Os melhores filmes da Netflix para sua carreira

É possível unir descanso e desenvolvimento. Separei os melhores filmes da Netflix para quem deseja novas visões de mundo e evoluir na carreira e negócios.

Separei uma lista com os melhores filmes da Netflix (e algumas séries) para você abrir a cabeça para novos conhecimentos e visões de mundo – sem sair do sofá.

Brené Brown: The call to courage

O que é preciso para trocar o conforto pela coragem em uma cultura definida pela escassez, pelo medo e pelas incertezas? 

 

Free The Mind

Um estudo sobre como a yoga e a meditação amenizam o sofrimento de uma criança ansiosa e de veteranos de guerra com estresse pós-traumático.
Indico pra quem está começando a meditar ou precisa aprender a relaxar

 

Minimalism

Um documentário sobre o que realmente é importante e o que podemos reduzir da nossa vida, sem perdas. Não consegui reduzir minha casa a 10m2, mas fiz grandes mudanças e as reflexões são pirantes!!

 

As 7 leis Espirituais do Sucesso

Deepak Chopra compartilha sua visão sobre o sucesso, num documentário baseado em seu best-seller. Spoiller bom:  material e espiritual andam de mãos dadas e você não precisa abrir mão de nenhum dos dois. 

 

O Método Kominsky

Qual a hora de se aposentar? Como sobreviver quando a “glória” pelos nossos feitos ficam no passado? Uma série dramática com pitadas de humor ácido que fala sobre uma fase em que todos nós chegaremos: a terceira idade e o conflito entre continuar ativo e dar conta do recado.

Bem-vindo a Marly-Gomont

Um destes filmes escondidos na plataforma. Um médico do Congo se muda com a família para a França, fugindo da ditadura que assola seu país. Adaptação da família, construção de uma carreira e muitos conflitos e preconceitos. Até que ponto vale a pena sacrificar a família pela carreira?

O menino que descobriu o vento

Um filme baseado em fatos reais, que conta a história de um menino que enxerga a possibilidade de construir uma turbina eólica – e erradicar a fome do seu vilarejo.  Você acredita em seus sonhos e batalha para realizá-los?

 

Até o último homem

Um socorrista do exército americano se recusa a matar, em plena guerra. Porém, consegue mostrar seu valor e vencer todos os questionamentos, se mostrando peça fundamental no time. Você mantém seu propósito e usa seus talentos, mesmo quando pressionado?

 

Billions

Uma série sobre o mundo dos negócios, ambientado no mercado financeiro americano, as questões ficam entre o que é ético, moral ou possível no mundo dos negócios. Qual a linha que separa ética e resultados?

 

A Grande Aposta

Um filme baseado em fatos reais em que investidores e especuladores financeiros pretendem obter lucros acima do normal com a crise imobiliária que acometeu os Estados Unidos — apesar dos estragos que causa na vida das pessoas. 
Vale a pena ganhar muito enquanto os outros perdem tudo?

 

 

Negócio das Arábias

Um empresário americano falido e com problemas pessoais tenta mudar o jogo oferecendo um contrato para uma empresa na Arábia Saudita, que pode ser a sua salvação.
No caminho ele tem aprendizados que nunca imaginou. 

 

A rede social

Um drama biográfico que fala sobre a ascensão de Mark Zuckerberg e a criação do Facebook.
Vale a pena assistir e pensar em suas posturas profissionais. 

 

Se você quer saber mais sobre mudanças no mundo e na carreira, leia este artigo.

Conspiração e Poder

Um drama baseado em fatos reais que custou o emprego da jornalista e do âncora principais de uma grande emissora americana. 
Fala sobre lutarmos pelo que é certo – mesmo quando isso não é o interesse de todos.

House of Cards

Mais uma série. Aborda o mundo político, com o enredo misturando ganhos e consequências da luta pelo poder. Até onde vale a pena?
Traz muitas histórias e situações similares ao que vemos no mundo corporativo.

 

Happy

Uma busca pelo segredo da felicidade. A felicidade e o bem-estar vêm sendo alvo de estudos que revelaram descobertas surpreendentes. Conheça exemplos de pessoas do mundo todo que são consideradas felizes – o que elas tem e fazem pra isso? 

 

Divertidamente

Põe as crianças junto no sofá e finge que a sessão pipoca é pra elas – mas no fim, este desenho é para adultos!
Ele aborda nossos sentimentos e a dificuldade que temos para enxergar o valor de todos, bons e ruins, e a luta para mantermos a alegria no comando! 

 

E você, indica mais algum?

 

 Nós não somos a Netflix, mas também temos vídeos legais! Indico dois vídeos sobre carreira:

 

 
Ps – não temos vinculo nenhum com a Netflix ou com os títulos mencionados acima, são apenas indicações pessoais da autora do post, Lilian Sanches, com temas que assisti e achei interessante.
 
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Como ser mais produtivo usando o Trello

Muitas pessoas me perguntam: como ser mais produtivo? A resposta é: planejando, delegando, definindo prioridades. Você será muito mais produtivo usando o Trello, uma excelente ferramenta para te apoiar neste processo.

 

 

Mas, como usá-lo? 

Eu uso a versão gratuita, disponível nas versões web e app. Com uma única conta você acessa seus quadros nos dois locais. Possui algumas limitações mas para meu uso atual é o suficiente.

 

3 passos para ser mais planejado e aumentar seus resultados:

 

O primeiro passo é: crie sua conta na ferramenta.

 

O segundo: tenha clareza sobre o que você busca, os resultados que deseja alcançar.  Quando temos clareza, é só traçar as metas mensais que irão te dar essa certeza de objetivo conquistado.

 

Já a organização da semana é responsável por manter o foco e as prioridades, fazendo com que você evite correrias e mantenha seu HD (mais conhecido como cérebro) livre para processar informações e aprendizados.

 

Aqui neste link você terá acesso ao mini curso gratuito MEU ANO INCRÍVEL – um super apoio para planejar os resultados que você busca.

 

Aqui eu compartilho o modelo de quadro do Trello.

 

E como ser mais produtivo usando o Trello?

Assista abaixo o vídeo onde explico:

 

Bora ter mais resultados – com leveza?

 

 

 

Um grande problema para muitas pessoas é a falta de autoconhecimento na hora de definir os objetivos e tomar decisões.

 

Simplesmente não sabem por onde começar ou como escolher entre tantas possibilidades.

 

Se este é o seu caso, já pensou em fazer uma sessão de MENTORIA DE CARREIRA + ASSESSMENT?  Uma sessão online personalizada de planejamento de carreira com uma avaliação de perfil onde você irá entender suas potencialidades e sabotadores, identificar seus pontos de atenção e traçar metas e ações que trarão mais resultados e satisfação. 

 

Quanto vale despertar seu potencial máximo?

 

Entre em contato conosco através do whatsapp e solicite uma proposta detalhada:

 

Quero fazer uma mentoria de carreira! 

 

 

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Competências profissionais: como não ser atropelado pela evolução

Você sabe quais são as competências profissionais essenciais para não ser atropelado pela evolução,  ser um profissional cada vez melhor e sobreviver no mundo VUCA? Vamos falar sobre isso!

 

O trabalho está mudando drasticamente. Não importa se você é CLT, autônomo, empreendedor: o mundo está mudando rapidamente e se você não quer ser atropelado pelo que está acontecendo e pelo que está por vir, é bom se preparar para novos modelos e competências.

 

Pode parecer clichê, mas não tem como falarmos sobre este tema sem citar cases como dos táxis engolidos pelo Uber, os Hotéis sendo ultrapassados pelo Airbnb, lojas físicas e tradicionais sendo esmagadas pela Amazon.

 

Vamos olhar apenas o primeiro caso. Uber e Táxi. Você tem ideia de por quanto tempo tivemos como opção somente os táxis?

 

Um caso de evolução bem próximo

 

Segundo a Veja SP, na cidade de São Paulo o mercado de transporte particular pago de passageiros tem longa história na cidade.

Os primeiros veículos datam do fim do século XIX e se concentravam no Largo da Sé e no Pátio do Colégio.

Somente em 2014 o Uber chegou na capital paulista.

Competências profissionais em evolução

 

 

Foram mais de 100 anos de domínio dos táxis. O que eles inovaram ou melhoraram nos serviços durante este tempo?

 

Competências profissionais de ontem não servem hoje

 

Em 2017 a capital já possuía mais carros por aplicativo (50 mil) do que táxis credenciados (38 mil). Sabemos da dificuldade e custo para conseguir ser taxista versus a facilidade para se cadastrar como motorista de aplicativo, inclusive com carro alugado.

 

 

Segundo a pesquisa Origem Destino realizada em 2017, a cada 4 chamados, 3 eram feitos por aplicativo e somente 1 pelo meio tradicional.

 

Neste momento, já tínhamos novas empresas operando, como a Cabify e 99, ampliando e dividindo mercado. Uma mudança nos costumes do público, que não apenas migrou do táxi para o transporte por aplicativo: houve uma queda considerável no número de usuários de ônibus e fretados.

 

Ou seja, a nova modalidade não apenas tirou clientes dos taxistas: abriu opções novas para pessoas que antes não utilizavam esta modalidade, se tornando uma opção de transporte mais acessível.

No meio de tantas mudanças e após várias disputas, somente no final de 2017 a prefeitura de SP em parceria com a do Rio decidiu lançar um aplicativo para os usuários chamarem o táxi.

