5 passos para ter sucesso ao mudar de carreira

Você já pensou em mudar de carreira?

Não importa o motivo, se é por insatisfação profissional, necessidade ou vontade de mudança, dúvidas sobre ter escolhido a profissão certa, vontade de fazer mais do que já fez até aqui ou até mesmo o desejo de empreender.

 

São inúmeras as causas que levam as pessoas a desejarem mudar de carreira.

 

Porém muitos não sabem como fazer, por onde começar e muito menos o caminho a seguir.

 

Junto a isso, mudar traz inseguranças, dúvidas. Eu já fiz uma transição de carreira, saindo de um cargo corporativo para empreender e sei como você deve estar se sentindo. 

 

O começo de tudo  

 

O modelo de carreira que muitos de nós seguimos até hoje é totalmente linear e oriundo da Revolução Industrial.  Ter uma boa formação, arrumar um emprego numa grande empresa, trabalhar 20, 30 anos na mesma área de atuação, com duas possíveis variações: ser especialista ou gestor.

 

Casar, ter filhos, trabalhar bastante para proporcionar o máximo conforto e educação para eles. Se aposentar e pensar em como viver o “resto da vida”.

 

Foi o sonho dos nossos avós, dos nossos pais e, passado de geração em geração, talvez tenha sido a sua primeira opção que vimos como roteiro para a vida feliz e bem sucedida.

 

 

Só que no meio do caminho muita coisa mudou.

 

O mundo, a gente, nossos conceitos sobre carreira e sucesso.

 

Vimos que não existe só um caminho para o “sucesso profissional”. E depois de observar a última geração, em sua maioria workaholics e obcecados por resultados, refletimos: precisamos melhorar a qualidade de vida, harmonizar as coisas.

 

O propósito passou a falar mais alto!

 

Ter essa compreensão, de que a vida pode ser muito mais e que também viveremos muito além do que nossos ancestrais, e com outras preocupações, muda completamente a forma como lidamos com  o trabalho.

 

Por tudo isso, mudar de carreira, e não apenas uma vez, será cada vez mais necessário.

 

Quando eu resolvi mudar de carreira e saí do mundo corporativo muita gente demorou a entender a minha transição: de convites para trabalho “CLT”, à família perguntando sobre “como que faria sem assistência médica”, as questões eram várias, mas o princípio de todas as dúvidas era o mesmo:

 

 

Muitas vezes parece impossível alguém se “desapropriar do crachá”, utilizar seus conhecimentos, competências, habilidades de outra forma, em outro ambiente.

 

Existe um único caminho para mudar de carreira?

 

A primeira questão é: não será um único caminho.

Conforme estudos recentes, por conta da longevidade e dos avanços tecnológicos, as pessoas mudarão de carreira em média 5 vezes durante a vida!

 

Se antes um advogado seguiria esta única profissão do inicio ao fim da vida, hoje uma pessoa pode iniciar como advogado, empreender, ser professor de yoga, consultor e professor universitário, o que chamamos de carreiras múltiplas. Olhe em volta e verá muitos exemplos.

 

Estamos em um momento onde a velocidade das mudanças muitas vezes é maior do que a nossa capacidade de adaptação.

 

 

Mudar de Carreira pode ser opção ou necessidade

 

Como a tecnologia vai mudar os negócios, os cargos, os processos, as tarefas, o trabalho também vai mudar.

 

Pense: qual a última vez em que você foi ao banco no último mês e quantas vezes precisava ir, 10 anos atrás? 

 

O profissional do futuro será cada vez versátil e focado na solução de problemas e na criação.

 

Por isso mesmo, não adianta competir com robôs, e sim, se questionar: o que eu faço diferente deles? Como eu posso contribuir para a sociedade?

 

Não por acaso, vemos um retorno de atividades mais artesanais.

Se é cada vez mais fácil produzir em massa, não existe nada mais sofisticado do que a simplicidade de algo feito exclusivamente para você.

 

 

Ser humano será o grande diferencial.

 

Você está preparado para mudar de carreira ou treinou até aqui para ser um robô?

 

Resiliência, criatividade, mente inovadora, solução de problemas complexos, empatia, colaboração, compartilhamento, autorresponsabilidade, curiosidade, autogestão … são algumas das características dos profissionais que se adaptam mais facilmente – e que consequentemente, conseguem mudar de carreira mais rapidamente e forma bem sucedida.

 

 

 

Você está pronto para mudar de carreira?

 

Se está pronto – ou se está iniciando o seu plano, separei 5 pontos importantes para mudar de carreira de forma mais assertiva:

 

1 – De olho nas Finanças

 

Olhar para as questões financeiras, inclui 3 aspectos: entradas, saídas e reserva.

 

As entradas e saídas não dizem respeito somente a quanto você quer ganhar e ao quanto você ganha e gasta hoje. Inclua nesta análise o quanto precisa para viver, incluindo o novo estilo de vida.

 

Por exemplo: ao mudar de um emprego CLT para PJ, você irá assumir despesas novas, como impostos e assistência médica, e deixará outras despesas de lado. Planeje exatamente o que você precisa e do que poderá abrir mão, diminuindo saídas.  

 

A reserva financeira também é outro ponto que ajudará muito em seu período de mudança. Quanto maior o período de cobertura pela reserva financeira, mais tempo você tem para investir na nova carreira.  

 

 

As coisas não acontecem da noite para o dia e muita gente se frustra exatamente por necessitar do retorno financeiro imediatamente.

 

Carreira, negócios, vida: tudo é construção. É necessário unir planejamento, estudo e execução para que as coisas dêem certo.

 

 

2 – De olho na motivação

 

O que te impulsiona a mudar de carreira? Muita gente vai atrás do dinheiro, coloca ele em primeiro lugar . E isso não tem problema! Mas e o resto?

 

Apenas esteja consciente de que quando a motivação é apenas financeira, é comum a pessoa pular de galho em galho buscando a “oportunidade de ouro”, soluções com resultado imediato. Lembre-se: quanto maior e mais rápido o resultado, maior costuma ser o risco.

 

Entenda o que você realmente busca ao mudar de carreira.

Será isto que irá manter sua determinação quando surgirem as dificuldades (e elas vão surgir).

 

3 –  Teste e tenha o máximo de clareza sobre as opções

 

Dificilmente teremos uma única opção de carreira. Se você tem habilidade com fotografia, por exemplo: pode trabalhar por conta própria, pode ensinar fotografia, pode trabalhar por “jobs” para empresas.

Estas seriam apenas algumas opções, e tanto a forma, o caminho, quanto o resultado, serão bem diferentes a cada modalidade de trabalho, considerando a mesma área!

 

Ter clareza sobre alguns pontos essenciais, além de ajudar a pensar em possibilidades, ajudará a fazer ajustes no caminho.

 

Para isso, eu utilizo com meus clientes a metodologia HARD, que analisa o perfil e possibilidades.

 

Como ela funciona, de forma resumida:

 

H – são suas habilidades, seus talentos, os conhecimentos que você já possui ou adquire com facilidade e destreza.

 

A – é o amor, as causas que tocam seu coração, seus valores, aquilo que é fundamental em sua vida.

 

R – são os seus resultados: desenvolvimento pessoal, crescimento profissional, retorno financeiro. Aquilo que você busca para sua vida de forma integral (lembre-se, a carreira é apenas um dos pontos!).

 

D – demanda: a área em que você pretende atuar possui demanda? As pessoas ou empresas precisam do que você quer oferecer?  

 

Estude, pesquise, fale com pessoas diferentes.

Antes de fazer algo maior, como abrir sua empresa ou entrar num curso de longa duração, fale com as pessoas, pesquise o mercado, descubra o que realmente a nova carreira deseja faz, as atividades do cotidiano, os ganhos médios na sua cidade.

