.

 

Assim, a plataforma que já foi vista por muitos como local para busca e oferta de empregos passou a se tornar uma imensa oportunidade para apresentação de soluções, conteúdo, networking e exposição de marca profissional e empresarial.

 

Vamos falar mais sobre isso!

 

#1 – Transforme seu perfil em um Portfólio

 

 

 

Esqueça o famoso currículo.

 

Se você pretende fazer negócios usando o LinkedIn, deve transformar seu perfil num resumo atrativo, claro e diferenciado sobre QUAL SOLUÇÃO REAL VOCÊ ENTREGA e/ou QUAL O SEU VERDADEIRO DIFERENCIAL

 

 

A começar pelo título:

Ele deve falar sobre o que você faz e não sobre qual formação você possui.

 

 

 

 

 

 

Resumo que vende:

Mais uma vez, um bom resumo não é sobre você e sim sobre o que você pode fazer pela pessoa que está lendo. O foco deve estar em três pilares:

  • o que você pode fazer (sua oferta);
  • o que prova que você pode fazer isso (sua bagagem, experiência e realizações);
  • o que te capacita pra isso (seus títulos e  formações).

No resumo é possível inserir links e documentos – use e abuse destes recursos.

 

Histórico Congruente:

Não adianta ter um perfil lotado de formações, experiências, cursos… mantenha o que for congruente, que acrescente às oportunidades que você busca. Nem sempre são apenas os exatamente ligados à atuação, mas sim todos aqueles que tragam competências e habilidades relativas ao seu trabalho atual.

 

 

#2 – Estratégia – O que você busca no LinkedIn?

 

Antes de começar a adicionar todo mundo, antes de postar sobre mil assuntos e antes de compartilhar o que vê pela frente, defina a sua estratégia:

  • Qual o seu objetivo na rede? 
  • Qual o seu público-alvo (com quem você irá se comunicar)?
  • Sobre qual tema quer ser reconhecido?
  • Como quer ser visto?

Lembre-se: o que menos funciona no primeiro momento é a venda pela venda. Cultive relacionamentos e conquiste seu posicionamento.

 

 

 

#3 – Conecte-se!

Devo ou não aceitar todos os pedidos de conexão? Se você quer ter visibilidade, eu defendo que SIM!

O algoritmo das redes sociais funciona de forma exponencial: quando uma pessoa da sua rede curte ou comenta em suas postagens, os amigos dela são notificados. Assim, quanto maior sua rede, mais pessoas – de 1º e 2º nível, verão seus conteúdos, trazendo maior visibilidade. A conexão de 1º nível pode não ter perfil para ser seu cliente, mas o amigo dela, sim.

Vale também buscar suas conexões por afinidades e ir expandindo sua rede de forma ativa.

 

Não adianta apenas expandir a rede, aceitar e incluir pessoas: fale com elas! Crie mensagens de boas-vindas.

ah!

Conexões de 1º nível = pessoas conectadas diretamente a você.

Conexões de 2º nível = conexões (amigos) de pessoas conectadas diretamente a você.

 

#4 – Contribua – e posicione-se como especialista!

 

Na minha opinião, a melhor estratégia para conquistar audiência, ganhar posicionamento e converter seguidores em clientes no LinkedIn é através do Marketing de Conteúdo. 

 

As possibilidades dentro da plataforma são inúmeras e não param de surgir novidades:

 

  • Posts curtos, de até 1300 caracteres, de leitura rápida, que permite o compartilhamento de notícias ou a exposição da sua opinião sobre algum tema ou acontecimento.
  • Artigos mais extensos, onde além de escrever de forma mais aprofundada, é possível citar referências, ilustrar com  apresentações, imagens e vídeos.
  • Vídeos curtos, de até 10 minutos – sejam eles autorais, animações ou um conteúdo legal produzido por outros.
  • Apresentações em power point ou pdf – sabe aquele material bacana que você fez para uma palestra ou reunião? Você pode compartilhar com sua rede.

