Corra atrás dos seus sonhos, mas não morra tentando

Em geral, quando pensamos em alguém com alta performance profissional, associamos à imagem de uma pessoa que abriu mão de sua vida pessoal, tem pouco tempo pra família, pros amigos ou até mesmo pra cuidar de si e da própria saúde.

 

Os modelos sociais muitas vezes nos colocam numa corrida acelerada em busca de: comparação, competição, sermos cada vez melhores e termos cada vez mais coisas.

 

Nisso,  muita gente confunde a performance profissional com a quantidade de trabalho, porém a performance está muito mais ligada à qualidade e objetivo do trabalho executado.

 

Quando falamos sobre performance aliada a qualidade de vida, um ponto é fundamental: definir prioridades e ter clareza sobre o que você realmente está buscando, o que te faz bem, na vida e na carreira – sem separar as coisas!

 

1 – Reveja seus objetivos. 

 

 

Nestes tempos onde o que mais ouvimos são frases motivacionais e o surgimento de gurus e grupos de alta performance, aqui estou eu falando sobre desistir!

 

 

Sim, desistir de algumas coisas.

Mas não de forma aleatória, e sim, entendendo o que realmente faz sentido pra você, aliviando um pouco a cobrança e seguindo com  maior foco.

 

A maioria das pessoas está passando por buscas incessantes atrás de dinheiro suficiente para fazer o que quiserem, um trabalho com propósito e que amem profundamente, uma família feliz de comercial de margarina, um amor eterno, um corpo saudável, lindo e escultural.

 

E dá pra conquistar tudo isso?

 

Dá, mas em geral será necessário muito esforço e dedicação. É preciso saber o que você quer – e o que perde ao correr atrás deste resultado.

 

Por exemplo: sua meta é ter um corpo escultural. Porém, toda sua vida social gira em torno de restaurantes, jantares, encontros regados à comidas –  que você gosta! Qual o peso de abrir mão disso em troca do corpo escultural? Se a troca não te agrada, não te faz feliz, é preciso encontrar o meio termo: reduzir o cardápio e não eliminá-lo. 

 

 

É um exemplo bem simples, apenas para que você entenda o conceito, sobre o preço que pode estar pagando para correr atrás de questões cobradas pela sociedade – e que você talvez nem tenha certeza de que queira de fato.

 

Sempre que excluímos de nossa vida aquilo que é fundamental em troca de uma meta, temos a tendência de desistir no meio do caminho, na primeira dificuldade.

 

Você sabe o que realmente é fundamental na sua vida? Do que você não abre mão?

 

 

E do que vem abrindo mão dia após dia, correndo atrás de sonhos que você nem sabe ao certo se são seus de verdade?

 

 

 

2 – Foque no que realmente é bom e o resto delegue as atividades

 

Sempre tentamos ser os melhores e por isso muitas pessoas preferem se autodelegar responsáveis por tudo. Essa sobrecarga acaba nos incapacitando de exercer até mesmo as tarefas que realmente somos bons.

 

Quando possível, delegue para outras pessoas a execução de atividades nas quais você não possua alta habilidade ou que não estejam ligadas diretamente ao resultado. Defina o que é prioridade, o que somente você precisa fazer – e delegue todo o resto

Delegar significa treinar e capacitar, leva tempo. Mas se você gasta mais tempo pra delegar do que fazer, a médio e longo prazo essa curva se inverte, as pessoas aprendem, ganham autonomia – e você ganha mais tempo para mergulhar em outras atividades.

 

Por isso é importante saber liderar, mesmo não estando no papel oficial de líder.

 

3 – Fazer o que se ama é maravilhoso. E isso pode ser ruim. 

 

Quando buscamos uma atividade ou profissão que amamos, enxergamos que tudo pela frente será maravilhoso, com atividades prazerosas, momentos felizes. Porém mesmo na melhor profissão do mundo existem tarefas e dias ruins. Situações que você irá querer protelar, não fazer. Ou o contrário: momentos em que você irá se apaixonar pelo que faz e acabará fazendo coisas sem sentido, que não precisavam ser feitas: e que você faz apenas porque ama, perdendo tempo e produtividade.

 

4 – Qual o preço que você vai pagar pelo que quer conquistar?

 

Seja para conquistar um cargo, comprar uma casa, ter e criar filhos, realizar uma grande viagem dos sonhos: cada sonho envolve um processo de conquista, com ganhos e perdas pelo caminho.

 

Tudo tem um preço.

 

 

E este preço pela busca pela da satisfação e da felicidade suprema à longo prazo pode estar te impedindo de uma coisa fundamental: ser feliz e satisfeito com sua vida hoje, da forma como ela está!

 

 

Nos preocupamos tanto com o futuro, com as conquistas que estão por vir, com o que podemos realizar que esquecemos de viver o presente de forma plena.

 

Vivemos acelerados e em busca de resultados futuros e rápidos.

 

Jovens de vinte e poucos anos querem ter a carreira, o patrimônio e os carimbos no passaporte que seus pais só foram conquistar lá pelos cinquenta anos de idade.

 

 

Ilustração sobre performance profissional

 

Muitas vezes, estamos correndo atrás da performance profissional e perdendo o prazer e a satisfação de apreciar as pequenas conquistas, já absorvidos pelo pensamento de: o que mais podemos fazer, ter, conquistar.

