Os melhores filmes da Netflix para sua carreira

É possível unir descanso e desenvolvimento. Separei os melhores filmes da Netflix para quem deseja novas visões de mundo e evoluir na carreira e negócios.

Separei uma lista com os melhores filmes da Netflix (e algumas séries) para você abrir a cabeça para novos conhecimentos e visões de mundo – sem sair do sofá.

Brené Brown: The call to courage

O que é preciso para trocar o conforto pela coragem em uma cultura definida pela escassez, pelo medo e pelas incertezas? 

 

Free The Mind

Um estudo sobre como a yoga e a meditação amenizam o sofrimento de uma criança ansiosa e de veteranos de guerra com estresse pós-traumático.
Indico pra quem está começando a meditar ou precisa aprender a relaxar

 

Minimalism

Um documentário sobre o que realmente é importante e o que podemos reduzir da nossa vida, sem perdas. Não consegui reduzir minha casa a 10m2, mas fiz grandes mudanças e as reflexões são pirantes!!

 

As 7 leis Espirituais do Sucesso

Deepak Chopra compartilha sua visão sobre o sucesso, num documentário baseado em seu best-seller. Spoiller bom:  material e espiritual andam de mãos dadas e você não precisa abrir mão de nenhum dos dois. 

 

O Método Kominsky

Qual a hora de se aposentar? Como sobreviver quando a “glória” pelos nossos feitos ficam no passado? Uma série dramática com pitadas de humor ácido que fala sobre uma fase em que todos nós chegaremos: a terceira idade e o conflito entre continuar ativo e dar conta do recado.

Bem-vindo a Marly-Gomont

Um destes filmes escondidos na plataforma. Um médico do Congo se muda com a família para a França, fugindo da ditadura que assola seu país. Adaptação da família, construção de uma carreira e muitos conflitos e preconceitos. Até que ponto vale a pena sacrificar a família pela carreira?

O menino que descobriu o vento

Um filme baseado em fatos reais, que conta a história de um menino que enxerga a possibilidade de construir uma turbina eólica – e erradicar a fome do seu vilarejo.  Você acredita em seus sonhos e batalha para realizá-los?

 

Até o último homem

Um socorrista do exército americano se recusa a matar, em plena guerra. Porém, consegue mostrar seu valor e vencer todos os questionamentos, se mostrando peça fundamental no time. Você mantém seu propósito e usa seus talentos, mesmo quando pressionado?

 

Billions

Uma série sobre o mundo dos negócios, ambientado no mercado financeiro americano, as questões ficam entre o que é ético, moral ou possível no mundo dos negócios. Qual a linha que separa ética e resultados?

 

A Grande Aposta

Um filme baseado em fatos reais em que investidores e especuladores financeiros pretendem obter lucros acima do normal com a crise imobiliária que acometeu os Estados Unidos — apesar dos estragos que causa na vida das pessoas. 
Vale a pena ganhar muito enquanto os outros perdem tudo?

 

 

Negócio das Arábias

Um empresário americano falido e com problemas pessoais tenta mudar o jogo oferecendo um contrato para uma empresa na Arábia Saudita, que pode ser a sua salvação.
No caminho ele tem aprendizados que nunca imaginou. 

 

A rede social

Um drama biográfico que fala sobre a ascensão de Mark Zuckerberg e a criação do Facebook.
Vale a pena assistir e pensar em suas posturas profissionais. 

 

Se você quer saber mais sobre mudanças no mundo e na carreira, leia este artigo.

Conspiração e Poder

Um drama baseado em fatos reais que custou o emprego da jornalista e do âncora principais de uma grande emissora americana. 
Fala sobre lutarmos pelo que é certo – mesmo quando isso não é o interesse de todos.

House of Cards

Mais uma série. Aborda o mundo político, com o enredo misturando ganhos e consequências da luta pelo poder. Até onde vale a pena?
Traz muitas histórias e situações similares ao que vemos no mundo corporativo.

 

Happy

Uma busca pelo segredo da felicidade. A felicidade e o bem-estar vêm sendo alvo de estudos que revelaram descobertas surpreendentes. Conheça exemplos de pessoas do mundo todo que são consideradas felizes – o que elas tem e fazem pra isso? 

 

Divertidamente

Põe as crianças junto no sofá e finge que a sessão pipoca é pra elas – mas no fim, este desenho é para adultos!
Ele aborda nossos sentimentos e a dificuldade que temos para enxergar o valor de todos, bons e ruins, e a luta para mantermos a alegria no comando! 

 

E você, indica mais algum?

 

 Nós não somos a Netflix, mas também temos vídeos legais! Indico dois vídeos sobre carreira:

 

 
Ps – não temos vinculo nenhum com a Netflix ou com os títulos mencionados acima, são apenas indicações pessoais da autora do post, Lilian Sanches, com temas que assisti e achei interessante.
 
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6 dicas para ser mais produtivo trabalhando em home office

trabalhar em home office

Trabalhar em home office é o sonho de muita gente.  Novas profissões, flexibilização da jornada de trabalho, busca de maior qualidade de vida – incluindo a fuga de passar horas no trânsito das grandes cidades, facilidade tecnológica, redução dos custos fixos. Não importa o motivo.

A questão é que o trabalho remoto é uma opção crescente entre profissionais e empresas.

 

Se até pouco tempo atrás o trabalho remoto era mais aplicável a profissionais autônomos ou de áreas como vendas e suporte técnico, hoje, em muitas empresas tradicionais, a possibilidade do trabalho remoto já é uma realidade em diversas áreas.

 

 

Para as empresas, economia financeira, sustentabilidade e concessão da condição como benefício aos funcionários são as principais questões avaliadas para implantação da modalidade de trabalho.  (No final do artigo eu trago informações sobre como as empresas podem se adequar a este formato)

 

O aumento de resultados acaba sendo visto como consequência.

 

Porém, para muitos profissionais trabalhar em home office acaba sendo muito mais produtivo.

 

Se esse não é o seu caso – se você ainda se sente improdutivo, tem muitas interrupções ou “se perde” nas atividades, este texto e as dicas que selecionei são para você.

Home Office na vida real

 

Eu trabalho a pouco mais de 3 anos em home office, cerca de 80% da minha semana em casa. Hoje tenho um espaço reservado para isso, mas nem sempre foi assim.

 

Quem se lembra do repórter da BBC, que estava ao vivo no ar, falando direto de seu espaço de home office e de repente as crianças entram correndo  na sala?

 

 

Isso se chama: vida real!

 

Pode conversar com quem trabalha em casa: todo mundo terá uma história tragicômica para contar (se você tiver, me conte! Editarei o artigo aos poucos, incluindo as melhores histórias!)

 

Eu já tive minhas cachorras latindo, com direito ao cachorro do meu cliente responder do outro lado da vídeo conferência.

 

 

Numa transmissão ao vivo inclusive, com cerca de 100 pessoas assistindo, uma delas resolveu “aparecer” e ficou subindo no sofá, por trás de onde eu estava sentada – e acabou saindo em todos os vídeos.

 

Também já aconteceu de acabar a luz no meio de teleconferências. E ter interrupção do sinal da internet naquele momento em que eu precisava entregar um relatório.

Em todas as situações, sempre agi com naturalidade: simplesmente expliquei a situação.  Sinceridade nestas horas funciona melhor do que cara de pânico ou fingir que nada está acontecendo.

 

Explico a situação e numa próxima analiso se tem algo a ser melhorado. Este é o processo básico para evoluirmos em qualquer quesito: não se cobrar e sim, analisar possibilidades de melhoria. Além do que, pedir desculpas não mata ninguém.

 

Outra situação comum: as pessoas ao redor acharem que você não está trabalhando. Filhos, amigos, vizinhos. Ao iniciar o trabalho em home office é comum as pessoas acharem que você está disponível para qualquer coisa.

 

Inclusive muitas vezes você mesmo esquecerá do trabalho e começará a arrumar as gavetas do guarda-roupas, mesmo tendo uma entrega urgente.

Então, se temos dificuldades, bora falar das facilidades!

 

trabalhar em home office

Dicas para ter uma melhor experiência e performance ao trabalhar em home office:

 

#1  Organize-se

 

Disciplina e foco farão toda diferença. São comportamentos que temos condição de desenvolver e aprimorar (foco para mim sempre foi desafiador!).

 

Muita gente imagina que irá trabalhar menos em home office. A grande realidade é que muitas vezes acabamos trabalhando mais! Trabalho acumulado, demandas inesperadas, infraestrutura que não funciona quando você mais precisa!

 

Saiba definir prioridades, ter clareza sobre as entregas e demandas previstas e utilize ferramentas de apoio.

 

Os apps que eu mais uso:

  • Evernote para organizar ideias, inclusive para anotar em áudio ideias para próximos textos;
  • Trello para organizar as demandas e tarefas da equipe (todos trabalham de forma remota);
  • Ferramentas do Google – Agenda e Drive são os que mais uso. Assim, integro tudo – compromissos e arquivos, e minha equipe consegue acompanhar a distância.
  • Zoom – para conversas online. Ele traz facilidades como o uso até 100 pessoas, quadro branco e gravação da reunião.

 

Todos funcionam no notebook e no celular simultaneamente, assim, de onde você estiver terá acesso. (não é propaganda, não ganhei nenhum centavo, são os que realmente uso)

 

#2  Planeje-se

 

Como citei, utilizo o Trello para gerenciamento dos projetos e tarefas. Porém estabeleci em minha rotina um hábito que me tornou extremamente produtiva e focada:

 

Planejamento Semanal e Metas diárias.

 

Como funciona na prática:

 

  • Uma vez na semana (eu faço isso no domingo) olho para meus resultados esperados e tarefas do mês.

