Em busca de desafios: a motivação que nos impulsiona

Você conhece alguém que pediu demissão e foi em busca de desafios? 

 

Foi-se o tempo em que as empresas pagavam bons salários e com isso mantinham seus profissionais engajados, motivados – e no emprego!

 

Pertencemos (ou assistimos) a uma geração profissional que quer sempre mais: queremos ser melhores, ter mais conquistas, adquirir novos conhecimentos, testar nossas habilidades.

 

E não será fazendo a mesma coisa por anos que isso vai acontecer.

 

Diferente da maioria dos profissionais das gerações Baby Boomer e X, os profissionais das novas gerações, os Y, Z e os Milennials, estão sempre em busca de novidades.

 

Para estes, ficar mais do que 2 ou 3 anos aguardando um novo projeto, promoção ou desafio pode ser a morte! O mesmo ritmo acelerado que estes impõem à suas vidas e rotinas também é aplicado no dia a dia dentro das empresas.

 

É preciso crescer, e não somente no cargo e no salário – nos conhecimentos e nas experiências!

 

Muitos profissionais, mesmo com excelentes salários e um belo pacote de benefícios, acabam ficando insatisfeitos, trocando de emprego, preferindo outro onde talvez nem sejam tão bem remunerado.

 

Porque querem ir em busca de desafios!

 

 

Você faz parte deste time, sente que pode fazer mais do que faz hoje?

Na Psicologia Positiva, na área organizacional, estudamos muito sobre a teoria de Flow, que seria o estado onde uma pessoa está executando algo em seu desempenho máximo, com menor esforço e alta concentração (é bem mais complexo do que isso, aqui só resumi a teoria!).

 

Uma das questões principais para haver o FLOW é o equilíbrio entre desafios e habilidades.

 

Se o desafio for menor do que a habilidade adquirida, logo a pessoa ficará entediada, desmotivada. Pela teoria, temos que ir aumentando o desafio conforme aumenta-se e estimulam-se as habilidades.

 

 

É fácil entender isso quando olhamos para uma criança brincando, montando um quebra cabeças por exemplo.

Ela iniciará com um de 10 peças e achará difícil, em breve mudará para um de 50 peças, quando você se der conta ela estará montando um de 1000 peças.

 

Quando ela chegar ao de mil peças, tente fazê-la voltar ao de 10 peças e ficar animada montando ele! Difícil, hein!

 

 

É isso que acontece em nossa vida, depois que aprendemos algo, fica fácil, queremos mais!

 

Os desafios são assim tão importantes na carreira?

 

Sim, não só na carreira como na vida! Porém, precisamos entender que cada pessoa tem momentos, necessidades e motivadores diferentes.

 

E essa questão – o que nos motiva – é fundamental para entendermos a nós, nossa equipe, nosso líder.

 

Motivador é tudo aquilo que impulsiona. O empurrão necessário para fazer algo. Seria o porquê de você trabalhar, qual a recompensa que você busca através da sua atuação profissional.

 

 

A motivação pode ser: financeira, aprendizado, reconhecimento, segurança, missão, entre outras.

 

As principais motivações que estimulam a busca por novos desafios são as 3 primeiras, onde a pessoa entende que o desafio a impulsionará a ter um diferencial, algo a mais.

 

Assim, entendemos que nem todo mundo busca desafios, existem pessoas que se acomodam e preferem fazer as mesmas atividades, executar a mesma função, e de preferência no mesmo ambiente; estas pessoas em geral tem como motivação a segurança.

 

Também existem aquelas profissões em que é necessário um aprendizado mais específico e de longo prazo e essa migração de áreas e tarefas não iria favorecer a especialização, então é bom ter gente fazendo o seu melhor, no mesmo lugar.

 

 

Se desafiar envolve ampliar suas habilidades, aprender, arriscar, mudar.

 

Mas também pode haver o desafio de permanecer onde está, suportar e carregar o fardo pelo tempo necessário – pra você, pra empresa, pro projeto.

Afinal, existem vários tipos de busca de desafios.

 

Preparei uma material sobre transição de carreira.

Se você tem dúvidas se está no lugar certo, acesse.

 

E quais os principais motivos que levam as pessoas a buscarem novos desafios?

 

 

Superação – a vontade de crescer, de superar limites, de se desafiar a ir além. Ao participar de um trabalho desafiador a pessoa sente que cresce tanto pessoal quanto profissionalmente.

 

Reconhecimento – em primeiro lugar pelo simples fato de ser escolhido ou convidado para determinado cargo, o que já demonstra que alguém o valorizou, identificou seu potencial, aumentando sua autoconfiança.

 

Num segundo momento, pelo círculo social, familiar e profissional. Quem não se sente bem ao receber os parabéns por uma conquista?

 

Responsabilidade – Uma vez escolhido para fazer algo maior, vem a responsabilidade pela entrega. Se acreditaram que vou dar conta, tenho que usar todos os meus conhecimentos e habilidades para entregar o meu melhor.

Partindo deste princípio, o profissional irá aplicar todos os conhecimentos que possui e buscar se desenvolver e se qualificar naquilo que ainda não domina. É uma excelente oportunidade para novos aprendizados.

 

Prática Um profissional que busca constantemente estar atualizado nem sempre consegue colocar em prática os conteúdos teóricos que vem adquirindo.

Uma mudança representa a oportunidade de aplicar estes conhecimentos, transformando-se num profissional mais maduro e bem preparado, aliando o conhecimento com a experiência.

 

Novas Experiências – As experiências podem ser quanto às tarefas a serem realizadas, às interfaces, os novos colegas ou chefes, novas tecnologias. Tanto faz!

O que vale é que novas experiências ampliam o repertório profissional, aumentando a sua empregabilidade e engordando o seu portfólio.

Quem busca crescimento de carreira com certeza está ávido por desafios!

 

  Você se identificou com estes aspectos, está pronto para mudar?

 

E qual foi a última vez em que você se desafiou ou foi desafiado a fazer algo novo?

 

Se as oportunidades não estão aparecendo e você sente que precisa e pode mais, trate de correr atrás delas. 

 

É nosso papel assumir a carreira, fazer um bom planejamento e dar os passos necessários na direção do que nos trará realizações.

 

Mas se você não sente esta necessidade de novidade, de desafios, não se apavore!!

 

Algumas pessoas tem a necessidade de permanecerem firmes onde estão – e isso faz bem para elas e para as empresas – mas este já é tema de um próximo texto!

 

 

 

O que é coaching de carreira e como ele pode te ajudar

Ilustração sobre o que é coaching de carreira e como funciona coach

Você sabe de verdade o que é coaching e pra que serve o coaching de carreira? O processo vai muito além do título e das técnicas.

 

Muito se ouve falar atualmente sobre coaching e suas inúmeras aplicações: carreira, executivo, liderança, empreendedorismo, negócios, vida, bem-estar, educação, idiomas e por aí vai.

 

Todo dia surge algo novo quando o assunto é coaching, atualmente no auge da moda.

 

Neste artigo você irá ler tudo sobre coach e entender o que é coaching de carreira.

 

O que é coaching?

O Coaching é um processo em que um profissional apoia o cliente para que este consiga melhores resultados, através de mudanças de comportamentos, ampliação do autoconhecimento, clareza e aumento da responsabilização sobre as suas escolhas.

