6 dicas para ser mais produtivo trabalhando em home office

trabalhar em home office

Trabalhar em home office é o sonho de muita gente.  Novas profissões, flexibilização da jornada de trabalho, busca de maior qualidade de vida – incluindo a fuga de passar horas no trânsito das grandes cidades, facilidade tecnológica, redução dos custos fixos. Não importa o motivo.

A questão é que o trabalho remoto é uma opção crescente entre profissionais e empresas.

 

Se até pouco tempo atrás o trabalho remoto era mais aplicável a profissionais autônomos ou de áreas como vendas e suporte técnico, hoje, em muitas empresas tradicionais, a possibilidade do trabalho remoto já é uma realidade em diversas áreas.

 

 

Para as empresas, economia financeira, sustentabilidade e concessão da condição como benefício aos funcionários são as principais questões avaliadas para implantação da modalidade de trabalho.  (No final do artigo eu trago informações sobre como as empresas podem se adequar a este formato)

 

O aumento de resultados acaba sendo visto como consequência.

 

Porém, para muitos profissionais trabalhar em home office acaba sendo muito mais produtivo.

 

Se esse não é o seu caso – se você ainda se sente improdutivo, tem muitas interrupções ou “se perde” nas atividades, este texto e as dicas que selecionei são para você.

Home Office na vida real

 

Eu trabalho a pouco mais de 3 anos em home office, cerca de 80% da minha semana em casa. Hoje tenho um espaço reservado para isso, mas nem sempre foi assim.

 

Quem se lembra do repórter da BBC, que estava ao vivo no ar, falando direto de seu espaço de home office e de repente as crianças entram correndo  na sala?

 

 

Isso se chama: vida real!

 

Pode conversar com quem trabalha em casa: todo mundo terá uma história tragicômica para contar (se você tiver, me conte! Editarei o artigo aos poucos, incluindo as melhores histórias!)

 

Eu já tive minhas cachorras latindo, com direito ao cachorro do meu cliente responder do outro lado da vídeo conferência.

 

 

Numa transmissão ao vivo inclusive, com cerca de 100 pessoas assistindo, uma delas resolveu “aparecer” e ficou subindo no sofá, por trás de onde eu estava sentada – e acabou saindo em todos os vídeos.

 

Também já aconteceu de acabar a luz no meio de teleconferências. E ter interrupção do sinal da internet naquele momento em que eu precisava entregar um relatório.

Em todas as situações, sempre agi com naturalidade: simplesmente expliquei a situação.  Sinceridade nestas horas funciona melhor do que cara de pânico ou fingir que nada está acontecendo.

 

Explico a situação e numa próxima analiso se tem algo a ser melhorado. Este é o processo básico para evoluirmos em qualquer quesito: não se cobrar e sim, analisar possibilidades de melhoria. Além do que, pedir desculpas não mata ninguém.

 

Outra situação comum: as pessoas ao redor acharem que você não está trabalhando. Filhos, amigos, vizinhos. Ao iniciar o trabalho em home office é comum as pessoas acharem que você está disponível para qualquer coisa.

 

Inclusive muitas vezes você mesmo esquecerá do trabalho e começará a arrumar as gavetas do guarda-roupas, mesmo tendo uma entrega urgente.

Então, se temos dificuldades, bora falar das facilidades!

 

trabalhar em home office

Dicas para ter uma melhor experiência e performance ao trabalhar em home office:

 

#1  Organize-se

 

Disciplina e foco farão toda diferença. São comportamentos que temos condição de desenvolver e aprimorar (foco para mim sempre foi desafiador!).

 

Muita gente imagina que irá trabalhar menos em home office. A grande realidade é que muitas vezes acabamos trabalhando mais! Trabalho acumulado, demandas inesperadas, infraestrutura que não funciona quando você mais precisa!

 

Saiba definir prioridades, ter clareza sobre as entregas e demandas previstas e utilize ferramentas de apoio.

 

Os apps que eu mais uso:

  • Evernote para organizar ideias, inclusive para anotar em áudio ideias para próximos textos;
  • Trello para organizar as demandas e tarefas da equipe (todos trabalham de forma remota);
  • Ferramentas do Google – Agenda e Drive são os que mais uso. Assim, integro tudo – compromissos e arquivos, e minha equipe consegue acompanhar a distância.
  • Zoom – para conversas online. Ele traz facilidades como o uso até 100 pessoas, quadro branco e gravação da reunião.

 

Todos funcionam no notebook e no celular simultaneamente, assim, de onde você estiver terá acesso. (não é propaganda, não ganhei nenhum centavo, são os que realmente uso)

 

#2  Planeje-se

 

Como citei, utilizo o Trello para gerenciamento dos projetos e tarefas. Porém estabeleci em minha rotina um hábito que me tornou extremamente produtiva e focada:

 

Planejamento Semanal e Metas diárias.

 

Como funciona na prática:

 

  • Uma vez na semana (eu faço isso no domingo) olho para meus resultados esperados e tarefas do mês.

 

  • Defino o que farei nesta semana para conseguir evoluir ao máximo: de entregas a tarefas, a prioridade é definida ali.

 

  • Elenco estas prioridades em ordem de importância para meus resultados, sempre começo executando a mais importante / prioritária.

 

  • Todos os dias pela manhã faço meu checklist do dia, avaliando o que já cumpri, o que falta fazer e novas demandas que aparecem no meio do caminho.

 

  • Não “me deixo interromper” enquanto não cumpro a meta do dia

 

Também é muito importante você planejar as demais atividades: das compras de casa à atividades e recursos que precise de terceiros, junto com as suas atividades de trabalho. É comum, principalmente no começo, subdimensionar o tempo gasto nas atividades e ser interrompido por questões não planejadas. Aos poucos você terá melhor noção e controle.

 

Neste artigo eu falo sobre prioridade e planejamento

 

#3  Cuide do seu tempo

 

Não fique acessível 24h por dia. Trabalhando remoto você pode ser acionado via whatsapp, telefone, e-mail e mais as notificações dos sistemas e aplicativos que utilizar. Acabamos perdendo muito tempo com isso. O que sugiro é que você intercale tempos de respostas /  contatos com o tempo em que foca no que precisa fazer.

 

Também é muito importante fazer pausas. É comum pessoas que trabalham remoto ficarem o dia todo em frente ao computador e não verem literalmente a cor do dia. Levante, faça pausas rápidas, espreguice. Eu costumo sair pra almoçar ou tomar um café fora, inclusive.

 

Uma técnica incrível para essa administração do tempo que eu utilizo é o POMODORO.

 

A Técnica Pomodoro é um método de gerenciamento de tempo desenvolvido por Francesco Cirillo no final dos anos 1980. A técnica consiste na utilização de um cronômetro para dividir o trabalho em períodos de 25 minutos, separados por breves intervalos

 

Passo-a-passo

  • Escolher e listar as tarefas a serem executadas;
  • Ajustar o cronômetro para o tempo desejado (geralmente 25 minutos);
  • Escolher a tarefa inicial;
  • Trabalhar na tarefa escolhida até que o alarme toque. Se alguma distração importante surgir, anotá-la e voltar o foco imediatamente de volta à tarefa;
  • Quando o alarme tocar, marcar um “x” na lista de tarefas;
  • Se houver menos de 4 marcações, fazer uma pausa curta (3-5 minutos);
  • Se houver quatro pomodoros marcado, fazer uma pausa mais longa (15-30 minutos), zerando a contagem de marcações e retornando ao passo 1.

 

As etapas de planejamento, controle de tempo, gravação de registros e visualização são fundamentais para a técnica.

 

Na fase de planejamento de tarefas, são priorizados os itens que devem ser feitos no dia. Isso permite que os usuários possam estimar as tarefas que exigem maior esforço. Como cada pomodoro refere-se a um período indivisível de 25 minutos, que deve ser registrado na lista, é possível fazer uma auto-observação de como o tempo é gasto.

 

Um objetivo essencial da técnica é reduzir o tempo das interrupções, adiando outras atividades que interrompam o pomodoro.

 

(fonte sobre Pomodoro: wikipedia)

trabalhar em home office

 

#4  Delimite e organize seu espaço

Quem começa a trabalhar em casa sofre com a invasão ou perda do espaço e da agenda, principalmente quando não vive sozinho.

 

Filhos e família podem não considerar que você está em casa trabalhando, por isso, é fundamental ter o espaço de trabalho bem definido.

 

Se possível, tenha uma mesa /  cantinho para seu uso.

 

Se isto não for possível e você acabar trabalhando na mesa da sala, tenha o seu kit de trabalho, com todas as suas coisas dentro. Ao iniciar seu dia, organize seu espaço.

 

Também é importante informar as pessoas que convivem com você sobre o trabalho que você realiza e qual apoio precisa deles para tudo fluir bem. Eu fiz “acordos” em casa, como por exemplo: porta fechada significa “não interrompa”. Quando estou em vídeo conferência ou preciso ter mais foco, fecho a porta!

Livre-se ao máximo dos papéis. Quanto mais a sua vida estiver no mundo online, mais simples e leve ficará o seu dia a dia e mais fácil ficará pra você se adaptar a um novo lugar de trabalho quando necessário. Lembre-se também de ter backup de tudo!

 

#5  Você é um profissional, apenas num novo ambiente

 

Mesmo que você passe o dia todo de pijama e atenda as pessoas por chat, saiba: você precisa se lembrar que está a trabalho.

 

Preocupe-se com a imagem e credibilidade que transmite. Da qualidade da internet, das ferramentas e documentos que entrega, à sua imagem pessoal, tudo influenciará numa questão importante: seu ânimo, motivação e imagem profissional.

 

Muita gente começa a trabalhar de forma remota e se isola ou fica “desleixado”, para de se preocupar em se apresentar, em se cuidar, em se atualizar.

 

Fora cuidar de você, cuide do ambiente. Trabalhar num ambiente agradável irá afetar diretamente na sua produtividade e bem estar.

 

#6  Mantenha, cultive e crie relacionamentos

 

Cuidado para não se “apagar do mundo”, afinal já diria a famosa frase: Quem não é visto não é lembrado.

Estabelecer bons contatos, manter os relacionamentos e criar novas oportunidades de conhecer gente é fundamental.

 

Inclua em sua rotina participar de eventos presenciais, marcar compromissos com seus colegas de trabalho e frequente ambientes de trabalho colaborativos – existem muitos escritórios abertos, coworkings e cafés onde profissionais e encontram.

