6 dicas para ser mais produtivo trabalhando em home office

trabalhar em home office

Trabalhar em home office é o sonho de muita gente.  Novas profissões, flexibilização da jornada de trabalho, busca de maior qualidade de vida – incluindo a fuga de passar horas no trânsito das grandes cidades, facilidade tecnológica, redução dos custos fixos. Não importa o motivo.

A questão é que o trabalho remoto é uma opção crescente entre profissionais e empresas.

 

Se até pouco tempo atrás o trabalho remoto era mais aplicável a profissionais autônomos ou de áreas como vendas e suporte técnico, hoje, em muitas empresas tradicionais, a possibilidade do trabalho remoto já é uma realidade em diversas áreas.

 

 

Para as empresas, economia financeira, sustentabilidade e concessão da condição como benefício aos funcionários são as principais questões avaliadas para implantação da modalidade de trabalho.  (No final do artigo eu trago informações sobre como as empresas podem se adequar a este formato)

 

O aumento de resultados acaba sendo visto como consequência.

 

Porém, para muitos profissionais trabalhar em home office acaba sendo muito mais produtivo.

 

Se esse não é o seu caso – se você ainda se sente improdutivo, tem muitas interrupções ou “se perde” nas atividades, este texto e as dicas que selecionei são para você.

Home Office na vida real

 

Eu trabalho a pouco mais de 3 anos em home office, cerca de 80% da minha semana em casa. Hoje tenho um espaço reservado para isso, mas nem sempre foi assim.

 

Quem se lembra do repórter da BBC, que estava ao vivo no ar, falando direto de seu espaço de home office e de repente as crianças entram correndo  na sala?

 

 

Isso se chama: vida real!

 

Pode conversar com quem trabalha em casa: todo mundo terá uma história tragicômica para contar (se você tiver, me conte! Editarei o artigo aos poucos, incluindo as melhores histórias!)

 

Eu já tive minhas cachorras latindo, com direito ao cachorro do meu cliente responder do outro lado da vídeo conferência.

 

 

Numa transmissão ao vivo inclusive, com cerca de 100 pessoas assistindo, uma delas resolveu “aparecer” e ficou subindo no sofá, por trás de onde eu estava sentada – e acabou saindo em todos os vídeos.

 

Também já aconteceu de acabar a luz no meio de teleconferências. E ter interrupção do sinal da internet naquele momento em que eu precisava entregar um relatório.

Em todas as situações, sempre agi com naturalidade: simplesmente expliquei a situação.  Sinceridade nestas horas funciona melhor do que cara de pânico ou fingir que nada está acontecendo.

 

Explico a situação e numa próxima analiso se tem algo a ser melhorado. Este é o processo básico para evoluirmos em qualquer quesito: não se cobrar e sim, analisar possibilidades de melhoria. Além do que, pedir desculpas não mata ninguém.

 

Outra situação comum: as pessoas ao redor acharem que você não está trabalhando. Filhos, amigos, vizinhos. Ao iniciar o trabalho em home office é comum as pessoas acharem que você está disponível para qualquer coisa.

 

Inclusive muitas vezes você mesmo esquecerá do trabalho e começará a arrumar as gavetas do guarda-roupas, mesmo tendo uma entrega urgente.

Então, se temos dificuldades, bora falar das facilidades!

 

trabalhar em home office

Dicas para ter uma melhor experiência e performance ao trabalhar em home office:

 

#1  Organize-se

 

Disciplina e foco farão toda diferença. São comportamentos que temos condição de desenvolver e aprimorar (foco para mim sempre foi desafiador!).

 

Muita gente imagina que irá trabalhar menos em home office. A grande realidade é que muitas vezes acabamos trabalhando mais! Trabalho acumulado, demandas inesperadas, infraestrutura que não funciona quando você mais precisa!

 

Saiba definir prioridades, ter clareza sobre as entregas e demandas previstas e utilize ferramentas de apoio.

 

Os apps que eu mais uso:

  • Evernote para organizar ideias, inclusive para anotar em áudio ideias para próximos textos;
  • Trello para organizar as demandas e tarefas da equipe (todos trabalham de forma remota);
  • Ferramentas do Google – Agenda e Drive são os que mais uso. Assim, integro tudo – compromissos e arquivos, e minha equipe consegue acompanhar a distância.
  • Zoom – para conversas online. Ele traz facilidades como o uso até 100 pessoas, quadro branco e gravação da reunião.

 

Todos funcionam no notebook e no celular simultaneamente, assim, de onde você estiver terá acesso. (não é propaganda, não ganhei nenhum centavo, são os que realmente uso)

 

#2  Planeje-se

 

Como citei, utilizo o Trello para gerenciamento dos projetos e tarefas. Porém estabeleci em minha rotina um hábito que me tornou extremamente produtiva e focada:

 

Planejamento Semanal e Metas diárias.

 

Como funciona na prática:

 

  • Uma vez na semana (eu faço isso no domingo) olho para meus resultados esperados e tarefas do mês.

 

  • Defino o que farei nesta semana para conseguir evoluir ao máximo: de entregas a tarefas, a prioridade é definida ali.

 

  • Elenco estas prioridades em ordem de importância para meus resultados, sempre começo executando a mais importante / prioritária.

 

  • Todos os dias pela manhã faço meu checklist do dia, avaliando o que já cumpri, o que falta fazer e novas demandas que aparecem no meio do caminho.

 

  • Não “me deixo interromper” enquanto não cumpro a meta do dia

 

Também é muito importante você planejar as demais atividades: das compras de casa à atividades e recursos que precise de terceiros, junto com as suas atividades de trabalho. É comum, principalmente no começo, subdimensionar o tempo gasto nas atividades e ser interrompido por questões não planejadas. Aos poucos você terá melhor noção e controle.

 

Neste artigo eu falo sobre prioridade e planejamento

 

#3  Cuide do seu tempo

 

Não fique acessível 24h por dia. Trabalhando remoto você pode ser acionado via whatsapp, telefone, e-mail e mais as notificações dos sistemas e aplicativos que utilizar. Acabamos perdendo muito tempo com isso. O que sugiro é que você intercale tempos de respostas /  contatos com o tempo em que foca no que precisa fazer.

 

Também é muito importante fazer pausas. É comum pessoas que trabalham remoto ficarem o dia todo em frente ao computador e não verem literalmente a cor do dia. Levante, faça pausas rápidas, espreguice. Eu costumo sair pra almoçar ou tomar um café fora, inclusive.

 

Uma técnica incrível para essa administração do tempo que eu utilizo é o POMODORO.

 

A Técnica Pomodoro é um método de gerenciamento de tempo desenvolvido por Francesco Cirillo no final dos anos 1980. A técnica consiste na utilização de um cronômetro para dividir o trabalho em períodos de 25 minutos, separados por breves intervalos

 

Passo-a-passo

  • Escolher e listar as tarefas a serem executadas;
  • Ajustar o cronômetro para o tempo desejado (geralmente 25 minutos);
  • Escolher a tarefa inicial;
  • Trabalhar na tarefa escolhida até que o alarme toque. Se alguma distração importante surgir, anotá-la e voltar o foco imediatamente de volta à tarefa;
  • Quando o alarme tocar, marcar um “x” na lista de tarefas;
  • Se houver menos de 4 marcações, fazer uma pausa curta (3-5 minutos);
  • Se houver quatro pomodoros marcado, fazer uma pausa mais longa (15-30 minutos), zerando a contagem de marcações e retornando ao passo 1.

 

As etapas de planejamento, controle de tempo, gravação de registros e visualização são fundamentais para a técnica.

 

Na fase de planejamento de tarefas, são priorizados os itens que devem ser feitos no dia. Isso permite que os usuários possam estimar as tarefas que exigem maior esforço. Como cada pomodoro refere-se a um período indivisível de 25 minutos, que deve ser registrado na lista, é possível fazer uma auto-observação de como o tempo é gasto.

 

Um objetivo essencial da técnica é reduzir o tempo das interrupções, adiando outras atividades que interrompam o pomodoro.

 

(fonte sobre Pomodoro: wikipedia)

trabalhar em home office

 

#4  Delimite e organize seu espaço

Quem começa a trabalhar em casa sofre com a invasão ou perda do espaço e da agenda, principalmente quando não vive sozinho.

 

Filhos e família podem não considerar que você está em casa trabalhando, por isso, é fundamental ter o espaço de trabalho bem definido.

 

Se possível, tenha uma mesa /  cantinho para seu uso.

 

Se isto não for possível e você acabar trabalhando na mesa da sala, tenha o seu kit de trabalho, com todas as suas coisas dentro. Ao iniciar seu dia, organize seu espaço.

 

Também é importante informar as pessoas que convivem com você sobre o trabalho que você realiza e qual apoio precisa deles para tudo fluir bem. Eu fiz “acordos” em casa, como por exemplo: porta fechada significa “não interrompa”. Quando estou em vídeo conferência ou preciso ter mais foco, fecho a porta!

Livre-se ao máximo dos papéis. Quanto mais a sua vida estiver no mundo online, mais simples e leve ficará o seu dia a dia e mais fácil ficará pra você se adaptar a um novo lugar de trabalho quando necessário. Lembre-se também de ter backup de tudo!

 

#5  Você é um profissional, apenas num novo ambiente

 

Mesmo que você passe o dia todo de pijama e atenda as pessoas por chat, saiba: você precisa se lembrar que está a trabalho.

 

Preocupe-se com a imagem e credibilidade que transmite. Da qualidade da internet, das ferramentas e documentos que entrega, à sua imagem pessoal, tudo influenciará numa questão importante: seu ânimo, motivação e imagem profissional.

 

Muita gente começa a trabalhar de forma remota e se isola ou fica “desleixado”, para de se preocupar em se apresentar, em se cuidar, em se atualizar.

 

Fora cuidar de você, cuide do ambiente. Trabalhar num ambiente agradável irá afetar diretamente na sua produtividade e bem estar.

 

#6  Mantenha, cultive e crie relacionamentos

 

Cuidado para não se “apagar do mundo”, afinal já diria a famosa frase: Quem não é visto não é lembrado.

Estabelecer bons contatos, manter os relacionamentos e criar novas oportunidades de conhecer gente é fundamental.

 

Inclua em sua rotina participar de eventos presenciais, marcar compromissos com seus colegas de trabalho e frequente ambientes de trabalho colaborativos – existem muitos escritórios abertos, coworkings e cafés onde profissionais e encontram.