 

Perdeu timming? Poderia ter agido mais rápido, confiou na sua tradição? Não sou especialista nisso, apenas trouxe o caso para refletirmos.

 

Muitas mudanças ainda estão ocorrendo neste cenário e são muitas as reflexões para nossa carreira, antes de entrarmos no tema principal deste texto: as competências profissionais essenciais para não ser atropelado pela evolução.

 

 

O que aprendemos com essa história de táxis e aplicativos

 

> Como você pode oferecer algo a mais para o seu público ou reduzir algo para tornar seu produto mais acessível?

Aqui estou unindo duas questões: ter diferenciais e simplificar.

 

Nem tudo que agregamos aos produtos e serviços – ou ao currículo, é fundamental para todo mundo. Saber o que apresentar e para quem é fundamental.

 

Tenha uma estratégia bem definida e saiba para onde está indo. Na nova economia, o profissional pode ser gestor em um projeto e especialista no outro, e tudo bem. É escolher o que vai oferecer.

 

 

> Quais são as preferências e tendências do seu público?

Não adianta seguir com a frase “sempre foi assim”. Até ontem seu cliente podia te ligar para fazer um pedido. Se hoje ele prefere o whatsapp, é você que precisa se adaptar, não ele.

Seu cliente ou empregador irá buscar outra opção, mais “do jeito dele”.

 

Vejo muitos profissionais que se mantiveram em empresas tradicionais por muitos anos e não se preocuparam em olhar as tendências da sua área ou mercado – e quando precisaram buscar uma recolocação sabiam softwares ou processos sem uso nas demais empresas, aquele conhecimento servia somente para onde estavam antes.

 

 

> Quais mudanças estão por vir – e o que pode sumir – na sua área de atuação?  

O UBER foi criado em 2009. Os táxis perceberam isso, fizeram algum movimento antes de serem ameaçados?  

Se você está antenado com o seu setor, precisa pesquisas e acompanhas o que rola no mundo. Grande parte das inovações surgiram em outros países antes de chegar por aqui.

 

Três dicas simples: leia um jornal estrangeiro, diariamente. Frequente eventos da sua área. Converse com pessoas que são referência.

 

> O que é necessário para começar?

Assim como o Uber aceitou motoristas sem carro (inclusive fazendo parcerias com locadoras de veículos), hoje para começar numa profissão não é necessariamente preciso um diploma universitário, assim como para empreender você não precisa de um escritório ou capital.

Saber o que quer, estabelecer bons relacionamentos, ter uma planejamento e arregaçar as mangas ajuda muito quando faltam outros atributos.

 

Não espere estar pronto para começar.

 

Comece e se desenvolva constantemente, ajustando o que rola no caminho. Tem muitos cursos e eventos acontecendo por aí, não é fácil mas é possível começar do zero e ser bem sucedido.

 

Voltemos a falar de mudanças…

 

Em 2016 o Fórum Econômico Mundial lançou um relatório sobre o Futuro do Trabalho , uma parte importante da chamada 4a Revolução Industrial com uma visão até assustadora: no prazo de 5 anos, muita coisa vai mudar, será um período crítico para profissionais, empresas, nações. Muitas funções desaparecerão, outras novas serão criadas.

 

Isso afetará diretamente em nossas competências profissionais.

 

O processo de migração profissional será cada vez mais acelerado e comum. Não bastará “o que fiz e estudei” e sim, como consigo utilizar estes conceitos e experiências em novos formatos e aplicações.

 

Mudar, se adaptar e criar serão verbos constantes em nosso vocabulário. Transição de carreira e reinvenção profissional deixarão de ser mito.

 

Competências profissionais para lidar com o mundo VUCA

 

 

E quando olhamos para este mundo VUCA (Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo), quais competências são essenciais à todos profissionais?

 

 

Exatamente as ligadas a adaptação, visão estratégica, inovação e humanização.

 

Mais do que nunca, as “soft skills” serão super valorizadas.

 

Não basta fazer, é preciso se preocupar com o “como fazer” e com o impacto das nossas realizações.

Então vamos a lista das competências profissionais que tenho verificado serem as fundamentais para o profissional do futuro:

 

 

Resolução de Problemas Complexos e Pensamento Crítico

 

Não somos os mais rápidos nem os mais fortes. Quando li o best seller Sapiens, uma coisa ficou clara: chegamos até aqui porque somos inteligentes!

Segundo o relatório do Fórum Econômico Mundial nos próximos anos 36% das atividades irão exigir habilidade para solução de problemas complexos.

Junte a isso o pensamento estruturado, a capacidade de comunicação clara, assertiva e objetiva, de olhar para uma questão sob diferentes perspectivas e reconhecer o que existe por trás de cada problema define o conceito de pensamento crítico.

Para mim, o uso destas competências unida a uma visão empática e global é o que concede grande diferencial para profissionais e empresas.

 

Criatividade a mil

 

É a competência onde ganhamos em disparada dos robôs. Uma mente criativa e imaginativa propõe novas soluções e abordagens, cria possibilidades e tem capacidade para superar problemas através da análise de viabilidade e aprendizados. Ou faz algo novo, ou irá aprender para aplicar rapidamente no próximo desafio, ajustando processos e produtos.

 

Gestão de pessoas vira “Cuidar de Gente”

 

Não basta apenas ter técnicas e abordagens sobre motivar, engajar e contratar pessoas. Cuidar de gente é olhar para particularidades, entender sobre a individualidade de cada ser humano e conseguir unir propósitos, talentos e ambições individuais em projetos onde todos consigam trabalhar melhor, cooperar, se desenvolver e crescer.

Cada vez mais caem os títulos de liderança e surgem os mentores e líderes inspiradores e por projetos.

 

Coordenar, Gerenciar e Liderar – com a Autogestão em primeiro lugar

 

Coordenar projetos paralelos, em alguns casos até para empresas e com equipes distintas, será realidade de muitos profissionais, principalmente quando olhamos para as mudanças no modelo de trabalho (o modelo CLT tende a diminuir a cada ano).

Assim, fazer uma autogestão de tempo, prioridades e recursos é fundamental. Além de conseguir coordenar suas demandas, os profissionais terão que apoiar esta coordenação dos grupos em que estiverem inseridos, trabalhando fortemente em colaboração.

 

Emoção, Empatia e Ética

 

Os 3 Es da humanização. Emoção inclui inteligência emocional, entendermos nosso funcionamento e o impacto das emoções em nossas decisões e reações.

Precisamos parar de esconder as emoções para então aprendermos a lidar com elas.

Empatia para entendermos que cada um tem sua história, vivências e percepções, que impactam na motivação e na forma como agem.

Não dá para cuidar de pessoas (sejam elas funcionários, fornecedores ou clientes) sem ser empático de fato com o outro.

Ética atrelada ao uso dos nossos valores. Fazer o que é correto mesmo que ninguém veja. Produzir produtos e serviços com os quais concordamos, com sustentabilidade de forma global e com princípios sociais e econômicos.

 

Viés Tecnológico

Em breve, sem entender o mínimo de computação uma pessoa terá muita dificuldade até mesmo para fazer coisas básicas, como agendar uma consulta ou abrir a porta de casa. Esqueça clichês como “eu já sou velho” ou “já sei o suficiente”.

A tecnologia hoje muda de forma acelerada e estar “antenado” com as mudanças e entender o mínimo sobre elas se faz necessário. Não pare de aprender.

 

Aliás, capacidade de aprendizado contínuo também é uma das competências profissionais do futuro.

 

Por fim, não por acaso: resiliência

Ter capacidade de mudar, de se adaptar e não ficar reclamando pelos cantos ajuda no processo.

 

Não temos uma bola de cristal para identificar com clareza o que vai acontecer no futuro, mas temos boas pistas das mudanças que estão vindo.

Podemos agir com imprudência e descaso, nos posicionando como vítimas dessa onda ou podemos agir com foco em nos aperfeiçoar sempre, ajustando comportamentos e conhecimentos para que novas experiências sejam construídas.

 

 

Competências profissionais para lidar com o mundo VUCA

 

 

30% dos trabalhos feitos hoje já podem ser realizados por robôs. Se você ainda está trabalhando (ou se quer se manter na ativa), pense:

  • Como  eu posso desenvolver as habilidades que me diferencia de um robô?
  • Como eu posso estar atento às mudanças em minha área de atuação?
  • O que eu posso fazer que um robô não faria?
  • Quais as minhas grandes contribuições – para a empresa, os clientes, o mundo?

 

Invista em melhorar nestes aspectos e nas competências profissionais citadas.

 

Também não se esqueça que os modelos de trabalho vão mudar.

 

Ser dono da sua jornada, escolher suas experiências e aprendizados, construir uma carreira com visão de portfólio e cuidar da imagem profissional farão toda diferença.

 

Não tente ser melhor do que um robô, não vale a pena a disputa. Seja um ser humano cada vez melhor.

 

 

Se precisar de apoio, conte com a gente.

 

Ajudamos profissionais e empresas que precisam se reinventar!

 

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O trabalho está adoecendo as pessoas – e até matando

O trabalho está adoecendo as pessoas  – e até matando. É possível mudar esse cenário para não ser o próximo!

 

As pessoas estão morrendo por um salário. Essa é a conclusão do professor de comportamento organizacional da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, Jeffrey Pfeffer. Sua estimativa é que o emprego acabe com a vida de 120.000 pessoas por ano apenas naquele país.

