4 Passos Para Fazer Uma Transição de Carreira

Processo de transição de carreira - ilustração

 

Já pensou em fazer uma transição de carreira? Não importa o motivo, se é por insatisfação profissional, necessidade pessoal ou simples vontade de mudança:

 

Sempre há dúvidas sobre estar na profissão certa…

 

Neste artigo vamos abordar os seguinte assuntos para você que pretende fazer uma transição de carreira e melhorar a satisfação profissional:

 

  • O conceito sobre ter optado pela melhor formação profissional
  • A falta de tempo e a queda na qualidade de vida
  • Por que há desmotivação?
  • Falta de desafios
  • Processo de transição de carreira em 4 passos incríveis

Por que muitas vezes desejamos fazer uma transição de carreira?

 

 

São inúmeras as causas que levam as pessoas a desejarem uma transição de carreira, porém muitos não sabem como fazer a transição, por onde começar e nem qual o melhor caminho a seguir.

 

 

Neste artigo cheio de informações úteis e esclarecedoras conheça 4 passos fundamentais para o processo de transição de carreira.

 

 

Antes, entenda o começo de tudo

 

 

O modelo de carreira que muitos de nós seguimos até hoje é totalmente linear e oriundo da Revolução Industrial.

 

Ter uma boa formação, arrumar um emprego numa grande empresa, trabalhar 20, 30 anos na mesma área de atuação, com duas possíveis variações: ser especialista ou gestor.

Casar, ter filhos, trabalhar bastante para proporcionar o máximo conforto e educação para eles. Se aposentar e pensar em como viver o “resto da vida”.

 

 

Foi o sonho dos seus avós, dos seus pais e, passado de geração em geração, talvez tenha sido a sua primeira opção como roteiro para a vida feliz e bem sucedida.

 

 

Quem não ouviu histórias de garotos e garotas que são incentivadas a seguir carreiras conhecidas como “valorizadas”, no caso advocacia ou medicina, por exemplo, apenas por que a família deseja?

 

Mas não existe só um caminho do sucesso profissional.

 

E saber disso muda completamente a forma de lidar com os sintomas da insatisfação profissional.

 

 

Muitas pessoas estão infelizes e insatisfeitas nas suas carreiras e não sabem que é possível mudar de área de atuação a partir dos conhecimentos e aprendizados que já possuem.

 

Aliás…

 

Você sabe as causas e sintomas da infelicidade no trabalho?

 

Falta de tempo e queda na qualidade de vida

 

Uma das principais queixas de quem está infeliz na carreira atual é sobre a falta de tempo pra vida pessoal. Muita gente reclama de não ter mais tempo para a família e para os amigos.

 

Geralmente, são pessoas com uma carreira promissora, bem desenvolvida, muitas vezes com sucesso profissional, mas que acabaram perdendo a qualidade de vida, o convívio com a família, o auto-cuidado.

 

Pessoas que não encontram mais tempo para o lazer ou para uma atividade física. Em muitos casos, a saúde já está comprometida e a pessoa segue em ritmo alucinante de estresse e cansaço.

 

Pessoas que se enquadram neste item costumam, quando em estado avançado de desgaste, entrar em quadros de doença psicológica, como burnout, depressão e síndrome do pânico, ou problemas físicos, como aumento de pressão arterial, dores de estômago, falta ou excesso de sono.

 

Nesse caso, antes de uma transição de carreira, é preciso cuidar da saúde.

 

 

Desmotivação e o Piloto Automático ligado

 

Outra grande queixa é quanto a entrar no chamado “piloto automático”.

A pessoa não sente mais prazer, não sabe mais por que está ali, naquele cargo, naquela empresa, e torce para acabar logo o dia, ou a semana, para ir embora para casa.

 

Quem está no piloto automático não dá a mínima para o que faz e não sente interesse genuíno no trabalho e nas atividades cotidianas, não sente realização.

 

Tudo fica muito pesado.

 

Então, a pessoa acaba procrastinando, buscando realização e satisfação em outras tarefas particulares, ou fazendo coisas à toa, como navegar na internet sem foco e sem necessidade. Com isso, elas perdem produtividade e precisam ficar até mais tarde. Vira um ciclo quase sem fim.

 

Falta de Desafios e Oportunidades

 

Em outros casos, a pessoa sabe que está numa carreira que gosta, sabe que teve resultados bons, mas não enxerga mais os próximos passos, não vê chance de crescimento, desenvolvimento, não sabe se fez a escolha certa ou se era mesmo aquele caminho, apesar de já ter tido sucessos, ter resultados positivos.