 

 

Próximo, próximo, próximo…  e não aproveitamos o presente, não saboreamos nossas pequenas conquistas.

 

Me lembrei de uma cena: estava visitando o Aquário de São Paulo, parando em meio ao caos de turistas afoitos, tentando observar o nado tranquilo, as cores e a delicadeza de cada peixe.

 

Recebo um empurrão com um ombro, seguido de uma criança de uns 6 anos que entrou na minha frente, entre eu e o vidro, com um tablet enorme. A criança, o pai – que me deu o empurrão – e a mãe, estavam cada qual com seu equipamento fotográfico em mãos.

 

Não se falavam, apenas corriam para o próximo tanque, para fotografar mais rapidamente o próximo peixe. Eles não olharam em nenhum momento com os próprios olhos para nada. Tampouco se olharam, falaram entre si ou comentaram sobre o que presenciavam. Eles não estavam ali de fato.

 

A preocupação era: o próximo, próximo, próximo.

 

Afinal, o que eles aproveitavam do passeio?

Tiravam fotos que provavelmente ninguém nunca irá ver.

 

melhore sua performance profissional

 

5 – Sobre nossos desejos e necessidades

 

Hoje temos possibilidades e informações exponenciais

Isso também nos traz vontades e desejos exponenciais.

 

Vivemos afoitos e acelerados.

 

Nossos pais, tios e quem dirá avós sequer sonharam em ser, ter ou fazer um terço do que nós podemos ser, ter e fazer hoje.

 

Pirâmide das necessidades de Maslow

 

Maslow, em sua teoria que resultou na pirâmide das necessidades humanas, explicou o que vivenciamos hoje: conforme subimos um nível, conforme suprimos uma das necessidades, podemos vislumbrar – e ansiamos – pela próxima conquista.

 

Muitos de nós já vieram com as necessidades básicas e de segurança supridas pela família. Neste caso, fica muito mais fácil pensar em propósito e satisfação na carreira, por exemplo.

 

Nossos antepassados sonhavam com saúde, emprego e renda.

Logo, é natural podermos sonhar com viagens e em desbravar o mundo, quando nossos antepassados já garantiram itens mais básicos, como ter a casa própria, alimentar e garantir educação para os filhos.

 

Eles garantiram a base pra gente poder correr atrás de algo mais.

 

Se eles não fizeram, observe, provavelmente é o que você enxerga como seu papel e responsabilidade com a geração seguinte: garantir a base para a evolução.

 

Então, antes de sair enlouquecidamente querendo mais e mais, pense se você tem clareza sobre o que quer de verdade, se você consegue identificar o que realmente te faz ou fará feliz.

 

 

Muita gente está se matando para conquistar algo que não quer, algo que não fará diferença de fato em sua vida.

 

Correndo atrás apenas porque aprendeu que tinha que ser assim, porque todo mundo faz, seguindo modelos e padrões.

 

 

Se quiser saber mais sobre este tema, leia este texto: Crenças limitantes: elas podem estar sabotando seus sonhos

 

 

Também desconfie de tudo que te cause sofrimento demais.

O que é para ser seu até pode necessitar de trabalho e esforço para ser conquistado, para haver aprendizado.

 

Mas não precisa haver sofrimento. Sempre que houver dor demais, analise se você está no lugar certo: seja no trabalho, num relacionamento, num local físico.

 

Quando algo requer muito esforço e sofrimento é hora de verificar se esse sonho é seu de verdade, ou se você está desperdiçando a sua vida correndo atrás dos sonhos dos outros.

 

 

Tendo clareza sobre o que você realmente deseja e busca, a chave da alta performance é exatamente focar no que precisa ser feito, para garantir o resultado. Pra isso, existem muitas técnicas que podemos utilizar para ajudar no processo.

 

 

Delegando, deletando ou deixando pra depois tudo o que não for realmente fundamental na sua vida.

 

 

Recorra ao coaching para melhorar sua performance profissional

 

O coaching é um processo no qual um coach profissional apoia no desenvolvimento das competências, através de sessões individuais para planejar, estabelecer metas, dirigir, inovar, tomar decisões e, com isso, alcançar resultados em nível de excelência. É um profissional importante e que realmente ajuda a administrar o tempo e conseguir seus objetivos profissionais alinhados ao sonhos pessoais.

 

 

 

Você enxerga a abundância que há no mundo ou vive na escassez?

Este final de semana estive em Cunha, interior de SP, e fui comprar shitake num pequeno produtor local, o Sr. Milton. Eu já havia estado na pequena propriedade rural dele uma única vez, levada pela minha amiga Gabriela Freire.

 

Chegamos e fomos muito bem recebidos pelo sr. Milton, com um sorriso nos lábios e uma serenidade em seu olhar profundamente azul e empático, mas que já veio se desculpando: “não tenho shitake, a produção está ruim por conta do frio”.

 

A minha cara foi de decepção, mas agradeci e já ia saindo, andando e me despedindo dele, quando veio a oferta: “não quer levar umas verduras da horta?”

 

Já houve tempos onde minha educação ou meu ego diriam não, obrigada.

 

Hoje, quando algo surge em meu caminho, estou aberta às possibilidades, aberta ao receber. Assim, respondi: claro que quero!

