Felicidade e Trabalho, combinam?

É possível unir Felicidade e Trabalho com a competitividade em alta, medo do desemprego, busca por aumento de performance e resultados, ambientes e relacionamentos hostis e insalubres nas empresas, sobrecarga de trabalho?

 

 

Segundo dados da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, o número de solicitações de afastamentos por esgotamento profissional foi o maior da história. Um aumento de 114,8% entre 2017 e 2018.

 

 

Neste  artigo eu falei sobre o Burnout e outras questões que levam ao esgotamento.

 

Mas em que momento Felicidade e Trabalho andam juntas?

 

Segundo os pesquisadores Yerkes e Dodson, níveis moderados de stress levam a um aumento de performance. Isso porque desafios, pressão, excitação… levam à motivação que faz com que o desempenho aumente.

 

 

Porém, somente até determinado ponto. Se a pressão for demais, ou por tempo demasiada, ela levará a pessoa a ter altos níveis de stress, ansiedade, medo, falta de concentração… que levarão à redução de performance.

 

 

O que difere o remédio do veneno é apenas a dose!

 

 

Se conseguimos que estímulos externos levem ao stress, conseguimos também ter ações e pensamentos que nos levem à felicidade? Claro que sim, e mais simples do que muitos pensam (apesar de que ser feliz dá trabalho).

 

 

A felicidade foi substituída nos estudos de Psicologia Positiva pelo Bem Estar (uma vez que felicidade é subjetivo demais e podemos trabalhar pelo aumento da qualidade de vida e emoções positivas, que ocasionam o bem estar / felicidade.)

 

 

3 passos para unir felicidade e trabalho:

 

PASSO #1 RECONHECER O TERRITÓRIO

Precisamos reconhecer os aspectos que nos trazem satisfação, motivação, que suprem nossas necessidades individuais, bem como reconhecer o que não nos faz bem – e o que não queremos para nossa vida e carreira.

 

 

Quando falo sobre felicidade no trabalho, três questionamentos são fundamentais, tente respondê-los:

  • Como você chegou onde está – quais caminhos percorreu para chegar na posição onde está hoje, seja ela boa ou ruim.
  • Porque você está aí, nesse emprego, carreira ou empresa – mesmo que ela seja sua! – o que te faz ir trabalhar, o que te motiva a buscar o seu desenvolvimento e maiores resultados.
  • O quanto esse trabalho tem ligação, em %, com o seu estilo de vida, com o que você deseja pra sua vida pessoal.

 

 

PASSO #2 O QUE TE COLOCA PRA BAIXO

 

Pensar no que te incomoda hoje, no que te faz mal, é o primeiro passo para solucionar qualquer problema.

  • Excesso de trabalho?
  • Incompatibilidade com seu líder?
  • Diferenças com a cultura / valores da empresa?
  • Falta de pertencimento? 

 

 

O que é importante neste caso: identificar se a situação é pontual, até mesmo passageira, do que é definitivo. Muitas vezes podemos estar numa situação ruim, mas todo o contexto é positivo. Neste caso, é traçar alternativas para solucionar o que está acontecendo.

 

 

Planos de ação e boas (e sinceras) conversas costumam resolver estas situações.

 

 

Gosto muito de uma frase do Churchill:

Se estiver atravessando o inferno, apenas siga.

 

 

Ao identificar os gatilhos, o que desperta a sua insatisfação, você estará limpando seu campo de visão e assim começará a perceber se os problemas estão mesmo relacionados ao seu campo de atuação, à empresa em que você trabalha ou até mesmo se o problema é com você.

 

 

 Antes de qualquer mudança – de empresa, de profissão, de área – é necessário checar se a insatisfação é geral, que necessite mesmo da mudança, ou se são apenas itens pontuais a serem ajustados.

 

 

Neste caso, ao invés de investir na mudança, podemos nos aplicar no desenvolvimento de habilidades e comportamentos que aliviem a pressão e tragam mais satisfação.

 

 

PASSO #3 SE COLOCANDO PRA CIMA

 

Alguns elementos bem simples fazem toda a diferença para a satisfação – e a busca pela felicidade no trabalho.

  • O que você pode fazer, de imediato: Dentro de cada item citado abaixo, estabeleça uma ação por semana e aplique.

 

 

Aumente o Pertencimento: Fazer parte de um grupo, ter com quem conversar, acreditar que tem apoio. Pode ser um colega mais próximo, seu time inteiro. Estabeleça relações de confiança.

 

 

Faça pausas: Aprenda a desligar o celular e ouvir o seu corpo. Ele dá sinais de cansaço, esgotamento, excitação que muitas vezes não vemos – por distração ou excesso de ocupação. Estes excessos atuam na perda de foco. Em vez de ser mais produtivo, nosso rendimento cai. Pausas rápidas, como tomar um café ou ouvir uma música no celular ajudam a voltar pro eixo.