 

São espaços de trocas valiosas e excelente networking.

 

Depois de quase dois anos de trabalho remoto o que eu mais sentia falta era de gente de carne e osso! Ir alguns dias para um coworking foi a solução ideal, hoje isso agrega muito para meu trabalho e motivação. 

 

Para ter bons resultados e entrosamento, escolha um lugar em que haja sinergia com os profissionais que frequentam o espaço.  

 

Trabalhar remoto não necessariamente significa trabalhar apenas de casa.

trabalhar em home office

O Jornal a Folha de São Paulo publicou uma matéria em fevereiro/2018 onde fala sobre as vantagens para as empresas em utilizar a modalidade de home office e fala sobre as mudanças ocorridas na legislação trabalhista, que hoje já permite e regulamenta este tipo de trabalho, inclusive sobre as regras para custeio da infraestrutura.

Os principais pontos da relação empresa x funcionário são:

  • Deve constar no contrato quem vai arcar com os custos de infraestrutura e equipamentos necessários para a atividade, como internet e computador. Estes custos são negociáveis.
  • Não se computa e não há limite para a jornada de trabalho, o trabalho é por produtividade.
  • Os benefícios permanecem os mesmos, exceto vale transporte. O Vale refeição continua sendo devido, caso faça parte do pacote de benefícios (quem trabalha em casa também almoça, certo?).
  • Sobre acidentes, a empresa deve instruir o funcionário sobre como evitar acidentes de trabalho e fazê-lo assinar um termo de responsabilidade. Em caso de acidente, a empresa pode alegar que não tem como saber se ele trabalhava no momento. (ex: a pessoa tropeçou na cozinha de casa e se machucou. Como saber se naquele momento estava trabalhando? Impossível).

 

E aí, como é para você trabalhar em home office? Tem histórias, dicas ou dúvidas? Me escreva!

 

Se você precisa identificar e desenvolver seus comportamentos para ter melhores resultados,  um processo de coaching com acompanhamento individual irá te ajudar. Clique aqui e saiba mais.

 

 

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Como se destacar e fazer negócios no LinkedIn

Escrevi este artigo porque a maioria inquestionável dos meus clientes de Coaching (em busca de recolocação ou aumento de resultados profissionais) e Mentoria (criação e expansão de seus negócios), sempre chegam até mim com seus perfis incompletos e desacreditados com o poder que existe no LinkedIn.

 

Assim que dedicam atenção na correta utilização do LinkedIn conquistam rapidamente excelentes resultados e interações!

 

Resultados de uma mentorada: + de 250% de crescimento de visualizações do perfil com apenas 1 semana aplicando minhas técnicas e estratégias.
Resultados de uma mentorada: + de 250% de aumento nas visualizações do perfil com apenas 1 semana aplicando minhas técnicas e estratégias.

 

No decorrer desta leitura você saberá, de maneira prática, exatamente onde e como deve investir seu tempo no LinkedIn.

 

Sou usuária do LinkedIn desde 2011, mas somente no final de 2015 comecei a realmente utilizar a rede social de forma efetiva, e com três objetivos bem claros:

 

  • Produzir e distribuir conteúdos que ajudem as pessoas a pensarem e planejarem a carreira;
  • Consolidar minha marca pessoal, como especialista tem minha área de atuação;
  • Estabelecer novos contatos, parcerias e fomentar negócios.

 

Com um trabalho consistente e planejado, o LinkedIn passou a ser a minha principal rede social e hoje consigo mensurar ganhos em todos os objetivos ao qual me propus.

 

 

Em 2017 o LinkedIn alcançou a marca de 500 milhões de usuários, sendo que destes mais de 29 milhões estão no Brasil. Somos o terceiro maior mercado da rede social profissional, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e Índia. E você, sabe como se destacar no LinkedIn?

 

São muitas as possibilidades e oportunidades disponíveis no LinkedIn e para potencializar sua atuação na rede e colher bons resultados é necessário atuar em 3 pilares:

 

  • Possuir um Perfil Campeão, otimizado e completo, com informações organizadas e bem expostas.
  • Interagir e construir relacionamentos: apoiar e ampliar a sua rede, contribuir com os demais profissionais e participar de grupos.
  • Produzir conteúdos, compartilhar conhecimentos e ideias.

 

Abordarei neste artigo como ter bons resultados nestes três pilares.

 

Ao longo destes anos o LinkedIn passou por várias e consistentes transformações, incorporando ambientes de aprendizagem, editorial de artigos e possibilitando o compartilhamento de vídeos, entre outras mudanças.

 

Assim, a plataforma que já foi vista por muitos como local para busca e oferta de empregos passou a se tornar uma imensa oportunidade de apresentação de soluções, conteúdo, networking e exposição de marca profissional e empresarial.

 

 

 

 

Você pode continuar acreditando que o LinkedIn serve apenas para procurar emprego ou…

 

… pode usá-lo como uma excelente ferramenta de colaboração, networking ativo, aprendizado,  fortalecimento de sua imagem e presença profissional e também para conquistar um novo emprego ou novos negócios.

 

 

 

O que você deve ter em mente, antes de escrever seu perfil ou começar a postar e interagir, se deseja se posicionar estrategicamente:

 

  • Qual o seu objetivo na rede? 
  • Qual o seu público-alvo (com quem você irá se comunicar)?
  • Sobre qual tema quer ser reconhecido?
  • Como quer ser visto?

 

 

Depois de refletir, é hora de ir pra ação!

 

 

Para quem está começando ou quer melhorar o perfil, separei algumas dicas fundamentais para o sucesso na rede:

 

 

  1. Mantenha seu perfil atualizado

 

Ter um perfil e nunca atualizá-lo, ou inserir dados incompletos não significa que você está presente de fato no LinkedIn.

É essencial que o seu perfil esteja atualizado e que cada nova informação seja inserida.

 

Participou de um curso, escreveu um artigo, tirou um novo certificado, realizou algo a mais no seu trabalho?

Acesse sua conta e insira a informação.

 

Ao contrário do currículo, cada vez mais enxuto e direto, no LinkedIn é possível inserir todas informações, como trabalhos e resultados em projetos, trabalhos voluntariados, causas que apoia, recomendações, etc.

 

É fundamental também manter os dados de contato atualizados!

 

 

Sobre o título do perfil,  existem duas opções principais:

 

A mais tradicional, com o cargo ou área em que você atua (Engenheiro, Gerente, Analista, etc). Se você busca recolocação, mencione 2 ou 3 objetivos no título e na sequência, insira “Em busca de recolocação”. Assim, você terá como cargo, por exemplo:

“Engenheiro Mecânico  |  Gerente de Projetos  | Em busca de recolocação”

 

 

A mais ampla, usada por muitos profissionais da área de negócios ou com papéis multidisciplinares, onde utilizam-se de uma frase citando sua expertise ou serviço. Por exemplo, a minha. Ao invés de falar meu cargo (coach, treinadora, empreendedora, consultora de negócios, mentora), eu digo que “Ajudo as pessoas a serem mais felizes no trabalho” , que fala sobre a transformação que eu trago para as pessoas, dentro dos meus processos.

 

CLIQUE AQUI e saiba o que fazer para que o seu perfil salte diante dos Recrutadores! 

 

 

 

  1. A foto do perfil

 

 

A foto do perfil no LinkedIn deve ser coerente com a sua função e área de atuação.

Se sua profissão permite informalidade pode inserir uma foto mais descontraída, do contrário, opte pelo tradicional.

 

 

Na dúvida: qual foto sua você usaria em uma apresentação no trabalho?

Poste algo similar. O LinkedIn foi desenvolvido para que você compartilhe informações e conteúdos profissionais, logo a sua foto deve ter o mesmo objetivo.

 

E atenção: Perfil sem foto tem muito mais chance de ser recusado em solicitações de contato e por recrutadores.

 

 

Não esqueça também da foto de capa: você pode elaborar uma imagem, usando um editor de fotos, ou pode escolher uma imagem que represente bem a sua área de atuação.

 

 

  1. Faça um bom resumo

No resumo você tem uma excelente oportunidade para se apresentar, usando até 2 mil caracteres. Como o LinkedIn funciona por algoritmos,  quanto mais palavras-chave você utilizar no texto, mais chance de ser encontrado nas buscas.

 

Um bom resumo é escrito em primeira pessoa (eu sou, eu fiz!)  e contêm 3  etapas:

  • O seu interesse e objetivo – para onde quer ir;
  • Suas realizações, diferenciais e o que já fez até aqui;
  • A base: os conhecimentos e certificados principais.

Faça um resumo mostrando ao mundo quem você é profissionalmente, destaque experiências relevantes e sua contribuição para o sucesso dos projetos e as empresas onde atuou.

 

No resumo existe uma funcionalidade pouco explorada: você pode utilizar hyperlinks e anexar documentos.

 

Aproveite este recurso para inserir vídeos, seu portfólio, o currículo, cartas de recomendação ou fotos. Só não esqueça que tudo deve ser relevante à sua área de atuação e deve estar sempre atualizado.

 

 

  1. Qual o melhor idioma para o perfil? Português ou Inglês?

 Sempre monte o seu perfil no seu idioma nativo, em nosso caso, português.

 

Após completar o seu perfil, o LinkedIn oferece a opção “criar perfil em outro idioma”. Ele vai espelhar todos os dados, com os títulos no idioma selecionado. Você terá apenas o trabalho de traduzir.

Como fazer:

Entre no seu perfil e no canto superior direito clique em “Adicionar perfil em outro idioma”.

Clique e… pronto!

Escolha entre mais de 20 idiomas, aqueles que você precisa.

 

 

O perfil é apresentado conforme a opção de linguagem escolhida pelo usuário.

 

Mas você precisa ter um perfil em outro idioma?

Eu costumo analisar de forma simples: para a vaga / função em que você atua ou para a sua rede de relacionamentos, existe a necessidade de um segundo ou terceiro idioma? Se a resposta for sim, é necessário o perfil em outros idiomas.

Opte pela necessidade real e apenas se o seu domínio do idioma for fluente ou avançado.

 

Não se esqueça de que como a busca acontece por palavras-chave, caso você use uma palavra em português e o recrutador busque em inglês, ou vice-versa,  você não será localizado.

 

 

  1. Personalize a URL (endereço web) do seu perfil

 

Já se deparou com links compartilhados de perfil do LinkedIn cheias de letras e números? A sua é assim?