 

No quesito conteúdo, alguns cuidados são fundamentais:

 

  • Cuidado com plágio ou compartilhamento não autorizado. Muitos materiais possuem direitos autorais, principalmente imagens, vídeos, livros e músicas.
  • Quando o material não for seu, cite o autor.
  • Fique atento para não contribuir com as “fake news”. Apenas compartilhe ou comente sobre assuntos que você tenha certeza de serem reais.
  • Tenha clareza sobre os temas em que deseja ser especialista e fale sobre eles. Melhor postar menos, porém com precisão e conhecimento.

 

Lembre-se: o LinkedIn é uma rede profissional. Cuidado com o conteúdo que você compartilhará!

 

 

Tudo é valido para manter sua rede de contatos aquecida, desde que seja com o foco em ajudar e de forma ética.

 

 

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#5 – Acompanhe suas métricas e desempenho!

Como em qualquer negócio, acompanhar as métricas do seu perfil e traçar estratégias para melhorá-las sempre, ajudará você a direcionar e ampliar o seu resultado. 

Estabeleça uma rotina de acompanhamento e quais dados precisa checar.

 

 

 

Estas dicas vão ajudar você a ampliar a sua rede e aumentar a sua visibilidade

Entretanto não se esqueça de 3 regrinhas básicas:

 

 

Cuidado com a ortografia – capriche no português, se possível peça para mais de uma pessoa revisar o seu perfil.

 

Seja honesto – não minta e não tente parecer ser quem você não. Também nunca ofereça algo que não possa cumprir ou com interesses “obscuros”. Trate as pessoas e os negócios com clareza e ética.

 

Cuide da sua imagem – as redes sociais devem refletir sua postura profissional no mundo real. Cuidado com discussões que ultrapassem o limite da cordialidade, brincadeiras ou temas impróprios para o ambiente profissional. Na dúvida, pense: você trataria o tema da mesma forma numa mesa de reunião? 

 

 

 

 

 

Para ajudar você a aprofundar no tema criei um curso 100% online e com investimento super, super acessível onde ensino todos os passos para:

 

Planejar sua atuação, construir um Perfil Campeão etapa por etapa, criar conteúdos e fazer pesquisas, interagir com a rede de forma eficiente e muito mais, de forma bem detalhada e prática.

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4 Passos Para Fazer Uma Transição de Carreira

Processo de transição de carreira - ilustração

 

Não importa o motivo, se é por insatisfação profissional, necessidade ou vontade de mudança:

 

Sempre há dúvidas sobre ter escolhido a profissão certa…

 

Neste artigo vamos abordar os seguinte assuntos para você que pretende mudar de carreira e melhorar a satisfação profissional:

 

  • O conceito sobre ter optado pela melhor formação profissional
  • A falta de tempo e a queda na qualidade de vida
  • Por que há desmotivação?
  • Falta de desafios
  • Processo de transição de carreira em 4 passos incríveis

Por que muitas vezes desejamos mudar de carreira?

 

 

São inúmeras as causas que levam as pessoas a desejarem uma transição de carreira, porém muitos não sabem como fazer a transição, por onde começar e nem qual o melhor caminho a seguir.

 

 

Neste artigo cheio de informações úteis e esclarecedoras conheça 4 passos fundamentais para o processo de transição de carreira.

 

 

Antes, entenda o começo de tudo

 

 

O modelo de carreira que muitos de nós seguimos até hoje é totalmente linear e oriundo da Revolução Industrial.

 

Ter uma boa formação, arrumar um emprego numa grande empresa, trabalhar 20, 30 anos na mesma área de atuação, com duas possíveis variações: ser especialista ou gestor.

Casar, ter filhos, trabalhar bastante para proporcionar o máximo conforto e educação para eles. Se aposentar e pensar em como viver o “resto da vida”.

 

 

Foi o sonho dos seus avós, dos seus pais e, passado de geração em geração, talvez tenha sido a sua primeira opção como roteiro para a vida feliz e bem sucedida.

 

 

Quem não ouviu histórias de garotos e garotas que são incentivadas a seguir carreiras conhecidas como “valorizadas”, no caso advocacia ou medicina, por exemplo, apenas por que a família deseja?