 

4 –  Faça um bom planejamento

 

O planejamento ideal e feito de trás pra frente: comece tendo o máximo de clareza sobre onde quer chegar. Imagine que o seu objetivo é o alto de uma montanha. Vários caminhos poderão levar até ele.

 

Por exemplo: Meu objetivo é trabalhar na área da educação, ajudando as pessoas a terem mais acesso ao estudo. Como fazer isso? Poderá ser empreendendo, sendo professor, trabalhando em instituições de ensino ou até mesmo no governo!  Isso é analisar as possibilidades, os caminhos.

 

Quando eu tenho vários caminhos no planejamento, volto ao H do método HARD e questiono: qual caminho será melhor para eu trilhar?

 

Lembre-se que nem sempre o caminho mais fácil é o mais legal!

 

O planejamento e o preparo vão ajudar a perder o medo e a encarar as mudanças que virão. Não é mudar por mudar ou simplesmente mudar de carreira de uma hora para outra. Cada passo de uma vez, com planejamento, estratégia, pesquisa. A mudança precisa ser segura.

 

5 –  Tenha apoio

 

Lutar sozinho sempre será mais cansativo, encontre companhia para a batalha. Se não tiver apoio, além das etapas desafiadoras que envolvem a mudança, você precisará o tempo todo provar para as pessoas ao seu redor que está no caminho certo.

 

Na esfera pessoal: traga as pessoas para o seu lado. Fale para as pessoas o quanto esta mudança será importante para você, mostre seus planos futuros e diga que o caminho tem desafios e que você quer contar com o apoio.

As pessoas que te amam podem ficar receosas no primeiro momento, mas depois, quanto mais você demonstrar entusiasmo e dedicação, mais elas irão acreditar em seu novo projeto.

 

Na esfera profissional: conte com mentores e grupos de apoio. Experiência acelera o caminho.

 

Ter alguém que te passa orientações precisas, que já percorreu um caminho parecido, que entende sobre o que você está vivendo, fará toda a diferença.

 

Saiba aqui como podemos ajudar você nesta etapa.

 

E por fim, acredite em você, no seu potencial: quando você sabe os motivos que te levam a algum lugar, por mais difícil que seja o caminho, cada passo de evolução será comemorado como uma real conquista.

 

Saiba, o medo pode ser o maior impeditivo para sua mudança.

Cuidado para não ficar preso a uma vida e carreira cheia de frustrações, ou com conquistas inferiores ao que você tem capacidade de realizar, apenas por medo de encarar o desafio de evoluir.

 

Cuidar da sua mentalidade fará toda diferença.

 

Não acredite que as coisas são como são, principalmente quando algo não está bom. Cabe a você mudar.

 

 

Preparei mais um material que vai te ajudar:

 

 

 

Assista o Vídeo + Baixe seu Material clicando abaixo:

 

Transição de carreira: sem medo, sem mágica

 

Espero que este artigo e o material complementar tenha sido esclarecedor sobre como mudar de carreira de maneira assertiva, fazer o que realmente gosta e te faz feliz. É um processo que pode não ser fácil, mas há maneiras inteligentes para cumprir o objetivo.

 

Boas reflexões e no que precisar, conte comigo.

 

 

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Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

Tomar a decisão sobre fazer uma transição de carreira, mudar todo o seu estilo de vida, já não é nada fácil.

 

Abordo muito as etapas sobre o melhor momento da transição ou como fazer a transição em meus vídeos e artigos, talvez você já tenha lido eles e definido seu plano de ação, sua nova vida.

 

 

Se esta etapa já não é fácil – e o medo pode aqui te sabotar, impedindo que você avance e mude de vida e carreira –  não ache que será mais simples depois que você tiver mudado.

 

Eu sempre faço a analogia da carreira versus casamento. Quem casou, tinha certeza absoluta, todos os segundos da vida, de que foi a melhor decisão? Provavelmente não..rs.

Sempre temos os “e se” em nossa cabeça. E se não der certo, e se tivesse feito outra coisa, de outra forma, e se visse outras opções primeiro…

 

E se, nos mostra possibilidades. Mas chega uma hora em que temos que fazer uma escolha.

Só vence quem arrisca.

 

 

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

 

 

Assim como no casamento, por uma soma de fatores: ambições, sonhos, valores, ideais, etc. , resolvemos que a lista de prós é maior do que a lista de contras e é hora de dar este passo.

 

Passo dado, mesmo com muito amor e boa vontade, teremos dias não tão legais pela frente. Dias de dúvida sobre o que fizemos, se tem outro jeito, se é assim mesmo.

 

Acreditar no que você quer e enxergar o pote de ouro no final do arco-íris, fará com que você tenha mais ânimo para enfrentar a jornada.

 

Ter um mapa de ação bem desenhado ajudará no dia a dia, na execução.  Neste artigo falo sobre como planejar e mudar de carreira

 

Mas são 3 os fatores que realmente farão diferença total para você se manter firme em seu propósito, e é sobre eles que irei abordar.

 

1) De olho nas finanças

 

Por mais que o planejamento financeiro tenha sido bem realizado antes da transição, ao fazer a mudança e ver na prática o dinheiro saindo mais do que deveria ou entrando menos do que o esperado, somado à uma provável instabilidade financeira, ocasionará calafrios e pode levar à desistência.

 

Rever sempre suas finanças, ajustar entradas e saídas, é o primeiro passo, fundamental e necessário para toda transição. Acostume-se a olhar para o seu bolso e tomar ações de correção sempre que necessário.

 

Ter uma fonte de renda alternativa (um plano C, D) que auxilie nas entradas, ao menos no primeiro momento, irá também ajudar muito.

 

Nesta conversa com a Lucia Stradiotti falamos sobre este tema:

 

 

2) Mude rápido

 

Ajustes são necessários sempre. Nenhum plano de ação ou plano de negócios se mantém de pé depois que o plano entra em execução.

 

É necessário, testar, aprender, ajustar.

 

E quanto maior a velocidade com que você fizer estes ajustes, mais rapidamente seu plano se mantém, refletindo nos resultados e na sua motivação para continuar o projeto.

 

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

 

 

3) Mantenha-se motivado

 

Motivação é igual banho, precisa ser renovado todo dia, você já deve ter ouvido esta frase. Mas acredite, quando estamos sob pressão, é muito fácil deixar que o desânimo e os pensamentos negativos tomem conta da situação.

 

Para que a motivação seja reforçada, não adianta ficar repetindo frases motivacionais ou se entupindo de livros e palestras de autoajuda. Estes serão materiais de apoio, mas será na prática, no dia a dia, que você precisará colocar sua motivação à prova.

 

O que eu recomendo:

 

Mudança real de mindset: quando você se habitua a olhar o que acontece como aprendizado e a enxergar o propósito em suas ações e seus reflexos, fica muito mais simples ser positivo. Não é algo simples, mas é possível trabalhar o que chamamos de Mindset de crescimento, muito bem abordado no livro Mindset da autora Carol Dwek.

 

Rede de Apoio: contar com pessoas que tenham o mesmo propósito que o seu, que acreditam no que você quer realizar, que te incentivam, mas que ao mesmo tempo te ajudam a corrigir a rota, dão feedbacks duros e necessários para o ajuste do projeto e que te desafiam a ir além.

Muitas vezes precisamos ir em busca de mentores, pessoas mais preparadas e que realmente irão ajudar na construção do seu sonho.

 

 A mentoria é um caminho que ajuda a acelerar resultados e mindset.

 

Saiba mais sobre mentoria para coaches ou para empreendedores.

 

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

Transição de Carreira: a disciplina é o que manterá você e o seu sonho de pé.

A disciplina constrói a consistência necessária. A consistência constrói os Resultados. Os resultados nos dão mais motivação. E assim, temos mais disciplina para continuar gerando consistência, resultados, motivação.