“Coaching é uma relação de parceria que revela e liberta o potencial das pessoas de forma a maximizar o desempenho delas.” (Timothy Gallwey, um dos precursores do coaching).

Já ouviu falar em coaching de carreira?

 

O Coaching de Carreira tem como objetivo ajudar os clientes a melhorar a performance profissional, definir um planejamento de carreira, encontrar o ânimo e a paixão que perderam em suas carreiras ou a encontrar o melhor caminho para mudar de carreira, o que chamamos de transição de carreira.

 

Só para ter uma ideia do quanto um coach de carreira é procurado, uma pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva em novembro de 2017 revelou que 56% dos trabalhadores com carteira assinada estão insatisfeitos com o atual emprego, isso representa mais de 18 milhões de pessoas. É muita gente insatisfeita!

 

Esta insatisfação profissional pode acontecer por vários fatores: pode ser algo emocional, financeiro, arrependimento da carreira que decidiu seguir, entre outros.

 

O Coach de Carreira com foco em transição tem a missão de auxiliar as pessoas a encontrar o caminho certo na carreira, e se preciso for mudar, que tenha a coragem e atitude segura para realizar os sonhos profissionais.

 

Como ser um coach de sucesso?

No Brasil, não existe regulamentação sobre a formação e profissão de coaching.

 

Assim, qualquer escola de treinamentos pode formar novos coaches, sem ser necessário comprovar a expertise do professor ou o conteúdo que é ministrado (por isso a proliferação de novos profissionais mal qualificados).

 

Mas calma, isso também não é o pior: na verdade, nem é preciso ter a formação para se autodenominar coach.

 

A formação de coach no Brasil se enquadra na categorização de curso livre, que não precisa de reconhecimento ou autorização do MEC (Ministério da Educação).

Os formadores atuam sob vigência dos órgãos de defesa do consumidor.

 

 

Se qualquer um pode ser coach, como escolho um bom?

 

Qualquer um pode ser coach no Brasil. Mas se tornar um coach verdadeiramente de sucesso, com ênfase, qualidade, relevância e autoridade no segmento, não se pode optar por alguém que tem um marketing bonito ou um preço baixo.

É preciso optar por alguém que realmente tenha qualificação, vivência no tema, preparação e conhecimento prático sobre as metodologias que irá aplicar.

O IBC (Instituto Brasileiro de Coaching), revelou para reportagem da revista Veja que formou 20 mil pessoas nos últimos dez anos. A quantidade profissionais aumenta a cada ano, mas a grande questão é sobre a qualidade na formação destes profissionais.

Dados das instituições formadoras apontam que apenas de 2 a 3% das pessoas formadas realmente irão atuar como coaches, de forma profissional.

 

Um processo de coaching é algo sério.

Quantas pessoas que você conhece se sentem tranquilas indo cortar o cabelo numa escola de cabeleireiros? Eu não conheço nenhuma, com exceção de um amigo quase careca.

 

As pessoas não cortam o cabelo com alguém sem experiência e domínio porque não querem arriscar algo que valorizam, e isso porque o cabelo cresce.

 

Entretanto, tem gente que ainda põe sua vida, sua carreira, sob os cuidados de pessoas mal preparadas.

Um outro cuidado fundamental: a empatia e a sintonia.
Você irá abrir sua vida com o profissional escolhido, por isso é preciso ter confiança e empatia.

 

Sem sintonia e tempo para a relação acontecer e maturar, dificilmente haverá a conexão necessária para o processo de coaching funcionar.

 

E como acontece o processo de coaching?

O processo de coaching consiste em encontros, presenciais ou online, podendo ser individual ou em grupo, onde o coach aplica ferramentas e utiliza questionamentos profundos para que o cliente localize as respostas no lugar certo: dentro dele.
Todo o esforço deve ser para que o cliente seja capaz de se responsabilizar e encontrar as respostas, tendo mais clareza para a tomada de decisão, suportado por um plano de ação.

A partir desta clareza, o coach apoia o cliente e o conduz em direção ao seu objetivo, ajustando comportamentos que possam impedir o sucesso do planejamento.

De forma bem simplista, o que é ensinado pela maioria das grandes escolas de coaching é:
– Você está no ponto A e o processo de coaching te ajuda a chegar mais rapidamente no ponto B, que seria a sua meta.

 

Eu não sigo este processo desta forma tão linear, simplesmente porque na prática percebi que tinha que ser diferente.

 

Tendo por base os atendimentos que realizo, vi uma grande lacuna neste modelo: a maioria das pessoas não têm clareza total sobre si mesmas e/ou sobre as decisões e escolhas que fizeram até aqui.

 

 

Veja a Evolução do coaching desde a criação do termo até os dias atuais:

 

Infográfico evolução do coaching

(fonte: site SBCoaching)

 

Os primeiros usos do Coaching da forma como o processo é conhecido hoje, ocorreram no meio esportivo norte-americano, utilizado por treinadores para motivar profissionais de esportes individuais, como o tênis, e assim apoiarem os atletas a conquistarem melhores resultados.

A principal referência desta primeira fase é Timothy Gallwey, autor do livro The Inner Game of Tennis.

 

O Inner Game (jogo interno) é o principal diferencial do método utilizado pelo autor e diz que o principal oponente do competidor não é o adversário, e sim as suas limitações e fraquezas internas.

 

Ou seja, o método defende que o maior obstáculo para o sucesso é a nossa própria mente, que nos sabota, permanecendo na zona de conforto e fazendo com que nem tentemos obter melhores resultados.

 

Com o sucesso da técnica nos esportes, foi um pulo para o mundo empresarial adaptá-lo, usando o coaching para melhorar a performance de executivos, que ficou conhecida como Executive Coaching e tem como principal autor o inglês John Whitmore, autor de Coaching for Performance.

 

Os resultados obtidos através do coaching foram tão significativos que o processo foi cada vez mais utilizado para ajudar as pessoas a desenvolverem novas habilidades, desenvolver equilíbrio emocional e agilizarem seus aprendizados, obtendo assim um crescimento acelerado na carreira.

 

Logo, esse processo ganhou as ruas e hoje não só executivos e profissionais do mundo corporativo, mas qualquer pessoa pode ser beneficiada por um processo de coaching, em suas diversas e novas modalidades.

Mas esta popularização tem o seu lado negativo.

Como já dissemos, qualquer um pode se posicionar como coach e oferecer soluções para o cliente (inclusive soluções milagrosas), mas nem todos profissionais atuantes são realmente qualificados, exatamente pelo fato de não haver uma regularização no Brasil.

 

É sempre importante conhecer o histórico dos trabalhos que o coach promove, a história de vida, os segmentos que atua, clientes que já atendeu.

Caso contrário o cliente estará fadado a receber instruções e informações de baixa qualidade e que podem afetar muito na sua mudança de vida.

 

Um pouco mais sobre o Coaching de Carreira

 

É muito comum fazermos escolhas baseadas em modelos e padrões sociais.

 

Muitas pessoas escolheram a faculdade, a profissão e o primeiro emprego por critérios como: foi a mais fácil, eu queria outro e meus pais não deixaram, era a profissão que pagava mais ou com mais vagas.

