Alta performance: como fazer seu time ter mais resultados?

Alta performance é um tema comum na pauta dos líderes, porém, não apenas de mais trabalho se vive um time.

 

É preciso saber aliar a performance individual com os resultados que a empresa precisa obter. Com isso, manter a saúde e o bem estar de cada integrante, para conquistar resultados contínuos e duradouros.

 

Quando o assunto é alta performance, o que muita gente tem dúvidas :

  • O que realmente é alta performance
  • Quais são os mitos e obstáculos à alta performance
  • Como formar um time de alto rendimento
  • Quais as formas de ajudar as pessoas a melhorarem sua perfomance
  • Onde colocar mais foco em resultados e eliminar obstáculos
  • Delegar efetivamente e desenvolver o time de forma contínua
  • Qual é o papel do líder 

 

Os estudos sobre psicologia positiva, aliados às boas práticas de gestão de pessoas mostram caminhos eficazes para os líderes:

 

Ferramentas e metodologias para elevar a performance mantendo o funcionamento otimizado individual , aumentando o engajamento e a motivação e fazendo com que o trabalho não seja fonte de stress ou tédio. 

 

Neste vídeo esta a aula completa sobre Alta Performance Humanizada:

 

 

Os passos fundamentais para alcançar a alta performance do time:

  • cada indivíduo usa a sua potencialidade, desenvolvimento e contribuição para conquistar o objetivo do grupo;
  • respeito aos processos da empresa – sem limitar a ação;
  • decisões e riscos compartilhados;
  • comunicação eficiente e feedback transparente;
  • gestão de conflitos eficiente;
  • comprometimento com tarefas e propósito;
  • desenvolvimento contínuo com foco no aprendizado;
  • confiança no líder e na empresa;
  • sistema de recompensa e reconhecimento justo;
  • clareza sobre objetivos e metas;
  • líder inspirador, que desafia e apoia o crescimento.

 

 

Se você quer desenvolver suas competências, ter destaque profissional e se preparar para o mercado em constante mudança, conheça nosso programa Liderança Essencial.

 

 

São tantas mudanças ocorrendo no mundo, que faz com que muitos líderes se questionem!

  • Qual estilo de liderança é o mais adequado?
  • É possível cuidar, motivar, engajar e desenvolver o time sem perder o foco nos resultados?
  • Como ser um líder inspirador e presente com tão pouco tempo, com tantas demandas e interfaces?
  • E não posso esquecer de mim, do meu desenvolvimento e metas profissionais e pessoais. Tem como?

 

Liderança Essencial não é apenas um curso.  É um programa de imersão online para o desenvolvimento de líderes para o novo mundo do trabalho.

 

Clique aqui e saiba mais

 

Liderança Essencial

 

 

Compartilhe!

Como recuperar a motivação da sua equipe

Como motivar a equipe da empresa? Como voltar a ter resultados?

 

Você sabe como motivar a equipe depois da crise? Se a equipe de trabalho (ou a empresa inteira!) está desmotivada, é possível resolver, retomando a motivação e o pique para os resultados?

 

Em tempos de crise interna na equipe, muitos se perguntam como voltar a ter resultados na empresa?

 

Se a sua equipe está desmotivada, descrente, há conflitos internos, uma verdadeira crise, não é hora de desistir. É perfeitamente possível contornar a situação e até mesmo fazer a equipe se tornar mais forte.

 

Sim, aqui você vai ter detalhes sobre como motivar a equipe de trabalho mesmo em situações adversas.

 

Quando um não quer, dois não brigam. Mas quando dois ou mais não querem, nem com briga resolve.

 

É comum vermos equipes ou até mesmo empresas com clima e resultados péssimos por um motivo: a equipe desistiu.

 

Quando a equipe desiste o primeiro sinal perceptível é a apatia. As pessoas perdem o interesse, a motivação, o entusiasmo. Não acreditam nos resultados, começam a ter atitudes reativas e pessimistas.

 

Um dos métodos para tentar evitar crise na equipe é fazer uma avaliação do clima organizacional dentro da sua empresa.

 

A avaliação adota e metodologias bem particulares para avaliar o grau de satisfação ou insatisfação da equipe,  e mais do que isso, aponta as principais queixas e motivos que desanimam a equipe.

 

Com tal diagnóstico é possível o gestor ou o RH da empresa solucionar o problema, seja adotando políticas práticas ou diálogo.

 

Mas quando a situação já saiu de controle, como motivar a equipe de trabalho novamente?

 

O 7×1 contra Alemanha na Copa do Mundo é um ótimo exemplo de quando a equipe joga a toalha.

 

Você se lembra do Brasil na Copa de 2014, aquele tenebroso 7×1? Lembre do time, durante o jogo, depois do primeiro, do segundo, do terceiro gol.

 

Motivação de equipe

Enxergávamos em alguns a vontade de ainda lutar, mas a maioria já havia jogado a toalha, desistido. Continuavam em campo, mas apenas faziam número.

Em muitas empresas esta situação é comum. Fofocas pelos corredores, trabalhos atrasados, aumento do absenteísmo e das horas extras, pedidos de demissão.

 

Vários são os sinais indicativos de que sua equipe desistiu do jogo.

Conheça os principais motivos críticos e de desmotivação na empresa

  • Situação financeira crítica;
  • Falta de comunicação e clareza entre a alta gestão e a operação;
  • Lideranças fracas, sem aceitação da equipe ou impostas;
  • Disputas internas entre gestores ou áreas, que impactam
  • Sentimento de injustiça causado principalmente por políticas desiguais ou falta de ação da empresa nas situações de assédio, discriminação e diferenciação entre funcionários em momentos de avaliação ou aumento salarial.
  • Benefícios melhores na concorrência, conhecidos entre os funcionários.

As consequências de uma equipe desmotivada

  • Queda nos resultados e na qualidade;
  • Falta de comprometimento – ausências injustificadas começam a acontecer e muitos se negam a trabalhar em horários extraordinários ou em atividades diferentes das habituais;
  • Conflitos internos e falhas na comunicação e atendimento ao cliente;
  • Queda no engajamento – as pessoas deixam de vestir a camisa, colaborar ou se enturmar. Em alguns casos, chega a haver baixa adesão em festas da empresa.
    Clima organizacional ruim;
  • Aumento de custos causado pelo descaso com matérias, equipamentos e estruturas.

 

Não dá pra usar um curativo pra curar uma fratura exposta. A primeira ação da empresa deve ser identificar e sanar ou minimizar a situação que causou o descontentamento geral.

 

É difícil até mesmo para o melhor líder mudar a situação. Trata-se de um processo intenso, sendo necessário trabalhar as questões emocionais e comportamentais de todos os envolvidos, com muita transparência e objetividade.

 

E o que faz as pessoas voltarem ao ritmo de jogo?

 

Saiba como motivar a equipe de trabalho, novamente

Podemos recuperar a equipe através de Motivação e Incentivo. Você sabe qual a diferença entre elas?

Resumindo de forma bem simples: Motivação é interna, pessoal, enquanto incentivo está ligado a elementos externos.

O que é Incentivo

É tudo aquilo que a empresa pode fazer e oferecer para que as pessoas se sintam reconhecidas e valorizadas. Exemplos:

  • Aumento salarial, bônus e prêmios;
  • Melhoria de ambientes, mobiliários e equipamentos;
  • Plano de cargos e salários;
  • Benefícios;
  • Oportunidades de crescimento profissional;
  • Cursos e programas de desenvolvimento;
  • E muito mais.

O que é Motivação

Motivação depende da interpretação de cada indivíduo não apenas quanto às mudanças realizadas mas também quanto às suas próprias expectativas de vida e carreira e interpretação dos fatos.

Por isso, não adianta implantar um único incentivo e esperar que toda a equipe reaja da mesma forma.

O que é positivo para um, pode ser negativo para outro, como por exemplo: oferecer como incentivo um curso no final de semana será ótimo para o funcionário que busca este desenvolvimento, e ao mesmo tempo, péssimo para outro que está com algum problema pessoal ou com filhos pequenos, que necessitam da sua presença no final de semana.

 

Em geral, as pessoas buscam um trabalho que também supra suas necessidades pessoais. Não existe mais aquela história de “separar profissional e pessoal”.

 

A carreira é uma parte de quem somos.

E a garantia de profissionais motivados e engajados acontece quando existe no trabalho a possibilidade de crescimento profissional, no ritmo adequado, que propicie a realização dos sonhos e anseios pessoais, mantendo a qualidade de vida.