 

 

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Tudo o que você precisa saber para trabalhar – e se dar bem – como freelancer

Seja por opção – pela busca de realização, flexibilidade e ser seu próprio chefe, ou pela falta de emprego e necessidade de se lançar num plano B, saiba como ter bons resultados e não fazer do seu trabalho como freelancer um mero “bico”.

 

Neste artigo você vai saber detalhes sobre o mercado de freelancer.

 

  • Como ser freelancer de sucesso?
  • Como trabalhar como freelancer no Brasil?
  • Como mudar de profissão ou trabalho: migrar para freelancer.
  • Os principais portais do segmento para encontrar trabalhos ou anunciar a sua mão de obra.

 

Já pensou em trabalhar em casa, ganhando para fazer o que gosta e ainda administrar o próprio tempo? Pois é assim que em geral vive um freelancer.

 

Esse profissional trabalha por conta própria, prestando serviços para empresas ou pessoas físicas de maneira autônoma, com uma atuação cada vez maior no mercado online.

 

O que antes era só um “bico”, uma opção para quem estava com dificuldades para se recolocar no mercado ou uma forma de levantar uma grana extra, hoje vem se tornando uma tendência mundial.

 

 

Cada vez mais profissionais acreditam neste modelo como o melhor para sua atuação, unindo a flexibilidade de realizar sua própria gestão do tempo e de demandas à independência de escolher seu local físico de trabalho, que normalmente é realizado de forma remota.

  • Mas é possível ser um profissional de sucesso atuando como freelancer?
  • Trabalhar como freelancer possibilita realizações profissionais?
  • Como ser freelancer de sucesso?

 

Continue a leitura deste artigo pois vou demonstrar que ser freelancer, muitas vezes, pode sim trazer uma grande realização profissional.

 

 

Saiba quais são as profissões em alta no mercado freelancer

 

O número de freelancers só tem aumentado nos últimos anos e tem sido a opção para diversos profissionais atuarem em suas áreas, sem ter de esperar por uma vaga com carteira assinada em uma empresa.

 

Muitas empresas – principalmente as que buscam agilidade e economia, também tem optado por, ao invés de contratar empregados fixos para realizarem determinadas tarefas, solicitarem os serviços desse tipo de profissional, pagando por trabalho ou projeto realizado.

 

Dentre as diversas opções disponíveis, de acordo com uma pesquisa feita em 2017 pelo site Freelancer, as profissões que vem ganhando maior destaque são as que prestam serviços remotos, como:

  • redatores
  • produtores e editores de conteúdo (vídeo, áudio e texto)
  • designer (o que inclui web e designer gráfico)
  • social media
  • desenvolvedores
  • ilustradores
  • gerentes de projetos
  • assistentes pessoais e profissionais de marketing digital

 

Outras profissões já estão acostumadas ao mundo autônomo, principalmente atividades sazonais e de atendimento físico na residência ou na empresa contratante, como arquitetos, eletricistas, profissionais da área de saúde e estética, manutenção predial e residencial, TI, etc.

 

O que se percebe, não é só um aumento na tendência na opção por freelancers, mas também um crescimento na variedade de profissões a disposição nesse mercado.

 

 

Como ser freelancer?

 

Reflexão para os profissionais que estão pensando em migrar para o trabalho freelancer – e não sabem por onde começar:

  • Quais tarefas posso realizar – e oferecer – de forma remota?
  • Quais atividades as empresas não precisam ter disponível durante todo o período, e sim por um determinado tempo ou projeto?
  • No que sou especialista e posso contribuir para as empresas ou pessoas?

 

Se reinventar, encontrar novas demandas ou novas formas de oferecer sua atividade é fundamental para adaptar-se aos novos tempos.

 

 

Pesquisas confirmam o aumento de freelancers pelo Brasil e pelo mundo

 

Segundo o Relatório de Trabalho Independente realizado pela Workana, um dos sites mais utilizados pelos profissionais autônomos, o número de freelancers no Brasil cresceu 181%, só em 2016.

 

 

O site Freelancer, que conta com mais de 20 milhões de usuários no mundo, divulgou um outro relatório, este do Instituto Global McKinsey, apontando que de 20 a 30% da força de trabalho na Europa e EUA, no mesmo ano, já estavam envolvidas em trabalhos independentes.

 

 

Para complementar as informações e não deixar dúvida de que esse tipo de trabalho só tem ganhado terreno pelo planeta, uma pesquisa feita pelo Great Big Survey, ao entrevistar 40 mil trabalhadores em todo o mundo, constatou que cerca de 61% dos entrevistados presam pelo equilíbrio entre vida profissional e pessoal, sendo esse o principal motivo em se optar pelo trabalho como freelancer.

 

Ficou interessado?

 

Que tal então conhecer melhor a carreira de freelancer?

Grátis: mini curso como planejar o seu sucesso

 

 

Para que você se inteire mais sobre o assunto, separamos uma lista com alguns dos sites mais utilizados tanto pelos profissionais que estão em busca de trabalhos, como pelas empresas e pessoas que precisam de um profissional qualificado para atender suas demandas. Sites para encontrar projetos e trabalhar em casa como freelancer.

 

Confira a lista abaixo.

 

Os melhores sites para trabalhar como freelancer

 

# Freelancer

O Freelancer é o maior site no mundo, tanto para quem busca trabalho, como para quem está atrás de mão de obra qualificada. Está disponível em mais de 200 países, sendo as profissões de designer e as ligadas ao marketing digital as que mais geram movimento na plataforma.

O que oferece de diferente: O site disponibiliza um serviço de auto-divulgação, onde o profissional qualifica suas habilidades, o que pode ajudar na hora de angariar novos clientes.

 

$ – O cadastro é gratuito, mas para melhorar suas chances, ao se certificar, você paga por certificação.

Link para o site Freelancer

 

# Workana
O Workana nos últimos anos vem ganhando espaço no mercado freela e apesar de disponibilizar trabalhos em diversas áreas, ainda é mais forte para profissionais que atuam como web designers, redatores, produtores de conteúdo, desenvolvedores, tradutores e outras áreas ligadas à tecnologia.

O que oferece de diferente: Um aplicativo que auxilia o profissional a registrar as tarefas e permite que o cliente acompanhe e controle o andamento e o tempo de execução dos trabalhos.

$ – Oferece cadastro gratuito com contas de benefícios pagas, que são opcionais.

Link para o site Workana

 

 

 

# 99 Freelas

Esta é uma plataforma de marketplace para frelancers, totalmente nacional que cada vez mais ganha espaço no mercado brasileiro. Iniciou apenas com trabalhos e projetos na área de programação, mas hoje conta com um bom leque de opções, como trabalhos nas áreas de design, redação, marketing, arquitetura, entre outros.

O que oferece de diferente: Os profissionais recebem dos clientes avaliações que se transformam em uma pontuação que melhora a credibilidade do profissional e sua posição em um ranking criado pela plataforma.

$ – A plataforma é gratuita, o valor é cobrado por trabalho realizado – uma taxa de 10%.

Link para o site da 99Freelas

 

# Rock Content
Plataforma de marketing digital que oferece trabalhos para produtores de conteúdo, em funções como planejador de pautas, redação, revisão e design de e-books. A plataforma só aceita freelancers certificados em Produção de Conteúdo Para Web, porém oferece o curso gratuito pela Universidade Rock Content, no próprio site.

O que oferece de diferente: O contato é direto com a plataforma, sem intermediários. O profissional precisa estar cadastrado para acessar e receber as propostas.

$ – Plataforma e cadastro gratuito.

Link para o site da Rock Content

 

# Be Freela

Não é um site de empregos, mas une dicas sobre trabalho e estilo de vida nômade e você pode assinar a newsletter na qual eles encaminham dicas, informações e eventualmente publicam vagas de trabalho remoto.

