Os melhores filmes da Netflix para sua carreira

É possível unir descanso e desenvolvimento. Separei os melhores filmes da Netflix para quem deseja novas visões de mundo e evoluir na carreira e negócios.

Separei uma lista com os melhores filmes da Netflix (e algumas séries) para você abrir a cabeça para novos conhecimentos e visões de mundo – sem sair do sofá.

Brené Brown: The call to courage

O que é preciso para trocar o conforto pela coragem em uma cultura definida pela escassez, pelo medo e pelas incertezas? 

 

Free The Mind

Um estudo sobre como a yoga e a meditação amenizam o sofrimento de uma criança ansiosa e de veteranos de guerra com estresse pós-traumático.
Indico pra quem está começando a meditar ou precisa aprender a relaxar

 

Minimalism

Um documentário sobre o que realmente é importante e o que podemos reduzir da nossa vida, sem perdas. Não consegui reduzir minha casa a 10m2, mas fiz grandes mudanças e as reflexões são pirantes!!

 

As 7 leis Espirituais do Sucesso

Deepak Chopra compartilha sua visão sobre o sucesso, num documentário baseado em seu best-seller. Spoiller bom:  material e espiritual andam de mãos dadas e você não precisa abrir mão de nenhum dos dois. 

 

O Método Kominsky

Qual a hora de se aposentar? Como sobreviver quando a “glória” pelos nossos feitos ficam no passado? Uma série dramática com pitadas de humor ácido que fala sobre uma fase em que todos nós chegaremos: a terceira idade e o conflito entre continuar ativo e dar conta do recado.

Bem-vindo a Marly-Gomont

Um destes filmes escondidos na plataforma. Um médico do Congo se muda com a família para a França, fugindo da ditadura que assola seu país. Adaptação da família, construção de uma carreira e muitos conflitos e preconceitos. Até que ponto vale a pena sacrificar a família pela carreira?

O menino que descobriu o vento

Um filme baseado em fatos reais, que conta a história de um menino que enxerga a possibilidade de construir uma turbina eólica – e erradicar a fome do seu vilarejo.  Você acredita em seus sonhos e batalha para realizá-los?

 

Até o último homem

Um socorrista do exército americano se recusa a matar, em plena guerra. Porém, consegue mostrar seu valor e vencer todos os questionamentos, se mostrando peça fundamental no time. Você mantém seu propósito e usa seus talentos, mesmo quando pressionado?

 

Billions

Uma série sobre o mundo dos negócios, ambientado no mercado financeiro americano, as questões ficam entre o que é ético, moral ou possível no mundo dos negócios. Qual a linha que separa ética e resultados?

 

A Grande Aposta

Um filme baseado em fatos reais em que investidores e especuladores financeiros pretendem obter lucros acima do normal com a crise imobiliária que acometeu os Estados Unidos — apesar dos estragos que causa na vida das pessoas. 
Vale a pena ganhar muito enquanto os outros perdem tudo?

 

 

Negócio das Arábias

Um empresário americano falido e com problemas pessoais tenta mudar o jogo oferecendo um contrato para uma empresa na Arábia Saudita, que pode ser a sua salvação.
No caminho ele tem aprendizados que nunca imaginou. 

 

A rede social

Um drama biográfico que fala sobre a ascensão de Mark Zuckerberg e a criação do Facebook.
Vale a pena assistir e pensar em suas posturas profissionais. 

 

Se você quer saber mais sobre mudanças no mundo e na carreira, leia este artigo.

Conspiração e Poder

Um drama baseado em fatos reais que custou o emprego da jornalista e do âncora principais de uma grande emissora americana. 
Fala sobre lutarmos pelo que é certo – mesmo quando isso não é o interesse de todos.

House of Cards

Mais uma série. Aborda o mundo político, com o enredo misturando ganhos e consequências da luta pelo poder. Até onde vale a pena?
Traz muitas histórias e situações similares ao que vemos no mundo corporativo.

 

Happy

Uma busca pelo segredo da felicidade. A felicidade e o bem-estar vêm sendo alvo de estudos que revelaram descobertas surpreendentes. Conheça exemplos de pessoas do mundo todo que são consideradas felizes – o que elas tem e fazem pra isso? 

 

Divertidamente

Põe as crianças junto no sofá e finge que a sessão pipoca é pra elas – mas no fim, este desenho é para adultos!
Ele aborda nossos sentimentos e a dificuldade que temos para enxergar o valor de todos, bons e ruins, e a luta para mantermos a alegria no comando! 

 

E você, indica mais algum?

 

 Nós não somos a Netflix, mas também temos vídeos legais! Indico dois vídeos sobre carreira:

 

 
Ps – não temos vinculo nenhum com a Netflix ou com os títulos mencionados acima, são apenas indicações pessoais da autora do post, Lilian Sanches, com temas que assisti e achei interessante.
 
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Está mesmo tudo bem com você?

Tudo bem com você?

Quantas vezes, ao encontrar um conhecido que te fez essa simples pergunta  – Tudo bem? você não respondeu sem pensar: Tudo bem!, mesmo quando não estava bem?

O socialmente aceito, o piloto automático,  o convencional, o medo de expor nossas fraquezas e angústias nos faz dar respostas prontas: nem pensamos em como realmente estamos passando, no que estamos de fato sentindo.

Passamos para a próxima pauta da conversa.

E mais. Muitas vezes perguntamos aos outros se está tudo bem, simples e puramente por obrigação.