 

 

Cuide do Hardware e do Software: Nem só de trabalho se vive. O corpo e a mente tem que estar bem. Vários estudos comprovam que pessoas que meditam e se exercitam tem melhor rendimento e maior satisfação. Junto a isso, alimente-se bem. Faça check-ups e mantenha sua saúde em primeiro lugar.

 

 

Planejamento e Prioridades: Quanto mais planejado for o seu dia, mas fácil fica estabelecer prioridades, questionar tarefas, investir seu tempo e neurônios no que precisa ser feito.

 

 

Quem não tem prioridade, fará a prioridade de alguém.

 

 

Aprenda inclusive a questionar ordens e prazos, entender as expectativas sobre atividades e prazos. Nem tudo é urgente, muitas vezes nós assumimos mais do que é possível de ser feito.

 

 

Propósito: Você está aí por que? Qual o real motivo de você levantar de manhã, escovar os dentes, ir trabalhar? Se você não faz ideia do motivo pelo qual levanta da cama, precisa encontrar um.

 

 

Mais do que apenas ter uma lista de ações, a soma entre

[ o real querer +  a vontade de agir +  pensar diferente ] = diferença na sua vida.

 

 

Seu líder continuará igual, a empresa também.

As circunstâncias, os acontecimentos, seguirão normalmente.

O que você faz com eles é o que realmente fará diferença em sua vida.

 

 

Outros materiais que podem te ajudar:

 

 

COMO FAZER UMA TRANSIÇÃO DE CARREIRA

 

TESTE – DESCUBRA COMO ESTÁ A SUA INSATISFAÇÃO PROFISSIONAL

 

 

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Corra atrás dos seus sonhos, mas não morra tentando

Em geral, quando pensamos em alguém com alta performance profissional, associamos à imagem de uma pessoa que abriu mão de sua vida pessoal, tem pouco tempo pra família, pros amigos ou até mesmo pra cuidar de si e da própria saúde.

 

Os modelos sociais muitas vezes nos colocam numa corrida acelerada em busca de: comparação, competição, sermos cada vez melhores e termos cada vez mais coisas.

 

Nisso,  muita gente confunde a performance profissional com a quantidade de trabalho, porém a performance está muito mais ligada à qualidade e objetivo do trabalho executado.

 

Quando falamos sobre performance aliada a qualidade de vida, um ponto é fundamental: definir prioridades e ter clareza sobre o que você realmente está buscando, o que te faz bem, na vida e na carreira – sem separar as coisas!

 

1 – Reveja seus objetivos. 

 

 

Nestes tempos onde o que mais ouvimos são frases motivacionais e o surgimento de gurus e grupos de alta performance, aqui estou eu falando sobre desistir!

 

 

Sim, desistir de algumas coisas.

Mas não de forma aleatória, e sim, entendendo o que realmente faz sentido pra você, aliviando um pouco a cobrança e seguindo com  maior foco.

 

A maioria das pessoas está passando por buscas incessantes atrás de dinheiro suficiente para fazer o que quiserem, um trabalho com propósito e que amem profundamente, uma família feliz de comercial de margarina, um amor eterno, um corpo saudável, lindo e escultural.

 

E dá pra conquistar tudo isso?

 

Dá, mas em geral será necessário muito esforço e dedicação. É preciso saber o que você quer – e o que perde ao correr atrás deste resultado.

 

Por exemplo: sua meta é ter um corpo escultural. Porém, toda sua vida social gira em torno de restaurantes, jantares, encontros regados à comidas –  que você gosta! Qual o peso de abrir mão disso em troca do corpo escultural? Se a troca não te agrada, não te faz feliz, é preciso encontrar o meio termo: reduzir o cardápio e não eliminá-lo. 

 

 

É um exemplo bem simples, apenas para que você entenda o conceito, sobre o preço que pode estar pagando para correr atrás de questões cobradas pela sociedade – e que você talvez nem tenha certeza de que queira de fato.

 

Sempre que excluímos de nossa vida aquilo que é fundamental em troca de uma meta, temos a tendência de desistir no meio do caminho, na primeira dificuldade.

 

Você sabe o que realmente é fundamental na sua vida? Do que você não abre mão?

 

 

E do que vem abrindo mão dia após dia, correndo atrás de sonhos que você nem sabe ao certo se são seus de verdade?

 

 

 

2 – Foque no que realmente é bom e o resto delegue as atividades

 

Sempre tentamos ser os melhores e por isso muitas pessoas preferem se autodelegar responsáveis por tudo. Essa sobrecarga acaba nos incapacitando de exercer até mesmo as tarefas que realmente somos bons.

 

Quando possível, delegue para outras pessoas a execução de atividades nas quais você não possua alta habilidade ou que não estejam ligadas diretamente ao resultado. Defina o que é prioridade, o que somente você precisa fazer – e delegue todo o resto

Delegar significa treinar e capacitar, leva tempo. Mas se você gasta mais tempo pra delegar do que fazer, a médio e longo prazo essa curva se inverte, as pessoas aprendem, ganham autonomia – e você ganha mais tempo para mergulhar em outras atividades.