O conteúdo é bem elaborado e de alta qualidade, vale a pena a leitura.

O que oferece de diferente: Conteúdo autoral e real, escrito por pessoas que realmente vivem de forma freela.

Link para o site do Be Freela

 

# LinkedIn Profinder

Uma nova funcionalidade do LinkedIn para conectar profissionais que prestam serviços autônomo à pessoas e empresas que tenham projetos disponíveis pela plataforma.

 

Ainda está em testes e disponível apenas nos EUA e em categorias de serviço específicas, mas logo deve estar disponível no Brasil (vamos aguardar!!)

 

Se você não sabe utilizar o LinkedIn e ainda não tem bons resultados por lá, leia este artigo:

Como se destacar e fazer negócios no LinkedIn

 

 

E você quer saber como funciona o mercado freela?

Perguntei pro Leonardo Born, escritor e produtor de conteúdo freela, ganhador de um prêmio FLIP de Literatura, sobre qual a sua visão deste modelo de trabalho:

“Estou há pouco tempo no mercado de trabalhos freela, mas como sempre gostei de escrever e me especializei nessa área, percebi que há muito campo para quem estiver disposto a se dedicar. Não há mágica e nem vou dizer que é fácil, mas com foco, persistência e dedicação, aproveitando as oportunidades e ferramentas que a web disponibiliza, digo que sim, é possível se viver de freelas, fazer carreira que escolher.”

 

 

E quais são as maiores dificuldades de quem ingressa neste mercado?

Altas e baixas nas demandas, instabilidade financeira, necessidade de um bom planejamento de tempo e tarefas, prospecção e atualização constante são os principais problemas enfrentados por profissionais que assumiram o trabalho por projeto.

 

Porém, muitas destas adaptações não são exclusividade na rotina de profissionais autônomos. Em muitas empresas e profissões, os trabalhos remotos já são uma realidade.

 

Economia financeira e de espaço, sustentabilidade e flexibilidade de horário são itens que tem levado cada vez mais empresas e profissionais a optarem pelo home office.

 

Este caminho é uma tendência, o que não significa que seja um caminho único – nem o trabalho remoto, nem o trabalho por projetos, será a única opção dos profissionais.

 

 

Pra fechar – 5 dicas para você melhorar seus resultados como freelancer

 

#1 Considere-se uma empresa
Mesmo que você passe o dia todo de pijama e atenda seu cliente por chat, saiba: você precisa se considerar uma empresa e trabalhar de forma séria e profissional, se quiser ser bem-sucedido.

Neste quesito o que vale é você se profissionalizar: ferramentas, aplicativos, apresentação, planejamento. Tudo é possível de ser realizado de forma simplificada, muitas vezes com softwares e aplicativos gratuitos. Esteja sempre atualizado, pensando no futuro e tomando ações no presente que garantam sua trajetória.

Preocupe-se com a imagem e credibilidade que passa aos seus clientes desde a primeira interação. E lembre-se: quando você trabalha de forma remota, o seu site, portfólio e suas redes sociais são o seu escritório, precisam estar arrumadas para quando seu cliente chegar.

Tenha um cadastro como MEI (Microempreendedor Individual)

Se você for um freelancer que fatura até R$ 81 mil por ano, leve em consideração ter um MEI. Assim, você terá um CNPJ, uma empresa com direito a emitir nota fiscal e tudo. A diferença que o freelancer precisará pagar apenas uma taxa mensal dos tributos de R$ 47,70 (INSS), acrescido de R$ 5,00 (para Prestadores de Serviço) ou R$ 1,00 (para Comércio e Indústria) por meio do DAS (carnê) emitido através do Portal do Empreendedor.

 

Compensa principalmente para freelancer que presta serviço para outras empresas (terceirização).

 

#2 Delimite e organize seu espaço
Quem começa a trabalhar em casa sofre com a invasão ou perda do espaço e da agenda, principalmente quando não vive sozinho. Filhos e família podem não considerar que você está em casa trabalhando, por isso, é fundamental ter o espaço de trabalho bem definido (pode ser uma mesinha no seu quarto ou um kit de trabalho com todas as suas coisas!).

 

Também é importante informar as pessoas que convivem com você sobre o trabalho que você realiza e qual apoio precisa deles para o negócio fluir bem.

 

Livre-se ao máximo dos papéis. Quanto mais a sua vida estiver no mundo online, mais simples e leve ficará o seu dia a dia e mais fácil ficará pra você se adaptar a um novo lugar de trabalho quando necessário. Lembre-se também de ter back up de tudo!

 

#3 Tenha agenda – e saiba definir prioridades

O sonho de todo freela é trabalhar de frente pra praia, 3 a 4 horas por dia, e fazendo somente o que gosta. A realidade é bem diferente. Trabalho acumulado, demandas inesperadas, infraestrutura que não funciona quando você mais precisa!

 

Já cheguei a ficar em hotel na praia, com o Sol brilhando lá fora – e não conseguir sair de dentro do quarto, atendendo demandas de clientes!

 

Prazos curtos e projetos acumulados são uma rotina de quem trabalha como autônomo. Saiba definir prioridades e utilize ferramentas de apoio.

 

Eu já testei o Trello, Evernote, Agenda do Google. Tudo ajuda, busque o que funciona pra você.

 

 

#4 Relacionamento é a alma do negócio

Apesar da efetividade dos sites que divulgam os projetos, muitos trabalhos são solicitados por indicação e referência.

 

Estabelecer bons contatos, manter sempre ações voltadas para a prospecção e para a divulgação do seu trabalho, ajudam muito.

 

Inclua em sua rotina participar de eventos presenciais e frequente ambientes de trabalho colaborativos – existem muitos escritórios abertos, coworkings e cafés onde profissionais freelancers se encontram. São espaços de trocas valiosas e excelente networking.

 

É muito importante também estabelecer boas parcerias com outros profissionais freelancers. Quando atuamos por projeto é comum precisarmos de outros profissionais, com atividades complementares, para realizar uma entrega. Os parceiros são a equipe de trabalho no universo freelancer.

 

#5 Qualidade gera Resultado

Dedique-se a fazer sempre a melhor entrega. Muitos profissionais em início de atuação preocupam-se com a oferta e com o fechamento e dedicam pouco tempo para a entrega.

 

Porém, uma entrega de alta qualidade, no prazo e de preferência com elementos que sequer foram sonhados pelo cliente (afinal, você é o especialista!) farão com que ele jamais esqueça de você ou pense em cotar um novo profissional – além de aumentar as chances dele te indicar!

 

Alta qualidade e cumprimento de prazo são atributos fundamentais dos profissionais que têm êxito como freelancers.

 

 

 

**

Se você tem dúvidas se este é o seu caminho, assista este vídeo sobre transição de carreira, onde ensino o método que criei para ajudar meus clientes a avaliarem se é hora de fazer uma mudança profissional.

 

Espero ter esclarecido a respeito do tema como ser freelancer de sucesso!!

 

 

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Planejar é preciso, mas saber reagir ao que acontece é fundamental

Talvez você tenha sentido falta do meu texto semana passada. Talvez você me acompanhe pelas redes sociais e tenha visto que eu estava viajando, logo, pode ter concluído que foi falta de planejamento ou pensou:

– A Lilian não escreveu porque estava de folga.

 

Nada disso.

 

Meu comprometimento me fez ir além: Levei o notebook, conferi se tinha internet no local onde eu me hospedaria, deixei a agenda de segunda-feira livre pela manhã para poder escrever, postar, mandar e-mail. Já tinha iniciado o texto, a ideia já estava esboçada.

 

Tudo adiantado e planejado para que nada desse errado. E deu.

 

 

Planejar é importante.

Mas reagir ao que acontece ao planejado é fundamental.