E se a pessoa disser pra você que não está bem e começar a falar sobre as angústias que vem passando, a ansiedade quanto ao futuro, o medo de algo não dar certo. Você vai querer mesmo ouvir?

Não aprendemos a falar sobre sentimentos, emoções.
Expor o que estamos realmente sentido é visto como fraqueza.

Também não aprendemos a ouvir as pessoas, de verdade.
Ouvir sem julgar, sem querer dar solução, sem comparar.
Ouvir com compaixão, respeitando a dor alheia.

Nossa prioridade é seguir modelos, padrões, sermos aceitos – e perfeitos.
Do lado de fora. Se não somos, ao menos tentamos aparentar, fingimos.

Mas em algum momento desmoronamos.

E então, vem as aulas e regras sobre equilíbrio emocional.
Controle-se, seja resiliente, aguente a pressão. Sendo que deveríamos ensinar: tudo bem chorar, tudo bem desabafar, coloque pra fora, externalize o que está sentindo, esta é a melhor forma de reequilibrar.
Porque não sabemos o que fazer com as emoções, então, quando fazemos algo, vem sem controle, desequilibrado emocionalmente – os famosos altos e baixos.

Não vamos conseguir equilíbrio emocional suportando algo que nos sufoca por muito tempo. 

Quando o leite ferve, em um segundo ele se esparrama por tudo, faz um desastre no fogão.
E sempre acontece no segundo em que nos viramos para pegar algo. Mas ele não ferveu de um segundo pro outro, foi um processo. O leite foi esquentando, esquentando…até que ferveu.

Assim somos nós. Aguentamos, aguentamos…até que transbordamos de forma errada, sem saber como lidar com o que estamos sentindo.

Muitos dos problemas nas relações pessoais ou profissionais, vem de não sabermos lidar com estas emoções e sentimentos, nossos e dos outros.
Muitas vezes somos PHDs em dar soluções mágicas e poderosas em conversas com amigos, mas não fazemos ideia de como realmente aplicar aquilo no nosso dia a dia.

Um bom ponto de partida para olhar para estes sentimentos é olhar pra você mesmo, no espelho, e se perguntar:
  Tudo bem com você?
Seja sincero, e esteja aberto e preparado para se ver profundamente.

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Dê uma olhada na página de Materiais Gratuitos e veja os materiais que podem te ajudar neste processo de olhar pra dentro, refletir e desbloquear os medos.

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Os melhores documentários da Netflix para quem busca desenvolvimento pessoal

Felizmente a televisão não tem apenas programas de cultura de massa ou sem conteúdo interessante. Tenho assistido muitos documentários interessantes na Netflix e resolvi compartilhar com vocês algumas das minhas preferidas.
 
É uma excelente forma de abrir a cabeça para novos conhecimentos e visões de mundo. 
E melhor, no sofá de casa.
 
Free The Mind – (indico pra quem está começando a meditar) – Um estudo sobre como a yoga e a meditação amenizam o sofrimento de uma criança ansiosa e de veteranos de guerra com estresse pós-traumático.
 
Food Choices – Esse documentário examina a dieta global e aponta a alimentação do planeta como a culpada pelo declínio da saúde e pelas mudanças climáticas. (uauuu)
 
The Mask You Live In – pq existe feminismo, o que é machismo e muito mais. O documentário esclarece os meios pelos quais valores tidos como “masculinos” reforçam posições erradas.
 
COWSPIRACY: O segredo da sustentabilidade – como a agropecuária intensiva está dizimando os recursos naturais do planeta e por que essa crise tem sido ignorada por grandes grupos ambientalistas.
 
Minimalism: A Documentary About the Important Things – dos últimos que assisti. Pirante!!
 
Sustainable – uma discussão sobre comida sustentável e como isso pode mudar o que comeremos no futuro.
 
The Human Experiment – Histórias sobre os efeitos de produtos químicos que usamos no dia a dia.
 
Innsaei – Pensadores e espiritualistas discutem a filosofia islandesa que promove a conexão das pessoas por meio da empatia e da intuição.
 
The Altruism Revolution – teoria de que cooperação e altruísmo estão mais na essência do ser humano que o egoísmo.
 
Happy – uma busca pelo segredo da felicidade.
 
O Começo da Vida – Esta serie avalia como o ambiente afeta as crianças e como elas podem afetar o nosso futuro.
 
Awake: The Life of Yogananda – A história de Yogananda e a introdução da meditação e da yoga no mundo ocidental.
 
Zeitgeist: The Movie – eu já tinha assistido pelo youtube. Teoria da conspiração com história mundial. (tem as continuações, ainda não assisti – Addendum e Moving Forward)
 
Chef´s Table – é sobre culinária internacional, mas também é sobre luta, conquista, cultura. Na última temporada assista o da monja chef.
 
Jiro Sushi – a obsessão pelo perfeccionismo e pela precisão, levados à sério. Duvido que você tenha se dedicado a algo como ele fez.
 
Cosmos – Revelações de um astrofísico sobre o tempo e o espaço.
 
E você, indica mais alguma?
 
 
 
 
Ps (não temos vinculo nenhum com a Netflix ou com os títulos mencionados acima, são apenas indicações pessoais da autora do post, Lilian Sanches, com temas que assisti e achei interessantes)
 
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Você consegue ser autêntico em seu trabalho?

Antes de começar a dar minha visão sobre o tema, quero que você me responda:

–  Você é autêntico? De verdade?

Sim, simples assim: você é você mesmo, sem máscaras, sem medos, sem copiar ninguém?

 

Que pergunta difícil!