 

Mas não existe só um caminho do sucesso profissional.

 

E saber disso muda completamente a forma de lidar com os sintomas da insatisfação profissional.

 

 

Muitas pessoas estão infelizes e insatisfeitas nas suas carreiras e não sabem que é possível mudar de área de atuação a partir dos conhecimentos e aprendizados que já possuem.

 

Aliás…

 

Você sabe as causas e sintomas da infelicidade no trabalho?

 

Falta de tempo e queda na qualidade de vida

 

Uma das principais queixas de quem está infeliz na carreira atual é sobre a falta de tempo pra vida pessoal. Muita gente reclama de não ter mais tempo para a família e para os amigos.

 

Geralmente, são pessoas com uma carreira promissora, bem desenvolvida, muitas vezes com sucesso profissional, mas que acabaram perdendo a qualidade de vida, o convívio com a família, o auto-cuidado.

 

Pessoas que não encontram mais tempo para o lazer ou para uma atividade física. Em muitos casos, a saúde já está comprometida e a pessoa segue em ritmo alucinante de estresse e cansaço.

 

Pessoas que se enquadram neste item costumam, quando em estado avançado de desgaste, entrar em quadros de doença psicológica, como burnout, depressão e síndrome do pânico, ou problemas físicos, como aumento de pressão arterial, dores de estômago, falta ou excesso de sono.

 

Nesse caso, antes de uma transição de carreira, é preciso cuidar da saúde.

 

 

Desmotivação e o Piloto Automático ligado

 

Outra grande queixa é quanto a entrar no chamado “piloto automático”.

A pessoa não sente mais prazer, não sabe mais por que está ali, naquele cargo, naquela empresa, e torce para acabar logo o dia, ou a semana, para ir embora para casa.

 

Quem está no piloto automático não dá a mínima para o que faz e não sente interesse genuíno no trabalho e nas atividades cotidianas, não sente realização.

 

Tudo fica muito pesado.

 

Então, a pessoa acaba procrastinando, buscando realização e satisfação em outras tarefas particulares, ou fazendo coisas à toa, como navegar na internet sem foco e sem necessidade. Com isso, elas perdem produtividade e precisam ficar até mais tarde. Vira um ciclo quase sem fim.

 

Falta de Desafios e Oportunidades

 

Em outros casos, a pessoa sabe que está numa carreira que gosta, sabe que teve resultados bons, mas não enxerga mais os próximos passos, não vê chance de crescimento, desenvolvimento, não sabe se fez a escolha certa ou se era mesmo aquele caminho, apesar de já ter tido sucessos, ter resultados positivos.

 

Olha para frente e não enxerga se sua vida profissional continua por aquele caminho, que é a carreira que ela quer seguir.

 

 

Não importa o grau do desconforto que você esteja vivendo.

 

O importante é identificar que qualquer tipo de incômodo, por maior ou menor grau que ele venha, são sinais importantes.

 

Os incômodos são sinais de que tem alguma coisa errada que precisa ser mudada.

O incômodo é como se fosse uma ferida aberta. Então, é preciso olhar para essa ferida para buscar a cura. Para entender o porquê desse incômodo existir.

 

E por que muitas vezes as pessoas acabam travando nas decisões profissionais?

 
As escolhas de carreira são feitas por modelos e pelos caminhos mais fáceis ou conhecidos.
Na maioria das vezes, na hora de escolher uma profissão, acabamos escolhendo as carreiras tradicionais ou aquela profissão em que você já conhece alguém que trabalha naquilo, ou então a profissão do momento, a que paga bem.

 

Em geral fazemos a escolha profissional sem grande embasamento, na maioria das vezes, de uma forma muito precoce, num momento da vida que ninguém está ainda pronto.

 

Ilustração sobre o sonho de mudar de carreira que gosta

 

 

Neurológicamente, as pessoas ainda não estão prontas na adolescência para fazer escolhas, mas são obrigadas a tal definição (pense bem quando encontrar um adolescente e for perguntar pra ele o que ele quer ser quando crescer!).