 

Olha para frente e não enxerga se sua vida profissional continua por aquele caminho, que é a carreira que ela quer seguir.

 

 

Não importa o grau do desconforto que você esteja vivendo.

 

O importante é identificar que qualquer tipo de incômodo, por maior ou menor grau que ele venha, são sinais importantes.

 

Os incômodos são sinais de que tem alguma coisa errada que precisa ser mudada.

O incômodo é como se fosse uma ferida aberta. Então, é preciso olhar para essa ferida para buscar a cura. Para entender o porquê desse incômodo existir.

 

E por que muitas vezes as pessoas acabam travando nas decisões profissionais?

As escolhas de carreira são feitas por modelos e pelos caminhos mais fáceis ou conhecidos.
Na maioria das vezes, na hora de escolher uma profissão, acabamos escolhendo as carreiras tradicionais ou aquela profissão em que você já conhece alguém que trabalha naquilo, ou então a profissão do momento, a que paga bem.

 

Em geral fazemos a escolha profissional sem grande embasamento, na maioria das vezes, de uma forma muito precoce, num momento da vida que ninguém está ainda pronto.

 

Ilustração sobre o sonho de mudar de carreira que gosta

 

 

Neurologicamente, as pessoas ainda não estão prontas na adolescência para fazer escolhas, mas são obrigadas a tal definição (pense bem quando encontrar um adolescente e for perguntar pra ele o que ele quer ser quando crescer!).

 

E mais: só depois que iniciamos em determinada profissão é que iremos avaliar se gostamos ou não, se a realidade era aquilo mesmo que sonhamos (porque também existe uma lacuna enorme entre o sonho e o dia a dia profissional).

 
O que falta no Brasil e em muitos países do mundo é um preparo adequado para a escolha da profissão ideal. Mas enquanto não somos ainda eficientes nisso, saiba que sempre há tempo de mudar.

 

E, então, é muito comum as pessoas entrarem no famoso piloto automático, o famoso “tá ruim mas tá bom”.

 

É esse piloto automático que faz com que as pessoas se acostumem com uma coisa, mesmo que ela seja ruim. O piloto automático condiciona a seguir naquele caminho e a fazer o que todo mundo faz, achar normal a vida que se tem, sem questionar.

 

 

Você olha em volta e vê que está todo mundo feliz, vê que todo mundo faz algo parecido com o que você faz, o mesmo estilo de vida, as mesmas dificuldades.

 

Mesmo você se sentindo infeliz no seu trabalho, você percebe que todos seguem o mesmo caminho e você acha que não tem motivos para reclamar e se sentir infeliz. “Eu devo ser o errado, fora da curva”.

 

Mas o mundo gira… e cada vez mais rápido!

 

Sentir estes desconfortos na carreira – e os impactos que nossas escolhas profissionais trazem para a vida, tem muita ligação com as pessoas começarem a entender que, talvez, estes modelos de sucesso em vigor não sirvam para todos.

 

Que precisamos olhar muito mais para o que realmente faz sentido em nossas vidas e fazer adaptações conforme experimentamos viver, conforme as situações ocorrem.

 

Tem muita gente que vai fazer uma coisa e irá se sentir super-realizado com aquilo. E o outro, não. E tudo bem.

 

Porque as escolhas teriam que estar muito mais ligadas com quem somos do que com o que os outros esperam de nós.

 

Estar desconfortável, sentindo que algo poderia ser diferente, que poderia ser melhor, que poderia fazer algo novo, que poderia ter resultados diferentes, não é coisa de gente fracassada e que não está preocupada com a carreira.

 

Pelo contrário.

 

Essa preocupação é uma preocupação legítima de quem realmente está consciente, de quem se preocupa, de quem tem responsabilidade, de quem quer resultados.

 

Mas que deseja resultados que tenham a ver com quem se é.

 

 

Trabalho deve ser fonte de prazer e felicidade.

Não de sofrimento ou pura obrigação.

 

 

Mas, então, como fazer uma transição de carreira e buscar um trabalho que faça sentido?

 
 
Ilustração sobre como mudar de carreira, os processos
 

Veja aqui 4 passos para ter um adequado processo de transição de carreira

 

1. Pense em Novas Possibilidades

Faça as seguintes perguntas:

  • O que mais eu posso fazer?
  • No que mais eu posso usar as minhas habilidades?
  • As minhas experiências, os meus conhecimentos, as minhas relações todas. Onde mais eu posso aplicar isso?