 

Assim começa a matéria de capa da revista VOCÊ RH de fevereiro, que estampa o título: CAUSA MORTIS: TRABALHO

 

 

Conforme citado na matéria, o ritmo diário, os salários baixos e a falta de tempo para cuidar da própria saúde levam a morte 120.000 pessoas por ano apenas nos Estados Unidos.

 

 

Esta não é uma realidade apenas da galera do hemisfério norte.

 

Aqui no Brasil vemos um aumento anual de doenças ocupacionais que causam afastamento do trabalho ligadas a saúde mental: depressão, ansiedade, síndrome do pânico, burnout. De 2017 para 2018, foi registrado um aumento de mais de 12% nos afastamentos por causas psicológicas.

 

 

Jornadas extenuantes, falta de recursos, cobranças excessivas e falta de vida pessoal são as maiores fontes de esgotamento profissional.

 

 

Todo mundo conhece alguém que passou por isso. Eu tive burnout e tive muita dificuldade em reconhecer minha doença, mesmo com acompanhamento.

 

Muitas vezes achamos que questões psicológicas e comportamentais são fraqueza, frescura. Resistimos em aceitar, afinal temos que ser fortes e continuar a trabalhar.

 

Tudo hoje acontece em ritmo acelerado, recebemos muitas informações o tempo todo, precisamos estar conectados e ativos 24h por dia. E não aprendemos a lidar com isso de forma saudável. Nos cobramos por aumento de performance, em ambientes competitivos e que muitas vezes não prezam pela saúde e qualidade de vida, quase desumanos.

 

Quantas vezes você ficou no escritório até mais tarde porque todo mundo fica, ou para não mostrar que já tinha terminado suas atividades?

 

Trabalhar a mais e ser workaholic é quase um troféu “nossa, como ela trabalha muito!”.

 

Eu já ganhei este troféu muitas vezes. Masss… ele tem um preço, muitas vezes caro e sem volta.

 

 

Projetos de vida tem ficado de lado, em detrimento do crescimento profissional.

 

Deixamos sonhos de lado, saúde de lado, família de lado.

O que é pior, é que nem sempre o crescimento e os méritos profissionais acontecem. O que agrava a situação, porque a fadiga vem, sem o troféu para ostentarmos por aí.

 

É comum também as pessoas se sobrecarregarem e terem necessidade cada vez maior de trabalharem mais e mais. O aumento de salário acontece, a promoção vem, mas não é perceptível, pois a pessoa já aumentou seu padrão de vida, e muitas vezes, para suprir sua ausência ou se premiar pelo esforço, como uma compensação pelo que perdeu no caminho.

 

Também é cada vez mais comum as férias encurtadas ou não aproveitadas. Com o acesso à tecnologia, trabalhar de onde estiver e qualquer dia ou horário é mais comum do que o uso das tecnologias para otimizar o trabalho – e com isso, trabalhar menos e com mais resultados.

 

Trabalhos tóxicos e extenuantes não são exclusivos de quem trabalha em grandes empresas.

 

Poderíamos associar a qualidade ruim do trabalho à ambientes que instigam a competição, principalmente em grandes empresas, mas esta não seria uma verdade.

 

É cada vez mais comum vermos empreendedores esgotados. Ser autossuficiente, vencer os desafios de empreender, dar conta de tudo. Só isso já faz com que estes profissionais se sobrecarreguem. E muitos, sem equipe, nem lembram quando foram as últimas férias.

 

Profissionais autônomos também estão na lista dos “esgotados”. A pressão por garantir diariamente o seu salário, além de cuidar de seus próprios benefícios e estrutura, faz com que eles cheguem ao limite e não consigam relaxar. Não aprendemos a trabalhar neste modelo o que leva muita gente a ter dificuldade com planejamento e gestão e assim acabam se sobrecarregando ou não conseguindo manter o mínimo de qualidade de vida.

 

Profissionais que amam o que fazem também correm risco.

 

Exatamente por se envolverem demais com o que fazem, acabam não colocando limites.

 

 

4 Dicas para melhorar sua relação com o trabalho à partir de hoje:

 

#1 Delimite horário

Quantas horas você precisa trabalhar? Nestas horas, você está sendo realmente eficiente, com foco em estar sendo produtivo ou se mantém ocupado, fazendo atividades que não agregam?

 

E-mails , whatsapp, ligações. Precisam mesmo acontecer / serem respondidos a qualquer minuto? Se possível, desative notificações nos momentos de pausa e descanso.

 

 

#2 Existe vida após o expediente

Tenha atividades prazerosas fora do trabalho. Encontre algo que você goste de fazer, converse sobre outros assuntos, se relacione com pessoas que não são do trabalho. Faça algo em que consiga realmente desligar, relaxar.

 

#3 Cuide de você

Bem estar é cuidar do corpo, mente e alma.

Cuide do Corpo – Você abastece seu carro direitinho, certo? E o seu corpo? Cuide da alimentação para manter o bom funcionamento da sua máquina. Faça atividade física, ela influencia diretamente na sua química cerebral, ajudando a manter a motivação e a positividade. Faça sua rotina de exames anuais. Se você acha tempo para as reuniões, acredite, também conseguirá tempo para você.

Cuide da Alma – aprenda a meditar, relaxar e ser grato. Isso irá melhorar muito sua qualidade de vida.

Cuide da Mente – aprenda algo novo, questione seus padrões e crenças, abra sua mente para novas sinapses.

 

#4 Tenha clareza sobre quem você é quais passos deseja trilhar

Quem está no piloto automático tem mais propensão à cair no desânimo ou aceitar qualquer situação, trabalhando e levando a vida de forma robotizada, sem questionar e sem entender o que faz e porque faz.

Entenda o que te faz bem, quando precisa parar e para onde esta indo. Isso ajudará você a direcionar suas ações, dizer não quando necessário e ter resultados mais efetivos – e menos nocivos.

 

 

Pra carreira ir bem, a gente precisa estar bem.

 

 

Se você precisa de apoio, conte comigo.

 

O meu trabalho é ajudar pessoas que desejam se reinventar:

– para conquistar um trabalho mais autêntico e com propósito;
– para usar seu potencial, seus talentos e habilidades, e ter satisfação no que faz;
– para liderar, colaborar e se dedicar da melhor forma no que já faz;
– pra conseguir melhor harmonia entre a vida pessoal e profissional;
– para colocar em ação seu plano B, C, D… e por que não, tudo isso junto?

 

 

Seja num processo de consultoria individual, numa avaliação, num curso ou através de um texto como este, estou aqui disponível para ajudar você a se reencontrar profissionalmente – e ser mais realizado!

 

Bora?

 

Se você está insatisfeito com sua carreira, indico assistir este vídeo e fazer o nosso teste online de satisfação profissional.

CLIQUE AQUI – ASSISTA O VÍDEO E FAÇA O TESTE

 

Descubra o quanto sua carreira está impactando na sua qualidade de vida.

 

 

 

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Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

Tomar a decisão sobre fazer uma transição de carreira, mudar todo o seu estilo de vida, já não é nada fácil.

 

Abordo muito as etapas sobre o melhor momento da transição ou como fazer a transição em meus vídeos e artigos, talvez você já tenha lido eles e definido seu plano de ação, sua nova vida.

 

 

Se esta etapa já não é fácil – e o medo pode aqui te sabotar, impedindo que você avance e mude de vida e carreira –  não ache que será mais simples depois que você tiver mudado.

 

Eu sempre faço a analogia da carreira versus casamento. Quem casou, tinha certeza absoluta, todos os segundos da vida, de que foi a melhor decisão? Provavelmente não..rs.

Sempre temos os “e se” em nossa cabeça. E se não der certo, e se tivesse feito outra coisa, de outra forma, e se visse outras opções primeiro…

 

E se, nos mostra possibilidades. Mas chega uma hora em que temos que fazer uma escolha.

Só vence quem arrisca.

 

 

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

 

 

Assim como no casamento, por uma soma de fatores: ambições, sonhos, valores, ideais, etc. , resolvemos que a lista de prós é maior do que a lista de contras e é hora de dar este passo.

 

Passo dado, mesmo com muito amor e boa vontade, teremos dias não tão legais pela frente. Dias de dúvida sobre o que fizemos, se tem outro jeito, se é assim mesmo.

 

Acreditar no que você quer e enxergar o pote de ouro no final do arco-íris, fará com que você tenha mais ânimo para enfrentar a jornada.

 

Ter um mapa de ação bem desenhado ajudará no dia a dia, na execução.  Neste artigo falo sobre como planejar e mudar de carreira

 

Mas são 3 os fatores que realmente farão diferença total para você se manter firme em seu propósito, e é sobre eles que irei abordar.

 

1) De olho nas finanças

 

Por mais que o planejamento financeiro tenha sido bem realizado antes da transição, ao fazer a mudança e ver na prática o dinheiro saindo mais do que deveria ou entrando menos do que o esperado, somado à uma provável instabilidade financeira, ocasionará calafrios e pode levar à desistência.

 

Rever sempre suas finanças, ajustar entradas e saídas, é o primeiro passo, fundamental e necessário para toda transição. Acostume-se a olhar para o seu bolso e tomar ações de correção sempre que necessário.

 

Ter uma fonte de renda alternativa (um plano C, D) que auxilie nas entradas, ao menos no primeiro momento, irá também ajudar muito.

 

Nesta conversa com a Lucia Stradiotti falamos sobre este tema:

 

 

2) Mude rápido

 

Ajustes são necessários sempre. Nenhum plano de ação ou plano de negócios se mantém de pé depois que o plano entra em execução.