Sempre a faço nos treinamentos, alguns mais corajosos começam a dizer que sim, que fazem o que querem, que agem do jeito que preferem…e tudo bem. Outros já começam a se questionar nesta pergunta e também, tudo bem.

 

É complexo mesmo. Filosófico até. De Shakespeare que indagou: “Ser ou não ser? Eis a questão.”, passando pelo oráculo de Delfos na Grécia, que cita: “Conhece-te a ti mesmo” e chegando aos tempos de Raul Seixas com sua Metamorfose Ambulante, onde ele “não quer mais ter aquela velha opinião formada sobre tudo”, o autoconhecimento é um dos enigmas e desafios da humanidade.

 

Começa na anatomia. Os olhos veem melhor o que está fora. Enxergamos as falhas e virtudes alheias de forma muito mais clara e objetiva do que olhamos a nós mesmos.

 

E os pensamentos e memórias? Nestes podemos confiar? Olhar pra eles e nos lembrarmos de quem somos? Ah, mas estes vem com uma dose extra de percepções, que sobrepõem os fatos.

 

Nossa história não é lembrada por nós exatamente como os fatos aconteceram, mas sim como nós os percebemos.

 

Enfim, é muito difícil saber de fato quem somos de verdade, lá no fundo.

 

Nossa versão original seria aquela da nossa essência. O nosso bebê que ainda não passou por nenhum condicionamento ou aprendizado.

 

A nossa essência é como se fosse uma pérola, preciosa. Conforme os anos passam, nos ensinam o que é certo, o que é errado. Nos condicionamos aos moldes e modelos da sociedade, dos pais, dos amigos, da religião escolhida e a soma disso tudo vai ofuscando, cada vez mais, a nossa pérola. Criando camadas.

 

Por isso é difícil falar: qual parte sua é realmente autêntica?

Quem é você na essência?

E quais partes dos outros você veio somando e assumindo como partes de você?

 

Autoconhecimento é um caminho sem fim, entretanto existem meios para começarmos esta busca.

 

Olhe pra você lá na sua infância.

Tente se lembrar do que você gostava quando era criança e porque você fazia o que fosse: brincadeiras, estudar, comer, se relacionar. Como a sua criança lidava com o mundo e quais emoções isso lhe traz?

 

Olhe pra você agora e diga: O que você realmente gosta?

Você, mais ninguém! O que você passaria uma tarde toda fazendo, sozinho, sem que ninguém olhasse ou se importasse? O que você estaria comendo, lendo, fazendo? O que você faz para você mesmo e que ama? Independentemente dessa atividade poder gerar o resultado financeiro que você considera o ideal para você.

 

Como você interage com o mundo exterior.

Lembre-se novamente de ser natural, sem cobranças. Se dependesse somente de você, como seria a sua interação com o mundo externo? Como você conversaria? Com quais pessoas se relacionaria? Por quais canais se comunicaria? Qual tipo de linguagem você usaria? Ou você viveria mais recluso em seu mundo interior?

 

Olhe suas preferências.

Em tudo, temos preferências, mas nem sempre as colocamos como prioridade na hora das escolhas. Olhe para tudo: seu trabalho, alimentação, atividades, comportamentos. Comece a listar sua preferências. O que realmente você mais gosta? O que você realmente prefere em cada situação?

 

Observe o que te incomoda no outro.

Quando olhamos para outras pessoas temos mais facilidade de encontrar os defeitos. O que te incomoda nas pessoas que você convive? Tente enxergar o motivo pelo qual algo te traz esta sensação. Temos uma tendência de refletir os erros, logo, se rejeitamos algo é porque aquilo nos sensibilizou de alguma forma.

 

 

Nós também mudamos conforme as fases da nossa vida, o que vai dificultando ainda mais a enxergar esse nosso lado real. O que sou eu de verdade e o que é a minha fase atual, influenciado pelo momento que estou passando, é uma pergunta que muitos se fazem.

 

Ao passar por uma situação de separação num relacionamento, por exemplo, algumas pessoas acabam ficando mais distantes, mais frias. E se questionam: Eu sou assim ou me tornei assim por conta das situações que enfrentei na vida?

 

As duas opções podem ocorrer.

 

Por isso é importante olhar pra trás, analisar as emoções, se perceber e mais do que tudo: não se cobrar tanto.

 

Tudo bem não ter clareza sobre quem você é de verdade. Talvez a gente nunca tenha mesmo. O que vale, conforme disse Raul, é não ter a mesma velha opinião formada sobre tudo. É se abrir para se conhecer, se redescobrir.

 

Ser autêntico é olhar para dentro, fazer uma jornada em busca do seu verdadeiro eu, sem máscaras, sem sombras, sem personagens.

Apenas sendo você.

 

Para finalizar e refletir, trago o Paradoxo do Mito de Teseu, você conhece?

 

Teseu foi um herói grego, conhecido por ter se oferecido para enfrentar o Minotauro em seu Labirinto e ter conseguido voltar para a cidade de Atenas com os outros 13 jovens enviados para o sacrifício, no mesmo barco de madeira.

O barco foi deixado em exibição, mantido como relíquia. De pouco em pouco, suas partes originais eram substituídas por novas, a medida que as antigas apodreciam. No final de longos anos, o barco que estava em exposição já não tinha mais nenhuma peça do barco original, todas tinham sido trocadas.

Os filósofos se perguntavam: se todas as peças foram trocadas, ou a maior parte do original, o barco ainda era o mesmo? Era autêntico?

Portanto, quando se fala sobre o Paradoxo do Barco de Teseu, a referência que trazemos é sobre a essência, a autenticidade.