 

Por isso é importante saber liderar, mesmo não estando no papel oficial de líder.

 

3 – Fazer o que se ama é maravilhoso. E isso pode ser ruim. 

 

Quando buscamos uma atividade ou profissão que amamos, enxergamos que tudo pela frente será maravilhoso, com atividades prazerosas, momentos felizes. Porém mesmo na melhor profissão do mundo existem tarefas e dias ruins. Situações que você irá querer protelar, não fazer. Ou o contrário: momentos em que você irá se apaixonar pelo que faz e acabará fazendo coisas sem sentido, que não precisavam ser feitas: e que você faz apenas porque ama, perdendo tempo e produtividade.

 

4 – Qual o preço que você vai pagar pelo que quer conquistar?

 

Seja para conquistar um cargo, comprar uma casa, ter e criar filhos, realizar uma grande viagem dos sonhos: cada sonho envolve um processo de conquista, com ganhos e perdas pelo caminho.

 

Tudo tem um preço.

 

 

E este preço pela busca pela da satisfação e da felicidade suprema à longo prazo pode estar te impedindo de uma coisa fundamental: ser feliz e satisfeito com sua vida hoje, da forma como ela está!

 

 

Nos preocupamos tanto com o futuro, com as conquistas que estão por vir, com o que podemos realizar que esquecemos de viver o presente de forma plena.

 

Vivemos acelerados e em busca de resultados futuros e rápidos.

 

Jovens de vinte e poucos anos querem ter a carreira, o patrimônio e os carimbos no passaporte que seus pais só foram conquistar lá pelos cinquenta anos de idade.

 

 

Ilustração sobre performance profissional

 

Muitas vezes, estamos correndo atrás da performance profissional e perdendo o prazer e a satisfação de apreciar as pequenas conquistas, já absorvidos pelo pensamento de: o que mais podemos fazer, ter, conquistar.

 

 

Próximo, próximo, próximo…  e não aproveitamos o presente, não saboreamos nossas pequenas conquistas.

 

Me lembrei de uma cena: estava visitando o Aquário de São Paulo, parando em meio ao caos de turistas afoitos, tentando observar o nado tranquilo, as cores e a delicadeza de cada peixe.

 

Recebo um empurrão com um ombro, seguido de uma criança de uns 6 anos que entrou na minha frente, entre eu e o vidro, com um tablet enorme. A criança, o pai – que me deu o empurrão – e a mãe, estavam cada qual com seu equipamento fotográfico em mãos.

 

Não se falavam, apenas corriam para o próximo tanque, para fotografar mais rapidamente o próximo peixe. Eles não olharam em nenhum momento com os próprios olhos para nada. Tampouco se olharam, falaram entre si ou comentaram sobre o que presenciavam. Eles não estavam ali de fato.

 

A preocupação era: o próximo, próximo, próximo.

 

Afinal, o que eles aproveitavam do passeio?

Tiravam fotos que provavelmente ninguém nunca irá ver.

 

melhore sua performance profissional

 

5 – Sobre nossos desejos e necessidades

 

Hoje temos possibilidades e informações exponenciais

Isso também nos traz vontades e desejos exponenciais.

 

Vivemos afoitos e acelerados.

 

Nossos pais, tios e quem dirá avós sequer sonharam em ser, ter ou fazer um terço do que nós podemos ser, ter e fazer hoje.

 

Pirâmide das necessidades de Maslow

 

Maslow, em sua teoria que resultou na pirâmide das necessidades humanas, explicou o que vivenciamos hoje: conforme subimos um nível, conforme suprimos uma das necessidades, podemos vislumbrar – e ansiamos – pela próxima conquista.

 

Muitos de nós já vieram com as necessidades básicas e de segurança supridas pela família. Neste caso, fica muito mais fácil pensar em propósito e satisfação na carreira, por exemplo.

 

Nossos antepassados sonhavam com saúde, emprego e renda.

Logo, é natural podermos sonhar com viagens e em desbravar o mundo, quando nossos antepassados já garantiram itens mais básicos, como ter a casa própria, alimentar e garantir educação para os filhos.

 

Eles garantiram a base pra gente poder correr atrás de algo mais.

 

Se eles não fizeram, observe, provavelmente é o que você enxerga como seu papel e responsabilidade com a geração seguinte: garantir a base para a evolução.

 

Então, antes de sair enlouquecidamente querendo mais e mais, pense se você tem clareza sobre o que quer de verdade, se você consegue identificar o que realmente te faz ou fará feliz.

 

 

Muita gente está se matando para conquistar algo que não quer, algo que não fará diferença de fato em sua vida.

 

Correndo atrás apenas porque aprendeu que tinha que ser assim, porque todo mundo faz, seguindo modelos e padrões.

 

 

Se quiser saber mais sobre este tema, leia este texto: Crenças limitantes: elas podem estar sabotando seus sonhos

 

 

Também desconfie de tudo que te cause sofrimento demais.