 

E lá fui eu, pra horta, seguindo o Sr. Milton, canivete na cintura e o mesmo sorriso de sempre. Colhemos alface, couve, azedinha, cebolinha, gengibre, batata doce. A cada item, ele olhava e me perguntava: Gosta desse? Eu respondia que sim…e ele feliz cortava e enchia uma sacola com suas verduras, legumes e hortaliças cheios de amor e vida.

 

No final, sacolas cheias e sorriso no rosto – meu e dele – pergunto quanto era.

 

E ele, de coração aberto, me diz: “nada, eu planto para eu comer e para oferecer pra quem chega, eu nunca conseguiria comer sozinho tudo o que eu plantei”.

 

Dou a ele o que eu tinha a oferecer naquele momento sem ser dinheiro: um abraço e muitas vibrações de amor e saúde. Fico já imaginando como retribuir, como trazer pra ele algum presente na próxima visita.

 

Sai de lá com o coração e a geladeira abastecidos. Feliz.

 

A Lei Sistêmica fala sobre o equilíbrio entre o dar e receber.

Se damos demais, podemos ficar sem. Primeiro eu me abasteço, vejo o que realmente preciso e o que posso compartilhar. E dou. E se eu apenas recebo, pode chegar o momento em que meu “recipiente” fique cheio demais, que não caiba mais nada, como se eu não tivesse mais espaço para aceitar coisas novas que venham. É preciso dar e receber o tempo todo, nos permitindo encher e esvaziar de tudo o que há.

 

Quando nos vemos sozinhos e com medo de algo nos faltar, corremos o risco de não enxergar essa abundância toda que existe no universo, podemos não ver que existe tudo em quantidade suficiente pra todos, se cada um souber usar somente a sua parte, sem desperdício, sem ganância.

 

Imagine que você esteja sozinho em casa e tenha apenas 1 quilo de arroz no armário. Nada mais. Você pode ter medo de passar fome ou se sentir infeliz por não ter opções diferentes, sentir que algo te falta.

 

Agora, pense que você pode chamar mais pessoas para repartir o seu alimento. E sim, pode faltar ainda mais! Agora, pense que se cada um trouxer o que tiver em casa, de repente, chega alguém com batatas, outro com alface, outro com feijão, logo vemos uma abóbora.

 

Um almoço farto e feliz se fará, onde antes havia apenas arroz, medo e tristeza. Todos comerão, bem e fartamente. Se bobear, vai sobrar pra levar marmita pra casa.

 

Cadê a falta, cadê a escassez?  

 

Estava no medo. De que não teria mais nada.

De que se não dividisse ficaria com menos, de que o que tinha não daria, não seria suficiente.

 

Não foi esse o pensamento do sr. Milton ao dividir comigo os produtos da sua horta. Ele não acha que vai faltar. Ele carrega no coração a certeza de que se ele continuar fazendo a sua parte, todo dia é dia de colheita.

 

Meus produtos, em abundância, eu dividi com mais 2 pessoas, e cheguei em casa assim em plena abundância e feliz.

 

Se quiser ler mais um texto sobre este tema, veja este aqui:

A sua mentalidade é de abundância ou de escassez?

Lavando a roupa suja – porque a vida não é feita somente de bons momentos

Hoje é domingo, voltei ontem da praia onde descansei por três gostosos dias e aqui estou eu: lavando as roupas sujas, organizando a casa, planejando meu trabalho da semana que se inicia.

 

No café da manhã li alguns e-mails de alunos do programa Jornada Singular, a tarefa da semana era sobre qual a sua vida e trabalho dos sonhos. Vários insights, várias dúvidas. Medos e sonhos andam de mãos dadas, sempre.

 

Fiquei com este tema na cabeça: a vida ideal.

 

Volto meu olhar pro cesto de roupas sujas…ainda terei umas quatro máquinas cheias pela frente, já dei banho nas cachorras que estavam cheias de areia e carrapichos, assei pães de batata-doce pro café e daqui a pouco terei que fazer o almoço, responder os e-mails, deixar tudo pronto.

 

 

Quando falamos sobre a vida ideal dificilmente incluiremos nela esta parte: a dos bastidores. Poxa, quero tanto passear na praia! Está lá, na vida dos sonhos. E lavar a roupa suja depois? Quero tanto ver minhas cachorras pulando soltas pela natureza – e dar banho, tirar carrapicho e secá-las? Não, isso não entra na lista dos sonhos, da vida ideal.

 

E quando falamos de trabalho, a mesma coisa. Eu amo meu trabalho. Mas tem as planilhas, os relatórios, o controle financeiro e fiscal…que me cansam! Preferia pular esta parte, mas não posso!

 

Nossa vida e trabalho ideal sempre vem com um quê de romantismo. Nos sonhos ou nas estórias com final feliz a casa e as roupas são auto-limpantes, os filhos não dão trabalho e nem ficam doentes, as pessoas não tem TPM ou um dia ruim. Bem diferente da vida real.

 

A vida real é recheada de momentos não tão legais.

 

Cabe a nós definir como olharemos para estes momentos.

 

A pia está cheia de louça? Puxa, lembre-se de como foi o jantar! Seus filhos bagunçaram toda a casa? Mas que delícia de vê-los brincando, rindo e com saúde.

 

Eu estou cheia de roupas com restos de areia e protetor solar para lavar… mas a cada peça, a lembrança gostosa do momento vivido, do sol no meu rosto, da areia e da água do mar nos meus pés. Vale a pena a sujeira!