Essa é a hora em que um engenheiro pode virar um assessor financeiro, porque ele entende muito de cálculo e tem facilidade com números, por exemplo.

 

2. Qual o Seu Propósito?

O meu propósito é o porquê eu faço alguma coisa.

Propósito não tem nada daquelas questões mágicas.

O propósito é por que eu faço o que faço.

  • Por que eu levanto de manhã e vou trabalhar?
  • Por que eu quero trabalhar?
  • Por que eu preciso desse dinheiro?

Busque estas respostas em você.

 

3. Valores Pessoais

  • O que é importante para você, de verdade?
  • Quais são as causas que te motivam?
  • Pelo que você briga? O que você realmente acredita?

 

Se o seu propósito não estiver alinhado ou seus valores estiverem sendo corrompidos, vai sempre ficar um sentimento de vazio, um sentimento de que falta alguma coisa.

 

 

4. Teste Uma Nova Ideia

Isso é uma questão muito forte, porém muitas vezes negligenciada até o limite. Muita gente deixa para testar a nova ideia em momentos de risco.

 

 

O Brasil é o país onde mais se fecham empresas nos primeiros dois anos.

 

As pessoas abrem empresas em situações vulneráveis, muitas vezes em pleno desemprego e sem reserva financeira – e elas não param de pé. Porque a pessoa abre o seu negócio sem o planejamento que precisava ou na hora em que não tem outra opção.

 

Sempre que possível, deve-se testar primeiro a viabilidade, testar se você gosta realmente daquilo, se a ideia realmente tem futuro, para então iniciar a mudança.

 

E como testar?

 

Cursos rápidos. Aqui, você já começa a ter interação com aquela nova realidade, com pessoas ligadas àquela atividade.

 

Networking. Começar a estreitar o networking na área onde quer começar a atuar. Comece a falar com pessoas que também tenham um negócio muito parecido com o que você quer criar. Estabeleça contatos.

 

Converse com pessoas da área. Se você quer mudar de profissão, converse com pessoas que estão na área nova. Converse com pessoas que vão te falar a realidade como está aquela área de atuação.

 

Inicie algo de forma paralela. De preferência, de formato pequeno. Veja se tem aceitação e se tem mercado aquilo que você quer fazer. Teste de uma forma menor e vá aumentando conforme os resultados aparecendo, ampliando o modelo.

 

 

Ilustração sobre o tempo no trabalho. Processos de transição de carreira

 

 Extra: assista ao vídeo exclusivo sobre transição de carreira

E por que muita gente mesmo sabendo que as coisas vão mal, não mudam?

 

A maior parte das pessoas não muda por medo.

 

O medo impede a gente de realizar coisas novas, de mudar, de tentar coisas diferentes, de quebrar padrões.

 

Quantas vezes você queria fazer algo novo, ficou ensaiando, com medo e, quando fez, o ato aconteceu rápido, você conquistou, deu certo? Quantas vezes perdemos mais tempo com o medo do que com a execução?

 

O medo faz com que as pessoas se limitem o tempo inteiro. Elas se boicotam, se sabotam, atrasam sonhos e atrasam projetos.

 

O que não significa que não é preciso avaliar riscos. Tem sim que avaliar.

 

O medo deve servir para prevenir, não para limitar.

 

Faça um planejamento para tentar analisar esses impactos e riscos. 

Isso diminui o medo, mas você tem que entender de onde vem o medo, se ele é real e o que você pode fazer para prevenir os riscos.

 

 

Dessa forma, é possível passar pelo processo de transição de carreira de forma mais segura e eficaz.

 

Neste link tem um vídeo onde falo um pouco mais sobre Transição de carreira

 

 

Que muitas profissões estão com os dias contados, isso não é mais novidade. Algumas pessoas já sentem na pele a dificuldade para encontrarem uma vaga, uma oportunidade para continuarem fazendo o que sempre fizeram.

 

Haja vista a área de tecnologia. Existem inúmeras agências digitais e empresas correlatas que abrem oportunidades de trabalho para profissões que até poucos anos não existiam. O mercado está dinâmico, essa é uma nova realidade que também serve como portas oportunas para mudar de carreira que te satisfaça.