 

São espaços de trocas valiosas e excelente networking.

 

Depois de quase dois anos de trabalho remoto o que eu mais sentia falta era de gente de carne e osso! Ir alguns dias para um coworking foi a solução ideal, hoje isso agrega muito para meu trabalho e motivação. 

 

Para ter bons resultados e entrosamento, escolha um lugar em que haja sinergia com os profissionais que frequentam o espaço.  

 

Trabalhar remoto não necessariamente significa trabalhar apenas de casa.

trabalhar em home office

O Jornal a Folha de São Paulo publicou uma matéria em fevereiro/2018 onde fala sobre as vantagens para as empresas em utilizar a modalidade de home office e fala sobre as mudanças ocorridas na legislação trabalhista, que hoje já permite e regulamenta este tipo de trabalho, inclusive sobre as regras para custeio da infraestrutura.

Os principais pontos da relação empresa x funcionário são:

  • Deve constar no contrato quem vai arcar com os custos de infraestrutura e equipamentos necessários para a atividade, como internet e computador. Estes custos são negociáveis.
  • Não se computa e não há limite para a jornada de trabalho, o trabalho é por produtividade.
  • Os benefícios permanecem os mesmos, exceto vale transporte. O Vale refeição continua sendo devido, caso faça parte do pacote de benefícios (quem trabalha em casa também almoça, certo?).
  • Sobre acidentes, a empresa deve instruir o funcionário sobre como evitar acidentes de trabalho e fazê-lo assinar um termo de responsabilidade. Em caso de acidente, a empresa pode alegar que não tem como saber se ele trabalhava no momento. (ex: a pessoa tropeçou na cozinha de casa e se machucou. Como saber se naquele momento estava trabalhando? Impossível).

 

E aí, como é para você trabalhar em home office? Tem histórias, dicas ou dúvidas? Me escreva!

 

Se você precisa identificar e desenvolver seus comportamentos para ter melhores resultados,  um processo de coaching com acompanhamento individual irá te ajudar. Clique aqui e saiba mais.

 

 

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Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

Tomar a decisão sobre fazer uma transição de carreira, mudar todo o seu estilo de vida, já não é nada fácil.

 

Abordo muito as etapas sobre o melhor momento da transição ou como fazer a transição em meus vídeos e artigos, talvez você já tenha lido eles e definido seu plano de ação, sua nova vida.

 

 

Se esta etapa já não é fácil – e o medo pode aqui te sabotar, impedindo que você avance e mude de vida e carreira –  não ache que será mais simples depois que você tiver mudado.

 

Eu sempre faço a analogia da carreira versus casamento. Quem casou, tinha certeza absoluta, todos os segundos da vida, de que foi a melhor decisão? Provavelmente não..rs.

Sempre temos os “e se” em nossa cabeça. E se não der certo, e se tivesse feito outra coisa, de outra forma, e se visse outras opções primeiro…

 

E se, nos mostra possibilidades. Mas chega uma hora em que temos que fazer uma escolha.

Só vence quem arrisca.

 

 

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

 

 

Assim como no casamento, por uma soma de fatores: ambições, sonhos, valores, ideais, etc. , resolvemos que a lista de prós é maior do que a lista de contras e é hora de dar este passo.

 

Passo dado, mesmo com muito amor e boa vontade, teremos dias não tão legais pela frente. Dias de dúvida sobre o que fizemos, se tem outro jeito, se é assim mesmo.

 

Acreditar no que você quer e enxergar o pote de ouro no final do arco-íris, fará com que você tenha mais ânimo para enfrentar a jornada.

 

Ter um mapa de ação bem desenhado ajudará no dia a dia, na execução.  Neste artigo falo sobre como planejar e mudar de carreira

 

Mas são 3 os fatores que realmente farão diferença total para você se manter firme em seu propósito, e é sobre eles que irei abordar.

 

1) De olho nas finanças

 

Por mais que o planejamento financeiro tenha sido bem realizado antes da transição, ao fazer a mudança e ver na prática o dinheiro saindo mais do que deveria ou entrando menos do que o esperado, somado à uma provável instabilidade financeira, ocasionará calafrios e pode levar à desistência.

 

Rever sempre suas finanças, ajustar entradas e saídas, é o primeiro passo, fundamental e necessário para toda transição. Acostume-se a olhar para o seu bolso e tomar ações de correção sempre que necessário.

 

Ter uma fonte de renda alternativa (um plano C, D) que auxilie nas entradas, ao menos no primeiro momento, irá também ajudar muito.

 

Nesta conversa com a Lucia Stradiotti falamos sobre este tema:

 

 

2) Mude rápido

 

Ajustes são necessários sempre. Nenhum plano de ação ou plano de negócios se mantém de pé depois que o plano entra em execução.

 

É necessário, testar, aprender, ajustar.

 

E quanto maior a velocidade com que você fizer estes ajustes, mais rapidamente seu plano se mantém, refletindo nos resultados e na sua motivação para continuar o projeto.

 

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

 

 

3) Mantenha-se motivado

 

Motivação é igual banho, precisa ser renovado todo dia, você já deve ter ouvido esta frase. Mas acredite, quando estamos sob pressão, é muito fácil deixar que o desânimo e os pensamentos negativos tomem conta da situação.

 

Para que a motivação seja reforçada, não adianta ficar repetindo frases motivacionais ou se entupindo de livros e palestras de autoajuda. Estes serão materiais de apoio, mas será na prática, no dia a dia, que você precisará colocar sua motivação à prova.

 

O que eu recomendo:

 

Mudança real de mindset: quando você se habitua a olhar o que acontece como aprendizado e a enxergar o propósito em suas ações e seus reflexos, fica muito mais simples ser positivo. Não é algo simples, mas é possível trabalhar o que chamamos de Mindset de crescimento, muito bem abordado no livro Mindset da autora Carol Dwek.

 

Rede de Apoio: contar com pessoas que tenham o mesmo propósito que o seu, que acreditam no que você quer realizar, que te incentivam, mas que ao mesmo tempo te ajudam a corrigir a rota, dão feedbacks duros e necessários para o ajuste do projeto e que te desafiam a ir além.

Muitas vezes precisamos ir em busca de mentores, pessoas mais preparadas e que realmente irão ajudar na construção do seu sonho.

 

 A mentoria é um caminho que ajuda a acelerar resultados e mindset.

 

Saiba mais sobre mentoria para coaches ou para empreendedores.

 

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

Transição de Carreira: a disciplina é o que manterá você e o seu sonho de pé.

A disciplina constrói a consistência necessária. A consistência constrói os Resultados. Os resultados nos dão mais motivação. E assim, temos mais disciplina para continuar gerando consistência, resultados, motivação.

 

 

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Quais são os seus super poderes?

super poderes talentos

 

Talentos: Você sabe quais são os seus? Eles são seus super poderes, que podem fazer com que você tenha muitas realizações e conquistas em sua vida e carreira.

 

Quando a gente é criança se imagina voando, ficando invisível, atravessando paredes. Você lembra disso, na sua infância?  Em meus sonhos e devaneios, eu sempre era super forte e voava!!! A própria mulher maravilha!

 

Daí chega a vida adulta.

 

Um dia nos contam que não existe Papai Noel.

No outro, dizem que não existe coelhinho da Páscoa.

Adolescentes, nos fazem testes e perguntas para descobrir A NOSSA VOCAÇÃO em uma única área, nos perguntam “O que você quer ser quando crescer”, assim, de forma fria, como se tivéssemos arco e flecha na mão e precisássemos acertar o meio do alvo.

 

E dessa escolha, vale a felicidade e seu sucesso pro resto da vida.

 

Entramos em empresas e nos ensinam a cumprir processos, cumprir a etiqueta, cumprir a regra local.

 

É tamanha a pressão que esquecemos nossos sonhos, nossos talentos, e nos conformamos em fazer o que é pedido.

 

E o que você fez com seus super poderes?

 

Assim como deixamos de acreditar em Papai Noel, muitas vezes deixamos de acreditar em nós, em nosso potencial.

 

Muitas vezes esquecemos que somos fortes, talentosos. E que os talentos que possuímos, por mais variados que sejam, podem e devem ser associados a competências profissionais.

 

super poderes talentos

 

Talentos, você conhece os seus?

 

Quando começo a falar sobre talentos nos processos de coaching ou em treinamentos, a maioria das pessoas quando questionada sobre o tema já pensa logo em algo quase “sobrenatural” , elevando o talento à um dom, algo muito diferenciado, algo que elas não tem!

 

É isso mesmo, geralmente quando pergunto às pessoas:

 

– Quais são os seus TALENTOS?

 

É bem comum ouvir: – “não sei”, “não tenho”, “não conheço”.

 

Mas a verdade é que todo mundo possui talentos, inúmeros aliás. E para identificá-los o primeiro passo é desmistificar o que é talento.

 

Talento é aquilo que fazemos de forma natural, com destreza e facilidade, melhor do que a maioria das pessoas, ação a qual temos grande capacidade em realizar.

 

Super Poderes Talentos

 

Em meus atendimentos e treinamentos, utilizo duas linhas de estudo:

 

A Teoria das Inteligências Múltiplas, de Howard Gardner e um dos pilares da Psicologia Positiva, de Martin Seligman que trata o Caráter Positivo (Forças Pessoais e Virtudes).

 

Falo mais sobre este segundo estudo neste artigo

 

A Teoria das Inteligências Múltiplas trouxe um questionamento quanto ao uso dos testes de QI como único padrão de se medir inteligência e trouxe uma abordagem sobre diversos tipos de inteligências (ou talentos): relacional, executor, artístico, espacial, linguística, etc.

 

 

Até então, quem não possuía talento lógico-matemático não teria talento nenhum. Mas não é assim que as coisas funcionam. Tem muita gente que não entende nada de matemática, mas é ótimo em comunicação, artes, esportes… e por que não valorizamos o que cada um tem de melhor?

 

 

É ai que entra a Psicologia Positiva, que nos traz a potencialização do que temos de melhor.

 

 

Se a pessoa já for boa em esportes, como por exemplo, uma criança que desde cedo se destaca no futebol, e a colocarmos para treinar futebol 5, 6 horas por dia, ao final de um período, ela será muito melhor nisso!

 

E é assim que  eu vejo que devemos trabalhar a questão dos talentos e das potencialidades.