 

É necessário, testar, aprender, ajustar.

 

E quanto maior a velocidade com que você fizer estes ajustes, mais rapidamente seu plano se mantém, refletindo nos resultados e na sua motivação para continuar o projeto.

 

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

 

 

3) Mantenha-se motivado

 

Motivação é igual banho, precisa ser renovado todo dia, você já deve ter ouvido esta frase. Mas acredite, quando estamos sob pressão, é muito fácil deixar que o desânimo e os pensamentos negativos tomem conta da situação.

 

Para que a motivação seja reforçada, não adianta ficar repetindo frases motivacionais ou se entupindo de livros e palestras de autoajuda. Estes serão materiais de apoio, mas será na prática, no dia a dia, que você precisará colocar sua motivação à prova.

 

O que eu recomendo:

 

Mudança real de mindset: quando você se habitua a olhar o que acontece como aprendizado e a enxergar o propósito em suas ações e seus reflexos, fica muito mais simples ser positivo. Não é algo simples, mas é possível trabalhar o que chamamos de Mindset de crescimento, muito bem abordado no livro Mindset da autora Carol Dwek.

 

Rede de Apoio: contar com pessoas que tenham o mesmo propósito que o seu, que acreditam no que você quer realizar, que te incentivam, mas que ao mesmo tempo te ajudam a corrigir a rota, dão feedbacks duros e necessários para o ajuste do projeto e que te desafiam a ir além.

Muitas vezes precisamos ir em busca de mentores, pessoas mais preparadas e que realmente irão ajudar na construção do seu sonho.

 

 A mentoria é um caminho que ajuda a acelerar resultados e mindset.

 

Saiba mais sobre mentoria para coaches ou para empreendedores.

 

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

Transição de Carreira: a disciplina é o que manterá você e o seu sonho de pé.

A disciplina constrói a consistência necessária. A consistência constrói os Resultados. Os resultados nos dão mais motivação. E assim, temos mais disciplina para continuar gerando consistência, resultados, motivação.

 

 

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Quais são os seus super poderes?

super poderes talentos

 

Talentos: Você sabe quais são os seus? Eles são seus super poderes, que podem fazer com que você tenha muitas realizações e conquistas em sua vida e carreira.

 

Quando a gente é criança se imagina voando, ficando invisível, atravessando paredes. Você lembra disso, na sua infância?  Em meus sonhos e devaneios, eu sempre era super forte e voava!!! A própria mulher maravilha!

 

Daí chega a vida adulta.

 

Um dia nos contam que não existe Papai Noel.

No outro, dizem que não existe coelhinho da Páscoa.

Adolescentes, nos fazem testes e perguntas para descobrir A NOSSA VOCAÇÃO em uma única área, nos perguntam “O que você quer ser quando crescer”, assim, de forma fria, como se tivéssemos arco e flecha na mão e precisássemos acertar o meio do alvo.

 

E dessa escolha, vale a felicidade e seu sucesso pro resto da vida.

 

Entramos em empresas e nos ensinam a cumprir processos, cumprir a etiqueta, cumprir a regra local.

 

É tamanha a pressão que esquecemos nossos sonhos, nossos talentos, e nos conformamos em fazer o que é pedido.

 

E o que você fez com seus super poderes?

 

Assim como deixamos de acreditar em Papai Noel, muitas vezes deixamos de acreditar em nós, em nosso potencial.

 

Muitas vezes esquecemos que somos fortes, talentosos. E que os talentos que possuímos, por mais variados que sejam, podem e devem ser associados a competências profissionais.

 

super poderes talentos

 

Talentos, você conhece os seus?

 

Quando começo a falar sobre talentos nos processos de coaching ou em treinamentos, a maioria das pessoas quando questionada sobre o tema já pensa logo em algo quase “sobrenatural” , elevando o talento à um dom, algo muito diferenciado, algo que elas não tem!

 

É isso mesmo, geralmente quando pergunto às pessoas:

 

– Quais são os seus TALENTOS?

 

É bem comum ouvir: – “não sei”, “não tenho”, “não conheço”.

 

Mas a verdade é que todo mundo possui talentos, inúmeros aliás. E para identificá-los o primeiro passo é desmistificar o que é talento.

 

Talento é aquilo que fazemos de forma natural, com destreza e facilidade, melhor do que a maioria das pessoas, ação a qual temos grande capacidade em realizar.

 

Super Poderes Talentos

 

Em meus atendimentos e treinamentos, utilizo duas linhas de estudo:

 

A Teoria das Inteligências Múltiplas, de Howard Gardner e um dos pilares da Psicologia Positiva, de Martin Seligman que trata o Caráter Positivo (Forças Pessoais e Virtudes).

 

Falo mais sobre este segundo estudo neste artigo

 

A Teoria das Inteligências Múltiplas trouxe um questionamento quanto ao uso dos testes de QI como único padrão de se medir inteligência e trouxe uma abordagem sobre diversos tipos de inteligências (ou talentos): relacional, executor, artístico, espacial, linguística, etc.

 

 

Até então, quem não possuía talento lógico-matemático não teria talento nenhum. Mas não é assim que as coisas funcionam. Tem muita gente que não entende nada de matemática, mas é ótimo em comunicação, artes, esportes… e por que não valorizamos o que cada um tem de melhor?

 

 

É ai que entra a Psicologia Positiva, que nos traz a potencialização do que temos de melhor.

 

 

Se a pessoa já for boa em esportes, como por exemplo, uma criança que desde cedo se destaca no futebol, e a colocarmos para treinar futebol 5, 6 horas por dia, ao final de um período, ela será muito melhor nisso!

 

E é assim que  eu vejo que devemos trabalhar a questão dos talentos e das potencialidades.

 

Pegue aquilo que você faz bem, treine, se especialize…e seja FANTÁSTICO nisso!!!

 

Ou, pegue o menino que tinha talento para o futebol, deixe ele de castigo porque tirou nota baixa e insista para ele tirar um 10 em matemática, estudando todo dia. Ele provavelmente acabará sendo mediano nos dois itens.

 

 

Talvez esteja ai o porquê de termos tantas pessoas frustradas: estamos querendo moldar todo mundo num talento único, em padrões únicos.

 

As próprias escolas e empresas muitas vezes acabam estimulando o que eu chamo de “avaliação da mediocridade” onde é trabalhado para que todos sejam nota 7 / Adequado, ao invés de estimular para que cada indivíduo supere resultados naquilo que é verdadeiramente bom, e neste caso, porque possui talento e não pela simples competição.

 

“Todo mundo é um gênio. Mas, se você julgar um peixe por sua capacidade de subir em uma árvore, ele vai gastar toda a sua vida acreditando que é estúpido.” – Albert Einstein

 

você é super

 

Empresas e Talentos

 

Me dá um aperto na alma quando empresas abrem programas de “desenvolvimento de talentos” para um grupo seleto, sem muitas justificativas.

 

Como se dissessem que somente aquelas pessoas fossem diferenciadas, especiais

 

 

E elas realmente são. Porém, para um talento em específico, que pode ser o que a empresa deseja naquele momento, para seu crescimento. Só que estas pessoas terem este talento, não quer dizer que as demais não sejam talentosas.

 

Elas são, só que em competências diferentes.

 

Quando eu começo a segregar, dizer que só tem talento quem se formou em faculdade x, quem sabe idioma y ou domina tecnologia w, eu excluo todas as outras possibilidades.

 

É como se apenas quem coubesse naquela caixinha pré-determinada fosse talentoso.

 

Mas não é assim.

 

Talento é aquilo que você faz bem, que você aprende rápido, que faz de forma apaixonada, que desenvolve com alta habilidade.

 

Tem gente que é boa em cálculo, lógica. Tem gente que é ótima em artes, cultura. Tem gente que é ótima em relacionamento, comunicação.

 

E existem também os multipotenciais, que unem diversos gostos e talentos (tema do meu próximo texto).

 

Enfim, todos nós temos talentos.

 

Todos nós temos super poderes.

 

Se o Homem Aranha for avaliado por força física, será mal avaliado. Se o Hulk for avaliado por Inteligência Emocional, será mal avaliado.

 

Se o Tony Stark / Homem de Ferro for avaliado por Humildade, será mal avaliado.

 

 

meme homem de ferro

 

 

Quando buscamos ser algo que não somos, o processo é doloroso, cansativo. Muitas vezes só o que conseguimos é ser mediano.

 

E isso é frustrante.

 

O mundo está lotado de gente medíocre. Gente que fica insistindo em seus pontos fracos, em suas limitações, ao invés de vestir sua capa e assumir seus super poderes.

 

Ao invés de olhar pra fora, buscar os talentos dos outros, nos comparar, precisamos olhar pra gente mesmo e descobrir, lapidar o que temos de melhor.

 

Identificar nossos super poderes e potencializá-los.

 

Olhar para nossas limitações, nossos pontos fracos ou sabotadores, e identificar onde eles nos impedem de ir em frente, alcançar nossos objetivos. E desenvolvê-los neste sentido,  para que eles não atrapalhem, não para que eles se tornem pontos fortes.

 

Você consegue identificar seus super poderes?

No que você manda bem?

 

Desenvolvendo Super Poderes

 

Lembra do primeiro filme do Homem Aranha? Quando ele ia lançar a teia, ela falhava. Ao tentar subir em prédios, batia cabeça. O Hulk, lá no começo, era muito mais “desequilibrado”, sua força era usada em demasia.