 

Muitas vezes não podemos mudar o mundo, a situação, temos que fazer o trabalho duro e pesado. Mas podemos reinterpretá-lo e começar a olhar com amor e gratidão à tudo o que nos acontece.

 

Hoje é domingo.

 

Você pode se deitar no sofá, assistir programas ruins na TV, ler um livro ou levantar agora e ir passear num parque. Pode reclamar que não tem nada na TV, que ler é obrigação, que o parque está longe e lotado. Pode escolher reclamar de tudo, sempre.

 

Ou pode chegar à conclusão de que a vida que você vive é reflexo das escolhas que você faz, ao agir e ao pensar.

 

Podemos reclamar menos e sermos mais gratos.

 

O que não significa que a vida está perfeita e ideal, significa apenas que é a vida, assim, com todas as superações, desafios e alegrias que a fazem tão linda e boa de ser vivida!

 

Viva bem e seja feliz.

 

 

 

 

A sua mentalidade é de abundância ou de escassez?

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Grande parte da sociedade parece se basear em uma mentalidade de escassez.

O paradigma da escassez afirma que não existe o suficiente pra todo mundo. Esse pensamento dá origem ao medo e a disputa por dinheiro e bens materiais.

Muitos conflitos e guerras surgem por conta dessa crença de que não há o suficiente. Sendo assim, as pessoas acreditam que precisam lutar contra os outros para ter um pouco de conforto.

A partir desta “batalha” surge a concorrência desleal e todo tipo de desonestidade, onde cada indivíduo quer garantir o seu.

Esse é um medo que habita o inconsciente coletivo e leva as pessoas a agirem de forma negativa.

É um medo sutil, a maioria provavelmente nem tem consciência de que age baseado nele. Apesar de sutil, o seu efeito é muito poderoso.

Outra consequência do paradigma da escassez é a culpa em ter dinheiro.

Talvez você sinta isso ou conhece alguém que sinta esse peso. Esse sentimento surge porque a pessoa, consciente ou inconscientemente, acha que pra ela ter dinheiro, outras pessoas precisam perder –  e vem esta espécie de culpa. São pensamento do tipo: “Como eu posso ter tudo isso enquanto outras pessoas passam por necessidades”.

 

 

A culpa leva a processos de autossabotagem. A pessoa dá um jeito de não ser bem sucedido. Pode também dar um jeito de perder o que ganhou pra se livrar da culpa. Pode ainda conquistar o sucesso, mas se sentir profundamente infeliz por que a culpa fica sempre rodando a consciência.

A mentalidade da escassez pode ser muito dolorosa para o indivíduo, além de criar muito medo desnecessário, ansiedade e desespero.

Uma mentalidade de abundância, por outro lado, diz que sempre existem novas chances e oportunidades e que há mais do que o suficiente para que todos possam ter uma vida plena e próspera.

Isso alivia muito da pressão que você pode sentir se tiver uma mentalidade de escassez que te faça pensar que você só tem uma única chance agora. Ou que faça você se sentir como um fracasso absoluto, só porque você tropeçou e as coisas não deram certo.

Uma mentalidade de abundância pode ajudá-lo a melhorar o seu desempenho, já que ao adotá-lo, você estará criando muito menos pressão e ansiedade dentro da sua própria mente.

 

Criando uma mentalidade da abundância:

Procure os sintomas de uma mentalidade de escassez.

Se você tiver uma mentalidade de escassez, então provavelmente vai levar as coisas muito a sério. Você pode pensar consigo mesmo: “Se eu falhar, o meu mundo vai acabar”.

No entanto, ele não vai, e você sabe disso, só precisa se lembrar. Mas você acha que ele vai, e começa a ficar excessivamente nervoso e PRONTO!

Você atraiu esta falha porque sua negatividade tornou-se um obstáculo no seu caminho para o sucesso. Se é uma prova, então você pode não conseguir dormir e vai ter um desempenho ruim. Se for um encontro, você pode parecer muito carente e nervoso e não mostrar uma personalidade mais natural e relaxada.

Recupere a sua força lembrando todas as oportunidades que foram oferecidas a você, e saiba que tudo é um fluxo que sempre vai continuar.

 

Concentre-se na abundância, e não na falta.

O que você focar, será o que você verá em seu mundo.

Como você não pode absorver tudo ao seu redor, o seu sistema de ativação reticular – seu sistema de foco na mente – irá se concentrar no que os seus pensamentos estão focando.

Isto irá permitir que você veja a abundância em seu mundo, e que talvez você possa estar perdendo no momento.

Se você, por exemplo, estiver sentindo falta de dinheiro, então não se concentre na sua falta. Concentre-se e pense sobre a abundância de possibilidades no mundo para ganhar dinheiro.

Logo, ideias e oportunidades para que isso aconteça vão começar a “aparecer” em seu mundo. É até um pouco estranho como as coisas que possuem soluções para você – talvez livros ou conhecidos – sempre estiveram lá no fundo por um bom tempo, e em um belo dia, de repente, saltam em suas mãos.

 

Aprecie.

Uma maneira rápida de inverter o hábito muito normal de pensar sobre o que você não tem, é simplesmente apreciar. Aprecie sua comida, sua vida, seu teto, seus amigos e familiares e assim por diante.