 

E mais: só depois que iniciamos em determinada profissão é que iremos avaliar se gostamos ou não, se a realidade era aquilo mesmo que sonhamos (porque também existe uma lacuna enorme entre o sonho e o dia a dia profissional).

 
O que falta no Brasil e em muitos países do mundo é um preparo adequado para a escolha da profissão ideal. Mas enquanto não somos ainda eficientes nisso, saiba que sempre há tempo de mudar.

 

E, então, é muito comum as pessoas entrarem no famoso piloto automático, o famoso “tá ruim mas tá bom”.

 

É esse piloto automático que faz com que as pessoas se acostumem com uma coisa, mesmo que ela seja ruim. O piloto automático condiciona a seguir naquele caminho e a fazer o que todo mundo faz, achar normal a vida que se tem, sem questionar.

 

 

Você olha em volta e vê que está todo mundo feliz, vê que todo mundo faz algo parecido com o que você faz, o mesmo estilo de vida, as mesmas dificuldades.

 

Mesmo você se sentindo infeliz no seu trabalho, você percebe que todos seguem o mesmo caminho e você acha que não tem motivos para reclamar e se sentir infeliz. “Eu devo ser o errado, fora da curva”.

 

Mas o mundo gira… e cada vez mais rápido!

 

Sentir estes desconfortos na carreira – e os impactos que nossas escolhas profissionais trazem para a vida, tem muita ligação com as pessoas começarem a entender que, talvez, estes modelos de sucesso em vigor não sirvam para todos.

 

Que precisamos olhar muito mais para o que realmente faz sentido em nossas vidas e fazer adaptações conforme experimentamos viver, conforme as situações ocorrem.

 

Tem muita gente que vai fazer uma coisa e irá se sentir super-realizado com aquilo. E o outro, não. E tudo bem.

 

Porque as escolhas teriam que estar muito mais ligadas com quem somos do que com o que os outros esperam de nós.

 

Estar desconfortável, sentindo que algo poderia ser diferente, que poderia ser melhor, que poderia fazer algo novo, que poderia ter resultados diferentes, não é coisa de gente fracassada e que não está preocupada com a carreira.

 

Pelo contrário.

 

Essa preocupação é uma preocupação legítima de quem realmente está consciente, de quem se preocupa, de quem tem responsabilidade, de quem quer resultados.

 

Mas que deseja resultados que tenham a ver com quem se é.

 

 

Trabalho deve ser fonte de prazer e felicidade.

Não de sofrimento ou pura obrigação.

 

 

Mas, então, como fazer uma transição de carreira e buscar um trabalho que faça sentido?

 
 
Ilustração sobre como mudar de carreira, os processos
 

Veja aqui 4 passos para ter um adequado processo de transição de carreira

 

1. Pense em Novas Possibilidades

Faça as seguintes perguntas:

  • O que mais eu posso fazer?
  • No que mais eu posso usar as minhas habilidades?
  • As minhas experiências, os meus conhecimentos, as minhas relações todas. Onde mais eu posso aplicar isso?

Essa é a hora em que um engenheiro pode virar um assessor financeiro, porque ele entende muito de cálculo e tem facilidade com números, por exemplo.

 

2. Qual o Seu Propósito?

O meu propósito é o porquê eu faço alguma coisa.

Propósito não tem nada daquelas questões mágicas.

O propósito é por que eu faço o que faço.

  • Por que eu levanto de manhã e vou trabalhar?
  • Por que eu quero trabalhar?
  • Por que eu preciso desse dinheiro?

Busque estas respostas em você.

 

3. Valores Pessoais

  • O que é importante para você, de verdade?
  • Quais são as causas que te motivam?
  • Pelo que você briga? O que você realmente acredita?

 

Se o seu propósito não estiver alinhado ou seus valores estiverem sendo corrompidos, vai sempre ficar um sentimento de vazio, um sentimento de que falta alguma coisa.

 

 

4. Teste Uma Nova Ideia

Isso é uma questão muito forte, porém muitas vezes negligenciada até o limite. Muita gente deixa para testar a nova ideia em momentos de risco.