 

Mas quando pergunto: e era isso que te faria feliz?

 

Ah, então surgem respostas diversas, os sonhos começam a ser resgatados.

 

É necessário trabalhar primeiro o autoconhecimento para que as escolhas e prioridades daqui pra frente realmente estejam alinhadas com aquilo que te fará feliz, completo, realizado, para que as suas escolhas reflitam de verdade quem você é, na essência.

 

Quando você sabe quem é você e o que te serve, o que é realmente bom para sua vida, aí então é hora de partir para as metas, objetivos, sonhos e estratégias para colocá-las em ação.

 

Agora sem estabelecer um único ponto final ou de chegada, uma única meta, o tal ponto B.

Ao contrário dessa visão mais simplista, estabelecemos o ponto C, D, E…Z! Mostrando assim que existem diversas possibilidades de se ter para uma vida equilibrada e com bons resultados.

 

E por que não escolher apenas uma meta?

Porque a vida muda, você muda, seus sonhos, as vontades mudam.

 

Muitas vezes, no próprio processo de coaching, conforme a clareza aumenta, o objetivo inicial que a pessoa queria buscar já mudou, já não faz mais sentido.

 

 

Agora, o planejamento é essencial, seja ele de curto, médio ou longo prazo.
Aqui não definimos um único ponto de chegada!

Definimos opções de caminhos e ensinamos a ajustar o que vier a ocorrer durante a jornada.

Você aprende para aplicar para o resto da sua vida!

 

De uma coisa você pode ter certeza, muita coisa vai mudar. A vida é assim.

Não existe planejamento que ocorra 100% certo do início ao fim. E para existir a independência nas ações, por mais que o coach esteja sempre ao lado apoiando, o cliente precisa saber ajustar a rota conforme a jornada acontece.

 

Neste vídeo eu falo um pouco mais sobre como ocorre o meu processo de coaching:

 

Enfim, um bom processo de coaching não é aquele que muda você, e sim aquele que te liberta, te desperta para que você seja você mesmo e viva a sua vida de verdade, com ótimos resultados e feliz.

 

É aquele que potencializa o que você tem de melhor, te estimula a fazer as coisas do seu jeito com ajustes de comportamentos, que respeita a sua essência e a sua forma de enxergar o mundo.
Que te ajuda a enxergar o porquê de você estar aqui, existindo, trabalhando, vivendo e até mesmo, lendo este texto.

 

 

Um relato de quem passou pelo processo de coaching de carreira com a coach Lilian Sanches:

“Sempre achei que em minha vida não tinha sonhos, mas que tinha uma série de degraus a subir naquela escada chamada carreira!
Não sabia ao certo quem eu era e nem onde eu queria chegar.
Eu olhava apenas para baixo para seguir os degraus e tentar não tropeçar. Eu já não pensava se estava feliz ou não. Mas seguia convicta de aquilo era o que existia pra mim. Quando comecei o coaching, tirei os olhos do degrau.
Comecei a me conhecer e a descobrir que existiam outros caminhos! Eles sempre estiveram lá, mas eu não era capaz de enxergar.
Quanto mais me conhecia, mais caminhos surgiam.
Mas eles não eram mais uma escada difícil de subir, mas sim caminhos cheios do que eu sempre sonhei. Eles me pareciam muito mais bonitos. Decidi seguir estes caminhos que mostravam quem eu realmente sou… o que realmente importa na minha vida!
Liberdade! Esse é o sentimento que melhor define o que pude sentir. Hoje sei o que me faz feliz, e é neste caminho que estou seguindo. Nunca estive tão leve, tão completa! Mas melhor que sonhar, é colocar os sonhos em prática! Ver tudo acontecer.
Começar tudo de novo? Sim! O que me importa é ser feliz! Sonhos em ação!”
Patrícia Destefano

 

Clique aqui para mais informações sobre COACHING 

 

 

O mundo está ao contrário e a gente reparou – sobre transições e mudanças tão necessárias

O mundo está ao contrário e a gente reparou sim!

Muitas pessoas tem se questionado sobre o atual modelo de sucesso pessoal e profissional (isso inclui eu e possivelmente você, que se interessou por este artigo).

 

Transições e mudanças em nosso estilo de vida, na forma de pensar e encarar o mundo são necessárias.

 

Acompanhe comigo!

  • Fomos treinados para o sucesso.
  • Estudar desde cedo focados em passar no vestibular.
  • Escolher uma área de atuação que remunere bem e entrar numa boa universidade, de preferência pública, antes dos 18 anos.
  • Entrar num programa de estágio ou de trainee numa grande empresa, crescer na carreira, conquistar posições de destaque e que deem orgulho à todos em sua volta.
  • Escolher a carreira do momento (só ver na imprensa e conversar com amigos que eles irão apontar as carreiras que estão em alta no momento –  e não importa se você gosta da área ou se tem habilidade, estas serão as profissões que te trarão sucesso!! ahammm…)

 

Na sequência ou junto a tudo isso – casar, ter um carro, comprar uma casa financiada em 30 anos, viajar uma vez por ano com a família, ter filhos e colocá-los de volta neste mesmo caminho, esperando e desejando que eles também sejam felizes e bem-sucedidos. (ahammm 🤭…)

 

Robert Kiyosaki chamou sabiamente esta trilha de “corrida dos ratos” em seu livro best seller “Pai Rico, Pai Pobre”.

 

São estas e tantas outras imposições que muitas vezes levam as pessoas a escolherem rumos na vida profissional que não condizem com os mais profundos desejos, anseios pessoais e habilidades.

 

Epa!! Só que no meio dessa corrida, paramos para refletir:

 

– Poxa, talvez eu não esteja tão feliz assim, apesar de ter feito todo o caminho (ou parte dele) direitinho.

 

Você deve estar se perguntando: O que será que eu fiz de errado?

 

 

Mulher pensando no trabalho - O que será que eu fiz de errado - insatisfação profissional

 

 
Não se aflija! É normal em algum momento da vida estes questionamentos surgirem.

 

Seguimos um caminho para o sucesso sem saber ao certo onde ele vai nos levar.

Em geral, só enxergamos o destino quando estamos chegando perto dele. Por isso a frustração! Muitas vezes, o que deixamos pelo caminho foi muito custoso, dói muito.

 

E o benefício pode nem ser tão grande assim.

 

Nos perdemos na nossa própria ânsia em querer conquistar cada vez mais. Muitas vezes, conquistar o que nem ao menos valorizamos.
E isso quando conquistamos, porque muita gente corre, corre, corre… e nunca chega na reta final.

 

 

Três aspectos baseiam fortemente este questionamento:

  1. Escolhemos cedo demais e com pouquíssima maturidade e conhecimento sobre o mundo, pra não dizer com uma visão romanceada, o que faremos na maior parte do tempo: nossa profissão.
  2. Seguimos modelos definidos pela vontade e necessidade dos outros, sem nos questionar sobre o que realmente queremos, o que faz bem pra gente.
  3. Nós mudamos e nossas vontades e necessidades mudam junto. Se aos 20 anos o seu sonho era ter um carrão esportivo, com 30 e poucos anos, casado e com filhos, a sua grande vontade talvez seja chegar em casa mais cedo.