 

Pegue aquilo que você faz bem, treine, se especialize…e seja FANTÁSTICO nisso!!!

 

Ou, pegue o menino que tinha talento para o futebol, deixe ele de castigo porque tirou nota baixa e insista para ele tirar um 10 em matemática, estudando todo dia. Ele provavelmente acabará sendo mediano nos dois itens.

 

 

Talvez esteja ai o porquê de termos tantas pessoas frustradas: estamos querendo moldar todo mundo num talento único, em padrões únicos.

 

As próprias escolas e empresas muitas vezes acabam estimulando o que eu chamo de “avaliação da mediocridade” onde é trabalhado para que todos sejam nota 7 / Adequado, ao invés de estimular para que cada indivíduo supere resultados naquilo que é verdadeiramente bom, e neste caso, porque possui talento e não pela simples competição.

 

“Todo mundo é um gênio. Mas, se você julgar um peixe por sua capacidade de subir em uma árvore, ele vai gastar toda a sua vida acreditando que é estúpido.” – Albert Einstein

 

você é super

 

Empresas e Talentos

 

Me dá um aperto na alma quando empresas abrem programas de “desenvolvimento de talentos” para um grupo seleto, sem muitas justificativas.

 

Como se dissessem que somente aquelas pessoas fossem diferenciadas, especiais

 

 

E elas realmente são. Porém, para um talento em específico, que pode ser o que a empresa deseja naquele momento, para seu crescimento. Só que estas pessoas terem este talento, não quer dizer que as demais não sejam talentosas.

 

Elas são, só que em competências diferentes.

 

Quando eu começo a segregar, dizer que só tem talento quem se formou em faculdade x, quem sabe idioma y ou domina tecnologia w, eu excluo todas as outras possibilidades.

 

É como se apenas quem coubesse naquela caixinha pré-determinada fosse talentoso.

 

Mas não é assim.

 

Talento é aquilo que você faz bem, que você aprende rápido, que faz de forma apaixonada, que desenvolve com alta habilidade.

 

Tem gente que é boa em cálculo, lógica. Tem gente que é ótima em artes, cultura. Tem gente que é ótima em relacionamento, comunicação.

 

E existem também os multipotenciais, que unem diversos gostos e talentos (tema do meu próximo texto).

 

Enfim, todos nós temos talentos.

 

Todos nós temos super poderes.

 

Se o Homem Aranha for avaliado por força física, será mal avaliado. Se o Hulk for avaliado por Inteligência Emocional, será mal avaliado.

 

Se o Tony Stark / Homem de Ferro for avaliado por Humildade, será mal avaliado.

 

 

meme homem de ferro

 

 

Quando buscamos ser algo que não somos, o processo é doloroso, cansativo. Muitas vezes só o que conseguimos é ser mediano.

 

E isso é frustrante.

 

O mundo está lotado de gente medíocre. Gente que fica insistindo em seus pontos fracos, em suas limitações, ao invés de vestir sua capa e assumir seus super poderes.

 

Ao invés de olhar pra fora, buscar os talentos dos outros, nos comparar, precisamos olhar pra gente mesmo e descobrir, lapidar o que temos de melhor.

 

Identificar nossos super poderes e potencializá-los.

 

Olhar para nossas limitações, nossos pontos fracos ou sabotadores, e identificar onde eles nos impedem de ir em frente, alcançar nossos objetivos. E desenvolvê-los neste sentido,  para que eles não atrapalhem, não para que eles se tornem pontos fortes.

 

Você consegue identificar seus super poderes?

No que você manda bem?

 

Desenvolvendo Super Poderes

 

Lembra do primeiro filme do Homem Aranha? Quando ele ia lançar a teia, ela falhava. Ao tentar subir em prédios, batia cabeça. O Hulk, lá no começo, era muito mais “desequilibrado”, sua força era usada em demasia.

 

Aos poucos, com treino e observação, aprendemos a usar da melhor forma nossos super poderes.  Isso se chama Desenvolvimento de Competências. Pegarmos algo em que somos bons, e lapidarmos.

 

Neste processo, ferramentas de apoio também podem ser incorporadas. O Thor já é forte, mas fica mais poderoso com seu martelo. O Batman possui seu cinturão de utilidades.

 

Quais são as suas ferramentas de apoio?

 

Aplicativos, teorias, técnicas.

São diversas as ferramentas que apoiam o uso dos talentos.

 

Por exemplo: eu tenho talento para organização. Mas o uso da agenda do google + Trello potencializam esse meu talento. Uma pessoa que tem talento para comunicação, ao conhecer técnicas de oratória, potencializará seu talento natural.

 

Nem sempre a ferramenta tem ligação natural com seu talento, mas servirá ao seu propósito, facilitará a sua vida.

 

Por exemplo: Qual o talento do Tony Stark?

 

Não é força física, ele não voa, não emite raio laser pelos olhos. Os talentos dele, ao meu ver, são: inteligência, ousadia, criatividade. Estes talentos possibilitaram que ele criasse uma armadura (ferramenta) que aumentou seus poderes.

 

Isso é possível na vida real? Claro que é. Só analisar como você pode utilizar seus talentos existentes para resolver problemas / pontos fracos que você possua.

 

 

legião vingadores

 

 

A união faz a força

Por que a união de tipos tão diferentes como Hulk, Viúva Negra, Thor e Homem de Ferro se fez necessária, nos Vingadores?

 

Porque talentos diferentes acabam sendo complementares.

 

A diferença traz discussão frequente, necessidade de alinhamento, de convencer o outro, de mostrar o outro lado da moeda. Mas também traz a soma de expertises, visões diferentes, soluções criativas, aprendizados enriquecedores. Desde que o time esteja aberto à isso.

 

No ambiente empresarial, talentos complementares são fator de sucesso para times e empresas, assim como saber posicionar a pessoa ideal na atividade adequada e não impedir que ela seja ela mesma e dê o seu melhor.

 

 

hulk poderes

 

Só pra lembrar, pode conter spoiler: no último filme dos Vingadores, o Hulk literalmente “amarelou”. Tentou usar seus super poderes e não conseguiu.

 

Nós também podemos falhar, mesmo quando já somos experientes ou talentos em determinada área ou atividade.  

 

O erro no trabalho pode ter diversos impactos – inclusive, minar sua autoconfiança e fazer com que você deixe de acreditar em seu potencial. Leia este artigo sobre o tema Erro No Trabalho.  

 

 

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Corra atrás dos seus sonhos, mas não morra tentando

Em geral, quando pensamos em alguém com alta performance profissional, associamos à imagem de uma pessoa que abriu mão de sua vida pessoal, tem pouco tempo pra família, pros amigos ou até mesmo pra cuidar de si e da própria saúde.

 

Os modelos sociais muitas vezes nos colocam numa corrida acelerada em busca de: comparação, competição, sermos cada vez melhores e termos cada vez mais coisas.

 

Nisso,  muita gente confunde a performance profissional com a quantidade de trabalho, porém a performance está muito mais ligada à qualidade e objetivo do trabalho executado.

 

Quando falamos sobre performance aliada a qualidade de vida, um ponto é fundamental: definir prioridades e ter clareza sobre o que você realmente está buscando, o que te faz bem, na vida e na carreira – sem separar as coisas!

 

1 – Reveja seus objetivos. 

 

 

Nestes tempos onde o que mais ouvimos são frases motivacionais e o surgimento de gurus e grupos de alta performance, aqui estou eu falando sobre desistir!

 

 

Sim, desistir de algumas coisas.

Mas não de forma aleatória, e sim, entendendo o que realmente faz sentido pra você, aliviando um pouco a cobrança e seguindo com  maior foco.

 

A maioria das pessoas está passando por buscas incessantes atrás de dinheiro suficiente para fazer o que quiserem, um trabalho com propósito e que amem profundamente, uma família feliz de comercial de margarina, um amor eterno, um corpo saudável, lindo e escultural.

 

E dá pra conquistar tudo isso?

 

Dá, mas em geral será necessário muito esforço e dedicação. É preciso saber o que você quer – e o que perde ao correr atrás deste resultado.

 

Por exemplo: sua meta é ter um corpo escultural. Porém, toda sua vida social gira em torno de restaurantes, jantares, encontros regados à comidas –  que você gosta! Qual o peso de abrir mão disso em troca do corpo escultural? Se a troca não te agrada, não te faz feliz, é preciso encontrar o meio termo: reduzir o cardápio e não eliminá-lo. 

 

 

É um exemplo bem simples, apenas para que você entenda o conceito, sobre o preço que pode estar pagando para correr atrás de questões cobradas pela sociedade – e que você talvez nem tenha certeza de que queira de fato.

 

Sempre que excluímos de nossa vida aquilo que é fundamental em troca de uma meta, temos a tendência de desistir no meio do caminho, na primeira dificuldade.

 

Você sabe o que realmente é fundamental na sua vida? Do que você não abre mão?

 

 

E do que vem abrindo mão dia após dia, correndo atrás de sonhos que você nem sabe ao certo se são seus de verdade?

 

 

 

2 – Foque no que realmente é bom e o resto delegue as atividades

 

Sempre tentamos ser os melhores e por isso muitas pessoas preferem se autodelegar responsáveis por tudo. Essa sobrecarga acaba nos incapacitando de exercer até mesmo as tarefas que realmente somos bons.

 

Quando possível, delegue para outras pessoas a execução de atividades nas quais você não possua alta habilidade ou que não estejam ligadas diretamente ao resultado. Defina o que é prioridade, o que somente você precisa fazer – e delegue todo o resto

Delegar significa treinar e capacitar, leva tempo. Mas se você gasta mais tempo pra delegar do que fazer, a médio e longo prazo essa curva se inverte, as pessoas aprendem, ganham autonomia – e você ganha mais tempo para mergulhar em outras atividades.

 

Por isso é importante saber liderar, mesmo não estando no papel oficial de líder.

 

3 – Fazer o que se ama é maravilhoso. E isso pode ser ruim. 

 

Quando buscamos uma atividade ou profissão que amamos, enxergamos que tudo pela frente será maravilhoso, com atividades prazerosas, momentos felizes. Porém mesmo na melhor profissão do mundo existem tarefas e dias ruins. Situações que você irá querer protelar, não fazer. Ou o contrário: momentos em que você irá se apaixonar pelo que faz e acabará fazendo coisas sem sentido, que não precisavam ser feitas: e que você faz apenas porque ama, perdendo tempo e produtividade.