 

O mesmo paradoxo podemos trazer para nossa vida:

Qual a sua essência? O que ainda tem de original e autêntico aí, na sua versão atual?

 

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Sobre o canibalismo moderno e a nossa competição desenfreada

Somos canibais modernos. Nascemos e crescemos para o sucesso, e muitas vezes, em nossa competição desenfreada, acabamos “engolindo” quem ousa atravessar o nosso caminho.

Competir. Vencer. Ganhar.

Nos acostumamos tanto com estes verbos que, naturalmente, começamos a colocá-los à frente de outros verbos, como ajudar, apoiar, entender, compreender.

 

Tudo começa cedo. Infelizmente cada vez mais cedo.

Crianças de 3, 4 anos bilíngues, com agenda lotada. É comum ouvirmos: “Meu filho tem que ser o melhor.” Me questiono: No que? E pra que?

Ah, já sei, pra vida! A vida é dura, é preciso estar preparado, ser o melhor, ter diferenciais. Foi isso que nos disseram, nos ensinaram, desde sempre.

E então chegamos nos 7, 8 anos. Tirar 10 na prova, ser o melhor da classe, ganhar a competição de matemática, a olimpíada escolar de ciências. Para dali a 2 ou 3 anos já estar se preparando para a faculdade.

Faculdade! O ápice da competição juvenil começa na entrada: 100 vagas para 1000 candidatos. Para ter sucesso é preciso estudar na universidade X, ter o diploma Y e trabalhar em empresas Z. E entrar na empresa Z não é pra qualquer um, será uma nova competição, um novo “vestibular”, afinal são poucas  as “boas” vagas.

 

Competimos o tempo todo.

Quem andou ou falou a primeira palavra mais cedo.

Quem entrou primeiro na escola, ou aprendeu a ler, ou tirou sua primeira nota 10.

Quem beijou primeiro, arrumou a primeira namorada, arrumou o primeiro emprego, teve a primeira promoção.

No trânsito caótico, a competição de quem acelera e chega primeiro. Competimos pela vaga no estacionamento, pela mesa na praça de alimentação do shopping. Competimos pelas melhores promoções nas lojas, competimos para sermos e parecermos melhores do que os outros, sempre.

Parece que a vida é isso: uma eterna competição para sabermos quem vai se dar bem primeiro, quem vai ganhar o que – ou pior: de quem!

 

E precisamos mesmo disso tudo? Sucesso é isso? E o caminho da competição é o único a ser seguido?

Todo este texto, estas dúvidas que espero ter colocado em sua cabeça, servem apenas para uma coisa: refletirmos sobre o quanto fomos criados para competir – e o quanto repetimos e incentivamos este modelo à cada nova geração.

 

Vencer não está errado, está certíssimo.

O que para mim está errado é o modelo onde, para ganhar, eu preciso derrotar ou passar por cima de alguém. Preciso eliminar alguém. Repito: precisamos mesmo?

 

Preciso ser melhor sim. Melhor do que eu mesmo, e não melhor do que o outro. A competição é interna.

Está lá, em algum lugar da Bíblia: “Amai-vos uns aos outros.” E até onde eu sei, ainda não saiu a versão revisada, escrita: exceto em casos de vestibular, busca de emprego ou promoção. Amai-vos sempre. A cada dia. Independente da situação financeira, da cor da pele, da posição que a pessoa ocupa, da vantagem que ela possa te oferecer.

 

E aqui entram dois termos que também tenho questionado muito: Vantagem e Oportunidade.

Se algo foi vantajoso, é necessário refletir: e para alguém, isso foi uma perda? Se a vantagem significa, mesmo que implicitamente, que alguém foi prejudicado, simplesmente não foi vantagem.

E o mesmo serve para oportunidade, principalmente no mundo dos negócios e parcerias. Se algo é uma oportunidade para mim, significa que estou levando vantagem sobre outro? Se sim, analise. Parceria e oportunidade real, é benéfico para todos que participam.

Quando apenas um lado se beneficia isso não é oportunidade, é ganho unilateral. Alguém saiu perdendo para você sair ganhando.

 

Toda essa nossa ânsia por competir e ganhar tem nos tornado adultos infelizes e ansiosos. Não vamos ganhar sempre. Na vida real, diferente do que acontece nos jogos de tabuleiro ou eletrônicos, não dá pra guardar na caixa ou reiniciar quando a situação está ficando nebulosa. É preciso insistir, muitas vezes quebrar a cara, para então crescer, evoluir e ter sucesso.

Se nós estamos cada vez mais ansiosos e frustrados, o que dizer dos jovens? Estamos criando jovens despreparados para as derrotas e quedas, tão comuns na vida real. O mercado de trabalho está lotado de mini gênios phd’s que dão chilique quando contrariados ou quando algo dá errado.

 

 

Entupimos a agenda das crianças com obrigações e atividades, buscando as preparar para a vida adulta bem-sucedida, e quando esta fase chega, eles já aprenderam a lição: não aprenderam a relaxar, a descontrair, brincar e aproveitar o ócio. Estão estressados, sufocados, sendo cobrados pela máxima performance e resultados a qualquer custo. A meta é ser melhor e mais eficiente a cada dia.

 

Não sabemos relaxar e nem lidar com o que dá errado. E se temos uma certeza na vida, é a de que costumeiramente, muita coisa dará errado.

Precisamos justificar cada momento de descanso com algo construtivo, que nos ensine algo, que colabore com a nossa trajetória profissional, que nos enriqueça culturalmente para termos o que falar num próximo encontro – e assim, ganhar “moral” com os presentes e mostrar que entendemos mais do que os outros sobre tal tema – novamente, ganhar.