 

Na cidade em que ficamos, a internet que já é normalmente ruim estava instável. Não conseguíamos sequer baixar uma foto pelo celular, quem dirá carregar uma página inteira com imagens no site.

 

Resolvi relaxar. Resolvi que por mais que existam pessoas que me acompanham, que leem e respondem meus textos e e-mails, não seria por uma semana sem escrever que algo seria prejudicado.

 

O dia estava lindo, eu tinha lugares para ir, não iria ficar horas tentando fazer algo simples e puramente porque “eu tinha que fazer”.

 

Dei o meu melhor, fiz o que eu pude até ali.

 

Ao meu ver o nosso papel, de aprendizado constante, é nos prepararmos, deixar a nossa parte pronta, planejada, controlada.

 

E ter consciência de que nossa parte é no máximo 50% da história.

 

Tem a parte que não controlamos, que não prevemos. E para esta parte – os imprevistos ou ações externas – precisamos nos abrir e receber o que vier com amor, curiosidade e aceitação.

 

Não lutar contra o que não podemos controlar.

 

E sim reagir de forma positiva, com aprendizado, construir novos caminhos, novas histórias.

 

Você pode se preparar ao máximo para receber uma promoção – estudar, se esforçar, se relacionar bem com seus pares e líder – e a promoção não vir ou até mesmo você ser demitido.

 

  • Você pode se planejar pra aposentadoria, e mudarem a lei.
  • Você pode se formar numa excelente faculdade e ver sua área de atuação deixar de existir.
  • Você pode ter uma empresa de sucesso, com um produto ou serviço excelente, e amanhã ele se tornar obsoleto.
  • Você pode ter um namorado, ficar noiva, e não casar. Ou pode ter casado, numa festa linda, e não ser feliz depois disso.

Você fez os seus 50%. Como reagirá aos outros 50%, que não estão nas suas mãos? Reclamando, culpando os outros, se inferiorizando ou irá aprender com o que conquistou, com os resultados obtidos?

 

 

O que é fundamental para ajustar o planejamento – ou saber que é a hora de mudar de rota:

 

Acompanhamento

Não adianta apenas planejar, é necessário acompanhar a execução, checar e ajustar o que for necessário. Nas áreas de gestão, é o famoso PDCA, que podemos usar pra vida:

  • P – Plan – Planejar, saber onde se quer chegar, qual o melhor caminho e quais “ferramentas” são necessárias para o percurso.
  • D – Do – Fazer – O caminhar, colocar o planejamento em ação.
  • C – Check – Checar, saber se está na rota certa e se realmente ela é a melhor opção.
  • A – Act – Agir, ajustar, corrigir o que for necessário.

 

Só saberemos se o planejamento dará certo quando estivermos em ação.

Como foi no meu caso, me planejei para escrever e postar, tinha os equipamentos. Mas na hora de fazer, vi que faltava algo e que não estava no meu controle.

 

Ajuste

Quando algo está dando errado ou saindo diferente do previsto é hora do ajuste, ou até mesmo de um novo planejamento.

 

Você pode ter feito um planejamento de vendas e seus clientes não compraram, um planejamento de aula e seus alunos continuam com dúvidas, um planejamento de carreira e a empresa foi vendida. Você não previu nada disso. Mas pode ajustar, de duas formas:

  • Continuo com o objetivo e mudo a forma, os caminhos para alcançá-lo.
  • Revejo meu objetivo, mudo de planos.

 

O que vale para qualquer uma das opções: que seja feito com leveza.

Não se martirize.

Tenha certeza de que você fez o seu melhor, que foi até onde pode. E reconheça quando é necessário voltar, mudar ou até mesmo desistir depois de ter caminhado muito tempo numa mesma direção, com tanto empenho.

 

Quando ficamos presos a uma única opção de sucesso – e ainda mais quando ela não depende apenas de nós para ser realizada, o que é bem comum – as chances de que algo saia diferente do planejado são grandes.

 

 

E agora, o que faço?

 

Eu já disse, acho planejamento fundamental e trabalho isso fortemente com meus clientes de coaching. Mas não trabalho o planejamento como um caminho único, como se houvesse uma única solução para todos os problemas.

 

Nada de sair do ponto A e chegar no ponto B por uma linha reta.

As estradas da vida são feitas em curvas, piruetas e zig zag.

 

A minha experiência em contato com a natureza me fez enxergar o planejamento como um mapa, com várias possibilidades. Não existe um único caminho para se chegar onde quer ir e sim trilhas, cada qual com seus obstáculos e maravilhas.

 

Desafios e paisagens diferentes a cada passo.

 

E quando aparece um grande desafio eu preciso olhar para o que eu tenho, quais as minhas habilidades, competências e equipamentos. Se uma ponte sobre um rio está quebrada eu não tentarei passar a nado, seria loucura. Preciso voltar, escolher outro caminho, passar por uma parte mais tranquila, com águas mais rasas.

 

Às vezes, apenas descansar, retomar o fôlego, e definir o que fazer logo em seguida.

 

A vida não é simples, tem seus desafios, é isso que a faz maravilhosa, que nos faz crescer e evoluir.

Mas quando o caminho está ficando difícil demais é hora de olhar se você não pegou a trilha errada.

 

Curta o caminho, aproveite a paisagem e não se jogue num precipício achando que é a única opção.  A vida é cheia de possibilidades.

 

Se você quer deixar sua vida mais leve, se preocupar menos com coisas irrelevantes, você vai gostar deste texto:  Deixe a louça na pia – Sobre aprender o que realmente é importante pra você  

 

 

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Crenças limitantes: elas podem estar sabotando seus sonhos

A maior barreira quando começo a trabalhar a realização de sonhos e projetos com meus clientes são: eles mesmos! Crenças limitantes são muito comuns e são grandes responsáveis pelos nossos medos e bloqueios e na maior parte das vezes agem inconscientemente.

 

Afinal, o que são crenças limitantes?

É qualquer tipo de ideia ou pensamento fixo, que nos impede de agir e ter resultados positivos. A expressão não tem nada a ver com religião, uma crença é algo que acreditamos que seja verdade, sem questionar.

Desbloquear estas crenças e modelos é fundamental para qualquer mudança de vida e carreira e para conquistar melhores resultados. E como fazer isso? O primeiro passo é a consciência, é identificar a existência da crença, questionar os padrões que você vem seguindo: sair do piloto automático.

As crenças podem nos limitar ou nos dar forças, podem nos dar poder de realização ou de estagnação. Eu dou força e poder para aquilo que acredito – seja ele bom ou ruim.

 

 

Se a crença for limitante será criada uma barreira entre o desejo, a vontade de fazer algo e o sentimento de ver isso realizado.

 

 

Exemplo: Sonho de morar nos Estados Unidos.

Crença limitante: “Não sei falar inglês, tenho dificuldade em aprender e por isso nunca vou conseguir sair do país”.

 

Muito daquilo que acreditamos é consciente – e outras crenças são inconscientes, são mensagens externas traduzidas pela nossa interpretação, é como julgamos os acontecimentos e experiências que vivenciamos.

 

E qual a origem das crenças, como elas surgem?

Em geral, as crenças surgem de 3 formas:

 

Crenças históricas, sociais ou regionais – cada país, região, religião, nível social tem crenças e condicionamentos diferentes, muitos já não fazem sentido no mundo atual mas que continuam sendo seguidos.

  • Quando você acorda pela manhã, está com fome. Essa é a realidade, fome. Suas crenças sociais e históricas dizem que é hora de tomar café da manhã. Você poderia comer qualquer coisa, na verdade. E então sua crença regional dirá o que é melhor para se comer no café: No sudeste, acreditamos que pão com manteiga e café com leite é a melhor opção. No nordeste existe a crença de que o café precisa ter “sustância” – macaxeira, carne seca – uma crença vinda de quando trabalhavam no campo – hoje, quem trabalha no shopping mantem essa crença, mas não sabe de onde ela surgiu. No México, o café terá feijão, pimenta.

