Os melhores filmes da Netflix para sua carreira

É possível unir descanso e desenvolvimento. Separei os melhores filmes da Netflix para quem deseja novas visões de mundo e evoluir na carreira e negócios.

Separei uma lista com os melhores filmes da Netflix (e algumas séries) para você abrir a cabeça para novos conhecimentos e visões de mundo – sem sair do sofá.

Brené Brown: The call to courage

O que é preciso para trocar o conforto pela coragem em uma cultura definida pela escassez, pelo medo e pelas incertezas? 

 

Free The Mind

Um estudo sobre como a yoga e a meditação amenizam o sofrimento de uma criança ansiosa e de veteranos de guerra com estresse pós-traumático.
Indico pra quem está começando a meditar ou precisa aprender a relaxar

 

Minimalism

Um documentário sobre o que realmente é importante e o que podemos reduzir da nossa vida, sem perdas. Não consegui reduzir minha casa a 10m2, mas fiz grandes mudanças e as reflexões são pirantes!!

 

As 7 leis Espirituais do Sucesso

Deepak Chopra compartilha sua visão sobre o sucesso, num documentário baseado em seu best-seller. Spoiller bom:  material e espiritual andam de mãos dadas e você não precisa abrir mão de nenhum dos dois. 

 

O Método Kominsky

Qual a hora de se aposentar? Como sobreviver quando a “glória” pelos nossos feitos ficam no passado? Uma série dramática com pitadas de humor ácido que fala sobre uma fase em que todos nós chegaremos: a terceira idade e o conflito entre continuar ativo e dar conta do recado.

Bem-vindo a Marly-Gomont

Um destes filmes escondidos na plataforma. Um médico do Congo se muda com a família para a França, fugindo da ditadura que assola seu país. Adaptação da família, construção de uma carreira e muitos conflitos e preconceitos. Até que ponto vale a pena sacrificar a família pela carreira?

O menino que descobriu o vento

Um filme baseado em fatos reais, que conta a história de um menino que enxerga a possibilidade de construir uma turbina eólica – e erradicar a fome do seu vilarejo.  Você acredita em seus sonhos e batalha para realizá-los?

 

Até o último homem

Um socorrista do exército americano se recusa a matar, em plena guerra. Porém, consegue mostrar seu valor e vencer todos os questionamentos, se mostrando peça fundamental no time. Você mantém seu propósito e usa seus talentos, mesmo quando pressionado?

 

Billions

Uma série sobre o mundo dos negócios, ambientado no mercado financeiro americano, as questões ficam entre o que é ético, moral ou possível no mundo dos negócios. Qual a linha que separa ética e resultados?

 

A Grande Aposta

Um filme baseado em fatos reais em que investidores e especuladores financeiros pretendem obter lucros acima do normal com a crise imobiliária que acometeu os Estados Unidos — apesar dos estragos que causa na vida das pessoas. 
Vale a pena ganhar muito enquanto os outros perdem tudo?

 

 

Negócio das Arábias

Um empresário americano falido e com problemas pessoais tenta mudar o jogo oferecendo um contrato para uma empresa na Arábia Saudita, que pode ser a sua salvação.
No caminho ele tem aprendizados que nunca imaginou. 

 

A rede social

Um drama biográfico que fala sobre a ascensão de Mark Zuckerberg e a criação do Facebook.
Vale a pena assistir e pensar em suas posturas profissionais. 

 

Se você quer saber mais sobre mudanças no mundo e na carreira, leia este artigo.

Conspiração e Poder

Um drama baseado em fatos reais que custou o emprego da jornalista e do âncora principais de uma grande emissora americana. 
Fala sobre lutarmos pelo que é certo – mesmo quando isso não é o interesse de todos.

House of Cards

Mais uma série. Aborda o mundo político, com o enredo misturando ganhos e consequências da luta pelo poder. Até onde vale a pena?
Traz muitas histórias e situações similares ao que vemos no mundo corporativo.