 

As pessoas precisam se sentir desafiadas a crescer, recompensadas pelo esforço e reconhecidas por seu avanço e participação.

 

Existem mil formas de realizar isso, mas, em todas, só se faz bem feito olhando para cada um como indivíduo, de forma empática e humanizada.

 

E esse é o papel do líder. Aliás, você sabe a diferença entre ser chefe, líder e gestor? Recomendo a leitura deste artigo para ter melhor sucesso na liderança da equipe da sua instituição.

 

Para as empresas, nada de fórmulas mágicas: Resolver os problemas internos, ter clareza em suas relações e objetivos claros minimiza muitos problemas.

 

E assim esperamos ajudar a resolver o problema de muitos gestores no Brasil: voltar a ter resultados na empresa com o fortalecimento da equipe.

 

Clique aqui e conheça nosso programa para desenvolvimento de competências: Liderança Essencial

 

Liderança Essencial

Compartilhe!

Liderança: o que mudou nos últimos tempos e como se preparar

“Manda quem pode e obedece quem tem juízo”. Essa frase antiga traz com ela uma ideia do que era a liderança tempos atrás.. 

 

Afinal, o gestor era aquele que dizia aos trabalhadores o que e como realizar cada um dos processos da empresa, controlando de perto o trabalho e punindo no caso de erros. Ainda tem líder que age assim, mas estão com os dias contados.

 

O mundo passou por diversas transformações e hoje estamos na chamada Era do conhecimento, da informação. Para se manterem competitivas, as empresas precisam de líderes com outro perfil, mais relacionado às competências comportamentais como inteligência emocional e capacidade de influenciar do que com a capacidade de controlar os trabalhadores. 

 

Se isso já acontecia, com a pandemia esse cenário se acentuou:

 

Líderes sedentos de controle foram afastados fisicamente dos seus colaboradores e não param de se questionar: e agora, como mantenho a produtividade? Como controlo tudo sem supervisionar de perto?

 

Um mundo diferente exige lideranças diferentes

Como a liderança mudou nos últimos anos

 

Há muitos anos o mundo passava pela sua primeira revolução industrial. Quando aconteceu, ela trouxe grandes transformações para as empresas, economia e a sociedade da época. Foi a partir dela que as máquinas ocuparam espaço dentro das fábricas e os trabalhadores se tornaram mais produtivos. 

 

 

 

Essa Era industrial, impulsionada pela primeira e, depois, segunda revolução, foi o que possibilitou a ascensão de empresas como a Ford. Ela foi considerada inovadora na época, por causa das suas linhas de produção, esteiras de montagem e o famoso Ford T. Tanto que o modelo de produção da Ford — o famoso Fordismo — se espalhou pelas empresas de todo o mundo.  

 

Nesse contexto, o líder era aquele que melhor controlava os tempos e processos dos trabalhadores. Era necessário observar a produção de perto para garantir que tudo sairia como planejado. O líder era, na verdade, não um gestor, e sim um fiscal do trabalho. E as pessoas eram “parte da máquina”. 

 

A Era industrial não foi totalmente superada, mas devido, principalmente, à Revolução Tecnológica dos últimos anos , à chegada da internet e a introdução dos conceitos sobre humanização do trabalho, a sociedade e as empresas passaram por grandes transformações. 

 

Ouvimos falar sobre a chegada do mundo  VUCA, acrônimo em inglês para volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade, características do mundo pós-guerra fria, quando o termo foi criado pelo Exército dos EUA.

Outros autores, como é o caso de Drucker, dizem que vivemos na Era do Conhecimento, momento no qual o conhecimento se torna um grande diferencial nas organizações. 

 

 

Independente do nome dado, o fato é que o mundo mudou. 

Nesse novo contexto, as organizações precisam se modificar, se reinventar, para continuar existindo e se manter competitivas. É preciso atender às novas demandas do capital financeiro e humano, investindo em tecnologia, inovação e se tornando mais eficientes e eficazes.

 

Com isso, a liderança também precisa se modificar, assim como relação entre líderes e liderados. 

 

O que significa ser líder na atualidade?

Diante desse novo cenário, diversos autores da administração passaram a discutir o conceito de liderança. Afinal, o que é ser líder no mundo atual? 

 

Um deles é Peter Drucker, que foi professor na Universidade de Nova York por mais de 21 anos e consultor em gestão de empresas como a IBM, considerado o pai da administração moderna. 

 

Visionário, Drucker escreveu o livro “O Líder do Futuro”, no qual expõe sua pesquisa sobre o tema. Segundo ele, o líder precisa desenvolver competências específicas para atuar nos ambientes atuais, de sucessivas mudanças e instabilidade. Essas competências são mais subjetivas do que técnicas, relacionadas à empatia, disposição para correr riscos e capacidade de trabalhar sobre pressão.

 

Além disso, o líder precisa entender quais ele possui e quais precisam ser desenvolvidas por um trabalho de autoconhecimento prático: identificar no que pode melhorar e estabelecer ações para mudança. 

 

Completando o pensamento de Drucker, outros autores indicam o perfil de líder guia, que sabe influenciar e é seguido, pois oferece soluções completas, de forma empática porém assertiva. A liderança atual é um processo de confiança, respeito e dedicação, um vínculo entre os líderes e liderados que compartilham um objetivo em comum. 

 

Portanto, enquanto, no passado, os líderes eram aqueles que controlavam, tomavam decisões sozinhos e apenas diziam aos trabalhadores o que deveria ser feito, na atualidade as necessidades são outras e, por isso, o líder deve ter outro perfil. Ao invés de comandar, o líder é quem gera confiança, certeza, coragem, força, ação, convicção, método e otimismo. 

 

Nesse aspecto, voltando a Drucker, o autor afirma que líderes natos podem até existir, mas não são eles que fazem a diferença. Afinal, a liderança pode e deve ser aprendida, sendo baseada na responsabilidade, orientação para resultados e capacidade de se tornar um exemplo para os liderados. 

 

Liderança na atualidade: novas competências em jogo

 

Agora que você já tem um panorama sobre as mudanças no mundo e no papel do líder, é hora de entender quais são as principais habilidades que um líder nesse novo contexto deve possuir. Algumas  delas: 

 

  1. Inteligência emocional

O conceito de inteligência emocional foi criado por Goleman, em 1998. Segundo ele, esse é um dos principais elementos necessários para que uma pessoa atinja o sucesso profissional, sendo essencial para os líderes da atualidade. Essa inteligência se refere à capacidade que uma pessoa possui de controlar os seus próprios sentimentos e identificar os sentimentos das pessoas ao redor, buscando as melhores ações para solucionar os problemas do dia a dia. 

A inteligência emocional é formada por 5 características: autoconsciência, autodomínio, automotivação, empatia e habilidades sociais.

A combinação desses cinco elementos permite que o líder desenvolva habilidades para além da inteligência emocional, como a comunicação, autoconfiança e capacidade de inspirar o grupo de coordena. 

 

  1. Comunicação 

Outra habilidade essencial para o líder da atualidade é a comunicação clara e objetiva. O líder precisa ser capaz de organizar as suas próprias ideias e passá-las para o grupo. Porém, a comunicação é uma competência que ainda vai além da transmissão de informações. 

O bom líder não é aquele que manda, mas aquele que sabe ouvir e isso está muito relacionado à capacidade de comunicação e transparência desse profissional. O líder precisa saber escutar as demandas dos trabalhadores, entender quais são os obstáculos e conflitos do grupo e, a partir disso, buscar as melhores soluções.  

 

  1. Flexibilidade

O mundo VUCA é, como o próprio nome já diz, bastante instável. Uma empresa que está no topo hoje pode, amanhã, sofrer um revés e precisar se adaptar a uma nova realidade. 

 

É por isso que a flexibilidade é outra habilidade essencial para o líder moderno. É preciso saber se adaptar à essas mudanças e, inclusive, entender como prevê-las para se preparar. Além disso, o líder precisa estimular a flexibilidade no grupo de coordena, garantindo que os trabalhadores também saberão se adaptar às mudanças do mundo atual. 

 

Junto com a flexibilidade falamos sobre o conceito de Lifelong Learning: entendimento que nunca estamos 100% prontos, que todo mundo tem algo a aprender, enquanto passa pelo processo de desaprender – se libertar do que não serve mais. E pra isso, haja flexibilidade! 