 

  • Defino o que farei nesta semana para conseguir evoluir ao máximo: de entregas a tarefas, a prioridade é definida ali.

 

  • Elenco estas prioridades em ordem de importância para meus resultados, sempre começo executando a mais importante / prioritária.

 

  • Todos os dias pela manhã faço meu checklist do dia, avaliando o que já cumpri, o que falta fazer e novas demandas que aparecem no meio do caminho.

 

  • Não “me deixo interromper” enquanto não cumpro a meta do dia

 

Também é muito importante você planejar as demais atividades: das compras de casa à atividades e recursos que precise de terceiros, junto com as suas atividades de trabalho. É comum, principalmente no começo, subdimensionar o tempo gasto nas atividades e ser interrompido por questões não planejadas. Aos poucos você terá melhor noção e controle.

 

Neste artigo eu falo sobre prioridade e planejamento

 

#3  Cuide do seu tempo

 

Não fique acessível 24h por dia. Trabalhando remoto você pode ser acionado via whatsapp, telefone, e-mail e mais as notificações dos sistemas e aplicativos que utilizar. Acabamos perdendo muito tempo com isso. O que sugiro é que você intercale tempos de respostas /  contatos com o tempo em que foca no que precisa fazer.

 

Também é muito importante fazer pausas. É comum pessoas que trabalham remoto ficarem o dia todo em frente ao computador e não verem literalmente a cor do dia. Levante, faça pausas rápidas, espreguice. Eu costumo sair pra almoçar ou tomar um café fora, inclusive.

 

Uma técnica incrível para essa administração do tempo que eu utilizo é o POMODORO.

 

A Técnica Pomodoro é um método de gerenciamento de tempo desenvolvido por Francesco Cirillo no final dos anos 1980. A técnica consiste na utilização de um cronômetro para dividir o trabalho em períodos de 25 minutos, separados por breves intervalos

 

Passo-a-passo

  • Escolher e listar as tarefas a serem executadas;
  • Ajustar o cronômetro para o tempo desejado (geralmente 25 minutos);
  • Escolher a tarefa inicial;
  • Trabalhar na tarefa escolhida até que o alarme toque. Se alguma distração importante surgir, anotá-la e voltar o foco imediatamente de volta à tarefa;
  • Quando o alarme tocar, marcar um “x” na lista de tarefas;
  • Se houver menos de 4 marcações, fazer uma pausa curta (3-5 minutos);
  • Se houver quatro pomodoros marcado, fazer uma pausa mais longa (15-30 minutos), zerando a contagem de marcações e retornando ao passo 1.

 

As etapas de planejamento, controle de tempo, gravação de registros e visualização são fundamentais para a técnica.

 

Na fase de planejamento de tarefas, são priorizados os itens que devem ser feitos no dia. Isso permite que os usuários possam estimar as tarefas que exigem maior esforço. Como cada pomodoro refere-se a um período indivisível de 25 minutos, que deve ser registrado na lista, é possível fazer uma auto-observação de como o tempo é gasto.

 

Um objetivo essencial da técnica é reduzir o tempo das interrupções, adiando outras atividades que interrompam o pomodoro.

 

(fonte sobre Pomodoro: wikipedia)

trabalhar em home office

 

#4  Delimite e organize seu espaço

Quem começa a trabalhar em casa sofre com a invasão ou perda do espaço e da agenda, principalmente quando não vive sozinho.

 

Filhos e família podem não considerar que você está em casa trabalhando, por isso, é fundamental ter o espaço de trabalho bem definido.

 

Se possível, tenha uma mesa /  cantinho para seu uso.

 

Se isto não for possível e você acabar trabalhando na mesa da sala, tenha o seu kit de trabalho, com todas as suas coisas dentro. Ao iniciar seu dia, organize seu espaço.

 

Também é importante informar as pessoas que convivem com você sobre o trabalho que você realiza e qual apoio precisa deles para tudo fluir bem. Eu fiz “acordos” em casa, como por exemplo: porta fechada significa “não interrompa”. Quando estou em vídeo conferência ou preciso ter mais foco, fecho a porta!

Livre-se ao máximo dos papéis. Quanto mais a sua vida estiver no mundo online, mais simples e leve ficará o seu dia a dia e mais fácil ficará pra você se adaptar a um novo lugar de trabalho quando necessário. Lembre-se também de ter backup de tudo!

 

#5  Você é um profissional, apenas num novo ambiente

 

Mesmo que você passe o dia todo de pijama e atenda as pessoas por chat, saiba: você precisa se lembrar que está a trabalho.

 

Preocupe-se com a imagem e credibilidade que transmite. Da qualidade da internet, das ferramentas e documentos que entrega, à sua imagem pessoal, tudo influenciará numa questão importante: seu ânimo, motivação e imagem profissional.

 

Muita gente começa a trabalhar de forma remota e se isola ou fica “desleixado”, para de se preocupar em se apresentar, em se cuidar, em se atualizar.

 

Fora cuidar de você, cuide do ambiente. Trabalhar num ambiente agradável irá afetar diretamente na sua produtividade e bem estar.

 

#6  Mantenha, cultive e crie relacionamentos

 

Cuidado para não se “apagar do mundo”, afinal já diria a famosa frase: Quem não é visto não é lembrado.

Estabelecer bons contatos, manter os relacionamentos e criar novas oportunidades de conhecer gente é fundamental.

 

Inclua em sua rotina participar de eventos presenciais, marcar compromissos com seus colegas de trabalho e frequente ambientes de trabalho colaborativos – existem muitos escritórios abertos, coworkings e cafés onde profissionais e encontram.

 

São espaços de trocas valiosas e excelente networking.

 

Depois de quase dois anos de trabalho remoto o que eu mais sentia falta era de gente de carne e osso! Ir alguns dias para um coworking foi a solução ideal, hoje isso agrega muito para meu trabalho e motivação. 

 

Para ter bons resultados e entrosamento, escolha um lugar em que haja sinergia com os profissionais que frequentam o espaço.  

 

Trabalhar remoto não necessariamente significa trabalhar apenas de casa.

trabalhar em home office

O Jornal a Folha de São Paulo publicou uma matéria em fevereiro/2018 onde fala sobre as vantagens para as empresas em utilizar a modalidade de home office e fala sobre as mudanças ocorridas na legislação trabalhista, que hoje já permite e regulamenta este tipo de trabalho, inclusive sobre as regras para custeio da infraestrutura.

Os principais pontos da relação empresa x funcionário são:

  • Deve constar no contrato quem vai arcar com os custos de infraestrutura e equipamentos necessários para a atividade, como internet e computador. Estes custos são negociáveis.
  • Não se computa e não há limite para a jornada de trabalho, o trabalho é por produtividade.
  • Os benefícios permanecem os mesmos, exceto vale transporte. O Vale refeição continua sendo devido, caso faça parte do pacote de benefícios (quem trabalha em casa também almoça, certo?).
  • Sobre acidentes, a empresa deve instruir o funcionário sobre como evitar acidentes de trabalho e fazê-lo assinar um termo de responsabilidade. Em caso de acidente, a empresa pode alegar que não tem como saber se ele trabalhava no momento. (ex: a pessoa tropeçou na cozinha de casa e se machucou. Como saber se naquele momento estava trabalhando? Impossível).

 

E aí, como é para você trabalhar em home office? Tem histórias, dicas ou dúvidas? Me escreva!

 

Se você precisa identificar e desenvolver seus comportamentos para ter melhores resultados,  um processo de coaching com acompanhamento individual irá te ajudar. Clique aqui e saiba mais.

 

 

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Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

Tomar a decisão sobre fazer uma transição de carreira, mudar todo o seu estilo de vida, já não é nada fácil.

 

Abordo muito as etapas sobre o melhor momento da transição ou como fazer a transição em meus vídeos e artigos, talvez você já tenha lido eles e definido seu plano de ação, sua nova vida.

 

 

Se esta etapa já não é fácil – e o medo pode aqui te sabotar, impedindo que você avance e mude de vida e carreira –  não ache que será mais simples depois que você tiver mudado.

 

Eu sempre faço a analogia da carreira versus casamento. Quem casou, tinha certeza absoluta, todos os segundos da vida, de que foi a melhor decisão? Provavelmente não..rs.

Sempre temos os “e se” em nossa cabeça. E se não der certo, e se tivesse feito outra coisa, de outra forma, e se visse outras opções primeiro…

 

E se, nos mostra possibilidades. Mas chega uma hora em que temos que fazer uma escolha.

Só vence quem arrisca.

 

 

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

 

 

Assim como no casamento, por uma soma de fatores: ambições, sonhos, valores, ideais, etc. , resolvemos que a lista de prós é maior do que a lista de contras e é hora de dar este passo.

 

Passo dado, mesmo com muito amor e boa vontade, teremos dias não tão legais pela frente. Dias de dúvida sobre o que fizemos, se tem outro jeito, se é assim mesmo.

 

Acreditar no que você quer e enxergar o pote de ouro no final do arco-íris, fará com que você tenha mais ânimo para enfrentar a jornada.

 

Ter um mapa de ação bem desenhado ajudará no dia a dia, na execução.  Neste artigo falo sobre como planejar e mudar de carreira

 

Mas são 3 os fatores que realmente farão diferença total para você se manter firme em seu propósito, e é sobre eles que irei abordar.

 

1) De olho nas finanças

 

Por mais que o planejamento financeiro tenha sido bem realizado antes da transição, ao fazer a mudança e ver na prática o dinheiro saindo mais do que deveria ou entrando menos do que o esperado, somado à uma provável instabilidade financeira, ocasionará calafrios e pode levar à desistência.