O que é para ser seu até pode necessitar de trabalho e esforço para ser conquistado, para haver aprendizado.

 

Mas não precisa haver sofrimento. Sempre que houver dor demais, analise se você está no lugar certo: seja no trabalho, num relacionamento, num local físico.

 

Quando algo requer muito esforço e sofrimento é hora de verificar se esse sonho é seu de verdade, ou se você está desperdiçando a sua vida correndo atrás dos sonhos dos outros.

 

 

Tendo clareza sobre o que você realmente deseja e busca, a chave da alta performance é exatamente focar no que precisa ser feito, para garantir o resultado. Pra isso, existem muitas técnicas que podemos utilizar para ajudar no processo.

 

 

Delegando, deletando ou deixando pra depois tudo o que não for realmente fundamental na sua vida.

 

 

Recorra ao coaching para melhorar sua performance profissional

 

O coaching é um processo no qual um coach profissional apoia no desenvolvimento das competências, através de sessões individuais para planejar, estabelecer metas, dirigir, inovar, tomar decisões e, com isso, alcançar resultados em nível de excelência. É um profissional importante e que realmente ajuda a administrar o tempo e conseguir seus objetivos profissionais alinhados ao sonhos pessoais.

 

 

 

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Como aumentar a performance profissional e manter o equilíbrio com a vida pessoal

Muita gente busca alta performance profissional, porém nessa busca incessante por resultados acaba não sabendo como equilibrar vida e carreira.

 

Este artigo tem como objetivo abordar os seguintes temas:

 

  • Como equilibrar a carreira com a vida pessoal
  • Por que temos dificuldades para encontrar tal tipo de equilíbrio
  • Dicas para mudar o nosso hábito

 

Qual a melhor forma de conquistar seus objetivos? Um passo de cada vez ou correr como se estivesse numa maratona, aceleradamente?

 

Não existe resposta certa, depende do seu momento, do objetivo, do que você espera no final – não apenas o resultado, mas a construção de quem você é e de como chegará ao objetivo impactam diretamente nesta escolha de estratégia.

 

A diferença é que lentamente você irá construir habilidades e condicionamento para seguir sempre em frente, cada vez melhor.

E correndo, você pode chegar mais rapidamente ao resultado, porém mais cansado e sem ter aproveitado o percurso.

 

Qual o certo e o errado, na vida? Não existe.

Existe o que é certo para cada um de nós, e a cada etapa da vida e da carreira.

 

Tem períodos em que precisamos correr. Em outros, precisamos nos permitir experimentar, validar e aprender.

 

Uma coisa é certa: vivemos cada vez mais acelerados, com senso de urgência aflorado. E cada vez é mais difícil equilibrar vida e carreira.

 

Tudo é pra já!

 

Com isso, muitas vezes não temos tempo de construir hábitos saudáveis e duradouros e nem de focar no que realmente é necessário e prioritário.

 

Os jovens saem das faculdades “prontos” para serem gerentes em 5 anos de carreira ou serem CEOs de uma startup famosa. E se consideram fracassados os que não conseguem. Só que a minoria consegue.

 

A maior parte dos profissionais terá que percorrer um caminho longo, passo a passo. E nem todos irão chegar ao final desta caminhada.

Alguns porque desistem, veem que não era bem aquilo que queriam.

Outros, porque sentem as dificuldades e limitações – inclusive as emocionais!

 

 

Um exemplo bem claro sobre como aceleramos a vida, nos últimos 30 anos: olhe para a alimentação, o famoso fast food.

 

São vários elementos: praça de alimentação, delivery, restaurantes self service, produtos industrializados praticamente prontos, refeições congeladas. Tudo que nos dê praticidade, mas que nos leve a comer rápido e voltar pra atividade, seja ela em família, lazer ou trabalho.

 

A mensagem subliminar é: seja sempre mais produtivo!

 

E nós seguimos inventando mil formas de sermos mais produtivos, de aproveitarmos melhor cada segundo do dia – para então, acelerarmos mais ainda.

 

Só que com isso, também inserimos em nosso dia inúmeras ferramentas que apenas nos roubam tempo – como redes sociais mal utilizadas, excesso de aplicativos e eletrônicos, informações inúteis em demasia (afinal, como as pessoas viviam antes, sem ter um aplicativo que registra seu ciclo menstrual ou sem ver as últimas fotos na praia da moça que participou do BBB 2?).

 

Exemplos talvez fora da sua realidade, mas vale a reflexão: o que você vem fazendo ou consumindo que não te agrega nada?

 

Administrar a vida pessoal influencia a sua vida profissional

Isso é um fato.

Um detalhe importante e que você precisa ter em mente é não misturar as tarefas profissionais com as pessoais. O que é do trabalho fique no tempo destinado ao trabalho, e o que é da vida pessoal, faça o que gosta no seu tempo também.