 

Crenças familiares – o que trazemos como herança genética e histórica da nossa família. Questões e histórias enraizadas, que ninguém questiona ou acha que pode ser diferente. Aquilo que você faz porque sua mãe fez, porque a sua vó fazia e assim segue. Tem muita ligação com os hábitos e tradições familiares. A importância neste caso é entender se esta crença ou tradição faz sentido pra você, e se não faz, se não te causa nenhum mal, se não te incomoda seguir com a tradição, com a crença. Se irá passa-la pra próxima geração.

 

Crenças primárias – nossas interpretações do mundo, a realidade subjetiva criada por cada um, com a influência emocional do meio. São os principais pontos para identificarmos as crenças limitantes. São construídas mais fortemente na infância, mas não deixamos de criar novas crenças durante toda a vida. Criamos novas crenças baseados nas nossas experiências e vivências, conforme nossa interpretação do certo e do errado.

 

O que soma para a construção das crenças primárias:

  • Como a minha família se relacionava: entre si, com o dinheiro, com o trabalho. Entra aqui também a minha interpretação e julgamento sobre as ações e sobre como eu enxergo e me relaciono com a família: Se acho que era certo, farei igual, se julgo eles como errados, tentarei ir pro caminho oposto.
  • O que me aconteceu e não deveria ter acontecido: as más experiências, os traumas, medos e inseguranças.
  • O que deveria ter acontecido, mas não aconteceu: experiências que geraram insegurança, falta de amor, falta de cuidado.

 

 

Exemplo:

Na quinta série a criança foi falar uma frase da tarefa de inglês. Ao falar errado (o que é normal pela idade e fase de aprendizado) os colegas riram e ela se sentiu envergonhada, constrangida. Na verdade, já havia crenças de insegurança quanto à falar em público e necessidade de ser aceita pela turma, que foram reforçadas negativamente com o fato. Neste momento, cria-se a crença: “sou péssima em inglês, nunca aprenderei, nunca mais falarei inglês em público para não ser julgada”.

É quando a crença se estabelece, recebe confirmação: Com esta crença, a dificuldade no aprendizado será cada vez maior, e não conseguir aprender irá reforçar a crença. É um ciclo. E quando chegar o momento de ter que usar o inglês, mesmo que para algo bom (volte no exemplo lá de cima, viajar para o exterior), a crença estará presente alertando: “você é ruim em inglês, não consegue falar e nunca vai aprender”.

 

Segue aqui um VÍDEO curto sobre CRENÇAS E MODELOS 

 

 

Em qualquer situação onde a crença estiver envolvida, surgirão pensamentos automáticos de autossabotagem. Normalmente a pessoa desiste antes de tentar, e se justifica com frases como: Isso é difícil demais, nem vou tentar – Isso não é pra mim, não vou dar conta.

E haverão as reações:

  • Emocionais: tristeza, desanimo, frustração, raiva.
  • Comportamentais: desânimo, desistência, lentidão.
  • Fisiológicas: falta de ar, dores, mal estar.

 

Identificada a crença limitante, é hora da mudança: testar pequenas ações para confrontar o comportamento instalado, realizando a mudança.

 

 

 

 

E você, já pensou ou identificou quantas coisas faz no Piloto Automático – na vida, no trabalho, na carreira que escolheu – sem pensar ou por que todos fazem?

 

Você consegue identificar o que te motivou a dar os passos mais importantes da sua vida? Você queria de verdade estar ai, na vida e na carreira que está hoje, ou fez porque todo mundo faz, ou porque sua família estava te cobrando por isso?

 

E quando tomamos consciência de que estamos no piloto automático… como se libertar?

 

Crenças e modelos nos aprisionam em vidas e trabalhos frustrantes, desanimadores. Limitam nossas ações e possibilidades. E mesmo conscientes temos muita dificuldade em sair do piloto automático e fazer o que precisa ser feito para termos melhores resultados.

 

Mas é possível se libertar dessa vida mais ou menos!

 

Em Outubro iniciaremos a 2a turma do Programa Jornada Singular, uma imersão em autoconhecimento – 8 módulos ao vivo e online. Reflexões e ações para você ter mais clareza sobre quem você é e o que te levará à uma vida e carreira plena e feliz!

MAIS INFORMAÇÕES AQUI

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Insatisfação profissional: por que estamos tão frustrados?

Ilustração sobre a insatisfação profissional e a mudança

Este artigo vai abordar questões muito importantes sobre a insatisfação profissional, frustrações com a carreira e o trabalho, algo que parece tendência na nova geração.

 

A nova geração profissional chegou ao mercado de trabalho com ambições e habilidades bem diferentes dos seus antecessores.

 

Eles têm pressa, querem viver o hoje como se não houvesse amanhã.

Crescimento contínuo, aprendizado acelerado e um tal de propósito viraram itens básicos, mais valorizados até do que os planos de benefícios.

 

Por outro lado, empresas tentaram se adequar às pressas, maquiando locais de trabalho e processos para que a flexibilidade exigida por muitos parecesse existir.

 

Em muitos casos, a liberdade de trabalho foi substituída por e-mails, viagens e reuniões aos finais de semana e os bônus e reajustes salariais trocados por snacks e máquinas de café durante o expediente.

 

Nossos pais ou avós tinham uma divisão clara entre casa e trabalho. Dificilmente eram acionados fora do expediente, a velocidade das mudanças e dos processos era mais lenta, a cobrança era menor. É claro que tudo isso tem um preço, que nós estamos pagando.

 

Aos poucos, muitos profissionais vêm percebendo que a conta corporativa não fecha.

 

Infelizmente vivemos neste cenário que prioriza muito mais a produção e menos a satisfação, sendo que a satisfação de qualquer trabalhador está intimamente ligada com a eficácia produtiva do trabalho, principalmente no que tange a qualidade.

 

Parece que vivemos na era da insatisfação profissional

 

Muitas empresas estão abarrotadas de funcionários insatisfeitos nos corredores, nas fábricas, nos escritórios.

 

E a insatisfação profissional varia de acordo com os sonhos, objetivos e expectativas de cada um.

Há quem tenha insatisfação profissional ocasionada pela escolha errada da profissão, provocada por diversos motivos, como atendimento aos desejos dos pais (seguir uma carreira para agradar o grupo social que o cerca), imposições sociais, falta de análise crítica para definir o que realmente o satisfaz, entre outros.

 

Há quem tenha insatisfação profissional pelo cargo que exerce. A profissão até pode ser a sonhada, mas o cargo que exerce na empresa não é adequada para a pessoa, provocando insatisfações que às vezes podem ser confundidas por decepções à profissão como um todo.

 

E há pessoas insatisfeitas com a empresa e organização que trabalha, e os motivos nesses casos podem ser diversos, como insatisfação com o salário, com a gestão de equipe, discordância nos processos trabalhistas, entre outros.

 

insatisfação profissional

 

 

Existe alguma maneira de driblar a insatisfação profissional?

É possível mudar este cenário?

 

Claro que sim, e você vai entender como ao longo desta leitura!

Os inquietos

Ser feliz apenas aos finais de semana, trabalhar por dinheiro e não por satisfação, não saber – ou não poder – monetizar o seu sonho e viver fazendo o que ama, não ter tempo pra família, saúde e qualidade de vida – são itens que estão sendo questionados.

 

Neste cenário, surgem os inquietos, pessoas que fogem do padrão de conformismo, que não aceitam as regras e modelos de sucesso estabelecidas pela sociedade, que jogam tudo para cima ou migram entre uma profissão e outra, em busca desse algo a mais.