 

Rever sempre suas finanças, ajustar entradas e saídas, é o primeiro passo, fundamental e necessário para toda transição. Acostume-se a olhar para o seu bolso e tomar ações de correção sempre que necessário.

 

Ter uma fonte de renda alternativa (um plano C, D) que auxilie nas entradas, ao menos no primeiro momento, irá também ajudar muito.

 

Nesta conversa com a Lucia Stradiotti falamos sobre este tema:

 

 

2) Mude rápido

 

Ajustes são necessários sempre. Nenhum plano de ação ou plano de negócios se mantém de pé depois que o plano entra em execução.

 

É necessário, testar, aprender, ajustar.

 

E quanto maior a velocidade com que você fizer estes ajustes, mais rapidamente seu plano se mantém, refletindo nos resultados e na sua motivação para continuar o projeto.

 

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

 

 

3) Mantenha-se motivado

 

Motivação é igual banho, precisa ser renovado todo dia, você já deve ter ouvido esta frase. Mas acredite, quando estamos sob pressão, é muito fácil deixar que o desânimo e os pensamentos negativos tomem conta da situação.

 

Para que a motivação seja reforçada, não adianta ficar repetindo frases motivacionais ou se entupindo de livros e palestras de autoajuda. Estes serão materiais de apoio, mas será na prática, no dia a dia, que você precisará colocar sua motivação à prova.

 

O que eu recomendo:

 

Mudança real de mindset: quando você se habitua a olhar o que acontece como aprendizado e a enxergar o propósito em suas ações e seus reflexos, fica muito mais simples ser positivo. Não é algo simples, mas é possível trabalhar o que chamamos de Mindset de crescimento, muito bem abordado no livro Mindset da autora Carol Dwek.

 

Rede de Apoio: contar com pessoas que tenham o mesmo propósito que o seu, que acreditam no que você quer realizar, que te incentivam, mas que ao mesmo tempo te ajudam a corrigir a rota, dão feedbacks duros e necessários para o ajuste do projeto e que te desafiam a ir além.

Muitas vezes precisamos ir em busca de mentores, pessoas mais preparadas e que realmente irão ajudar na construção do seu sonho.

 

 A mentoria é um caminho que ajuda a acelerar resultados e mindset.

 

Saiba mais sobre mentoria para coaches ou para empreendedores.

 

Transição de Carreira: como não desistir depois do primeiro passo

Transição de Carreira: a disciplina é o que manterá você e o seu sonho de pé.

A disciplina constrói a consistência necessária. A consistência constrói os Resultados. Os resultados nos dão mais motivação. E assim, temos mais disciplina para continuar gerando consistência, resultados, motivação.

 

 

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Em busca de desafios: a motivação que nos impulsiona

Você conhece alguém que pediu demissão e foi em busca de desafios? 

 

Foi-se o tempo em que as empresas pagavam bons salários e com isso mantinham seus profissionais engajados, motivados – e no emprego!

 

Pertencemos (ou assistimos) a uma geração profissional que quer sempre mais: queremos ser melhores, ter mais conquistas, adquirir novos conhecimentos, testar nossas habilidades.

 

E não será fazendo a mesma coisa por anos que isso vai acontecer.

 

Diferente da maioria dos profissionais das gerações Baby Boomer e X, os profissionais das novas gerações, os Y, Z e os Milennials, estão sempre em busca de novidades.

 

Para estes, ficar mais do que 2 ou 3 anos aguardando um novo projeto, promoção ou desafio pode ser a morte! O mesmo ritmo acelerado que estes impõem à suas vidas e rotinas também é aplicado no dia a dia dentro das empresas.

 

É preciso crescer, e não somente no cargo e no salário – nos conhecimentos e nas experiências!

 

Muitos profissionais, mesmo com excelentes salários e um belo pacote de benefícios, acabam ficando insatisfeitos, trocando de emprego, preferindo outro onde talvez nem sejam tão bem remunerado.

 

Porque querem ir em busca de desafios!

 

 

Você faz parte deste time, sente que pode fazer mais do que faz hoje?

Na Psicologia Positiva, na área organizacional, estudamos muito sobre a teoria de Flow, que seria o estado onde uma pessoa está executando algo em seu desempenho máximo, com menor esforço e alta concentração (é bem mais complexo do que isso, aqui só resumi a teoria!).

 

Uma das questões principais para haver o FLOW é o equilíbrio entre desafios e habilidades.

 

Se o desafio for menor do que a habilidade adquirida, logo a pessoa ficará entediada, desmotivada. Pela teoria, temos que ir aumentando o desafio conforme aumenta-se e estimulam-se as habilidades.

 

 

É fácil entender isso quando olhamos para uma criança brincando, montando um quebra cabeças por exemplo.

Ela iniciará com um de 10 peças e achará difícil, em breve mudará para um de 50 peças, quando você se der conta ela estará montando um de 1000 peças.

 

Quando ela chegar ao de mil peças, tente fazê-la voltar ao de 10 peças e ficar animada montando ele! Difícil, hein!

 

 

É isso que acontece em nossa vida, depois que aprendemos algo, fica fácil, queremos mais!

 

Os desafios são assim tão importantes na carreira?

 

Sim, não só na carreira como na vida! Porém, precisamos entender que cada pessoa tem momentos, necessidades e motivadores diferentes.

 

E essa questão – o que nos motiva – é fundamental para entendermos a nós, nossa equipe, nosso líder.

 

Motivador é tudo aquilo que impulsiona. O empurrão necessário para fazer algo. Seria o porquê de você trabalhar, qual a recompensa que você busca através da sua atuação profissional.

 

 

A motivação pode ser: financeira, aprendizado, reconhecimento, segurança, missão, entre outras.

 

As principais motivações que estimulam a busca por novos desafios são as 3 primeiras, onde a pessoa entende que o desafio a impulsionará a ter um diferencial, algo a mais.

 

Assim, entendemos que nem todo mundo busca desafios, existem pessoas que se acomodam e preferem fazer as mesmas atividades, executar a mesma função, e de preferência no mesmo ambiente; estas pessoas em geral tem como motivação a segurança.

 

Também existem aquelas profissões em que é necessário um aprendizado mais específico e de longo prazo e essa migração de áreas e tarefas não iria favorecer a especialização, então é bom ter gente fazendo o seu melhor, no mesmo lugar.

 

 

Se desafiar envolve ampliar suas habilidades, aprender, arriscar, mudar.

 

Mas também pode haver o desafio de permanecer onde está, suportar e carregar o fardo pelo tempo necessário – pra você, pra empresa, pro projeto.

Afinal, existem vários tipos de busca de desafios.

 

Preparei uma material sobre transição de carreira.

Se você tem dúvidas se está no lugar certo, acesse.

 

E quais os principais motivos que levam as pessoas a buscarem novos desafios?

 

 

Superação – a vontade de crescer, de superar limites, de se desafiar a ir além. Ao participar de um trabalho desafiador a pessoa sente que cresce tanto pessoal quanto profissionalmente.

 

Reconhecimento – em primeiro lugar pelo simples fato de ser escolhido ou convidado para determinado cargo, o que já demonstra que alguém o valorizou, identificou seu potencial, aumentando sua autoconfiança.

 

Num segundo momento, pelo círculo social, familiar e profissional. Quem não se sente bem ao receber os parabéns por uma conquista?

 

Responsabilidade – Uma vez escolhido para fazer algo maior, vem a responsabilidade pela entrega. Se acreditaram que vou dar conta, tenho que usar todos os meus conhecimentos e habilidades para entregar o meu melhor.

Partindo deste princípio, o profissional irá aplicar todos os conhecimentos que possui e buscar se desenvolver e se qualificar naquilo que ainda não domina. É uma excelente oportunidade para novos aprendizados.

 

Prática Um profissional que busca constantemente estar atualizado nem sempre consegue colocar em prática os conteúdos teóricos que vem adquirindo.

Uma mudança representa a oportunidade de aplicar estes conhecimentos, transformando-se num profissional mais maduro e bem preparado, aliando o conhecimento com a experiência.

 

Novas Experiências – As experiências podem ser quanto às tarefas a serem realizadas, às interfaces, os novos colegas ou chefes, novas tecnologias. Tanto faz!

O que vale é que novas experiências ampliam o repertório profissional, aumentando a sua empregabilidade e engordando o seu portfólio.

Quem busca crescimento de carreira com certeza está ávido por desafios!

 

  Você se identificou com estes aspectos, está pronto para mudar?

 

E qual foi a última vez em que você se desafiou ou foi desafiado a fazer algo novo?

 

Se as oportunidades não estão aparecendo e você sente que precisa e pode mais, trate de correr atrás delas. 

 

É nosso papel assumir a carreira, fazer um bom planejamento e dar os passos necessários na direção do que nos trará realizações.

Saiba como podemos ajudar você a evoluir profissionalmente.

 

Mas se você não sente esta necessidade de novidade, de desafios, não se apavore!!

 

Algumas pessoas tem a necessidade de permanecerem firmes onde estão – e isso faz bem para elas e para as empresas – mas este já é tema de um próximo texto!

 

 

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Você é um homem ou um saco de batatas?

Essa antiga expressão, usada pelos nossos avós, trazia a seguinte mensagem:

  • Você vai assumir a sua vida, as suas responsabilidades, ou vai ficar num canto, esperando que alguém te tire de onde está e te coloque onde ele desejar?

 

Infelizmente, ainda existem muitos profissionais, homens e mulheres, que são verdadeiros “sacos de batatas”. Ao invés de serem proativos, responsáveis, tomarem a iniciativa para seu desenvolvimento e para alcançarem melhores e maiores resultados – para si e para a empresa – preferem, às vezes inconscientemente, o papel de vítima.