 

4 – Qual o preço que você vai pagar pelo que quer conquistar?

 

Seja para conquistar um cargo, comprar uma casa, ter e criar filhos, realizar uma grande viagem dos sonhos: cada sonho envolve um processo de conquista, com ganhos e perdas pelo caminho.

 

Tudo tem um preço.

 

 

E este preço pela busca pela da satisfação e da felicidade suprema à longo prazo pode estar te impedindo de uma coisa fundamental: ser feliz e satisfeito com sua vida hoje, da forma como ela está!

 

 

Nos preocupamos tanto com o futuro, com as conquistas que estão por vir, com o que podemos realizar que esquecemos de viver o presente de forma plena.

 

Vivemos acelerados e em busca de resultados futuros e rápidos.

 

Jovens de vinte e poucos anos querem ter a carreira, o patrimônio e os carimbos no passaporte que seus pais só foram conquistar lá pelos cinquenta anos de idade.

 

 

Ilustração sobre performance profissional

 

Muitas vezes, estamos correndo atrás da performance profissional e perdendo o prazer e a satisfação de apreciar as pequenas conquistas, já absorvidos pelo pensamento de: o que mais podemos fazer, ter, conquistar.

 

 

Próximo, próximo, próximo…  e não aproveitamos o presente, não saboreamos nossas pequenas conquistas.

 

Me lembrei de uma cena: estava visitando o Aquário de São Paulo, parando em meio ao caos de turistas afoitos, tentando observar o nado tranquilo, as cores e a delicadeza de cada peixe.

 

Recebo um empurrão com um ombro, seguido de uma criança de uns 6 anos que entrou na minha frente, entre eu e o vidro, com um tablet enorme. A criança, o pai – que me deu o empurrão – e a mãe, estavam cada qual com seu equipamento fotográfico em mãos.

 

Não se falavam, apenas corriam para o próximo tanque, para fotografar mais rapidamente o próximo peixe. Eles não olharam em nenhum momento com os próprios olhos para nada. Tampouco se olharam, falaram entre si ou comentaram sobre o que presenciavam. Eles não estavam ali de fato.

 

A preocupação era: o próximo, próximo, próximo.

 

Afinal, o que eles aproveitavam do passeio?

Tiravam fotos que provavelmente ninguém nunca irá ver.

 

melhore sua performance profissional

 

5 – Sobre nossos desejos e necessidades

 

Hoje temos possibilidades e informações exponenciais

Isso também nos traz vontades e desejos exponenciais.

 

Vivemos afoitos e acelerados.

 

Nossos pais, tios e quem dirá avós sequer sonharam em ser, ter ou fazer um terço do que nós podemos ser, ter e fazer hoje.

 

Pirâmide das necessidades de Maslow

 

Maslow, em sua teoria que resultou na pirâmide das necessidades humanas, explicou o que vivenciamos hoje: conforme subimos um nível, conforme suprimos uma das necessidades, podemos vislumbrar – e ansiamos – pela próxima conquista.

 

Muitos de nós já vieram com as necessidades básicas e de segurança supridas pela família. Neste caso, fica muito mais fácil pensar em propósito e satisfação na carreira, por exemplo.

 

Nossos antepassados sonhavam com saúde, emprego e renda.

Logo, é natural podermos sonhar com viagens e em desbravar o mundo, quando nossos antepassados já garantiram itens mais básicos, como ter a casa própria, alimentar e garantir educação para os filhos.

 

Eles garantiram a base pra gente poder correr atrás de algo mais.

 

Se eles não fizeram, observe, provavelmente é o que você enxerga como seu papel e responsabilidade com a geração seguinte: garantir a base para a evolução.

 

Então, antes de sair enlouquecidamente querendo mais e mais, pense se você tem clareza sobre o que quer de verdade, se você consegue identificar o que realmente te faz ou fará feliz.

 

 

Muita gente está se matando para conquistar algo que não quer, algo que não fará diferença de fato em sua vida.

 

Correndo atrás apenas porque aprendeu que tinha que ser assim, porque todo mundo faz, seguindo modelos e padrões.

 

 

Se quiser saber mais sobre este tema, leia este texto: Crenças limitantes: elas podem estar sabotando seus sonhos

 

 

Também desconfie de tudo que te cause sofrimento demais.

O que é para ser seu até pode necessitar de trabalho e esforço para ser conquistado, para haver aprendizado.

 

Mas não precisa haver sofrimento. Sempre que houver dor demais, analise se você está no lugar certo: seja no trabalho, num relacionamento, num local físico.

 

Quando algo requer muito esforço e sofrimento é hora de verificar se esse sonho é seu de verdade, ou se você está desperdiçando a sua vida correndo atrás dos sonhos dos outros.

 

 

Tendo clareza sobre o que você realmente deseja e busca, a chave da alta performance é exatamente focar no que precisa ser feito, para garantir o resultado. Pra isso, existem muitas técnicas que podemos utilizar para ajudar no processo.

 

 

Delegando, deletando ou deixando pra depois tudo o que não for realmente fundamental na sua vida.

 

 

Recorra ao coaching para melhorar sua performance profissional

 

O coaching é um processo no qual um coach profissional apoia no desenvolvimento das competências, através de sessões individuais para planejar, estabelecer metas, dirigir, inovar, tomar decisões e, com isso, alcançar resultados em nível de excelência. É um profissional importante e que realmente ajuda a administrar o tempo e conseguir seus objetivos profissionais alinhados ao sonhos pessoais.

 

 

 

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O que é LinkedIn e como utilizá-lo para fazer negócios

O que é linkedin e como usá-lo pra fazer negocios

Você sabe o que é LinkedIn e como utilizá-lo para fazer negócios?

Se você ainda acredita que o LinkedIn serve apenas para quem busca recolocação, saiba: você pode estar perdendo excelentes oportunidades profissionais e de negócios!

 

No decorrer desta leitura você saberá o que é necessário para ter credibilidade e fechar negócios usando o LinkedIn.

 

Uma das primeiras coisas que ensino nos meus processos de mentoria para coaches é como eles podem utilizar a rede para negócios.  

 

Assim que eles dedicam atenção na correta utilização do LinkedIn conquistam rapidamente excelentes resultados e interações, incluindo fechamento de contrato com pessoas e empresas que não conheciam, em menos de 30 dias de uso!

 

Resultados de uma mentorada: + de 250% de crescimento de visualizações do perfil com apenas 1 semana aplicando minhas técnicas e estratégias.
Resultados de uma mentorada: + de 260% de aumento nas visualizações do perfil com apenas 1 semana aplicando técnicas e estratégias que ensino.

 

 

E agora, você quer saber o que é LinkedIn e como utilizá-lo para fazer negócios?

 

Vamos em frente! 

 

Esqueça a venda pela venda. O que funciona na rede é:

  • Estabelecer novas conexões, ampliando sua rede de forma exponencial.
  • Compartilhar sua expertise, ajudando as pessoas e construindo autoridade.
  • Ter um perfil que seja seu portfólio, deixando claro quem você é e o que faz.

 

É sobre isso que abordarei. Então, pra começar, vamos deixar uma coisa bem clara:

 

Pra trabalhar de forma orgânica no LinkedIn (onde são seus conteúdos e interações que atraem novos clientes), esqueça o perfil empresarial. Ele até pode existir para solidificar a sua atuação. Mas será através do perfil pessoal que todo trabalho será realizado. 

 

Pessoas conectam-se com pessoas.

 

E quanto mais você for conhecido e confiável, mas fácil será vender qualquer coisa.

 

Eu sou usuária do LinkedIn desde 2011 e somente no final de 2015 comecei a realmente utilizar a rede social de forma efetiva com três objetivos bem claros:

 

  • Produzir e distribuir conteúdos que ajudem as pessoas a pensarem e planejarem a carreira;
  • Consolidar minha marca pessoal, como especialista em minha área de atuação;
  • Estabelecer novos contatos, parcerias e fomentar negócios.

 

Com um trabalho consistente e planejado, o LinkedIn passou a ser a minha principal rede social orgânica e hoje consigo mensurar ganhos em todos os objetivos ao qual me propus, como por exemplo:

 

  • Visibilidade mensal do perfil acima de 10.000 visualizações, sendo mais de 300 ocorrências em buscas.
  • Mais de 27 mil visualizações de um único artigo publicado.
  • Em um único post, mais de 426 mil pessoas alcançadas, com mais de 400 comentários e 11 mil curtidas.
  • Em uma semana, o canal do LinkedIn Brasil referenciou 2 vezes um artigo meu como sendo material de destaque na plataforma!

 

 

 

 

O que isso me trouxe de retorno? Clientes, parcerias, eventos cheios, entrevista pra televisão e muitos, muiiiitos amigos! 

 

Pra você entender um pouco mais sobre o potencial do Linkedin

 

Em 2017 o LinkedIn alcançou a marca de 500 milhões de usuários, sendo que destes mais de 29 milhões estão no Brasil. Somos o terceiro maior mercado da rede social profissional, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e Índia.

 

E você, sabe como se destacar no LinkedIn?

 

São muitas as oportunidades disponíveis no LinkedIn e para potencializar sua atuação na rede é necessário atuar em 3 pilares:

 

  • Possuir um Perfil otimizado e completo, com informações organizadas e bem expostas.
  • Interagir e construir relacionamentos: apoiar e ampliar a sua rede, contribuir com os demais profissionais e participar de grupos.
  • Produzir conteúdos, compartilhar conhecimentos e ideias.

 

Porém, para colher bons resultados, é importante atuar com FOCO e ESTRATÉGIA,

baseado em como deseja se posicionar e quais os resultados quer obter.

 

Ao longo destes anos o LinkedIn passou por várias e consistentes transformações, incorporando ambientes de aprendizagem, editorial de artigos e possibilitando o compartilhamento de vídeos, entre outras mudanças.

 

Assim, a plataforma que já foi vista por muitos como local para busca e oferta de empregos passou a se tornar uma imensa oportunidade para apresentação de soluções, conteúdo, networking e exposição de marca profissional e empresarial.

 

Vamos falar mais sobre isso!

 

#1 – Transforme seu perfil em um Portfólio

 

 

 

Esqueça o famoso currículo.