 

Claro que muitas vezes, a decisão é apoiada e incentivada pela família, que deu duro para manter o padrão familiar e educar os filhos em boas escolas, mas também vemos muitas pessoas que simplesmente não fazem questão de seguir os padrões do que a sociedade dita como “a melhor escolha”: pessoas que optam por não ter carro ou casa própria, aderem à um estilo de vida mais simples e consciente e que se preocupam muito mais com o ser do que com o ter.

 

Nos ensinaram que pra ter sucesso é necessário trabalhar duro, muitas vezes estar longe ou ausente da família, como nossos pais fizeram, e abdicar da vida pessoal e do que nos faz feliz, focando 100% no trabalho. Hoje, enxergamos que o caminho para ter satisfação em qualquer coisa que a gente faça é viver o hoje, aproveitar mais o agora e ter clareza sobre quem somos e o que queremos da vida.

 

E pra isso não existem modelos prontos, precisamos reinventar o trabalho e a forma como nos relacionamos com a carreira, com o sucesso, com a vida.

 

Pesquisas sobre psicologia positiva já mostram que se preocupar consigo não é egoísmo. A pessoa que mais tem capacidade, financeira e psicológica, para ajudar os outros é quem está bem de verdade.

 

Assim, quem está bem entrega ao mundo o seu melhor, como uma compensação pelas coisas boas vivenciadas, gerando um impacto positivo em suas ações e relações.

 

Quando você começa a se levar a sério, quando olha para o que realmente impacta em sua vida, quando potencializa quem você é e respeita a sua essência, você começa a realizar tudo o que sonha, vibra, deseja.

 

Como contornar o medo da mudança

A maior barreira para que as mudanças ocorram não é a falta de oportunidades e sim o medo da mudança.

 

O medo prende as pessoas, faz com que elas resistam às mudanças e fiquem presos à padrões, que muitas vezes já não servem mais.

E quem disse que para mudar precisamos mudar tudo de uma única vez?

 

Normalmente mudamos quando algo chega ao limite. Esperamos demais e quando vemos não dá mais tempo de agir com calma, com leveza. E isso pode ser um desastre.

 

De fato muitas pessoas temem a qualquer tipo de mudança, entram numa zona de conforto. Mas não devemos pensar assim, as mudanças de nossas atitudes fazem toda a diferença para um melhor futuro, qualidade de vida e satisfação no trabalho.

 

Os processos de transição de carreira auxiliam nas tomadas de decisões, de escolher a profissão correta e maneira mais segura para mudar os seus rumos profissionais. Neste vídeo eu falo sobre transição de carreira – e sobre como planejar a sua.

 

 

Os principais sinais de que sua carreira não vai bem

  • Tristeza aos domingos.
  • Sexta-feira é o dia feliz. Mas tudo é melhor do que trabalhar, inclusive ficar doente!
  • A vida está chata, sem graça e você reclama de tudo.
  • No trabalho, tudo o que você gosta de fazer não tem relação nenhuma com o trabalho em si.
  • Você sempre está procurando emprego ou oportunidades de empreender, correndo inclusive o risco de ir para algo pior.
  • Sua saúde, qualidade de vida, amigos e familiares não são prioridade. Aliás, como encaixá-los na agenda é sempre sua dúvida. Não dá tempo pra isso.
  • O que é propósito? Você não faz ideia. Sente que algo está faltando, mas não sabe o que é. Pra que você trabalha? Para pagar as contas do mês e olhe lá.
  • Faz compensações, consciente ou inconscientemente. Se não tem felicidade no trabalho, melhor ser feliz de outra forma: compras, comida, jogos, bebida.
  • Desafios, crescimento, orgulho da sua carreira. Quanto tempo que você não sente isso?
    Não faz ideia de como será seu futuro profissional. A única coisa que você tem certeza é que não quer continuar como está.

 

Se você se identificou com estes sinais de que algo não vai bem você precisa conhecer o processo de coaching de carreira . Podemos te ajudar, e muito, a superar as suas insatisfações profissionais e provocar a mudança certa na sua carreira.

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O que é coaching de carreira e como ele pode te ajudar

Ilustração sobre o que é coaching de carreira e como funciona coach

Você sabe de verdade o que é coaching e pra que serve o coaching de carreira? O processo vai muito além do título e das técnicas.

 

Muito se ouve falar atualmente sobre coaching e suas inúmeras aplicações: carreira, executivo, liderança, empreendedorismo, negócios, vida, bem-estar, educação, idiomas e por aí vai.

 

Todo dia surge algo novo quando o assunto é coaching, atualmente no auge da moda.

 

Neste artigo você irá ler tudo sobre coach e entender o que é coaching de carreira.

 

O que é coaching?

O Coaching é um processo em que um profissional apoia o cliente para que este consiga melhores resultados, através de mudanças de comportamentos, ampliação do autoconhecimento, clareza e aumento da responsabilização sobre as suas escolhas.

“Coaching é uma relação de parceria que revela e liberta o potencial das pessoas de forma a maximizar o desempenho delas.” (Timothy Gallwey, um dos precursores do coaching).

Já ouviu falar em coaching de carreira?

 

O Coaching de Carreira tem como objetivo ajudar os clientes a melhorar a performance profissional, definir um planejamento de carreira, encontrar o ânimo e a paixão que perderam em suas carreiras ou a encontrar o melhor caminho para mudar de carreira, o que chamamos de transição de carreira.

 

Só para ter uma ideia do quanto um coach de carreira é procurado, uma pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva em novembro de 2017 revelou que 56% dos trabalhadores com carteira assinada estão insatisfeitos com o atual emprego, isso representa mais de 18 milhões de pessoas. É muita gente insatisfeita!

 

Esta insatisfação profissional pode acontecer por vários fatores: pode ser algo emocional, financeiro, arrependimento da carreira que decidiu seguir, entre outros.

 

O Coach de Carreira com foco em transição tem a missão de auxiliar as pessoas a encontrar o caminho certo na carreira, e se preciso for mudar, que tenha a coragem e atitude segura para realizar os sonhos profissionais.

 

Como ser um coach de sucesso?

No Brasil, não existe regulamentação sobre a formação e profissão de coaching.

 

Assim, qualquer escola de treinamentos pode formar novos coaches, sem ser necessário comprovar a expertise do professor ou o conteúdo que é ministrado (por isso a proliferação de novos profissionais mal qualificados).

 

Mas calma, isso também não é o pior: na verdade, nem é preciso ter a formação para se autodenominar coach.

 

A formação de coach no Brasil se enquadra na categorização de curso livre, que não precisa de reconhecimento ou autorização do MEC (Ministério da Educação).

Os formadores atuam sob vigência dos órgãos de defesa do consumidor.

 

 

Se qualquer um pode ser coach, como escolho um bom?

 

Qualquer um pode ser coach no Brasil. Mas se tornar um coach verdadeiramente de sucesso, com ênfase, qualidade, relevância e autoridade no segmento, não se pode optar por alguém que tem um marketing bonito ou um preço baixo.

É preciso optar por alguém que realmente tenha qualificação, vivência no tema, preparação e conhecimento prático sobre as metodologias que irá aplicar.

O IBC (Instituto Brasileiro de Coaching), revelou para reportagem da revista Veja que formou 20 mil pessoas nos últimos dez anos. A quantidade profissionais aumenta a cada ano, mas a grande questão é sobre a qualidade na formação destes profissionais.

Dados das instituições formadoras apontam que apenas de 2 a 3% das pessoas formadas realmente irão atuar como coaches, de forma profissional.

 

Um processo de coaching é algo sério.

Quantas pessoas que você conhece se sentem tranquilas indo cortar o cabelo numa escola de cabeleireiros? Eu não conheço nenhuma, com exceção de um amigo quase careca.

 

As pessoas não cortam o cabelo com alguém sem experiência e domínio porque não querem arriscar algo que valorizam, e isso porque o cabelo cresce.

 

Entretanto, tem gente que ainda põe sua vida, sua carreira, sob os cuidados de pessoas mal preparadas.

