Como enfrentar os medos que limitam seus sonhos?

Por que não mudamos o que nos incomoda? Em geral, a culpa é do medo.

Este texto é sobre os medos que nos impedem de sermos quem realmente queremos (e merecemos) ser.

O medo vem da incerteza, é o passo no escuro, é andar sem saber para onde vai.

A maioria das pessoas que me procuram, nos eventos ou para conversas, vem com um desejo forte de mudança. Algo não vai bem, querem algo novo: uma mudança de trabalho ou cidade, uma viagem ao exterior, mudar de profissão, casar ou separar, enfim, mudar algo que tem um peso significativo em suas vidas.

A mesma força que as impulsiona a mudar, as prendem a não tomar a decisão: o incerto, onde mora o medo. Medo de algo dar errado, da vontade ser passageira, das consequências.

E muitas ficam estagnadas entre a vontade de mudar e o medo de agir por muito tempo: meses, anos de sofrimento, angústia, ansiedade.

 

Precisamos encarar os medos de frente.

Converse com uma criança pequena sobre seus medos. Em geral, na infância os medos são muito mais imaginários: medo de monstros, fantasmas e vampiros, medo de uma bruxa os transformar num duende, medo de ficar anão…rs…e alguns medos reais: medo de se perder dos pais, medo de ficar sozinho, medo de acabar a luz (e novamente surgirem os monstros).

Conforme crescemos, estes medos mudam. Na adolescência vem os medos da não-aceitação: de não ter um grupo, não ter amigos, não conquistar a namorada, não conseguir entrar na faculdade. E também existem os medos que nos colocam para que a gente se adeque a um modelo: medo do homem do saco, medo de ficar sozinho, medo de morrer e ir para o inferno, medo de ficar doente, etc.

 

O medo imposto em geral está ligado ao controle.

Se tenho medo de algo, dificilmente infringirei as regras impostas. É muito mais fácil colocar medo do que explicar e engajar as pessoas numa causa. Se você tem filhos, questione sobre o que você os tem ensinado a temer.

Os medos nascem no imaginário e quando adubados ganham corpo, ganham vida. Temos medo da violência. E quando alguém conta uma história sobre assalto – ou pior, se algo acontece com a gente ou com alguém próximo – nossa mente racional nos alerta: viu, eu tinha razão, aumente o seu medo!!!

 

Mas o medo tem também um papel importante: serve para nos prevenir de cair em enrascadas, fazer coisas que não deveríamos fazer baseados em histórias ou estórias contadas, ou pelas nossas próprias experiências e aprendizados.

Se nossos ancestrais sobreviveram na época das cavernas, saiba que o medo ajudou e muito – afinal, na hora em que o primeiro animal rugia, eles corriam ou se escondiam nas cavernas! Se defender – e pra isso ter medo – é o que ajudou a espécie a sobreviver em muitas situações.

Agora, se o medo fosse maior do que tudo, eles nunca o venceriam, não caçariam, seríamos descendentes de vegetarianos…rs.

 

Aqui entra a necessária análise do perigo:

  • O medo é real ou imaginário?
  • Se é real, qual o tamanho exato dele?
  • Tenho como enfrentá-lo? Como me preparo para isso?

 

Séculos atrás, o filósofo Platão escreveu sobre o medo do novo, do diferente, na Alegoria da Caverna, onde a dúvida do homem que vivia dentro da caverna, olhando para seu interior e vendo apenas sombras projetadas pela fogueira era: “afinal de contas, o que existe lá fora?”.

Aquelas sombras eram horripilantes. Lá fora morava o medo, a ansiedade, a dúvida. Até que um homem se levanta, sai da caverna e olha tudo de outra forma, mas não pode voltar e contar que tudo era tranquilo, bonito, calmo.

O desconhecido, para aqueles que não conseguiam sair da zona do medo, os mantinham presos!

 

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O medo é a incerteza do futuro. É nosso pensamento racional dizendo: fica aí quietinho. Está ruim, mas está bom. Ao menos você conhece o que tem aí na sua vida.

 

Muito tempo se passou e ainda seguimos como nossos ancestrais, deixando que o medo nos impeça de sair da caverna quando ouvimos rugidos maiores.

O rugido moderno são as histórias que nos contam, as notícias dos jornais, o que deu errado para os outros, os modelos que nossos pais e sociedade querem que a gente siga.

E o lado de fora? É a nossa verdade, a nossa essência, são nossos sonhos e vontades de mudança: trocar de emprego, estudar fora do país, mudar totalmente de área, empreender, arriscar, cortar o cabelo, vestir roupas diferentes, ousar um penteado novo.

 

E te diz o medo novamente: Fique na caverna, viva como todos vivem.

 

Tudo que está fora nos assusta, mas precisamos conseguir identificar os reais perigos:

  • Estes alertas estão me impedindo de conquistar o que eu quero ou servem apenas para que eu seja prudente, cauteloso, arrisque na medida certa?

O medo serve exatamente para nos prender na zona de conforto. Não mude, não arrisque, faça o que todos fazem e da mesma maneira que assim dará certo. E dá mesmo?

 

“Quando a nossa zona de conforto vai se estreitando somos impulsionados a mudar…quem não muda acaba sufocado”.

Spencer Johnson disse em seu livro célebre, Quem mexeu no Meu Queijo: “Onde você estaria agora, o que estaria fazendo se não estivesse com medo?”

 

Passo a passo para o seu medo ter medo de você! 

 

Reflita! O que você quer mudar na sua vida e não faz hoje por medo?

Coloque todos os seus sonhos e projetos no papel. Se você não sabe o que quer fazer, qual a mudança que você quer realizar, escreva o que você não quer mais, o que você quer mudar da sua vida atual, mesmo que não tenha a resposta sobre qual o melhor caminho ou final.

  

Questione seus medos. Comece a enfrentar os seus medos questionando a sua veracidade.

Será que o monstro no armário realmente existe ou você passou a infância dormindo com a luz acessa à toa?

Nosso maior bloqueio vem de dentro: é nossa mente nos prendendo, nos boicotando. Para cada mudança ou sonho que você escreveu no exercício acima, liste os medos que te impedem de agir.

Você verá que são muitos mas que vários se repetem, com nomes diferentes. Medo de desagradar, de não ser aceito, de perder amigos, de não ser amado, de perder dinheiro, de faltar algo, de ser infeliz, de fazer a escolha errada. Escreva!

Recentemente a Paula Quintão  (que escreve textos inspiradores e também é minha mentora) escreveu sobre dar nomes ao medos (link para o texto dela). Eu acredito muito nisso.

Quando damos nomes aos medos é como se os enfrentássemos. O medo deixa de ser uma ameaça e passa ser algo presente, que eu posso contestar, negar, reagir, interagir.

Dê nomes a cada sensação, pensamento ou sentimento que você tiver à cada mudança que intenciona fazer.

E então, reflita, para cada um destes medos: Ele é real? Existe? Em que momento ele passou a existir na sua vida? Tem fundamento em existir?

 

Vibre numa frequência superior.

Muitas coisas nos jogam pra baixo, nos desanimam, nos fazem ter muito mais medo.

Quer um ou dois exemplos? Assista aos noticiários. Converse com alguém negativo. Você sai destes eventos totalmente contaminado, com chances de achar que o mundo está acabando e nada tem solução.

Identifique o que te põe pra baixo, o que só serve pra acender ainda mais os seus medos – e se afaste! Pessoas negativas só querem uma coisa: companhia na escuridão.

Junte-se à elas e nunca terá luz, apenas problemas. Você já deve ter ouvido a frase: “Pessoas negativas têm um problema para cada solução”.

Se por um lado você tem que se afastar da negatividade, do outro deve buscar aquilo que te faz bem, que te eleva, te traga para a calma, a tranquilidade, para o momento presente: falar com pessoas bacanas, ouvir e cantar músicas, fazer atividade física, comidas saborosas, mantras e orações independente da sua religião, meditar, relaxar, ter contato com a natureza.

Existem inúmeras opções, identifique e ponha em ação as que te fazem bem.

 

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Saiba quem você é de verdade. E desapegue do que você não é ou do que não te serve.

Autoconhecimento é fundamental e um processo sem fim. Quanto mais nos conhecemos, mais aumentamos a nossa consciência – e nos tornamos o homem das cavernas de Platão, que consegue enxergar e conhece a verdade do lado de fora, não temendo mais as sombras.

