Como ser feliz no trabalho

Como ser mais feliz no trabalho com a competitividade em alta, medo do desemprego, busca por aumento de performance e resultados, ambientes e relacionamentos hostis e insalubres nas empresas, sobrecarga de trabalho?

 

Mesmo com todos estes desafios, existe espaço para ser feliz e buscar o equilíbrio entre as ambições profissionais e as necessidades pessoais.

 

O primeiro passo para ser feliz no trabalho é reconhecermos os aspectos que nos trazem satisfação, motivação, que suprem nossas necessidades individuais, bem como reconhecer o que não nos faz bem – e o que não queremos para nossa vida e carreira.

 

Quando falo sobre felicidade no trabalho, três questionamentos são fundamentais, tente respondê-los:

 

  • Como você chegou onde está – quais caminhos percorreu para chegar na posição onde está hoje, seja ela boa ou ruim.
  • Porque você está aí, nesse emprego, carreira ou empresa – mesmo que ela seja sua! – o que te faz ir trabalhar, o que te motiva a buscar o seu desenvolvimento e maiores resultados.
  • O quanto esse trabalho tem a ver, em %, com o seu estilo de vida.

 

 

Antes de qualquer mudança – de empresa, de profissão, de área – é necessário checar se a insatisfação é geral, que necessite mesmo da mudança, ou se são apenas itens pontuais a serem ajustados.

 

Neste caso, ao invés de investir na mudança, podemos nos aplicar no desenvolvimento de habilidades e comportamentos que aliviem a pressão e tragam mais satisfação.

 

 

Um alerta importante:

Os transtornos mentais, muitas vezes ocasionados pelos altos níveis de estresse e excessiva carga de trabalho, foram a terceira maior causa de afastamento dos trabalhadores brasileiros nos últimos 4 anos.

 

Mais de 17 mil casos de concessão do auxílio-doença e de aposentadoria por invalidez foram registrados entre 2012 e 2016 com este motivo, segundo o Boletim Quadrimestral sobre Benefícios por Incapacidade, divulgado em 2017 pelo governo federal.

 

 

 

 

Tampar o Sol com a peneira e seguir com a insatisfação não resolve.

 

Pensar no que te incomoda hoje é o primeiro passo para solucionar qualquer problema.

 

 

Ao identificar os gatilhos, o que desperta a sua insatisfação, você estará limpando seu campo de visão e assim começará a perceber se os problemas estão mesmo relacionados ao seu campo de atuação, à empresa em que você trabalha ou até mesmo se o problema é com você.

 

Se você está insatisfeito com o trabalho que tem ou, apesar de gostar do que faz e da empresa onde atua, não se sente plenamente feliz, talvez o problema não esteja nem mesmo no trabalho, diretamente.

 

Um fator muito comum é a incompatibilidade entre a vida profissional e a vida pessoal, causando desequilíbrio e frustração.

 

 

No trabalho é quase inevitável passarmos por problemas ou fases ruins.

 

Enfrentaremos riscos, erraremos e trabalharemos sobre pressão. Haverá sempre aquele relatório ou tarefa que você não gostaria de fazer ou um feedback negativo.

 

É preciso encarar essas situações com maturidade.

E diferenciar fases, momentos ruins, daquilo que realmente não nos serve mais.

 

 

Ninguém está isento e não é uma situação ou um dia ruim que causa infelicidade. É a soma de alguns fatores.

 

 

Se você está insatisfeito com o trabalho que tem ou, apesar de gostar do que faz e da empresa onde atua, não se sente plenamente feliz, talvez o problema não esteja nem mesmo no trabalho. 

 

 

Pode ser algum desequilíbrio entre o que você faz na vida profissional e o que ambiciona para sua vida pessoal.

 

 

E no fim, tudo é uma coisa só. 

 

A felicidade no trabalho só se estabelece quando você toma consciência de que o campo profissional não é um espaço isolado, ele recebe interferências de outras áreas da vida, como a familiar, a financeira, a espiritual e a social, por exemplo.

 

“Se um lado está desequilibrado, ele afetará o outro.