É bem difícil digitar tudo aquilo! E mais, o perfil não é considerado otimizado (Perfil Campeão) pelo algoritmo do LinkedIn, o que dificulta sua visibilidade de perfil.

 

Mas aqui vem a boa notícia!!!

O LinkedIn permite que você personalize a sua url.

 

Como fazer:

No seu perfil, acesse o painel de edição do perfil  no canto superior direito e clique em

“Editar Perfil Público e URL”

Clique no lápis azul e edite a url do seu perfil para o seu nome e sobrenome ou nome e profissão.

 

Alguns Exemplos:

linkedin.com/in/seunome/

linkedin.com/in/profissãoeseunome/

  1. Interaja 

Interagir é onde a maioria dos usuários falha.

Acabam criando um perfil que com o tempo fica esquecido na rede.

 

Para evitar esse erro, eu divido o item interagir em três pontos principais:

 

Aumentar a rede:

  • Busque pessoas que você conheceu em empregos anteriores, cursos, encontros ou por interesses em comum.
  • Participe de grupos que tenham interações dentro do tema que você definiu ser especialista.
  • Apresente-se para as pessoas que te adicionam, enviando uma mensagem curta e cordial.

 

Compartilhar e ajudar:

  • Peça e dê recomendações de pessoas que trabalharam ou que fizeram negócio com você utilizando um texto interessante e profissional. Peça recomendações também.
  • Compartilhe artigos e notícias inerentes à sua área, contribuindo com a sua visão sobre o tema.
  • Compartilhe vagas da sua região, área de atuação ou que possam ser de interesse da sua rede de contatos.

 

Tudo é valido para manter sua rede de contatos aquecida, desde que seja com o foco em ajudar e de forma ética.

 

CLIQUE AQUI  para entender como o você pode encontrar LEADS qualificados e desenvolver novos negócios no LinkedIn! 

 

 

Acrescentar:

É a sua hora de gerar conteúdo e mostrar domínio nos temas da sua área.

 

Os conteúdos podem ser:

  • Posts curtos, de até 1300 caracteres. Preferencialmente comente assuntos atuais e de fácil leitura.
  • Vídeos curtos, de até 10 minutos.
  • Artigos – textos mais completos, com referências ou opiniões mais aprofundadas. Aqui é possível inserir links, imagens e vídeos, acrescentando outras fontes e ilustrações ao seu conteúdo (inclusive outros materiais produzidos por você).

 

Nos grupos e posts, participe ativamente acrescentando informações novas e relevantes ou abrindo novas discussões e reflexões que agreguem conhecimento.

 

 

 

Estas dicas vão ajudar você a ampliar a sua rede e aumentar a sua visibilidade,  entretanto não se esqueça de 3 regrinhas básicas:

 

 

Cuidado com a ortografia – capriche no português, se possível peça para mais de uma pessoa revisar o seu perfil.

 

Seja honesto – não minta e não tente parecer ser quem você não. Também nunca ofereça algo que não possa cumprir ou com interesses “obscuros”. Trate as pessoas e os negócios com clareza e ética.

 

Cuide da sua imagem – as redes sociais devem refletir sua postura profissional no mundo real. Cuidado com discussões que ultrapassem o limite da cordialidade, brincadeiras ou temas impróprios para o ambiente profissional. Na dúvida, pense: você trataria o tema da mesma forma numa mesa de reunião? 

 

 

 

Além da plataforma principal

 

Para dispositivos móveis, além da rede oficial, o LinkedIn possui mais 5 aplicativos:

  • SlideShare;
  • Groups;
  • Sales Navigator;
  • Job Search;
  • Recruiter.

 

Cada qual com sua funcionalidade e objetivo, sendo que os 2 últimos são os mais importantes para quem deseja encontrar uma vaga.

Lembre-se de preencher o campo “interesses de carreira” , onde você informa quais regiões, cargos e interesses possui.

 

 

Agora é com você!  Faça os ajustes no seu perfil, siga nossa página no LinkedIn e interaja com a gente por lá.

 

 

 

Para ajudar a aprofundar no tema criei um curso 100% online e com investimento acessível onde ensino ponto a ponto:

 

 

Planejar a atuação, construir cada etapa do perfil, criar conteúdos e fazer pesquisas, interagir com a rede da melhor forma e muito mais, de forma bem detalhada.

CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS

 

 

Me acompanhe também pelo LinkedIn:

Lilian Sanches – Perfil LinkedIn

 

 

 

 

E proteja-se dos oportunistas! 

 

Leia este artigo onde eu falo  Sobre Fraudes, Golpes e Oportunistas no LinkedIn – E dicas para se proteger!

 

 

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Como falar sobre pretensão salarial?

O que é linkedin e como usá-lo pra fazer negocios

Você sabe qual o momento certo de falar sobre pretensão salarial e como definir a sua?

A maior parte das empresas, ao abrir uma vaga, já possui o valor que deseja pagar pelo profissional que irá contratar.

 

A pergunta sobre pretensão salarial é exatamente para constatar se o candidato se adequa ao valor e se irá sentir-se motivado a trabalhar em troca de tal remuneração.

Trazer um candidato com valor superior ao previsto da vaga pode gerar desequilíbrio interno na empresa – profissionais com mais tempo de empresa podem se sentir desprestigiados, a empresa ou setor pode ter um custo orçamentário não previsto, e pelo lado do novo integrante, o medo das empresas é investir em alguém que continuará em busca de algo melhor, que não irá ficar confortável com um valor abaixo do que pretendia – e que muitas vezes aceita o emprego de forma transitória.

 

Se você tem dúvidas sobre este tema (assim como muita gente!), preparei algumas dicas sobre o assunto:

 

Quando os anúncios de vagas pedem pretensão salarial, é essencial ter esta informação no currículo?

 

Quando nos deparamos com anúncios de vagas a grande dúvida é saber como falar sobre pretensão salarial de maneira adequada e sincera. Sempre mencione a pretensão, quando solicitado. Não precisa informar um valor específico, pode mencionar um valor aproximado, como por exemplo: “entre R$ 2.000 e R$ 3.000, negociável de acordo com o pacote de benefícios”.

Nem só de salário se compõe a remuneração, por isso é importante considerar essa variação.

 

 

Ilustração sobre como falar de pretensão salarial

 

O mesmo vale ao responder entrevista presencial se questionado sobre a pretensão salarial. Sempre que possível, seja franco quanto espera ser remunerado pela função pretendida.

 

O que define a pretensão salarial?

 

Leva em consideração vários fatores: localização geográfica, tipo de negócio e tamanho da empresa, tempo de experiência do profissional, nível hierárquico e de responsabilidade da vaga são algumas delas.

 

Um profissional mais sênior, numa empresa pequena, pode ganhar menos do que um profissional júnior numa grande empresa. Tudo deve ser analisado.

 

Se logo no meu currículo a pretensão estiver acima do que eles pretendem pagar, eu já serei excluído?

 

Se existir apenas uma vaga e o valor pedido for muito acima, são altas as chances de ser eliminado apenas pela informação.

 

Mas se o profissional tiver um histórico e formação interessante para a empresa, poderá ser considerado para outras oportunidades, permanecendo num banco de dados ou sendo chamado para entrevista nos casos em que há oportunidade de entrar para a vaga de menor salário com possibilidade de crescimento a curto prazo (mantendo assim a motivação do candidato pela vaga).

 

Também pode ocorrer, em raros casos, uma contraproposta mesmo que abaixo do valor pretendido pelo candidato caso a empresa julgue interessante e de acordo com o nível de interesse pela qualificação.

Nessa contraproposta pode envolver outros benefícios ou até plano de carreira, por exemplo.

 

Dar uma pretensão salarial muito baixa é ruim?

 

Cada um deve saber até onde vai seu poder de negociação, não existem limites e não tem problema em reduzir salário, inclusive é uma realidade no mercado atual.

 

Muitos profissionais tinham um alto salário pelo tempo de empresa ou aquecimento de mercado. Com a crise econômica e o alto desemprego do país, as médias salariais baixaram consideravelmente.

 

Se adequar a nova realidade faz parte do processo de recolocação. O que o profissional deve analisar é que uma vez que ele regrida na remuneração, não será simples ou rápido ter a elevação salarial se ela for muito grande, pode levar tempo.

 

Como pesquisar por salários equivalentes ao meu cargo e experiência?

 

Uma boa dica é pesquisar no segmento que você ou a empresa que pretende contratar atua qual é a média salarial para o cargo pretendido, lembrando que os valores podem variar de um estado para o outro.

É importante analisar o ambiente: estar atento ao mercado da sua região, acompanhar as vagas e analisar o volume de ofertas x demandas.

 

Também existem sites que realizam pesquisas salariais (Love Monday, Hays) e outros, como o Vagas.com, que disponibilizam uma média salarial pública, que pode ser consultada.

 

Atente-se apenas que em geral as pesquisas e tabelas podem não considerar a realidade da sua região, então se faz necessário a primeira análise citada (ambiente), de qualquer forma.

 

 

 

Se eu quero ganhar mais do que eu ganho hoje para mudar de emprego, quanto eu devo pedir?

 

Muitas pessoas que estão empregadas e buscam uma nova recolocação colocam percentuais em torno de 10 a 20% acima do que ganham como pretensão na busca do novo emprego.

 

Eu acho isso um erro, pois crescimento profissional e busca de um novo emprego não deve ser feito com base apenas em percentual de aumento salarial imediato, outros fatores devem ser levados em consideração, como ambiente de trabalho, benefícios como um todo, possibilidades de crescimento e desenvolvimento profissional, qualidade de vida, etc.

 

Muitas vezes a troca ocorre por um salário igual ou até mesmo inferior, mas os ganhos indiretos são muito mais vantajosos.

 

De qualquer forma, também vale a pesquisa e análise de mercado.

 

E se você deseja ajuda para saber qual o melhor momento para mudar de emprego ou até profissão, saiba aqui como podemos contribuir.

 

 

Cultura e ambiente empresarial devem ser levados em consideração para definir o salário?

 

Nem sempre um profissional com um bom salário se sente realizado e feliz onde está.

 

É cada vez mais comum as pessoas deixarem um bom emprego com um excelente salário, para irem atrás de trabalhos em empresas onde se sintam mais realizadas e tenham valores pessoais alinhados.

 

O tempo despendido ao trabalho é cada vez maior, as pessoas já não enxergam a aposentadoria como um fim de carreira, e por isso estar num ambiente onde se sintam bem faz diferença para essa longevidade e bem estar profissional.