 

  1. Coerência 

Poucas pessoas falam sobre a habilidade de ser coerente, mas saiba que ela é essencial para o líder da atualidade. Em um mundo cada vez mais incerto, os trabalhadores precisam de uma âncora, um porto seguro, para realizar as atividades com tranquilidade. O líder deve ser essa âncora, e isso é feito por meio da coerência entre suas ações e valores que proclama. 

Isso significa que o líder deve ter clareza dos seus valores, princípios e ser fiel a eles. As suas ações devem refletir essas crenças e ele precisa ser coerente, ou seja,  ter um padrão de ação diante de situações semelhantes. 

 

  1. Orientação para resultados

Por fim, o líder que realmente faz a diferença em uma empresa é aquele que é orientado para resultados. Mas, o que isso significa? 

Ser orientado para resultados significa que você valoriza o resultado efetivamente gerado pelo trabalhador, sendo imparcial em relação às diferenças individuais e preferências dos membros do time. Dessa forma, o líder deve ter controle sobre a missão e metas da organização, monitorando desempenho e resultados, ao invés de monitorar tempo de trabalho da equipe, por exemplo. 

 

Os resultados não podem jamais ser deixados de lado. Mas o COMO buscá-los é cada vez mais importante pois está diretamente ligado a sustentabilidade e imagem do negócio, não apenas a uma entrega pontual e sim como  o time consegue entregar e se desenvolver, de forma ética e consistente, no decorrer do tempo. 

 

 

O mundo mudou e, com ele, o papel do líder também se transformou. Para ser um líder de sucesso no contexto atual é importante que você entenda quais são essas transformações as principais habilidades que você deve desenvolver para se adequar a elas.

 

Quer continuar se desenvolvendo?

 

Aqui você encontra um vídeo + artigo sobre

Modelo de Liderança: qual o mais efetivo para o cenário atual?

 

 

 

Compartilhe!

Precisamos diminuir o estresse

Diminuir o estresse é uma necessidade urgente. Trabalho remoto (ou a falta dele), pressão por resultados e desenvolvimento, acúmulo de tarefas, comparação e autocobrança, isolamento social, incerteza sobre o futuro, mudanças bruscas, perdas das mais variadas.

 

Quando olhamos para o que chamamos de fatores estressantes, situações que levam as pessoas a estarem esgotadas, é fato: estamos vivenciando um momento ímpar e que trará um impacto brutal quanto à saúde mental.

Dados da pesquisa publicada pelo LINKEDIN no dia 28 de maio de 2020 buscando entender os efeitos do trabalho remoto durante a quarentena e como isso impacta a saúde mental do profissional brasileiro:

  • 62% dos profissionais que estão trabalhando em casa se sentem mais ansiosos e estressados.
  • 30% sentem mais estresse pela falta de momentos de descontração.

Buscando entender os efeitos do trabalho remoto durante a quarentena, lançamos uma pesquisa inédita que apresenta como isso impacta a saúde mental do profissional brasileiro.

Posted by LinkedIn on Thursday, May 28, 2020

 

Nem precisamos de pesquisa. Sábado, 23h da noite. Foi a hora que eu encontrei para escrever este texto, após um dia de trabalho doméstico, ajudar nas lições de casa das filhas, fazer 2 reuniões e um relatório. E isso porque tenho bastante apoio, filhas e marido participam ativamente das atividades de casa, e mesmo assim, a jornada está puxada.

 

Quando olhamos a situação daqueles que somam ao trabalho e preocupação cuidar de filhos pequenos ou parentes mais idosos, o acúmulo de tarefas é devastador. Somente esta semana duas clientes relataram ter tirado os filhos pequenos da escola: não deram conta do home schooling, acharam melhor perder o ano do que incorporar um sofrimento a mais para todos.

 

Cada qual com suas dificuldades e adaptações, o ponto é:

 

Vivemos um momento perigoso de aumento do estresse.

Estamos sobrecarregados e exaustos.

 

Antes de seguirmos, vamos entender um pouco mais sobre esse tão famoso estresse.

O estresse é uma reação do organismo, com impactos físicos e emocionais, que ocorre quando nos deparamos com demandas de uma determinada situação que ultrapassam a nossa capacidade de adaptação, quando estamos diante de um evento que nos impõe um desafio maior do que estamos acostumados.

 

Entendendo a Lei de Yerkes-Dodson para diminuir o estresse

 

Segundo a lei de Yerkes-Dodson, desenvolvida em 1908 pelos psicólogos Robert M. Yerkes e John Dillingham Dodson e representada na imagem abaixo, o desempenho aumenta com a excitação fisiológica ou mental, mas apenas até certo ponto. Quando os níveis de excitação se tornam muito altos, o desempenho diminui.

 

 

Podemos dizer que o estresse em seu primeiro momento, de forma positiva, nos tira da zona de conforto e faz o organismo produzir adrenalina, o que nos dá energia e eleva a nossa produtividade e performance:

  • ficamos mais vigorosos
  • ficamos mais concentrados, com mais atenção
  • acelera o metabolismo
  • dispara a criatividade

A questão é a quantidade do que chamamos de agentes estressores, aquilo que está provocando a mudança e como nós reagimos a estes estímulos externos.

 

Trazendo a lei de Yerkes-Dodson para o momento atual: No início da pandemia nosso cérebro foi hiper estimulado a buscar soluções para a crise e mudanças necessárias. A maioria de nós deu conta de tudo. Mas estas mudanças estão nos levando para o excesso, para a exaustão.

 

E pelo que tudo indica, as mudanças e adaptações não vão parar por aqui.

 

O relaxamento do isolamento social traz novas preocupações e mudanças:

  • Cuidar da saúde: nossa, da nossa família, dos clientes e funcionários.
  • Cuidar do financeiro;
  • Adaptar a rotina, inclusive com o retorno de profissionais ao trabalho que possuem filhos, em que as escolas não voltaram;
  • Adaptações dos modelos de trabalho e dos negócios ao novo cenário.
  • A instabilidade econômica e política…

 

E quando relaxaremos a curva do estresse?

Esta preocupação não é apenas nossa. Nos Estados Unidos a Associação Psiquiátrica Americana (APA) enviou uma carta em 13 de abril ao Congresso notificando que conforme pesquisa da associação “mais de um terço dos americanos (36%) afirmam que o coronavírus afeta seriamente sua saúde mental”.

 

Na China, de acordo com uma pesquisa divulgada pela revista científica The Lancet, após o período de isolamento durante a epidemia, 30% das pessoas tiveram sintomas de estresse pós-traumático e 31% foram diagnosticadas com depressão.

 

 

Diminuir o estresse ainda não é nossa prioridade.

No Brasil ainda estamos mais preocupados (ou alarmados) com o agente estressor – a pandemia e a crise que veio com ela – do que com os impactos.

 

Porém algumas empresas já estão implantando ações preocupadas com a saúde mental de seus colaboradores, como o caso da siderúrgica Gerdau, que ampliou seu programa +Cuidado desde março para que a rede credenciada de psicólogos realize sessões via teleatendimento. O programa da empresa prevê atendimento de saúde, social, financeiro e jurídico para os funcionários e seus dependentes.

 

Este é o caminho que muitas empresas estão seguindo: disponibilizar apoio em saúde mental, seja através da própria equipe de saúde, contratando profissionais dedicados ou negociando junto aos planos de saúde contratados.

 

Outras ações que eu já acompanhei e que você pode implantar aí no seu trabalho

para diminuir o estresse ou controlá-lo:

  • Concessão de day off: um dia livre na semana, para as pessoas descansarem ou cuidarem das atividades domésticas;
  • Programas de bem-estar e saúde mental online;
  • Programas de apoio psicológico e de saúde para profissionais que estão em atividades operacionais e suas famílias;
  • Projetos sociais voluntários entre os colaboradores;
  • Canais de escuta para os colaboradores poderem falar sobre seu dia-a-dia e dificuldades;
  • Programas para aumento da interação e empatia entre os colaboradores
  • Implantação de rede de apoio remota durante o isolamento, entre os próprios colaboradores.

 

Na minha opinião uma questão precisa ser vista, nas empresas e por nós profissionais:  a redefinição de prioridades, forma e jornada de trabalho.

 

À partir do momento em que fica claro que não daremos conta de tudo ou mudamos o ritmo de trabalho ou teremos que escolher entre trabalho e saúde, trabalho e família, trabalho e vida.

 

Algumas pessoas vivem na linha da subsistência e não podem se dar “ao luxo” destas escolhas. Outras, pensarão seriamente sobre o que estão fazendo da vida, mesmo que esta escolha leve a queda do padrão de vida.