 

Aqui, lanço uma provocação: será que não é hora de se reinventar, de fazer algo diferente, algo novo, utilizando seus conhecimentos e experiências de outra forma? Com as mudanças acontecendo cada vez de forma mais acelerada, precisamos nos reinventar – seja na função atual, aprendendo e aplicando novos conhecimentos e habilidades, seja para mudar radicalmente.

 

 

E ainda temos mais um elemento: trabalharemos cada vez mais e precisaremos da renda e da ocupação saudável!

 

Xô aposentadoria, trabalharemos até os 70, 80, 90, 100 anos.

 

 

E não será fazendo a mesma atividade que fazemos hoje. Com este novo cenário, uma pessoa fará durante sua vida de 3 a 8 transições de carreira!!! Não importa qual a sua situação atual, pensar em transição de carreira é algo fundamental.

 

 

Realizamos uma consultoria em Reinvenção Profissional que pode te ajudar a ter clareza e planejamento para uma transição mais tranquila e segura  

 

 

Leia aqui mais informações 

 

 

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Tudo o que você precisa saber para trabalhar – e se dar bem – como freelancer

Seja por opção – pela busca de realização, flexibilidade e ser seu próprio chefe, ou pela falta de emprego e necessidade de se lançar num plano B, saiba como ter bons resultados e não fazer do seu trabalho como freelancer um mero “bico”.

 

Neste artigo você vai saber detalhes sobre o mercado de freelancer.

 

  • Como ser freelancer de sucesso?
  • Como trabalhar como freelancer no Brasil?
  • Como mudar de profissão ou trabalho: migrar para freelancer.
  • Os principais portais do segmento para encontrar trabalhos ou anunciar a sua mão de obra.

 

Já pensou em trabalhar em casa, ganhando para fazer o que gosta e ainda administrar o próprio tempo? Pois é assim que em geral vive um freelancer.

 

Esse profissional trabalha por conta própria, prestando serviços para empresas ou pessoas físicas de maneira autônoma, com uma atuação cada vez maior no mercado online.

 

O que antes era só um “bico”, uma opção para quem estava com dificuldades para se recolocar no mercado ou uma forma de levantar uma grana extra, hoje vem se tornando uma tendência mundial.

 

 

Cada vez mais profissionais acreditam neste modelo como o melhor para sua atuação, unindo a flexibilidade de realizar sua própria gestão do tempo e de demandas à independência de escolher seu local físico de trabalho, que normalmente é realizado de forma remota.

  • Mas é possível ser um profissional de sucesso atuando como freelancer?
  • Trabalhar como freelancer possibilita realizações profissionais?
  • Como ser freelancer de sucesso?

 

Continue a leitura deste artigo pois vou demonstrar que ser freelancer, muitas vezes, pode sim trazer uma grande realização profissional.

 

 

Saiba quais são as profissões em alta no mercado freelancer

 

O número de freelancers só tem aumentado nos últimos anos e tem sido a opção para diversos profissionais atuarem em suas áreas, sem ter de esperar por uma vaga com carteira assinada em uma empresa.

 

Muitas empresas – principalmente as que buscam agilidade e economia, também tem optado por, ao invés de contratar empregados fixos para realizarem determinadas tarefas, solicitarem os serviços desse tipo de profissional, pagando por trabalho ou projeto realizado.

 

Dentre as diversas opções disponíveis, de acordo com uma pesquisa feita em 2017 pelo site Freelancer, as profissões que vem ganhando maior destaque são as que prestam serviços remotos, como:

  • redatores
  • produtores e editores de conteúdo (vídeo, áudio e texto)
  • designer (o que inclui web e designer gráfico)
  • social media
  • desenvolvedores
  • ilustradores
  • gerentes de projetos
  • assistentes pessoais e profissionais de marketing digital

 

Outras profissões já estão acostumadas ao mundo autônomo, principalmente atividades sazonais e de atendimento físico na residência ou na empresa contratante, como arquitetos, eletricistas, profissionais da área de saúde e estética, manutenção predial e residencial, TI, etc.

 

O que se percebe, não é só um aumento na tendência na opção por freelancers, mas também um crescimento na variedade de profissões a disposição nesse mercado.

 

 

Como ser freelancer?

 

Reflexão para os profissionais que estão pensando em migrar para o trabalho freelancer – e não sabem por onde começar:

  • Quais tarefas posso realizar – e oferecer – de forma remota?
  • Quais atividades as empresas não precisam ter disponível durante todo o período, e sim por um determinado tempo ou projeto?
  • No que sou especialista e posso contribuir para as empresas ou pessoas?