 

Mas será que é possível voltar atrás?

Como já disse o médium Chico Xavier:

“Você não pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas você pode começar a fazer agora e fazer um novo fim”.

 

Aquele que faz uma autorreflexão da vida, para por alguns instantes a pensar e analisar os rumos que a sua vida seguiu oriundos de decisões passadas, muitas vezes influenciadas pelo meio que você vive e foi educado(a), certamente concluirá que novas decisões devem adotadas para mudar a reta final que mencionamos.

 

Conforme mudamos, algumas coisas que eram importantes ficam pra trás.

 

Aprovação social é uma das questões que muda. E muito!

Porque muita gente fez a faculdade que fez?

Para ter a aprovação dos pais, da sociedade ou porque os amigos fizeram. Porque ser músico, confeiteiro ou artista não era bem uma opção profissional aceita aos 20 e poucos anos de idade. E porque você não queria provocar a ira familiar justificando que estava “apenas” seguindo os seus sonhos.

Talvez tudo isso tenha acontecido inconscientemente! pense ai…

 

Outra questão que muda muito:

Conforme o tempo passa, na maioria das vezes, nos preocupamos mais com saúde, qualidade de vida e família.

 

Começamos a entender que a vida acaba. E pra alguns muito, muito cedo.

Na juventude, vivemos a certeza de que somos eternos. A velhice está muito longe.

Conforme os anos passam, começamos a perder amigos, ver gente da mesma idade enfartando, adoecendo…

 

É a fase onde começamos a questionar se o CNPJ que defendemos vale o AVC.

 

Eu vivi tudo isso na pele. Trabalhei e estudei muito para conseguir um alto cargo corporativo. Foram noites mal dormidas, investimento financeiro, ausência dos eventos familiares. Quando cheguei lá, quando alcancei o sucesso, me perguntei: era isso? E agora, o que faço? 

 

Eu sabia… tinha que dar alguns passos pra trás, reencontrar minhas verdadeiras paixões, vontades, necessidade… e usá-las ao máximo, enquanto houvesse tempo. Não dava pra esperar a aposentadoria, então, ali, resolvi agir e mudei minha vida.

 

Chega um momento em que  precisamos de mais tempo livre, menos dedicação ao trabalho e mais cuidados com a gente mesmo (e como isso nos faz um bem danado!).

 

Nesse processo é fundamental o apoio profissional do coaching de carreira, com alguém que tenha vivência no assunto, experiências para compartilhar, orientar e te ajudar a fazer a transição de carreira da maneira correta, planejada e leve. 

 

(se você quiser conhecer um pouco mais sobre o meu trabalho, clique aqui)

 

 

Você se arrependeria daquilo que fez ou daquilo que não fez?

 

 

Uma enfermeira especializada em atender pacientes em estado terminal listou os “Cinco maiores arrependimentos que as pessoas têm antes de morrer”. São eles:

 

1 – Gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo e não a vida que os outros esperavam de mim.

Passamos a maior parte da vida fazendo coisas pelos outros. E esperamos algo em troca, no mínimo reconhecimento. Mas o problema é que em geral os outros nunca nos pediram para fazermos algo! Ai quando não recebemos gratidão pelo ato feito, acabamos sentindo rancor, cobrando por algo que nós mesmos definimos o valor.

 

2 – Gostaria de não ter trabalhado tanto

Mesmo aqueles que tiveram um trabalho gratificante no qual tiveram a possibilidade de enriquecer, se transformar, ter uma vida melhor, ainda assim se cobram. Imagina os que se sacrificaram sem ter o retorno desejado! A grande cobrança quanto ao trabalho está ligada a dedicação excessiva e a abnegação dos demais valores pessoais: saúde, família, hobbies, amigos…

 

3 – Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos

Nos preocupamos tanto em seguir regras e padrões sociais que acabamos aprendendo a esconder os sentimentos. Quantos “eu te amo” deixamos de dizer por que não era o momento certo?

Quando não dizemos, também escutamos muito pouco ou quase nada desses “eu te amo” que são potenciais bombas nucleares de alegria, acalentos e sempre estão recheados de um montão de coisas boas que reciclam nossa vontade de viver intensamente.

 

  4 – Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos

Muitas vezes, as nossas relações de amizade são mais fortes e verdadeiras do que com nossa própria família. Só que a falta de tempo acaba nos afastando de quem gostaríamos de ter por perto. Mais uma vez, trabalhar muito é um dos maiores vilões.

 

5 – Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz

Não importa o quanto a vida seja boa ou ruim. Em algum momento nos questionaremos: valeu a pena?

São nossas escolhas e o tempo que investimos naquilo que fez diferença em nossa vida e na vida das pessoas que amamos é que realmente fará a diferença. Normalmente não valorizamos as pequenas coisas que temos. Liberdade, amor, felicidade… O quanto você as coloca como prioridade em sua vida?

 

Feitas todas estas reflexões, é hora de se questionar:

 

O quer eu realmente quero ser quando crescer?

 

Agora sem o peso das escolhas dos outros ou das necessidades criadas pela sociedade e que não te cabem mais, apenas vivendo aquilo que te faz sentido.

 

Mas mudar não é tão simples!

 

Primeiro vem o medo do desconhecido. Todo mundo faz a mesma coisa, segue a vida do mesmo jeito.

 

– E logo eu vou arriscar e fazer algo diferente?

 

Existem dois tipos de pessoas:

  • As que fazem;
  • As que reclamam da própria vida e falam mal das que fazem 🙄.

 

Não temos como definir que uma será mais feliz do que a outra. A única coisa que sabemos é que não é o segundo tipo de pessoa que transforma o mundo (nem mesmo seu próprio mundo!).

 

O ser humano é naturalmente inquieto e movido à insatisfação.

 

Nossos antepassados evoluíram, criaram a roda, a escrita, mudaram de local, criaram comunidades… simples e puramente porque estavam insatisfeitos com algo e queriam melhorar o que tinham. Faz parte da nossa natureza mudar, melhorar, ser inquieto.

 

 

Logo, nossa felicidade e satisfação está ligada diretamente ao quanto “agitamos” a nossa inquietude.

 

 

Se evoluímos – como espécie – e chegamos até aqui é porque em algum momento alguém saiu da zona de conforto, colocou o medo de lado e foi em frente.

 

E como saber o que faz sentido pra mim e o que eu realmente quero?

 

Autoconhecimento e aprendizado com sua própria história são a base para todo o processo de mudança. Sempre digo que nunca saberei o que eu quero pro resto da minha vida. Mas sei claramente o que não quero, o que não me cabe, o que não me serve.

 

Você pode testar coisas novas, seja um novo trabalho, um novo modelo de contratação, uma nova empresa… E talvez você vá incluir muitas destas experiências na lista do que não quer. Mas é preciso testar.

 

Invista em seu desenvolvimento. Muitas de nossas insatisfações vem do fato de não estarmos nos desenvolvendo, nos sentirmos estagnados e sem desafios. Precisamos sentir que aprendemos, evoluímos e contribuímos com algo maior.