 

Se você pretende fazer negócios usando o LinkedIn, deve transformar seu perfil num resumo atrativo, claro e diferenciado sobre QUAL SOLUÇÃO REAL VOCÊ ENTREGA e/ou QUAL O SEU VERDADEIRO DIFERENCIAL

 

 

A começar pelo título:

Ele deve falar sobre o que você faz e não sobre qual formação você possui.

 

 

 

 

 

 

Resumo que vende:

Mais uma vez, um bom resumo não é sobre você e sim sobre o que você pode fazer pela pessoa que está lendo. O foco deve estar em três pilares:

  • o que você pode fazer (sua oferta);
  • o que prova que você pode fazer isso (sua bagagem, experiência e realizações);
  • o que te capacita pra isso (seus títulos e  formações).

No resumo é possível inserir links e documentos – use e abuse destes recursos.

 

Histórico Congruente:

Não adianta ter um perfil lotado de formações, experiências, cursos… mantenha o que for congruente, que acrescente às oportunidades que você busca. Nem sempre são apenas os exatamente ligados à atuação, mas sim todos aqueles que tragam competências e habilidades relativas ao seu trabalho atual.

 

 

#2 – Estratégia – O que você busca no LinkedIn?

 

Antes de começar a adicionar todo mundo, antes de postar sobre mil assuntos e antes de compartilhar o que vê pela frente, defina a sua estratégia:

  • Qual o seu objetivo na rede? 
  • Qual o seu público-alvo (com quem você irá se comunicar)?
  • Sobre qual tema quer ser reconhecido?
  • Como quer ser visto?

Lembre-se: o que menos funciona no primeiro momento é a venda pela venda. Cultive relacionamentos e conquiste seu posicionamento.

 

 

 

#3 – Conecte-se!

Devo ou não aceitar todos os pedidos de conexão? Se você quer ter visibilidade, eu defendo que SIM!

O algoritmo das redes sociais funciona de forma exponencial: quando uma pessoa da sua rede curte ou comenta em suas postagens, os amigos dela são notificados. Assim, quanto maior sua rede, mais pessoas – de 1º e 2º nível, verão seus conteúdos, trazendo maior visibilidade. A conexão de 1º nível pode não ter perfil para ser seu cliente, mas o amigo dela, sim.

Vale também buscar suas conexões por afinidades e ir expandindo sua rede de forma ativa.

 

Não adianta apenas expandir a rede, aceitar e incluir pessoas: fale com elas! Crie mensagens de boas-vindas.

ah!

Conexões de 1º nível = pessoas conectadas diretamente a você.

Conexões de 2º nível = conexões (amigos) de pessoas conectadas diretamente a você.

 

#4 – Contribua – e posicione-se como especialista!

 

Na minha opinião, a melhor estratégia para conquistar audiência, ganhar posicionamento e converter seguidores em clientes no LinkedIn é através do Marketing de Conteúdo. 

 

As possibilidades dentro da plataforma são inúmeras e não param de surgir novidades:

 

  • Posts curtos, de até 1300 caracteres, de leitura rápida, que permite o compartilhamento de notícias ou a exposição da sua opinião sobre algum tema ou acontecimento.
  • Artigos mais extensos, onde além de escrever de forma mais aprofundada, é possível citar referências, ilustrar com  apresentações, imagens e vídeos.
  • Vídeos curtos, de até 10 minutos – sejam eles autorais, animações ou um conteúdo legal produzido por outros.
  • Apresentações em power point ou pdf – sabe aquele material bacana que você fez para uma palestra ou reunião? Você pode compartilhar com sua rede.

 

No quesito conteúdo, alguns cuidados são fundamentais:

 

  • Cuidado com plágio ou compartilhamento não autorizado. Muitos materiais possuem direitos autorais, principalmente imagens, vídeos, livros e músicas.
  • Quando o material não for seu, cite o autor.
  • Fique atento para não contribuir com as “fake news”. Apenas compartilhe ou comente sobre assuntos que você tenha certeza de serem reais.
  • Tenha clareza sobre os temas em que deseja ser especialista e fale sobre eles. Melhor postar menos, porém com precisão e conhecimento.

 

Lembre-se: o LinkedIn é uma rede profissional. Cuidado com o conteúdo que você compartilhará!

 

 

Tudo é valido para manter sua rede de contatos aquecida, desde que seja com o foco em ajudar e de forma ética.

 

 

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#5 – Acompanhe suas métricas e desempenho!

Como em qualquer negócio, acompanhar as métricas do seu perfil e traçar estratégias para melhorá-las sempre, ajudará você a direcionar e ampliar o seu resultado. 

Estabeleça uma rotina de acompanhamento e quais dados precisa checar.

 

 

 

Estas dicas vão ajudar você a ampliar a sua rede e aumentar a sua visibilidade

Entretanto não se esqueça de 3 regrinhas básicas:

 

 

Cuidado com a ortografia – capriche no português, se possível peça para mais de uma pessoa revisar o seu perfil.

 

Seja honesto – não minta e não tente parecer ser quem você não. Também nunca ofereça algo que não possa cumprir ou com interesses “obscuros”. Trate as pessoas e os negócios com clareza e ética.

 

Cuide da sua imagem – as redes sociais devem refletir sua postura profissional no mundo real. Cuidado com discussões que ultrapassem o limite da cordialidade, brincadeiras ou temas impróprios para o ambiente profissional. Na dúvida, pense: você trataria o tema da mesma forma numa mesa de reunião? 

 

 

 

 

 

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Planejar sua atuação, construir um Perfil Campeão etapa por etapa, criar conteúdos e fazer pesquisas, interagir com a rede de forma eficiente e muito mais, de forma bem detalhada e prática.

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Como se destacar e fazer negócios no LinkedIn

Escrevi este artigo porque a maioria inquestionável dos meus clientes de Coaching (em busca de recolocação ou aumento de resultados profissionais) e Mentoria (criação e expansão de seus negócios), sempre chegam até mim com seus perfis incompletos e desacreditados com o poder que existe no LinkedIn.

 

Assim que dedicam atenção na correta utilização do LinkedIn conquistam rapidamente excelentes resultados e interações!

 

Resultados de uma mentorada: + de 250% de crescimento de visualizações do perfil com apenas 1 semana aplicando minhas técnicas e estratégias.
Resultados de uma mentorada: + de 250% de aumento nas visualizações do perfil com apenas 1 semana aplicando minhas técnicas e estratégias.

 

No decorrer desta leitura você saberá, de maneira prática, exatamente onde e como deve investir seu tempo no LinkedIn.

 

Sou usuária do LinkedIn desde 2011, mas somente no final de 2015 comecei a realmente utilizar a rede social de forma efetiva, e com três objetivos bem claros:

 

  • Produzir e distribuir conteúdos que ajudem as pessoas a pensarem e planejarem a carreira;
  • Consolidar minha marca pessoal, como especialista tem minha área de atuação;
  • Estabelecer novos contatos, parcerias e fomentar negócios.

 

Com um trabalho consistente e planejado, o LinkedIn passou a ser a minha principal rede social e hoje consigo mensurar ganhos em todos os objetivos ao qual me propus.

 

 

Em 2017 o LinkedIn alcançou a marca de 500 milhões de usuários, sendo que destes mais de 29 milhões estão no Brasil. Somos o terceiro maior mercado da rede social profissional, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e Índia. E você, sabe como se destacar no LinkedIn?

 

São muitas as possibilidades e oportunidades disponíveis no LinkedIn e para potencializar sua atuação na rede e colher bons resultados é necessário atuar em 3 pilares:

 

  • Possuir um Perfil Campeão, otimizado e completo, com informações organizadas e bem expostas.
  • Interagir e construir relacionamentos: apoiar e ampliar a sua rede, contribuir com os demais profissionais e participar de grupos.
  • Produzir conteúdos, compartilhar conhecimentos e ideias.

 

Abordarei neste artigo como ter bons resultados nestes três pilares.

 

Ao longo destes anos o LinkedIn passou por várias e consistentes transformações, incorporando ambientes de aprendizagem, editorial de artigos e possibilitando o compartilhamento de vídeos, entre outras mudanças.

 

Assim, a plataforma que já foi vista por muitos como local para busca e oferta de empregos passou a se tornar uma imensa oportunidade de apresentação de soluções, conteúdo, networking e exposição de marca profissional e empresarial.

 

 

 

 

Você pode continuar acreditando que o LinkedIn serve apenas para procurar emprego ou…

 

… pode usá-lo como uma excelente ferramenta de colaboração, networking ativo, aprendizado,  fortalecimento de sua imagem e presença profissional e também para conquistar um novo emprego ou novos negócios.

 

 

 

O que você deve ter em mente, antes de escrever seu perfil ou começar a postar e interagir, se deseja se posicionar estrategicamente:

 

  • Qual o seu objetivo na rede? 
  • Qual o seu público-alvo (com quem você irá se comunicar)?
  • Sobre qual tema quer ser reconhecido?
  • Como quer ser visto?

 

 

Depois de refletir, é hora de ir pra ação!

 

 

Para quem está começando ou quer melhorar o perfil, separei algumas dicas fundamentais para o sucesso na rede:

 

 

  1. Mantenha seu perfil atualizado

 

Ter um perfil e nunca atualizá-lo, ou inserir dados incompletos não significa que você está presente de fato no LinkedIn.

É essencial que o seu perfil esteja atualizado e que cada nova informação seja inserida.

 

Participou de um curso, escreveu um artigo, tirou um novo certificado, realizou algo a mais no seu trabalho?

Acesse sua conta e insira a informação.

 

Ao contrário do currículo, cada vez mais enxuto e direto, no LinkedIn é possível inserir todas informações, como trabalhos e resultados em projetos, trabalhos voluntariados, causas que apoia, recomendações, etc.

 

É fundamental também manter os dados de contato atualizados!

 

 

Sobre o título do perfil,  existem duas opções principais:

 

A mais tradicional, com o cargo ou área em que você atua (Engenheiro, Gerente, Analista, etc). Se você busca recolocação, mencione 2 ou 3 objetivos no título e na sequência, insira “Em busca de recolocação”. Assim, você terá como cargo, por exemplo:

“Engenheiro Mecânico  |  Gerente de Projetos  | Em busca de recolocação”

 

 

A mais ampla, usada por muitos profissionais da área de negócios ou com papéis multidisciplinares, onde utilizam-se de uma frase citando sua expertise ou serviço. Por exemplo, a minha. Ao invés de falar meu cargo (coach, treinadora, empreendedora, consultora de negócios, mentora), eu digo que “Ajudo as pessoas a serem mais felizes no trabalho” , que fala sobre a transformação que eu trago para as pessoas, dentro dos meus processos.