Isso pode não apenas transformar um mau humor em um humor positivo em questão de minutos, como também pode ajudá-lo a perceber as oportunidades que você perdeu ou esqueceu.

Esta mudança de pensamento também vai criar uma energia mais aberta dentro de você, uma vibração que fará com que seja mais fácil se concentrar na abundância. Então, crie o hábito de apreciar algo em sua vida por alguns minutos a cada dia.

 

Organize-se.

Quando você não se sente abundante ou bem consigo mesmo ou com a vida em geral, isso pode significar que você simplesmente não está com as coisas no lugar.

Mantenha sua casa limpa, as roupas dobradas, seus arquivos digitais no lugar, e suas finanças organizadas.

Tenha um pouco de ordem e disciplina, e você começará a ver resultados.

 

Obtenha vibração de abundância de outras pessoas.

Já que você recebe uma mentalidade de escassez através da publicidade e dos meios de comunicação, então você pode mudar esses meios de entrada e assim mudar a sua mentalidade.

Reduza o tempo de assistir ao noticiário, reduza seu consumo de TV e mídias, e ponto final. Substitua a energia de escassez que você recebe a partir destes meios.

Passe mais tempo com pessoas que tenham uma mentalidade de abundância.

Leia, ouça e assista materiais de desenvolvimento pessoal. Leia histórias de sucesso em livros e revistas. Tenha uma atitude positiva para a abundância e o sucesso de seus amigos, familiares e colegas de trabalho.

Seja seletivo com o que você coloca em sua mente. Crie o seu próprio ambiente de abundância.

 

Compartilhe a riqueza.

Uma boa forma de reconhecer o quanto você tem é compartilhando.

Você sente como se não estivesse ganhando dinheiro suficiente? Dê um pouco dele. Ou que não tem amor suficiente? Dê um pouco dele.

Não tem uma validação, apreciação ou reconhecimento suficiente? Dê tudo isso para outras pessoas. É difícil sentir que está faltando algo quando você está distribuindo este algo com outras pessoas.

 

Crie situações onde todos ganham.

As pessoas com uma mentalidade de escassez tendem a ver cada relação como ganhar ou perder, do tipo: “Ou é você ou sou eu, e eu prefiro que seja eu.”

Por outro lado, as pessoas com uma mentalidade de abundância tentam criar relacionamentos mutuamente benéficos, onde ambas as partes podem ganhar. Em vez de ganhar um argumento, por exemplo, tente chegar a um consenso onde ambos ficarão felizes.

Ao invés de competir, colabore.

 

Lembre-se.

É muito fácil escorregar de volta para os seus velhos padrões de pensamento.

Você simplesmente esquece o que deveria realmente estar pensando. Uma ferramenta útil para evitar sair da linha é usar os lembretes externos. Você pode, por exemplo, usar notas escritas colocadas em lugares que você não pode deixar de ver várias vezes por dia – seu espaço de trabalho, geladeira e espelhos – ou colocar um bracelete em seu pulso.

Ver palavras ou citações que te lembram da sua nova mentalidade de abundância pode ajudar a sua mente a retornar ao espaço mental correto novamente.

Quando você enfrenta a sua maior perda, poderá encontrar a sua maior oportunidade.

Se você perdeu seu emprego e está perto de perder a sua moradia, você pode vender qualquer coisa que não gosta, quer ou precisa imediatamente para reduzir seus bens físicos.

Isso significa menos coisas para fazer uma mudança, então começar de novo pode muito bem ser para o lugar onde você sempre quis viver. Você tem que encontrar uma maneira de ganhar a vida, por isso pode começar algo que você sempre quis fazer, ao invés de apenas procurar um emprego… qualquer emprego. Mire alto.

Essas crises são o ponto na vida em que tudo o que você guardou para si pode ser deixado para trás, e se mover em direção a algo melhor do que você já teve vai fazer qualquer sacrifício valer a pena.

É muito diferente de ser medíocre e pensar pequeno, porque você está apenas começando, ou está adotando um estilo de vida reduzido, que algumas vezes é visto como fracasso.

Use a chance de dar a si mesmo algo que o dinheiro não pode comprar, como o tempo, a criatividade e a liberdade.

 

Limpe suas memórias e cancele seus pensamentos de escassez para deixar fluir energias de força e capacidade, de poder pessoal.

Você tem o poder de decisão e você pode escolher qual pensamento, sentimento e ação deseja alimentar na sua vida.

 

Quer ler mais sobre desbloqueios? Neste artigo, falamos sobre como desbloquear os medos que te impedem de ser ainda mais feliz. LEIA AQUI.

O mundo está ao contrário e a gente reparou – sobre transições e mudanças tão necessárias

O mundo está ao contrário e a gente reparou sim!

Muitas pessoas tem se questionado sobre o atual modelo de sucesso pessoal e profissional (isso inclui eu e possivelmente você, que se interessou por este artigo).

 

Transições e mudanças em nosso estilo de vida, na forma de pensar e encarar o mundo são necessárias.

 

Acompanhe comigo!