 

Até mesmo na nossa vida pessoal temos prioridades. Então estabeleça suas prioridades fora do trabalho. Se sua meta principal na semana é passear com os filhos, planeje e execute isso em primeiro lugar. Se sua meta é alterar a decoração do quarto, reserve o dia certo para isso e execute como se fosse um projeto do seu trabalho a ser entregue.

 

Repare que o gerenciamento do tempo é crucial.

 

 

Foco: ilustração sobre como equilibrar a vida e a carreira

 

Os dois principais pontos de atenção para quem quer conquistar qualquer objetivo: foco e hábito.

 

Foco:

Nem todo mundo nasce focado.

 

Eu sou um exemplo clássico disso, o que o teste MBTI chama de tipo N, os intuitivos. Abro a geladeira pra pensar, vou fazer algo e esqueço o que era no meio do caminho, me apaixono por novas ideias e esqueço das anteriores, começo a navegar pela internet em busca de algo importante e logo esqueço do que estava fazendo. Foco zero.

 

Mas o foco se constrói com: foco…rs. Isso mesmo.

 

 

Pergunta sobre foco, para você se fazer a cada etapa, dia, planejamento ou nova ação:

 

Onde isso me leva? Qual o meu objetivo com essa ação, o que terei/conquistarei quando concluir atividade. Faça esta pergunta quando ligar a TV e verá que em geral irá desligá-la, a não ser que o objetivo seja se informar ou descansar por algum tempo.

 

E aqui, vale a dica incrível para equilibrar vida e carreira – a técnica POMODORO para aumento de foco.

 

A Técnica Pomodoro é um método de gerenciamento de tempo desenvolvido por Francesco Cirillo no final dos anos 1980. A técnica consiste na utilização de um cronômetro para dividir o trabalho em períodos de 25 minutos, separados por breves intervalos

 

Passo-a-passo

  • Escolher e listar as tarefas a serem executadas;
  • Ajustar o cronômetro para o tempo desejado (geralmente 25 minutos);
  • Escolher a tarefa inicial;
  • Trabalhar na tarefa escolhida até que o alarme toque. Se alguma distração importante surgir, anotá-la e voltar o foco imediatamente de volta à tarefa;
  • Quando o alarme tocar, marcar um “x” na lista de tarefas;
  • Se houver menos de 4 marcações, fazer uma pausa curta (3-5 minutos);
  • Se houver quatro pomodoros marcado, fazer uma pausa mais longa (15-30 minutos), zerando a contagem de marcações e retornando ao passo 1.

 

As etapas de planejamento, controle de tempo, gravação de registros e visualização são fundamentais para a técnica.

 

Na fase de planejamento de tarefas, são priorizados os itens que devem ser feitos no dia. Isso permite que os usuários possam estimar as tarefas que exigem maior esforço. Como cada pomodoro refere-se a um período indivisível de 25 minutos, que deve ser registrado na lista, é possível fazer uma auto-observação de como o tempo é gasto.

 

Um objetivo essencial da técnica é reduzir o tempo das interrupções, adiando outras atividades que interrompam o pomodoro.

 

(fonte sobre Pomodoro: wikipedia)

 

Controlar o tempo é crucial para equilibrar vida e carreira

 

Outra dica fantástica e simples pra aumentar seu foco e assim equilibrar vida e carreira: como planejar suas atividades e metas

Tenha um caderninho (físico ou virtual – eu uso o app Evernote) para registrar ideias e afazeres. Tire da cabeça o que não precisa estar nela, deixe seu HD cerebral leve para processar informações.

Hábito:

Dificilmente conseguimos manter um hábito quando começamos ele de forma muito intensa, de forma pesada. Um bom exemplo são os regimes.

Quem quer conquistar o objetivo de forma acelerada, opta logo por iniciar dietas bruscas, muito privativas. Precisa perder x quilos pra caber no vestido pra próxima festa, por exemplo. Com a privação, vem a vontade. Porque não existe um novo hábito saudável, existe a limitação de não comer o que gosta e está acostumado.

Agora, quem quer criar o hábito de melhorar a alimentação, reduz e restringe alimentos aos poucos, acostuma o paladar, faz substituições.

Eu fiz assim quando defini que não tomaria mais café com açúcar, por exemplo. Fui reduzindo o açúcar, me acostumando com o amargo, até que comecei a tomar café puro e fiz disso um hábito.

 

Na carreira, no desenvolvimento pessoal, vale a mesma lógica.

 

Quem não tem o hábito de ler e se propõe a ler 1 livro na semana, ou no mês, poderá ter dificuldade e desistir. Mas se esta mesma pessoa se desafiar a ler uma ou duas páginas por dia, o desafio será baixo, ela começará a leitura e poderá ir aumentando a quantidade de páginas, conforme o hábito de ler for se consolidando – e se tornando fácil.

 

Eu sempre uso esta técnica com clientes de coaching que precisam ajustar comportamentos no trabalho, tais como interagir mais com a equipe, falar menos em reuniões, ter mais foco ou até mesmo ligar para clientes. Um pouco todo dia e o novo comportamento virará hábito, e aos poucos irá se consolidando.