 

Ganhamos um grande chacoalhão da vida.  Precisamos ter mais consciência sobre o que estamos fazendo hoje para que este pós pandemia não seja ainda mais nocivo do que a crise em si.

E esta preocupação precisa ser de todos nós: profissionais, gestores, empresários, sociedade como um todo. Se passarmos por este momento igual entramos, não teremos aprendido boas lições.

 

12 dicas para ajudar a diminuir o estresse:

  • Tenha clareza sobre os agentes estressores – situações, pessoas, pensamentos, notícias – e tente diminuí-los sempre que possível.
  • Nossos pensamentos podem piorar a situação: viva um dia de cada vez, com foco no que você tem ação. Pensar em possibilidades ruins só irá piorar o quadro.
  • Alimente-se bem e dê preferência a alimentos naturais (não industrializados).
  • Descanse quando possível: na hora do cansaço perdemos foco e produtividade, tente fazer pausas durante o dia e dormir bem à noite.
  • Cuide das suas emoções.
  • Tenha uma válvula de escape: uma atividade prazerosa que eleve sua energia.
  • Faça atividade física. Mesmo em espaços pequenos, tente caminhar um pouco e se esticar algumas vezes ao dia.
  • Pratique atividades de meditação e relaxamento para diminuir o estresse.
  • Defina prioridades e diga não. Muitas vezes nos sobrecarregamos por achar que precisamos dar conta de tudo.
  • Tenha uma lista de tarefas do dia. Isso ajudará a ter foco e prioridades.
  • Busque ajuda. Você não está sozinho nessa.
  • Mantenha a esperança e faça planos. Acreditar em dias melhores fará com que seus pensamentos fiquem mais positivos.

E dias melhores virão. Precisamos chegar sãos e salvos neles.

 

Se você quer se preparar para transformações que vem pela frente no mundo profissional, acesse este conteúdo clicando aqui.

 

Também apoiamos empresas com treinamentos e programas online saiba mais clicando aqui.

 

Compartilhe!

Vai reclamar da carreira ou vai resolver?

Reclamar da carreira é algo comum para você ? Se Deus deu a vida pra cada um cuidar da sua, e a carreira, é problema de quem? Do seu líder, da empresa, dos seus pais? Nada disso. A carreira também é problema nosso. Meu, seu, de cada um. 

 

Aí mora um problema: nossa cultura em grande parte responsabiliza empresas e empregadores pela evolução profissional (ou falta dela).

 

Olhe para o lado e verá um monte de pessoas que só fazem cursos quando a empresa paga e agenda, seguem o rumo que o líder define, fazendo / estudando apenas o que cabe dentro da área ou empresa (e ficando muitas vezes defasado para o mercado ao sair daquela empresa).

 

Antes de seguirmos falando sobre carreira, é bom alinharmos: Você saber qual é a diferença entre trabalho, emprego ou carreira?

Neste vídeo eu explico:

De forma bem simples, conforme disse o consultor em Max Gehringer:

 

“Ter um emprego é o que garante o seu natal deste ano, enquanto ter uma carreira garantirá o seu natal por muitos e muitos anos.”

 

 

A carreira é algo que se constrói e da qual colhemos frutos por longo período. Exige dedicação, planejamento, construção de conhecimentos, habilidades, resultados, imagem, relacionamentos, que citarei como conquistar durante o texto.

Não basta reclamar da carreira

Vamos voltar um pouco no tempo para entender por que a maioria das pessoas tem dificuldade com a gestão da sua carreira? 

Revolução industrial:

Durante e logo após a 2a guerra mundial houve a necessidade do aumento da produção de insumos nas fábricas. O modelo fordista, sucesso na época e até pouco tempo atrás, exigia profissionais especialistas e dedicados.

 

Cada profissional se formava em algo específico e trabalhava durante 30 anos na mesma fábrica, área, posição. Fazendo exatamente a mesma coisa durante esse período.

 

Formação:

No Brasil, a principal formação profissional das pessoas, principalmente até o começo dos anos 2000 era provido pelo governo e instituições empresariais, que formavam mão de obra especializada para suprir demandas produtivas das empresas.

Nosso mercado era fechado, não tínhamos internet até pouco tempo atrás e o acesso a idiomas também não era algo obrigatório, poucos usavam. Era bem mais fácil seguir assim, fazendo o que demandavam e sem questionar, afinal, era um modelo que estava dando certo para muita gente.

 

Diversidade:

Até poucos anos atrás eram poucas as variáveis entre os cursos superiores. Saímos de centenas de opções de cursos até final dos anos 90 para milhares de opções nos últimos anos, como os cursos tecnólogos. Cuidar da carreira significava fazer um curso técnico ou superior e ele se bastava durante toda sua trajetória.

 

Se o cenário até final dos anos 90 era esse, formando especialistas para ocupar posições fixas nas fábricas, e hoje?

 

O mundo mudou e pra gente basta: se adaptar ou reclamar da carreira (ou da falta dela).

O que você prefere?

 

O mundo VUCA (volátil, incerto, complexo, ambíguo) pede tomada de decisão rápida, atualização constante (life long learning, já ouviu falar sobre isso?) desenvolvimento comportamental (as famosas soft skills), construção de relacionamentos, cuidado com imagem incluindo uso de redes sociais (como o LinkedIn, que muitos ainda resistem). 

 

 

Só diploma e resultados já não dizem muita coisa. 

 

E agora? Vai reclamar da carreira ainda?

Quer um lenço ou uma solução? 

 

Enquanto você chora e pensa sobre o que fazer alguém está se desenvolvendo e agarrando uma oportunidade. 

 

Assumir sua carreira será seu grande trunfo. Aqui, leia: planejar, executar, ajustar. O famoso PDCA aplicado à sua carreira.

 

Nos processos de planejamento e desenvolvimento de carreira que faço, seja para profissionais que me procuram ou em processos dentro de empresas, utilizo a metodologia que desenvolvi chamada Planejamento Estratégico Profissional 2C2R.

 

Aqui as diretrizes para você começar a fazer o seu:

 

Passo 1 – Pra onde vai a sua carreira? 

Imagine que você está dirigindo um carro. Olhar pra frente é fundamental: aonde você quer chegar, quais são seus objetivos. Numa viagem longa, não adianta planejar cada etapa e na carreira é a mesma coisa, logo, estabelecemos duas marcas: curto prazo – objetivos para 1 ano e médio prazo, objetivos para 2 a 5 anos.

 

Não esqueça de alinhar seus objetivos com sua vida pessoal, que seriam as paradas no caminho para comer, ir ao banheiro, esticar as pernas. Suas necessidades pessoais precisam ser previstas e respeitadas no planejamento.

É preciso também olhar para o caminho que já percorreu, sua trajetória. Ficará mais fácil saber se o que você planejou é viável ao olhar o que você já construiu.

 

Passo 2 – Resultados 

Quais serão os marcos que você irá conquistar? Definas os seus resultados a serem conquistados, as métricas do seu sucesso e ascensão profissional. Podem estar ligados à questões financeiras, títulos, pessoas impactadas, negócios realizados, etc. 

 

Passo 3 – Conhecimentos 

Lembre-se que o novo mundo pede estudo contínuo e nem só de longas formações se faz um bom profissional, aliás, o conhecimento não necessariamente vem acompanhado de um certificado. Claro que você pode estabelecer cursos a serem feitos, mas inclua também leituras e conhecimentos práticos: seja voluntário, participe de grupos, discussões, fóruns.

Insira em seu planejamento os temas e conteúdos que precisa aprender, mês a mês.

 

Passo 4 – Comportamentos 

As soft skills dizem respeito ao “como” você executa suas atividades e busca seus resultados. Algumas competências são fundamentais, como inteligência emocional, comunicação, liderança (desatrelado ao cargo, e sim, ligado à postura profissional proativa), relacionamento interpessoal.

 

Segundo o Fórum Econômico Mundial 10 competências são fundamentais para os profissionais manterem-se atualizados, são elas. 

  • Resolução de problemas complexos
  • Pensamento Crítico
  • Criatividade
  • Gestão de Pessoas
  • Coordenação (de times, tempo, atividades, prioridades, projetos)
  • Inteligência Emocional
  • Capacidade de tomada de decisão
  • Orientação para servir e colaborar
  • Negociação
  • Flexibilidade Cognitiva

 

Liste os comportamentos que você precisa desenvolver e perceba no dia a dia quais comportamentos estão prejudicando sua atuação profissional e coloque-os no seu planejamento. A cada mês, dê ênfase na mudança de um comportamento, estabelecendo ações práticas e estudo conceitual sobre ele. A prática diária, aliada à conscientização e disciplina é que levarão à mudança comportamental.