 

Aos poucos, com treino e observação, aprendemos a usar da melhor forma nossos super poderes.  Isso se chama Desenvolvimento de Competências. Pegarmos algo em que somos bons, e lapidarmos.

 

Neste processo, ferramentas de apoio também podem ser incorporadas. O Thor já é forte, mas fica mais poderoso com seu martelo. O Batman possui seu cinturão de utilidades.

 

Quais são as suas ferramentas de apoio?

 

Aplicativos, teorias, técnicas.

São diversas as ferramentas que apoiam o uso dos talentos.

 

Por exemplo: eu tenho talento para organização. Mas o uso da agenda do google + Trello potencializam esse meu talento. Uma pessoa que tem talento para comunicação, ao conhecer técnicas de oratória, potencializará seu talento natural.

 

Nem sempre a ferramenta tem ligação natural com seu talento, mas servirá ao seu propósito, facilitará a sua vida.

 

Por exemplo: Qual o talento do Tony Stark?

 

Não é força física, ele não voa, não emite raio laser pelos olhos. Os talentos dele, ao meu ver, são: inteligência, ousadia, criatividade. Estes talentos possibilitaram que ele criasse uma armadura (ferramenta) que aumentou seus poderes.

 

Isso é possível na vida real? Claro que é. Só analisar como você pode utilizar seus talentos existentes para resolver problemas / pontos fracos que você possua.

 

 

legião vingadores

 

 

A união faz a força

Por que a união de tipos tão diferentes como Hulk, Viúva Negra, Thor e Homem de Ferro se fez necessária, nos Vingadores?

 

Porque talentos diferentes acabam sendo complementares.

 

A diferença traz discussão frequente, necessidade de alinhamento, de convencer o outro, de mostrar o outro lado da moeda. Mas também traz a soma de expertises, visões diferentes, soluções criativas, aprendizados enriquecedores. Desde que o time esteja aberto à isso.

 

No ambiente empresarial, talentos complementares são fator de sucesso para times e empresas, assim como saber posicionar a pessoa ideal na atividade adequada e não impedir que ela seja ela mesma e dê o seu melhor.

 

 

hulk poderes

 

Só pra lembrar, pode conter spoiler: no último filme dos Vingadores, o Hulk literalmente “amarelou”. Tentou usar seus super poderes e não conseguiu.

 

Nós também podemos falhar, mesmo quando já somos experientes ou talentos em determinada área ou atividade.  

 

O erro no trabalho pode ter diversos impactos – inclusive, minar sua autoconfiança e fazer com que você deixe de acreditar em seu potencial. Leia este artigo sobre o tema Erro No Trabalho.  

 

 

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Líder, gestor… ou P*&@ nenhuma?

Ilustração sobre ser líder ou chefe de sucesso

Este artigo tem como proposta esclarecer os seguintes pontos:

  1. As diferenças entre ser gestor, líder ou chefe;
  2. O que acontece nas relações de trabalhos e fora dele quando você se torna um líder na equipe;
  3. Dicas simples de como ser bom líder na empresa que trabalha ou administra;

Se você deseja saber mais detalhes a respeito, aproveite a leitura porque este artigo é esclarecedor!

Liderança é uma benção, não importa se você é líder ou gestor.

Você assume a equipe, começa feliz, empolgado.. e quando vê, está sozinho.

Os outros líderes, mais velhos de casa, tem comportamentos que você reprova – e por divergir nas opiniões vez ou outra, é claro que não é aceito no grupo.

Seus antigos colegas de equipe, hoje seus liderados, em outros tempos te convidavam pro almoço, pro churrasco, pro futebol no final de semana.

Agora não dá mais, afinal, você é “o chefe”, aquele que toma decisões duras, cobra metas e resultados e pode até já ter demitido alguém do grupo.

Pode parecer estória, mas se você conversar com pessoas que tem cargo de liderança verá que muitas delas compartilham do mesmo sentimento: solidão, nada de benção.

Se ser líder traz tantos desafios e percalços, por que muita gente ainda quer trilhar este caminho?

 

Dinheiro, status, aptidão, necessidade.

Ser líder tem suas “partes fenomenais de boas”.

Meu exemplo de liderança

Posso começar falando do meu caso: assumir as rédeas, tomar a frente da situação, motivar os colegas para agir, defender os “fracos e oprimidos”, comandar… que eu me lembre, desde a primeira série eu já fazia isso.

Posso ser considerada uma líder nata, destas que nascem com vocação para puxar o time.

 

Foto de quando eu, Lilian Sanches, era Gerente de RH.
Aqui estou eu com parte da minha equipe de 2011, quando eu era Gerente de RH.

Cuidávamos de pouco mais de 1600 colaboradores...

Das 11 pessoas da minha equipe, apenas 3 tinham experiência anterior em RH. 

Contratei, treinei e hoje me orgulho da carreira deles.

Diferente do meu caso, tem aqueles que desempenham bem sua função, crescem dentro de uma equipe em carreira solo – e seja pelo seu tempo e conhecimento de empresa, por terem resultados diferenciados ou pelos conhecimentos que possuem no projeto ou negócio, acabam “virando líder”.

 

> Vamos deixar bem claro. Esta introdução toda é somente para você entender que por mais que os caminhos sejam diferentes, o meio é sempre igual:

 

Os líderes normalmente não possuem todo apoio e referência que precisam, se sentem solitários e precisam se desenvolver em competências que muitas vezes sequer presenciaram!

Antes de continuar e falar sobre desenvolvimento de competências de liderança, precisamos contextualizar os títulos:

 

Líder, gestor… ou P*&@ nenhuma?

Líder, chefe e gestor não são as mesmas coisas

Sim, tem muito gestor disfarçado de líder.

Tem muito líder sem cargo, comandando, engajando e inspirando lindamente equipes.

Tem muita gente que não é nem um nem outro. Tem um cargo, um título. Na prática, não coordena, não inspira, não engaja. Mas serve de exemplo: Nem que seja do que não fazer.

 

***

Definições entre líder, chefe e gestor

  • Chefe – nomenclatura pejorativa, associada à quem manda de forma autoritária.
  • Gestor – responsável por processos, planejamento e sistemas. Gerencia o negócio, desde a parte financeira até políticas internas e externas para garantir o crescimento saudável da organização.
  • Líder – responsável pela condução, engajando, motivando, comunicando, desenvolvendo as pessoas rumo aos objetivos e resultados. Praticamente gerencia as relações entre as pessoas dentro das organizações, faz tomadas de decisões para que a equipe tenha bom rendimento e resultados esperados.

Nas empresas por aí existem chefes-gestores, gestores-líderes, líderes sem a gestão… e tem quem finja ser o que não é.

***

Eu tive a sorte de poder contar com alguns bons líderes. Que me inspiraram, me deram oportunidade, me incentivaram, me desafiaram a crescer – e que me puxaram muito a orelha! Mereci cada bronca, cada avaliação ou f**dback! E tudo isso me fez crescer.

***

Porém, quando me deparei com péssimos líderes, a lição veio à galope: a cada segundo eu conseguia entender o que eu não queria fazer e ser. Me policiava sempre para agir com minha equipe de forma diferente da qual eu era tratada.

 

***

Seja através de exemplos bons ou ruins, em avaliações ou feedbacks, ou pela própria auto-percepção, uma coisa é fato:

A maior necessidade de um líder é desenvolver a sua parte comportamental, melhorar seu autoconhecimento e sua visão sobre pessoas (de verdade), para então conseguir evoluir no papel (não apenas no cargo) de liderança.

Desde 2007 eu aplico programas de desenvolvimento de liderança. O ponto inicial a ser trabalhado é quanto ao papel do líder.

 

Saiba aqui como podemos ajudar sua empresa a ter melhores resultados e desenvolver pessoas.

Muitas pessoas viram líderes, mas tem dúvida sobre qual o real papel de um líder, acabam confundindo gestão com liderança, investem tempo demais nas tarefas e esquecem das pessoas – ou se perdem frente a tantas responsabilidades.

No meu entendimento, existem 3 pilares fundamentais para exercer uma boa liderança, para que alguém seja considerado um bom líder.

Falo sobre os 3 pilares aqui neste vídeo:

 

 

E quais são, ao meu ver, as Atitudes Essenciais para ser um Líder:

  1. SER EXEMPLO – não pode falar uma coisa e fazer outra. Não precisa impor nada, suas atitudes conduzem as pessoas a seguir seu exemplo e agirem da forma certa.
  2. TER SENSO DE DONO – sente-se responsável pela equipe, pelo projeto, pelas entregas. Assume o que precisa ser feito. O problema é sempre meu.
  3. DELEGA, CONFIA, DÁ AUTONOMIA E DESENVOLVE – um líder acredita no potencial da sua equipe, conhece cada um que está com ele.
  4. COMUNICAÇÃO E FEEDBACK ASSERTIVOS – um bom líder é bom ao se comunicar e em dar e receber feedbacks – inclusive pedindo a opinião ou sugestão dos outros quanto as suas ações e comportamentos.
  5.  É CONFIÁVEL E POSITIVO – todos confiam nele, sabem que podem contar inclusive nas horas ruins, porque ele sempre encara as situações como aprendizado, não como falha.
  6. Nunca coloca a culpa nas pessoas da equipe e sim, assume o que precisa ser ajustado. Se alguém deixou de fazer algo, ou fez errado, é porque ele falhou, não a equipe.

***

 

Estas atitudes estão totalmente interligadas

Assim como delegar não é apenas repassar uma tarefa e cobrar o resultado final, como muitos acham e fazem.