 

Ilustração sobre quanto pretende de salário

 

Benefícios precisam entrar nesta pretensão?

Sim, benefícios fazem toda diferença.

 

Existem empresa que concedem benefícios com auxilio a estudo, cursos de idiomas, previdência privada, auxilio em despesas como combustível e moradia.

 

 

Quando somados, estes benefícios diminuem as despesas que a pessoa teria que arcar com o salário, que pode acabar sendo menor do que em uma empresa com menos benefícios, mas no final, entre entradas e saídas, a conta do orçamento doméstico fecha mais positiva.

 

Se existe algum benefício que seja indispensável para você, é importante que ele seja mencionado. Do contrário, vale perguntar quais benefícios a empresa oferece.

 

Quais são os principais erros cometidos pelos candidatos?

  • mencionar a pretensão no currículo, sem ela ter sido solicitada;
  • ter uma pretensão salarial incompatível com o mercado atual, baseada em experiência passadas e sem pesquisa e adequação recente;
  • preocupação com o salário bruto, sem análise dos demais itens que compõe a remuneração e sem analisar o possível desenvolvimento de carreira;
  • comparar a remuneração sua com profissionais formados na mesma época e graduação, mas com carreiras conduzidas de forma totalmente diferente.

 

 

E se você errou e por isso foi demitido no último emprego, como falar sobre isso na entrevista?   – Aqui eu falo sobre isso:

 

Erro no trabalho: você sabe o que fazer caso cometa um?

 

 

Ficou com alguma dúvida? Escreva pra gente!

 

 

 

Lilian Sanches  – Coach Especialista em Carreira

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Se você procura coaching para sua carreira, treinamentos, mentoria ou consultoria, conte conosco. Atendimento online para todo Brasil. Atendimento presencial em São José dos Campos, Vale do Paraíba e São Paulo.

 

 

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Em busca de desafios: a motivação que nos impulsiona

Você conhece alguém que pediu demissão e foi em busca de desafios? 

 

Foi-se o tempo em que as empresas pagavam bons salários e com isso mantinham seus profissionais engajados, motivados – e no emprego!

 

Pertencemos (ou assistimos) a uma geração profissional que quer sempre mais: queremos ser melhores, ter mais conquistas, adquirir novos conhecimentos, testar nossas habilidades.

 

E não será fazendo a mesma coisa por anos que isso vai acontecer.

 

Diferente da maioria dos profissionais das gerações Baby Boomer e X, os profissionais das novas gerações, os Y, Z e os Milennials, estão sempre em busca de novidades.

 

Para estes, ficar mais do que 2 ou 3 anos aguardando um novo projeto, promoção ou desafio pode ser a morte! O mesmo ritmo acelerado que estes impõem à suas vidas e rotinas também é aplicado no dia a dia dentro das empresas.

 

É preciso crescer, e não somente no cargo e no salário – nos conhecimentos e nas experiências!

 

Muitos profissionais, mesmo com excelentes salários e um belo pacote de benefícios, acabam ficando insatisfeitos, trocando de emprego, preferindo outro onde talvez nem sejam tão bem remunerado.

 

Porque querem ir em busca de desafios!

 

 

Você faz parte deste time, sente que pode fazer mais do que faz hoje?

Na Psicologia Positiva, na área organizacional, estudamos muito sobre a teoria de Flow, que seria o estado onde uma pessoa está executando algo em seu desempenho máximo, com menor esforço e alta concentração (é bem mais complexo do que isso, aqui só resumi a teoria!).

 

Uma das questões principais para haver o FLOW é o equilíbrio entre desafios e habilidades.

 

Se o desafio for menor do que a habilidade adquirida, logo a pessoa ficará entediada, desmotivada. Pela teoria, temos que ir aumentando o desafio conforme aumenta-se e estimulam-se as habilidades.

 

 

É fácil entender isso quando olhamos para uma criança brincando, montando um quebra cabeças por exemplo.

Ela iniciará com um de 10 peças e achará difícil, em breve mudará para um de 50 peças, quando você se der conta ela estará montando um de 1000 peças.

 

Quando ela chegar ao de mil peças, tente fazê-la voltar ao de 10 peças e ficar animada montando ele! Difícil, hein!

 

 

É isso que acontece em nossa vida, depois que aprendemos algo, fica fácil, queremos mais!

 

Os desafios são assim tão importantes na carreira?

 

Sim, não só na carreira como na vida! Porém, precisamos entender que cada pessoa tem momentos, necessidades e motivadores diferentes.

 

E essa questão – o que nos motiva – é fundamental para entendermos a nós, nossa equipe, nosso líder.

 

Motivador é tudo aquilo que impulsiona. O empurrão necessário para fazer algo. Seria o porquê de você trabalhar, qual a recompensa que você busca através da sua atuação profissional.

 

 

A motivação pode ser: financeira, aprendizado, reconhecimento, segurança, missão, entre outras.

 

As principais motivações que estimulam a busca por novos desafios são as 3 primeiras, onde a pessoa entende que o desafio a impulsionará a ter um diferencial, algo a mais.

 

Assim, entendemos que nem todo mundo busca desafios, existem pessoas que se acomodam e preferem fazer as mesmas atividades, executar a mesma função, e de preferência no mesmo ambiente; estas pessoas em geral tem como motivação a segurança.

 

Também existem aquelas profissões em que é necessário um aprendizado mais específico e de longo prazo e essa migração de áreas e tarefas não iria favorecer a especialização, então é bom ter gente fazendo o seu melhor, no mesmo lugar.

 

 

Se desafiar envolve ampliar suas habilidades, aprender, arriscar, mudar.

 

Mas também pode haver o desafio de permanecer onde está, suportar e carregar o fardo pelo tempo necessário – pra você, pra empresa, pro projeto.

Afinal, existem vários tipos de busca de desafios.

 

Preparei uma material sobre transição de carreira.

Se você tem dúvidas se está no lugar certo, acesse.

 

E quais os principais motivos que levam as pessoas a buscarem novos desafios?

 

 

Superação – a vontade de crescer, de superar limites, de se desafiar a ir além. Ao participar de um trabalho desafiador a pessoa sente que cresce tanto pessoal quanto profissionalmente.

 

Reconhecimento – em primeiro lugar pelo simples fato de ser escolhido ou convidado para determinado cargo, o que já demonstra que alguém o valorizou, identificou seu potencial, aumentando sua autoconfiança.

 

Num segundo momento, pelo círculo social, familiar e profissional. Quem não se sente bem ao receber os parabéns por uma conquista?

 

Responsabilidade – Uma vez escolhido para fazer algo maior, vem a responsabilidade pela entrega. Se acreditaram que vou dar conta, tenho que usar todos os meus conhecimentos e habilidades para entregar o meu melhor.

Partindo deste princípio, o profissional irá aplicar todos os conhecimentos que possui e buscar se desenvolver e se qualificar naquilo que ainda não domina. É uma excelente oportunidade para novos aprendizados.

 

Prática Um profissional que busca constantemente estar atualizado nem sempre consegue colocar em prática os conteúdos teóricos que vem adquirindo.

Uma mudança representa a oportunidade de aplicar estes conhecimentos, transformando-se num profissional mais maduro e bem preparado, aliando o conhecimento com a experiência.

 

Novas Experiências – As experiências podem ser quanto às tarefas a serem realizadas, às interfaces, os novos colegas ou chefes, novas tecnologias. Tanto faz!

O que vale é que novas experiências ampliam o repertório profissional, aumentando a sua empregabilidade e engordando o seu portfólio.

Quem busca crescimento de carreira com certeza está ávido por desafios!

 

  Você se identificou com estes aspectos, está pronto para mudar?

 

E qual foi a última vez em que você se desafiou ou foi desafiado a fazer algo novo?

 

Se as oportunidades não estão aparecendo e você sente que precisa e pode mais, trate de correr atrás delas. 

 

É nosso papel assumir a carreira, fazer um bom planejamento e dar os passos necessários na direção do que nos trará realizações.

Saiba como podemos ajudar você a evoluir profissionalmente.

 

Mas se você não sente esta necessidade de novidade, de desafios, não se apavore!!

 

Algumas pessoas tem a necessidade de permanecerem firmes onde estão – e isso faz bem para elas e para as empresas – mas este já é tema de um próximo texto!

 

 

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Essa carreira é mesmo sua?

Imagine se você pudesse se assistir, como se fosse um filme, sua vida passando ao vivo na frente dos seus olhos.

 

Você pudesse passar o dia todo somente vendo, acompanhando: o que você faz, como se comporta, como conversa com as pessoas, como reage nas reuniões e nas interações, visse os trabalhos que faz e entrega, a forma como conduz cada atividade…

 

Olha ali, aquela pessoa na mesa, sentada, pensativa, semblante cansado…Pois é, é você.

 

Olhe mais de perto. Olhe nos olhos. Ouça os pensamentos. Sinta a alma, as vontades, as angústias, os anseios.

 

É você mesmo?

 

Ou aquela pessoa é somente um personagem, um falso você, criado, inventado, moldado para atender padrões, cumprir ordens, se encaixar numa sala, baia, área ou setor qualquer, só que não tem nada a ver com você?

Pare um instante e pense: como e porquê você foi parar ali?

 

Você planejou tudo isso, construiu uma carreira baseado nas suas preferências e necessidades, no que você sempre gostou de fazer?

Ou você foi seguindo os acontecimentos, as oportunidades, se ajustando para caber no mundo dos outros, recebendo e acolhendo ordens que não concordava, fazendo atividades que não gostava?

 

Neste caminho você acordou cedo, dormiu tarde, deve ter perdido muitos momentos especiais em família, talvez ganhado uma gastrite ou no mínimo algumas noites sem dormir.

 

Ah, se foi só isso, que feliz que você foi. Algumas pessoas perderam a família, amigos que se afastaram, outros perderam a sanidade e alguns até a vida.

 

E aí, em que momento você encaixotou seus sonhos, suas verdades, seus valores e talentos para viver uma carreira que não é sua?

 

E quanto isso impactou positiva ou negativamente na sua vida?

 

Se você pudesse mudar tudo, o que estaria fazendo hoje?

Em qual empresa estaria? Fazendo qual trabalho?

Como se comportaria?

Poxa, já começo a ver alguém feliz, ali, um sorriso no canto do lábio, no canto da alma.

A boa notícia é que sim, você pode.

Lembra que isso é um filme? Você, um ator.
Protagonista ou vítima, é você que escolhe o papel que vai desempenhar.