 

Passo 5 – Relacionamentos 

Pare de reclamar do QI (quem indica) e aprenda a cultivar relacionamentos. Interaja com pessoas da sua área de atuação, frequente eventos, esteja disponível. No planejamento, inclua no mínimo uma ação mensal para cultivar e fazer relacionamentos profissionais, pode ser um café com um colega de longa data ou ir à um evento novo.

 

Passo 6 – Imagem 

Não adianta ser bom, ter estudado muito e ninguém saber disso. Imagem profissional diz respeito à como as pessoas te veem.

Aqui tem um lembrete: quem não é visto não é lembrado.

 

A sua imagem profissional está ligada aos temas que domina e aborda, como se apresenta, como trata as pessoas. Não crie um personagem que não se sustenta em público.

 

Defina como você quer ser visto e invista em dar visibilidade a esta imagem profissional. Uma forma simples é através de plataformas online, como o LinkedIn, a maior plataforma profissional do mundo e ainda hoje renegada ou mal usada por muitos. 

Cuidado também para não reclamar da carreira ou falar mal do empregador nas redes sociais, pode ser mal visto!

 

4 tópicos simples para usar o LinkedIn no fortalecimento da imagem profissional:

  • Seu perfil, sua imagem: invista tempo no seu perfil, mantenha-o atrativo e atualizado
  • Faça postagens: fale sobre o que sabe, faz, estuda. Perca o medo de se expor, sua carreira quer essa interação.
  • Fale com as pessoas: estabeleça conversas através dos comentários ou inbox. Sobre o que falar? Mais uma vez: sobre o que você faz, estuda, sabe. Contribua e aprenda.
  • Expanda seu networking: sim, adicione pessoas que você não conhece! Uma dica é procurar profissionais que trabalham nas empresas e cargos que você sonha estar, aprenda com eles!

 

Bom, nada disso tem sentido sem uma palavra que parece batida mas que faz falta pra muita gente: autoconhecimento! Se você não tem clareza sobre você, seus potenciais e limitações, ou se não sabe como mudar esse cenário, peça ajuda!

 

Não precisamos saber tudo, mas podemos ter a iniciativa de correr atrás das respostas ao invés de sentar e chorar ou reclamar da carreira.

 

 

 

 

Depois do planejamento feito, é hora de acompanhar, mês a mês, a sua evolução. Ajuste as metas, inclua novos itens, siga evoluindo. Lembre-se: a carreira é sua e você é o maior interessado em sua evolução. 

 

Pare de reclamar da sua carreira e faça algo para mudar!

 

 

Tenho 2 formas de ajudar profissionais, caso você precise de apoio.

 

Processo completo de coaching / mentoria + análise de perfil + acompanhamento = informações aqui

 

E através do Check-up Profissional, um programa online e personalizado que inclui:  análise de perfil profissional com relatório, sessão de mentoria online + material de planejamento de carreira. Aqui tem as informações.

 

 

 

Compartilhe!

Como parar de procrastinar e cumprir suas metas de ano novo

Você quer parar de procrastinar ? Entra ano sai ano e a lista de metas continua igual, você segue protelando decisões, comprometendo seus resultados e até mesmo a sua saúde?  

 

Neste vídeo eu falo sobre o porquê disso acontecer e ensino alguns passos simples e eficazes para você:

 

  • Estabelecer metas mais assertivas e realistas;
  • Entender se estas metas realmente fazem sentido para você;
  • Refletir sobre o processo, o caminho até o resultado;
  • Analisar o que te sabota ou impede de continuar firme.

Parar de procrastinar e conseguir resultados é questão de decisão e apoio.

 

A decisão é sua. Para o apoio, conte comigo.

 

Logo abaixo do vídeo tem materiais de apoio para você.

 

Assista e aplique já na sua vida e carreira. 

 

Aqui um material gratuito: MEU ANO INCRÍVEL

( CLIQUE AQUI PARA BAIXAR)

Vídeo-aula + ferramenta para você traçar seus objetivos e metas, transformando sonhos em realizações.

 

 

 

Quer minha ajuda para planejar e definir os próximos passos da sua carreira?

 

Conheça o programa Check-up Profissional

 CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS

 

Um diagnóstico sobre seu momento atual + sessão de mentoria online para avaliar o que precisa ser ajustado, quais resultados você pode conquistar e o que fazer para chegar onde você sonha. 

 

Conte com meu apoio para trazer mais clareza e assertividade em sua trajetória.

 

A carreira é parte importante da vida. Através da carreira realizamos nossos sonhos, damos segurança e conforto para a família, garantimos nosso bem-estar e finanças em dia. Se a carreira vai mal, é sentida em todas as áreas da vida.

 

Por isso é muito importante contar com uma profissional experiente e comprometida com seus resultados.

 

 

 

Ainda tem dúvidas? 

 

Leia o que o Igor Brant, professor, falou sobre o processo:

 

Estava desapontado e aliviado com a demissão de uma empresa que já não fazia sentido para mim, me via querendo fazer algo de forma diferente, seguir um caminho de maior satisfação pessoal e de maior impacto social mas não sabia como, onde, quando e porquê. 

Estava cheio de ideias, mas sem saber por onde começar, desperdiçando muita energia e esforço em várias coisas, sem avançar em nenhuma.

O pessimismo e a sensação de incapacidade me acompanharam por muito tempo da minha vida, achava, lá no fundo, que sempre tinha alguém melhor do que eu merecendo estar onde eu apenas almejava.

Durante o processo com a Lilian, ela me ajudou a me redescobrir como pessoa capaz de mudar o mundo à minha volta e trabalhar naquilo que faz sentido para mim.

Desenvolvi mais foco naquilo que me fortalece e nos objetivos que quero alcançar. Aprendi estratégias para conseguir cumprir as metas que estabeleci de forma mais consistente. Entendi melhor que sou eu profissionalmente e pessoalmente e como alinhar esse meu eu com aquilo que preciso fazer. Até comprei um quadro para anotar o que precisa ser executado e me organizar melhor!!! (logo eu que sou alucinado com tecnologia).

Foi, e ainda continua sendo, uma experiência ótima todo o processo.

 

**** Aqui usamos cases e pessoas reais. Como eu e você.

 

QUERO SABER MAIS SOBRE A MENTORIA CHECK-UP PROFISSIONAL

 

 

Compartilhe!

5 passos para ter sucesso ao mudar de carreira

Você já pensou em mudar de carreira?

Não importa o motivo, se é por insatisfação profissional, necessidade ou vontade de mudança, dúvidas sobre ter escolhido a profissão certa, vontade de fazer mais do que já fez até aqui ou até mesmo o desejo de empreender.

 

São inúmeras as causas que levam as pessoas a desejarem mudar de carreira.

 

Porém muitos não sabem como fazer, por onde começar e muito menos o caminho a seguir.

 

Junto a isso, mudar traz inseguranças, dúvidas. Eu já fiz uma transição de carreira, saindo de um cargo corporativo para empreender e sei como você deve estar se sentindo. 

 

O começo de tudo  

 

O modelo de carreira que muitos de nós seguimos até hoje é totalmente linear e oriundo da Revolução Industrial.  Ter uma boa formação, arrumar um emprego numa grande empresa, trabalhar 20, 30 anos na mesma área de atuação, com duas possíveis variações: ser especialista ou gestor.

 

Casar, ter filhos, trabalhar bastante para proporcionar o máximo conforto e educação para eles. Se aposentar e pensar em como viver o “resto da vida”.

 

Foi o sonho dos nossos avós, dos nossos pais e, passado de geração em geração, talvez tenha sido a sua primeira opção que vimos como roteiro para a vida feliz e bem sucedida.

 

 

Só que no meio do caminho muita coisa mudou.

 

O mundo, a gente, nossos conceitos sobre carreira e sucesso.

 

Vimos que não existe só um caminho para o “sucesso profissional”. E depois de observar a última geração, em sua maioria workaholics e obcecados por resultados, refletimos: precisamos melhorar a qualidade de vida, harmonizar as coisas.

 

O propósito passou a falar mais alto!

 

Ter essa compreensão, de que a vida pode ser muito mais e que também viveremos muito além do que nossos ancestrais, e com outras preocupações, muda completamente a forma como lidamos com  o trabalho.

 

Por tudo isso, mudar de carreira, e não apenas uma vez, será cada vez mais necessário.