 

CLIQUE AQUI e saiba o que fazer para que o seu perfil salte diante dos Recrutadores! 

 

 

 

  1. A foto do perfil

 

 

A foto do perfil no LinkedIn deve ser coerente com a sua função e área de atuação.

Se sua profissão permite informalidade pode inserir uma foto mais descontraída, do contrário, opte pelo tradicional.

 

 

Na dúvida: qual foto sua você usaria em uma apresentação no trabalho?

Poste algo similar. O LinkedIn foi desenvolvido para que você compartilhe informações e conteúdos profissionais, logo a sua foto deve ter o mesmo objetivo.

 

E atenção: Perfil sem foto tem muito mais chance de ser recusado em solicitações de contato e por recrutadores.

 

 

Não esqueça também da foto de capa: você pode elaborar uma imagem, usando um editor de fotos, ou pode escolher uma imagem que represente bem a sua área de atuação.

 

 

  1. Faça um bom resumo

No resumo você tem uma excelente oportunidade para se apresentar, usando até 2 mil caracteres. Como o LinkedIn funciona por algoritmos,  quanto mais palavras-chave você utilizar no texto, mais chance de ser encontrado nas buscas.

 

Um bom resumo é escrito em primeira pessoa (eu sou, eu fiz!)  e contêm 3  etapas:

  • O seu interesse e objetivo – para onde quer ir;
  • Suas realizações, diferenciais e o que já fez até aqui;
  • A base: os conhecimentos e certificados principais.

Faça um resumo mostrando ao mundo quem você é profissionalmente, destaque experiências relevantes e sua contribuição para o sucesso dos projetos e as empresas onde atuou.

 

No resumo existe uma funcionalidade pouco explorada: você pode utilizar hyperlinks e anexar documentos.

 

Aproveite este recurso para inserir vídeos, seu portfólio, o currículo, cartas de recomendação ou fotos. Só não esqueça que tudo deve ser relevante à sua área de atuação e deve estar sempre atualizado.

 

 

  1. Qual o melhor idioma para o perfil? Português ou Inglês?

 Sempre monte o seu perfil no seu idioma nativo, em nosso caso, português.

 

Após completar o seu perfil, o LinkedIn oferece a opção “criar perfil em outro idioma”. Ele vai espelhar todos os dados, com os títulos no idioma selecionado. Você terá apenas o trabalho de traduzir.

Como fazer:

Entre no seu perfil e no canto superior direito clique em “Adicionar perfil em outro idioma”.

Clique e… pronto!

Escolha entre mais de 20 idiomas, aqueles que você precisa.

 

 

O perfil é apresentado conforme a opção de linguagem escolhida pelo usuário.

 

Mas você precisa ter um perfil em outro idioma?

Eu costumo analisar de forma simples: para a vaga / função em que você atua ou para a sua rede de relacionamentos, existe a necessidade de um segundo ou terceiro idioma? Se a resposta for sim, é necessário o perfil em outros idiomas.

Opte pela necessidade real e apenas se o seu domínio do idioma for fluente ou avançado.

 

Não se esqueça de que como a busca acontece por palavras-chave, caso você use uma palavra em português e o recrutador busque em inglês, ou vice-versa,  você não será localizado.

 

 

  1. Personalize a URL (endereço web) do seu perfil

 

Já se deparou com links compartilhados de perfil do LinkedIn cheias de letras e números? A sua é assim?

É bem difícil digitar tudo aquilo! E mais, o perfil não é considerado otimizado (Perfil Campeão) pelo algoritmo do LinkedIn, o que dificulta sua visibilidade de perfil.

 

Mas aqui vem a boa notícia!!!

O LinkedIn permite que você personalize a sua url.

 

Como fazer:

No seu perfil, acesse o painel de edição do perfil  no canto superior direito e clique em

“Editar Perfil Público e URL”

Clique no lápis azul e edite a url do seu perfil para o seu nome e sobrenome ou nome e profissão.

 

Alguns Exemplos:

linkedin.com/in/seunome/

linkedin.com/in/profissãoeseunome/

  1. Interaja 

Interagir é onde a maioria dos usuários falha.

Acabam criando um perfil que com o tempo fica esquecido na rede.

 

Para evitar esse erro, eu divido o item interagir em três pontos principais:

 

Aumentar a rede:

  • Busque pessoas que você conheceu em empregos anteriores, cursos, encontros ou por interesses em comum.
  • Participe de grupos que tenham interações dentro do tema que você definiu ser especialista.
  • Apresente-se para as pessoas que te adicionam, enviando uma mensagem curta e cordial.

 

Compartilhar e ajudar:

  • Peça e dê recomendações de pessoas que trabalharam ou que fizeram negócio com você utilizando um texto interessante e profissional. Peça recomendações também.
  • Compartilhe artigos e notícias inerentes à sua área, contribuindo com a sua visão sobre o tema.
  • Compartilhe vagas da sua região, área de atuação ou que possam ser de interesse da sua rede de contatos.

 

Tudo é valido para manter sua rede de contatos aquecida, desde que seja com o foco em ajudar e de forma ética.

 

CLIQUE AQUI  para entender como o você pode encontrar LEADS qualificados e desenvolver novos negócios no LinkedIn! 

 

 

Acrescentar:

É a sua hora de gerar conteúdo e mostrar domínio nos temas da sua área.

 

Os conteúdos podem ser:

  • Posts curtos, de até 1300 caracteres. Preferencialmente comente assuntos atuais e de fácil leitura.
  • Vídeos curtos, de até 10 minutos.
  • Artigos – textos mais completos, com referências ou opiniões mais aprofundadas. Aqui é possível inserir links, imagens e vídeos, acrescentando outras fontes e ilustrações ao seu conteúdo (inclusive outros materiais produzidos por você).

 

Nos grupos e posts, participe ativamente acrescentando informações novas e relevantes ou abrindo novas discussões e reflexões que agreguem conhecimento.

 

 

 

Estas dicas vão ajudar você a ampliar a sua rede e aumentar a sua visibilidade,  entretanto não se esqueça de 3 regrinhas básicas:

 

 

Cuidado com a ortografia – capriche no português, se possível peça para mais de uma pessoa revisar o seu perfil.

 

Seja honesto – não minta e não tente parecer ser quem você não. Também nunca ofereça algo que não possa cumprir ou com interesses “obscuros”. Trate as pessoas e os negócios com clareza e ética.

 

Cuide da sua imagem – as redes sociais devem refletir sua postura profissional no mundo real. Cuidado com discussões que ultrapassem o limite da cordialidade, brincadeiras ou temas impróprios para o ambiente profissional. Na dúvida, pense: você trataria o tema da mesma forma numa mesa de reunião? 

 

 

 

Além da plataforma principal

 

Para dispositivos móveis, além da rede oficial, o LinkedIn possui mais 5 aplicativos:

  • SlideShare;
  • Groups;
  • Sales Navigator;
  • Job Search;
  • Recruiter.

 

Cada qual com sua funcionalidade e objetivo, sendo que os 2 últimos são os mais importantes para quem deseja encontrar uma vaga.

Lembre-se de preencher o campo “interesses de carreira” , onde você informa quais regiões, cargos e interesses possui.

 

 

Agora é com você!  Faça os ajustes no seu perfil, siga nossa página no LinkedIn e interaja com a gente por lá.

 

 

 

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Planejar a atuação, construir cada etapa do perfil, criar conteúdos e fazer pesquisas, interagir com a rede da melhor forma e muito mais, de forma bem detalhada.

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Me acompanhe também pelo LinkedIn:

Lilian Sanches – Perfil LinkedIn

 

 

 

 

E proteja-se dos oportunistas! 

 

Leia este artigo onde eu falo  Sobre Fraudes, Golpes e Oportunistas no LinkedIn – E dicas para se proteger!

 

 

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Autoconhecimento: o caminho para uma vida melhor

Olhe para você, para quem você é e para o caminho que você percorreu até aqui: talvez você tenha grandes conhecimentos em humanas, exatas ou biológicas, grandes conhecimentos em idiomas, inglês ou espanhol fluentes, pode conhecer sobre softwares e aplicativos modernos e não me espantarei se você conhecer vários lugares do mundo.

 

E o que você conhece, com clareza, sobre você?

 

Normalmente temos muito mais facilidade em lidar com questões externas do que em olhar para dentro de nós, para identificar o que temos de bom e ruim. E aqui, não falo sobre aquelas perguntas de entrevista, pra você falar sobre pontos fortes e fracos, o que proponho é uma análise profunda sobre quem você é de verdade, quais suas preferência, motivações e paixões.

 

No melhor estilo: Por que você vive?

 

Ocupados com a vida corrida que assumimos desde o início da adolescência, nossa preocupação acaba voltada para a sobrevivência ou superação de desafios e etapas: escolher uma carreira, passar no vestibular, arrumar um bom emprego, conseguir se manter, comprar casa e carro, constituir família e assim seguir a vida com seus inúmeros desafios, deveres e compromissos.

 

Hoje, ainda temos mais um aliado para nos distanciar do autoconhecimento: o excesso de mídias e informações. Tudo nos leva ao mundo externo. Somos bombardeados o tempo todo pela oferta de tudo quanto é supérfluo mas que pode tornar nossa vida melhor – e com necessidade de trabalhar mais, ganhar mais para poder consumir… ainda mais.

 

Cobranças externas, comparações e competição também são elementos cruciais para nos distanciar de quem somos e do que gostamos.

 

 

Enquanto tentamos agradar aos outros ou nos encaixar num lugar que não é nosso, deixamos de viver a nossa vida de forma verdadeira, autêntica.

 

Como num jogo de quebra-cabeça, somos a peça da ponta tentando caber no meio. Não encaixa.

 

O autoconhecimento é fator determinante para fazer escolhas assertivas.

Saber quem você realmente é, do que gosta, onde quer chegar e porque faz o que faz (os motivadores) irá ajudá-lo não somente nos momentos de decisão, mas também a aumentar a qualidade de vida, melhorar os relacionamentos e otimizar os resultados.

 

Olhe pra sua vida, pra sua carreira, para os seus relacionamentos: O que você gostaria que fosse diferente ou melhor?