E não tem roteiro. Não tem ensaio. Quando estala a claquete, o sol nasce e alguém sopra no seu ouvido: gravando!

 

Está nascendo um novo dia e você define o que fará com ele.

O “The End” está em suas mãos.

 

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Já viu nossa AGENDA DE CURSOS – PRESENCIAIS E ONLINE? 

 

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O que vai mal na sua segunda-feira para você querer fugir dela?

Mulher pensando no trabalho - O que será que eu fiz de errado - insatisfação profissional
Você está cansado de sofrer na segunda-feira? Este dia para você é uma tortura, você tem vontade de fugir dele?
Pra muita gente a segunda-feira é o pior dia da semana.
 
As pessoas estão buscando respostas para a infelicidade que as rondam e chegam até mim se questionando o porquê do sentimento de tristeza que se inicia já no final do domingo. 
 

A segunda-feira tornou-se uma tortura para muitos. 

E esse dia da semana não tem nada a ver com o seu sofrimento, ele é um dia como outro qualquer.
 
Mas o porquê da segunda-feira ter esse peso e ser sofrível para muitas pessoas? 
A questão é o que a gente faz, o que executamos e realizamos que ocasiona esse fardo, esse peso.
 
Eu mesma tive segundas-feiras muito difíceis, já tive dias no trabalho em que não gostava de acordar e ter que ir trabalhar, iniciar a semana no mesmo lugar. Tudo era pesado. 
 
E quanto mais pesados ficavam os dias da semana, mais alegre eu ficava na sexta e consequentemente mais eu entupia meu final de semana com atividades prazeirosas.
Era como uma recompensa pelo fardo vivido na semana. Eu fazia mil coisas no sábado e domingo, cada vez mais eu tinha mais atividades e coisas legais para realizar. Era um meio de sentir alegria e satisfação, fugir da minha vida real, compensar o meu sofrimento semanal.
 
Mas isso não resolvia o problema. Consequentemente a segunda voltava a ser mais frustrante do que a da semana anterior. Em vez de resolver, eu piorava. 
 
A partir desta recorrência de alegrias aos finais de semana e tristezas no início da semana eu comecei a analisar meu dias, minhas atividades, minhas emoções…
 

O primeiro passo necessário para que a transformação aconteça é identificar o que realmente nos faz mal. 

 
Se a segunda-feira está com esse peso, tente identificar: o que de fato está causando isso? 
Para alguns é o fato de estar trabalhando onde não gosta, fazendo algo que não traz prazer, satisfação. O trabalho nesse caso acaba sendo pura obrigação!
Outros até gostam do que fazem, mas há muitos casos de pessoas em que a vida mudou e por mais que gostem do trabalho há algum ponto ali que está trazendo insatisfação com a vida. 
 
Por exemplo muitas mães tem o sofrimento de segunda-feira devido ao fato de terem que deixar o filho na escola e só pegá-lo ao final do dia, e muitas vezes ele já está dormindo. Ela mal consegue brincar, interagir com seu filho.
Essas mães até gostam do seu trabalho e das atividades que realizam, mas percebem que o trabalho está tirando o tempo de outras atividades que são fundamentais para ela. Pais também passam por isso, principalmente os que precisam estender o horário de trabalho ou constantemente viajar.
 
Por isso reforço para você: identifique esse ponto que te deixa para baixo, faça a sua análise.
Questione-se: O que te deixa infeliz na segunda-feira?
 
Às vezes não é algo geral, amplo e sim algo muito específico. Pode ser mais simples, como você não gostar do seu chefe, do ambiente, dos colegas ou não gostar do local do seu trabalho, por ser muito distante da sua casa, e talvez você precise andar muito, percorrer quilômetros, horas do seu dia que você passa no trânsito. O que de fato te deixa infeliz?
 
É importante identificar se você está infeliz com o todo ou só com uma parte, apenas uma parte, situação ou pessoa no seu dia a dia.
 

O que pode estar errado:

 
– O ambiente, local ou empresa ser inadequado;
– As pessoas não combinam com você (falta de valores e objetivos semelhantes);
– Sentimento de que está estagnado, sem crescer, aprender, se desenvolver;
– Você não estar usando seu potencial ou estar se forçando a ser diferente de quem é de verdade, tentando caber num papel;
– Ser momento de você fazer outra coisa (porque é comum nós mudarmos!!)
– A soma de tudo isso!!
 

Muitas vezes, quando estamos no meio do furacão, não conseguimos ver do lado de fora. Não conseguimos enxergar a situação como ele realmente é.

 
Nós seguimos muitas coisas por padrão e acabamos fazendo-as por repetição, sem parar para fazer esse diagnóstico. Por isso é necessário parar e olhar para sua vida, suas ações, e entender o que hoje é importante para você e que você deixou de lado. 
 

Questione-se:

  • A carreira que você tem é a que você sempre quis? Quer algo a mais?
  • Essa carreira permite você ser quem realmente é? Seus valores são preservados?
  • Você se sente valorizado no cargo / empresa / equipe que trabalha?
  • Sua carreira permite que você tenha vida pessoal, fora da empresa?
  • Você consegue ter qualidade de vida, fazer atividade física, ter tempo para as pessoas que ama?
  • Sua saúde vai bem?
 

Analise essas questões como um todo, porque senão ficará preso aos modelos pré estabelecidos de fazer tudo igual, todo dia. Inclusive reclamar. Fizemos tudo o que nos pediram para fazer a vida inteira, sem analisarmos se queríamos verdadeiramente, ocasionando em nós muitas vezes essas frustrações.

 
Analise o que te causa desânimo, preguiça e tristeza na segunda-feira. Olhe para este dia com outra visão, de acolhimento, tentando entender e não julgando.
 

 

O segundo passo é tentar mudar. 

Se você identificou que tem algo que possa mudar, trace um plano, organize-se. 
Por exemplo, se você não tem tempo para a sua família e gostaria de mudar isso, será que não consegue diminuir a carga de trabalho, quem sabe mudar o horário de trabalho ou fazer outras atividades e assim sentir mais prazer?
 
Aquela mãe e profissional que sofre pela ausência e tem que deixar o filho na escola logo pela manhã. Será que não consegue trazer o filho para uma escola mais próxima do seu trabalho, onde no horário do almoço consegue vê-lo e talvez uma vez na semana conseguirem almoçar juntos?
 
A pessoa que viaja todos os dias para trabalhar, será que não consegue dividir uma carona para tornar a viagem mais agradável ou quem sabe mudar de casa, para um local mais próximo, que não exija tanto tempo na estrada? 
 
Muitas vezes são pequenos ajustes que ocasionam melhorias e bem estar. 
 
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Tente buscar soluções, nunca desculpas ou culpados. Se reinvente.

 
Quando falamos em mudanças, logo pensamos em grandes mudanças e nem sempre elas são necessárias. 
Você não precisa mudar tudo (cidade, empresa, país) e sim ajustar pequenas ações à sua realidade. Isso já surtirá efeitos muitos bons e positivos no seu dia a dia. 
 
Tudo baseia-se no que você quer mudar, aquilo que está te causando mal hoje. 
 
Quando descobrimos e temos clareza do que precisamos mudar é muito difícil continuarmos iguais. Não continuamos porque não faz mais sentido isso, não cabe mais na nossa vida, na nossa realidade.
 
E se estamos aqui para vivermos plenamente, ser feliz e ter prazer, satisfação naquilo que a gente está realizando, temos que ajustar nossos caminhos quantas vezes for necessário. 
 
Nossas mudanças tem que nos levar ao sentimento de felicidade nas pequenas coisas e não somente nas grandes.
 
Pequenas ações, são pequenos milagres, que fazem a diferença.

 

O terceiro passo é começar a agradecer. 

 

É aquela questão de aceitar aquilo que não pode ser mudado.
 
Se você tem coisas que identificou que precisam de mudanças, trace um plano e coloque-o em ação. Ao contrário, se identificou questões que dependem de fatores externos o qual não está no seu controle, aceite. 
Aceite a situação com olhar de aprendizado. Agradeça apesar de não ser perfeito para sua vida, comece a tirar lições positivas, mesmo não sendo agradáveis. 
 

Tudo é aprendizado. Tudo é evolução.

 
Não é para viver sobre o efeito “Poliana” de que está tudo bem ou “de que está ruim, mas está bom”. Não! É absorver as experiências com aprendizado e olhar como oportunidades lá na frente. É sentir gratidão por aquilo que se tem hoje. Assim as coisas começam a ficar mais leves e a gente começa a entender o porquê de estar passando por algo, por determinada situação – sem conformismo, e sim, com visão de ajuste, de melhoria daqui pra frente.
 
Olhamos como lições aprendidas, que nos fortalecem para enfrentar novos obstáculos – que surgirão. Porém estaremos mais positivos e preparados.
Isso é viver positivamente.
 
Identificando o que está indo mal e mudando o que é possível, as segundas-feiras começarão a ficar mais leves e ganharão um novo significado. 
 
Ela não terá mais o peso da segunda-feira, simplesmente pelo fato que você estará amando o que faz, e assim os dias voltarão a ter prazer e alegria.
 

Precisa de ajuda para repensar sua carreira, traçar novos planos e objetivos, ter mais clareza sobre você e sobre qual caminho seguir, quem sabe até traçar um plano B? 

 
 
 

Conte com meu apoio.

 

Saiba como o processo de coaching de carreira pode te ajudar  – CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS

 
 
 
 
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O mundo está ao contrário e a gente reparou – sobre transições e mudanças tão necessárias

O mundo está ao contrário e a gente reparou sim!

Muitas pessoas tem se questionado sobre o atual modelo de sucesso pessoal e profissional (isso inclui eu e possivelmente você, que se interessou por este artigo).

 

Transições e mudanças em nosso estilo de vida, na forma de pensar e encarar o mundo são necessárias.

 

Acompanhe comigo!