 

Conheça todas as teorias, mas entenda sobre você

 

Não existe regra que se aplique pra todo mundo, porém muitas vezes as pessoas tentam pegar modelos prontos e seguir firmemente – se deu certo pro outro, tem que dar certo pra mim. Só que eu sou eu, o outro é o outro (simples, né?).

 

 

Não somos máquinas, somos pessoas, cada qual com seu ritmo, necessidades, potencialidades.

 

Neste artigo falo um pouco mais sobre isso, se o tema te interessar:  Os robôs que tememos são os que nós nos tornamos

 

A comparação leva à competição, frustração e muitas vezes ao sentimento de inferioridade.

 

Precisamos entender que a competição é com a gente mesmo, não com os outros.

 

Que se eu me dedicar a ser melhor do que eu fui ontem, está bom. E que sim, também preciso descansar, respeitar o meu ritmo, meu momento.

 

Em geral, comparamos nosso momento atual, muitas vezes sem brilho, cheio de sombras, ao outro em seu melhor momento. É como se colocássemos o outro num pedestal, o tempo todo, e estamos sempre olhando de baixo, menores, inferiores.

 

Neste artigo falo sobre a competição desenfreada e o quanto isso tem nos feito mal. Sobre o canibalismo moderno e a nossa competição desenfreada

 

É como muitas mulheres que veem a foto da celebridade no instagram, com a barriga chapada, e começam processos pra ficar com aquele corpo e se sentem inferiores por terem alguns pneuzinhos ou estrias.

 

Mas não enxergam as sombras do outro lado: a alimentação e privações necessárias, a equipe de profissionais que apoiam, o dinheiro e o tempo investido, a dedicação para aquilo acontecer.

 

Querem a vida que tem – com trabalho, filhos, afazeres, mas com o resultado que o outro conquistou.

 

Na carreira é igual: muitos querem a vaga de gerente ou de CEO.

E o percurso? As noites sem dormir, o nível de preocupações, a dificuldade em equilibrar a vida pessoal com o crescimento profissional, as privações, o investimento de tempo e dinheiro em desenvolvimento.

 

Considero que as nossas etapas de amadurecimento e aprendizado, na vida e na carreira, são iguais à jogos de vídeo game.

 

São fases que precisam ser vivenciadas e vencidas para que ganhemos experiência.

 

Não adianta iniciar o jogo lá pela 7a, 8a fase… você não saberá como ganhar dos monstros que surgem e nem como alcançar as estrelinhas de poder. Porque isso era aprendizado da fase 4 ou 5, se você acelera a fase, você ainda não aprendeu o suficiente para atravessá-la.

 

Assim como na carreira, você não pode começar de cima ou acelerar demais o processo de crescimento. Se o fizer, poderá faltar base.

 

É preciso investir em autoconhecimento para conhecer seu ritmo, suas necessidades de desenvolvimento e suas potencialidades, e assim, investir assertivamente em seu desenvolvimento contínuo.

 

Também é necessário construir as habilidades e conhecimentos, fase a fase, monstro por monstro, vitória ou recomeço, um após o outro.

 

E entender que cada pessoa tem potencialidades diferentes.

 

Algumas tem talento racional, entendem logo qual a melhor solução para um problema. Outras tem talento social, interagem facilmente, conseguem influenciar os demais em busca de resultados. Outros tem talentos físicos, unem destreza com força e habilidade física, por exemplo.

 

E que todos tem espaço, cada qual à seu tempo.

 

Uns correndo, outros caminhando.

 

 

Espero que compreenda com este artigo como equilibrar vida e carreira de maneira assertiva.

E aí, como podemos te ajudar neste equilíbrio? Saiba mais.

 

 

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Do essencialismo ao desapego – Como reduzir o ritmo sem reduzir suas realizações

Algumas “palavras mágicas” tem rondado meus discursos e pensamentos, ganhando cada vez mais força não só em minhas palavras, mas também em minhas ações:

 

SIMPLIFICAR – DESAPEGAR – DESACELERAR

 

Essa pausa que fazemos na correria insana, para olharmos para o que é essencial em nossas vidas, normalmente começa pela contramão da calmaria. Se inicia exatamente do lado oposto, no tumulto, no excesso:

 

Corremos atrás de fazer tudo ao mesmo tempo, não deixamos nada pra depois, nos cobramos de ser cada vez mais presentes e eficientes.

 

A busca incessante por resultados, que foi tão martelada no mundo corporativo, virou cobrança pessoal: nossa vida, nossa rotina e até a vida dos nossos filhos ganhou alta demanda, excesso de compromissos e cobranças sem fim.

 

Precisamos ganhar, competimos entre nós o tempo todo e com isso temos que ter alta performance 24h por dia.

 

Se você ainda não leu o artigo sobre Canibalismo Moderno e a Competição Desenfreada, leia aqui 

 

 

 

A palavra que mais se ouve nas empresas e nas redes profissionais é aumento de performance! Só que aprendemos errado, confundimos aumento de performance com trabalhar mais, mais, e cada vez mais!