 

Quando o conjunto de elementos que forma a nossa vida estiver bem, você se sentirá bem.

 

 

Mas cuidado para não ficar buscando a perfeição em todas as áreas da vida, muitas vezes, nos afasta daquilo que é fundamental – a harmonia.

 

Para se alcançar a felicidade profissional, o ideal é aliar todos esses elementos e encará-los do modo mais natural possível, e aprender a lidar com as pequenas dificuldades diárias.

 

 

 

 

Existem alguns fatores que dão um empurrãozinho para a felicidade no trabalho:

 

1 – Faça o que gosta:

Fazer o que gosta é o primeiro passo para conseguir alcançar a satisfação na carreira.

Não significa fazer apenas o que gosta, e sim atuar com suas potencialidades e em um ambiente que te permita se desenvolver o máximo possível.

 

 

2 – Autoconhecimento:

Saber o que te faz bem, o que é necessário para sua vida, o que te motiva e o que te dá prazer é fundamental para você buscar a felicidade no trabalho.

 

Quando não temos estes itens bem claros, corremos o risco de ficar seguindo padrões dos outros, que não nos servem, ter grandes conquistas  – e continuar insatisfeito.

 

 

3 – Valores Pessoais x Valores da Empresa:

No que você acredita?

Quais os seus valores e ideais de vida, o que acredita que é certo ou errado? A empresa – e as lideranças – de onde você trabalha possuem valores compatíveis?

 

Vocês compactuam com as decisões, posturas, ideologias?

 

Você tem orgulho do que faz e da empresa onde trabalha?

 

4 – Desafios e Reconhecimento:

Ter desafios constantes e perceber que está evoluindo, crescendo na carreira e como pessoa.

 

Se sentir útil, respeitado e reconhecido por colegas e líderes são outros fatores que também contribuem para a felicidade na carreira.

 

 

5 – Ter bons relacionamentos:

Ter relacionamentos respeitosos e saudáveis no ambiente de trabalho.

Conviver com pessoas com as quais sentimos afinidade trazem inúmeros benefícios.

Além disso, é importante também cultivar bons hábitos durante o expediente: fuja das fofocas, organize seu tempo e sempre que puder, ensine algo.

Compartilhar conhecimento é um ato nobre, que aproxima as pessoas, gera confiança e nos inspira em todas as áreas da vida.

 

 

Esses 5 fatores, porém, não são isolados, uma vez que a nossa carreira, assim como o mercado de trabalho, está em constante mudança.

 

 

A felicidade é uma atividade e escolha diária.

 

Pratique!

 

A satisfação e o bem estar em exercer as atividades do dia a dia impulsionarão a sua motivação e o seu crescimento na carreira.

 

 

 

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Está mesmo tudo bem com você?

Tudo bem com você?

Quantas vezes, ao encontrar um conhecido que te fez essa simples pergunta  – Tudo bem? você não respondeu sem pensar: Tudo bem!, mesmo quando não estava bem?

O socialmente aceito, o piloto automático,  o convencional, o medo de expor nossas fraquezas e angústias nos faz dar respostas prontas: nem pensamos em como realmente estamos passando, no que estamos de fato sentindo.

Passamos para a próxima pauta da conversa.

E mais. Muitas vezes perguntamos aos outros se está tudo bem, simples e puramente por obrigação.

E se a pessoa disser pra você que não está bem e começar a falar sobre as angústias que vem passando, a ansiedade quanto ao futuro, o medo de algo não dar certo. Você vai querer mesmo ouvir?

Não aprendemos a falar sobre sentimentos, emoções.
Expor o que estamos realmente sentido é visto como fraqueza.

Também não aprendemos a ouvir as pessoas, de verdade.
Ouvir sem julgar, sem querer dar solução, sem comparar.
Ouvir com compaixão, respeitando a dor alheia.

Nossa prioridade é seguir modelos, padrões, sermos aceitos – e perfeitos.
Do lado de fora. Se não somos, ao menos tentamos aparentar, fingimos.

Mas em algum momento desmoronamos.