O primeiro elemento para a delegação acontecer é a confiança. Ao delegar, eu preciso confiar na capacidade de realização e no comprometimento da outra pessoa com a entrega.

 

E como confiar? Acompanhando. Delegando atividades em partes, checando o entendimento e a execução.

Porém, deixando o outro livre para que este contribua, agregue, não apenas faça “do meu jeito”. Que ele faça o melhor.

E por fim, incentivando e motivando para que o profissional evolua, se desenvolva, use suas potencialidades e se sinta realmente “dono do projeto” e peça fundamental dentro do grupo.

Assim, entregas acontecem e as pessoas se desenvolvem e se motivam.

 

**

Liderar é cuidar de gente.

 

E não tem como cuidar de gente, sem entender de gente, em sua individualidade.

A começar, entendendo sobre a gente mesmo.

 

Se você quer se desenvolver, conheça o coaching e saiba como ele pode te ajudar no autoconhecimento, desenvolvimento de habilidades e comportamentos.  Clique aqui e saiba mais.

Você quer ser líder ou chefe?

Definitivamente, você não pode misturar as coisas. Entenda as diferenças entre ser líder ou chefe.

Características de um chefe

Tem tendência a comandar pessoas. Também é conhecido por ser o único responsável pelas decisões e pensar apenas nos resultados e lucros.

O chefe é temido, não respeitado. Seus funcionários, geralmente, não se sentem abertos a relatar problemas e, muito menos, a pedir conselhos, quando têm dúvidas.

Características de um líder

É um inspirador, conhecido por ser um motivador de sua equipe, mostrando a direção que deve seguir e participa dos processos de trabalho junto com todos os envolvidos.

Os líderes têm tendência a serem muito respeitados por seus funcionários. Busca resultados sim, mas direciona a melhor maneira para a equipe conseguir. Divide as responsabilidades, metas e objetivos.

Pequenas dicas de como ser um bom líder

Sempre ampliar o conhecimento

Estudar é fundamental. Um líder só evolui e tem sempre mais a oferecer quando está munido de conhecimento e estar atualizado das tendências e novidades do setor. Compartilhar esse conhecimento é dar novos rumos para a equipe, obtendo mais resultados.

Faça autoavaliação

Sempre há o que melhorar. Identifique as suas falhas, gerencie melhor o seu tempo, saiba ouvir as críticas da sua própria equipe para se aperfeiçoar. Isso fará com que tenha uma liderança ainda melhor.

E aí, você quer ser um bom líder ou chefe?

Conte com a nossa consultoria.

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Insatisfação profissional: Como mudar este cenário – Entrevista para TV Novo Tempo

A insatisfação profissional atinge mais de 56% dos trabalhadores brasileiros, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva e pelo grupo LTM, divulgada no final de 2017.  Destes, um grande número pretende mudar de emprego.

 

 

Tal situação não é ruim apenas para os profissionais, mas também para as empresas.

 

 

 

Eu fui entrevistada pela TV Novo Tempo sobre este tema:

Insatisfação Profissional e os impactos para profissionais e empresas.

 

Para os profissionais, o quadro mais comum é:

 

  • Desânimo quando pensa ou fala sobre o trabalho;
  • Adoecimento físico e mental;
  • Desmotivação para realizar atividades ou estudo referente a assuntos que sempre gostou;
  • Compensações desregradas em outras áreas da vida (comer ou gastar demais, por exemplo);
  • Diminuição do rendimento, causando baixa produtividade;
  • Outras mais

 

Aqui neste artigo falo mais sobre a insatisfação profissional.

 

 

No dia 03 de Setembro de 2018 foi ao ar uma entrevista para a TV Novo Tempo na qual falei sobre o tema.

 

Assista a primeira parte:

 

 

O coaching pode ajudá-lo a entender o motivo da sua insatisfação e traçar os passos para que você consiga ser feliz  e bem realizado profissionalmente!  Saiba mais aqui.

 

 

Já para as empresas, ter uma equipe desmotivada também é muito ruim, compromete principalmente o clima e os resultados.

 

Principais consequências:

  • Aumento no absenteísmo, do turnover e  adoecimento dos funcionários;
  • Desmotivação, que pode se alastrar “detonando”o clima organizacional;
  • Impacto negativo na qualidade dos serviços, produtos e atendimento aos clientes;
  • Equipe descomprometida com a liderança, metas e resultados;
  • outros mais.

Na 2a parte da entrevista, falo sobre o impacto da insatisfação profissional nas empresas:

 

 

Se a sua empresa precisa de ajuda para trabalhar os comportamentos da sua equipe,  impactando positivamente nos resultados e no clima, consulte nossas soluções empresariais: treinamentos, coaching e consultoria para ajudar a melhorar o trabalho em equipe, a performance e a felicidade de todos!

 

Confira nossas soluções empresariais

 

 

Lembre:se – Pessoas felizes trabalham mais e melhor.

 

 

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Corra atrás dos seus sonhos, mas não morra tentando

Em geral, quando pensamos em alguém com alta performance profissional, associamos à imagem de uma pessoa que abriu mão de sua vida pessoal, tem pouco tempo pra família, pros amigos ou até mesmo pra cuidar de si e da própria saúde.

 

Os modelos sociais muitas vezes nos colocam numa corrida acelerada em busca de: comparação, competição, sermos cada vez melhores e termos cada vez mais coisas.

 

Nisso,  muita gente confunde a performance profissional com a quantidade de trabalho, porém a performance está muito mais ligada à qualidade e objetivo do trabalho executado.

 

Quando falamos sobre performance aliada a qualidade de vida, um ponto é fundamental: definir prioridades e ter clareza sobre o que você realmente está buscando, o que te faz bem, na vida e na carreira – sem separar as coisas!

 

1 – Reveja seus objetivos. 

 

 

Nestes tempos onde o que mais ouvimos são frases motivacionais e o surgimento de gurus e grupos de alta performance, aqui estou eu falando sobre desistir!

 

 

Sim, desistir de algumas coisas.

Mas não de forma aleatória, e sim, entendendo o que realmente faz sentido pra você, aliviando um pouco a cobrança e seguindo com  maior foco.

 

A maioria das pessoas está passando por buscas incessantes atrás de dinheiro suficiente para fazer o que quiserem, um trabalho com propósito e que amem profundamente, uma família feliz de comercial de margarina, um amor eterno, um corpo saudável, lindo e escultural.

 

E dá pra conquistar tudo isso?

 

Dá, mas em geral será necessário muito esforço e dedicação. É preciso saber o que você quer – e o que perde ao correr atrás deste resultado.

 

Por exemplo: sua meta é ter um corpo escultural. Porém, toda sua vida social gira em torno de restaurantes, jantares, encontros regados à comidas –  que você gosta! Qual o peso de abrir mão disso em troca do corpo escultural? Se a troca não te agrada, não te faz feliz, é preciso encontrar o meio termo: reduzir o cardápio e não eliminá-lo. 

 

 

É um exemplo bem simples, apenas para que você entenda o conceito, sobre o preço que pode estar pagando para correr atrás de questões cobradas pela sociedade – e que você talvez nem tenha certeza de que queira de fato.

 

Sempre que excluímos de nossa vida aquilo que é fundamental em troca de uma meta, temos a tendência de desistir no meio do caminho, na primeira dificuldade.

 

Você sabe o que realmente é fundamental na sua vida? Do que você não abre mão?

 

 

E do que vem abrindo mão dia após dia, correndo atrás de sonhos que você nem sabe ao certo se são seus de verdade?

 

 

 

2 – Foque no que realmente é bom e o resto delegue as atividades

 

Sempre tentamos ser os melhores e por isso muitas pessoas preferem se autodelegar responsáveis por tudo. Essa sobrecarga acaba nos incapacitando de exercer até mesmo as tarefas que realmente somos bons.

 

Quando possível, delegue para outras pessoas a execução de atividades nas quais você não possua alta habilidade ou que não estejam ligadas diretamente ao resultado. Defina o que é prioridade, o que somente você precisa fazer – e delegue todo o resto

Delegar significa treinar e capacitar, leva tempo. Mas se você gasta mais tempo pra delegar do que fazer, a médio e longo prazo essa curva se inverte, as pessoas aprendem, ganham autonomia – e você ganha mais tempo para mergulhar em outras atividades.

 

Por isso é importante saber liderar, mesmo não estando no papel oficial de líder.

 

3 – Fazer o que se ama é maravilhoso. E isso pode ser ruim. 

 

Quando buscamos uma atividade ou profissão que amamos, enxergamos que tudo pela frente será maravilhoso, com atividades prazerosas, momentos felizes. Porém mesmo na melhor profissão do mundo existem tarefas e dias ruins. Situações que você irá querer protelar, não fazer. Ou o contrário: momentos em que você irá se apaixonar pelo que faz e acabará fazendo coisas sem sentido, que não precisavam ser feitas: e que você faz apenas porque ama, perdendo tempo e produtividade.

 

4 – Qual o preço que você vai pagar pelo que quer conquistar?

 

Seja para conquistar um cargo, comprar uma casa, ter e criar filhos, realizar uma grande viagem dos sonhos: cada sonho envolve um processo de conquista, com ganhos e perdas pelo caminho.

 

Tudo tem um preço.

 

 

E este preço pela busca pela da satisfação e da felicidade suprema à longo prazo pode estar te impedindo de uma coisa fundamental: ser feliz e satisfeito com sua vida hoje, da forma como ela está!