 

Busque um ambiente onde você se sinta bem, em que você tenha prazer em estar e de falar sobre ele para seus amigos e familiares. Um local em que você fique alegre em ir todos os dias e mesmo que haja muita pressão e cobrança por resultados, que seja também um local de crescimento, aprendizado e segurança.

 

Busque um trabalho onde você utilize suas potencialidades, seus talentos, onde permitam você ser simplesmente você e onde você possa expressar suas opiniões.

 

Respeite e valorize quem você é para que os outros também o façam.

 

 

 

E como iniciar a mudança? 

 

# Entenda o que você quer fazer, mesmo que seja só o primeiro passo.

Você já pensou no que quer ou gostaria de fazer? Muitas vezes pensamos em mudanças drásticas sendo que apenas estamos insatisfeitos com algo pontual. Basta uma mudança de área, de cargo, de empresa ou inserirmos algo novo no contexto atual e a satisfação aumenta.

 

Se é uma mudança maior, pense em começar a fazer algo em paralelo, iniciar e testar o que for possível. Se for mudar de estado ou país, quem sabe uma viagem de um mês ao novo local já te mostre como será a nova vida. Se a mudança for de profissão, frequentar eventos com profissionais da nova área pode ser interessante.

 

O importante é começar.

 

 

# Defina o melhor momento para cada passo e entre em ação

Seja qual for a mudança, da mais simples a mais drástica, uma coisa é certa: quanto mais nos preparamos e planejamos, mais tranquilamente as coisas fluem. Por isso é importante pensar nas pessoas envolvidas, nas questões financeiras, nos ganhos e perdas de cada ação.

Lembre-se que mesmo a meta mais difícil pode ser alcançada (sem deixar de viver o seu presente!!!).

 

Uma boa ideia não passará disso se você não executá-la.

 

Novamente, o importante é começar.

 

 

# Cerque-se de pessoas com o mesmo propósito

Muita gente vai rir dos seus sonhos e dizer que você não é capaz.

Tentarão fazê-lo desistir dos seus projetos e se ajustar ao padrão comum. Estas pessoas somente valorizarão seus feitos quando você provar que deu certo (acolha as críticas e não dê muito peso a elas. Alguém tem calçado os seus sapatos?).

 

Você ainda precisa destas pessoas ao seu lado?

 

Cerque-se de pessoas que te incentivam, te façam crescer e que estimulem você a sair da zona de conforto. Muita gente não quer que você cresça e não é por mal: apenas querem que você fique com elas, fazendo companhia e compartilhando suas frustrações.

 

O mundo requer mais autoconsciência e menos competição. Substitua a competição pelo compartilhamento e pela compaixão. Ao invés de caminhar sozinho rumo as suas realizações, leve com você as pessoas que estão realmente ao seu lado e que amam você verdadeiramente.

 

 

Transição de carreira – um novo começo para construir um futuro que realmente deseja

 

Quando falamos em buscar um novo trabalho para utilizar seus talentos, suas potencialidades e que sinta-se bem, alegre e com motivações para trabalhar, não é algo a ser decidido sem planejamento e aprofundamento.

 

Para ter sucesso e não se decepcionar com a mudança, é preciso respeitar o processo que chamamos de Transição de Carreira, pois não devemos mudar radicalmente, de uma hora para outra, a profissão que escolhemos e seguimos até aqui.

 

Muita coisa pode ficar para trás, as coisas boas devem ser absorvidas e bem aproveitadas. Valorize sua trajetória, seja grato pelo que realizou e liberte-se, fortalecido, para seguir em frente. A vida é feita de ciclos.

 

Construir uma nova carreira não é tão simples, mas saiba: você não está sozinho, podemos ajudar você.  

 

O que a proatividade tem a ver com o seu sucesso?

O que faz algumas pessoas serem bem-sucedidas na vida e outras ficarem estagnadas? O que leva algumas pessoas a alcançarem o sucesso profissional e outras a se manterem num mesmo estágio em sua carreira? O que paralisa algumas pessoas e o que é capaz de motivá-las, levando-as mais além, a conquistarem novos horizontes, um melhor desempenho? Quais talentos, valores e crenças definem as pessoas? Como as pessoas se veem diante da vida – vítimas ou autoras da sua própria história?

 

Cada um poderá responder a essas perguntas conforme sua perspectiva cotidiana, suas experiências, o ambiente em que está envolvido e conforme os valores que recebeu desde criança.

 

Você já parou para pensar que VOCÊ É ÚNICO e que não existe outra pessoa igual a você?

 

Mas o que torna uma pessoa diferente da outra muitas vezes está relacionado à sua postura. O que faz uma pessoa mudar o “rumo” da sua vida ou continuar na “mesmice” é a sua postura diante do que lhe é posto e as atitudes tomadas para encarar essas situações. Esses são fatores determinantes do sucesso ou do fracasso e o que fará qualquer pessoa alcançar um dos dois é o quão importante são os seus sonhos, objetivos, seu propósito de vida.

 

Todos os dias você decide se continua do jeito que é ou muda. Você tem o poder de participar da sua autocriação.

 

Conhecer a si próprio faz parte do entendimento dos seus comportamentos. Saber onde está (seu estado atual) e aonde quer chegar com sua postura (estado desejado – futuro) pode levá-la mais rápido ao objetivo pretendido.
Ser proativo é ter senso de prontidão e urgência, é arriscar-se a estar à frente de qualquer problema vivenciado ou que poderá acontecer se nada de positivo for feito. Ao contrário disso, pessoas que não têm esse comportamento exibem os padrões opostos: não conseguem identificar ou aproveitar as oportunidades de mudar as coisas em qualquer área de sua vida.

 

O profissional proativo tem como características: busca constante por oportunidades de mudança; execução de ideias; enfrentamento de obstáculos; sabe se opor sem criar confrontos e conflitos; tem flexibilidade a ponto de saber lidar com qualquer mudança; tem iniciativa, atitude, auto-liderança e perseverança; tem agilidade, coletividade e capacidade de gerar valor agregado ao produto; é capaz de compatibilizar inteligência, experiência e expertise, transformadas em valores éticos; tem visão global; é empreendedor e tem facilidade de inovar.

 

Entretanto, para tomar decisões corretas e antecipar-se às possíveis demandas, é preciso estar preparado e atento a todas as situações, de modo que se possa adquirir conhecimentos, experiências e informações que favoreçam uma ação pensada.

 

Profissionais proativos enxergam sempre o trabalho como sendo o seu próprio negócio, possuindo um perfil empreendedor mesmo numa estrutura organizacional.

 

proatividade no trabalho

 

Um dos grandes desafios dos recrutadores durante a seleção de um candidato é, em poucas horas, conhecê-lo tão bem a ponto de saber se o seu comportamento pessoal está alinhado às suas características profissionais. Afinal de contas, currículo e boa aparência nem sempre são suficientes para dimensionar se o candidato tem perfil proativo. Atualmente admite-se por competência e demite-se por comportamento e, para evitar que isso aconteça, é imprescindível que, além de testes de personalidade, existam testes de comportamentos práticos, em equipe ou que induza a liderança.

 

Os profissionais que possuem comportamento proativo tendem a empenhar mudanças nos ambientes em que atuam e, com isso, as empresas para as quais trabalham muitas vezes também adotam posturas proativas diante do mercado.