 

E de onde nasceu grande parte dessa nossa competitividade? Do paradigma da escassez.

A escassez se inicia quando acreditamos que algo vai faltar. Não terá comida, não terá dinheiro, não terá emprego, não terá onde morar. E não ter algo tão importante, traz o medo. E quando tenho medo, me defendo.

Acreditamos que a melhor defesa, é o ataque. Preciso competir e ganhar.

 

Mas a melhor defesa é acreditar e viver no paradigma da abundância. Onde tudo é farto, abundante e suficiente para todos. Que se todos se empenharem, fizerem sua parte e não guardarem mais do que precisam ter, sempre haverá o suficiente para todos.

 

Leia mais sobre  Abundância e Escassez clicando aqui.

 

Quando passamos a acreditar e agir movidos pelo paradigma da abundância, o fluxo de reais oportunidades acontece em nossa vida.

O fluxo da abundância é como a água de um rio: a água continua seu caminho, mesmo que pedras caiam em seu leito. Mas se um fazendeiro por onde o rio passe resolve represá-lo, faltará água no próximo sítio. Mas não deveria. Em seu estado natural, a água seria suficiente para todos. Alguém ficou com mais do que precisava.

 

Mas não basta apenas acreditar que algo bom vai acontecer, é preciso agir.

E como podemos mudar esse pensamento, guardar a competição para os momentos realmente necessários?

 

Estarmos conscientes de que estamos competindo.

Analisarmos nossas ações, sabermos a real intenção de cada ato. Como disse acima, vencer é bom, mas precisamos estar cientes do preço de cada vitória, e se realmente o troféu final valeu a pena.

É como o general que chega ao final da batalha, ganha a guerra mas olha em volta e vê que nenhum soldado permaneceu vivo. Valeu a pena ganhar?

Muitas vezes, em nossas batalhas diárias, perdemos amigos, família, saúde e até mesmo nossos valores. Tenha consciência de suas batalhas.

 

Saber quais bandeiras devemos levantar

Muitas vezes entramos em batalhas que não são nossas. Defendemos a bandeira de um amigo, de um parente e até mesmo de uma empresa. Lutamos por uma causa que às vezes nem sabemos direito qual é. E quando tomamos consciência, percebemos que a luta não é nossa.

Consciência, mais uma vez – e como sempre – ela aparece.

Abandone a guerra. Peça desculpas a quem tiver machucado, tente ajudar. Sempre é tempo de mudar lado, de opinião.

 

Triste não é mudar de ideia. Triste é não ter ideias para mudar.

 

Ter clareza sobre o que te motiva a competir

Existe um real motivo para a competição ou existe outro caminho? Em muitos casos, a competição acaba ocorrendo por hábito ou por ego, e não pela batalha ou prêmio em si. É um simples vencer para provar aos outros quem é o melhor.

Uma frase que gosto muito e que pode te inspirar:

“Na terra do “eu sei”, há sempre competitividade, ciúme, pretensão, orgulho e arrogância. É um reino agressivo – o reino do ego. Eu digo, recuse a cidadania. Na terra do “eu não sei”, os habitantes movem-se sem conflito e são naturalmente serenos, felizes e em paz. O sábio permanece aqui.” Mooji

 

Estabelecer reais parcerias – o verdadeiro ganha-ganha

Pense sempre no real motivo de estar fazendo um negócio, propondo uma parceria. Se o ganho é só seu, deixe isso claro, peça ajuda, e se os demais envolvidos aceitarem, sem problemas. O ganho unilateral será consciente. Assim não há desequilíbrio, o fluxo continuará a agir.

 

Amar a todas as pessoas e seres vivos

Quando eu realmente amo outro ser, não quero que nada de ruim aconteça para ele. Simples assim. Como eu serei o agente de sofrimento ou privação dele? Realmente, o amor é sempre a melhor escolha.

 

A vida não é sobre quem ganha. É sobre quem vive.

Você já escalou uma montanha, fez uma trilha, se desafiou num caminho íngreme na natureza? Eu já. Se você não fez, posso te contar sobre a minha vivência.

Na trilha, na montanha, não há competição, não existe o “chegar”. Existe o caminhar, o evoluir. A graça está no caminho e na superação, não no ponto final.

Por isso comparo a trilha com a vida. As duas únicas certezas que temos é que nascemos e que um dia morreremos. O início e o fim da caminhada. A aventura está no que você fará pelo caminho.

Você vai destruir a mata, derrubar as pedras, poluir os rios e matar os passarinhos ou vai seguir observando o esplendor da natureza à sua volta, aproveitar a paisagem, se refrescar no riacho, se deslumbrar com a vista no meio da montanha?

 

A vida é isso, um vai e vem de belezas, felicidades e emoções.

Mas quando nos preocupamos demais em competir, ganhar e acumular, perdemos o que há de mais lindo: nossa capacidade de nos emocionar com as coisas mais bonitas e singelas.

Viva Feliz.

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Qual a importância de ter relacionamentos saudáveis?

Somos seres sociáveis, precisamos do convívio, do contato com outras pessoas. Também é comum buscarmos aprovação social.

 

Sermos aceitos, fazer parte de algo, está relacionado à nossa necessidade de associação, a necessidade de estarmos nos relacionando com pessoas que tenham gostos, valores e ambições parecidas com as nossas.