 

Happy

Uma busca pelo segredo da felicidade. A felicidade e o bem-estar vêm sendo alvo de estudos que revelaram descobertas surpreendentes. Conheça exemplos de pessoas do mundo todo que são consideradas felizes – o que elas tem e fazem pra isso? 

 

Divertidamente

Põe as crianças junto no sofá e finge que a sessão pipoca é pra elas – mas no fim, este desenho é para adultos!
Ele aborda nossos sentimentos e a dificuldade que temos para enxergar o valor de todos, bons e ruins, e a luta para mantermos a alegria no comando! 

 

E você, indica mais algum?

 

 Nós não somos a Netflix, mas também temos vídeos legais! Indico dois vídeos sobre carreira:

 

 
Ps – não temos vinculo nenhum com a Netflix ou com os títulos mencionados acima, são apenas indicações pessoais da autora do post, Lilian Sanches, com temas que assisti e achei interessante.
 
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Autoconhecimento: o caminho para uma vida melhor

Olhe para você, para quem você é e para o caminho que você percorreu até aqui: talvez você tenha grandes conhecimentos em humanas, exatas ou biológicas, grandes conhecimentos em idiomas, inglês ou espanhol fluentes, pode conhecer sobre softwares e aplicativos modernos e não me espantarei se você conhecer vários lugares do mundo.

 

E o que você conhece, com clareza, sobre você?

 

Normalmente temos muito mais facilidade em lidar com questões externas do que em olhar para dentro de nós, para identificar o que temos de bom e ruim. E aqui, não falo sobre aquelas perguntas de entrevista, pra você falar sobre pontos fortes e fracos, o que proponho é uma análise profunda sobre quem você é de verdade, quais suas preferência, motivações e paixões.

 

No melhor estilo: Por que você vive?

 

Ocupados com a vida corrida que assumimos desde o início da adolescência, nossa preocupação acaba voltada para a sobrevivência ou superação de desafios e etapas: escolher uma carreira, passar no vestibular, arrumar um bom emprego, conseguir se manter, comprar casa e carro, constituir família e assim seguir a vida com seus inúmeros desafios, deveres e compromissos.

 

Hoje, ainda temos mais um aliado para nos distanciar do autoconhecimento: o excesso de mídias e informações. Tudo nos leva ao mundo externo. Somos bombardeados o tempo todo pela oferta de tudo quanto é supérfluo mas que pode tornar nossa vida melhor – e com necessidade de trabalhar mais, ganhar mais para poder consumir… ainda mais.

 

Cobranças externas, comparações e competição também são elementos cruciais para nos distanciar de quem somos e do que gostamos.

 

 

Enquanto tentamos agradar aos outros ou nos encaixar num lugar que não é nosso, deixamos de viver a nossa vida de forma verdadeira, autêntica.

 

Como num jogo de quebra-cabeça, somos a peça da ponta tentando caber no meio. Não encaixa.

 

O autoconhecimento é fator determinante para fazer escolhas assertivas.

Saber quem você realmente é, do que gosta, onde quer chegar e porque faz o que faz (os motivadores) irá ajudá-lo não somente nos momentos de decisão, mas também a aumentar a qualidade de vida, melhorar os relacionamentos e otimizar os resultados.

 

Olhe pra sua vida, pra sua carreira, para os seus relacionamentos: O que você gostaria que fosse diferente ou melhor?

 

E tudo bem não ter a resposta exata sobre como gostaria que as coisas estivessem. Muitas vezes temos apenas a insatisfação, o incômodo sobre como as coisas estão mas não sabemos propor as mudanças.

É como se soubéssemos O QUE precisa ser mudado, mas buscamos nos livros e manuais da vida o COMO fazer, PRA ONDE ir… e a resposta está aí perto, dentro de você pra ser exato.

 

E como tirar estas camadas de sombras, máscaras, crenças e projeções e viver sua vida e carreira autêntica? Através do exercício contínuo do autoconhecimento, experimentando as possibilidades que a vida traz, aos poucos, para entender o que realmente faz sentido pra você.