Com o aumento da consciência, identificamos mais rápida e claramente os medos, suas origens e como nos libertarmos deles, assim como conhecemos nossas potencialidades e sabemos como usá-las para vencer os obstáculos normais que a vida trará. É a nossa fortaleza para enfrentar os medos de frente!

Da mesma forma que o autoconhecimento é fundamental, é importante saber o que não nos pertence e abrir mão, desapegar de tudo que só causa peso e desconforto. Perdoar, apagar mágoas, se libertar de crenças, coisas, pessoas e histórias que trouxemos para nossa vida mas que não nos agregam, lições já aprendidas mas que hoje não representam nada mais do que isso: aprendizados.

 

Tenha clareza do que é fundamental na sua vida.

Do que você não abriria mão na sua vida hoje? Quais pessoas, coisas, bens, valores pessoais?

Se você tem isso claro, utilize-os sempre que tiver que tomar alguma decisão.

Ao mudar algo, arriscando e superando meus medos, eu coloco o que é importante para mim em risco? Se sim, o que posso fazer para que as pessoas em volta não sejam impactadas? Se o risco é só meu, é muito mais fácil lidar com as consequências.

Quando estamos conectados ao medo – inclua a incerteza, a ansiedade, a insegurança – nossa vida trava!

Nada flui e quando algo acontece..pufff, dá errado!!

É como se nosso cérebro conseguisse provar que temos que permanecer onde estamos, não arriscar, não mudar.

E sabe o que está acontecendo nestas horas? É nosso foco, trabalhando como ele sabe fazer: dando atenção para o que você está pensando mais.

É como quando compramos determinado carro ou roupa, e de repente surgem milhares iguais na rua. Eles apareceram do nada?

Não, é porque agora você começou a prestar mais atenção.

E isso acontecerá com os problemas e dificuldades.

Dê atenção à eles e passará a enxergar apenas problemas. Ou faça o contrário, olhe para suas luzes, suas forças, seu poder de superação.

Descubra como a vida pode ser mais leve, mais autêntica, melhor de ser vivida.

Os nossos medos são amarras invisíveis, que nos prendem a uma vida simples e monótona pelo simples medo de sermos mais felizes!

Traga à tona a sua criança interior – que tinha tantos sonhos e que você insistiu por anos em chamá-la de louca, sonhadora, inconsequente – e dê a ela uma chance de dizer qual a vida que realmente quer!

Diga pra ela apagar da mente vários dos medos, tranquilize-a dizendo que tudo dará certo e que ela pode tudo!

Essa criança é você, livre agora para poder realizar tudo o que sonhar!

 


Preparei um material gratuito, baseado neste texto, para te ajudar:

 

Desbloqueando os medos

que te impedem de ser quem você realmente quer ser

Aula / Atividade em PDF + Meditação

Download gratís da aúdioaula e atividade em pdf.

 

Muitos dos nossos medos, como citei no texto, foram criados por condicionamentos e modelos sociais, que nos impedem de ser e fazer o que amamos, de ser quem a gente realmente é.

Recentemente escrevi sobre a frustração que seguir modelos causa a nós, principalmente no trabalho. Foi um artigo polêmico, muita gente se identificou. Se você ainda não leu, clique aqui para acessar o texto completo: Carreira para Inquietos – a desconstrução de tudo o que te ensinaram sobre uma carreira de sucesso.

 

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Quais as principais virtudes dos introvertidos

Sempre fui introvertida. Quando criança, no recreio da escola, preferia sentar-me em um canto a observar os demais, sem interagir. Ainda era muito nova, talvez com 6 anos de idade, quando um dia ouvi uma professora dizer à minha mãe: “Sua filha é muito tímida. Ela precisa falar mais.” PRECISA!?

Alguns anos passaram e aquela frase da professora ainda ecoava na minha cabeça. Foi então, que me dei conta que a introversão não era algo socialmente aceita. Passei a pensar então que havia algo de errado comigo.

Não me encaixava nos grupos dos “iguais”, dos teoricamente “aceitos” por todos: escola, grupinhos de amizades e as cobranças sociais assombrava-me… Sofria e pensava em mil desculpas para recusar o convite de happy hour dos colegas do trabalho. Eu só queria ir para casa e ficar na minha doce quietude.

E isso não tem nada a ver com solidão, ao contrário, são momentos em que os introvertidos repõem as energias e sentem-se completos.

A energia dos introvertidos vem de dentro, de seu mundo interior, enquanto a energia dos extrovertidos é recarregada no mundo exterior, junto à outras pessoas.

Com a maturidade e muitas reflexões aceitei-me e reconheci que não, não há nada de errado comigo. A introversão é apenas uma parte da minha personalidade.

Em uma sociedade onde as pessoas articuladas e bem-falantes são mais valorizadas, poucos reconhecem a importância dos introvertidos. Acredito que o poder deste grupo (o qual me incluo) para promover mudanças é muito maior do que se imagina.

 

Introvertidos possuem preferência para assimilar energia do mundo interior das ideias, emoções e impressões da própria pessoa.

 

A introversão pode ser um traço muito valioso para ter sucesso profissional. Pode ser um grande diferencial para quem desempenha atividades de análise e planejamento. Os introvertidos costumam captar detalhes mais facilmente, devido à sua preferência mais pela observação do que pela participação.

Mas não se engane: introvertidos participam, fazem parte de grupos, lideram. Apenas possuem tempo diferente para a ação.

 

É claro que a “balança” da sociedade sempre pendeu, e ainda pende, para os sociáveis, empolgados e tagarelas. Culturalmente, os quietos são percebidos como inseguros e hesitantes.

No fim, muita gente acaba pensando que o comportamento do extrovertido é o mais adequado para o mundo do trabalho. Mas é impossível falar em um perfil certo para o mercado, pois somos diferentes e há uma infinidade de atividades e segmentos de negócios diferenciados pedindo o profissional certo, para o lugar certo.

A diversidade de comportamentos é o que gera resultados promissores.

 

O extrovertido pode colaborar muito com sua sociabilidade, entusiasmo e facilidade de comunicação – mas o introvertido não fica atrás em número de qualidades.

Veja a seguir algumas delas:

 

  • Concentração

O introvertido dificilmente perde tempo com conversas paralelas no trabalho. Ele tem mais facilidade para segurar o foco em suas entregas.

  • Sutileza

Imerso em sua tarefa, o profissional com esse perfil costuma capturar mais facilmente os detalhes do que está fazendo. Tendem a ser mais minuciosos e precisos.

  • Percepção

Outra grande virtude do introvertido é sua capacidade de escuta e de observação. Já que consegue enxergar e ouvir o outro, ele tende a fazer análises mais profundas sobre as diversas situações de trabalho.

  • Originalidade

Em equipes dedicadas à busca por inovação, o introvertido pode ser uma peça fundamental. Ele tende a ter uma visão de mundo mais analítica e profunda, atenta a detalhes que passam despercebidos pelos outros. Por isso, consegue trazer opiniões inusitadas para a equipe de trabalho.

  • Planejamento

O introvertido tem o hábito de coletar um grande número de informações do ambiente antes de agir. Ele demora um pouco mais para agir e falar, mas exatamente por ser mais cauteloso e preparado, ele perde menos tempo lidando com surpresas desagradáveis e imprevistos.

 

 

Há algumas particularidades que os introvertidos gostariam que você soubesse sobre eles e que ajudariam em qualquer relação ou situação.

São elas:

 

  • Eles não se importam com festas.

Qualquer introvertido que trabalha em um escritório sabe como se sente ao ser empurrado para a “vaquinha do bolo”. Parece que esperam que os introvertidos respondam com o mesmo entusiasmo e interesse às festas e eventos. E ele apenas quer ir para casa, se aquietar e recarregar as suas energias. Se você não convidar o introvertido, ele não ficará ofendido. Na verdade, vai é ficar aliviado.

Quando é o seu dia de celebrar, em geral os introvertidos ficam satisfeitos em aproveitar o dia do seu jeito preferido ou com um grupo selecionado de amigos. Em geral, não possuem necessidade de fazer com que todos saibam sobre o seu próprio aniversário.

  • Introvertidos odeiam multidões.

Grandes grupos de pessoas os deixam cansados. Alguns introvertidos são sensitivos, então eles tendem a assumir a energia dos outros facilmente.

  • Não gostam de eventos de networking.