 

Tudo isso é muito importante para o ser humano, para que ele possa encontrar e se identificar com a sua tribo, seu grupo de afinidades, encontrar pessoas que sintam as mesmas coisas, que discutem os mesmos temas.

 

Quais os tipos de pessoas que precisamos em nossa vida? 

As pessoas que devemos ter conosco, em nossa caminhada, são as pessoas que acreditem em nós, em nosso potencial, em nossos sonhos. Pessoas que nos aceitem como somos, que se identifiquem com nossa essência e que acreditem em nossas potencialidades.

É maravilhoso quanto temos sonhos e podemos compartilha-los com pessoas que imediatamente se engajam, se entregam para realiza-los juntos.

        Eu posso falar que tenho várias pessoas que se engajam comigo, que dividem meus sonhos. 

        Talvez você que esteja lendo este artigo agora ou que me acompanha nas redes sociais, seja uma destas pessoas. 

        Posso também citar as pessoas que participam dos meus cursos, meu marido, amigos e colegas de trabalho.

E que tipo de pessoa é fundamental ter junto de nós? 

Pessoas que nos estimulem a crescer, a aumentar nosso desenvolvimento, que elevem nossa frequência e que nos impulsionem a sair da zona de conforto. Pessoas que nos provoquem a ser cada dia melhores e que nos façam evoluir.

É primordial olhar em volta e estar cercado de pessoas bacanas, positivas, que tenham ambições e vontade de crescer e se desenvolver, porque estas pessoas te estimularão a fazer a mesma coisa – e você fará o mesmo por elas!

 

Ao contrário disso as pessoas das quais você não precisa são aquelas que sugam suas energias, que te colocam para baixo e fazem com que você não queira evoluir.

 

Todos nós temos vontade e necessidade de associação, de pertencer a um grupo.

 

Essa questão é muito forte, só que temos que lembrar o seguinte: as pessoas que querem ficar embaixo, que não desejam crescer, que querem continuar na zona de conforto, elas também querem pertencer a um grupo, e quando você sair deste grupo, for buscar coisas novas e melhores, essas mesmas pessoas tentarão de puxar de volta, irão dizer para você não se arriscar, que é errado. Te julgarão. 

 

É nossa responsabilidade escolher de qual grupo queremos fazer parte:

Do grupo que nos elevará e impulsionará a novas experiências e conquistas ou do grupo que quer nos manter estagnado, parada no vida, vivendo com pessoas negativas e à base de reclamação.

 

Consiga enxergar e identificar essas pessoas, entender o que realmente elas buscam tendo você próximo à elas.

 

Além de conviver, aprendemos com as pessoas. Com as boas e com as más relações. Tudo é aprendizado.

 

É muito importante observarmos as pessoas que não temos afinidade ou que sentimos certa antipatia.

Olhe com atenção para elas.

Qual aprendizado estas pessoas estão nos trazendo, nos mostrando que tipo de pessoa nós não queremos ser ou como não queremos agir e nos comportar. Que tipo de líder ou colega não queremos ser?

Podemos aprender muito com esses exemplos. Note as pessoas que causam em você alguma rejeição, mal estar ou sensação ruim, e tente entender qual ponto essa pessoa feriu, qual sentimento, ou emoção aflorou a partir do contato com ela. Os incômodos revelados devem ser vistos e analisados com carinho, a fim de melhorarmos nosso autoconhecimento, exercitarmos nossa percepção e assim evoluirmos.

Neste processo de aprendizado é importante também termos uma mentoria. 

Um mentor é alguém para se espelhar. O mentor precisa ser alguém que admiramos e confiamos, que desenvolva um bom trabalho, seja em qual área for, pessoal ou profissional. Conhecendo seus trabalhos, seus caminhos, buscamos juntos traçar os mesmos passos, com muito estímulo e vontade de crescimento. O mentor provoca em nós muitas reflexões e também nos dá muitos chacoalhões, que nos impulsiona a agir, estimula nossa criatividade e vontade de fazer e acontecer, alcançando assim melhores resultados.

O principal: cerque-se de pessoas que te tragam alegria, admiração e uma vontade infinita de crescer, desenvolver e transformar. E seja você esta pessoa para todos que passarem em seu caminho.

 

Viva feliz.

 

Este texto foi extraído do video transmitido ao vivo em 05/12 pelo Facebook da Intentus – Assista aqui ao vídeo.

 

 

 

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Quais as principais virtudes dos introvertidos

Sempre fui introvertida. Quando criança, no recreio da escola, preferia sentar-me em um canto a observar os demais, sem interagir. Ainda era muito nova, talvez com 6 anos de idade, quando um dia ouvi uma professora dizer à minha mãe: “Sua filha é muito tímida. Ela precisa falar mais.” PRECISA!?

Alguns anos passaram e aquela frase da professora ainda ecoava na minha cabeça. Foi então, que me dei conta que a introversão não era algo socialmente aceita. Passei a pensar então que havia algo de errado comigo.

Não me encaixava nos grupos dos “iguais”, dos teoricamente “aceitos” por todos: escola, grupinhos de amizades e as cobranças sociais assombrava-me… Sofria e pensava em mil desculpas para recusar o convite de happy hour dos colegas do trabalho. Eu só queria ir para casa e ficar na minha doce quietude.

E isso não tem nada a ver com solidão, ao contrário, são momentos em que os introvertidos repõem as energias e sentem-se completos.

A energia dos introvertidos vem de dentro, de seu mundo interior, enquanto a energia dos extrovertidos é recarregada no mundo exterior, junto à outras pessoas.