 

A crise está aí, o chefe é ruim, a empresa não é boa. Sim, esse cenário pode ser verídico. Mas a grande questão, que irá te diferenciar dos demais, é exatamente o que você faz de diferente ou a mais para mudar a situação, seja na sua vida ou na sua carreira.

 

Nosso tempo é limitado. Podemos usá-lo para reclamar ou para tomar ações que nos levem a novos resultados. Dificilmente conseguiremos os dois.

 

Até porque, quando assumimos uma postura negativa, a nossa energia e a de quem está à nossa volta se torna cada vez mais densa, mais pesada. Você será puxado emocionalmente para baixo, para a negatividade, e também pode estar fazendo o mesmo com os demais, com quem está sua volta, criando uma espiral negativa que aos poucos suga a energia e a motivação de todos.

 

Talvez você já tenha vivido uma situação dessas de negatividade, de estar numa empresa ou equipe negativa, que arrasta o trabalho e reclama de tudo, e mesmo quando você estava super motivado a fazer algo, rapidamente desanimava com os comentários negativos dos demais.

 

Em geral, sacos de batatas não saem do lugar e torcem para que os demais também não o façam.

 

 

Como identificar se você é um saco de batatas ou se tem algum na sua equipe:

 

Não assumem responsabilidades

Sacos de batatas costumeiramente não fazem mais do que a obrigação – quando a fazem. Deixam claro que não é obrigação deles qualquer atividade diferente das habituais, não ajudam outras pessoas ou áreas em casos de necessidade e costumam pôr a culpa nos outros quando algo sai errado. A resposta padrão para qualquer coisa sempre será: isso não é problema meu ou culpa não é minha.

 

São vítimas

Como eles acham que nunca estão errados, tudo que acontecer, qualquer acusação ou má avaliação que receberem é por um único motivo: perseguição. A frase padrão é: Meu chefe não gosta de mim ou prefere fulano. A promoção não veio? O chefe que não viu seu potencial. Outra pessoa do setor teve aumento e ele não? Claro, ninguém gosta dele. Sempre, a culpa é do outro e ele é vítima da situação.

 

Falam mal dos outros

Se a culpa é dos outros, claro que um saco de batatas falará mal deles. São os famosos invejosos, que pouco trabalham mas que sempre estão tecendo comentários negativos sobre os outros. Além de desabafo, muitos destes comentários maldosos tem objetivo: descredenciar quem trabalha direito e se esforça. E por isso você ainda encontra grandes sacos de batatas nas empresas: muitos são articulados e conseguem se relacionar bem, até serem desmascarados.

 

Reclamam da empresa

É comum ver funcionários que estão a muito tempo na mesma empresa e sempre reclamando dos mesmo itens: que não são reconhecidos, que a empresa é ruim, que as pessoas erradas são valorizadas, que ganha mal, etc, etc, etc. E o que eles fazem para mudar, seja de postura, de área, função ou de emprego? Em geral, nada. Sua pro atividade consiste em reclamar.

 

São estáticos

É comum ver um saco de batatas na mesma posição, cargo, salário e empresa por anos a fio. Como é característico deles não se mexerem sozinhos, acabam ficando em funções burocráticas ou com tarefas rotineiras por muito tempo, sem grandes desafios ou mudanças. Existem chefes que gostam de sacos de batatas, que reclamam mas fazem, mais do mesmo, todo dia.

 

 

Sacos de batatas até podem se dar bem, ter bons resultados, vencer na vida e na carreira. Mas dificilmente percebem isso pois mesmo quando vencem, dificilmente apreciam os bons momentos e sentem gratidão. Continuam reclamando.

 

Se este tema te interessou, leia também este outro texto:  Insatisfação profissional: por que a nova geração está tão frustrada?

 

 

Claro que existem momentos e situações difíceis, para todos.

Quem nunca reclamou, se sentiu frustrado ou desmotivado no trabalho.

A diferença entre um saco de batatas e uma pessoa que se responsabiliza pela sua vida e carreira é o tempo em que essa atitude permanece.

 

É o famoso: você vai resolver ou vai ficar de mimimi.

 

Dessa forma, como assumir a sua carreira e os desafios que surgem no caminho de forma positiva?

 

Tenha clareza de quem você é e do que quer pra você

O emprego é ruim, o chefe não te reconhece, a empresa não é boa. E por que você está ai, qual o objetivo real? E do que é bom ou ruim, qual o real impacto disso na sua vida e carreira? Tenha claro o motivo de você estar em algum local ou situação e onde gostaria de estar, qual seria a sua vida e carreira ideal.

Quando não sabemos o que fazer, pra onde ir e o que realmente impacta em nossas vidas, é fácil cair na rotina e virar um saco de batatas, ficar estagnado e deixar o tempo passar sem perceber.

 

Assuma

Sua carreira, sua vida, seus erros e acertos são responsabilidades suas. Corra atrás do que você deseja, sem medir esforços. Se você identificou que algo não está bom ou que não é do jeito que você quer, cabe a você mudar – seja a situação ou a forma como você lida com ela. Ao invés de reclamar de alguém, por exemplo, busque você melhorar a relação. Se você quer se desenvolver, é sua responsabilidade buscar cursos e oportunidades. Corra atrás de seus sonhos e objetivos.

 

Seja Grato e Comemore

Agradeça as pessoas que te ajudam, te incentivam, te apoiam. Seja grato à você mesmo, ao seu esforço, à sua dedicação. E comemore cada conquista, cada etapa, cada desafio, cada vez que você se supera e evolui.

 

Ajude

Conforme você cresce, aprende e evolui, não esqueça de dar a mão para quem precisa. Ensine, apoie, incentive quem precisa e quem quer ser ajudado. Lembre-se das ajudas que recebeu e reflita sobre como seu caminho seria mais fácil se tivesse alguém te apoiando. Retribua.

 

Não desista

Tem muita gente se inspirando em você, acreditando nos seus sonhos. Pessoas do bem, positivas e esforçadas não ganham colegas de trabalho. Conquistam aliados, amigos, seguidores e fãs.

 

Substitua algumas simples frases:

  • É difícil > É desafiador.
  • Não vou conseguir > Tentarei ao máximo.
  • Vou fazer o que der > Farei o meu melhor.
  • A situação é ruim > A situação exige que eu melhore.
  • Isso não é pra mim > Só saberei após tentar.

 

E lembre-se, o importante não é apenas vencer.

Não adianta ganhar a qualquer preço, deixando pra trás seus valores, sua identidade, sua integridade ou sua saúde.

 

Não existe competição com os outros, a grande disputa é com a gente mesmo.

 

Vencemos de verdade quando conseguimos ser um pouco melhores do que fomos ontem, quando nos desafiamos a evoluir, diariamente, mantendo a harmonia entre o que sonhamos pra nossa vida e carreira, e sendo nós mesmos, em nossa melhor e mais autêntica versão.

 

Desafios! Você está pronto para eles? – Leia aqui

 

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Os melhores documentários da Netflix para quem busca desenvolvimento pessoal

Felizmente a televisão não tem apenas programas de cultura de massa ou sem conteúdo interessante. Tenho assistido muitos documentários interessantes na Netflix e resolvi compartilhar com vocês algumas das minhas preferidas.
 
É uma excelente forma de abrir a cabeça para novos conhecimentos e visões de mundo. 
E melhor, no sofá de casa.
 
Free The Mind – (indico pra quem está começando a meditar) – Um estudo sobre como a yoga e a meditação amenizam o sofrimento de uma criança ansiosa e de veteranos de guerra com estresse pós-traumático.
 
Food Choices – Esse documentário examina a dieta global e aponta a alimentação do planeta como a culpada pelo declínio da saúde e pelas mudanças climáticas. (uauuu)
 
The Mask You Live In – pq existe feminismo, o que é machismo e muito mais. O documentário esclarece os meios pelos quais valores tidos como “masculinos” reforçam posições erradas.
 
COWSPIRACY: O segredo da sustentabilidade – como a agropecuária intensiva está dizimando os recursos naturais do planeta e por que essa crise tem sido ignorada por grandes grupos ambientalistas.
 
Minimalism: A Documentary About the Important Things – dos últimos que assisti. Pirante!!
 
Sustainable – uma discussão sobre comida sustentável e como isso pode mudar o que comeremos no futuro.
 
The Human Experiment – Histórias sobre os efeitos de produtos químicos que usamos no dia a dia.
 
Innsaei – Pensadores e espiritualistas discutem a filosofia islandesa que promove a conexão das pessoas por meio da empatia e da intuição.
 
The Altruism Revolution – teoria de que cooperação e altruísmo estão mais na essência do ser humano que o egoísmo.
 
Happy – uma busca pelo segredo da felicidade.
 
O Começo da Vida – Esta serie avalia como o ambiente afeta as crianças e como elas podem afetar o nosso futuro.
 
Awake: The Life of Yogananda – A história de Yogananda e a introdução da meditação e da yoga no mundo ocidental.
 
Zeitgeist: The Movie – eu já tinha assistido pelo youtube. Teoria da conspiração com história mundial. (tem as continuações, ainda não assisti – Addendum e Moving Forward)
 
Chef´s Table – é sobre culinária internacional, mas também é sobre luta, conquista, cultura. Na última temporada assista o da monja chef.
 
Jiro Sushi – a obsessão pelo perfeccionismo e pela precisão, levados à sério. Duvido que você tenha se dedicado a algo como ele fez.
 
Cosmos – Revelações de um astrofísico sobre o tempo e o espaço.
 
E você, indica mais alguma?
 