 

 

3 aspectos fundamentais sobre autoconhecimento

Para você iniciar este mergulho em quem você e o que te trará real satisfação

 

Dedique-se a ser a sua melhor versão.

 

Pare de olhar para os pontos fracos e coloque sua energia no que você é bom. Não significa que você deva ignorar suas sombras e fraquezas, porém muitas vezes damos mais ênfase à elas e deixamos de potencializar o que realmente temos de melhor.

Acredite, será muito mais fácil, fluído e leve você agir com a sua melhor versão.

 

Quanto aos seus pontos fracos, observe e busque melhorá-los sempre que eles te impedirem de realizar algo ou de ter resultados melhores na sua vida e carreira. Crie o hábito de olhar para suas atividades e se perguntar: o que eu poderia ter feito melhor ou diferente, usando a seguinte frase “Eu também poderia ter feito x coisa”. Assim você irá estimular a melhoria, não a crítica.

 

Reflexão: O que você faz muito bem, sem dificuldade, preguiça ou cansaço?

 

 

Agimos mais pela dor do que pelo amor.

 

É necessário entender que o ser humano age para evitar a dor ou para buscar prazer. Porém, exatamente porque não queremos sofrimento, agimos mais pela dor do que pelo prazer de ter mais realizações. Temos muito mais iniciativa e ações para mudanças quando algo vai mal e procrastinamos na busca pelo prazer, quando tudo vai bem.

Se tudo está bem e eu tentar mudar algo, posso falhar. Falhar é sinônimo de dor, desconforto. Assim, muitas vezes evitamos começar algo novo.

 

Reflexão: Tente reconhecer suas dores e fraquezas. Comece percebendo o que te incomoda, o que te traz emoções negativas ou sentimentos de inferioridade.

 

 

As crenças tem papel fundamental sobre quem somos

As crenças são a nossa interpretação de fatos, estórias ou conversas.

Tudo o que vivenciamos, sentimos e ouvimos irá nos induzir a decisões e pré definições sobre o que é certo ou errado, bom ou mau, o que posso ou não posso, se sou capaz ou um fracasso. É a nossa interpretação sobre o mundo.

 

As crenças podem vir das nossas próprias experiências ou podem ser sociais, familiares, históricas. Acreditar em algo tanto pode nos limitar quanto fazer prosperar.

 

Eu dou força ao que acredito.

Assim, reconhecer as crenças que te limitam é fator fundamental para o autoconhecimento e para fazer escolhas assertivas.

 

Reflexão: O que você faz hoje apenas para agradar aos outros e o que não faz com medo do que os outros vão achar?

 

Neste artigo eu falo mais sobre Crenças Limitantes:

 Crenças limitantes: elas podem estar sabotando seus sonhos

 

 

As reflexões irão estimular você a pensar mais sobre suas ações, comportamentos, emoções: sobre você.

 

Autoconhecimento é músculo: exercite diariamente.

Este é o ponto de partida, começar a prestar atenção diariamente em você mesmo, sem cobranças, apenas buscando entender quais são as suas reais preferências, o que te motiva e te faz feliz, e o que você vem fazendo por obrigação ou simplesmente por não se dar conta de que havia opção melhor.

 

Conforme seguimos no processo contínuo de autoconhecimento, temos maior clareza sobre o que queremos de verdade e do que não abrimos mão. Isso te levará a ter menos medo de erros e mudanças, melhores resultados e a certeza de que está no caminho certo: o seu caminho.

 

Autoconhecimento é um desafio em que a disputa é com a gente mesmo, é tirar as máscaras, despir os personagens que criamos e seguir se descobrindo!

 

No dia 25 de Setembro realizei uma aula ao vivo sobre Autoconhecimento.

Assista aqui na íntegra:

 

Pra finalizar, seguem 3 poderosas reflexões que enviei ao final da aula: 

 

1) Olhe pra sua história. Do que você se arrepende e se pudesse voltar no tempo o que não repetiria?

 

2) Se não houvessem consequências ou dificuldades, o que você mudaria daqui pra frente em sua trajetória?