 

A grande questão é que toda essa pressão tem cobrado um preço alto: estamos cada vez mais estressados, adoecendo física e psicologicamente cada vez mais cedo.

 

Li uma entrevista concedida pelo Dr. Fernando Fernandes, médico psiquiatra do Programa de Transtornos do Humor da USP, em que ele cita que o estilo de vida mudou muito nas últimas décadas, e que isso está contribuindo diretamente para o aumento das doenças em geral.

 

Olho para meus cliente de coaching, que chegam frustrados, cansados, esgotados pelo excesso de trabalho, e posso confirmar isso como um fato: as pessoas estão adoecendo porque não se cuidam, não tem tempo para si e não sabem mais relaxar.

 

Antigamente (mas nem tanto tempo atrás), não tínhamos celulares e laptops, por exemplo. Quando chegávamos em casa, o dia todo, seja através de uma ligação, uma mensagem via whatsapp da equipe ou uma checada rápida nos e-mails mesmo quando estamos de férias.

E no trabalho, a mesma coisa. Estamos lá, mas também pensamos e fazemos questões domésticas. Tudo ao mesmo tempo!

 

Isso tem um preço, e ele é caro.

 

 

Aumento de produtividade e excelência de resultados é um caminho sem volta.

 

Com a competitividade do mercado de trabalho e no ambiente empresarial, a pressão por redução de custos, aumento de resultados e a busca por soluções inovadoras é uma constante.

 

 

E o que podemos fazer para ter excelentes resultados, na vida, na carreira, nos relacionamentos, sem enlouquecermos e nem ficarmos doentes?

 

 

O primeiro item: SIMPLIFICAR!

 

Analise o que é essencial na sua vida, na sua carreira, em suas ações diárias. E tudo o que pode ser eliminado ou simplificado.

 

Perdemos muito tempo fazendo coisas que poderíamos simplesmente deixar de fazer!

 

Greg McKeown, autor do Best Seller Essencialismo e nomeado um dos “Jovens Líderes Globais” pelo Fórum Econômico Mundial diz que o “Essencialismo traz mais produtividade, menos estresse e mais alegria”.

 

A teoria chega a ser simplista: dizer não a tarefas irrelevantes para investir seu tempo e energia naquilo que realmente lhe trará resultados, que seja essencial. Como resultado desta concentração e foco, seu desempenho aumenta.

Atenção aqui – não serve qualquer resultado, só devemos investir tempo, energia, foco etc. naquelas coisas que nos levarão à conquista daquilo que avaliamos e definimos como ESSENCIAL. Sabe quando usamos aquela frase: “Isso aqui é o que me trará aquilo que quero!“.

 

Intentus - Indicacao de livros - Essencialismo

 

Te indico ler este livro!
 https://www.intentus.com.br/indicacao-livros/
Exercitando:

Liste tudo o que você faz durante uma semana, em casa e no trabalho. Olhe para estas atividades e mensure o resultado real de cada ação. Para cada item pergunte-se: Fazer esta atividade me trará bons resultados, impactará positivamente em minhas metas, objetivos, sonhos?

 

Se a resposta for qualquer coisa diferente de um enorme e convicto SIM, elimine. Simples assim.

 

 

Segundo item: DESAPEGAR.

 

Esta é uma atividade que venho treinando já tem algum tempo.

Desapegar: eliminar coisas, pessoas, sentimentos, atividades. Está ligado a você olhar para aquilo que realmente precisa na sua vida, eliminando todo o resto, tudo o que for supérfluo.

Em determinado momento comecei a perceber que eu tinha tarefas a realizar devido a coisas que eu possuía, ou pessoas que frequentavam minha vida. E que eu não precisava.

 

Sabe quando você vai tirar pó da casa e percebe que gastou uma hora só tirando pó dos enfeites da sala? E se não existissem os enfeites, ou guardasse os que gosta dentro de gavetas ou armários para utilizá-los somente quando fosse necessário, eles não empoeirariam e assim daria menos trabalho a limpeza semanal.

Ao invés de gastar uma hora na tarefa, em 10 minutos já teria terminado. Pronto! Ganhei 50 minutos no dia. Fez sentido pra você?

 

E não é só desapegar, consiste também em organizar: deixar as coisas que usa mais em um local de fácil acesso, por exemplo, se desfazer daquela roupa linda, que você ama, mas que só de olhar pra ela já precisa passar pra sair de casa…e lá se vai mais meia hora do seu dia perdido.

 

São escolhas, opções. Nestas análises, desapeguei de pequenas tarefas domésticas: não seco louça, não passo roupa, não faço a unha toda semana. Não significa que você tenha que fazer isso, apenas que você pode olhar pra cada coisa, pessoa, atividade e falar: eu preciso mesmo disso?

 

O prazer e o resultado que a tarefa te traz condiz com o tempo / energia que você dedica a ele?

 

Desapego é um processo lento e duradouro, a ser praticado sempre.