  • Fomos treinados para o sucesso.
  • Estudar desde cedo focados em passar no vestibular.
  • Escolher uma área de atuação que remunere bem e entrar numa boa universidade, de preferência pública, antes dos 18 anos.
  • Entrar num programa de estágio ou de trainee numa grande empresa, crescer na carreira, conquistar posições de destaque e que deem orgulho à todos em sua volta.
  • Escolher a carreira do momento (só ver na imprensa e conversar com amigos que eles irão apontar as carreiras que estão em alta no momento –  e não importa se você gosta da área ou se tem habilidade, estas serão as profissões que te trarão sucesso!! ahammm…)

 

Na sequência ou junto a tudo isso – casar, ter um carro, comprar uma casa financiada em 30 anos, viajar uma vez por ano com a família, ter filhos e colocá-los de volta neste mesmo caminho, esperando e desejando que eles também sejam felizes e bem-sucedidos. (ahammm 🤭…)

 

Robert Kiyosaki chamou sabiamente esta trilha de “corrida dos ratos” em seu livro best seller “Pai Rico, Pai Pobre”.

 

São estas e tantas outras imposições que muitas vezes levam as pessoas a escolherem rumos na vida profissional que não condizem com os mais profundos desejos, anseios pessoais e habilidades.

 

Epa!! Só que no meio dessa corrida, paramos para refletir:

 

– Poxa, talvez eu não esteja tão feliz assim, apesar de ter feito todo o caminho (ou parte dele) direitinho.

 

Você deve estar se perguntando: O que será que eu fiz de errado?

 

 

Mulher pensando no trabalho - O que será que eu fiz de errado - insatisfação profissional

 

 
Não se aflija! É normal em algum momento da vida estes questionamentos surgirem.

 

Seguimos um caminho para o sucesso sem saber ao certo onde ele vai nos levar.

Em geral, só enxergamos o destino quando estamos chegando perto dele. Por isso a frustração! Muitas vezes, o que deixamos pelo caminho foi muito custoso, dói muito.

 

E o benefício pode nem ser tão grande assim.

 

Nos perdemos na nossa própria ânsia em querer conquistar cada vez mais. Muitas vezes, conquistar o que nem ao menos valorizamos.
E isso quando conquistamos, porque muita gente corre, corre, corre… e nunca chega na reta final.

 

 

Três aspectos baseiam fortemente este questionamento:

  1. Escolhemos cedo demais e com pouquíssima maturidade e conhecimento sobre o mundo, pra não dizer com uma visão romanceada, o que faremos na maior parte do tempo: nossa profissão.
  2. Seguimos modelos definidos pela vontade e necessidade dos outros, sem nos questionar sobre o que realmente queremos, o que faz bem pra gente.
  3. Nós mudamos e nossas vontades e necessidades mudam junto. Se aos 20 anos o seu sonho era ter um carrão esportivo, com 30 e poucos anos, casado e com filhos, a sua grande vontade talvez seja chegar em casa mais cedo.

 

Mas será que é possível voltar atrás?

Como já disse o médium Chico Xavier:

“Você não pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas você pode começar a fazer agora e fazer um novo fim”.

 

Aquele que faz uma autorreflexão da vida, para por alguns instantes a pensar e analisar os rumos que a sua vida seguiu oriundos de decisões passadas, muitas vezes influenciadas pelo meio que você vive e foi educado(a), certamente concluirá que novas decisões devem adotadas para mudar a reta final que mencionamos.

 

Conforme mudamos, algumas coisas que eram importantes ficam pra trás.

 

Aprovação social é uma das questões que muda. E muito!

Porque muita gente fez a faculdade que fez?

Para ter a aprovação dos pais, da sociedade ou porque os amigos fizeram. Porque ser músico, confeiteiro ou artista não era bem uma opção profissional aceita aos 20 e poucos anos de idade. E porque você não queria provocar a ira familiar justificando que estava “apenas” seguindo os seus sonhos.

Talvez tudo isso tenha acontecido inconscientemente! pense ai…

 

Outra questão que muda muito:

Conforme o tempo passa, na maioria das vezes, nos preocupamos mais com saúde, qualidade de vida e família.

 

Começamos a entender que a vida acaba. E pra alguns muito, muito cedo.

Na juventude, vivemos a certeza de que somos eternos. A velhice está muito longe.

Conforme os anos passam, começamos a perder amigos, ver gente da mesma idade enfartando, adoecendo…

 

É a fase onde começamos a questionar se o CNPJ que defendemos vale o AVC.

 

Eu vivi tudo isso na pele. Trabalhei e estudei muito para conseguir um alto cargo corporativo. Foram noites mal dormidas, investimento financeiro, ausência dos eventos familiares. Quando cheguei lá, quando alcancei o sucesso, me perguntei: era isso? E agora, o que faço? 

 

Eu sabia… tinha que dar alguns passos pra trás, reencontrar minhas verdadeiras paixões, vontades, necessidade… e usá-las ao máximo, enquanto houvesse tempo. Não dava pra esperar a aposentadoria, então, ali, resolvi agir e mudei minha vida.

 

Chega um momento em que  precisamos de mais tempo livre, menos dedicação ao trabalho e mais cuidados com a gente mesmo (e como isso nos faz um bem danado!).

 

Nesse processo é fundamental o apoio profissional do coaching de carreira, com alguém que tenha vivência no assunto, experiências para compartilhar, orientar e te ajudar a fazer a transição de carreira da maneira correta, planejada e leve. 

 

(se você quiser conhecer um pouco mais sobre o meu trabalho, clique aqui)

 

 

Você se arrependeria daquilo que fez ou daquilo que não fez?