 

3) Como seria um dia fantástico para você, daqueles que você encerraria com sentimento de realização plena?

 

Feche os olhos, respire fundo e pense na sua vida. No que é maravilhoso e no que precisa de ajustes. E tudo bem não ter respostas prontas. Pense em como iniciar pequenas mudanças na sua vida para ir em direção da sua verdade.

 

***

 

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Dois aliados para sua carreira: COACHING E MENTORIA. Você sabe qual o ideal pra você?

Leia aqui: https://www.intentus.com.br/qual-a-diferenca-entre-coaching-e-mentoria/

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Em busca de desafios: a motivação que nos impulsiona

Você conhece alguém que pediu demissão e foi em busca de desafios? 

 

Foi-se o tempo em que as empresas pagavam bons salários e com isso mantinham seus profissionais engajados, motivados – e no emprego!

 

Pertencemos (ou assistimos) a uma geração profissional que quer sempre mais: queremos ser melhores, ter mais conquistas, adquirir novos conhecimentos, testar nossas habilidades.

 

E não será fazendo a mesma coisa por anos que isso vai acontecer.

 

Diferente da maioria dos profissionais das gerações Baby Boomer e X, os profissionais das novas gerações, os Y, Z e os Milennials, estão sempre em busca de novidades.

 

Para estes, ficar mais do que 2 ou 3 anos aguardando um novo projeto, promoção ou desafio pode ser a morte! O mesmo ritmo acelerado que estes impõem à suas vidas e rotinas também é aplicado no dia a dia dentro das empresas.

 

É preciso crescer, e não somente no cargo e no salário – nos conhecimentos e nas experiências!

 

Muitos profissionais, mesmo com excelentes salários e um belo pacote de benefícios, acabam ficando insatisfeitos, trocando de emprego, preferindo outro onde talvez nem sejam tão bem remunerado.

 

Porque querem ir em busca de desafios!

 

 

Você faz parte deste time, sente que pode fazer mais do que faz hoje?

Na Psicologia Positiva, na área organizacional, estudamos muito sobre a teoria de Flow, que seria o estado onde uma pessoa está executando algo em seu desempenho máximo, com menor esforço e alta concentração (é bem mais complexo do que isso, aqui só resumi a teoria!).

 

Uma das questões principais para haver o FLOW é o equilíbrio entre desafios e habilidades.

 

Se o desafio for menor do que a habilidade adquirida, logo a pessoa ficará entediada, desmotivada. Pela teoria, temos que ir aumentando o desafio conforme aumenta-se e estimulam-se as habilidades.

 

 

É fácil entender isso quando olhamos para uma criança brincando, montando um quebra cabeças por exemplo.

Ela iniciará com um de 10 peças e achará difícil, em breve mudará para um de 50 peças, quando você se der conta ela estará montando um de 1000 peças.

 

Quando ela chegar ao de mil peças, tente fazê-la voltar ao de 10 peças e ficar animada montando ele! Difícil, hein!

 

 

É isso que acontece em nossa vida, depois que aprendemos algo, fica fácil, queremos mais!

 

Os desafios são assim tão importantes na carreira?

 

Sim, não só na carreira como na vida! Porém, precisamos entender que cada pessoa tem momentos, necessidades e motivadores diferentes.

 

E essa questão – o que nos motiva – é fundamental para entendermos a nós, nossa equipe, nosso líder.

 

Motivador é tudo aquilo que impulsiona. O empurrão necessário para fazer algo. Seria o porquê de você trabalhar, qual a recompensa que você busca através da sua atuação profissional.

 

 

A motivação pode ser: financeira, aprendizado, reconhecimento, segurança, missão, entre outras.

 

As principais motivações que estimulam a busca por novos desafios são as 3 primeiras, onde a pessoa entende que o desafio a impulsionará a ter um diferencial, algo a mais.

 

Assim, entendemos que nem todo mundo busca desafios, existem pessoas que se acomodam e preferem fazer as mesmas atividades, executar a mesma função, e de preferência no mesmo ambiente; estas pessoas em geral tem como motivação a segurança.