 
 
 
Ps (não temos vinculo nenhum com a Netflix ou com os títulos mencionados acima, são apenas indicações pessoais da autora do post, Lilian Sanches, com temas que assisti e achei interessantes)
 
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Essa carreira é mesmo sua?

Imagine se você pudesse se assistir, como se fosse um filme, sua vida passando ao vivo na frente dos seus olhos.

 

Você pudesse passar o dia todo somente vendo, acompanhando: o que você faz, como se comporta, como conversa com as pessoas, como reage nas reuniões e nas interações, visse os trabalhos que faz e entrega, a forma como conduz cada atividade…

 

Olha ali, aquela pessoa na mesa, sentada, pensativa, semblante cansado…Pois é, é você.

 

Olhe mais de perto. Olhe nos olhos. Ouça os pensamentos. Sinta a alma, as vontades, as angústias, os anseios.

 

É você mesmo?

 

Ou aquela pessoa é somente um personagem, um falso você, criado, inventado, moldado para atender padrões, cumprir ordens, se encaixar numa sala, baia, área ou setor qualquer, só que não tem nada a ver com você?

Pare um instante e pense: como e porquê você foi parar ali?

 

Você planejou tudo isso, construiu uma carreira baseado nas suas preferências e necessidades, no que você sempre gostou de fazer?

Ou você foi seguindo os acontecimentos, as oportunidades, se ajustando para caber no mundo dos outros, recebendo e acolhendo ordens que não concordava, fazendo atividades que não gostava?

 

Neste caminho você acordou cedo, dormiu tarde, deve ter perdido muitos momentos especiais em família, talvez ganhado uma gastrite ou no mínimo algumas noites sem dormir.

 

Ah, se foi só isso, que feliz que você foi. Algumas pessoas perderam a família, amigos que se afastaram, outros perderam a sanidade e alguns até a vida.

 

E aí, em que momento você encaixotou seus sonhos, suas verdades, seus valores e talentos para viver uma carreira que não é sua?

 

E quanto isso impactou positiva ou negativamente na sua vida?

 

Se você pudesse mudar tudo, o que estaria fazendo hoje?

Em qual empresa estaria? Fazendo qual trabalho?

Como se comportaria?

Poxa, já começo a ver alguém feliz, ali, um sorriso no canto do lábio, no canto da alma.

A boa notícia é que sim, você pode.

Lembra que isso é um filme? Você, um ator.
Protagonista ou vítima, é você que escolhe o papel que vai desempenhar.

E não tem roteiro. Não tem ensaio. Quando estala a claquete, o sol nasce e alguém sopra no seu ouvido: gravando!

 

Está nascendo um novo dia e você define o que fará com ele.

O “The End” está em suas mãos.

 

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Já viu nossa AGENDA DE CURSOS – PRESENCIAIS E ONLINE? 

 

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Sobre o canibalismo moderno e a nossa competição desenfreada

Somos canibais modernos. Nascemos e crescemos para o sucesso, e muitas vezes, em nossa competição desenfreada, acabamos “engolindo” quem ousa atravessar o nosso caminho.

Competir. Vencer. Ganhar.

Nos acostumamos tanto com estes verbos que, naturalmente, começamos a colocá-los à frente de outros verbos, como ajudar, apoiar, entender, compreender.

 

Tudo começa cedo. Infelizmente cada vez mais cedo.

Crianças de 3, 4 anos bilíngues, com agenda lotada. É comum ouvirmos: “Meu filho tem que ser o melhor.” Me questiono: No que? E pra que?

Ah, já sei, pra vida! A vida é dura, é preciso estar preparado, ser o melhor, ter diferenciais. Foi isso que nos disseram, nos ensinaram, desde sempre.

E então chegamos nos 7, 8 anos. Tirar 10 na prova, ser o melhor da classe, ganhar a competição de matemática, a olimpíada escolar de ciências. Para dali a 2 ou 3 anos já estar se preparando para a faculdade.

Faculdade! O ápice da competição juvenil começa na entrada: 100 vagas para 1000 candidatos. Para ter sucesso é preciso estudar na universidade X, ter o diploma Y e trabalhar em empresas Z. E entrar na empresa Z não é pra qualquer um, será uma nova competição, um novo “vestibular”, afinal são poucas  as “boas” vagas.

 

Competimos o tempo todo.

Quem andou ou falou a primeira palavra mais cedo.

Quem entrou primeiro na escola, ou aprendeu a ler, ou tirou sua primeira nota 10.

Quem beijou primeiro, arrumou a primeira namorada, arrumou o primeiro emprego, teve a primeira promoção.

No trânsito caótico, a competição de quem acelera e chega primeiro. Competimos pela vaga no estacionamento, pela mesa na praça de alimentação do shopping. Competimos pelas melhores promoções nas lojas, competimos para sermos e parecermos melhores do que os outros, sempre.

Parece que a vida é isso: uma eterna competição para sabermos quem vai se dar bem primeiro, quem vai ganhar o que – ou pior: de quem!

 

E precisamos mesmo disso tudo? Sucesso é isso? E o caminho da competição é o único a ser seguido?

Todo este texto, estas dúvidas que espero ter colocado em sua cabeça, servem apenas para uma coisa: refletirmos sobre o quanto fomos criados para competir – e o quanto repetimos e incentivamos este modelo à cada nova geração.

 

Vencer não está errado, está certíssimo.

O que para mim está errado é o modelo onde, para ganhar, eu preciso derrotar ou passar por cima de alguém. Preciso eliminar alguém. Repito: precisamos mesmo?

 

Preciso ser melhor sim. Melhor do que eu mesmo, e não melhor do que o outro. A competição é interna.

Está lá, em algum lugar da Bíblia: “Amai-vos uns aos outros.” E até onde eu sei, ainda não saiu a versão revisada, escrita: exceto em casos de vestibular, busca de emprego ou promoção. Amai-vos sempre. A cada dia. Independente da situação financeira, da cor da pele, da posição que a pessoa ocupa, da vantagem que ela possa te oferecer.

 

E aqui entram dois termos que também tenho questionado muito: Vantagem e Oportunidade.

Se algo foi vantajoso, é necessário refletir: e para alguém, isso foi uma perda? Se a vantagem significa, mesmo que implicitamente, que alguém foi prejudicado, simplesmente não foi vantagem.

E o mesmo serve para oportunidade, principalmente no mundo dos negócios e parcerias. Se algo é uma oportunidade para mim, significa que estou levando vantagem sobre outro? Se sim, analise. Parceria e oportunidade real, é benéfico para todos que participam.

Quando apenas um lado se beneficia isso não é oportunidade, é ganho unilateral. Alguém saiu perdendo para você sair ganhando.

 

Toda essa nossa ânsia por competir e ganhar tem nos tornado adultos infelizes e ansiosos. Não vamos ganhar sempre. Na vida real, diferente do que acontece nos jogos de tabuleiro ou eletrônicos, não dá pra guardar na caixa ou reiniciar quando a situação está ficando nebulosa. É preciso insistir, muitas vezes quebrar a cara, para então crescer, evoluir e ter sucesso.

Se nós estamos cada vez mais ansiosos e frustrados, o que dizer dos jovens? Estamos criando jovens despreparados para as derrotas e quedas, tão comuns na vida real. O mercado de trabalho está lotado de mini gênios phd’s que dão chilique quando contrariados ou quando algo dá errado.

 

 

Entupimos a agenda das crianças com obrigações e atividades, buscando as preparar para a vida adulta bem-sucedida, e quando esta fase chega, eles já aprenderam a lição: não aprenderam a relaxar, a descontrair, brincar e aproveitar o ócio. Estão estressados, sufocados, sendo cobrados pela máxima performance e resultados a qualquer custo. A meta é ser melhor e mais eficiente a cada dia.

 

Não sabemos relaxar e nem lidar com o que dá errado. E se temos uma certeza na vida, é a de que costumeiramente, muita coisa dará errado.

Precisamos justificar cada momento de descanso com algo construtivo, que nos ensine algo, que colabore com a nossa trajetória profissional, que nos enriqueça culturalmente para termos o que falar num próximo encontro – e assim, ganhar “moral” com os presentes e mostrar que entendemos mais do que os outros sobre tal tema – novamente, ganhar.

 

E de onde nasceu grande parte dessa nossa competitividade? Do paradigma da escassez.

A escassez se inicia quando acreditamos que algo vai faltar. Não terá comida, não terá dinheiro, não terá emprego, não terá onde morar. E não ter algo tão importante, traz o medo. E quando tenho medo, me defendo.

Acreditamos que a melhor defesa, é o ataque. Preciso competir e ganhar.

 

Mas a melhor defesa é acreditar e viver no paradigma da abundância. Onde tudo é farto, abundante e suficiente para todos. Que se todos se empenharem, fizerem sua parte e não guardarem mais do que precisam ter, sempre haverá o suficiente para todos.

 

Leia mais sobre  Abundância e Escassez clicando aqui.

 

Quando passamos a acreditar e agir movidos pelo paradigma da abundância, o fluxo de reais oportunidades acontece em nossa vida.

O fluxo da abundância é como a água de um rio: a água continua seu caminho, mesmo que pedras caiam em seu leito. Mas se um fazendeiro por onde o rio passe resolve represá-lo, faltará água no próximo sítio. Mas não deveria. Em seu estado natural, a água seria suficiente para todos. Alguém ficou com mais do que precisava.

 

Mas não basta apenas acreditar que algo bom vai acontecer, é preciso agir.

E como podemos mudar esse pensamento, guardar a competição para os momentos realmente necessários?

 

Estarmos conscientes de que estamos competindo.

Analisarmos nossas ações, sabermos a real intenção de cada ato. Como disse acima, vencer é bom, mas precisamos estar cientes do preço de cada vitória, e se realmente o troféu final valeu a pena.