 

Quando eu resolvi mudar de carreira e saí do mundo corporativo muita gente demorou a entender a minha transição: de convites para trabalho “CLT”, à família perguntando sobre “como que faria sem assistência médica”, as questões eram várias, mas o princípio de todas as dúvidas era o mesmo:

 

 

Muitas vezes parece impossível alguém se “desapropriar do crachá”, utilizar seus conhecimentos, competências, habilidades de outra forma, em outro ambiente.

 

Existe um único caminho para mudar de carreira?

 

A primeira questão é: não será um único caminho.

Conforme estudos recentes, por conta da longevidade e dos avanços tecnológicos, as pessoas mudarão de carreira em média 5 vezes durante a vida!

 

Se antes um advogado seguiria esta única profissão do inicio ao fim da vida, hoje uma pessoa pode iniciar como advogado, empreender, ser professor de yoga, consultor e professor universitário, o que chamamos de carreiras múltiplas. Olhe em volta e verá muitos exemplos.

 

Estamos em um momento onde a velocidade das mudanças muitas vezes é maior do que a nossa capacidade de adaptação.

 

 

Mudar de Carreira pode ser opção ou necessidade

 

Como a tecnologia vai mudar os negócios, os cargos, os processos, as tarefas, o trabalho também vai mudar.

 

Pense: qual a última vez em que você foi ao banco no último mês e quantas vezes precisava ir, 10 anos atrás? 

 

O profissional do futuro será cada vez versátil e focado na solução de problemas e na criação.

 

Por isso mesmo, não adianta competir com robôs, e sim, se questionar: o que eu faço diferente deles? Como eu posso contribuir para a sociedade?

 

Não por acaso, vemos um retorno de atividades mais artesanais.

Se é cada vez mais fácil produzir em massa, não existe nada mais sofisticado do que a simplicidade de algo feito exclusivamente para você.

 

 

Ser humano será o grande diferencial.

 

Você está preparado para mudar de carreira ou treinou até aqui para ser um robô?

 

Resiliência, criatividade, mente inovadora, solução de problemas complexos, empatia, colaboração, compartilhamento, autorresponsabilidade, curiosidade, autogestão … são algumas das características dos profissionais que se adaptam mais facilmente – e que consequentemente, conseguem mudar de carreira mais rapidamente e forma bem sucedida.

 

 

 

Você está pronto para mudar de carreira?

 

Se está pronto – ou se está iniciando o seu plano, separei 5 pontos importantes para mudar de carreira de forma mais assertiva:

 

1 – De olho nas Finanças

 

Olhar para as questões financeiras, inclui 3 aspectos: entradas, saídas e reserva.

 

As entradas e saídas não dizem respeito somente a quanto você quer ganhar e ao quanto você ganha e gasta hoje. Inclua nesta análise o quanto precisa para viver, incluindo o novo estilo de vida.

 

Por exemplo: ao mudar de um emprego CLT para PJ, você irá assumir despesas novas, como impostos e assistência médica, e deixará outras despesas de lado. Planeje exatamente o que você precisa e do que poderá abrir mão, diminuindo saídas.  

 

A reserva financeira também é outro ponto que ajudará muito em seu período de mudança. Quanto maior o período de cobertura pela reserva financeira, mais tempo você tem para investir na nova carreira.  

 

 

As coisas não acontecem da noite para o dia e muita gente se frustra exatamente por necessitar do retorno financeiro imediatamente.

 

Carreira, negócios, vida: tudo é construção. É necessário unir planejamento, estudo e execução para que as coisas dêem certo.

 

 

2 – De olho na motivação

 

O que te impulsiona a mudar de carreira? Muita gente vai atrás do dinheiro, coloca ele em primeiro lugar . E isso não tem problema! Mas e o resto?

 

Apenas esteja consciente de que quando a motivação é apenas financeira, é comum a pessoa pular de galho em galho buscando a “oportunidade de ouro”, soluções com resultado imediato. Lembre-se: quanto maior e mais rápido o resultado, maior costuma ser o risco.

 

Entenda o que você realmente busca ao mudar de carreira.

Será isto que irá manter sua determinação quando surgirem as dificuldades (e elas vão surgir).

 

3 –  Teste e tenha o máximo de clareza sobre as opções

 

Dificilmente teremos uma única opção de carreira. Se você tem habilidade com fotografia, por exemplo: pode trabalhar por conta própria, pode ensinar fotografia, pode trabalhar por “jobs” para empresas.

Estas seriam apenas algumas opções, e tanto a forma, o caminho, quanto o resultado, serão bem diferentes a cada modalidade de trabalho, considerando a mesma área!

 

Ter clareza sobre alguns pontos essenciais, além de ajudar a pensar em possibilidades, ajudará a fazer ajustes no caminho.

 

Para isso, eu utilizo com meus clientes a metodologia HARD, que analisa o perfil e possibilidades.

 

Como ela funciona, de forma resumida:

 

H – são suas habilidades, seus talentos, os conhecimentos que você já possui ou adquire com facilidade e destreza.

 

A – é o amor, as causas que tocam seu coração, seus valores, aquilo que é fundamental em sua vida.

 

R – são os seus resultados: desenvolvimento pessoal, crescimento profissional, retorno financeiro. Aquilo que você busca para sua vida de forma integral (lembre-se, a carreira é apenas um dos pontos!).

 

D – demanda: a área em que você pretende atuar possui demanda? As pessoas ou empresas precisam do que você quer oferecer?  

 

Estude, pesquise, fale com pessoas diferentes.

Antes de fazer algo maior, como abrir sua empresa ou entrar num curso de longa duração, fale com as pessoas, pesquise o mercado, descubra o que realmente a nova carreira deseja faz, as atividades do cotidiano, os ganhos médios na sua cidade.

 

4 –  Faça um bom planejamento

 

O planejamento ideal e feito de trás pra frente: comece tendo o máximo de clareza sobre onde quer chegar. Imagine que o seu objetivo é o alto de uma montanha. Vários caminhos poderão levar até ele.

 

Por exemplo: Meu objetivo é trabalhar na área da educação, ajudando as pessoas a terem mais acesso ao estudo. Como fazer isso? Poderá ser empreendendo, sendo professor, trabalhando em instituições de ensino ou até mesmo no governo!  Isso é analisar as possibilidades, os caminhos.

 

Quando eu tenho vários caminhos no planejamento, volto ao H do método HARD e questiono: qual caminho será melhor para eu trilhar?

 

Lembre-se que nem sempre o caminho mais fácil é o mais legal!

 

O planejamento e o preparo vão ajudar a perder o medo e a encarar as mudanças que virão. Não é mudar por mudar ou simplesmente mudar de carreira de uma hora para outra. Cada passo de uma vez, com planejamento, estratégia, pesquisa. A mudança precisa ser segura.

 

5 –  Tenha apoio

 

Lutar sozinho sempre será mais cansativo, encontre companhia para a batalha. Se não tiver apoio, além das etapas desafiadoras que envolvem a mudança, você precisará o tempo todo provar para as pessoas ao seu redor que está no caminho certo.

 

Na esfera pessoal: traga as pessoas para o seu lado. Fale para as pessoas o quanto esta mudança será importante para você, mostre seus planos futuros e diga que o caminho tem desafios e que você quer contar com o apoio.

As pessoas que te amam podem ficar receosas no primeiro momento, mas depois, quanto mais você demonstrar entusiasmo e dedicação, mais elas irão acreditar em seu novo projeto.

 

Na esfera profissional: conte com mentores e grupos de apoio. Experiência acelera o caminho.

 

Ter alguém que te passa orientações precisas, que já percorreu um caminho parecido, que entende sobre o que você está vivendo, fará toda a diferença.

 

Saiba aqui como podemos ajudar você nesta etapa.

 

E por fim, acredite em você, no seu potencial: quando você sabe os motivos que te levam a algum lugar, por mais difícil que seja o caminho, cada passo de evolução será comemorado como uma real conquista.

 

Saiba, o medo pode ser o maior impeditivo para sua mudança.

Cuidado para não ficar preso a uma vida e carreira cheia de frustrações, ou com conquistas inferiores ao que você tem capacidade de realizar, apenas por medo de encarar o desafio de evoluir.

 

Cuidar da sua mentalidade fará toda diferença.

 

Não acredite que as coisas são como são, principalmente quando algo não está bom. Cabe a você mudar.