 

Os proativos sempre buscam maneiras de fazer melhor, mais rápido ou com menor custo aquilo que já se faz, possuindo uma capacidade de converter problemas em belas oportunidades.

 

Quando somos competentes e estamos motivados, determinados e focados os nossos pensamentos e ações superam nossas limitações.

 

Também existem algumas atitudes que comprometem a proatividade. É importante salientar que ser proativo não é sinônimo de arrogância, prepotência ou antipatia. É fundamental desenvolver  e aprimorar as competências comportamentais no dia a dia.

 

A falta de preparo e a insegurança são outros obstáculos que dificultam os profissionais a se tornaram mais proativos. As pessoas proativas devem buscar sempre respeitar as individualidades e aprender a construir com os diferentes tipos de personalidades e gerações presentes em uma equipe. Para isso, é necessário ter uma postura mais questionadora sobre elas mesmas.

 

Decisões corretas sobre pessoas exigem conhecimentos de suas individualidades e de como as habilidades de cada um podem ser reconhecidas e utilizadas da melhor maneira.

 

Ser proativo é uma escolha e está relacionado ao querer e ao agir, saindo do discurso e indo para a prática. É a capacidade de dirigir a sua própria vida – pessoal e profissional – e ter consciência de que ser competente, ter sucesso e ser feliz são atributos de sua inteira responsabilidade.

 

 

Estamos pagando com a vida pela nossa frustração profissional

Na última semana atendi a Camila*, que veio se queixando de frustração profissional. Analista de uma grande empresa, Camila aos 29 anos está perdida na carreira, sem enxergar perspectivas de médio e longo prazo.

 

Já não havia visão de longo prazo, e a visão de curto prazo era um cenário tenebroso: todos os relatos dela sobre o trabalho atual contavam histórias sobre cansaço, excesso de trabalho, distanciamento dos amigos e da família, a saúde e a qualidade de vida se deteriorando e um sentimento crescente de falta de valorização.

 

Com grande esforço, Camila chegou onde está hoje.

Formou-se em engenharia. Estudava a noite e à partir do 2o ano já trabalhava. Se esforçou para estudar inglês, conseguiu inclusive ir 2 vezes ao exterior, fazendo intercâmbio de férias.

Pós-graduação completa e muita dedicação no trabalho, foi crescendo na carreira, ganhando confiança e credibilidade na área de supply chain, onde atua.

E pronto, um bom cargo em uma grande empresa, com bom salário e benefícios, plano de carreira e o título de ter uma “bela carreira pela frente”.

Mas com uma expressão cansada, um suspiro triste vez ou outra…

 

um trabalho desgastante e sem sentido, um sentimento diário de:

 

“o que eu estou fazendo aqui?”.

 

Essa é a história de Camila e de muitos profissionais que procuram apoio para definir os próximos passos de carreira:

 

  • O que eu fiz até aqui é o que eu realmente quero fazer para o resto da vida?
  • Vale a pena o esforço pelo que estou abrindo mão na minha vida pessoal?

 

 

E então é onde nos deparamos com programas e histórias que não cabem na vida da maioria, ressalto MAIORIA, das pessoas:

  • largue tudo e trabalhe viajando, curtindo a vida;
  • faça apenas o que você ama;
  • “vire” empreendedor e trabalhe muito menos e ganhe muito mais;
  • encontre um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia da vida;
  • ganhe na loteria;
  • vá trabalhar na profissão do momento e fique rico e feliz.

 

Ok, algumas pessoas seguem estas máximas da felicidade profissional e realmente se dão bem. Mas são minoria. E mesmo para estas pessoas, muitas terão noites sem dormir, atividades que entram noite a dentro, abdicações de finais de semana em família e muitas tarefas chatas a serem executadas mesmo que você esteja no melhor emprego do mundo.

 

Para a outra parcela da humanidade – e eu diria a maioria – encontrar a felicidade, a satisfação no trabalho vai um pouco além.

 

Significa continuar trabalhando e junto à isto tentar ajustar o máximo que pode.

 

Inclui fazer um planejamento financeiro, ter garantias de que poderá pagar as contas no final do mês ou sobreviver um período sem receitas, antes de tentar algo novo.

 

E inclui talvez perder esta reserva e se ver tentando novamente um emprego merda-insatisfeito para poder juntar mais dinheiro e tentar mais uma vez algo novo –  seja um negócio próprio ou uma carreira numa nova área.

 

Para outros tantos, trabalhar inclui o orgulho em pertencer à grandes empresas, ter um cargo, uma mesa ou sala bonita, um cartão de visitas com seu nome escrito.

Grandes empresas

 

Ainda temos que levar em consideração o mais básico dos elementos: perfil e necessidades!

 

Por mais que muita gente até tenha vontade de fazer coisas muito diferentes, nem todo mundo vai se aventurar. Nem todo mundo tem perfil para trabalhar em casa ou de qualquer lugar do mundo, nem todo mundo tem perfil para empreender.

 

Na dúvida podemos consultar um dos mais conhecidos estudos sobre necessidades humanas: A teoria de Maslow. Lá na base da pirâmide estão as necessidades fisiológicas e de segurança: comida, sono, um emprego, benefícios que preservem a saúde, recursos financeiros, preservar a família, a saúde, a propriedade.

 

Só depois de termos estas duas necessidades supridas começamos a nos preocupar com as demais: relacionamento, estima, realização.

 

 

Pirâmide das necessidades de Maslow

 

E na nossa sociedade, a maior parte da população ainda luta para ter garantido os 2 primeiros pilares.

 

E o que eu faço agora?
Fico insatisfeito ou chuto o balde?

 

Existe um princípio básico que é entender o que realmente faz bem para você.

 

E aqui se inicia o nosso maior erro.

 

Não paramos para pensar no que nos serve, seguimos a vida correndo atrás de modelos de sucesso pré-estabelecidos. E então vem a frustração profissional.

 

Um exemplo clássico é como escolhemos a carreira.

 

Normalmente esta escolha se faz de três formas:

  • Opinião e espelhamento das vontades familiares;
  • Primeiras experiências profissionais ou de estudo, ganhando aptidão por determinado assunto ou área;
  • Escolher uma das profissões promissoras do momento ( seja médico – engenheiro – advogado que será feliz!).

 

Esta escolha acontece muito cedo. E por isso, cada vez mais cedo os profissionais estão frustrados. Testamos e seguimos o modelo da felicidade (faculdade – inglês – pós / MBA – um bom cargo / salário – um carro bonito), mas muitas vezes ele não funciona.

 

E seguir este modelo padrão não está errado, apenas temos que nos perguntar:

  • É isso mesmo que quero?
  • O preço que estou pagando para cada conquista, vale a pena?

 

Não nos questionamos, não avaliamos, e o tempo passa. A vida passa.

O tempo passa

 

E cada vez tem mais gente infeliz.

Na última pesquisa que realizamos sobre o tema, chegamos em 71% das pessoas insatisfeitas com o trabalho!! Fomos atrás de outras fontes, no Brasil e no exterior, e todas falam de insatisfação profissional em torno de 80 a 85% na faixa etária dos 30 anos (como nesta pesquisa de 2016 da Giacometti Comunicação).