 

Se reinventar, encontrar novas demandas ou novas formas de oferecer sua atividade é fundamental para adaptar-se aos novos tempos.

 

 

Pesquisas confirmam o aumento de freelancers pelo Brasil e pelo mundo

 

Segundo o Relatório de Trabalho Independente realizado pela Workana, um dos sites mais utilizados pelos profissionais autônomos, o número de freelancers no Brasil cresceu 181%, só em 2016.

 

 

O site Freelancer, que conta com mais de 20 milhões de usuários no mundo, divulgou um outro relatório, este do Instituto Global McKinsey, apontando que de 20 a 30% da força de trabalho na Europa e EUA, no mesmo ano, já estavam envolvidas em trabalhos independentes.

 

 

Para complementar as informações e não deixar dúvida de que esse tipo de trabalho só tem ganhado terreno pelo planeta, uma pesquisa feita pelo Great Big Survey, ao entrevistar 40 mil trabalhadores em todo o mundo, constatou que cerca de 61% dos entrevistados presam pelo equilíbrio entre vida profissional e pessoal, sendo esse o principal motivo em se optar pelo trabalho como freelancer.

 

Ficou interessado?

 

Que tal então conhecer melhor a carreira de freelancer?

Grátis: mini curso como planejar o seu sucesso

 

 

Para que você se inteire mais sobre o assunto, separamos uma lista com alguns dos sites mais utilizados tanto pelos profissionais que estão em busca de trabalhos, como pelas empresas e pessoas que precisam de um profissional qualificado para atender suas demandas. Sites para encontrar projetos e trabalhar em casa como freelancer.

 

Confira a lista abaixo.

 

Os melhores sites para trabalhar como freelancer

 

# Freelancer

O Freelancer é o maior site no mundo, tanto para quem busca trabalho, como para quem está atrás de mão de obra qualificada. Está disponível em mais de 200 países, sendo as profissões de designer e as ligadas ao marketing digital as que mais geram movimento na plataforma.

O que oferece de diferente: O site disponibiliza um serviço de auto-divulgação, onde o profissional qualifica suas habilidades, o que pode ajudar na hora de angariar novos clientes.

 

$ – O cadastro é gratuito, mas para melhorar suas chances, ao se certificar, você paga por certificação.

Link para o site Freelancer

 

# Workana
O Workana nos últimos anos vem ganhando espaço no mercado freela e apesar de disponibilizar trabalhos em diversas áreas, ainda é mais forte para profissionais que atuam como web designers, redatores, produtores de conteúdo, desenvolvedores, tradutores e outras áreas ligadas à tecnologia.

O que oferece de diferente: Um aplicativo que auxilia o profissional a registrar as tarefas e permite que o cliente acompanhe e controle o andamento e o tempo de execução dos trabalhos.

$ – Oferece cadastro gratuito com contas de benefícios pagas, que são opcionais.

Link para o site Workana

 

 

 

# 99 Freelas

Esta é uma plataforma de marketplace para frelancers, totalmente nacional que cada vez mais ganha espaço no mercado brasileiro. Iniciou apenas com trabalhos e projetos na área de programação, mas hoje conta com um bom leque de opções, como trabalhos nas áreas de design, redação, marketing, arquitetura, entre outros.

O que oferece de diferente: Os profissionais recebem dos clientes avaliações que se transformam em uma pontuação que melhora a credibilidade do profissional e sua posição em um ranking criado pela plataforma.

$ – A plataforma é gratuita, o valor é cobrado por trabalho realizado – uma taxa de 10%.

Link para o site da 99Freelas

 

# Rock Content
Plataforma de marketing digital que oferece trabalhos para produtores de conteúdo, em funções como planejador de pautas, redação, revisão e design de e-books. A plataforma só aceita freelancers certificados em Produção de Conteúdo Para Web, porém oferece o curso gratuito pela Universidade Rock Content, no próprio site.

O que oferece de diferente: O contato é direto com a plataforma, sem intermediários. O profissional precisa estar cadastrado para acessar e receber as propostas.

$ – Plataforma e cadastro gratuito.

Link para o site da Rock Content

 

# Be Freela

Não é um site de empregos, mas une dicas sobre trabalho e estilo de vida nômade e você pode assinar a newsletter na qual eles encaminham dicas, informações e eventualmente publicam vagas de trabalho remoto.

O conteúdo é bem elaborado e de alta qualidade, vale a pena a leitura.