  • Fomos treinados para o sucesso.
  • Estudar desde cedo focados em passar no vestibular.
  • Escolher uma área de atuação que remunere bem e entrar numa boa universidade, de preferência pública, antes dos 18 anos.
  • Entrar num programa de estágio ou de trainee numa grande empresa, crescer na carreira, conquistar posições de destaque e que deem orgulho à todos em sua volta.
  • Escolher a carreira do momento (só ver na imprensa e conversar com amigos que eles irão apontar as carreiras que estão em alta no momento –  e não importa se você gosta da área ou se tem habilidade, estas serão as profissões que te trarão sucesso!! ahammm…)

 

Na sequência ou junto a tudo isso – casar, ter um carro, comprar uma casa financiada em 30 anos, viajar uma vez por ano com a família, ter filhos e colocá-los de volta neste mesmo caminho, esperando e desejando que eles também sejam felizes e bem-sucedidos. (ahammm 🤭…)

 

Robert Kiyosaki chamou sabiamente esta trilha de “corrida dos ratos” em seu livro best seller “Pai Rico, Pai Pobre”.

 

São estas e tantas outras imposições que muitas vezes levam as pessoas a escolherem rumos na vida profissional que não condizem com os mais profundos desejos, anseios pessoais e habilidades.

 

Epa!! Só que no meio dessa corrida, paramos para refletir:

 

– Poxa, talvez eu não esteja tão feliz assim, apesar de ter feito todo o caminho (ou parte dele) direitinho.

 

Você deve estar se perguntando: O que será que eu fiz de errado?

 

 

Mulher pensando no trabalho - O que será que eu fiz de errado - insatisfação profissional

 

 
Não se aflija! É normal em algum momento da vida estes questionamentos surgirem.

 

Seguimos um caminho para o sucesso sem saber ao certo onde ele vai nos levar.

Em geral, só enxergamos o destino quando estamos chegando perto dele. Por isso a frustração! Muitas vezes, o que deixamos pelo caminho foi muito custoso, dói muito.

 

E o benefício pode nem ser tão grande assim.

 

Nos perdemos na nossa própria ânsia em querer conquistar cada vez mais. Muitas vezes, conquistar o que nem ao menos valorizamos.
E isso quando conquistamos, porque muita gente corre, corre, corre… e nunca chega na reta final.

 

 

Três aspectos baseiam fortemente este questionamento:

  1. Escolhemos cedo demais e com pouquíssima maturidade e conhecimento sobre o mundo, pra não dizer com uma visão romanceada, o que faremos na maior parte do tempo: nossa profissão.
  2. Seguimos modelos definidos pela vontade e necessidade dos outros, sem nos questionar sobre o que realmente queremos, o que faz bem pra gente.
  3. Nós mudamos e nossas vontades e necessidades mudam junto. Se aos 20 anos o seu sonho era ter um carrão esportivo, com 30 e poucos anos, casado e com filhos, a sua grande vontade talvez seja chegar em casa mais cedo.

 

Mas será que é possível voltar atrás?

Como já disse o médium Chico Xavier:

“Você não pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas você pode começar a fazer agora e fazer um novo fim”.

 

Aquele que faz uma autorreflexão da vida, para por alguns instantes a pensar e analisar os rumos que a sua vida seguiu oriundos de decisões passadas, muitas vezes influenciadas pelo meio que você vive e foi educado(a), certamente concluirá que novas decisões devem adotadas para mudar a reta final que mencionamos.

 

Conforme mudamos, algumas coisas que eram importantes ficam pra trás.

 

Aprovação social é uma das questões que muda. E muito!

Porque muita gente fez a faculdade que fez?

Para ter a aprovação dos pais, da sociedade ou porque os amigos fizeram. Porque ser músico, confeiteiro ou artista não era bem uma opção profissional aceita aos 20 e poucos anos de idade. E porque você não queria provocar a ira familiar justificando que estava “apenas” seguindo os seus sonhos.

Talvez tudo isso tenha acontecido inconscientemente! pense ai…

 

Outra questão que muda muito:

Conforme o tempo passa, na maioria das vezes, nos preocupamos mais com saúde, qualidade de vida e família.

 

Começamos a entender que a vida acaba. E pra alguns muito, muito cedo.

Na juventude, vivemos a certeza de que somos eternos. A velhice está muito longe.

Conforme os anos passam, começamos a perder amigos, ver gente da mesma idade enfartando, adoecendo…

 

É a fase onde começamos a questionar se o CNPJ que defendemos vale o AVC.

 

Eu vivi tudo isso na pele. Trabalhei e estudei muito para conseguir um alto cargo corporativo. Foram noites mal dormidas, investimento financeiro, ausência dos eventos familiares. Quando cheguei lá, quando alcancei o sucesso, me perguntei: era isso? E agora, o que faço? 

 

Eu sabia… tinha que dar alguns passos pra trás, reencontrar minhas verdadeiras paixões, vontades, necessidade… e usá-las ao máximo, enquanto houvesse tempo. Não dava pra esperar a aposentadoria, então, ali, resolvi agir e mudei minha vida.

 

Chega um momento em que  precisamos de mais tempo livre, menos dedicação ao trabalho e mais cuidados com a gente mesmo (e como isso nos faz um bem danado!).

 

Nesse processo é fundamental o apoio profissional do coaching de carreira, com alguém que tenha vivência no assunto, experiências para compartilhar, orientar e te ajudar a fazer a transição de carreira da maneira correta, planejada e leve. 

 

(se você quiser conhecer um pouco mais sobre o meu trabalho, clique aqui)

 

 

Você se arrependeria daquilo que fez ou daquilo que não fez?

 

 

Uma enfermeira especializada em atender pacientes em estado terminal listou os “Cinco maiores arrependimentos que as pessoas têm antes de morrer”. São eles:

 

1 – Gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo e não a vida que os outros esperavam de mim.

Passamos a maior parte da vida fazendo coisas pelos outros. E esperamos algo em troca, no mínimo reconhecimento. Mas o problema é que em geral os outros nunca nos pediram para fazermos algo! Ai quando não recebemos gratidão pelo ato feito, acabamos sentindo rancor, cobrando por algo que nós mesmos definimos o valor.

 

2 – Gostaria de não ter trabalhado tanto

Mesmo aqueles que tiveram um trabalho gratificante no qual tiveram a possibilidade de enriquecer, se transformar, ter uma vida melhor, ainda assim se cobram. Imagina os que se sacrificaram sem ter o retorno desejado! A grande cobrança quanto ao trabalho está ligada a dedicação excessiva e a abnegação dos demais valores pessoais: saúde, família, hobbies, amigos…

 

3 – Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos

Nos preocupamos tanto em seguir regras e padrões sociais que acabamos aprendendo a esconder os sentimentos. Quantos “eu te amo” deixamos de dizer por que não era o momento certo?

Quando não dizemos, também escutamos muito pouco ou quase nada desses “eu te amo” que são potenciais bombas nucleares de alegria, acalentos e sempre estão recheados de um montão de coisas boas que reciclam nossa vontade de viver intensamente.

 

  4 – Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos

Muitas vezes, as nossas relações de amizade são mais fortes e verdadeiras do que com nossa própria família. Só que a falta de tempo acaba nos afastando de quem gostaríamos de ter por perto. Mais uma vez, trabalhar muito é um dos maiores vilões.

 

5 – Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz

Não importa o quanto a vida seja boa ou ruim. Em algum momento nos questionaremos: valeu a pena?

São nossas escolhas e o tempo que investimos naquilo que fez diferença em nossa vida e na vida das pessoas que amamos é que realmente fará a diferença. Normalmente não valorizamos as pequenas coisas que temos. Liberdade, amor, felicidade… O quanto você as coloca como prioridade em sua vida?

 

Feitas todas estas reflexões, é hora de se questionar:

 

O quer eu realmente quero ser quando crescer?

 

Agora sem o peso das escolhas dos outros ou das necessidades criadas pela sociedade e que não te cabem mais, apenas vivendo aquilo que te faz sentido.

 

Mas mudar não é tão simples!

 

Primeiro vem o medo do desconhecido. Todo mundo faz a mesma coisa, segue a vida do mesmo jeito.

 

– E logo eu vou arriscar e fazer algo diferente?

 

Existem dois tipos de pessoas:

  • As que fazem;
  • As que reclamam da própria vida e falam mal das que fazem 🙄.

 

Não temos como definir que uma será mais feliz do que a outra. A única coisa que sabemos é que não é o segundo tipo de pessoa que transforma o mundo (nem mesmo seu próprio mundo!).

 

O ser humano é naturalmente inquieto e movido à insatisfação.

 

Nossos antepassados evoluíram, criaram a roda, a escrita, mudaram de local, criaram comunidades… simples e puramente porque estavam insatisfeitos com algo e queriam melhorar o que tinham. Faz parte da nossa natureza mudar, melhorar, ser inquieto.

 

 

Logo, nossa felicidade e satisfação está ligada diretamente ao quanto “agitamos” a nossa inquietude.

 

 

Se evoluímos – como espécie – e chegamos até aqui é porque em algum momento alguém saiu da zona de conforto, colocou o medo de lado e foi em frente.

 

E como saber o que faz sentido pra mim e o que eu realmente quero?

 

Autoconhecimento e aprendizado com sua própria história são a base para todo o processo de mudança. Sempre digo que nunca saberei o que eu quero pro resto da minha vida. Mas sei claramente o que não quero, o que não me cabe, o que não me serve.

 

Você pode testar coisas novas, seja um novo trabalho, um novo modelo de contratação, uma nova empresa… E talvez você vá incluir muitas destas experiências na lista do que não quer. Mas é preciso testar.

 

Invista em seu desenvolvimento. Muitas de nossas insatisfações vem do fato de não estarmos nos desenvolvendo, nos sentirmos estagnados e sem desafios. Precisamos sentir que aprendemos, evoluímos e contribuímos com algo maior.

 

Busque um ambiente onde você se sinta bem, em que você tenha prazer em estar e de falar sobre ele para seus amigos e familiares. Um local em que você fique alegre em ir todos os dias e mesmo que haja muita pressão e cobrança por resultados, que seja também um local de crescimento, aprendizado e segurança.

 

Busque um trabalho onde você utilize suas potencialidades, seus talentos, onde permitam você ser simplesmente você e onde você possa expressar suas opiniões.

 

Respeite e valorize quem você é para que os outros também o façam.

 

 

 

E como iniciar a mudança? 

 

# Entenda o que você quer fazer, mesmo que seja só o primeiro passo.

Você já pensou no que quer ou gostaria de fazer? Muitas vezes pensamos em mudanças drásticas sendo que apenas estamos insatisfeitos com algo pontual. Basta uma mudança de área, de cargo, de empresa ou inserirmos algo novo no contexto atual e a satisfação aumenta.

 

Se é uma mudança maior, pense em começar a fazer algo em paralelo, iniciar e testar o que for possível. Se for mudar de estado ou país, quem sabe uma viagem de um mês ao novo local já te mostre como será a nova vida. Se a mudança for de profissão, frequentar eventos com profissionais da nova área pode ser interessante.