 

Passaremos a maior parte das nossas vidas trabalhando!! Não faz sentido o trabalho continuar sendo algo tão penoso. Não faz sentido esta frustração profissional.

 

Faz?

 

Quando algo vai mal, temos escolhas:

  • Sofrer e reclamar;
  • Ajustar alguns fatores, buscando melhorar o cenário;
  • Mudar tudo.

 

Sofrer é opcional. Ajustar ou mudar a situação depende de cada um de nós. As vezes nos prendemos no sofrimento por acharmos que nosso problema não tem solução. E sempre tem, só que dificilmente será da noite para o dia.

 

Quantos casos você conhece de pessoas que sofreram um grande trauma ou perda e então mudaram tudo? Nos recusamos a mudar, a sair da zona de conforto.

Até que o pior acontece. Quando há tempo hábil, as pessoas mudam. Outras infelizmente não possuem este tempo.

Ajustar ou mudar é um ciclo que se inicia na identificação do problema.

Analisar, planejar as alternativas e iniciar as mudanças através de um plano de ação.

 

Comece se questionando, refletindo para identificar a sua real insatisfação.

 

Os 6 principais questionamentos sobre carreira que você tem que responder:
  • Faço o que gosto e sei fazer bem o que faço na maior parte do dia?
  • Se eu trabalhasse em outra empresa, na mesma área, estaria mais motivado?
  • Gosto da minha profissão ou apenas de algumas tarefas dela?
  • Como posso fazer uma transição de carreira, de área, de segmento ou profissão?
  • Quais resultados quero e como faço para conquistá-los: crescimento, salário, reconhecimento, qualidade de vida?
  • Qual seria meu plano B, C,D… se o plano A não der certo?

 

Seja qual for a meta, por mais difícil que seja, talvez você não possa não conseguir realizá-la em seis meses. Mas pode conquistá-la em 2 ou 6 anos.

 

É necessário começar.

 

O mais importante: começar na direção certa!

 

O Coaching pode te ajudar a ter mais clareza sobre sua carreira. 

Clique aqui e saiba mais.

 

 

(* Camila é nome fictício)

 

Dicas essenciais para o seu currículo

Você tem dúvidas sobre como preencher o seu currículo, se tem informações a mais ou a menos, sobre como disponibilizar as informações e deixar o seu currículo atrativo?

Começando um currículo:

Primeiro, escreva todas as informações de forma estruturada, mas sem se preocupar em formato. O que vale é você não esquecer nada. Na sequência, pegue o modelo de currículo e vá dispondo as informações. Assim tem menos chance de você esquecer de algo relevante. Utilize fontes simples (exemplo: arial, cambria ou verdana no tamanho 11) e insira palavras-chaves. Além de facilitar a visualização, algumas empresas possuem softwares para análise inicial de currículos. Neste caso, serão as palavras-chaves que garantirão que você siga para a próxima fase.

 

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Os principais itens de um bom currículo:

 

 

 

 

Dados Pessoais: Nome e Sobrenome, Primeira parte do currículo, deve ser breve. Mencionar a cidade de residência (bairro somente em grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro), dados para contato – seu número de celular, um e-mail e o endereço para o seu LinkedIn.

 

Objetivo: Vou repetir o título deste item: objetivo! Não é para contar história ou pretensões. Em uma ou duas palavras fale o que você quer fazer, qual a sua área de atuação ou cargo pretendido. Você pode atuar em mais de uma área e função? Adeque seu currículo à cada envio, mas nunca generalize.

 

Formação: Em ordem, assim como nas experiências, do mais recente ao mais antigo. Destaque: qual formação possui, onde fez e em que ano terminou. Basta isso. Se você possui ensino técnico, mencione apenas se for relevante para a sua área de atuação. Um bom exemplo são os engenheiros, que possuem uma bagagem extra quando oriundos de formações e experiências técnicas.

 

Idioma: Apenas insira um 2º ou 3º idioma se o seu nível for de intermediário para avançado. Vai no início do currículo se for relevante para a vaga, do contrário pode ser listado no final do documento, junto com cursos.

 

Intentus-Dicas-essenciais-para-o-seu-currículo

 

Principais Realizações / Resultados: Campo para você destacar o que realmente fez a mais, o que fez de diferente nas empresas e cargos por onde passou.

 

 

 

Preferencialmente utilize resultados quantitativos e mensuráveis e somente nos quais você tenha participado diretamente nas conquistas.

Utilize marcadores e tenha de 4 a 8 itens. Se houver muitos, agrupe-os por similaridade ou por empresa. Se houver poucos, não inclua este campo, cite as realizações na própria descrição da experiência.

 

Experiências Profissionais: Cite todas as empresas / cargos, em ordem decrescente, da mais recente para a mais antigo. É necessário ter: nome da empresa, período inicial e final, cargo exercido. Não é necessário citar todas as atividades realizadas, mas quando o cargo é muito amplo, é bom citar ao menos as principais. Evite redundâncias e atividades muito corriqueiras.

 

Quando houver um período grande numa única empresa, mencione no topo: nome da empresa, período inicial e final total e o último cargo. Na sequência, desmembre por períodos, cargos e atividades desempenhadas.

 

Cursos e Outras Informações: Mencione todos os cursos relevantes para seu objetivo profissional. Outras informações relevantes são aquelas ligadas a premiações, trabalhos voluntariados, estudos e publicações e disponibilidade para mudança e/ou viagens.

Não mencione principais características e comportamentos, isso será abordado na entrevista.

 

 

Dois últimos cuidados que você deve ter:

 

Seja objetivo: Se você for capacitado ou tiver interesse em múltiplas funções, será preciso elaborar um currículo específico para cada vaga / função desejada.

O conteúdo deve ser claro e objetivo, porém tem que demonstrar toda a sua experiência, conhecimentos e realizações.  Um bom currículo tem no máximo 2 páginas!

 

Linguagem e Gramática: Erros aqui podem indicar falta de atenção e despreparo. Sempre peça para que outra pessoa revise o currículo antes de enviá-lo.

 

 

Seguindo todos estes passos, seu currículo já estará bem apresentado.

Daqui pra frente o cuidado que você deve ter é sobre como está “recheando” o seu currículo: congruência entre estudos e experiências, atualização, estruturação da carreira. Um bom planejamento e o coaching de carreira podem te ajudar.

 

Este outro artigo pode te interessar, sobre o perfil do LinkedIn:

https://www.intentus.com.br/importancia-do-linkedin-e-5-dicas-bombasticas-para-o-seu-perfil/

 

Dê uma olhada em nossos artigos e materiais do site. Tem muitos materiais gratuitos que podem te ajudar!

 

Sucesso!

 

Sobre Fraudes, Golpes e Oportunistas no LinkedIn – E dicas para se proteger!

O LinkedIn é uma ferramenta fantástica para o mundo dos negócios, seja para o profissional ou para a empresa que o utiliza.

Através desta rede fortalecemos nossa marca e imagem, fazemos excelentes contatos e parcerias.

Mas como toda rede social que cresce, vários oportunistas entram e percebem aqui um terreno fértil para aplicar golpes e tirar proveito de pessoas que estão ansiosas atrás de uma oportunidade.