O que oferece de diferente: Conteúdo autoral e real, escrito por pessoas que realmente vivem de forma freela.

Link para o site do Be Freela

 

# LinkedIn Profinder

Uma nova funcionalidade do LinkedIn para conectar profissionais que prestam serviços autônomo à pessoas e empresas que tenham projetos disponíveis pela plataforma.

 

Ainda está em testes e disponível apenas nos EUA e em categorias de serviço específicas, mas logo deve estar disponível no Brasil (vamos aguardar!!)

 

Se você não sabe utilizar o LinkedIn e ainda não tem bons resultados por lá, leia este artigo:

Como se destacar e fazer negócios no LinkedIn

 

 

E você quer saber como funciona o mercado freela?

Perguntei pro Leonardo Born, escritor e produtor de conteúdo freela, ganhador de um prêmio FLIP de Literatura, sobre qual a sua visão deste modelo de trabalho:

“Estou há pouco tempo no mercado de trabalhos freela, mas como sempre gostei de escrever e me especializei nessa área, percebi que há muito campo para quem estiver disposto a se dedicar. Não há mágica e nem vou dizer que é fácil, mas com foco, persistência e dedicação, aproveitando as oportunidades e ferramentas que a web disponibiliza, digo que sim, é possível se viver de freelas, fazer carreira que escolher.”

 

 

E quais são as maiores dificuldades de quem ingressa neste mercado?

Altas e baixas nas demandas, instabilidade financeira, necessidade de um bom planejamento de tempo e tarefas, prospecção e atualização constante são os principais problemas enfrentados por profissionais que assumiram o trabalho por projeto.

 

Porém, muitas destas adaptações não são exclusividade na rotina de profissionais autônomos. Em muitas empresas e profissões, os trabalhos remotos já são uma realidade.

 

Economia financeira e de espaço, sustentabilidade e flexibilidade de horário são itens que tem levado cada vez mais empresas e profissionais a optarem pelo home office.

 

Este caminho é uma tendência, o que não significa que seja um caminho único – nem o trabalho remoto, nem o trabalho por projetos, será a única opção dos profissionais.

 

 

Pra fechar – 5 dicas para você melhorar seus resultados como freelancer

 

#1 Considere-se uma empresa
Mesmo que você passe o dia todo de pijama e atenda seu cliente por chat, saiba: você precisa se considerar uma empresa e trabalhar de forma séria e profissional, se quiser ser bem-sucedido.

Neste quesito o que vale é você se profissionalizar: ferramentas, aplicativos, apresentação, planejamento. Tudo é possível de ser realizado de forma simplificada, muitas vezes com softwares e aplicativos gratuitos. Esteja sempre atualizado, pensando no futuro e tomando ações no presente que garantam sua trajetória.

Preocupe-se com a imagem e credibilidade que passa aos seus clientes desde a primeira interação. E lembre-se: quando você trabalha de forma remota, o seu site, portfólio e suas redes sociais são o seu escritório, precisam estar arrumadas para quando seu cliente chegar.

Tenha um cadastro como MEI (Microempreendedor Individual)

Se você for um freelancer que fatura até R$ 81 mil por ano, leve em consideração ter um MEI. Assim, você terá um CNPJ, uma empresa com direito a emitir nota fiscal e tudo. A diferença que o freelancer precisará pagar apenas uma taxa mensal dos tributos de R$ 47,70 (INSS), acrescido de R$ 5,00 (para Prestadores de Serviço) ou R$ 1,00 (para Comércio e Indústria) por meio do DAS (carnê) emitido através do Portal do Empreendedor.

 

Compensa principalmente para freelancer que presta serviço para outras empresas (terceirização).

 

#2 Delimite e organize seu espaço
Quem começa a trabalhar em casa sofre com a invasão ou perda do espaço e da agenda, principalmente quando não vive sozinho. Filhos e família podem não considerar que você está em casa trabalhando, por isso, é fundamental ter o espaço de trabalho bem definido (pode ser uma mesinha no seu quarto ou um kit de trabalho com todas as suas coisas!).

 

Também é importante informar as pessoas que convivem com você sobre o trabalho que você realiza e qual apoio precisa deles para o negócio fluir bem.

 

Livre-se ao máximo dos papéis. Quanto mais a sua vida estiver no mundo online, mais simples e leve ficará o seu dia a dia e mais fácil ficará pra você se adaptar a um novo lugar de trabalho quando necessário. Lembre-se também de ter back up de tudo!