 

Exercitando:

Analise o que ocupa tempo e espaço na sua vida desnecessariamente: coisas, pessoas, atividades, sentimentos. Se tiver dificuldade, e é bem comum ter, foque em pequenas partes: comece com uma gaveta, um armário, ou uma área da sua casa, do seu trabalho ou da sua vida.

 

Vá eliminando aos poucos o que você não precisa mais. Se tiver dúvidas teste ficar sem algo por um tempo, tire de circulação e sinta se realmente vai fazer falta antes de desapegar completamente.

Depois, jogue fora, doe, venda. Elimine. Não adianta tirar algo do lugar e depois deixá-lo esquecido em outro, nem deixar tarefas esquecidas e depois elas virarem urgências. A eliminação tem que ser definitiva.

 

 

Terceiro item: DESACELERAR

 

Se você já começou a praticar os dois itens anteriores, este ficará mais fácil. Desacelerar é realmente reduzir o ritmo, apaziguar a cobrança, entender e respeitar o seu ritmo e o movimento natural da sua vida.

 

É viver o hoje, o agora, o momento presente.

Eliminar as preocupações (“pré” + “ocupações”) e reduzir a ansiedade.

 

Saber quem você é, o que te faz feliz e diminuir a cobrança externa.

 

Certo dia um amigo recebeu uma boa promoção e saiu com a esposa pra comemorar, jantaram num restaurante bom. Então, ele me disse que tirou uma foto linda dos dois, com um aquário ao fundo e que ia postar no Facebook, só que na hora pensou melhor e resolveu não postar. Questionei sobre o porquê, se ele queria, e ele me disse:

 

“Eu queria, estava feliz e pensei em mostrar isso pra todo mundo, mas fiquei com medo de ser mal interpretado. Tanta gente desempregada, a situação política e econômica como está, no mesmo dia havia caído um avião com um ministro – não tinha clima, eu fiquei com receio das pessoas me julgarem como arrogante, insensível.”

 

A cada momento nossos amigos, o noticiário e até a própria família tentam nos convencer de que o mundo é um lugar ruim, de que tudo vai mal, de que tudo dará errado.

 

E mais: que a culpa pode ser sua.

 

O que isso faz com a gente? Deixamos de comemorar, de vibrar, de viver o presente, de expor a nossa alegria porque nos sentimos um pouco culpados pelo insucesso ou dor dos outros.

 

Ter compaixão não significa deixar de celebrar e viver bem o que você tem e fez. Significa sim, saber como você pode ajudar aos outros. Só dá algo quem tem esse algo.

 

Se você foi promovido talvez consiga ajudar alguém que está desempregado ou apoiar um colega no trabalho para que ele também consiga ter êxito. Viva e celebre o seu momento atual.

 

Também é bastante comum ouvir pessoas que não conseguem aproveitar algo bom porque já estão pensando na próxima ação.

 

Uma amiga lançou seu primeiro livro recentemente. Fez festa, noite de autógrafos, muita gente presente. Passados poucos dias, nos encontramos para um café e perguntei como ela estava, se estava curtindo a fase de ser escritora, e ela me respondeu: “Estou em pânico, escrevendo meu segundo livro e ainda não sei como farei para as pessoas gostarem tanto deste como foi com o primeiro.”

 

Buscamos sucesso atrás de sucesso.

E não saboreamos as conquistas e nem nos damos tempo para absorver os aprendizados. É como se o tempo todo houvesse uma cobrança de “próximo, próximo, próximo”.

 

 

Celebrar as conquistas e praticar a gratidão são formas lindas e leves de se conectar com o presente. Tenha o hábito de ter um caderninho do bem, registre as coisas boas que acontecem com você, como num diário. Pode ser uma pequena ou grande realização, anote. Leia no final do mês, no final do ano, ou quando sentir qualquer tensão, ansiedade. Veja o quanto você tem conquistas a celebrar. Olhe para o que você já possui, já fez, já aprendeu até aqui, seja grato, se fortaleça e siga adiante.

Sem pesos, sem cobranças. Apenas gratidão e aprendizados.

 

Exercite: Hora de se conectar, com o agora, de verdade. Experimente deixar o celular de lado ao assistir TV, durante as refeições, ao falar com as pessoas, ao sair de casa para um passeio. Olhe em volta, olhe nos olhos das pessoas, repare em tudo ao seu redor.

Ao final do dia, pare por alguns minutos e tente se lembrar do que viveu e registre do que se orgulha, do que sente gratidão neste dia que se encerra.

 

Lembre-se: A vida acontece no presente!

 

Permita-se viver mais leve, sair na rua observando as mágicas que acontecem à sua volta, observe a natureza, cumprimente as pessoas e veja o quanto a vida é boa e existem mil possibilidades para resolver qualquer coisa que acontecer.

 

Tudo fará sentido na vida, se soubermos quem somos, o que realmente importa pra nós e se seguirmos e acreditarmos mais em nosso coração.

 

 

 

 

 

 

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