Somente nesta semana acompanhei mais de 5 situações e por isso resolvi escrever este artigo, como forma de alerta para os usuários novos ou menos avisados – mas atente-se que até os mais experientes acabam caindo de vez em quando!

Primeiro Caso:

Comigo! No caso, mais especificamente, com a empresa Intentus. Estranhamos quando apareceu mais um funcionário em nosso time – e pasmem – Diretor, direto da Austrália! – Perfil privado, não conseguimos acesso mesmo tendo conta Premium.

 

Por sermos um time pequeno, conseguimos rapidamente identificar o “intruso”.

Agora imaginem empresas com mil, dez mil funcionários… dezenas de fantasmas podem estar infiltrados, usando o nome da organização.E este uso pode ser um descuido – acontece de você digitar o nome de uma empresa, aparecerem opções e você clicar na empresa errada com o nome parecido – mas também pode ser que a pessoa tenha se infiltrado para usar o nome da empresa e aplicar golpes por aí. Esteja atento.

No caso de contatos, propostas ou promessas duvidosas – com pagamentos ou vantagens diferentes do que o mercado oferece – certifique-se! Entre em contato direto com a empresa, cheque se aquela pessoa realmente faz parte do quadro de funcionários e se as práticas da empresas são as ofertadas. E depois disso, a definição e o risco são seus!

Segundo Caso:

Diretamente ligado ao primeiro, uso falso de empresa / cargo. Um conhecido me mandou um e-mail com uma mega proposta que recebeu de uma empresa do Reino Unido, a potência Shell. Ótima proposta e oportunidade de carreira internacional.

 

Tudo excelente se não fosse fraude.

Pouco tempo depois, recebeu um e-mail do próprio LinkedIn – que sim, busca eliminar estes casos.

 

Pesquisa rápida pelo e-mail, nome da pessoa e no site da companhia e claramente constatado: fraude. No próprio site da empresa existe um alerta sobre fraudes envolvendo o nome da empresa para falsas promessas de contratação de expatriados.

http://www.shell.com/fraud-and-scam-alert.html

E você pode estar afirmando: eu não cairia nessa! A princípio saiba: cairia sim!

Nossa expectativa e emoção nos cega, mesmo que momentaneamente.

Nos empolgamos com a possibilidade de uma mudança de vida, com a promessa de algo muito bom e somente depois desta excitação que vamos checar de fato o que foi – e de que forma – nos foi oferecido.

 

Terceiro Caso:

Aqui não é uma fraude, em geral é uma proposta verídica. Faço apenas um alerta quanto ao tipo de promessa quando citam ganhos fáceis e rápidos. Vejo muitos post de vagas para trabalhar em multinacional, meio período, em home office e com ganhos acima de 4 mil reais (quando não falam em dólares).

Na maior parte das vezes trata-se de formação de grupos e de vendas em Marketing Multi Nível (MMN) – não tenho nada contra o modelo de negócio, pelo contrário, conheço pessoas que vem fazendo um trabalho fantástico e ganhando um bom dinheiro, de forma íntegra e honesta.

 

O único alerta aqui é: antes de responder SIM, analise se o que você realmente quer é mudar de carreira e se dedicar integralmente ao negócio.

 

Porque você não vai atuar na sua área, vai ter que se desafiar a desenvolver novas habilidades e trabalhar muito se quiser resultados.

 

Outra situação que incluo aqui é quanto a pedidos de e-mail e de telefone em troca de listas, arquivos, etc. A grande parte destes pedidos servem apenas para gerar listas de tráfego para marketing digital. Ou seja, em breve você estará em diversas listas, recebendo vários e-mails sem nunca ter solicitado nada. Existem formas corretas para empresas e profissionais fazerem a criação de leads, como ter uma página na web para você se cadastrar e então receber o seu brinde virtual, sem exposição.

Quarto Caso:

Divulgação de cases de sucesso aliados a uma proposta comercial. Existe muita gente boa, profissional e fazendo um bom trabalho, ajudando realmente as pessoas e cobrando por isso – o que é justo! Mas nesta leva entram oportunistas, fazendo promessas de emprego, revisão de currículo, oportunidades em processo seletivo por preços e condições medonhas.

Analise o trabalho do profissional, peça referências e garantias. Se você paga por algo e o risco é único e exclusivamente seu, você acha justo?

Fique Atento!

Não existe mágica e nem milagre. Se alguém te oferecer algo muito acima da média, desconfie!

Pesquise, vá atrás de mais informações e somente feche negócio com o que realmente agregue para você.

 

 

E se você quer saber como ter um perfil top e fazer negócios no Linkedin, leia ESTE ARTIGO

 

Como podemos melhorar os relacionamentos no trabalho?

O ser humano é um ser dependente por natureza.

Buscamos e nos fortalecemos quando vivemos em sociedade, em grupos.

Não apenas coabitamos os mesmos espaços, precisamos nos relacionar de fato.

Precisamos de relacionamentos significativos e buscamos associação, pertencimento.

   “O homem é um animal social” – Aristóteles

Para ter real pertencimento, seja em qual grupo for – família, amigos, profissional, comunidade – é necessário se relacionar bem com as demais pessoas. O saber se relacionar não é inerente à condição humana – não nascemos sabendo – aprendemos e desenvolvemos no decorrer da vida.

E como podemos melhorar os nossos relacionamentos?

Consciência e reflexão

Reflita sobre o porquê você quer se relacionar com alguém, qual a importância dele ou do papel dele na sua vida. Se esta relação é importante, você está realmente se dedicando a cultivá-la? E o oposto também é válido: se a relação não é boa, não é importante – porque você está perdendo tempo investindo na pessoa ou grupo errado?

Entender que as pessoas são diferentes

Por mais que busquemos pessoas por afinidades, as motivações, necessidades, comportamentos e visão sobre o mundo são muito individuais. Você não consegue se relacionar de forma harmônica sem ser empático. Para mim, a empatia é a mais difícil das habilidades, porque somente quem viveu e sentiu uma experiência sabe de fato o peso que ela teve. É a difícil habilidade de não julgar o outro pelas nossas percepções e pensamentos sobre o que é certo ou errado.

Cuidado com a comunicação

Muitas vezes pensamos e queremos o melhor, mas na hora de expressar somos mal entendidos. Os ruídos e falhas em comunicação são motivos constantes de desagastes em relacionamentos. Busque ser assertivo, tranquilo e reflita antes de falar ou de escrever. Na dúvida sobre o impacto do que a sua fala ou escrita causará no outro, não faça.

Pratique

Se relacionar bem requer muita prática. Pense nos bebês que iniciam na escolinha. Ao desejarem algo eles gritam, mordem os amiguinhos. Além de ainda não terem treinado a comunicação, eles não pensam no impacto de suas ações nos outros, sua visão de mundo é limitada às suas necessidades básicas. Mas você já sabe que precisa dos outros, precisa fazer amigos, precisa se relacionar bem no trabalho… E quanto mais praticar, mais sucesso e habilidade você terá em fazer e manter seus relacionamentos.

Se não nascemos – e não queremos – viver sozinhos, precisamos praticar e melhorar nossos relacionamentos diariamente. Quer mais um motivo? Bons relacionamentos tornam as pessoas mais felizes e equilibradas emocionalmente.