E então, vem as aulas e regras sobre equilíbrio emocional.
Controle-se, seja resiliente, aguente a pressão. Sendo que deveríamos ensinar: tudo bem chorar, tudo bem desabafar, coloque pra fora, externalize o que está sentindo, esta é a melhor forma de reequilibrar.
Porque não sabemos o que fazer com as emoções, então, quando fazemos algo, vem sem controle, desequilibrado emocionalmente – os famosos altos e baixos.

Não vamos conseguir equilíbrio emocional suportando algo que nos sufoca por muito tempo. 

Quando o leite ferve, em um segundo ele se esparrama por tudo, faz um desastre no fogão.
E sempre acontece no segundo em que nos viramos para pegar algo. Mas ele não ferveu de um segundo pro outro, foi um processo. O leite foi esquentando, esquentando…até que ferveu.

Assim somos nós. Aguentamos, aguentamos…até que transbordamos de forma errada, sem saber como lidar com o que estamos sentindo.

Muitos dos problemas nas relações pessoais ou profissionais, vem de não sabermos lidar com estas emoções e sentimentos, nossos e dos outros.
Muitas vezes somos PHDs em dar soluções mágicas e poderosas em conversas com amigos, mas não fazemos ideia de como realmente aplicar aquilo no nosso dia a dia.

Um bom ponto de partida para olhar para estes sentimentos é olhar pra você mesmo, no espelho, e se perguntar:
  Tudo bem com você?
Seja sincero, e esteja aberto e preparado para se ver profundamente.

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Pare de seguir regras que não te servem

Minha filha está entrando na adolescência e se eu pudesse dar um único conselho pra ela, que fizesse sentido para toda a vida, seria este:

Pare de seguir regras!

(E mais: não se importe minimamente com as regras estabelecidas!).

 

Não seguir regras nada tem a ver com posturas antissociais, falta de educação, ser destemido.

Está ligado a ouvir mais o seu coração e menos a razão.

É saber o que faz bem para você, independente do que o mundo te cobra ou exige. A nota baixa de matemática é compensada por um caderno lindo cheio de desenhos. A má postura na aula vem recheada de contestações sobre direitos e deveres.

 

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O que é mais importante: seguir o que foi pré-determinado ou questionar e ousar mudar o mundo?

 

 

Um exemplo sobre regras é a eterna questão: Qual profissão escolher?

Vejo tantos talentos desperdiçados, pais que não querem filhos músicos, dançarinos, artistas.

Eu quero é viver com gente feliz, não importa se é médico, engenheiro ou a atendente maquiada e feliz que me serve um café enquanto conversamos amenidades!

Pra ser feliz você tem que se permitir ser e fazer o que você ama, viver plenamente, sem pesos e culpas. Oras bolas, tantos adultos frustrados, com mil dúvidas sobre o que estão fazendo de suas carreiras e nós cobramos isso de jovens de 13, 15, 18 anos?

Eu ainda não sei o que quero fazer o resto da minha vida!

Esta semana quero escrever, semana que vem quero viajar e na outra posso querer cozinhar! Habilidades, experiências e gostos cultivados durante quase 40 anos, mas que não me definem na totalidade. Não sou isso, estou momentaneamente isso!

Não aprendemos a ser nós mesmos, porque crescemos sendo obrigados a seguir padrões:

  • Seu filho tem mais de 1 ano e ainda não anda?
  • Como assim o seu filho ainda toma mamadeira?
  • Mas você tem mais de 30 anos e ainda mora com seus pais?
  • Já está quase com 40 e não teve filhos?
  • Já está chegando nos 50 e não tem a casa própria?

 

 

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E quem disse que este padrão é o melhor? Porque a maioria faz igual? E se a maioria estiver errada?

Prefiro testar o novo e ser feliz agora, hoje mesmo, todo dia.

 

 

 

A vida tem que ser muito mais do que regras e padrões.

Tem que ser liberdade, felicidade, autenticidade.

 

Sim, pode comer a sobremesa primeiro!

Sim, pode correr e cantar na chuva!

Sim, pode se permitir ser feliz, a cada segundo.

 

Quebre as regras e seja feliz!

 

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