 

Também existem aquelas profissões em que é necessário um aprendizado mais específico e de longo prazo e essa migração de áreas e tarefas não iria favorecer a especialização, então é bom ter gente fazendo o seu melhor, no mesmo lugar.

 

 

Se desafiar envolve ampliar suas habilidades, aprender, arriscar, mudar.

 

Mas também pode haver o desafio de permanecer onde está, suportar e carregar o fardo pelo tempo necessário – pra você, pra empresa, pro projeto.

Afinal, existem vários tipos de busca de desafios.

 

Preparei uma material sobre transição de carreira.

Se você tem dúvidas se está no lugar certo, acesse.

 

E quais os principais motivos que levam as pessoas a buscarem novos desafios?

 

 

Superação – a vontade de crescer, de superar limites, de se desafiar a ir além. Ao participar de um trabalho desafiador a pessoa sente que cresce tanto pessoal quanto profissionalmente.

 

Reconhecimento – em primeiro lugar pelo simples fato de ser escolhido ou convidado para determinado cargo, o que já demonstra que alguém o valorizou, identificou seu potencial, aumentando sua autoconfiança.

 

Num segundo momento, pelo círculo social, familiar e profissional. Quem não se sente bem ao receber os parabéns por uma conquista?

 

Responsabilidade – Uma vez escolhido para fazer algo maior, vem a responsabilidade pela entrega. Se acreditaram que vou dar conta, tenho que usar todos os meus conhecimentos e habilidades para entregar o meu melhor.

Partindo deste princípio, o profissional irá aplicar todos os conhecimentos que possui e buscar se desenvolver e se qualificar naquilo que ainda não domina. É uma excelente oportunidade para novos aprendizados.

 

Prática Um profissional que busca constantemente estar atualizado nem sempre consegue colocar em prática os conteúdos teóricos que vem adquirindo.

Uma mudança representa a oportunidade de aplicar estes conhecimentos, transformando-se num profissional mais maduro e bem preparado, aliando o conhecimento com a experiência.

 

Novas Experiências – As experiências podem ser quanto às tarefas a serem realizadas, às interfaces, os novos colegas ou chefes, novas tecnologias. Tanto faz!

O que vale é que novas experiências ampliam o repertório profissional, aumentando a sua empregabilidade e engordando o seu portfólio.

Quem busca crescimento de carreira com certeza está ávido por desafios!

 

  Você se identificou com estes aspectos, está pronto para mudar?

 

E qual foi a última vez em que você se desafiou ou foi desafiado a fazer algo novo?

 

Se as oportunidades não estão aparecendo e você sente que precisa e pode mais, trate de correr atrás delas. 

 

É nosso papel assumir a carreira, fazer um bom planejamento e dar os passos necessários na direção do que nos trará realizações.

Saiba como podemos ajudar você a evoluir profissionalmente.

 

Mas se você não sente esta necessidade de novidade, de desafios, não se apavore!!

 

Algumas pessoas tem a necessidade de permanecerem firmes onde estão – e isso faz bem para elas e para as empresas – mas este já é tema de um próximo texto!

 

 

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Os melhores documentários da Netflix para quem busca desenvolvimento pessoal

Felizmente a televisão não tem apenas programas de cultura de massa ou sem conteúdo interessante. Tenho assistido muitos documentários interessantes na Netflix e resolvi compartilhar com vocês algumas das minhas preferidas.
 
É uma excelente forma de abrir a cabeça para novos conhecimentos e visões de mundo. 
E melhor, no sofá de casa.
 
Free The Mind – (indico pra quem está começando a meditar) – Um estudo sobre como a yoga e a meditação amenizam o sofrimento de uma criança ansiosa e de veteranos de guerra com estresse pós-traumático.
 
Food Choices – Esse documentário examina a dieta global e aponta a alimentação do planeta como a culpada pelo declínio da saúde e pelas mudanças climáticas. (uauuu)
 
The Mask You Live In – pq existe feminismo, o que é machismo e muito mais. O documentário esclarece os meios pelos quais valores tidos como “masculinos” reforçam posições erradas.
 