 

 

Nos preocupamos tanto com o futuro, com as conquistas que estão por vir, com o que podemos realizar que esquecemos de viver o presente de forma plena.

 

Vivemos acelerados e em busca de resultados futuros e rápidos.

 

Jovens de vinte e poucos anos querem ter a carreira, o patrimônio e os carimbos no passaporte que seus pais só foram conquistar lá pelos cinquenta anos de idade.

 

 

Ilustração sobre performance profissional

 

Muitas vezes, estamos correndo atrás da performance profissional e perdendo o prazer e a satisfação de apreciar as pequenas conquistas, já absorvidos pelo pensamento de: o que mais podemos fazer, ter, conquistar.

 

 

Próximo, próximo, próximo…  e não aproveitamos o presente, não saboreamos nossas pequenas conquistas.

 

Me lembrei de uma cena: estava visitando o Aquário de São Paulo, parando em meio ao caos de turistas afoitos, tentando observar o nado tranquilo, as cores e a delicadeza de cada peixe.

 

Recebo um empurrão com um ombro, seguido de uma criança de uns 6 anos que entrou na minha frente, entre eu e o vidro, com um tablet enorme. A criança, o pai – que me deu o empurrão – e a mãe, estavam cada qual com seu equipamento fotográfico em mãos.

 

Não se falavam, apenas corriam para o próximo tanque, para fotografar mais rapidamente o próximo peixe. Eles não olharam em nenhum momento com os próprios olhos para nada. Tampouco se olharam, falaram entre si ou comentaram sobre o que presenciavam. Eles não estavam ali de fato.

 

A preocupação era: o próximo, próximo, próximo.

 

Afinal, o que eles aproveitavam do passeio?

Tiravam fotos que provavelmente ninguém nunca irá ver.

 

melhore sua performance profissional

 

5 – Sobre nossos desejos e necessidades

 

Hoje temos possibilidades e informações exponenciais

Isso também nos traz vontades e desejos exponenciais.

 

Vivemos afoitos e acelerados.

 

Nossos pais, tios e quem dirá avós sequer sonharam em ser, ter ou fazer um terço do que nós podemos ser, ter e fazer hoje.

 

Pirâmide das necessidades de Maslow

 

Maslow, em sua teoria que resultou na pirâmide das necessidades humanas, explicou o que vivenciamos hoje: conforme subimos um nível, conforme suprimos uma das necessidades, podemos vislumbrar – e ansiamos – pela próxima conquista.

 

Muitos de nós já vieram com as necessidades básicas e de segurança supridas pela família. Neste caso, fica muito mais fácil pensar em propósito e satisfação na carreira, por exemplo.

 

Nossos antepassados sonhavam com saúde, emprego e renda.

Logo, é natural podermos sonhar com viagens e em desbravar o mundo, quando nossos antepassados já garantiram itens mais básicos, como ter a casa própria, alimentar e garantir educação para os filhos.

 

Eles garantiram a base pra gente poder correr atrás de algo mais.

 

Se eles não fizeram, observe, provavelmente é o que você enxerga como seu papel e responsabilidade com a geração seguinte: garantir a base para a evolução.

 

Então, antes de sair enlouquecidamente querendo mais e mais, pense se você tem clareza sobre o que quer de verdade, se você consegue identificar o que realmente te faz ou fará feliz.

 

 

Muita gente está se matando para conquistar algo que não quer, algo que não fará diferença de fato em sua vida.

 

Correndo atrás apenas porque aprendeu que tinha que ser assim, porque todo mundo faz, seguindo modelos e padrões.

 

 

Se quiser saber mais sobre este tema, leia este texto: Crenças limitantes: elas podem estar sabotando seus sonhos

 

 

Também desconfie de tudo que te cause sofrimento demais.

O que é para ser seu até pode necessitar de trabalho e esforço para ser conquistado, para haver aprendizado.

 

Mas não precisa haver sofrimento. Sempre que houver dor demais, analise se você está no lugar certo: seja no trabalho, num relacionamento, num local físico.

 

Quando algo requer muito esforço e sofrimento é hora de verificar se esse sonho é seu de verdade, ou se você está desperdiçando a sua vida correndo atrás dos sonhos dos outros.

 

 

Tendo clareza sobre o que você realmente deseja e busca, a chave da alta performance é exatamente focar no que precisa ser feito, para garantir o resultado. Pra isso, existem muitas técnicas que podemos utilizar para ajudar no processo.

 

 

Delegando, deletando ou deixando pra depois tudo o que não for realmente fundamental na sua vida.

 

 

Recorra ao coaching para melhorar sua performance profissional

 

O coaching é um processo no qual um coach profissional apoia no desenvolvimento das competências, através de sessões individuais para planejar, estabelecer metas, dirigir, inovar, tomar decisões e, com isso, alcançar resultados em nível de excelência. É um profissional importante e que realmente ajuda a administrar o tempo e conseguir seus objetivos profissionais alinhados ao sonhos pessoais.

 

 

 

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4 Passos Para Fazer Uma Transição de Carreira

Processo de transição de carreira - ilustração

 

Já pensou em fazer uma transição de carreira? Não importa o motivo, se é por insatisfação profissional, necessidade pessoal ou simples vontade de mudança:

 

Sempre há dúvidas sobre estar na profissão certa…

 

Neste artigo vamos abordar os seguinte assuntos para você que pretende fazer uma transição de carreira e melhorar a satisfação profissional:

 

  • O conceito sobre ter optado pela melhor formação profissional
  • A falta de tempo e a queda na qualidade de vida
  • Por que há desmotivação?
  • Falta de desafios
  • Processo de transição de carreira em 4 passos incríveis

Por que muitas vezes desejamos fazer uma transição de carreira?

 

 

São inúmeras as causas que levam as pessoas a desejarem uma transição de carreira, porém muitos não sabem como fazer a transição, por onde começar e nem qual o melhor caminho a seguir.

 

 

Neste artigo cheio de informações úteis e esclarecedoras conheça 4 passos fundamentais para o processo de transição de carreira.

 

 

Antes, entenda o começo de tudo

 

 

O modelo de carreira que muitos de nós seguimos até hoje é totalmente linear e oriundo da Revolução Industrial.

 

Ter uma boa formação, arrumar um emprego numa grande empresa, trabalhar 20, 30 anos na mesma área de atuação, com duas possíveis variações: ser especialista ou gestor.

Casar, ter filhos, trabalhar bastante para proporcionar o máximo conforto e educação para eles. Se aposentar e pensar em como viver o “resto da vida”.

 

 

Foi o sonho dos seus avós, dos seus pais e, passado de geração em geração, talvez tenha sido a sua primeira opção como roteiro para a vida feliz e bem sucedida.

 

 

Quem não ouviu histórias de garotos e garotas que são incentivadas a seguir carreiras conhecidas como “valorizadas”, no caso advocacia ou medicina, por exemplo, apenas por que a família deseja?

 

Mas não existe só um caminho do sucesso profissional.

 

E saber disso muda completamente a forma de lidar com os sintomas da insatisfação profissional.

 

 

Muitas pessoas estão infelizes e insatisfeitas nas suas carreiras e não sabem que é possível mudar de área de atuação a partir dos conhecimentos e aprendizados que já possuem.

 

Aliás…

 

Você sabe as causas e sintomas da infelicidade no trabalho?

 

Falta de tempo e queda na qualidade de vida

 

Uma das principais queixas de quem está infeliz na carreira atual é sobre a falta de tempo pra vida pessoal. Muita gente reclama de não ter mais tempo para a família e para os amigos.

 

Geralmente, são pessoas com uma carreira promissora, bem desenvolvida, muitas vezes com sucesso profissional, mas que acabaram perdendo a qualidade de vida, o convívio com a família, o auto-cuidado.

 

Pessoas que não encontram mais tempo para o lazer ou para uma atividade física. Em muitos casos, a saúde já está comprometida e a pessoa segue em ritmo alucinante de estresse e cansaço.

 

Pessoas que se enquadram neste item costumam, quando em estado avançado de desgaste, entrar em quadros de doença psicológica, como burnout, depressão e síndrome do pânico, ou problemas físicos, como aumento de pressão arterial, dores de estômago, falta ou excesso de sono.

 

Nesse caso, antes de uma transição de carreira, é preciso cuidar da saúde.

 

 

Desmotivação e o Piloto Automático ligado

 

Outra grande queixa é quanto a entrar no chamado “piloto automático”.

A pessoa não sente mais prazer, não sabe mais por que está ali, naquele cargo, naquela empresa, e torce para acabar logo o dia, ou a semana, para ir embora para casa.

 

Quem está no piloto automático não dá a mínima para o que faz e não sente interesse genuíno no trabalho e nas atividades cotidianas, não sente realização.

 

Tudo fica muito pesado.

 

Então, a pessoa acaba procrastinando, buscando realização e satisfação em outras tarefas particulares, ou fazendo coisas à toa, como navegar na internet sem foco e sem necessidade. Com isso, elas perdem produtividade e precisam ficar até mais tarde. Vira um ciclo quase sem fim.

 

Falta de Desafios e Oportunidades

 

Em outros casos, a pessoa sabe que está numa carreira que gosta, sabe que teve resultados bons, mas não enxerga mais os próximos passos, não vê chance de crescimento, desenvolvimento, não sabe se fez a escolha certa ou se era mesmo aquele caminho, apesar de já ter tido sucessos, ter resultados positivos.