É como o general que chega ao final da batalha, ganha a guerra mas olha em volta e vê que nenhum soldado permaneceu vivo. Valeu a pena ganhar?

Muitas vezes, em nossas batalhas diárias, perdemos amigos, família, saúde e até mesmo nossos valores. Tenha consciência de suas batalhas.

 

Saber quais bandeiras devemos levantar

Muitas vezes entramos em batalhas que não são nossas. Defendemos a bandeira de um amigo, de um parente e até mesmo de uma empresa. Lutamos por uma causa que às vezes nem sabemos direito qual é. E quando tomamos consciência, percebemos que a luta não é nossa.

Consciência, mais uma vez – e como sempre – ela aparece.

Abandone a guerra. Peça desculpas a quem tiver machucado, tente ajudar. Sempre é tempo de mudar lado, de opinião.

 

Triste não é mudar de ideia. Triste é não ter ideias para mudar.

 

Ter clareza sobre o que te motiva a competir

Existe um real motivo para a competição ou existe outro caminho? Em muitos casos, a competição acaba ocorrendo por hábito ou por ego, e não pela batalha ou prêmio em si. É um simples vencer para provar aos outros quem é o melhor.

Uma frase que gosto muito e que pode te inspirar:

“Na terra do “eu sei”, há sempre competitividade, ciúme, pretensão, orgulho e arrogância. É um reino agressivo – o reino do ego. Eu digo, recuse a cidadania. Na terra do “eu não sei”, os habitantes movem-se sem conflito e são naturalmente serenos, felizes e em paz. O sábio permanece aqui.” Mooji

 

Estabelecer reais parcerias – o verdadeiro ganha-ganha

Pense sempre no real motivo de estar fazendo um negócio, propondo uma parceria. Se o ganho é só seu, deixe isso claro, peça ajuda, e se os demais envolvidos aceitarem, sem problemas. O ganho unilateral será consciente. Assim não há desequilíbrio, o fluxo continuará a agir.

 

Amar a todas as pessoas e seres vivos

Quando eu realmente amo outro ser, não quero que nada de ruim aconteça para ele. Simples assim. Como eu serei o agente de sofrimento ou privação dele? Realmente, o amor é sempre a melhor escolha.

 

A vida não é sobre quem ganha. É sobre quem vive.

Você já escalou uma montanha, fez uma trilha, se desafiou num caminho íngreme na natureza? Eu já. Se você não fez, posso te contar sobre a minha vivência.

Na trilha, na montanha, não há competição, não existe o “chegar”. Existe o caminhar, o evoluir. A graça está no caminho e na superação, não no ponto final.

Por isso comparo a trilha com a vida. As duas únicas certezas que temos é que nascemos e que um dia morreremos. O início e o fim da caminhada. A aventura está no que você fará pelo caminho.

Você vai destruir a mata, derrubar as pedras, poluir os rios e matar os passarinhos ou vai seguir observando o esplendor da natureza à sua volta, aproveitar a paisagem, se refrescar no riacho, se deslumbrar com a vista no meio da montanha?

 

A vida é isso, um vai e vem de belezas, felicidades e emoções.

Mas quando nos preocupamos demais em competir, ganhar e acumular, perdemos o que há de mais lindo: nossa capacidade de nos emocionar com as coisas mais bonitas e singelas.

Viva Feliz.

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Como enfrentar os medos que limitam seus sonhos?

Por que não mudamos o que nos incomoda? Em geral, a culpa é do medo.

Este texto é sobre os medos que nos impedem de sermos quem realmente queremos (e merecemos) ser.

O medo vem da incerteza, é o passo no escuro, é andar sem saber para onde vai.

A maioria das pessoas que me procuram, nos eventos ou para conversas, vem com um desejo forte de mudança. Algo não vai bem, querem algo novo: uma mudança de trabalho ou cidade, uma viagem ao exterior, mudar de profissão, casar ou separar, enfim, mudar algo que tem um peso significativo em suas vidas.

A mesma força que as impulsiona a mudar, as prendem a não tomar a decisão: o incerto, onde mora o medo. Medo de algo dar errado, da vontade ser passageira, das consequências.

E muitas ficam estagnadas entre a vontade de mudar e o medo de agir por muito tempo: meses, anos de sofrimento, angústia, ansiedade.

 

Precisamos encarar os medos de frente.

Converse com uma criança pequena sobre seus medos. Em geral, na infância os medos são muito mais imaginários: medo de monstros, fantasmas e vampiros, medo de uma bruxa os transformar num duende, medo de ficar anão…rs…e alguns medos reais: medo de se perder dos pais, medo de ficar sozinho, medo de acabar a luz (e novamente surgirem os monstros).

Conforme crescemos, estes medos mudam. Na adolescência vem os medos da não-aceitação: de não ter um grupo, não ter amigos, não conquistar a namorada, não conseguir entrar na faculdade. E também existem os medos que nos colocam para que a gente se adeque a um modelo: medo do homem do saco, medo de ficar sozinho, medo de morrer e ir para o inferno, medo de ficar doente, etc.

 

O medo imposto em geral está ligado ao controle.

Se tenho medo de algo, dificilmente infringirei as regras impostas. É muito mais fácil colocar medo do que explicar e engajar as pessoas numa causa. Se você tem filhos, questione sobre o que você os tem ensinado a temer.

Os medos nascem no imaginário e quando adubados ganham corpo, ganham vida. Temos medo da violência. E quando alguém conta uma história sobre assalto – ou pior, se algo acontece com a gente ou com alguém próximo – nossa mente racional nos alerta: viu, eu tinha razão, aumente o seu medo!!!

 

Mas o medo tem também um papel importante: serve para nos prevenir de cair em enrascadas, fazer coisas que não deveríamos fazer baseados em histórias ou estórias contadas, ou pelas nossas próprias experiências e aprendizados.

Se nossos ancestrais sobreviveram na época das cavernas, saiba que o medo ajudou e muito – afinal, na hora em que o primeiro animal rugia, eles corriam ou se escondiam nas cavernas! Se defender – e pra isso ter medo – é o que ajudou a espécie a sobreviver em muitas situações.

Agora, se o medo fosse maior do que tudo, eles nunca o venceriam, não caçariam, seríamos descendentes de vegetarianos…rs.

 

Aqui entra a necessária análise do perigo:

  • O medo é real ou imaginário?
  • Se é real, qual o tamanho exato dele?
  • Tenho como enfrentá-lo? Como me preparo para isso?

 

Séculos atrás, o filósofo Platão escreveu sobre o medo do novo, do diferente, na Alegoria da Caverna, onde a dúvida do homem que vivia dentro da caverna, olhando para seu interior e vendo apenas sombras projetadas pela fogueira era: “afinal de contas, o que existe lá fora?”.

Aquelas sombras eram horripilantes. Lá fora morava o medo, a ansiedade, a dúvida. Até que um homem se levanta, sai da caverna e olha tudo de outra forma, mas não pode voltar e contar que tudo era tranquilo, bonito, calmo.

O desconhecido, para aqueles que não conseguiam sair da zona do medo, os mantinham presos!

 

medo-de-ser-quem-realmente-somos

O medo é a incerteza do futuro. É nosso pensamento racional dizendo: fica aí quietinho. Está ruim, mas está bom. Ao menos você conhece o que tem aí na sua vida.

 

Muito tempo se passou e ainda seguimos como nossos ancestrais, deixando que o medo nos impeça de sair da caverna quando ouvimos rugidos maiores.

O rugido moderno são as histórias que nos contam, as notícias dos jornais, o que deu errado para os outros, os modelos que nossos pais e sociedade querem que a gente siga.

E o lado de fora? É a nossa verdade, a nossa essência, são nossos sonhos e vontades de mudança: trocar de emprego, estudar fora do país, mudar totalmente de área, empreender, arriscar, cortar o cabelo, vestir roupas diferentes, ousar um penteado novo.

 

E te diz o medo novamente: Fique na caverna, viva como todos vivem.

 

Tudo que está fora nos assusta, mas precisamos conseguir identificar os reais perigos:

  • Estes alertas estão me impedindo de conquistar o que eu quero ou servem apenas para que eu seja prudente, cauteloso, arrisque na medida certa?

O medo serve exatamente para nos prender na zona de conforto. Não mude, não arrisque, faça o que todos fazem e da mesma maneira que assim dará certo. E dá mesmo?

 

“Quando a nossa zona de conforto vai se estreitando somos impulsionados a mudar…quem não muda acaba sufocado”.

Spencer Johnson disse em seu livro célebre, Quem mexeu no Meu Queijo: “Onde você estaria agora, o que estaria fazendo se não estivesse com medo?”

 

Passo a passo para o seu medo ter medo de você! 

 

Reflita! O que você quer mudar na sua vida e não faz hoje por medo?

Coloque todos os seus sonhos e projetos no papel. Se você não sabe o que quer fazer, qual a mudança que você quer realizar, escreva o que você não quer mais, o que você quer mudar da sua vida atual, mesmo que não tenha a resposta sobre qual o melhor caminho ou final.

  

Questione seus medos. Comece a enfrentar os seus medos questionando a sua veracidade.

Será que o monstro no armário realmente existe ou você passou a infância dormindo com a luz acessa à toa?

Nosso maior bloqueio vem de dentro: é nossa mente nos prendendo, nos boicotando. Para cada mudança ou sonho que você escreveu no exercício acima, liste os medos que te impedem de agir.

Você verá que são muitos mas que vários se repetem, com nomes diferentes. Medo de desagradar, de não ser aceito, de perder amigos, de não ser amado, de perder dinheiro, de faltar algo, de ser infeliz, de fazer a escolha errada. Escreva!