Isto é especialmente difícil para os introvertidos que dirigem um negócio. Networking é visto como se precisasse realizar algum tipo de performance. É uma luta interna para dizer a coisa certa e ouvir atentamente.

E eles não se importam uma vez que não conhecem as pessoas. Mesmo em relacionamentos de negócio, é preciso se sentir conectado com alguém em outro nível para tirar o máximo proveito de um tipo de evento assim. Isso leva tempo.

  • Eles sabem como resolver as coisas.

Eles aproveitam o tempo sozinhos com atividades, projetos, e-mails, rascunhos e planos para uma próxima grande ideia (que são muitas). Valorizam a solidão porque isso permite experimentar novos conceitos, planos e abusar da imaginação. Tudo é possível quando passam algum tempo sozinhos.

  • Adoram escrever e ler.

E por isso amam o e-mail, que os ajudam a conseguir o que precisam sem interrupções. Interrupções os tiram do foco, fazendo os gastar mais energia para retornar. Por favor, não os atrapalhe, a menos que seja uma questão de vida ou morte.

  • Introvertidos se sentem seguros com as pessoas certas.

Quando estão com as pessoas certas em suas vidas, fazem de tudo por elas. Dão o seu melhor. Basicamente tornam-se protetores e lutam pela causa de quem amam. Sentem energia diferenciada e agem de uma forma mais leve e assim brilham. São muito observadores e por isso leva um bom tempo para encontrar as pessoas certas, se conectarem de fato. Precisam sentir confiança e admiração pelo outro, e quando acontece, é definitivo.

  • Possuem amigos que realmente gostam deles.

Os introvertidos gostam das pessoas, e elas deles. A maioria dos introvertidos não têm problemas para sair em grupos, e passar o tempo com os outros. Se têm amigos, é porque conscientemente os escolheu. E estes, geralmente são poucos, mas são para a vida toda.

  • Podem fazer coisas de extrovertidos, mas só por um tempo.

O introvertido pode promover um evento, dar uma festa, desde que faça de boa vontade, sabendo que no final do dia poderá ir para casa, ficar no seu cantinho preferido e aproveitar o seu momento de silêncio. Uma boa música e um inspiradora leitura são ótimas companhias para os introvertidos.

  • Introvertido não quer dizer ser tímido.

Em um primeiro momento pode aparentar isso. E você deve procurar conhecer o introvertido primeiro. Ele poderá fazer você rir e manter uma conversa que dure por mais de 15 minutos. E é importante saber que eles não fazem isso com todos. Ser “social” ou “sociável” é uma opção, não uma maneira de ser. Não conseguem fingir felicidade ou animação e mostram o que pensam diretamente por suas reações e não tanto pelas palavras.

  • Ficam bem sozinhos.

Muita coisa acontece na cabeça de um introvertido e isso faz com que ele não precise de mais coisas. Ao contrário dos extrovertidos, eles não precisam de outras pessoas para serem estimulados.

A diversão fica com seus projetos criativos e o que faz até mesmo ficarem ‘fora do ar’ por um bom tempo. Mais pessoas, significa mais coisas para lidar, e sua energia é bem limitada para isso.

  • Odeiam conversa fiada.

Como verdadeiros pensadores, saboreiam conversas sobre grandes ideias, teorias e ideais. Raramente entram em conversa fiada ou sentem-se confortáveis em uma. Conversas e atividades aleatórias servem apenas para roubar suas energias.

  • Eles fazem uma escolha para estar com você, aprecie.

Eles valorizam o tempo que passam sozinhos e são exigentes sobre quem deixam ‘entrar’. Se a pessoa errada acaba aproximando-se, isso irá drenar a energia, ficando esgotados até para eles mesmos.

O tempo com outro é especialmente apreciado, pois eles possuem uma compreensão de limites e fronteiras de cada um.

 

Vários tipos de personalidades e comportamentos convivem no mesmo ambiente de trabalho, por isso, é importante respeitarmos essas diferenças e sabermos que nossa forma de agir pode incomodar os colegas.

Da mesma forma que queremos que respeitem nossa forma de agir e pensar, devemos respeitar as formas de agir e pensar dos nossos colegas. Claro que, tudo isso com bom senso.

Sejam quais forem essas diferenças, é importante que cada membro, da sua forma e com suas habilidades, trabalhe para que os objetivos da equipe sejam alcançados e a harmonia prevaleça no ambiente de trabalho.

Aproveite para aprender com a diversidade. Saber lidar com as diferenças no ambiente de trabalho é um ponto fundamental para seu sucesso profissional.

 

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O mundo está ao contrário e a gente reparou – sobre transições e mudanças tão necessárias

O mundo está ao contrário e a gente reparou sim!

Muitas pessoas tem se questionado sobre o atual modelo de sucesso pessoal e profissional (isso inclui eu e possivelmente você, que se interessou por este artigo).

 

Transições e mudanças em nosso estilo de vida, na forma de pensar e encarar o mundo são necessárias.

 

Acompanhe comigo!

  • Fomos treinados para o sucesso.
  • Estudar desde cedo focados em passar no vestibular.
  • Escolher uma área de atuação que remunere bem e entrar numa boa universidade, de preferência pública, antes dos 18 anos.
  • Entrar num programa de estágio ou de trainee numa grande empresa, crescer na carreira, conquistar posições de destaque e que deem orgulho à todos em sua volta.
  • Escolher a carreira do momento (só ver na imprensa e conversar com amigos que eles irão apontar as carreiras que estão em alta no momento –  e não importa se você gosta da área ou se tem habilidade, estas serão as profissões que te trarão sucesso!! ahammm…)

 

Na sequência ou junto a tudo isso – casar, ter um carro, comprar uma casa financiada em 30 anos, viajar uma vez por ano com a família, ter filhos e colocá-los de volta neste mesmo caminho, esperando e desejando que eles também sejam felizes e bem-sucedidos. (ahammm 🤭…)

 

Robert Kiyosaki chamou sabiamente esta trilha de “corrida dos ratos” em seu livro best seller “Pai Rico, Pai Pobre”.

 

São estas e tantas outras imposições que muitas vezes levam as pessoas a escolherem rumos na vida profissional que não condizem com os mais profundos desejos, anseios pessoais e habilidades.

 

Epa!! Só que no meio dessa corrida, paramos para refletir:

 

– Poxa, talvez eu não esteja tão feliz assim, apesar de ter feito todo o caminho (ou parte dele) direitinho.

 

Você deve estar se perguntando: O que será que eu fiz de errado?

 

 

Mulher pensando no trabalho - O que será que eu fiz de errado - insatisfação profissional

 

 
Não se aflija! É normal em algum momento da vida estes questionamentos surgirem.

 

Seguimos um caminho para o sucesso sem saber ao certo onde ele vai nos levar.

Em geral, só enxergamos o destino quando estamos chegando perto dele. Por isso a frustração! Muitas vezes, o que deixamos pelo caminho foi muito custoso, dói muito.

 

E o benefício pode nem ser tão grande assim.

 

Nos perdemos na nossa própria ânsia em querer conquistar cada vez mais. Muitas vezes, conquistar o que nem ao menos valorizamos.
E isso quando conquistamos, porque muita gente corre, corre, corre… e nunca chega na reta final.

 

 

Três aspectos baseiam fortemente este questionamento:

  1. Escolhemos cedo demais e com pouquíssima maturidade e conhecimento sobre o mundo, pra não dizer com uma visão romanceada, o que faremos na maior parte do tempo: nossa profissão.
  2. Seguimos modelos definidos pela vontade e necessidade dos outros, sem nos questionar sobre o que realmente queremos, o que faz bem pra gente.
  3. Nós mudamos e nossas vontades e necessidades mudam junto. Se aos 20 anos o seu sonho era ter um carrão esportivo, com 30 e poucos anos, casado e com filhos, a sua grande vontade talvez seja chegar em casa mais cedo.

 

Mas será que é possível voltar atrás?

Como já disse o médium Chico Xavier:

“Você não pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas você pode começar a fazer agora e fazer um novo fim”.

 

Aquele que faz uma autorreflexão da vida, para por alguns instantes a pensar e analisar os rumos que a sua vida seguiu oriundos de decisões passadas, muitas vezes influenciadas pelo meio que você vive e foi educado(a), certamente concluirá que novas decisões devem adotadas para mudar a reta final que mencionamos.

 

Conforme mudamos, algumas coisas que eram importantes ficam pra trás.

 

Aprovação social é uma das questões que muda. E muito!