 

 

Preparei mais um material que vai te ajudar:

 

 

 

Assista o Vídeo + Baixe seu Material clicando abaixo:

 

Transição de carreira: sem medo, sem mágica

 

Espero que este artigo e o material complementar tenha sido esclarecedor sobre como mudar de carreira de maneira assertiva, fazer o que realmente gosta e te faz feliz. É um processo que pode não ser fácil, mas há maneiras inteligentes para cumprir o objetivo.

 

Boas reflexões e no que precisar, conte comigo.

 

 

Compartilhe!

Desenvolvimento Profissional: por onde começar?

Saiba como se desenvolver na carreira

Desenvolvimento profissional inicia quando você identifica os erros que vem cometendo até aqui e resolve mudar, resolve que pode ter mais resultados e satisfação com seu trabalho.

Neste texto vamos te ajudar a entender seu perfil e fazer as mudanças.

 

Desenvolvimento profissional não significa apenas aumento de salário ou promoção e sim o quanto você possui de empregabilidade, o quanto o mercado de trabalho tem demanda e valoriza o que você sabe fazer. 

 

Muitas pessoas desempregadas.  Outras tantas insatisfeitas com o trabalho atual porém com medo do que fazer, para onde correr.

 

No mesmo cenário encontramos profissionais que são chamados para participar de processos seletivos, sendo que estes estão empregados, não estão mandando currículos ou participando ativamente de redes como o LinkedIn.

 

 

Qual a diferença entre eles?

O que diferencia um profissional que tem empregabilidade de outro que está estagnado ou amargando um bom tempo de desemprego?

 

 

Claro que não existe resposta mágica e em alguns casos o desaquecimento do mercado em algumas áreas fez estrago, como é o caso dos engenheiros (hoje, na minha visão, os profissionais com maior dificuldade para recolocação). Por isso mesmo,  o seu desenvolvimento profissional inclui analisar demanda de mercado.

 

 

Mas existem alguns erros que são cometidos por profissionais com baixa empregabilidade.

 

 

Antes de seguirmos, é bom alinharmos o significado deste termo tão em uso:

 

Empregabilidade significa a capacidade ou possibilidade de conseguir um emprego ou manter-se nele. O conceito se relaciona com a capacitação profissional e com as aptidões para o mercado de trabalho, ou seja, o quanto o mercado de trabalho deseja alguém com seu perfil e competências.

 

 

 

Abaixo cito os principais perfis que comprometem a empregabilidade e impactam no desenvolvimento profissional.

 

Atentar-se para não ter estes perfis é o primeiro passo para o seu desenvolvimento profissional.

 

 

Perfil mais do mesmo

Muitas vezes um currículo recheado de cursos e formações cai neste campo. Por que? Porque apesar de muito conteúdo, faltam diferenciais. Ao compararmos seu perfil com os demais, o que você tem / faz / sabe de diferente?

 

 

Não basta seguir modinhas, fazer o curso que todo mundo está fazendo, busque o algo a mais. E se você souber associar este diferencial com suas habilidades já bem desenvolvidas, o resultado será ainda melhor.

 

 

Inglês é diferencial? Infelizmente, não. Pós Graduação é diferencial? Depende do que e onde.

Acredite: os maiores diferenciais são construídos com resultados e comportamentos. Aqui são dois campos que poucas pessoas terão algo igual a você!

 

 

Perfil Eu me viro sozinho

São os casos que possuem networking falho ou inexistente. Você pode falar mal do QI (Quem indica) , mas não pode fugir dele.

Muitas vezes as pessoas perguntam para sua rede de contatos se possuem uma indicação e nesta hora vale aquela máxima “quem não é visto não é lembrado”.

 

 

Esteja presente, seja nas redes sociais ou nos eventos, coloque isso na sua agenda de desenvolvimento mensal. Muitas pessoas que tem esse perfil na verdade possuem dificuldade em relacionamento, preferem dizer que não precisam do que treinar essa habilidade essencial para o mundo atual.

 

 

 

Perfil Isso não é Comigo

Parece batido falar sobre autoconhecimento, mas não é. Os melhores profissionais estão constantemente investindo neste assunto, buscando o autodesenvolvimento através do olhar para si mesmo com apoio de metodologia apropriada ou análise de perfil profissional.

 

 

Quando não nos conhecemos temos maior dificuldade de falar sobre nós mesmos, definir nossos pontos de desenvolvimento, entender quais comportamentos podem ser potencializados.

 

 

Junto ao autoconhecimento, a visão distorcida também impacta muito. A pessoa faz testes de personalidade, recebe feedback, é avaliado 360… mas culpa os outros pelas suas falhas, não assume seus pontos fracos, suas vulnerabilidades.

Sendo assim, também não consegue se desenvolver. E tem os profissionais que possuem visão distorcida com baixa auto-estima.

Por mais que sejam elogiados, tenham feedbacks positivos, não se vêem desta forma e acabam se inferiorizando ou não assumindo desafios maiores por não se acharem capazes.

 

Perfil Desesperado

A ansiedade aqui é o problema. Não falo da patologia ansiedade em si, e sim do comportamento.

 

 

O profissional com comportamento ansioso muitas vezes se desespera antes da hora ou cria fantasmas internos, pensando de forma acelerada sobre aspectos irrelevantes da situação.

Assim, ou agem de forma precipitada, podem literalmente “queimar seu filme” ou não agem por medo dos “ses” criados mentalmente.

 

 

É preciso aprender a respirar, cuidar da inteligência emocional, olhar as situações de forma mais ampla (olhar de fora, ver a situação como um todo) e aprender a planejar as atividades para controlar esta ansiedade.

Em muitos casos é indicado o acompanhamento psicológico também, não deveríamos relutar em buscar apoio para nossa mente e emoções.

 

 

Perfil burro amarrado na sombra

É o perfil estagnado, que parou no tempo, deixou de evoluir. Aqui não encontramos apenas profissionais que estão trabalhando a muito tempo na mesma área. Muitas vezes me deparo com profissionais de carreira acelerada, que fizeram mil cursos, tiveram desenvolvimento de carreira, uma carreira crescente: mas específica para uma empresa ou segmento, que entrou em declínio.

Aprenderam sobre determinado processo ou sistema que só era utilizado ali. Para o resto do mercado, não tem a mínima serventia.

 

 

Esteja atualizado com as mudanças no mercado, frequente ambientes e grupos, tenha conversa com profissionais fora da sua empresa ou área.

Entender as mudanças do mercado é fundamental para manter-se em sintonia com o que está sendo realizado por aí e com os desafios que você pode encarar no mercado.

 

 

Este artigo tem tom de alerta, reflexões, não de diagnóstico.

 

Investir em Desenvolvimento Profissional  deveria ser algo rotineiro, afinal, você investe na carreira e colhe resultados para sua vida e família.

 

Não espero que você se veja em X perfis, e sim que reflita sobre o quanto deseja ter empregabilidade e como pode tomar medidas simples, no dia a dia, para conseguir manter-se na ativa, trabalhando com o que gosta e sentindo-se realizado por isso.

 

 

Com tanta informação disponível e tantas opções disponíveis (com algumas furadas no meio) é normal ficar em dúvida sobre o que fazer, no que se desenvolver.

 

 

Para estes momentos – e para auxiliar profissionais como você – criamos o Check-Up Profissional, um programa que inclui:

 

  • uma análise detalhada de perfil, com relatório
  • sessão personalizada de mentoria de carreira
  • material para planejamento de carreira 

 

Saiba agora mesmo como podemos ajudar você a evoluir na carreira (e na vida!)  CLIQUE AQUI 

 

Saiba como melhorar o seu desenvolvimento profissional

 

 

 

 

 

 

 

Compartilhe!

Flexibilização no Ambiente de Trabalho: entre salgadinhos e stress

Atualmente muito se fala sobre a flexibilização no ambiente de trabalho: ações voltadas para humanizar as relações, esquentar o clima organizacional e transformar o trabalho em algo mais leve, até mesmo divertido.

 

Se precisamos amar o que fazemos nada melhor do que transformar o trabalho numa extensão de nossas casas, certo? 

 

A Flexibilização no Ambiente de Trabalho é uma grande ganho neste quesito.

 

Eu estudo sobre reinvenção e futuro do trabalho faz algum tempo e venho me deparando com boas ações e conquistas incríveis, para empresas e profissionais.

 

Fui entrevistada pela TV Globo / Vanguarda sobre este tema, aqui a matéria que foi ao ar no Vanguarda Mix.