 

E tudo bem não ter a resposta exata sobre como gostaria que as coisas estivessem. Muitas vezes temos apenas a insatisfação, o incômodo sobre como as coisas estão mas não sabemos propor as mudanças.

É como se soubéssemos O QUE precisa ser mudado, mas buscamos nos livros e manuais da vida o COMO fazer, PRA ONDE ir… e a resposta está aí perto, dentro de você pra ser exato.

 

E como tirar estas camadas de sombras, máscaras, crenças e projeções e viver sua vida e carreira autêntica? Através do exercício contínuo do autoconhecimento, experimentando as possibilidades que a vida traz, aos poucos, para entender o que realmente faz sentido pra você.

 

 

3 aspectos fundamentais sobre autoconhecimento

Para você iniciar este mergulho em quem você e o que te trará real satisfação

 

Dedique-se a ser a sua melhor versão.

 

Pare de olhar para os pontos fracos e coloque sua energia no que você é bom. Não significa que você deva ignorar suas sombras e fraquezas, porém muitas vezes damos mais ênfase à elas e deixamos de potencializar o que realmente temos de melhor.

Acredite, será muito mais fácil, fluído e leve você agir com a sua melhor versão.

 

Quanto aos seus pontos fracos, observe e busque melhorá-los sempre que eles te impedirem de realizar algo ou de ter resultados melhores na sua vida e carreira. Crie o hábito de olhar para suas atividades e se perguntar: o que eu poderia ter feito melhor ou diferente, usando a seguinte frase “Eu também poderia ter feito x coisa”. Assim você irá estimular a melhoria, não a crítica.

 

Reflexão: O que você faz muito bem, sem dificuldade, preguiça ou cansaço?

 

 

Agimos mais pela dor do que pelo amor.

 

É necessário entender que o ser humano age para evitar a dor ou para buscar prazer. Porém, exatamente porque não queremos sofrimento, agimos mais pela dor do que pelo prazer de ter mais realizações. Temos muito mais iniciativa e ações para mudanças quando algo vai mal e procrastinamos na busca pelo prazer, quando tudo vai bem.

Se tudo está bem e eu tentar mudar algo, posso falhar. Falhar é sinônimo de dor, desconforto. Assim, muitas vezes evitamos começar algo novo.

 

Reflexão: Tente reconhecer suas dores e fraquezas. Comece percebendo o que te incomoda, o que te traz emoções negativas ou sentimentos de inferioridade.

 

 

As crenças tem papel fundamental sobre quem somos

As crenças são a nossa interpretação de fatos, estórias ou conversas.

Tudo o que vivenciamos, sentimos e ouvimos irá nos induzir a decisões e pré definições sobre o que é certo ou errado, bom ou mau, o que posso ou não posso, se sou capaz ou um fracasso. É a nossa interpretação sobre o mundo.

 

As crenças podem vir das nossas próprias experiências ou podem ser sociais, familiares, históricas. Acreditar em algo tanto pode nos limitar quanto fazer prosperar.

 

Eu dou força ao que acredito.

Assim, reconhecer as crenças que te limitam é fator fundamental para o autoconhecimento e para fazer escolhas assertivas.

 

Reflexão: O que você faz hoje apenas para agradar aos outros e o que não faz com medo do que os outros vão achar?

 

Neste artigo eu falo mais sobre Crenças Limitantes:

 Crenças limitantes: elas podem estar sabotando seus sonhos

 

 

As reflexões irão estimular você a pensar mais sobre suas ações, comportamentos, emoções: sobre você.

 

Autoconhecimento é músculo: exercite diariamente.

Este é o ponto de partida, começar a prestar atenção diariamente em você mesmo, sem cobranças, apenas buscando entender quais são as suas reais preferências, o que te motiva e te faz feliz, e o que você vem fazendo por obrigação ou simplesmente por não se dar conta de que havia opção melhor.

 

Conforme seguimos no processo contínuo de autoconhecimento, temos maior clareza sobre o que queremos de verdade e do que não abrimos mão. Isso te levará a ter menos medo de erros e mudanças, melhores resultados e a certeza de que está no caminho certo: o seu caminho.

 

Autoconhecimento é um desafio em que a disputa é com a gente mesmo, é tirar as máscaras, despir os personagens que criamos e seguir se descobrindo!

 

No dia 25 de Setembro realizei uma aula ao vivo sobre Autoconhecimento.

Assista aqui na íntegra:

 

Pra finalizar, seguem 3 poderosas reflexões que enviei ao final da aula: 

 

1) Olhe pra sua história. Do que você se arrepende e se pudesse voltar no tempo o que não repetiria?

 

2) Se não houvessem consequências ou dificuldades, o que você mudaria daqui pra frente em sua trajetória?

 

3) Como seria um dia fantástico para você, daqueles que você encerraria com sentimento de realização plena?

 

Feche os olhos, respire fundo e pense na sua vida. No que é maravilhoso e no que precisa de ajustes. E tudo bem não ter respostas prontas. Pense em como iniciar pequenas mudanças na sua vida para ir em direção da sua verdade.

 

***

 

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Mudanças para uma vida melhor

Mudanças, planejamento e resiliência. Para mim, os três elementos que nos ajudam a ter uma vida e carreira melhor. Palavras e ações constantes em minha vida.

Aqui estou eu, escrevendo este texto feliz e rodeada de caixas. Mais uma mudança pra minha lista.

 

Desta vez, mudança breve, próxima, no mesmo bairro, apenas de um apartamento para outro. Já morei em alguns lugares de Sul à Sudeste, já visitei outros tantos. Gosto do mundo, chego num lugar e logo me apaixono, me integro, sinto-me em pleno pertencimento ao local. Olho em volta e penso: poderia morar aqui.

 

Contabilizando rapidamente, esta é a minha vigésima mudança de endereço. Se eu falar de emprego, de cabelo, de gostos, de vontades… milhares de mudanças!

 

Sempre fui meio metamorfose, nunca me acostumei com as coisas mornas. Quero calor escaldante, de arder a alma e o coração ou o frio intenso que gele a espinha. Estou aqui pra viver intensamente, hoje.

 

Não nasci e nem me conformo com nada mais ou menos. Por isso, mudar não me traz sensação de trabalho. Me traz a emoção de novidade, me desligar de algo que eu já conhecia ou que eu não estava gostando, pra algo… novo!

 

Que pode ser melhor, pior ou igual. (É necessário deixar isso claro: nem toda mudança traz coisas melhores. Mas como saberemos? Testando.) Mas é novo.

 

Gosto da novidade, porém hoje tenho plena consciência de que gosto mesmo é de experimentar.

 

Eu não vivo simplesmente, eu saboreio a vida. Sou totalmente apaixonada por experimentar cada possibilidade que existe no mundo ou de inventar o que ainda não há.

 

Para manter essa minha paixão por novidades, mudanças e experimentos é necessário planejamento, adaptabilidade e resiliência.

 

 

São as 3 características essenciais de quem quer mudar qualquer coisa!

Na vida, na carreira, nos relacionamentos. 

 

Porque não dá pra sair por aí mudando tudo da noite pro dia: é preciso pesar prós e contras, analisar riscos, gastos e impactos – não só para mim, mas para todos envolvidos – e montar um plano de ação.

 

Agora, também não dá pra se agarrar na zona de conforto e não mudar nada, passar a vida toda do mesmo jeito, esperando o melhor momento, esperando estar pronto ou esperando alguém fazer algo por você.

 

Tudo é com a gente. Se você está incomodado com algo, comece pelo primeiro passo, com o planejamento.

 

 

Destas mudanças frequentes, de quem muda de casa, gosto ou opinião, deixo pra você 2 reflexões que podem te ajudar a ter clareza sobre por onde começar:

 

O que você precisa mudar.

O que está sem graça na sua vida, onde você precisa ter novos ares.

Uma forma de enxergar esses itens: liste tudo o que você vem fazendo da mesma forma, quais comportamentos ou ações você vem repetindo, sem ter resultados bons ou pior ainda: tendo resultados negativos!

Separe a lista em 4 pilares: Pessoal, Profissional, Familiar e Social.

Lista feita, comece uma mudança de cada vez.

 

O movimento é mais importante do que a pressa.

Do que você precisa desapegar.

Em toda mudança, um grande trabalho é encaixotar tudo, carregar e arrumar novamente. O que fui aprendendo, e que tem feito cada vez mais sentido na minha vida: desapegar.

 

E essa lição é pra vida. Quantas vezes estamos carregando pesos desnecessários. Então, mesmo que você não se mude fisicamente, exercite o desapego:

  • Na sua casa: tire roupas, sapatos, enfeites, livros que não usa mais e doe ou venda. Jogue fora ou arrume o que estiver quebrado, sem uso.
  • No trabalho: desapegue de tarefas que não são suas, de reclamações que não levam à lugar algum, de pessoas que não agregam, de comportamentos que impedem seu crescimento.
  • Nos relacionamentos: desapegue de pessoas que não te servem, mas desapegue também de emoções negativas: desapegue de ciúmes, da raiva, do egoísmo. Viva sua vida leve e deixe que os outros sigam leves também, não repasse sua bagagem e seus pesos para os outros.

 

Mude, que o mundo muda com você.

 

E se você, como eu, adora uma mudança, apenas um ponto de observação: o que te motiva à mudar. É a novidade em si, gostar de coisas novas e experimentos, como eu, ou é fuga, é buscar algo que te falta em coisas externas?

 

As vezes queremos mudar apenas para fugir de algo que não conseguimos resolver ou que não queremos ver, enfrentar. Cuidado.

 

Quando é assim, a pessoa muda de relacionamento e se relaciona na sequência com alguém igual, fica vivendo as mesmas situações. Muda de emprego e quando se dá conta estará fazendo as mesmas atividades e com as mesmas queixas no novo ambiente. Muda de casa e terá os mesmo problemas.

 

Porque não resolveu, não enfrentou.

 

Você se muda e o problema vai junto.

Você e suas sombras continuarão iguais, apenas num ambiente novo.

 

Mudar não significa apenas abandonar o velho e seguir para o novo, levamos pedaços fundamentais – quem a gente é! – para onde formos.

 

Então, vale arrumar primeiro a bagunça interna.

 

Tirar o pó das caixas que estão dentro da gente, que não usamos mais e que trazem peso à alma, ao coração e que podem estar aí tirando seu sono e causando medo de seguir em frente.