 

#3 Tenha agenda – e saiba definir prioridades

O sonho de todo freela é trabalhar de frente pra praia, 3 a 4 horas por dia, e fazendo somente o que gosta. A realidade é bem diferente. Trabalho acumulado, demandas inesperadas, infraestrutura que não funciona quando você mais precisa!

 

Já cheguei a ficar em hotel na praia, com o Sol brilhando lá fora – e não conseguir sair de dentro do quarto, atendendo demandas de clientes!

 

Prazos curtos e projetos acumulados são uma rotina de quem trabalha como autônomo. Saiba definir prioridades e utilize ferramentas de apoio.

 

Eu já testei o Trello, Evernote, Agenda do Google. Tudo ajuda, busque o que funciona pra você.

 

 

#4 Relacionamento é a alma do negócio

Apesar da efetividade dos sites que divulgam os projetos, muitos trabalhos são solicitados por indicação e referência.

 

Estabelecer bons contatos, manter sempre ações voltadas para a prospecção e para a divulgação do seu trabalho, ajudam muito.

 

Inclua em sua rotina participar de eventos presenciais e frequente ambientes de trabalho colaborativos – existem muitos escritórios abertos, coworkings e cafés onde profissionais freelancers se encontram. São espaços de trocas valiosas e excelente networking.

 

É muito importante também estabelecer boas parcerias com outros profissionais freelancers. Quando atuamos por projeto é comum precisarmos de outros profissionais, com atividades complementares, para realizar uma entrega. Os parceiros são a equipe de trabalho no universo freelancer.

 

#5 Qualidade gera Resultado

Dedique-se a fazer sempre a melhor entrega. Muitos profissionais em início de atuação preocupam-se com a oferta e com o fechamento e dedicam pouco tempo para a entrega.

 

Porém, uma entrega de alta qualidade, no prazo e de preferência com elementos que sequer foram sonhados pelo cliente (afinal, você é o especialista!) farão com que ele jamais esqueça de você ou pense em cotar um novo profissional – além de aumentar as chances dele te indicar!

 

Alta qualidade e cumprimento de prazo são atributos fundamentais dos profissionais que têm êxito como freelancers.

 

 

 

**

Se você tem dúvidas se este é o seu caminho, assista este vídeo sobre transição de carreira, onde ensino o método que criei para ajudar meus clientes a avaliarem se é hora de fazer uma mudança profissional.

 

Espero ter esclarecido a respeito do tema como ser freelancer de sucesso!!

 

 

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Planejar é preciso, mas saber reagir ao que acontece é fundamental

Talvez você tenha sentido falta do meu texto semana passada. Talvez você me acompanhe pelas redes sociais e tenha visto que eu estava viajando, logo, pode ter concluído que foi falta de planejamento ou pensou:

– A Lilian não escreveu porque estava de folga.

 

Nada disso.

 

Meu comprometimento me fez ir além: Levei o notebook, conferi se tinha internet no local onde eu me hospedaria, deixei a agenda de segunda-feira livre pela manhã para poder escrever, postar, mandar e-mail. Já tinha iniciado o texto, a ideia já estava esboçada.

 

Tudo adiantado e planejado para que nada desse errado. E deu.

 

 

Planejar é importante.

Mas reagir ao que acontece ao planejado é fundamental.

 

Na cidade em que ficamos, a internet que já é normalmente ruim estava instável. Não conseguíamos sequer baixar uma foto pelo celular, quem dirá carregar uma página inteira com imagens no site.

 

Resolvi relaxar. Resolvi que por mais que existam pessoas que me acompanham, que leem e respondem meus textos e e-mails, não seria por uma semana sem escrever que algo seria prejudicado.

 

O dia estava lindo, eu tinha lugares para ir, não iria ficar horas tentando fazer algo simples e puramente porque “eu tinha que fazer”.

 

Dei o meu melhor, fiz o que eu pude até ali.

 

Ao meu ver o nosso papel, de aprendizado constante, é nos prepararmos, deixar a nossa parte pronta, planejada, controlada.

 

E ter consciência de que nossa parte é no máximo 50% da história.

 

Tem a parte que não controlamos, que não prevemos. E para esta parte – os imprevistos ou ações externas – precisamos nos abrir e receber o que vier com amor, curiosidade e aceitação.

 

Não lutar contra o que não podemos controlar.

 

E sim reagir de forma positiva, com aprendizado, construir novos caminhos, novas histórias.