Um outro cuidado fundamental: a empatia e a sintonia.
Você irá abrir sua vida com o profissional escolhido, por isso é preciso ter confiança e empatia.

 

Sem sintonia e tempo para a relação acontecer e maturar, dificilmente haverá a conexão necessária para o processo de coaching funcionar.

 

E como acontece o processo de coaching?

O processo de coaching consiste em encontros, presenciais ou online, podendo ser individual ou em grupo, onde o coach aplica ferramentas e utiliza questionamentos profundos para que o cliente localize as respostas no lugar certo: dentro dele.
Todo o esforço deve ser para que o cliente seja capaz de se responsabilizar e encontrar as respostas, tendo mais clareza para a tomada de decisão, suportado por um plano de ação.

A partir desta clareza, o coach apoia o cliente e o conduz em direção ao seu objetivo, ajustando comportamentos que possam impedir o sucesso do planejamento.

De forma bem simplista, o que é ensinado pela maioria das grandes escolas de coaching é:
– Você está no ponto A e o processo de coaching te ajuda a chegar mais rapidamente no ponto B, que seria a sua meta.

 

Eu não sigo este processo desta forma tão linear, simplesmente porque na prática percebi que tinha que ser diferente.

 

Tendo por base os atendimentos que realizo, vi uma grande lacuna neste modelo: a maioria das pessoas não têm clareza total sobre si mesmas e/ou sobre as decisões e escolhas que fizeram até aqui.

 

 

Veja a Evolução do coaching desde a criação do termo até os dias atuais:

 

Infográfico evolução do coaching

(fonte: site SBCoaching)

 

Os primeiros usos do Coaching da forma como o processo é conhecido hoje, ocorreram no meio esportivo norte-americano, utilizado por treinadores para motivar profissionais de esportes individuais, como o tênis, e assim apoiarem os atletas a conquistarem melhores resultados.

A principal referência desta primeira fase é Timothy Gallwey, autor do livro The Inner Game of Tennis.

 

O Inner Game (jogo interno) é o principal diferencial do método utilizado pelo autor e diz que o principal oponente do competidor não é o adversário, e sim as suas limitações e fraquezas internas.

 

Ou seja, o método defende que o maior obstáculo para o sucesso é a nossa própria mente, que nos sabota, permanecendo na zona de conforto e fazendo com que nem tentemos obter melhores resultados.

 

Com o sucesso da técnica nos esportes, foi um pulo para o mundo empresarial adaptá-lo, usando o coaching para melhorar a performance de executivos, que ficou conhecida como Executive Coaching e tem como principal autor o inglês John Whitmore, autor de Coaching for Performance.

 

Os resultados obtidos através do coaching foram tão significativos que o processo foi cada vez mais utilizado para ajudar as pessoas a desenvolverem novas habilidades, desenvolver equilíbrio emocional e agilizarem seus aprendizados, obtendo assim um crescimento acelerado na carreira.

 

Logo, esse processo ganhou as ruas e hoje não só executivos e profissionais do mundo corporativo, mas qualquer pessoa pode ser beneficiada por um processo de coaching, em suas diversas e novas modalidades.

Mas esta popularização tem o seu lado negativo.

Como já dissemos, qualquer um pode se posicionar como coach e oferecer soluções para o cliente (inclusive soluções milagrosas), mas nem todos profissionais atuantes são realmente qualificados, exatamente pelo fato de não haver uma regularização no Brasil.

 

É sempre importante conhecer o histórico dos trabalhos que o coach promove, a história de vida, os segmentos que atua, clientes que já atendeu.

Caso contrário o cliente estará fadado a receber instruções e informações de baixa qualidade e que podem afetar muito na sua mudança de vida.

 

Um pouco mais sobre o Coaching de Carreira

 

É muito comum fazermos escolhas baseadas em modelos e padrões sociais.

 

Muitas pessoas escolheram a faculdade, a profissão e o primeiro emprego por critérios como: foi a mais fácil, eu queria outro e meus pais não deixaram, era a profissão que pagava mais ou com mais vagas.

 

Mas quando pergunto: e era isso que te faria feliz?

 

Ah, então surgem respostas diversas, os sonhos começam a ser resgatados.

 

É necessário trabalhar primeiro o autoconhecimento para que as escolhas e prioridades daqui pra frente realmente estejam alinhadas com aquilo que te fará feliz, completo, realizado, para que as suas escolhas reflitam de verdade quem você é, na essência.

 

Quando você sabe quem é você e o que te serve, o que é realmente bom para sua vida, aí então é hora de partir para as metas, objetivos, sonhos e estratégias para colocá-las em ação.

 

Agora sem estabelecer um único ponto final ou de chegada, uma única meta, o tal ponto B.

Ao contrário dessa visão mais simplista, estabelecemos o ponto C, D, E…Z! Mostrando assim que existem diversas possibilidades de se ter para uma vida equilibrada e com bons resultados.

 

E por que não escolher apenas uma meta?

Porque a vida muda, você muda, seus sonhos, as vontades mudam.

 

Muitas vezes, no próprio processo de coaching, conforme a clareza aumenta, o objetivo inicial que a pessoa queria buscar já mudou, já não faz mais sentido.

 

 

Agora, o planejamento é essencial, seja ele de curto, médio ou longo prazo.
Aqui não definimos um único ponto de chegada!

Definimos opções de caminhos e ensinamos a ajustar o que vier a ocorrer durante a jornada.

Você aprende para aplicar para o resto da sua vida!

 

De uma coisa você pode ter certeza, muita coisa vai mudar. A vida é assim.

Não existe planejamento que ocorra 100% certo do início ao fim. E para existir a independência nas ações, por mais que o coach esteja sempre ao lado apoiando, o cliente precisa saber ajustar a rota conforme a jornada acontece.

 

Neste vídeo eu falo um pouco mais sobre como ocorre o meu processo de coaching:

 

Enfim, um bom processo de coaching não é aquele que muda você, e sim aquele que te liberta, te desperta para que você seja você mesmo e viva a sua vida de verdade, com ótimos resultados e feliz.

 

É aquele que potencializa o que você tem de melhor, te estimula a fazer as coisas do seu jeito com ajustes de comportamentos, que respeita a sua essência e a sua forma de enxergar o mundo.
Que te ajuda a enxergar o porquê de você estar aqui, existindo, trabalhando, vivendo e até mesmo, lendo este texto.

 

 

Um relato de quem passou pelo processo de coaching de carreira com a coach Lilian Sanches:

“Sempre achei que em minha vida não tinha sonhos, mas que tinha uma série de degraus a subir naquela escada chamada carreira!
Não sabia ao certo quem eu era e nem onde eu queria chegar.
Eu olhava apenas para baixo para seguir os degraus e tentar não tropeçar. Eu já não pensava se estava feliz ou não. Mas seguia convicta de aquilo era o que existia pra mim. Quando comecei o coaching, tirei os olhos do degrau.
Comecei a me conhecer e a descobrir que existiam outros caminhos! Eles sempre estiveram lá, mas eu não era capaz de enxergar.
Quanto mais me conhecia, mais caminhos surgiam.
Mas eles não eram mais uma escada difícil de subir, mas sim caminhos cheios do que eu sempre sonhei. Eles me pareciam muito mais bonitos. Decidi seguir estes caminhos que mostravam quem eu realmente sou… o que realmente importa na minha vida!
Liberdade! Esse é o sentimento que melhor define o que pude sentir. Hoje sei o que me faz feliz, e é neste caminho que estou seguindo. Nunca estive tão leve, tão completa! Mas melhor que sonhar, é colocar os sonhos em prática! Ver tudo acontecer.
Começar tudo de novo? Sim! O que me importa é ser feliz! Sonhos em ação!”
Patrícia Destefano

 

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