Porque muita gente fez a faculdade que fez?

Para ter a aprovação dos pais, da sociedade ou porque os amigos fizeram. Porque ser músico, confeiteiro ou artista não era bem uma opção profissional aceita aos 20 e poucos anos de idade. E porque você não queria provocar a ira familiar justificando que estava “apenas” seguindo os seus sonhos.

Talvez tudo isso tenha acontecido inconscientemente! pense ai…

 

Outra questão que muda muito:

Conforme o tempo passa, na maioria das vezes, nos preocupamos mais com saúde, qualidade de vida e família.

 

Começamos a entender que a vida acaba. E pra alguns muito, muito cedo.

Na juventude, vivemos a certeza de que somos eternos. A velhice está muito longe.

Conforme os anos passam, começamos a perder amigos, ver gente da mesma idade enfartando, adoecendo…

 

É a fase onde começamos a questionar se o CNPJ que defendemos vale o AVC.

 

Eu vivi tudo isso na pele. Trabalhei e estudei muito para conseguir um alto cargo corporativo. Foram noites mal dormidas, investimento financeiro, ausência dos eventos familiares. Quando cheguei lá, quando alcancei o sucesso, me perguntei: era isso? E agora, o que faço? 

 

Eu sabia… tinha que dar alguns passos pra trás, reencontrar minhas verdadeiras paixões, vontades, necessidade… e usá-las ao máximo, enquanto houvesse tempo. Não dava pra esperar a aposentadoria, então, ali, resolvi agir e mudei minha vida.

 

Chega um momento em que  precisamos de mais tempo livre, menos dedicação ao trabalho e mais cuidados com a gente mesmo (e como isso nos faz um bem danado!).

 

Nesse processo é fundamental o apoio profissional do coaching de carreira, com alguém que tenha vivência no assunto, experiências para compartilhar, orientar e te ajudar a fazer a transição de carreira da maneira correta, planejada e leve. 

 

(se você quiser conhecer um pouco mais sobre o meu trabalho, clique aqui)

 

 

Você se arrependeria daquilo que fez ou daquilo que não fez?

 

 

Uma enfermeira especializada em atender pacientes em estado terminal listou os “Cinco maiores arrependimentos que as pessoas têm antes de morrer”. São eles:

 

1 – Gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo e não a vida que os outros esperavam de mim.

Passamos a maior parte da vida fazendo coisas pelos outros. E esperamos algo em troca, no mínimo reconhecimento. Mas o problema é que em geral os outros nunca nos pediram para fazermos algo! Ai quando não recebemos gratidão pelo ato feito, acabamos sentindo rancor, cobrando por algo que nós mesmos definimos o valor.

 

2 – Gostaria de não ter trabalhado tanto

Mesmo aqueles que tiveram um trabalho gratificante no qual tiveram a possibilidade de enriquecer, se transformar, ter uma vida melhor, ainda assim se cobram. Imagina os que se sacrificaram sem ter o retorno desejado! A grande cobrança quanto ao trabalho está ligada a dedicação excessiva e a abnegação dos demais valores pessoais: saúde, família, hobbies, amigos…

 

3 – Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos

Nos preocupamos tanto em seguir regras e padrões sociais que acabamos aprendendo a esconder os sentimentos. Quantos “eu te amo” deixamos de dizer por que não era o momento certo?

Quando não dizemos, também escutamos muito pouco ou quase nada desses “eu te amo” que são potenciais bombas nucleares de alegria, acalentos e sempre estão recheados de um montão de coisas boas que reciclam nossa vontade de viver intensamente.

 

  4 – Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos

Muitas vezes, as nossas relações de amizade são mais fortes e verdadeiras do que com nossa própria família. Só que a falta de tempo acaba nos afastando de quem gostaríamos de ter por perto. Mais uma vez, trabalhar muito é um dos maiores vilões.

 

5 – Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz

Não importa o quanto a vida seja boa ou ruim. Em algum momento nos questionaremos: valeu a pena?

São nossas escolhas e o tempo que investimos naquilo que fez diferença em nossa vida e na vida das pessoas que amamos é que realmente fará a diferença. Normalmente não valorizamos as pequenas coisas que temos. Liberdade, amor, felicidade… O quanto você as coloca como prioridade em sua vida?

 

Feitas todas estas reflexões, é hora de se questionar:

 

O quer eu realmente quero ser quando crescer?

 

Agora sem o peso das escolhas dos outros ou das necessidades criadas pela sociedade e que não te cabem mais, apenas vivendo aquilo que te faz sentido.

 

Mas mudar não é tão simples!

 

Primeiro vem o medo do desconhecido. Todo mundo faz a mesma coisa, segue a vida do mesmo jeito.

 

– E logo eu vou arriscar e fazer algo diferente?

 

Existem dois tipos de pessoas:

  • As que fazem;
  • As que reclamam da própria vida e falam mal das que fazem 🙄.

 

Não temos como definir que uma será mais feliz do que a outra. A única coisa que sabemos é que não é o segundo tipo de pessoa que transforma o mundo (nem mesmo seu próprio mundo!).

 

O ser humano é naturalmente inquieto e movido à insatisfação.

 

Nossos antepassados evoluíram, criaram a roda, a escrita, mudaram de local, criaram comunidades… simples e puramente porque estavam insatisfeitos com algo e queriam melhorar o que tinham. Faz parte da nossa natureza mudar, melhorar, ser inquieto.

 

 

Logo, nossa felicidade e satisfação está ligada diretamente ao quanto “agitamos” a nossa inquietude.

 

 

Se evoluímos – como espécie – e chegamos até aqui é porque em algum momento alguém saiu da zona de conforto, colocou o medo de lado e foi em frente.

 

E como saber o que faz sentido pra mim e o que eu realmente quero?

 

Autoconhecimento e aprendizado com sua própria história são a base para todo o processo de mudança. Sempre digo que nunca saberei o que eu quero pro resto da minha vida. Mas sei claramente o que não quero, o que não me cabe, o que não me serve.

 

Você pode testar coisas novas, seja um novo trabalho, um novo modelo de contratação, uma nova empresa… E talvez você vá incluir muitas destas experiências na lista do que não quer. Mas é preciso testar.

 

Invista em seu desenvolvimento. Muitas de nossas insatisfações vem do fato de não estarmos nos desenvolvendo, nos sentirmos estagnados e sem desafios. Precisamos sentir que aprendemos, evoluímos e contribuímos com algo maior.

 

Busque um ambiente onde você se sinta bem, em que você tenha prazer em estar e de falar sobre ele para seus amigos e familiares. Um local em que você fique alegre em ir todos os dias e mesmo que haja muita pressão e cobrança por resultados, que seja também um local de crescimento, aprendizado e segurança.

 

Busque um trabalho onde você utilize suas potencialidades, seus talentos, onde permitam você ser simplesmente você e onde você possa expressar suas opiniões.

 

Respeite e valorize quem você é para que os outros também o façam.

 

 

 

E como iniciar a mudança? 

 

# Entenda o que você quer fazer, mesmo que seja só o primeiro passo.

Você já pensou no que quer ou gostaria de fazer? Muitas vezes pensamos em mudanças drásticas sendo que apenas estamos insatisfeitos com algo pontual. Basta uma mudança de área, de cargo, de empresa ou inserirmos algo novo no contexto atual e a satisfação aumenta.

 

Se é uma mudança maior, pense em começar a fazer algo em paralelo, iniciar e testar o que for possível. Se for mudar de estado ou país, quem sabe uma viagem de um mês ao novo local já te mostre como será a nova vida. Se a mudança for de profissão, frequentar eventos com profissionais da nova área pode ser interessante.

 

O importante é começar.

 

 

# Defina o melhor momento para cada passo e entre em ação

Seja qual for a mudança, da mais simples a mais drástica, uma coisa é certa: quanto mais nos preparamos e planejamos, mais tranquilamente as coisas fluem. Por isso é importante pensar nas pessoas envolvidas, nas questões financeiras, nos ganhos e perdas de cada ação.

Lembre-se que mesmo a meta mais difícil pode ser alcançada (sem deixar de viver o seu presente!!!).

 

Uma boa ideia não passará disso se você não executá-la.

 

Novamente, o importante é começar.

 

 

# Cerque-se de pessoas com o mesmo propósito

Muita gente vai rir dos seus sonhos e dizer que você não é capaz.