Com a maturidade e muitas reflexões aceitei-me e reconheci que não, não há nada de errado comigo. A introversão é apenas uma parte da minha personalidade.

Em uma sociedade onde as pessoas articuladas e bem-falantes são mais valorizadas, poucos reconhecem a importância dos introvertidos. Acredito que o poder deste grupo (o qual me incluo) para promover mudanças é muito maior do que se imagina.

 

Introvertidos possuem preferência para assimilar energia do mundo interior das ideias, emoções e impressões da própria pessoa.

 

A introversão pode ser um traço muito valioso para ter sucesso profissional. Pode ser um grande diferencial para quem desempenha atividades de análise e planejamento. Os introvertidos costumam captar detalhes mais facilmente, devido à sua preferência mais pela observação do que pela participação.

Mas não se engane: introvertidos participam, fazem parte de grupos, lideram. Apenas possuem tempo diferente para a ação.

 

É claro que a “balança” da sociedade sempre pendeu, e ainda pende, para os sociáveis, empolgados e tagarelas. Culturalmente, os quietos são percebidos como inseguros e hesitantes.

No fim, muita gente acaba pensando que o comportamento do extrovertido é o mais adequado para o mundo do trabalho. Mas é impossível falar em um perfil certo para o mercado, pois somos diferentes e há uma infinidade de atividades e segmentos de negócios diferenciados pedindo o profissional certo, para o lugar certo.

A diversidade de comportamentos é o que gera resultados promissores.

 

O extrovertido pode colaborar muito com sua sociabilidade, entusiasmo e facilidade de comunicação – mas o introvertido não fica atrás em número de qualidades.

Veja a seguir algumas delas:

 

  • Concentração

O introvertido dificilmente perde tempo com conversas paralelas no trabalho. Ele tem mais facilidade para segurar o foco em suas entregas.

  • Sutileza

Imerso em sua tarefa, o profissional com esse perfil costuma capturar mais facilmente os detalhes do que está fazendo. Tendem a ser mais minuciosos e precisos.

  • Percepção

Outra grande virtude do introvertido é sua capacidade de escuta e de observação. Já que consegue enxergar e ouvir o outro, ele tende a fazer análises mais profundas sobre as diversas situações de trabalho.

  • Originalidade

Em equipes dedicadas à busca por inovação, o introvertido pode ser uma peça fundamental. Ele tende a ter uma visão de mundo mais analítica e profunda, atenta a detalhes que passam despercebidos pelos outros. Por isso, consegue trazer opiniões inusitadas para a equipe de trabalho.

  • Planejamento

O introvertido tem o hábito de coletar um grande número de informações do ambiente antes de agir. Ele demora um pouco mais para agir e falar, mas exatamente por ser mais cauteloso e preparado, ele perde menos tempo lidando com surpresas desagradáveis e imprevistos.

 

 

Há algumas particularidades que os introvertidos gostariam que você soubesse sobre eles e que ajudariam em qualquer relação ou situação.

São elas:

 

  • Eles não se importam com festas.

Qualquer introvertido que trabalha em um escritório sabe como se sente ao ser empurrado para a “vaquinha do bolo”. Parece que esperam que os introvertidos respondam com o mesmo entusiasmo e interesse às festas e eventos. E ele apenas quer ir para casa, se aquietar e recarregar as suas energias. Se você não convidar o introvertido, ele não ficará ofendido. Na verdade, vai é ficar aliviado.

Quando é o seu dia de celebrar, em geral os introvertidos ficam satisfeitos em aproveitar o dia do seu jeito preferido ou com um grupo selecionado de amigos. Em geral, não possuem necessidade de fazer com que todos saibam sobre o seu próprio aniversário.

  • Introvertidos odeiam multidões.

Grandes grupos de pessoas os deixam cansados. Alguns introvertidos são sensitivos, então eles tendem a assumir a energia dos outros facilmente.

  • Não gostam de eventos de networking.

Isto é especialmente difícil para os introvertidos que dirigem um negócio. Networking é visto como se precisasse realizar algum tipo de performance. É uma luta interna para dizer a coisa certa e ouvir atentamente.

E eles não se importam uma vez que não conhecem as pessoas. Mesmo em relacionamentos de negócio, é preciso se sentir conectado com alguém em outro nível para tirar o máximo proveito de um tipo de evento assim. Isso leva tempo.

  • Eles sabem como resolver as coisas.

Eles aproveitam o tempo sozinhos com atividades, projetos, e-mails, rascunhos e planos para uma próxima grande ideia (que são muitas). Valorizam a solidão porque isso permite experimentar novos conceitos, planos e abusar da imaginação. Tudo é possível quando passam algum tempo sozinhos.

  • Adoram escrever e ler.

E por isso amam o e-mail, que os ajudam a conseguir o que precisam sem interrupções. Interrupções os tiram do foco, fazendo os gastar mais energia para retornar. Por favor, não os atrapalhe, a menos que seja uma questão de vida ou morte.

  • Introvertidos se sentem seguros com as pessoas certas.

Quando estão com as pessoas certas em suas vidas, fazem de tudo por elas. Dão o seu melhor. Basicamente tornam-se protetores e lutam pela causa de quem amam. Sentem energia diferenciada e agem de uma forma mais leve e assim brilham. São muito observadores e por isso leva um bom tempo para encontrar as pessoas certas, se conectarem de fato. Precisam sentir confiança e admiração pelo outro, e quando acontece, é definitivo.

  • Possuem amigos que realmente gostam deles.