 

Olha para frente e não enxerga se sua vida profissional continua por aquele caminho, que é a carreira que ela quer seguir.

 

 

Não importa o grau do desconforto que você esteja vivendo.

 

O importante é identificar que qualquer tipo de incômodo, por maior ou menor grau que ele venha, são sinais importantes.

 

Os incômodos são sinais de que tem alguma coisa errada que precisa ser mudada.

O incômodo é como se fosse uma ferida aberta. Então, é preciso olhar para essa ferida para buscar a cura. Para entender o porquê desse incômodo existir.

 

E por que muitas vezes as pessoas acabam travando nas decisões profissionais?

As escolhas de carreira são feitas por modelos e pelos caminhos mais fáceis ou conhecidos.
Na maioria das vezes, na hora de escolher uma profissão, acabamos escolhendo as carreiras tradicionais ou aquela profissão em que você já conhece alguém que trabalha naquilo, ou então a profissão do momento, a que paga bem.

 

Em geral fazemos a escolha profissional sem grande embasamento, na maioria das vezes, de uma forma muito precoce, num momento da vida que ninguém está ainda pronto.

 

Ilustração sobre o sonho de mudar de carreira que gosta

 

 

Neurologicamente, as pessoas ainda não estão prontas na adolescência para fazer escolhas, mas são obrigadas a tal definição (pense bem quando encontrar um adolescente e for perguntar pra ele o que ele quer ser quando crescer!).

 

E mais: só depois que iniciamos em determinada profissão é que iremos avaliar se gostamos ou não, se a realidade era aquilo mesmo que sonhamos (porque também existe uma lacuna enorme entre o sonho e o dia a dia profissional).

 
O que falta no Brasil e em muitos países do mundo é um preparo adequado para a escolha da profissão ideal. Mas enquanto não somos ainda eficientes nisso, saiba que sempre há tempo de mudar.

 

E, então, é muito comum as pessoas entrarem no famoso piloto automático, o famoso “tá ruim mas tá bom”.

 

É esse piloto automático que faz com que as pessoas se acostumem com uma coisa, mesmo que ela seja ruim. O piloto automático condiciona a seguir naquele caminho e a fazer o que todo mundo faz, achar normal a vida que se tem, sem questionar.

 

 

Você olha em volta e vê que está todo mundo feliz, vê que todo mundo faz algo parecido com o que você faz, o mesmo estilo de vida, as mesmas dificuldades.

 

Mesmo você se sentindo infeliz no seu trabalho, você percebe que todos seguem o mesmo caminho e você acha que não tem motivos para reclamar e se sentir infeliz. “Eu devo ser o errado, fora da curva”.

 

Mas o mundo gira… e cada vez mais rápido!

 

Sentir estes desconfortos na carreira – e os impactos que nossas escolhas profissionais trazem para a vida, tem muita ligação com as pessoas começarem a entender que, talvez, estes modelos de sucesso em vigor não sirvam para todos.

 

Que precisamos olhar muito mais para o que realmente faz sentido em nossas vidas e fazer adaptações conforme experimentamos viver, conforme as situações ocorrem.

 

Tem muita gente que vai fazer uma coisa e irá se sentir super-realizado com aquilo. E o outro, não. E tudo bem.

 

Porque as escolhas teriam que estar muito mais ligadas com quem somos do que com o que os outros esperam de nós.

 

Estar desconfortável, sentindo que algo poderia ser diferente, que poderia ser melhor, que poderia fazer algo novo, que poderia ter resultados diferentes, não é coisa de gente fracassada e que não está preocupada com a carreira.

 

Pelo contrário.

 

Essa preocupação é uma preocupação legítima de quem realmente está consciente, de quem se preocupa, de quem tem responsabilidade, de quem quer resultados.

 

Mas que deseja resultados que tenham a ver com quem se é.

 

 

Trabalho deve ser fonte de prazer e felicidade.

Não de sofrimento ou pura obrigação.

 

 

Mas, então, como fazer uma transição de carreira e buscar um trabalho que faça sentido?

 
 
Ilustração sobre como mudar de carreira, os processos
 

Veja aqui 4 passos para ter um adequado processo de transição de carreira

 

1. Pense em Novas Possibilidades

Faça as seguintes perguntas:

  • O que mais eu posso fazer?
  • No que mais eu posso usar as minhas habilidades?
  • As minhas experiências, os meus conhecimentos, as minhas relações todas. Onde mais eu posso aplicar isso?

Essa é a hora em que um engenheiro pode virar um assessor financeiro, porque ele entende muito de cálculo e tem facilidade com números, por exemplo.

 

2. Qual o Seu Propósito?

O meu propósito é o porquê eu faço alguma coisa.

Propósito não tem nada daquelas questões mágicas.

O propósito é por que eu faço o que faço.

  • Por que eu levanto de manhã e vou trabalhar?
  • Por que eu quero trabalhar?
  • Por que eu preciso desse dinheiro?

Busque estas respostas em você.

 

3. Valores Pessoais

  • O que é importante para você, de verdade?
  • Quais são as causas que te motivam?
  • Pelo que você briga? O que você realmente acredita?

 

Se o seu propósito não estiver alinhado ou seus valores estiverem sendo corrompidos, vai sempre ficar um sentimento de vazio, um sentimento de que falta alguma coisa.

 

 

4. Teste Uma Nova Ideia

Isso é uma questão muito forte, porém muitas vezes negligenciada até o limite. Muita gente deixa para testar a nova ideia em momentos de risco.

 

 

O Brasil é o país onde mais se fecham empresas nos primeiros dois anos.

 

As pessoas abrem empresas em situações vulneráveis, muitas vezes em pleno desemprego e sem reserva financeira – e elas não param de pé. Porque a pessoa abre o seu negócio sem o planejamento que precisava ou na hora em que não tem outra opção.

 

Sempre que possível, deve-se testar primeiro a viabilidade, testar se você gosta realmente daquilo, se a ideia realmente tem futuro, para então iniciar a mudança.

 

E como testar?

 

Cursos rápidos. Aqui, você já começa a ter interação com aquela nova realidade, com pessoas ligadas àquela atividade.

 

Networking. Começar a estreitar o networking na área onde quer começar a atuar. Comece a falar com pessoas que também tenham um negócio muito parecido com o que você quer criar. Estabeleça contatos.

 

Converse com pessoas da área. Se você quer mudar de profissão, converse com pessoas que estão na área nova. Converse com pessoas que vão te falar a realidade como está aquela área de atuação.

 

Inicie algo de forma paralela. De preferência, de formato pequeno. Veja se tem aceitação e se tem mercado aquilo que você quer fazer. Teste de uma forma menor e vá aumentando conforme os resultados aparecendo, ampliando o modelo.

 

 

Ilustração sobre o tempo no trabalho. Processos de transição de carreira

 

 Extra: assista ao vídeo exclusivo sobre transição de carreira

E por que muita gente mesmo sabendo que as coisas vão mal, não mudam?

 

A maior parte das pessoas não muda por medo.

 

O medo impede a gente de realizar coisas novas, de mudar, de tentar coisas diferentes, de quebrar padrões.

 

Quantas vezes você queria fazer algo novo, ficou ensaiando, com medo e, quando fez, o ato aconteceu rápido, você conquistou, deu certo? Quantas vezes perdemos mais tempo com o medo do que com a execução?

 

O medo faz com que as pessoas se limitem o tempo inteiro. Elas se boicotam, se sabotam, atrasam sonhos e atrasam projetos.

 

O que não significa que não é preciso avaliar riscos. Tem sim que avaliar.

 

O medo deve servir para prevenir, não para limitar.

 

Faça um planejamento para tentar analisar esses impactos e riscos. 

Isso diminui o medo, mas você tem que entender de onde vem o medo, se ele é real e o que você pode fazer para prevenir os riscos.

 

 

Dessa forma, é possível passar pelo processo de transição de carreira de forma mais segura e eficaz.

 

Neste link tem um vídeo onde falo um pouco mais sobre Transição de carreira

 

 

Que muitas profissões estão com os dias contados, isso não é mais novidade. Algumas pessoas já sentem na pele a dificuldade para encontrarem uma vaga, uma oportunidade para continuarem fazendo o que sempre fizeram.

 

Haja vista a área de tecnologia. Existem inúmeras agências digitais e empresas correlatas que abrem oportunidades de trabalho para profissões que até poucos anos não existiam. O mercado está dinâmico, essa é uma nova realidade que também serve como portas oportunas para mudar de carreira que te satisfaça.

 

Aqui, lanço uma provocação: será que não é hora de se reinventar, de fazer algo diferente, algo novo, utilizando seus conhecimentos e experiências de outra forma? Com as mudanças acontecendo cada vez de forma mais acelerada, precisamos nos reinventar – seja na função atual, aprendendo e aplicando novos conhecimentos e habilidades, seja para mudar radicalmente.

 

 

E ainda temos mais um elemento: trabalharemos cada vez mais e precisaremos da renda e da ocupação saudável!

 

Xô aposentadoria, trabalharemos até os 70, 80, 90, 100 anos.

 

 

E não será fazendo a mesma atividade que fazemos hoje. Com este novo cenário, uma pessoa fará durante sua vida de 3 a 8 transições de carreira!!! Não importa qual a sua situação atual, pensar em transição de carreira é algo fundamental.

 

 

Realizamos uma consultoria em Reinvenção Profissional que pode te ajudar a ter clareza e planejamento para uma transição mais tranquila e segura  

 

 

Leia aqui mais informações 

 

 

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