Recentemente a Paula Quintão  (que escreve textos inspiradores e também é minha mentora) escreveu sobre dar nomes ao medos (link para o texto dela). Eu acredito muito nisso.

Quando damos nomes aos medos é como se os enfrentássemos. O medo deixa de ser uma ameaça e passa ser algo presente, que eu posso contestar, negar, reagir, interagir.

Dê nomes a cada sensação, pensamento ou sentimento que você tiver à cada mudança que intenciona fazer.

E então, reflita, para cada um destes medos: Ele é real? Existe? Em que momento ele passou a existir na sua vida? Tem fundamento em existir?

 

Vibre numa frequência superior.

Muitas coisas nos jogam pra baixo, nos desanimam, nos fazem ter muito mais medo.

Quer um ou dois exemplos? Assista aos noticiários. Converse com alguém negativo. Você sai destes eventos totalmente contaminado, com chances de achar que o mundo está acabando e nada tem solução.

Identifique o que te põe pra baixo, o que só serve pra acender ainda mais os seus medos – e se afaste! Pessoas negativas só querem uma coisa: companhia na escuridão.

Junte-se à elas e nunca terá luz, apenas problemas. Você já deve ter ouvido a frase: “Pessoas negativas têm um problema para cada solução”.

Se por um lado você tem que se afastar da negatividade, do outro deve buscar aquilo que te faz bem, que te eleva, te traga para a calma, a tranquilidade, para o momento presente: falar com pessoas bacanas, ouvir e cantar músicas, fazer atividade física, comidas saborosas, mantras e orações independente da sua religião, meditar, relaxar, ter contato com a natureza.

Existem inúmeras opções, identifique e ponha em ação as que te fazem bem.

 

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Saiba quem você é de verdade. E desapegue do que você não é ou do que não te serve.

Autoconhecimento é fundamental e um processo sem fim. Quanto mais nos conhecemos, mais aumentamos a nossa consciência – e nos tornamos o homem das cavernas de Platão, que consegue enxergar e conhece a verdade do lado de fora, não temendo mais as sombras.

Com o aumento da consciência, identificamos mais rápida e claramente os medos, suas origens e como nos libertarmos deles, assim como conhecemos nossas potencialidades e sabemos como usá-las para vencer os obstáculos normais que a vida trará. É a nossa fortaleza para enfrentar os medos de frente!

Da mesma forma que o autoconhecimento é fundamental, é importante saber o que não nos pertence e abrir mão, desapegar de tudo que só causa peso e desconforto. Perdoar, apagar mágoas, se libertar de crenças, coisas, pessoas e histórias que trouxemos para nossa vida mas que não nos agregam, lições já aprendidas mas que hoje não representam nada mais do que isso: aprendizados.

 

Tenha clareza do que é fundamental na sua vida.

Do que você não abriria mão na sua vida hoje? Quais pessoas, coisas, bens, valores pessoais?

Se você tem isso claro, utilize-os sempre que tiver que tomar alguma decisão.

Ao mudar algo, arriscando e superando meus medos, eu coloco o que é importante para mim em risco? Se sim, o que posso fazer para que as pessoas em volta não sejam impactadas? Se o risco é só meu, é muito mais fácil lidar com as consequências.

Quando estamos conectados ao medo – inclua a incerteza, a ansiedade, a insegurança – nossa vida trava!

Nada flui e quando algo acontece..pufff, dá errado!!

É como se nosso cérebro conseguisse provar que temos que permanecer onde estamos, não arriscar, não mudar.

E sabe o que está acontecendo nestas horas? É nosso foco, trabalhando como ele sabe fazer: dando atenção para o que você está pensando mais.

É como quando compramos determinado carro ou roupa, e de repente surgem milhares iguais na rua. Eles apareceram do nada?

Não, é porque agora você começou a prestar mais atenção.

E isso acontecerá com os problemas e dificuldades.

Dê atenção à eles e passará a enxergar apenas problemas. Ou faça o contrário, olhe para suas luzes, suas forças, seu poder de superação.

Descubra como a vida pode ser mais leve, mais autêntica, melhor de ser vivida.

Os nossos medos são amarras invisíveis, que nos prendem a uma vida simples e monótona pelo simples medo de sermos mais felizes!

Traga à tona a sua criança interior – que tinha tantos sonhos e que você insistiu por anos em chamá-la de louca, sonhadora, inconsequente – e dê a ela uma chance de dizer qual a vida que realmente quer!

Diga pra ela apagar da mente vários dos medos, tranquilize-a dizendo que tudo dará certo e que ela pode tudo!

Essa criança é você, livre agora para poder realizar tudo o que sonhar!

 


Preparei um material gratuito, baseado neste texto, para te ajudar:

 

Desbloqueando os medos

que te impedem de ser quem você realmente quer ser

Aula / Atividade em PDF + Meditação

Download gratís da aúdioaula e atividade em pdf.

 

Muitos dos nossos medos, como citei no texto, foram criados por condicionamentos e modelos sociais, que nos impedem de ser e fazer o que amamos, de ser quem a gente realmente é.

Recentemente escrevi sobre a frustração que seguir modelos causa a nós, principalmente no trabalho. Foi um artigo polêmico, muita gente se identificou. Se você ainda não leu, clique aqui para acessar o texto completo: Carreira para Inquietos – a desconstrução de tudo o que te ensinaram sobre uma carreira de sucesso.

 

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O mundo está ao contrário e a gente reparou – sobre transições e mudanças tão necessárias

O mundo está ao contrário e a gente reparou sim!

Muitas pessoas tem se questionado sobre o atual modelo de sucesso pessoal e profissional (isso inclui eu e possivelmente você, que se interessou por este artigo).

 

Transições e mudanças em nosso estilo de vida, na forma de pensar e encarar o mundo são necessárias.

 

Acompanhe comigo!

  • Fomos treinados para o sucesso.
  • Estudar desde cedo focados em passar no vestibular.
  • Escolher uma área de atuação que remunere bem e entrar numa boa universidade, de preferência pública, antes dos 18 anos.
  • Entrar num programa de estágio ou de trainee numa grande empresa, crescer na carreira, conquistar posições de destaque e que deem orgulho à todos em sua volta.
  • Escolher a carreira do momento (só ver na imprensa e conversar com amigos que eles irão apontar as carreiras que estão em alta no momento –  e não importa se você gosta da área ou se tem habilidade, estas serão as profissões que te trarão sucesso!! ahammm…)

 

Na sequência ou junto a tudo isso – casar, ter um carro, comprar uma casa financiada em 30 anos, viajar uma vez por ano com a família, ter filhos e colocá-los de volta neste mesmo caminho, esperando e desejando que eles também sejam felizes e bem-sucedidos. (ahammm 🤭…)

 

Robert Kiyosaki chamou sabiamente esta trilha de “corrida dos ratos” em seu livro best seller “Pai Rico, Pai Pobre”.

 

São estas e tantas outras imposições que muitas vezes levam as pessoas a escolherem rumos na vida profissional que não condizem com os mais profundos desejos, anseios pessoais e habilidades.

 

Epa!! Só que no meio dessa corrida, paramos para refletir:

 

– Poxa, talvez eu não esteja tão feliz assim, apesar de ter feito todo o caminho (ou parte dele) direitinho.

 

Você deve estar se perguntando: O que será que eu fiz de errado?

 

 

Mulher pensando no trabalho - O que será que eu fiz de errado - insatisfação profissional

 

 
Não se aflija! É normal em algum momento da vida estes questionamentos surgirem.

 

Seguimos um caminho para o sucesso sem saber ao certo onde ele vai nos levar.

Em geral, só enxergamos o destino quando estamos chegando perto dele. Por isso a frustração! Muitas vezes, o que deixamos pelo caminho foi muito custoso, dói muito.

 

E o benefício pode nem ser tão grande assim.

 

Nos perdemos na nossa própria ânsia em querer conquistar cada vez mais. Muitas vezes, conquistar o que nem ao menos valorizamos.
E isso quando conquistamos, porque muita gente corre, corre, corre… e nunca chega na reta final.

 

 

Três aspectos baseiam fortemente este questionamento:

  1. Escolhemos cedo demais e com pouquíssima maturidade e conhecimento sobre o mundo, pra não dizer com uma visão romanceada, o que faremos na maior parte do tempo: nossa profissão.
  2. Seguimos modelos definidos pela vontade e necessidade dos outros, sem nos questionar sobre o que realmente queremos, o que faz bem pra gente.
  3. Nós mudamos e nossas vontades e necessidades mudam junto. Se aos 20 anos o seu sonho era ter um carrão esportivo, com 30 e poucos anos, casado e com filhos, a sua grande vontade talvez seja chegar em casa mais cedo.

 

Mas será que é possível voltar atrás?

Como já disse o médium Chico Xavier:

“Você não pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas você pode começar a fazer agora e fazer um novo fim”.

 

Aquele que faz uma autorreflexão da vida, para por alguns instantes a pensar e analisar os rumos que a sua vida seguiu oriundos de decisões passadas, muitas vezes influenciadas pelo meio que você vive e foi educado(a), certamente concluirá que novas decisões devem adotadas para mudar a reta final que mencionamos.

 

Conforme mudamos, algumas coisas que eram importantes ficam pra trás.

 

Aprovação social é uma das questões que muda. E muito!

Porque muita gente fez a faculdade que fez?

Para ter a aprovação dos pais, da sociedade ou porque os amigos fizeram. Porque ser músico, confeiteiro ou artista não era bem uma opção profissional aceita aos 20 e poucos anos de idade. E porque você não queria provocar a ira familiar justificando que estava “apenas” seguindo os seus sonhos.