 

 

O Brasil é o país onde mais se fecham empresas nos primeiros dois anos.

 

As pessoas abrem empresas em situações vulneráveis, muitas vezes em pleno desemprego e sem reserva financeira – e elas não param de pé. Porque a pessoa abre o seu negócio sem o planejamento que precisava ou na hora em que não tem outra opção.

 

Sempre que possível, deve-se testar primeiro a viabilidade, testar se você gosta realmente daquilo, se a ideia realmente tem futuro, para então iniciar a mudança.

 

E como testar?

 

Cursos rápidos. Aqui, você já começa a ter interação com aquela nova realidade, com pessoas ligadas àquela atividade.

 

Networking. Começar a estreitar o networking na área onde quer começar a atuar. Comece a falar com pessoas que também tenham um negócio muito parecido com o que você quer criar. Estabeleça contatos.

 

Converse com pessoas da área. Se você quer mudar de profissão, converse com pessoas que estão na área nova. Converse com pessoas que vão te falar a realidade como está aquela área de atuação.

 

Inicie algo de forma paralela. De preferência, de formato pequeno. Veja se tem aceitação e se tem mercado aquilo que você quer fazer. Teste de uma forma menor e vá aumentando conforme os resultados aparecendo, ampliando o modelo.

 

 

Ilustração sobre o tempo no trabalho. Processos de transição de carreira

 

 Extra: assista ao webinário sobre a transição de carreira

E por que muita gente mesmo sabendo que as coisas vão mal, não mudam?

 

A maior parte das pessoas não muda por medo.

 

O medo impede a gente de realizar coisas novas, de mudar, de tentar coisas diferentes, de quebrar padrões.

 

Quantas vezes você queria fazer algo novo, ficou ensaiando, com medo e, quando fez, o ato aconteceu rápido, você conquistou, deu certo? Quantas vezes perdemos mais tempo com o medo do que com a execução?

 

O medo faz com que as pessoas se limitem o tempo inteiro. Elas se boicotam, se sabotam, atrasam sonhos e atrasam projetos.

 

O que não significa que não é preciso avaliar riscos. Tem sim que avaliar.

 

O medo deve servir para prevenir, não para limitar.

 

Faça um planejamento para tentar analisar esses impactos e riscos. 

Isso diminui o medo, mas você tem que entender de onde vem o medo, se ele é real e o que você pode fazer para prevenir os riscos.

 

 

Dessa forma, é possível passar pelo processo de transição de carreira de forma mais segura e eficaz.

 

Neste link tem um vídeo onde falo um pouco mais sobre Transições

 

 

Que muitas profissões estão com os dias contados, isso não é mais novidade. Algumas pessoas já sentem na pele a dificuldade para encontrarem uma vaga, uma oportunidade para continuarem fazendo o que sempre fizeram.

 

Haja vista a área de tecnologia. Existem inúmeras agências digitais e empresas correlatas que abrem oportunidades de trabalho para profissões que até poucos anos não existiam. O mercado está dinâmico, essa é uma nova realidade que também serve como portas oportunas para mudar de carreira que te satisfaça.

 

Aqui, lanço uma provocação: será que não é hora de se reinventar, de fazer algo diferente, algo novo, utilizando seus conhecimentos e experiências de outra forma? Com as mudanças acontecendo cada vez de forma mais acelerada, precisamos nos reinventar – seja na função atual, aprendendo e aplicando novos conhecimentos e habilidades, seja para mudar radicalmente.

 

 

E ainda temos mais um elemento: trabalharemos cada vez mais e precisaremos da renda e da ocupação saudável!

 

Xô aposentadoria, trabalharemos até os 70, 80, 90, 100 anos.

 

 

E não será fazendo a mesma atividade que fazemos hoje. Com este novo cenário, uma pessoa fará durante sua vida de 3 a 8 transições de carreira!!! Não importa qual a sua situação atual, pensar em transição de carreira é algo fundamental.

 

 

E você sabia que o coaching pode te ajudar a ter clareza e planejamento para uma transição mais tranquila e segura?   

 

 

Leia aqui mais informações 

 

 

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