Tentarão fazê-lo desistir dos seus projetos e se ajustar ao padrão comum. Estas pessoas somente valorizarão seus feitos quando você provar que deu certo (acolha as críticas e não dê muito peso a elas. Alguém tem calçado os seus sapatos?).

 

Você ainda precisa destas pessoas ao seu lado?

 

Cerque-se de pessoas que te incentivam, te façam crescer e que estimulem você a sair da zona de conforto. Muita gente não quer que você cresça e não é por mal: apenas querem que você fique com elas, fazendo companhia e compartilhando suas frustrações.

 

O mundo requer mais autoconsciência e menos competição. Substitua a competição pelo compartilhamento e pela compaixão. Ao invés de caminhar sozinho rumo as suas realizações, leve com você as pessoas que estão realmente ao seu lado e que amam você verdadeiramente.

 

 

Transição de carreira – um novo começo para construir um futuro que realmente deseja

 

Quando falamos em buscar um novo trabalho para utilizar seus talentos, suas potencialidades e que sinta-se bem, alegre e com motivações para trabalhar, não é algo a ser decidido sem planejamento e aprofundamento.

 

Para ter sucesso e não se decepcionar com a mudança, é preciso respeitar o processo que chamamos de Transição de Carreira, pois não devemos mudar radicalmente, de uma hora para outra, a profissão que escolhemos e seguimos até aqui.

 

Muita coisa pode ficar para trás, as coisas boas devem ser absorvidas e bem aproveitadas. Valorize sua trajetória, seja grato pelo que realizou e liberte-se, fortalecido, para seguir em frente. A vida é feita de ciclos.

 

Construir uma nova carreira não é tão simples, mas saiba: você não está sozinho, podemos ajudar você.  

 

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4 Dicas Incríveis Sobre Como Equilibrar Vida e Trabalho

O mundo profissional está cada vez mais competitivo, levando as pessoas a terem dificuldade em equilibrar a vida e a carreira.

 

Temos a tendência em dedicar muito mais tempo e esforço à carreira e abdicar das questões pessoais.

 

Em primeiro lugar é necessário entender se isso é algo pontual, ou se é algo que está durando muito tempo. Se é pontual um período de maior esforço e por um objetivo, sem problemas.

 

A questão é quando trabalhar demais vira regra.

 

Separei 4 dicas para equilibrar vida e trabalho que irão ajuda-lo a enxergar de forma mais clara esta situação.

 

Como equilibrar vida e trabalho

 

Primeiro ponto: Cada coisa em seu tempo.

Hora de trabalhar, trabalhar. Vida pessoal, no tempo de vida pessoal. Juntamos tudo e bagunçamos a vida.

Estamos no trabalho pensando e resolvendo coisas de casa, e em casa pensando e resolvendo coisas do trabalho.

É como se nunca acabassem as atividades, e nossa mente e corpo sentem isso.

Desligue a mente e separe os momentos.

 

Segundo ponto: ser mais produtivo de fato no trabalho.

Buscar a realização as tarefas com mais foco, com menos interrupções.

Evitar cair na cilada da hora extra pela hora extra, pelo hábito de ficar mais tempo na empresa.

Separando as atividades você já começa a ser mais produtivo. E no começo, é se programar para realmente ir embora e viver a vida fora dos portões da empresa.

 

Estabeleça limites de horário. Para quem trabalha em casa, ter uma lista de tarefas a realizar por dia e horários definidos para o trabalho ajudam bastante.

 

 

Terceiro ponto: o que é importante pra você?

Perdemos muito tempo fazendo atividades que não precisaríamos fazer ou que poderíamos delegar.

E deixamos de fazer neste tempo o que nos dá prazer.

A casa precisa estar em ordem, a comida precisa ser feita, você quer assistir TV.

 

Mas o que de fato é importante pra você? Muitas vezes utilizamos nosso tempo fazendo coisas que não agregam em nada, somente porque cultivamos o hábito de realizar, não nos questionamos.

Se pra você não faz sentido arrumar a cama de manhã ou enxugar a louça, saiba: a vida continua com estas pequenas desordens.

 

Utilize este tempo para ler, fazer uma atividade física, estar presente na vida de alguém que você ama. Substitua o ter o tempo ocupado por ter o tempo bem utilizado, fazendo coisas que te dêem prazer.

 

Quarto ponto: não se esqueça de viver

Viver é o que fazemos quando não estamos preocupados demais em pagar contas, arrumar a casa, ser promovido, agradar aos outros.

 

Viver está ligado ao quanto você sente prazer na vida que tem, no que faz e o quanto contribui com as pessoas que ama.

Busque novas atividades, novas amizades, novos interesses. A vida ganha novas cores quando amamos o que fazemos.

 

 

“Se preocupe em viver, ao invés de apenas sobreviver.”

 

Que uma ajuda? Dê uma olhada em nossos cursos presenciais: Veja aqui os cursos abertos. 

 

E se você precisa encarar a vida com mais leveza, indico a leitura deste artigo

 

Deixe a louça na pia – Sobre aprender o que realmente é importante pra você  

 

Trabalho e vida pessoal o equilíbrio necessário

 

Sim, é preciso ter um equilíbrio para que você tenha vida saudável no dia a dia. E vida saudável representa felicidade junto com a família e amigos e melhor, e muito melhor rendimento no trabalho. E para ter tal equilíbrio é importante estabelecer prioridades.

 

No trabalho, seja no dia, semana ou mês, sempre há prioridades na rotina. O mesmo podemos dizer na vida pessoal. Defina prioridades para as coisas que mais te faz feliz.

 

Em vários setores econômicos é comum as folgas serem nos finais de semana. Uma das prioridades é reservar 100% do tempo livre para as coisas pessoais, nada de trabalho nos finais de semana.

 

Aprenda a dizer não para si mesmo

Isso mesmo. Por exemplo, você estar no sofá da sua casa e chega uma mensagem de trabalho no celular, por mais importante que seja não caia na tentação de executar qualquer atividade do trabalho na sua casa.

 

Se pretende mesmo saber como equilibrar vida e trabalho, uma das primeiras medidas é saber a dizer não para você mesmo e não misturar a vida pessoal com a profissional.

 

Cuidado com o perfeccionismo extremo na vida pessoal

 

Há pessoas que estabelecem metas até nos finais de semana e quando elas não são cumpridas surge uma frustração profunda e a sensação que não consegue gerenciar o tempo ou a própria vida. Já falamos sobre como o perfeccionismo pode ser um vilão no trabalho e até nas rotinas da nossa vida.

 

Investir no trabalho significa se profissionalizar, e investir na vida pessoal significa fazer o que satisfaz e para isso não precisa de metas.

 

Não seja tão perfeccionista para ter o equilíbrio saudável.

 

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Como as nossas escolhas profissionais influenciam em nossas realizações pessoais

 

Como as nossas escolhas profissionais influenciam em nossas realizações pessoais?

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Simples: Para a maioria das pessoas, a forma de conseguirem suprir suas demandas, necessidades e sonhos é através do esforço profissional.

 

 

Posso querer uma casa bonita, mas terei dinheiro para pagar? Meu trabalho me permite morar num mesmo local e usufruir desta casa?

Quero ter uma família, filhos. E meu trabalho irá me permitir sustentá-los da forma como eu acho ideal, com conforto e acesso a um padrão de vida com qualidade? E conseguirei tempo pra equilibrar isso ou estarei trabalhando tanto para manter o nível de vida que não estarei presente?

 

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E aqui entra uma questão negligenciada: o planejamento de carreira alinhado às expectativas de vida.

 

 

 

Por mais que o tema Planejamento de Carreira seja algo recorrente nos portais e publicações especializados em carreira e mercado de trabalho, muitos profissionais ainda não se deram contam de sua real importância.

 

Atualmente as organizações e o mercado de trabalho estão em constante mudança. No passado, o profissional deixava a gestão de sua carreira a cargo da empresa onde trabalhava.

Hoje isto não é mais possível. No mercado de trabalho atual, globalizado e competitivo, é um pré-requisito administrar a própria carreira.

 

Para fazer escolhas certas e construir uma carreira profissional de sucesso, é preciso ter uma visão global de tudo que está acontecendo, seja sobre sua área de atuação, mercado de trabalho, novas tendências que estão surgindo – ou desaparecendo.

 

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O conceito de carreira engloba os conhecimentos específicos da área escolhida, os cursos, graduações, especializações, as rotinas de trabalho, as atividades extracurriculares, as experiências adquiridas, os projetos realizados, os desafios enfrentados, ou seja, toda a vivência profissional.