 

Você pode se preparar ao máximo para receber uma promoção – estudar, se esforçar, se relacionar bem com seus pares e líder – e a promoção não vir ou até mesmo você ser demitido.

 

  • Você pode se planejar pra aposentadoria, e mudarem a lei.
  • Você pode se formar numa excelente faculdade e ver sua área de atuação deixar de existir.
  • Você pode ter uma empresa de sucesso, com um produto ou serviço excelente, e amanhã ele se tornar obsoleto.
  • Você pode ter um namorado, ficar noiva, e não casar. Ou pode ter casado, numa festa linda, e não ser feliz depois disso.

Você fez os seus 50%. Como reagirá aos outros 50%, que não estão nas suas mãos? Reclamando, culpando os outros, se inferiorizando ou irá aprender com o que conquistou, com os resultados obtidos?

 

 

O que é fundamental para ajustar o planejamento – ou saber que é a hora de mudar de rota:

 

Acompanhamento

Não adianta apenas planejar, é necessário acompanhar a execução, checar e ajustar o que for necessário. Nas áreas de gestão, é o famoso PDCA, que podemos usar pra vida:

  • P – Plan – Planejar, saber onde se quer chegar, qual o melhor caminho e quais “ferramentas” são necessárias para o percurso.
  • D – Do – Fazer – O caminhar, colocar o planejamento em ação.
  • C – Check – Checar, saber se está na rota certa e se realmente ela é a melhor opção.
  • A – Act – Agir, ajustar, corrigir o que for necessário.

 

Só saberemos se o planejamento dará certo quando estivermos em ação.

Como foi no meu caso, me planejei para escrever e postar, tinha os equipamentos. Mas na hora de fazer, vi que faltava algo e que não estava no meu controle.

 

Ajuste

Quando algo está dando errado ou saindo diferente do previsto é hora do ajuste, ou até mesmo de um novo planejamento.

 

Você pode ter feito um planejamento de vendas e seus clientes não compraram, um planejamento de aula e seus alunos continuam com dúvidas, um planejamento de carreira e a empresa foi vendida. Você não previu nada disso. Mas pode ajustar, de duas formas:

  • Continuo com o objetivo e mudo a forma, os caminhos para alcançá-lo.
  • Revejo meu objetivo, mudo de planos.

 

O que vale para qualquer uma das opções: que seja feito com leveza.

Não se martirize.

Tenha certeza de que você fez o seu melhor, que foi até onde pode. E reconheça quando é necessário voltar, mudar ou até mesmo desistir depois de ter caminhado muito tempo numa mesma direção, com tanto empenho.

 

Quando ficamos presos a uma única opção de sucesso – e ainda mais quando ela não depende apenas de nós para ser realizada, o que é bem comum – as chances de que algo saia diferente do planejado são grandes.

 

 

E agora, o que faço?

 

Eu já disse, acho planejamento fundamental e trabalho isso fortemente com meus clientes de coaching. Mas não trabalho o planejamento como um caminho único, como se houvesse uma única solução para todos os problemas.

 

Nada de sair do ponto A e chegar no ponto B por uma linha reta.

As estradas da vida são feitas em curvas, piruetas e zig zag.

 

A minha experiência em contato com a natureza me fez enxergar o planejamento como um mapa, com várias possibilidades. Não existe um único caminho para se chegar onde quer ir e sim trilhas, cada qual com seus obstáculos e maravilhas.

 

Desafios e paisagens diferentes a cada passo.

 

E quando aparece um grande desafio eu preciso olhar para o que eu tenho, quais as minhas habilidades, competências e equipamentos. Se uma ponte sobre um rio está quebrada eu não tentarei passar a nado, seria loucura. Preciso voltar, escolher outro caminho, passar por uma parte mais tranquila, com águas mais rasas.

 

Às vezes, apenas descansar, retomar o fôlego, e definir o que fazer logo em seguida.

 

A vida não é simples, tem seus desafios, é isso que a faz maravilhosa, que nos faz crescer e evoluir.

Mas quando o caminho está ficando difícil demais é hora de olhar se você não pegou a trilha errada.

 

Curta o caminho, aproveite a paisagem e não se jogue num precipício achando que é a única opção.  A vida é cheia de possibilidades.

 

Se você quer deixar sua vida mais leve, se preocupar menos com coisas irrelevantes, você vai gostar deste texto:  Deixe a louça na pia – Sobre aprender o que realmente é importante pra você  

 

 

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