Os introvertidos gostam das pessoas, e elas deles. A maioria dos introvertidos não têm problemas para sair em grupos, e passar o tempo com os outros. Se têm amigos, é porque conscientemente os escolheu. E estes, geralmente são poucos, mas são para a vida toda.

  • Podem fazer coisas de extrovertidos, mas só por um tempo.

O introvertido pode promover um evento, dar uma festa, desde que faça de boa vontade, sabendo que no final do dia poderá ir para casa, ficar no seu cantinho preferido e aproveitar o seu momento de silêncio. Uma boa música e um inspiradora leitura são ótimas companhias para os introvertidos.

  • Introvertido não quer dizer ser tímido.

Em um primeiro momento pode aparentar isso. E você deve procurar conhecer o introvertido primeiro. Ele poderá fazer você rir e manter uma conversa que dure por mais de 15 minutos. E é importante saber que eles não fazem isso com todos. Ser “social” ou “sociável” é uma opção, não uma maneira de ser. Não conseguem fingir felicidade ou animação e mostram o que pensam diretamente por suas reações e não tanto pelas palavras.

  • Ficam bem sozinhos.

Muita coisa acontece na cabeça de um introvertido e isso faz com que ele não precise de mais coisas. Ao contrário dos extrovertidos, eles não precisam de outras pessoas para serem estimulados.

A diversão fica com seus projetos criativos e o que faz até mesmo ficarem ‘fora do ar’ por um bom tempo. Mais pessoas, significa mais coisas para lidar, e sua energia é bem limitada para isso.

  • Odeiam conversa fiada.

Como verdadeiros pensadores, saboreiam conversas sobre grandes ideias, teorias e ideais. Raramente entram em conversa fiada ou sentem-se confortáveis em uma. Conversas e atividades aleatórias servem apenas para roubar suas energias.

  • Eles fazem uma escolha para estar com você, aprecie.

Eles valorizam o tempo que passam sozinhos e são exigentes sobre quem deixam ‘entrar’. Se a pessoa errada acaba aproximando-se, isso irá drenar a energia, ficando esgotados até para eles mesmos.

O tempo com outro é especialmente apreciado, pois eles possuem uma compreensão de limites e fronteiras de cada um.

 

Vários tipos de personalidades e comportamentos convivem no mesmo ambiente de trabalho, por isso, é importante respeitarmos essas diferenças e sabermos que nossa forma de agir pode incomodar os colegas.

Da mesma forma que queremos que respeitem nossa forma de agir e pensar, devemos respeitar as formas de agir e pensar dos nossos colegas. Claro que, tudo isso com bom senso.

Sejam quais forem essas diferenças, é importante que cada membro, da sua forma e com suas habilidades, trabalhe para que os objetivos da equipe sejam alcançados e a harmonia prevaleça no ambiente de trabalho.

Aproveite para aprender com a diversidade. Saber lidar com as diferenças no ambiente de trabalho é um ponto fundamental para seu sucesso profissional.

 

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Como podemos melhorar os relacionamentos no trabalho?

O ser humano é um ser dependente por natureza.

Buscamos e nos fortalecemos quando vivemos em sociedade, em grupos.

Não apenas coabitamos os mesmos espaços, precisamos nos relacionar de fato.

Precisamos de relacionamentos significativos e buscamos associação, pertencimento.

   “O homem é um animal social” – Aristóteles

Para ter real pertencimento, seja em qual grupo for – família, amigos, profissional, comunidade – é necessário se relacionar bem com as demais pessoas. O saber se relacionar não é inerente à condição humana – não nascemos sabendo – aprendemos e desenvolvemos no decorrer da vida.

E como podemos melhorar os nossos relacionamentos?

Consciência e reflexão

Reflita sobre o porquê você quer se relacionar com alguém, qual a importância dele ou do papel dele na sua vida. Se esta relação é importante, você está realmente se dedicando a cultivá-la? E o oposto também é válido: se a relação não é boa, não é importante – porque você está perdendo tempo investindo na pessoa ou grupo errado?

Entender que as pessoas são diferentes

Por mais que busquemos pessoas por afinidades, as motivações, necessidades, comportamentos e visão sobre o mundo são muito individuais. Você não consegue se relacionar de forma harmônica sem ser empático. Para mim, a empatia é a mais difícil das habilidades, porque somente quem viveu e sentiu uma experiência sabe de fato o peso que ela teve. É a difícil habilidade de não julgar o outro pelas nossas percepções e pensamentos sobre o que é certo ou errado.

Cuidado com a comunicação

Muitas vezes pensamos e queremos o melhor, mas na hora de expressar somos mal entendidos. Os ruídos e falhas em comunicação são motivos constantes de desagastes em relacionamentos. Busque ser assertivo, tranquilo e reflita antes de falar ou de escrever. Na dúvida sobre o impacto do que a sua fala ou escrita causará no outro, não faça.

Pratique

Se relacionar bem requer muita prática. Pense nos bebês que iniciam na escolinha. Ao desejarem algo eles gritam, mordem os amiguinhos. Além de ainda não terem treinado a comunicação, eles não pensam no impacto de suas ações nos outros, sua visão de mundo é limitada às suas necessidades básicas. Mas você já sabe que precisa dos outros, precisa fazer amigos, precisa se relacionar bem no trabalho… E quanto mais praticar, mais sucesso e habilidade você terá em fazer e manter seus relacionamentos.

Se não nascemos – e não queremos – viver sozinhos, precisamos praticar e melhorar nossos relacionamentos diariamente. Quer mais um motivo? Bons relacionamentos tornam as pessoas mais felizes e equilibradas emocionalmente.

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