 

 

O planejamento de carreira é a mais importante ferramenta para alinhar o caminho que o profissional deseja seguir, orientando e direcionando as estratégicas de desenvolvimento.

 

Planejar a carreira significa saber onde se está hoje, onde se deseja chegar e o que deve ser feito para que se atinjam os objetivos esperados.

 

É necessário traçar um plano, onde entrarão metas, objetivos e escolhas, que darão o rumo de sua história profissional.

 

Preparei um material gratuito – Trilhas de Carreira –  que irá lhe ajudar a planejar e acompanhar a sua carreira.

 

 

E quais os principais passos de um planejamento de carreira para impulsionar o crescimento de sua vida profissional?

 

Autoconhecimento

Conhecer a si mesmo é determinante para escrever sua história, com todas as experiências enriquecedoras, metas atingidas, projetos concretizados e vitórias alcançadas.

O autoconhecimento é o caminho para obter clareza sobre suas reais convicções e motivações, identificar, melhorar e potencializar suas habilidades e competências.

Essa compreensão também se aplica à definição da carreira e o trajeto a ser trilhado, no qual esteja alinhado com seus valores e propósitos, pois sua carreira é parte fundamental na construção de sua vida.

 

Saber onde quer chegar

O profissional deve ter em mente aonde quer chegar. E mais que isso, deve entrar em ação. Alguns aguardam por uma situação ideal, uma oportunidade, o que pode nunca aparecer. Os profissionais bem-sucedidos são aqueles que, além de se prepararem, criam as próprias oportunidades.

 

Estabelecer metas

Após a clareza do que se quer, será mais fácil definir as metas necessárias, bem como, a razão e os motivos que sustentam cada uma delas. Como você quer estar daqui a 1, 3 ou 5 anos, e o que precisa desenvolver, conhecer, aprender para chegar lá?

 

Criar estratégias

Após organizar as ideias, o próximo passo é definir o que é necessário para conquistar a vida profissional dos sonhos. É o momento de sair do campo de idealização e definir os objetivos desejados.

 

Como você pretende chegar ao seu objetivo? É importante colocar as estratégias no papel, pois facilita a visualização de tudo o que se deve fazer, mas é tão importante também sair do campo das ideias e entrar em ação Crescer demanda esforço, dedicação, escolha de prioridades.

 

Pode doer um pouco, mas é preciso sair da zona de conforto e enfrentar o desconhecido.

 

E nem sempre tudo acontece conforme planejado. É essencial elaborar um planejamento de carreira, mas é preciso ter flexibilidade, resiliência e determinação para mudar algo no meio do caminho.

 

Por fim, respeite quem você é, não perca sua autenticidade e seus valores pelo caminho.

 

Vamos planejar a carreira? Baixe agora o material gratuito – Trilhas de Carreira –  4 aulas em vídeo + ferramenta em PDF.

 

 

 

Este foi o tema abordado em nosso Momento Carreira #05 

O projeto Momento Carreira é um espaço onde transmitimos ao vivo pelo Facebook toda semana dicas e tendências sobre carreira, mercado de trabalho e como você pode ajustar comportamentos para ter maior eficiência, melhorar os resultados e com isso ter mais tempo e qualidade de vida.

Quer assistir ao vídeo do Momento Carreira #05 que foi ao ar em 19/09 ao vivo? Acesse nossa página no Facebook e assista:  www.facebook.com.br/intentusconsult

 

Espero que estas reflexões tenham feito sentido e ajudado. Semana que vem tem mais.

 

 

Já viu nossos cursos? Veja aqui os cursos abertos. 

 

 

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O problema do seu currículo é o modelo ou o conteúdo?

 

Muitas pessoas estão desempregadas, mandam 100, 1000 currículos e não tem retorno ou não recebem um único agendamento de entrevista em meses.

A crise está aí, as empresas realmente reduziram seus quadros de funcionários, muita gente está desempregada e neste cenário a concorrência aumenta.

Mesmo com este cenário tem empresas contratando e pessoas trocando de emprego.

Questiono: O seu produto é bom?

 

É assim que você é visto no mercado de trabalho: um produto.

 

E como todo produto, não basta ter uma embalagem bacana.

Para permanecer no mercado é preciso ter conteúdo de qualidade.

 

 

E aqui mora o perigo!

 

 

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Se a sua dúvida é quanto ao formato, disposição das informações, conteúdo que deve conter no currículo está simples. Veja estes dois materiais:

Em nosso site, disponibilizamos gratuitamente 3 modelos de currículo, super modernos e atuais. É só baixar e adaptar o seu para o formato escolhido:  Clique aqui. 

Se ainda tem dúvidas, leia este artigo:   Dicas essenciais para o seu currículo. 

 

 

 

 

 

Mas agora vamos falar sobre o conteúdo.

 

 

Abaixo listo as principais causas de conteúdo que fazem um currículo ser rejeitado pelos recrutadores.

 

 

  • Falta objetividade:

Aqui não é sobre a falta de objetivos, é sobre falta de objetividade mesmo.

É o caso de currículos muitos extensos, com muitos conteúdos e que muitas vezes se repetem. Experiências muito parecidas em empresas diferentes, citados em vários lugares do currículo. Como se estivesse “enchendo linguiça”.

Seja o mais objetivo, direto e sucinto possível.

Coloque no currículo o que realmente te destaca e guarde o resto para a entrevista ou para o seu perfil no LinkedIn.

Um caso clássico é quando o profissional lista todas as atividade que fazia, inerentes ao cargo. Um exemplo é um analista de contas a pagar que cita nas principais atividades: pagar contas ou uma secretaria executiva que cita administrar a agenda dos diretores.

Lembre-se: diferencie o seu produto, coloque “o que mais você faz”, o que justificaria alguém querer muito você.

 

 

  • Pulando de galho em galho:

Experiências muito breves em muitas empresas ainda é muito mal visto.

Hoje as pessoas não seguem mais o padrão antigo, de entrar e se aposentar na mesma empresa. Testar, experimentar atividades e culturas empresariais não é ruim. Mas deve haver um limite.

Ficar menos de 1 ano em cada empresa demonstra instabilidade. Ou você foi demitido logo ou é o típico funcionário insatisfeito, que logo quer sair. Nenhuma empresa quer estes perfis.

A solução? Tente ficar mais tempo no próximo emprego!

 

O-problema-do-seu-currículo-é-o-modelo-ou-o-conteúdo

 

  • Falta de congruência entre experiências e formações:

A formação é em humanas e toda experiência é em exatas. Ou o contrário.

É muito típico em currículos de profissionais que começaram a trabalhar primeiro e depois buscaram formação. Isso cria uma lacuna e o recrutador não consegue entender qual a linha de crescimento de carreira daquele candidato:

       – Será que ele quer continuar trabalhando no que tem experiência ou no que se formou?

Aqui a grande saída é conseguir deixar claro o objetivo e as pretensão. O que você deseja fazer daqui pra frente? E se você não sabe, não será o recrutador que vai te apoiar.

Um processo de coaching ou um bom planejamento de carreira podem te ajudar.

Defina seu direcionamento de carreira e deixe isso claro no currículo. Escreva uma carta de apresentação que te ajude a contar seu histórico e ambições ao recrutador, esclarecendo e conectando formações e experiências.

 

  • Excesso de experiência e falta de formação (o contrário também é válido):

É o típico currículo recheado de experiências mas sem formação equivalente. Enquanto você está na mesma empresa ou trabalhando com pessoas que te conhecem, é muito válido. Mas quando seu currículo vai para as mãos do recrutador a primeira coisa que ele irá ver é se você atende aos requisitos da vaga.

Formação superior, MBA, Inglês fluente: hoje são pedidos mínimos de muitas vagas.

Não adianta ser um excelente profissional se você não tiver uma formação condizente com a posição que está buscando.

Você faria uma cirurgia com um médico que não tem formação em medicina?

Um outro item muito importante: cursos extras, participação em feiras e eventos da sua área de atuação, publicações, voluntariado. Tudo soma.

Isso mostra que você está preocupado com o seu desenvolvimento, com as pessoas em volta – transmitir o conhecimento e buscar se atualizar sobre as tendências da sua área e do mercado de trabalho.

 

  • Experiências e informações defasadas

Aquele curso de MS-DOS não serve mais pra nada.