 

O importante é começar.

 

 

# Defina o melhor momento para cada passo e entre em ação

Seja qual for a mudança, da mais simples a mais drástica, uma coisa é certa: quanto mais nos preparamos e planejamos, mais tranquilamente as coisas fluem. Por isso é importante pensar nas pessoas envolvidas, nas questões financeiras, nos ganhos e perdas de cada ação.

Lembre-se que mesmo a meta mais difícil pode ser alcançada (sem deixar de viver o seu presente!!!).

 

Uma boa ideia não passará disso se você não executá-la.

 

Novamente, o importante é começar.

 

 

# Cerque-se de pessoas com o mesmo propósito

Muita gente vai rir dos seus sonhos e dizer que você não é capaz.

Tentarão fazê-lo desistir dos seus projetos e se ajustar ao padrão comum. Estas pessoas somente valorizarão seus feitos quando você provar que deu certo (acolha as críticas e não dê muito peso a elas. Alguém tem calçado os seus sapatos?).

 

Você ainda precisa destas pessoas ao seu lado?

 

Cerque-se de pessoas que te incentivam, te façam crescer e que estimulem você a sair da zona de conforto. Muita gente não quer que você cresça e não é por mal: apenas querem que você fique com elas, fazendo companhia e compartilhando suas frustrações.

 

O mundo requer mais autoconsciência e menos competição. Substitua a competição pelo compartilhamento e pela compaixão. Ao invés de caminhar sozinho rumo as suas realizações, leve com você as pessoas que estão realmente ao seu lado e que amam você verdadeiramente.

 

 

Transição de carreira – um novo começo para construir um futuro que realmente deseja

 

Quando falamos em buscar um novo trabalho para utilizar seus talentos, suas potencialidades e que sinta-se bem, alegre e com motivações para trabalhar, não é algo a ser decidido sem planejamento e aprofundamento.

 

Para ter sucesso e não se decepcionar com a mudança, é preciso respeitar o processo que chamamos de Transição de Carreira, pois não devemos mudar radicalmente, de uma hora para outra, a profissão que escolhemos e seguimos até aqui.

 

Muita coisa pode ficar para trás, as coisas boas devem ser absorvidas e bem aproveitadas. Valorize sua trajetória, seja grato pelo que realizou e liberte-se, fortalecido, para seguir em frente. A vida é feita de ciclos.

 

Construir uma nova carreira não é tão simples, mas saiba: você não está sozinho, podemos ajudar você.  

 

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Estamos pagando com a vida pela nossa frustração profissional

Na última semana atendi a Camila*, que veio se queixando de frustração profissional. Analista de uma grande empresa, Camila aos 29 anos está perdida na carreira, sem enxergar perspectivas de médio e longo prazo.

 

Já não havia visão de longo prazo, e a visão de curto prazo era um cenário tenebroso: todos os relatos dela sobre o trabalho atual contavam histórias sobre cansaço, excesso de trabalho, distanciamento dos amigos e da família, a saúde e a qualidade de vida se deteriorando e um sentimento crescente de falta de valorização.

 

Com grande esforço, Camila chegou onde está hoje.

Formou-se em engenharia. Estudava a noite e à partir do 2o ano já trabalhava. Se esforçou para estudar inglês, conseguiu inclusive ir 2 vezes ao exterior, fazendo intercâmbio de férias.

Pós-graduação completa e muita dedicação no trabalho, foi crescendo na carreira, ganhando confiança e credibilidade na área de supply chain, onde atua.

E pronto, um bom cargo em uma grande empresa, com bom salário e benefícios, plano de carreira e o título de ter uma “bela carreira pela frente”.

Mas com uma expressão cansada, um suspiro triste vez ou outra…

 

um trabalho desgastante e sem sentido, um sentimento diário de:

 

“o que eu estou fazendo aqui?”.

 

Essa é a história de Camila e de muitos profissionais que procuram apoio para definir os próximos passos de carreira:

 

  • O que eu fiz até aqui é o que eu realmente quero fazer para o resto da vida?
  • Vale a pena o esforço pelo que estou abrindo mão na minha vida pessoal?

 

 

E então é onde nos deparamos com programas e histórias que não cabem na vida da maioria, ressalto MAIORIA, das pessoas:

  • largue tudo e trabalhe viajando, curtindo a vida;
  • faça apenas o que você ama;
  • “vire” empreendedor e trabalhe muito menos e ganhe muito mais;
  • encontre um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia da vida;
  • ganhe na loteria;
  • vá trabalhar na profissão do momento e fique rico e feliz.

 

Ok, algumas pessoas seguem estas máximas da felicidade profissional e realmente se dão bem. Mas são minoria. E mesmo para estas pessoas, muitas terão noites sem dormir, atividades que entram noite a dentro, abdicações de finais de semana em família e muitas tarefas chatas a serem executadas mesmo que você esteja no melhor emprego do mundo.

 

Para a outra parcela da humanidade – e eu diria a maioria – encontrar a felicidade, a satisfação no trabalho vai um pouco além.

 

Significa continuar trabalhando e junto à isto tentar ajustar o máximo que pode.

 

Inclui fazer um planejamento financeiro, ter garantias de que poderá pagar as contas no final do mês ou sobreviver um período sem receitas, antes de tentar algo novo.

 

E inclui talvez perder esta reserva e se ver tentando novamente um emprego merda-insatisfeito para poder juntar mais dinheiro e tentar mais uma vez algo novo –  seja um negócio próprio ou uma carreira numa nova área.

 

Para outros tantos, trabalhar inclui o orgulho em pertencer à grandes empresas, ter um cargo, uma mesa ou sala bonita, um cartão de visitas com seu nome escrito.

Grandes empresas

 

Ainda temos que levar em consideração o mais básico dos elementos: perfil e necessidades!

 

Por mais que muita gente até tenha vontade de fazer coisas muito diferentes, nem todo mundo vai se aventurar. Nem todo mundo tem perfil para trabalhar em casa ou de qualquer lugar do mundo, nem todo mundo tem perfil para empreender.

 

Na dúvida podemos consultar um dos mais conhecidos estudos sobre necessidades humanas: A teoria de Maslow. Lá na base da pirâmide estão as necessidades fisiológicas e de segurança: comida, sono, um emprego, benefícios que preservem a saúde, recursos financeiros, preservar a família, a saúde, a propriedade.

 

Só depois de termos estas duas necessidades supridas começamos a nos preocupar com as demais: relacionamento, estima, realização.

 

 

Pirâmide das necessidades de Maslow

 

E na nossa sociedade, a maior parte da população ainda luta para ter garantido os 2 primeiros pilares.

 

E o que eu faço agora?
Fico insatisfeito ou chuto o balde?

 

Existe um princípio básico que é entender o que realmente faz bem para você.

 

E aqui se inicia o nosso maior erro.

 

Não paramos para pensar no que nos serve, seguimos a vida correndo atrás de modelos de sucesso pré-estabelecidos. E então vem a frustração profissional.

 

Um exemplo clássico é como escolhemos a carreira.

 

Normalmente esta escolha se faz de três formas:

  • Opinião e espelhamento das vontades familiares;
  • Primeiras experiências profissionais ou de estudo, ganhando aptidão por determinado assunto ou área;
  • Escolher uma das profissões promissoras do momento ( seja médico – engenheiro – advogado que será feliz!).

 

Esta escolha acontece muito cedo. E por isso, cada vez mais cedo os profissionais estão frustrados. Testamos e seguimos o modelo da felicidade (faculdade – inglês – pós / MBA – um bom cargo / salário – um carro bonito), mas muitas vezes ele não funciona.

 

E seguir este modelo padrão não está errado, apenas temos que nos perguntar:

  • É isso mesmo que quero?
  • O preço que estou pagando para cada conquista, vale a pena?

 

Não nos questionamos, não avaliamos, e o tempo passa. A vida passa.

O tempo passa

 

E cada vez tem mais gente infeliz.

Na última pesquisa que realizamos sobre o tema, chegamos em 71% das pessoas insatisfeitas com o trabalho!! Fomos atrás de outras fontes, no Brasil e no exterior, e todas falam de insatisfação profissional em torno de 80 a 85% na faixa etária dos 30 anos (como nesta pesquisa de 2016 da Giacometti Comunicação).

 

Passaremos a maior parte das nossas vidas trabalhando!! Não faz sentido o trabalho continuar sendo algo tão penoso. Não faz sentido esta frustração profissional.

 

Faz?

 

Quando algo vai mal, temos escolhas:

  • Sofrer e reclamar;
  • Ajustar alguns fatores, buscando melhorar o cenário;
  • Mudar tudo.

 

Sofrer é opcional. Ajustar ou mudar a situação depende de cada um de nós. As vezes nos prendemos no sofrimento por acharmos que nosso problema não tem solução. E sempre tem, só que dificilmente será da noite para o dia.

 

Quantos casos você conhece de pessoas que sofreram um grande trauma ou perda e então mudaram tudo? Nos recusamos a mudar, a sair da zona de conforto.

Até que o pior acontece. Quando há tempo hábil, as pessoas mudam. Outras infelizmente não possuem este tempo.

Ajustar ou mudar é um ciclo que se inicia na identificação do problema.

Analisar, planejar as alternativas e iniciar as mudanças através de um plano de ação.

 

Comece se questionando, refletindo para identificar a sua real insatisfação.

 

Os 6 principais questionamentos sobre carreira que você tem que responder:
  • Faço o que gosto e sei fazer bem o que faço na maior parte do dia?
  • Se eu trabalhasse em outra empresa, na mesma área, estaria mais motivado?
  • Gosto da minha profissão ou apenas de algumas tarefas dela?
  • Como posso fazer uma transição de carreira, de área, de segmento ou profissão?
  • Quais resultados quero e como faço para conquistá-los: crescimento, salário, reconhecimento, qualidade de vida?
  • Qual seria meu plano B, C,D… se o plano A não der certo?

 

Seja qual for a meta, por mais difícil que seja, talvez você não possa não conseguir realizá-la em seis meses. Mas pode conquistá-la em 2 ou 6 anos.

 

É necessário começar.

 

O mais importante: começar na direção certa!

 

O Coaching pode te ajudar a ter mais clareza sobre sua carreira. 

Clique aqui e saiba mais.

 

 

(* Camila é nome fictício)

 

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O problema do seu currículo é o modelo ou o conteúdo?