COWSPIRACY: O segredo da sustentabilidade – como a agropecuária intensiva está dizimando os recursos naturais do planeta e por que essa crise tem sido ignorada por grandes grupos ambientalistas.
 
Minimalism: A Documentary About the Important Things – dos últimos que assisti. Pirante!!
 
Sustainable – uma discussão sobre comida sustentável e como isso pode mudar o que comeremos no futuro.
 
The Human Experiment – Histórias sobre os efeitos de produtos químicos que usamos no dia a dia.
 
Innsaei – Pensadores e espiritualistas discutem a filosofia islandesa que promove a conexão das pessoas por meio da empatia e da intuição.
 
The Altruism Revolution – teoria de que cooperação e altruísmo estão mais na essência do ser humano que o egoísmo.
 
Happy – uma busca pelo segredo da felicidade.
 
O Começo da Vida – Esta serie avalia como o ambiente afeta as crianças e como elas podem afetar o nosso futuro.
 
Awake: The Life of Yogananda – A história de Yogananda e a introdução da meditação e da yoga no mundo ocidental.
 
Zeitgeist: The Movie – eu já tinha assistido pelo youtube. Teoria da conspiração com história mundial. (tem as continuações, ainda não assisti – Addendum e Moving Forward)
 
Chef´s Table – é sobre culinária internacional, mas também é sobre luta, conquista, cultura. Na última temporada assista o da monja chef.
 
Jiro Sushi – a obsessão pelo perfeccionismo e pela precisão, levados à sério. Duvido que você tenha se dedicado a algo como ele fez.
 
Cosmos – Revelações de um astrofísico sobre o tempo e o espaço.
 
E você, indica mais alguma?
 
 
 
 
Ps (não temos vinculo nenhum com a Netflix ou com os títulos mencionados acima, são apenas indicações pessoais da autora do post, Lilian Sanches, com temas que assisti e achei interessantes)
 
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Você consegue ser autêntico em seu trabalho?

Antes de começar a dar minha visão sobre o tema, quero que você me responda:

–  Você é autêntico? De verdade?

Sim, simples assim: você é você mesmo, sem máscaras, sem medos, sem copiar ninguém?

 

Que pergunta difícil!

Sempre a faço nos treinamentos, alguns mais corajosos começam a dizer que sim, que fazem o que querem, que agem do jeito que preferem…e tudo bem. Outros já começam a se questionar nesta pergunta e também, tudo bem.

 

É complexo mesmo. Filosófico até. De Shakespeare que indagou: “Ser ou não ser? Eis a questão.”, passando pelo oráculo de Delfos na Grécia, que cita: “Conhece-te a ti mesmo” e chegando aos tempos de Raul Seixas com sua Metamorfose Ambulante, onde ele “não quer mais ter aquela velha opinião formada sobre tudo”, o autoconhecimento é um dos enigmas e desafios da humanidade.

 

Começa na anatomia. Os olhos veem melhor o que está fora. Enxergamos as falhas e virtudes alheias de forma muito mais clara e objetiva do que olhamos a nós mesmos.

 

E os pensamentos e memórias? Nestes podemos confiar? Olhar pra eles e nos lembrarmos de quem somos? Ah, mas estes vem com uma dose extra de percepções, que sobrepõem os fatos.

 

Nossa história não é lembrada por nós exatamente como os fatos aconteceram, mas sim como nós os percebemos.

 

Enfim, é muito difícil saber de fato quem somos de verdade, lá no fundo.

 

Nossa versão original seria aquela da nossa essência. O nosso bebê que ainda não passou por nenhum condicionamento ou aprendizado.

 

A nossa essência é como se fosse uma pérola, preciosa. Conforme os anos passam, nos ensinam o que é certo, o que é errado. Nos condicionamos aos moldes e modelos da sociedade, dos pais, dos amigos, da religião escolhida e a soma disso tudo vai ofuscando, cada vez mais, a nossa pérola. Criando camadas.

 

Por isso é difícil falar: qual parte sua é realmente autêntica?