 

 

Uma enfermeira especializada em atender pacientes em estado terminal listou os “Cinco maiores arrependimentos que as pessoas têm antes de morrer”. São eles:

 

1 – Gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo e não a vida que os outros esperavam de mim.

Passamos a maior parte da vida fazendo coisas pelos outros. E esperamos algo em troca, no mínimo reconhecimento. Mas o problema é que em geral os outros nunca nos pediram para fazermos algo! Ai quando não recebemos gratidão pelo ato feito, acabamos sentindo rancor, cobrando por algo que nós mesmos definimos o valor.

 

2 – Gostaria de não ter trabalhado tanto

Mesmo aqueles que tiveram um trabalho gratificante no qual tiveram a possibilidade de enriquecer, se transformar, ter uma vida melhor, ainda assim se cobram. Imagina os que se sacrificaram sem ter o retorno desejado! A grande cobrança quanto ao trabalho está ligada a dedicação excessiva e a abnegação dos demais valores pessoais: saúde, família, hobbies, amigos…

 

3 – Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos

Nos preocupamos tanto em seguir regras e padrões sociais que acabamos aprendendo a esconder os sentimentos. Quantos “eu te amo” deixamos de dizer por que não era o momento certo?

Quando não dizemos, também escutamos muito pouco ou quase nada desses “eu te amo” que são potenciais bombas nucleares de alegria, acalentos e sempre estão recheados de um montão de coisas boas que reciclam nossa vontade de viver intensamente.

 

  4 – Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos

Muitas vezes, as nossas relações de amizade são mais fortes e verdadeiras do que com nossa própria família. Só que a falta de tempo acaba nos afastando de quem gostaríamos de ter por perto. Mais uma vez, trabalhar muito é um dos maiores vilões.

 

5 – Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz

Não importa o quanto a vida seja boa ou ruim. Em algum momento nos questionaremos: valeu a pena?

São nossas escolhas e o tempo que investimos naquilo que fez diferença em nossa vida e na vida das pessoas que amamos é que realmente fará a diferença. Normalmente não valorizamos as pequenas coisas que temos. Liberdade, amor, felicidade… O quanto você as coloca como prioridade em sua vida?

 

Feitas todas estas reflexões, é hora de se questionar:

 

O quer eu realmente quero ser quando crescer?

 

Agora sem o peso das escolhas dos outros ou das necessidades criadas pela sociedade e que não te cabem mais, apenas vivendo aquilo que te faz sentido.

 

Mas mudar não é tão simples!

 

Primeiro vem o medo do desconhecido. Todo mundo faz a mesma coisa, segue a vida do mesmo jeito.

 

– E logo eu vou arriscar e fazer algo diferente?

 

Existem dois tipos de pessoas:

  • As que fazem;
  • As que reclamam da própria vida e falam mal das que fazem 🙄.

 

Não temos como definir que uma será mais feliz do que a outra. A única coisa que sabemos é que não é o segundo tipo de pessoa que transforma o mundo (nem mesmo seu próprio mundo!).

 

O ser humano é naturalmente inquieto e movido à insatisfação.

 

Nossos antepassados evoluíram, criaram a roda, a escrita, mudaram de local, criaram comunidades… simples e puramente porque estavam insatisfeitos com algo e queriam melhorar o que tinham. Faz parte da nossa natureza mudar, melhorar, ser inquieto.

 

 

Logo, nossa felicidade e satisfação está ligada diretamente ao quanto “agitamos” a nossa inquietude.

 

 

Se evoluímos – como espécie – e chegamos até aqui é porque em algum momento alguém saiu da zona de conforto, colocou o medo de lado e foi em frente.

 

E como saber o que faz sentido pra mim e o que eu realmente quero?

 

Autoconhecimento e aprendizado com sua própria história são a base para todo o processo de mudança. Sempre digo que nunca saberei o que eu quero pro resto da minha vida. Mas sei claramente o que não quero, o que não me cabe, o que não me serve.

 

Você pode testar coisas novas, seja um novo trabalho, um novo modelo de contratação, uma nova empresa… E talvez você vá incluir muitas destas experiências na lista do que não quer. Mas é preciso testar.

 

Invista em seu desenvolvimento. Muitas de nossas insatisfações vem do fato de não estarmos nos desenvolvendo, nos sentirmos estagnados e sem desafios. Precisamos sentir que aprendemos, evoluímos e contribuímos com algo maior.

 

Busque um ambiente onde você se sinta bem, em que você tenha prazer em estar e de falar sobre ele para seus amigos e familiares. Um local em que você fique alegre em ir todos os dias e mesmo que haja muita pressão e cobrança por resultados, que seja também um local de crescimento, aprendizado e segurança.

 

Busque um trabalho onde você utilize suas potencialidades, seus talentos, onde permitam você ser simplesmente você e onde você possa expressar suas opiniões.

 

Respeite e valorize quem você é para que os outros também o façam.

 

 

 

E como iniciar a mudança? 

 

# Entenda o que você quer fazer, mesmo que seja só o primeiro passo.

Você já pensou no que quer ou gostaria de fazer? Muitas vezes pensamos em mudanças drásticas sendo que apenas estamos insatisfeitos com algo pontual. Basta uma mudança de área, de cargo, de empresa ou inserirmos algo novo no contexto atual e a satisfação aumenta.