 

**

 

Se você quiser ler um pouco mais sobre como unir REALIZAÇÕES com RESPEITO AO SEU RITMO, te indico este artigo:  Do essencialismo ao desapego – Como reduzir o ritmo sem reduzir suas realizações

 

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Você enxerga a abundância que há no mundo ou vive na escassez?

Este final de semana estive em Cunha, interior de SP, e fui comprar shitake num pequeno produtor local, o Sr. Milton. Eu já havia estado na pequena propriedade rural dele uma única vez, levada pela minha amiga Gabriela Freire.

 

Chegamos e fomos muito bem recebidos pelo sr. Milton, com um sorriso nos lábios e uma serenidade em seu olhar profundamente azul e empático, mas que já veio se desculpando: “não tenho shitake, a produção está ruim por conta do frio”.

 

A minha cara foi de decepção, mas agradeci e já ia saindo, andando e me despedindo dele, quando veio a oferta: “não quer levar umas verduras da horta?”

 

Já houve tempos onde minha educação ou meu ego diriam não, obrigada.

 

Hoje, quando algo surge em meu caminho, estou aberta às possibilidades, aberta ao receber. Assim, respondi: claro que quero!

 

E lá fui eu, pra horta, seguindo o Sr. Milton, canivete na cintura e o mesmo sorriso de sempre. Colhemos alface, couve, azedinha, cebolinha, gengibre, batata doce. A cada item, ele olhava e me perguntava: Gosta desse? Eu respondia que sim…e ele feliz cortava e enchia uma sacola com suas verduras, legumes e hortaliças cheios de amor e vida.

 

No final, sacolas cheias e sorriso no rosto – meu e dele – pergunto quanto era.

 

E ele, de coração aberto, me diz: “nada, eu planto para eu comer e para oferecer pra quem chega, eu nunca conseguiria comer sozinho tudo o que eu plantei”.

 

Dou a ele o que eu tinha a oferecer naquele momento sem ser dinheiro: um abraço e muitas vibrações de amor e saúde. Fico já imaginando como retribuir, como trazer pra ele algum presente na próxima visita.

 

Sai de lá com o coração e a geladeira abastecidos. Feliz.

 

A Lei Sistêmica fala sobre o equilíbrio entre o dar e receber.

Se damos demais, podemos ficar sem. Primeiro eu me abasteço, vejo o que realmente preciso e o que posso compartilhar. E dou. E se eu apenas recebo, pode chegar o momento em que meu “recipiente” fique cheio demais, que não caiba mais nada, como se eu não tivesse mais espaço para aceitar coisas novas que venham. É preciso dar e receber o tempo todo, nos permitindo encher e esvaziar de tudo o que há.

 

Quando nos vemos sozinhos e com medo de algo nos faltar, corremos o risco de não enxergar essa abundância toda que existe no universo, podemos não ver que existe tudo em quantidade suficiente pra todos, se cada um souber usar somente a sua parte, sem desperdício, sem ganância.

 

Imagine que você esteja sozinho em casa e tenha apenas 1 quilo de arroz no armário. Nada mais. Você pode ter medo de passar fome ou se sentir infeliz por não ter opções diferentes, sentir que algo te falta.

 

Agora, pense que você pode chamar mais pessoas para repartir o seu alimento. E sim, pode faltar ainda mais! Agora, pense que se cada um trouxer o que tiver em casa, de repente, chega alguém com batatas, outro com alface, outro com feijão, logo vemos uma abóbora.

 

Um almoço farto e feliz se fará, onde antes havia apenas arroz, medo e tristeza. Todos comerão, bem e fartamente. Se bobear, vai sobrar pra levar marmita pra casa.

 

Cadê a falta, cadê a escassez?  

 

Estava no medo. De que não teria mais nada.

De que se não dividisse ficaria com menos, de que o que tinha não daria, não seria suficiente.

 

Não foi esse o pensamento do sr. Milton ao dividir comigo os produtos da sua horta. Ele não acha que vai faltar. Ele carrega no coração a certeza de que se ele continuar fazendo a sua parte, todo dia é dia de colheita.

 

Meus produtos, em abundância, eu dividi com mais 2 pessoas, e cheguei em casa assim em plena abundância e feliz.

 

Se quiser ler mais um texto sobre este tema, veja este aqui:

A sua mentalidade é de abundância ou de escassez?

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Desafios: a motivação que nos impulsiona à superação!

Foi-se o tempo em que as empresas pagavam bons salários e com isso mantinham seus profissionais engajados, motivados – e no emprego!

Pertencemos (ou assistimos) a uma geração profissional que quer sempre mais: queremos ser melhores, ter mais conquistas, adquirir novos conhecimentos, testar nossas habilidades. E não será fazendo a mesma coisa por anos que isso vai acontecer.

Diferente da maioria dos profissionais das gerações Baby Boomer e X, os profissionais das novas gerações, os Y, Z e os Milennials, estão sempre em busca de novidades.

Para estes, ficar mais do que 2 ou 3 anos aguardando um novo projeto, promoção ou desafio pode ser a morte! O mesmo ritmo acelerado que estes impõem à suas vidas e rotinas também é aplicado no dia a dia dentro das empresas. É preciso crescer, e não somente no cargo e no salário – nos conhecimentos e nas experiências!

Muitos profissionais, mesmo com excelentes salários e um belo pacote de benefícios, acabam ficando insatisfeitos, trocando de emprego, preferindo outro onde talvez nem sejam tão bem remunerados em troca de novos desafios!

 

Você faz parte deste time, sente que pode fazer mais do que faz hoje?

Na Psicologia Positiva, na área organizacional, estudamos muito sobre a teoria de Flow, que seria o estado onde uma pessoa está executando algo em seu desempenho máximo, com menor esforço e alta concentração (é bem mais complexo do que isso, aqui só resumi a teoria!).

Uma das questões principais para haver o FLOW é o equilíbrio entre desafios e habilidades.

Se o desafio for menor do que a habilidade adquirida, logo a pessoa ficará entediada, desmotivada. Pela teoria, temos que ir aumentando o desafio conforme aumenta-se e estimulam-se as habilidades.

 

É fácil entender isso quando olhamos para uma criança brincando, montando um quebra cabeças por exemplo. Ela iniciará com um de 10 peças e achará difícil, em breve mudará para um de 50 peças, quando você se der conta ela estará montando um de 1000 peças.

Quando ela chegar ao de mil peças, tente fazê-la voltar ao de 10 peças e ficar animada montando ele! Difícil, hein!

 

É isso que acontece em nossa vida, depois que aprendemos algo, fica fácil, queremos mais!

Os desafios são assim tão importantes na carreira?

Sim, não só na carreira como na vida! Porém, precisamos entender que cada pessoa tem momentos, necessidades e motivadores diferentes.

E essa questão – o que nos motiva – é fundamental para entendermos a nós, nossa equipe, nosso líder.

Motivador é tudo aquilo que impulsiona. O empurrão necessário para fazer algo. Seria o porquê de você trabalhar, qual a recompensa que você busca através da sua atuação profissional.

 

A motivação pode ser: financeira, aprendizado, reconhecimento, segurança, missão, entre outras. As principais motivações que estimulam a busca por novos desafios são as 3 primeiras, onde a pessoa entende que o desafio a impulsionará a ter um diferencial, algo a mais.

Assim, entendemos que nem todo mundo busca desafios, existem pessoas que se acomodam e preferem fazer as mesmas atividades, executar a mesma função, e de preferência no mesmo ambiente; estas pessoas em geral tem como motivação a segurança.

Também existem aquelas profissões em que é necessário um aprendizado mais específico e de longo prazo e essa migração de áreas e tarefas não iria favorecer a especialização, então é bom ter gente fazendo o seu melhor, no mesmo lugar.

 

 

Se desafiar envolve ampliar suas habilidades, aprender, arriscar, mudar.

 

Mas também pode haver o desafio de permanecer onde está, suportar e carregar o fardo pelo tempo necessário – pra você, pra empresa, pro projeto.

 

As mudanças podem trazer o medo como companheiro – Como se libertar dele?

Na área de materiais gratuitos preparei um material sobre COMO DESBLOQUEAR OS MEDOS

 

 

E quais os principais motivos que levam as pessoas a buscarem novos desafios?

 

Superação – a vontade de crescer, de superar limites, de se desafiar a ir além. Ao participar de um trabalho desafiador a pessoa sente que cresce tanto pessoal quanto profissionalmente.

 

Reconhecimento – em primeiro lugar pelo simples fato de ser escolhido ou convidado para determinado cargo, o que já demonstra que alguém o valorizou, identificou seu potencial, aumentando sua autoconfiança. Num segundo momento, pelo círculo social, familiar e profissional. Quem não se sente bem ao receber os parabéns por uma conquista?

 

Responsabilidade – Uma vez escolhido para fazer algo maior, vem a responsabilidade pela entrega. Se acreditaram que vou dar conta, tenho que usar todos os meus conhecimentos e habilidades para entregar o meu melhor.

Partindo deste princípio, o profissional irá aplicar todos os conhecimentos que possui e buscar se desenvolver e se qualificar naquilo que ainda não domina. É uma excelente oportunidade para novos aprendizados.

 

Prática Um profissional que busca constantemente estar atualizado nem sempre consegue colocar em prática os conteúdos teóricos que vem adquirindo. Uma mudança representa a oportunidade de aplicar estes conhecimentos, transformando-se num profissional mais maduro e bem preparado, aliando o conhecimento com a experiência.

 

Novas Experiências – As experiências podem ser quanto às tarefas a serem realizadas, às interfaces, os novos colegas ou chefes, novas tecnologias. Tanto faz!

O que vale é que novas experiências ampliam o repertório profissional, aumentando a sua empregabilidade e engordando o seu portfólio. Quem busca crescimento de carreira com certeza está ávido por desafios!

 

  Você se identificou com estes aspectos, está pronto para mudar?

 

E qual foi a última vez em que você se desafiou ou foi desafiado a fazer algo novo?

Se as oportunidades não estão aparecendo e você sente que precisa e pode mais, trate de correr atrás delas. 

 

É nosso papel assumir a carreira, fazer um bom planejamento e dar os passos necessários na direção do que nos trará realizações.

 

Mas se você não sente esta necessidade de novidade, de desafios, não se apavore!! Algumas pessoas tem a necessidade de permanecerem firmes onde estão – e isso faz bem para elas e para as empresas – mas este já é tema de um próximo texto!

 

 

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