 

Nas empresas vemos de tudo um pouco:

  • Dia do pet ir ao trabalho;
  • snacks e refrigerante liberado;
  • dia do chopp e da pizza;
  • horários alternativos;
  • dormitórios e salas de descompressão;
  • vídeo game;
  • dress code liberado – de bermuda a fantasia, vale qualquer traje;
  • até mesmo as famosas – piscinas de bolinha com tobogã.

 

 

Algumas empresas são famosas pelo ambiente interno: Google, Facebook, LinkedIn, Ifood, Netshoes, etc… (quer citar alguma, a sua quem sabe?)

 

 

Em pesquisa realizada pelo Portal Trabalhadores.com, 52% dos entrevistados alegaram que buscam motivação no ambiente de trabalho, assim como a relação interpessoal entre colegas e líderes.

 

 

Todas estas ações influenciam no clima organizacional, que é a percepção coletiva que os empregados têm da empresa.

 

Mas clima organizacional não é apenas sobre um ambiente descolado onde as pessoas trabalham de bermuda ou fantasiados.

 

 

Para o clima ser positivo os funcionários precisam experimentar e validar as políticas, estrutura, sistemas, processos e valores.

 

Será a soma de todos estes itens que irá prover a produtividade, a qualidade, a inovação e a vitalidade empresarial.

 

 

Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem

Se por um lado tem muitas empresas e profissionais obtendo ganhos incríveis com estas transformações, ajustando ambiente, políticas e posturas, por outro lado tem o que eu chamo de pseudo-startup: empresas que fingem bem!

 

 

O que diferencia uma empresa que tem a real preocupação com sua equipe de uma que só implantou ações “para inglês ver”?

 

As pseudo startups são empresas bonitinhas e com papo descolado. Porém, esta conversa em geral fica na faxada. Nestes ambientes é comum verificarmos um ou vários dos itens abaixo:

 

  • Processos seletivos engessados, com etapas desnecessárias e muitas vezes preconceituosos.
  • A equipe não tem tempo de utilizar o que está “disponível” ou existem regras demais para o uso, o que acaba limitando as áreas comuns. Já presenciei área de descompressão que fica trancada, o funcionário precisa pedir a chave para o líder, justificando o porquê de estar parando.
  • Não existe preocupação real com a saúde e o bem estar. Muitos dos benefícios são mais para esconder as jornadas excessivas de trabalho ou fazer com que o funcionário “esqueça” de levantar para almoçar.

 

Na prática, tudo se resolveria com um simples:

Flexibilização no ambiente de trabalho é sobre:

Faça o que fala,  fale somente sobre o que faz.

 

Porém muitas empresas querem ser moderninhas, competitivas na atração de bons profissionais, mas acabam não sabendo como fazer isso de forma íntegra, na prática. Viram fraudes ou caricaturas.

 

Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem

Como implantar a Flexibilização no Ambiente de Trabalho de forma realista?

 

E como as empresas podem flexibilizar e se transformar, sem se perder no caminho?

 

A primeira coisa que precisa mudar numa empresa, antes de pintar as paredes ou colocar uma máquina de refrigerante no corredor é a mentalidade de quem está no comando.

 

Definir como quer ser visto pela equipe, por aqueles que farão a divulgação sobre como é realmente bom trabalhar ali. E isso impacta no senso de pertencimento e engajamento. Aplique e veja seu turnover despencar.

 

Assuma sua personalidade empresarial e implante melhorias aos poucos – ouvindo sua equipe e se preocupando de fato com ela.

 

Comunique todas mudanças com transparência, inclusive falando sobre o que é possível ou não de ser feito – nem toda mudança acontece da noite para o dia.

 

Crescer é aumentar de tamanho.

Evoluir é aumentar sua influência e consciência, se transformar.

Muitos líderes e empresas precisam evoluir, não apenas crescer.

 

 

Ajudamos empresas e profissionais que precisam se reinventar. Conte com nosso apoio.

 

Compartilhe!

Os melhores filmes da Netflix para sua carreira

É possível unir descanso e desenvolvimento. Separei os melhores filmes da Netflix para quem deseja novas visões de mundo e evoluir na carreira e negócios.

Separei uma lista com os melhores filmes da Netflix (e algumas séries) para você abrir a cabeça para novos conhecimentos e visões de mundo – sem sair do sofá.

Brené Brown: The call to courage

O que é preciso para trocar o conforto pela coragem em uma cultura definida pela escassez, pelo medo e pelas incertezas? 

 

Free The Mind

Um estudo sobre como a yoga e a meditação amenizam o sofrimento de uma criança ansiosa e de veteranos de guerra com estresse pós-traumático.
Indico pra quem está começando a meditar ou precisa aprender a relaxar

 

Minimalism

Um documentário sobre o que realmente é importante e o que podemos reduzir da nossa vida, sem perdas. Não consegui reduzir minha casa a 10m2, mas fiz grandes mudanças e as reflexões são pirantes!!

 

As 7 leis Espirituais do Sucesso

Deepak Chopra compartilha sua visão sobre o sucesso, num documentário baseado em seu best-seller. Spoiller bom:  material e espiritual andam de mãos dadas e você não precisa abrir mão de nenhum dos dois. 

 

O Método Kominsky

Qual a hora de se aposentar? Como sobreviver quando a “glória” pelos nossos feitos ficam no passado? Uma série dramática com pitadas de humor ácido que fala sobre uma fase em que todos nós chegaremos: a terceira idade e o conflito entre continuar ativo e dar conta do recado.

Bem-vindo a Marly-Gomont

Um destes filmes escondidos na plataforma. Um médico do Congo se muda com a família para a França, fugindo da ditadura que assola seu país. Adaptação da família, construção de uma carreira e muitos conflitos e preconceitos. Até que ponto vale a pena sacrificar a família pela carreira?

O menino que descobriu o vento

Um filme baseado em fatos reais, que conta a história de um menino que enxerga a possibilidade de construir uma turbina eólica – e erradicar a fome do seu vilarejo.  Você acredita em seus sonhos e batalha para realizá-los?

 

Até o último homem

Um socorrista do exército americano se recusa a matar, em plena guerra. Porém, consegue mostrar seu valor e vencer todos os questionamentos, se mostrando peça fundamental no time. Você mantém seu propósito e usa seus talentos, mesmo quando pressionado?

 

Billions

Uma série sobre o mundo dos negócios, ambientado no mercado financeiro americano, as questões ficam entre o que é ético, moral ou possível no mundo dos negócios. Qual a linha que separa ética e resultados?

 

A Grande Aposta

Um filme baseado em fatos reais em que investidores e especuladores financeiros pretendem obter lucros acima do normal com a crise imobiliária que acometeu os Estados Unidos — apesar dos estragos que causa na vida das pessoas. 
Vale a pena ganhar muito enquanto os outros perdem tudo?

 

 

Negócio das Arábias

Um empresário americano falido e com problemas pessoais tenta mudar o jogo oferecendo um contrato para uma empresa na Arábia Saudita, que pode ser a sua salvação.
No caminho ele tem aprendizados que nunca imaginou. 

 

A rede social

Um drama biográfico que fala sobre a ascensão de Mark Zuckerberg e a criação do Facebook.
Vale a pena assistir e pensar em suas posturas profissionais. 

 

Se você quer saber mais sobre mudanças no mundo e na carreira, leia este artigo.

Conspiração e Poder

Um drama baseado em fatos reais que custou o emprego da jornalista e do âncora principais de uma grande emissora americana. 
Fala sobre lutarmos pelo que é certo – mesmo quando isso não é o interesse de todos.

House of Cards

Mais uma série. Aborda o mundo político, com o enredo misturando ganhos e consequências da luta pelo poder. Até onde vale a pena?
Traz muitas histórias e situações similares ao que vemos no mundo corporativo.

 

Happy

Uma busca pelo segredo da felicidade. A felicidade e o bem-estar vêm sendo alvo de estudos que revelaram descobertas surpreendentes. Conheça exemplos de pessoas do mundo todo que são consideradas felizes – o que elas tem e fazem pra isso? 

 

Divertidamente

Põe as crianças junto no sofá e finge que a sessão pipoca é pra elas – mas no fim, este desenho é para adultos!
Ele aborda nossos sentimentos e a dificuldade que temos para enxergar o valor de todos, bons e ruins, e a luta para mantermos a alegria no comando! 

 

E você, indica mais algum?

 

 Nós não somos a Netflix, mas também temos vídeos legais! Indico dois vídeos sobre carreira:

 

 
Ps – não temos vinculo nenhum com a Netflix ou com os títulos mencionados acima, são apenas indicações pessoais da autora do post, Lilian Sanches, com temas que assisti e achei interessante.
 
Compartilhe!