 

Se é uma mudança maior, pense em começar a fazer algo em paralelo, iniciar e testar o que for possível. Se for mudar de estado ou país, quem sabe uma viagem de um mês ao novo local já te mostre como será a nova vida. Se a mudança for de profissão, frequentar eventos com profissionais da nova área pode ser interessante.

 

O importante é começar.

 

 

# Defina o melhor momento para cada passo e entre em ação

Seja qual for a mudança, da mais simples a mais drástica, uma coisa é certa: quanto mais nos preparamos e planejamos, mais tranquilamente as coisas fluem. Por isso é importante pensar nas pessoas envolvidas, nas questões financeiras, nos ganhos e perdas de cada ação.

Lembre-se que mesmo a meta mais difícil pode ser alcançada (sem deixar de viver o seu presente!!!).

 

Uma boa ideia não passará disso se você não executá-la.

 

Novamente, o importante é começar.

 

 

# Cerque-se de pessoas com o mesmo propósito

Muita gente vai rir dos seus sonhos e dizer que você não é capaz.

Tentarão fazê-lo desistir dos seus projetos e se ajustar ao padrão comum. Estas pessoas somente valorizarão seus feitos quando você provar que deu certo (acolha as críticas e não dê muito peso a elas. Alguém tem calçado os seus sapatos?).

 

Você ainda precisa destas pessoas ao seu lado?

 

Cerque-se de pessoas que te incentivam, te façam crescer e que estimulem você a sair da zona de conforto. Muita gente não quer que você cresça e não é por mal: apenas querem que você fique com elas, fazendo companhia e compartilhando suas frustrações.

 

O mundo requer mais autoconsciência e menos competição. Substitua a competição pelo compartilhamento e pela compaixão. Ao invés de caminhar sozinho rumo as suas realizações, leve com você as pessoas que estão realmente ao seu lado e que amam você verdadeiramente.

 

 

Transição de carreira – um novo começo para construir um futuro que realmente deseja

 

Quando falamos em buscar um novo trabalho para utilizar seus talentos, suas potencialidades e que sinta-se bem, alegre e com motivações para trabalhar, não é algo a ser decidido sem planejamento e aprofundamento.

 

Para ter sucesso e não se decepcionar com a mudança, é preciso respeitar o processo que chamamos de Transição de Carreira, pois não devemos mudar radicalmente, de uma hora para outra, a profissão que escolhemos e seguimos até aqui.

 

Muita coisa pode ficar para trás, as coisas boas devem ser absorvidas e bem aproveitadas. Valorize sua trajetória, seja grato pelo que realizou e liberte-se, fortalecido, para seguir em frente. A vida é feita de ciclos.

 

Construir uma nova carreira não é tão simples, mas saiba: você não está sozinho, podemos ajudar você.  

 

Pare de seguir regras que não te servem

Minha filha está entrando na adolescência e se eu pudesse dar um único conselho pra ela, que fizesse sentido para toda a vida, seria este:

Pare de seguir regras!

(E mais: não se importe minimamente com as regras estabelecidas!).

 

Não seguir regras nada tem a ver com posturas antissociais, falta de educação, ser destemido.

Está ligado a ouvir mais o seu coração e menos a razão.

É saber o que faz bem para você, independente do que o mundo te cobra ou exige. A nota baixa de matemática é compensada por um caderno lindo cheio de desenhos. A má postura na aula vem recheada de contestações sobre direitos e deveres.

 

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O que é mais importante: seguir o que foi pré-determinado ou questionar e ousar mudar o mundo?

 

 

Um exemplo sobre regras é a eterna questão: Qual profissão escolher?

Vejo tantos talentos desperdiçados, pais que não querem filhos músicos, dançarinos, artistas.

Eu quero é viver com gente feliz, não importa se é médico, engenheiro ou a atendente maquiada e feliz que me serve um café enquanto conversamos amenidades!

Pra ser feliz você tem que se permitir ser e fazer o que você ama, viver plenamente, sem pesos e culpas. Oras bolas, tantos adultos frustrados, com mil dúvidas sobre o que estão fazendo de suas carreiras e nós cobramos isso de jovens de 13, 15, 18 anos?

Eu ainda não sei o que quero fazer o resto da minha vida!

Esta semana quero escrever, semana que vem quero viajar e na outra posso querer cozinhar! Habilidades, experiências e gostos cultivados durante quase 40 anos, mas que não me definem na totalidade. Não sou isso, estou momentaneamente isso!

Não aprendemos a ser nós mesmos, porque crescemos sendo obrigados a seguir padrões:

  • Seu filho tem mais de 1 ano e ainda não anda?
  • Como assim o seu filho ainda toma mamadeira?
  • Mas você tem mais de 30 anos e ainda mora com seus pais?
  • Já está quase com 40 e não teve filhos?
  • Já está chegando nos 50 e não tem a casa própria?

 

 

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E quem disse que este padrão é o melhor? Porque a maioria faz igual? E se a maioria estiver errada?

Prefiro testar o novo e ser feliz agora, hoje mesmo, todo dia.

 

 

 

A vida tem que ser muito mais do que regras e padrões.

Tem que ser liberdade, felicidade, autenticidade.

 

Sim, pode comer a sobremesa primeiro!

Sim, pode correr e cantar na chuva!

Sim, pode se permitir ser feliz, a cada segundo.

 

Quebre as regras e seja feliz!