Quem é você na essência?

E quais partes dos outros você veio somando e assumindo como partes de você?

 

Autoconhecimento é um caminho sem fim, entretanto existem meios para começarmos esta busca.

 

Olhe pra você lá na sua infância.

Tente se lembrar do que você gostava quando era criança e porque você fazia o que fosse: brincadeiras, estudar, comer, se relacionar. Como a sua criança lidava com o mundo e quais emoções isso lhe traz?

 

Olhe pra você agora e diga: O que você realmente gosta?

Você, mais ninguém! O que você passaria uma tarde toda fazendo, sozinho, sem que ninguém olhasse ou se importasse? O que você estaria comendo, lendo, fazendo? O que você faz para você mesmo e que ama? Independentemente dessa atividade poder gerar o resultado financeiro que você considera o ideal para você.

 

Como você interage com o mundo exterior.

Lembre-se novamente de ser natural, sem cobranças. Se dependesse somente de você, como seria a sua interação com o mundo externo? Como você conversaria? Com quais pessoas se relacionaria? Por quais canais se comunicaria? Qual tipo de linguagem você usaria? Ou você viveria mais recluso em seu mundo interior?

 

Olhe suas preferências.

Em tudo, temos preferências, mas nem sempre as colocamos como prioridade na hora das escolhas. Olhe para tudo: seu trabalho, alimentação, atividades, comportamentos. Comece a listar sua preferências. O que realmente você mais gosta? O que você realmente prefere em cada situação?

 

Observe o que te incomoda no outro.

Quando olhamos para outras pessoas temos mais facilidade de encontrar os defeitos. O que te incomoda nas pessoas que você convive? Tente enxergar o motivo pelo qual algo te traz esta sensação. Temos uma tendência de refletir os erros, logo, se rejeitamos algo é porque aquilo nos sensibilizou de alguma forma.

 

 

Nós também mudamos conforme as fases da nossa vida, o que vai dificultando ainda mais a enxergar esse nosso lado real. O que sou eu de verdade e o que é a minha fase atual, influenciado pelo momento que estou passando, é uma pergunta que muitos se fazem.

 

Ao passar por uma situação de separação num relacionamento, por exemplo, algumas pessoas acabam ficando mais distantes, mais frias. E se questionam: Eu sou assim ou me tornei assim por conta das situações que enfrentei na vida?

 

As duas opções podem ocorrer.

 

Por isso é importante olhar pra trás, analisar as emoções, se perceber e mais do que tudo: não se cobrar tanto.

 

Tudo bem não ter clareza sobre quem você é de verdade. Talvez a gente nunca tenha mesmo. O que vale, conforme disse Raul, é não ter a mesma velha opinião formada sobre tudo. É se abrir para se conhecer, se redescobrir.

 

Ser autêntico é olhar para dentro, fazer uma jornada em busca do seu verdadeiro eu, sem máscaras, sem sombras, sem personagens.

Apenas sendo você.

 

Para finalizar e refletir, trago o Paradoxo do Mito de Teseu, você conhece?

 

Teseu foi um herói grego, conhecido por ter se oferecido para enfrentar o Minotauro em seu Labirinto e ter conseguido voltar para a cidade de Atenas com os outros 13 jovens enviados para o sacrifício, no mesmo barco de madeira.

O barco foi deixado em exibição, mantido como relíquia. De pouco em pouco, suas partes originais eram substituídas por novas, a medida que as antigas apodreciam. No final de longos anos, o barco que estava em exposição já não tinha mais nenhuma peça do barco original, todas tinham sido trocadas.

Os filósofos se perguntavam: se todas as peças foram trocadas, ou a maior parte do original, o barco ainda era o mesmo? Era autêntico?

Portanto, quando se fala sobre o Paradoxo do Barco de Teseu, a referência que trazemos é sobre a essência, a autenticidade.

 

O mesmo paradoxo podemos trazer para nossa vida:

Qual a sua essência? O que ainda tem de original e autêntico aí, na sua versão atual?

 

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