Parece piada, mas tem pessoas que ficaram “reféns” da desatualização da empresa onde trabalharam o último período – e principalmente se o período foi extenso.

Tudo o que sabem ou que fazem já não está mais em uso e o mercado de trabalho não perdoa.

Assuma a responsabilidade sobre a sua carreira.

Se a empresa onde você trabalha ou trabalhou possui sistemas, equipamentos, processos defasados e você nada podia fazer pela empresa – muitas não aceitam mudanças – mude você!

Busque se atualizar e se qualificar de outras formas.

Volte para a cadeira da escola ou dê um passo atrás na sua carreira para poder se reciclar. Ou os dois.

 

 

Planeje e acompanhe a sua carreira sempre.

Não basta fazer um planejamento e seguir à risca.

É preciso ser flexível, antenado e resiliente.

 

Enquanto você se empenha, o tempo passa. Seus sonhos mudam, suas ambições mudam, as empresas mudam.

A empresa que um jovem sonha em trabalhar pode não existir mais quando ele se formar, mas novas empresas surgirão.

Empregos e funções acabam. Outras aparecem.

 

O principal é você estar atualizado e no controle de sua carreira.

 

 

 

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Dicas essenciais para o seu currículo

Você tem dúvidas sobre como preencher o seu currículo, se tem informações a mais ou a menos, sobre como disponibilizar as informações e deixar o seu currículo atrativo?

Começando um currículo:

Primeiro, escreva todas as informações de forma estruturada, mas sem se preocupar em formato. O que vale é você não esquecer nada. Na sequência, pegue o modelo de currículo e vá dispondo as informações. Assim tem menos chance de você esquecer de algo relevante. Utilize fontes simples (exemplo: arial, cambria ou verdana no tamanho 11) e insira palavras-chaves. Além de facilitar a visualização, algumas empresas possuem softwares para análise inicial de currículos. Neste caso, serão as palavras-chaves que garantirão que você siga para a próxima fase.

 

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Os principais itens de um bom currículo:

 

 

 

 

Dados Pessoais: Nome e Sobrenome, Primeira parte do currículo, deve ser breve. Mencionar a cidade de residência (bairro somente em grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro), dados para contato – seu número de celular, um e-mail e o endereço para o seu LinkedIn.

 

Objetivo: Vou repetir o título deste item: objetivo! Não é para contar história ou pretensões. Em uma ou duas palavras fale o que você quer fazer, qual a sua área de atuação ou cargo pretendido. Você pode atuar em mais de uma área e função? Adeque seu currículo à cada envio, mas nunca generalize.

 

Formação: Em ordem, assim como nas experiências, do mais recente ao mais antigo. Destaque: qual formação possui, onde fez e em que ano terminou. Basta isso. Se você possui ensino técnico, mencione apenas se for relevante para a sua área de atuação. Um bom exemplo são os engenheiros, que possuem uma bagagem extra quando oriundos de formações e experiências técnicas.

 

Idioma: Apenas insira um 2º ou 3º idioma se o seu nível for de intermediário para avançado. Vai no início do currículo se for relevante para a vaga, do contrário pode ser listado no final do documento, junto com cursos.

 

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Principais Realizações / Resultados: Campo para você destacar o que realmente fez a mais, o que fez de diferente nas empresas e cargos por onde passou.

 

 

 

Preferencialmente utilize resultados quantitativos e mensuráveis e somente nos quais você tenha participado diretamente nas conquistas.

Utilize marcadores e tenha de 4 a 8 itens. Se houver muitos, agrupe-os por similaridade ou por empresa. Se houver poucos, não inclua este campo, cite as realizações na própria descrição da experiência.

 

Experiências Profissionais: Cite todas as empresas / cargos, em ordem decrescente, da mais recente para a mais antigo. É necessário ter: nome da empresa, período inicial e final, cargo exercido. Não é necessário citar todas as atividades realizadas, mas quando o cargo é muito amplo, é bom citar ao menos as principais. Evite redundâncias e atividades muito corriqueiras.

 

Quando houver um período grande numa única empresa, mencione no topo: nome da empresa, período inicial e final total e o último cargo. Na sequência, desmembre por períodos, cargos e atividades desempenhadas.

 

Cursos e Outras Informações: Mencione todos os cursos relevantes para seu objetivo profissional. Outras informações relevantes são aquelas ligadas a premiações, trabalhos voluntariados, estudos e publicações e disponibilidade para mudança e/ou viagens.

Não mencione principais características e comportamentos, isso será abordado na entrevista.

 

 

Dois últimos cuidados que você deve ter:

 

Seja objetivo: Se você for capacitado ou tiver interesse em múltiplas funções, será preciso elaborar um currículo específico para cada vaga / função desejada.

O conteúdo deve ser claro e objetivo, porém tem que demonstrar toda a sua experiência, conhecimentos e realizações.  Um bom currículo tem no máximo 2 páginas!

 

Linguagem e Gramática: Erros aqui podem indicar falta de atenção e despreparo. Sempre peça para que outra pessoa revise o currículo antes de enviá-lo.

 

 

Seguindo todos estes passos, seu currículo já estará bem apresentado.

Daqui pra frente o cuidado que você deve ter é sobre como está “recheando” o seu currículo: congruência entre estudos e experiências, atualização, estruturação da carreira. Um bom planejamento e o coaching de carreira podem te ajudar.

 

Este outro artigo pode te interessar, sobre o perfil do LinkedIn:

https://www.intentus.com.br/importancia-do-linkedin-e-5-dicas-bombasticas-para-o-seu-perfil/

 

Dê uma olhada em nossos artigos e materiais do site. Tem muitos materiais gratuitos que podem te ajudar!

 

Sucesso!

 

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Sobre Fraudes, Golpes e Oportunistas no LinkedIn – E dicas para se proteger!

O LinkedIn é uma ferramenta fantástica para o mundo dos negócios, seja para o profissional ou para a empresa que o utiliza.

Através desta rede fortalecemos nossa marca e imagem, fazemos excelentes contatos e parcerias.

Mas como toda rede social que cresce, vários oportunistas entram e percebem aqui um terreno fértil para aplicar golpes e tirar proveito de pessoas que estão ansiosas atrás de uma oportunidade.

Somente nesta semana acompanhei mais de 5 situações e por isso resolvi escrever este artigo, como forma de alerta para os usuários novos ou menos avisados – mas atente-se que até os mais experientes acabam caindo de vez em quando!

Primeiro Caso:

Comigo! No caso, mais especificamente, com a empresa Intentus. Estranhamos quando apareceu mais um funcionário em nosso time – e pasmem – Diretor, direto da Austrália! – Perfil privado, não conseguimos acesso mesmo tendo conta Premium.

 

Por sermos um time pequeno, conseguimos rapidamente identificar o “intruso”.

Agora imaginem empresas com mil, dez mil funcionários… dezenas de fantasmas podem estar infiltrados, usando o nome da organização.E este uso pode ser um descuido – acontece de você digitar o nome de uma empresa, aparecerem opções e você clicar na empresa errada com o nome parecido – mas também pode ser que a pessoa tenha se infiltrado para usar o nome da empresa e aplicar golpes por aí. Esteja atento.

No caso de contatos, propostas ou promessas duvidosas – com pagamentos ou vantagens diferentes do que o mercado oferece – certifique-se! Entre em contato direto com a empresa, cheque se aquela pessoa realmente faz parte do quadro de funcionários e se as práticas da empresas são as ofertadas. E depois disso, a definição e o risco são seus!

Segundo Caso:

Diretamente ligado ao primeiro, uso falso de empresa / cargo. Um conhecido me mandou um e-mail com uma mega proposta que recebeu de uma empresa do Reino Unido, a potência Shell. Ótima proposta e oportunidade de carreira internacional.

 

Tudo excelente se não fosse fraude.

Pouco tempo depois, recebeu um e-mail do próprio LinkedIn – que sim, busca eliminar estes casos.

 

Pesquisa rápida pelo e-mail, nome da pessoa e no site da companhia e claramente constatado: fraude. No próprio site da empresa existe um alerta sobre fraudes envolvendo o nome da empresa para falsas promessas de contratação de expatriados.

http://www.shell.com/fraud-and-scam-alert.html

E você pode estar afirmando: eu não cairia nessa! A princípio saiba: cairia sim!

Nossa expectativa e emoção nos cega, mesmo que momentaneamente.