Talvez tudo isso tenha acontecido inconscientemente! pense ai…

 

Outra questão que muda muito:

Conforme o tempo passa, na maioria das vezes, nos preocupamos mais com saúde, qualidade de vida e família.

 

Começamos a entender que a vida acaba. E pra alguns muito, muito cedo.

Na juventude, vivemos a certeza de que somos eternos. A velhice está muito longe.

Conforme os anos passam, começamos a perder amigos, ver gente da mesma idade enfartando, adoecendo…

 

É a fase onde começamos a questionar se o CNPJ que defendemos vale o AVC.

 

Eu vivi tudo isso na pele. Trabalhei e estudei muito para conseguir um alto cargo corporativo. Foram noites mal dormidas, investimento financeiro, ausência dos eventos familiares. Quando cheguei lá, quando alcancei o sucesso, me perguntei: era isso? E agora, o que faço? 

 

Eu sabia… tinha que dar alguns passos pra trás, reencontrar minhas verdadeiras paixões, vontades, necessidade… e usá-las ao máximo, enquanto houvesse tempo. Não dava pra esperar a aposentadoria, então, ali, resolvi agir e mudei minha vida.

 

Chega um momento em que  precisamos de mais tempo livre, menos dedicação ao trabalho e mais cuidados com a gente mesmo (e como isso nos faz um bem danado!).

 

Nesse processo é fundamental o apoio profissional do coaching de carreira, com alguém que tenha vivência no assunto, experiências para compartilhar, orientar e te ajudar a fazer a transição de carreira da maneira correta, planejada e leve. 

 

(se você quiser conhecer um pouco mais sobre o meu trabalho, clique aqui)

 

 

Você se arrependeria daquilo que fez ou daquilo que não fez?

 

 

Uma enfermeira especializada em atender pacientes em estado terminal listou os “Cinco maiores arrependimentos que as pessoas têm antes de morrer”. São eles:

 

1 – Gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo e não a vida que os outros esperavam de mim.

Passamos a maior parte da vida fazendo coisas pelos outros. E esperamos algo em troca, no mínimo reconhecimento. Mas o problema é que em geral os outros nunca nos pediram para fazermos algo! Ai quando não recebemos gratidão pelo ato feito, acabamos sentindo rancor, cobrando por algo que nós mesmos definimos o valor.

 

2 – Gostaria de não ter trabalhado tanto

Mesmo aqueles que tiveram um trabalho gratificante no qual tiveram a possibilidade de enriquecer, se transformar, ter uma vida melhor, ainda assim se cobram. Imagina os que se sacrificaram sem ter o retorno desejado! A grande cobrança quanto ao trabalho está ligada a dedicação excessiva e a abnegação dos demais valores pessoais: saúde, família, hobbies, amigos…

 

3 – Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos

Nos preocupamos tanto em seguir regras e padrões sociais que acabamos aprendendo a esconder os sentimentos. Quantos “eu te amo” deixamos de dizer por que não era o momento certo?

Quando não dizemos, também escutamos muito pouco ou quase nada desses “eu te amo” que são potenciais bombas nucleares de alegria, acalentos e sempre estão recheados de um montão de coisas boas que reciclam nossa vontade de viver intensamente.

 

  4 – Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos

Muitas vezes, as nossas relações de amizade são mais fortes e verdadeiras do que com nossa própria família. Só que a falta de tempo acaba nos afastando de quem gostaríamos de ter por perto. Mais uma vez, trabalhar muito é um dos maiores vilões.

 

5 – Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz

Não importa o quanto a vida seja boa ou ruim. Em algum momento nos questionaremos: valeu a pena?

São nossas escolhas e o tempo que investimos naquilo que fez diferença em nossa vida e na vida das pessoas que amamos é que realmente fará a diferença. Normalmente não valorizamos as pequenas coisas que temos. Liberdade, amor, felicidade… O quanto você as coloca como prioridade em sua vida?

 

Feitas todas estas reflexões, é hora de se questionar:

 

O quer eu realmente quero ser quando crescer?

 

Agora sem o peso das escolhas dos outros ou das necessidades criadas pela sociedade e que não te cabem mais, apenas vivendo aquilo que te faz sentido.

 

Mas mudar não é tão simples!

 

Primeiro vem o medo do desconhecido. Todo mundo faz a mesma coisa, segue a vida do mesmo jeito.

 

– E logo eu vou arriscar e fazer algo diferente?

 

Existem dois tipos de pessoas:

  • As que fazem;
  • As que reclamam da própria vida e falam mal das que fazem 🙄.

 

Não temos como definir que uma será mais feliz do que a outra. A única coisa que sabemos é que não é o segundo tipo de pessoa que transforma o mundo (nem mesmo seu próprio mundo!).

 

O ser humano é naturalmente inquieto e movido à insatisfação.

 

Nossos antepassados evoluíram, criaram a roda, a escrita, mudaram de local, criaram comunidades… simples e puramente porque estavam insatisfeitos com algo e queriam melhorar o que tinham. Faz parte da nossa natureza mudar, melhorar, ser inquieto.

 

 

Logo, nossa felicidade e satisfação está ligada diretamente ao quanto “agitamos” a nossa inquietude.

 

 

Se evoluímos – como espécie – e chegamos até aqui é porque em algum momento alguém saiu da zona de conforto, colocou o medo de lado e foi em frente.

 

E como saber o que faz sentido pra mim e o que eu realmente quero?

 

Autoconhecimento e aprendizado com sua própria história são a base para todo o processo de mudança. Sempre digo que nunca saberei o que eu quero pro resto da minha vida. Mas sei claramente o que não quero, o que não me cabe, o que não me serve.

 

Você pode testar coisas novas, seja um novo trabalho, um novo modelo de contratação, uma nova empresa… E talvez você vá incluir muitas destas experiências na lista do que não quer. Mas é preciso testar.

 

Invista em seu desenvolvimento. Muitas de nossas insatisfações vem do fato de não estarmos nos desenvolvendo, nos sentirmos estagnados e sem desafios. Precisamos sentir que aprendemos, evoluímos e contribuímos com algo maior.

 

Busque um ambiente onde você se sinta bem, em que você tenha prazer em estar e de falar sobre ele para seus amigos e familiares. Um local em que você fique alegre em ir todos os dias e mesmo que haja muita pressão e cobrança por resultados, que seja também um local de crescimento, aprendizado e segurança.

 

Busque um trabalho onde você utilize suas potencialidades, seus talentos, onde permitam você ser simplesmente você e onde você possa expressar suas opiniões.

 

Respeite e valorize quem você é para que os outros também o façam.

 

 

 

E como iniciar a mudança? 

 

# Entenda o que você quer fazer, mesmo que seja só o primeiro passo.

Você já pensou no que quer ou gostaria de fazer? Muitas vezes pensamos em mudanças drásticas sendo que apenas estamos insatisfeitos com algo pontual. Basta uma mudança de área, de cargo, de empresa ou inserirmos algo novo no contexto atual e a satisfação aumenta.

 

Se é uma mudança maior, pense em começar a fazer algo em paralelo, iniciar e testar o que for possível. Se for mudar de estado ou país, quem sabe uma viagem de um mês ao novo local já te mostre como será a nova vida. Se a mudança for de profissão, frequentar eventos com profissionais da nova área pode ser interessante.

 

O importante é começar.

 

 

# Defina o melhor momento para cada passo e entre em ação

Seja qual for a mudança, da mais simples a mais drástica, uma coisa é certa: quanto mais nos preparamos e planejamos, mais tranquilamente as coisas fluem. Por isso é importante pensar nas pessoas envolvidas, nas questões financeiras, nos ganhos e perdas de cada ação.

Lembre-se que mesmo a meta mais difícil pode ser alcançada (sem deixar de viver o seu presente!!!).

 

Uma boa ideia não passará disso se você não executá-la.

 

Novamente, o importante é começar.

 

 

# Cerque-se de pessoas com o mesmo propósito

Muita gente vai rir dos seus sonhos e dizer que você não é capaz.

Tentarão fazê-lo desistir dos seus projetos e se ajustar ao padrão comum. Estas pessoas somente valorizarão seus feitos quando você provar que deu certo (acolha as críticas e não dê muito peso a elas. Alguém tem calçado os seus sapatos?).

 

Você ainda precisa destas pessoas ao seu lado?

 

Cerque-se de pessoas que te incentivam, te façam crescer e que estimulem você a sair da zona de conforto. Muita gente não quer que você cresça e não é por mal: apenas querem que você fique com elas, fazendo companhia e compartilhando suas frustrações.

 

O mundo requer mais autoconsciência e menos competição. Substitua a competição pelo compartilhamento e pela compaixão. Ao invés de caminhar sozinho rumo as suas realizações, leve com você as pessoas que estão realmente ao seu lado e que amam você verdadeiramente.

 

 

Transição de carreira – um novo começo para construir um futuro que realmente deseja

 

Quando falamos em buscar um novo trabalho para utilizar seus talentos, suas potencialidades e que sinta-se bem, alegre e com motivações para trabalhar, não é algo a ser decidido sem planejamento e aprofundamento.

 

Para ter sucesso e não se decepcionar com a mudança, é preciso respeitar o processo que chamamos de Transição de Carreira, pois não devemos mudar radicalmente, de uma hora para outra, a profissão que escolhemos e seguimos até aqui.

 

Muita coisa pode ficar para trás, as coisas boas devem ser absorvidas e bem aproveitadas. Valorize sua trajetória, seja grato pelo que realizou e liberte-se, fortalecido, para seguir em frente. A vida é feita de ciclos.

 

Construir uma nova carreira não é tão simples, mas saiba: você não está sozinho, podemos ajudar você.  

 

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