 

Muitas pessoas estão desempregadas, mandam 100, 1000 currículos e não tem retorno ou não recebem um único agendamento de entrevista em meses.

A crise está aí, as empresas realmente reduziram seus quadros de funcionários, muita gente está desempregada e neste cenário a concorrência aumenta.

Mesmo com este cenário tem empresas contratando e pessoas trocando de emprego.

Questiono: O seu produto é bom?

 

É assim que você é visto no mercado de trabalho: um produto.

 

E como todo produto, não basta ter uma embalagem bacana.

Para permanecer no mercado é preciso ter conteúdo de qualidade.

 

 

E aqui mora o perigo!

 

 

O-problema-do-seu-currículo-é-o-modelo-ou-o-conteúdo

 

Se a sua dúvida é quanto ao formato, disposição das informações, conteúdo que deve conter no currículo está simples. Veja estes dois materiais:

Em nosso site, disponibilizamos gratuitamente 3 modelos de currículo, super modernos e atuais. É só baixar e adaptar o seu para o formato escolhido:  Clique aqui. 

Se ainda tem dúvidas, leia este artigo:   Dicas essenciais para o seu currículo. 

 

 

 

 

 

Mas agora vamos falar sobre o conteúdo.

 

 

Abaixo listo as principais causas de conteúdo que fazem um currículo ser rejeitado pelos recrutadores.

 

 

  • Falta objetividade:

Aqui não é sobre a falta de objetivos, é sobre falta de objetividade mesmo.

É o caso de currículos muitos extensos, com muitos conteúdos e que muitas vezes se repetem. Experiências muito parecidas em empresas diferentes, citados em vários lugares do currículo. Como se estivesse “enchendo linguiça”.

Seja o mais objetivo, direto e sucinto possível.

Coloque no currículo o que realmente te destaca e guarde o resto para a entrevista ou para o seu perfil no LinkedIn.

Um caso clássico é quando o profissional lista todas as atividade que fazia, inerentes ao cargo. Um exemplo é um analista de contas a pagar que cita nas principais atividades: pagar contas ou uma secretaria executiva que cita administrar a agenda dos diretores.

Lembre-se: diferencie o seu produto, coloque “o que mais você faz”, o que justificaria alguém querer muito você.

 

 

  • Pulando de galho em galho:

Experiências muito breves em muitas empresas ainda é muito mal visto.

Hoje as pessoas não seguem mais o padrão antigo, de entrar e se aposentar na mesma empresa. Testar, experimentar atividades e culturas empresariais não é ruim. Mas deve haver um limite.

Ficar menos de 1 ano em cada empresa demonstra instabilidade. Ou você foi demitido logo ou é o típico funcionário insatisfeito, que logo quer sair. Nenhuma empresa quer estes perfis.

A solução? Tente ficar mais tempo no próximo emprego!

 

O-problema-do-seu-currículo-é-o-modelo-ou-o-conteúdo

 

  • Falta de congruência entre experiências e formações:

A formação é em humanas e toda experiência é em exatas. Ou o contrário.

É muito típico em currículos de profissionais que começaram a trabalhar primeiro e depois buscaram formação. Isso cria uma lacuna e o recrutador não consegue entender qual a linha de crescimento de carreira daquele candidato:

       – Será que ele quer continuar trabalhando no que tem experiência ou no que se formou?

Aqui a grande saída é conseguir deixar claro o objetivo e as pretensão. O que você deseja fazer daqui pra frente? E se você não sabe, não será o recrutador que vai te apoiar.

Um processo de coaching ou um bom planejamento de carreira podem te ajudar.

Defina seu direcionamento de carreira e deixe isso claro no currículo. Escreva uma carta de apresentação que te ajude a contar seu histórico e ambições ao recrutador, esclarecendo e conectando formações e experiências.

 

  • Excesso de experiência e falta de formação (o contrário também é válido):

É o típico currículo recheado de experiências mas sem formação equivalente. Enquanto você está na mesma empresa ou trabalhando com pessoas que te conhecem, é muito válido. Mas quando seu currículo vai para as mãos do recrutador a primeira coisa que ele irá ver é se você atende aos requisitos da vaga.

Formação superior, MBA, Inglês fluente: hoje são pedidos mínimos de muitas vagas.

Não adianta ser um excelente profissional se você não tiver uma formação condizente com a posição que está buscando.

Você faria uma cirurgia com um médico que não tem formação em medicina?

Um outro item muito importante: cursos extras, participação em feiras e eventos da sua área de atuação, publicações, voluntariado. Tudo soma.

Isso mostra que você está preocupado com o seu desenvolvimento, com as pessoas em volta – transmitir o conhecimento e buscar se atualizar sobre as tendências da sua área e do mercado de trabalho.

 

  • Experiências e informações defasadas

Aquele curso de MS-DOS não serve mais pra nada.

Parece piada, mas tem pessoas que ficaram “reféns” da desatualização da empresa onde trabalharam o último período – e principalmente se o período foi extenso.

Tudo o que sabem ou que fazem já não está mais em uso e o mercado de trabalho não perdoa.

Assuma a responsabilidade sobre a sua carreira.

Se a empresa onde você trabalha ou trabalhou possui sistemas, equipamentos, processos defasados e você nada podia fazer pela empresa – muitas não aceitam mudanças – mude você!

Busque se atualizar e se qualificar de outras formas.

Volte para a cadeira da escola ou dê um passo atrás na sua carreira para poder se reciclar. Ou os dois.

 

 

Planeje e acompanhe a sua carreira sempre.

Não basta fazer um planejamento e seguir à risca.

É preciso ser flexível, antenado e resiliente.

 

Enquanto você se empenha, o tempo passa. Seus sonhos mudam, suas ambições mudam, as empresas mudam.

A empresa que um jovem sonha em trabalhar pode não existir mais quando ele se formar, mas novas empresas surgirão.

Empregos e funções acabam. Outras aparecem.

 

O principal é você estar atualizado e no controle de sua carreira.

 

 

 

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Dicas essenciais para o seu currículo

Você tem dúvidas sobre como preencher o seu currículo, se tem informações a mais ou a menos, sobre como disponibilizar as informações e deixar o seu currículo atrativo?

Começando um currículo:

Primeiro, escreva todas as informações de forma estruturada, mas sem se preocupar em formato. O que vale é você não esquecer nada. Na sequência, pegue o modelo de currículo e vá dispondo as informações. Assim tem menos chance de você esquecer de algo relevante. Utilize fontes simples (exemplo: arial, cambria ou verdana no tamanho 11) e insira palavras-chaves. Além de facilitar a visualização, algumas empresas possuem softwares para análise inicial de currículos. Neste caso, serão as palavras-chaves que garantirão que você siga para a próxima fase.

 

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Os principais itens de um bom currículo:

 

 

 

 

Dados Pessoais: Nome e Sobrenome, Primeira parte do currículo, deve ser breve. Mencionar a cidade de residência (bairro somente em grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro), dados para contato – seu número de celular, um e-mail e o endereço para o seu LinkedIn.

 

Objetivo: Vou repetir o título deste item: objetivo! Não é para contar história ou pretensões. Em uma ou duas palavras fale o que você quer fazer, qual a sua área de atuação ou cargo pretendido. Você pode atuar em mais de uma área e função? Adeque seu currículo à cada envio, mas nunca generalize.

 

Formação: Em ordem, assim como nas experiências, do mais recente ao mais antigo. Destaque: qual formação possui, onde fez e em que ano terminou. Basta isso. Se você possui ensino técnico, mencione apenas se for relevante para a sua área de atuação. Um bom exemplo são os engenheiros, que possuem uma bagagem extra quando oriundos de formações e experiências técnicas.

 

Idioma: Apenas insira um 2º ou 3º idioma se o seu nível for de intermediário para avançado. Vai no início do currículo se for relevante para a vaga, do contrário pode ser listado no final do documento, junto com cursos.

 

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Principais Realizações / Resultados: Campo para você destacar o que realmente fez a mais, o que fez de diferente nas empresas e cargos por onde passou.

 

 

 

Preferencialmente utilize resultados quantitativos e mensuráveis e somente nos quais você tenha participado diretamente nas conquistas.

Utilize marcadores e tenha de 4 a 8 itens. Se houver muitos, agrupe-os por similaridade ou por empresa. Se houver poucos, não inclua este campo, cite as realizações na própria descrição da experiência.

 

Experiências Profissionais: Cite todas as empresas / cargos, em ordem decrescente, da mais recente para a mais antigo. É necessário ter: nome da empresa, período inicial e final, cargo exercido. Não é necessário citar todas as atividades realizadas, mas quando o cargo é muito amplo, é bom citar ao menos as principais. Evite redundâncias e atividades muito corriqueiras.

 

Quando houver um período grande numa única empresa, mencione no topo: nome da empresa, período inicial e final total e o último cargo. Na sequência, desmembre por períodos, cargos e atividades desempenhadas.

 

Cursos e Outras Informações: Mencione todos os cursos relevantes para seu objetivo profissional. Outras informações relevantes são aquelas ligadas a premiações, trabalhos voluntariados, estudos e publicações e disponibilidade para mudança e/ou viagens.

Não mencione principais características e comportamentos, isso será abordado na entrevista.

 

 

Dois últimos cuidados que você deve ter:

 

Seja objetivo: Se você for capacitado ou tiver interesse em múltiplas funções, será preciso elaborar um currículo específico para cada vaga / função desejada.

O conteúdo deve ser claro e objetivo, porém tem que demonstrar toda a sua experiência, conhecimentos e realizações.  Um bom currículo tem no máximo 2 páginas!

 

Linguagem e Gramática: Erros aqui podem indicar falta de atenção e despreparo. Sempre peça para que outra pessoa revise o currículo antes de enviá-lo.

 

 

Seguindo todos estes passos, seu currículo já estará bem apresentado.

Daqui pra frente o cuidado que você deve ter é sobre como está “recheando” o seu currículo: congruência entre estudos e experiências, atualização, estruturação da carreira. Um bom planejamento e o coaching de carreira podem te ajudar.

 

Este outro artigo pode te interessar, sobre o perfil do LinkedIn:

https://www.intentus.com.br/importancia-do-linkedin-e-5-dicas-bombasticas-para-o-seu-perfil/

 

Dê uma olhada em nossos artigos e materiais do site. Tem muitos materiais gratuitos que podem te ajudar!

 

Sucesso!

 

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