Nos empolgamos com a possibilidade de uma mudança de vida, com a promessa de algo muito bom e somente depois desta excitação que vamos checar de fato o que foi – e de que forma – nos foi oferecido.

 

Terceiro Caso:

Aqui não é uma fraude, em geral é uma proposta verídica. Faço apenas um alerta quanto ao tipo de promessa quando citam ganhos fáceis e rápidos. Vejo muitos post de vagas para trabalhar em multinacional, meio período, em home office e com ganhos acima de 4 mil reais (quando não falam em dólares).

Na maior parte das vezes trata-se de formação de grupos e de vendas em Marketing Multi Nível (MMN) – não tenho nada contra o modelo de negócio, pelo contrário, conheço pessoas que vem fazendo um trabalho fantástico e ganhando um bom dinheiro, de forma íntegra e honesta.

 

O único alerta aqui é: antes de responder SIM, analise se o que você realmente quer é mudar de carreira e se dedicar integralmente ao negócio.

 

Porque você não vai atuar na sua área, vai ter que se desafiar a desenvolver novas habilidades e trabalhar muito se quiser resultados.

 

Outra situação que incluo aqui é quanto a pedidos de e-mail e de telefone em troca de listas, arquivos, etc. A grande parte destes pedidos servem apenas para gerar listas de tráfego para marketing digital. Ou seja, em breve você estará em diversas listas, recebendo vários e-mails sem nunca ter solicitado nada. Existem formas corretas para empresas e profissionais fazerem a criação de leads, como ter uma página na web para você se cadastrar e então receber o seu brinde virtual, sem exposição.

Quarto Caso:

Divulgação de cases de sucesso aliados a uma proposta comercial. Existe muita gente boa, profissional e fazendo um bom trabalho, ajudando realmente as pessoas e cobrando por isso – o que é justo! Mas nesta leva entram oportunistas, fazendo promessas de emprego, revisão de currículo, oportunidades em processo seletivo por preços e condições medonhas.

Analise o trabalho do profissional, peça referências e garantias. Se você paga por algo e o risco é único e exclusivamente seu, você acha justo?

Fique Atento!

Não existe mágica e nem milagre. Se alguém te oferecer algo muito acima da média, desconfie!

Pesquise, vá atrás de mais informações e somente feche negócio com o que realmente agregue para você.

 

 

E se você quer saber como ter um perfil top e fazer negócios no Linkedin, leia ESTE ARTIGO

 

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Você já estava demitido, só demorou a saber.

Esta afirmação – Que você já estava demitido, só demorou a saber – pode ser muito forte, mas é um reflexo exato do que acontece nas empresas. E muitos se perguntam por que fui demitido?

 

Com exceção dos cortes gerais, aqueles em que a área ou empresa fecha e todos são demitidos, nas demais a demissão dificilmente ocorreu no dia em que você foi comunicado. Um líder avalia seus funcionários todo dia, em cada pequeno pedido, resultado, comportamento.

E se entre você e seu colega de trabalho o seu líder preferiu ficar com ele, possivelmente é porque você já tinha pontos negativos em sua avaliação – e é bem provável que nem soubesse.

Vários fatores podem ser considerados para que seu desempenho e avaliação estejam negativos – e seu emprego em jogo – e você nem está se dando conta.

 

Podemos iniciar pelos principais pontos de avaliação de um líder quando o assunto é escolher entre um integrante ou outro da equipe. E é bem provável que estes itens não estejam presentes lá na sua avaliação anual feita pela empresa.

 

Acompanhe abaixo os principais fatores para um líder, empresário ou departamentos de RH decidirem demitir funcionários.

 

  • Custo

Você faz o mesmo trabalho do que outra pessoa que ganha menos? Este ponto é polêmico, porque o salário pode ser mérito pelo tempo e realizações que você já fez na própria empresa, ou pelo seu currículo muito bem recheado.

Mas pense num exemplo prático: se você vai mandar lavar o seu carro, a lavagem é exatamente igual em dois lugares, um cobra R$ 30 e outro cobra R$ 50. As chances são grandes de você mandar no mais barato. A empresa também pensa assim. Deixe o sentimentalismo de lado, e vamos ao próximo item.

Queda de produtividade são aceitáveis até certo momento, principalmente se influenciados por fatores externos a cadeia de valor do segmento da empresa que trabalha.

 

  • Diferencial

O que você faz de realmente diferente, extraordinário, que justifique a empresa manter você? Se você não sabe, seu chefe provavelmente também não.

E voltamos ao exemplo do carro. Você prefere comprar um carro com ou sem ar condicionado, pelo mesmo valor e demais itens todos iguais? Todo mundo quer valor agregado, o famoso mais por menos. Então, se especialize em algo.

Você já deve ter ouvido mil vezes a história de ganhar por saber qual botão apertar.

 

  • Comportamento

Aqui é a história do bom e barato, mas que não dura muito tempo. Estamos falando do profissional que tem um excelente custo x benefício e alta ou boa performance: habilidades, conhecimentos, aplicação.

Mas na hora de interagir, trabalhar em equipe, ter equilíbrio emocional, etc., é uma verdadeira bomba relógio, o líder sempre tem receio de como ele vai reagir a algo novo ou quando for contrariado.

Muitas vezes seus posicionamentos são corretos e com foco na melhoria dos resultados, mas a forma de se expressar é desastrosa. O discurso padrão deste perfil é: “Eu faço meu trabalho melhor do que os demais, sou injustiçado apenas porque não concordo com eles”.

 

Em artigo escrito pelo Ricardo Karpat, diretor da Gábor RH, revela pela experiência dele que o comportamento no trabalho é um dos motivos que mais provocam demissões nas empresas, seja média, grande ou pequena e mais recorrente ainda mas pequenas organizações. O profissional é contratado pelo bom ou perfil adequado, mas dispensado pelo comportamento não adequado dentro da empresa.

 

  • Multidisciplinaridade

O maior reflexo em tempos de crise econômica. As empresas colocam um funcionário fazendo o trabalho de dois para reduzir custos e manter o funcionamento.

Você sabe fazer o trabalho de outro da equipe e aceitaria esta sobrecarga numa boa? Busque conhecer mais e mais as atividades da empresa, da área. Se envolva, interaja, mostre disponibilidade.

 

Se houve um corte na sua empresa e você foi desligado sem muita explicação, se auto avalie em cada um deste itens.

O que já aconteceu você não reverte mais, mas pode ter uma excelente reflexão sobre seus pontos fracos, erros e acertos e chances de melhoria.

Por mais que o líder devesse dar o feedback real, em nossa cultura isso não é muito comum, mas você pode refletir sozinho.

 

Se você está trabalhando e quer crescer onde está, avalie os mesmos pontos, tente aumentar sua performance e se adequar às exigências da empresa.

 

Sempre é possível ter resultados melhores, basta planejar: definir onde se quer chegar e o caminho a ser percorrido.

 

Você pode ser pego de surpresa, ficar a mercê da sorte, ou pode assumir o seu destino e traçar passo a passo o seu caminho de sucesso!

 

Essas são algumas das questões que respondem as aflições sobre “por que fui demitido”

 

 Como não ser demitido do trabalho?

 

Pergunta difícil de ser respondida. Nenhum trabalhador tem garantia permanente de que jamais será será demitido, mas algumas atitudes podem ser adotadas para que fortaleça relações duradouras nas organizações.

 

Relacionamento

O ser humano, na maioria das vezes, não consegue se relacionar bem com todas as pessoas ao seu redor.

Questões de afinidades e opiniões são divergentes. Mas isso não justifica criar atritos no ambiente de trabalho. Deve-se trabalhar para manter boas relações com todos, criar ambiente harmonioso nas relações de trabalho.

 

Produtividade e profissionalização

Para empresas que investem na capacitação profissional o processo é mais fácil. E sempre que há essa oportunidade, agarre-a.

Mas nas empresas que não possuem essa cultura o funcionário o recomendável é buscar conhecimento e se aprimorar. Melhor do que isso, aplicar os novos conhecimentos dentro da empresa. Isso faz toda a diferença.

 

Comprometimento

Cumprimentos de horários, esforços para metas, propor soluções e ideias, definitivamente qualquer ações que motive a equipe e que literalmente “abrace” as causas da empresa, além de ser motivadora para a sua satisfação profissional.

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Se o João soubesse sobre planejamento de carreira…

Esta semana atendi o João, que poderia ser José, o Mário, ou qualquer outro nome que você identifique ai. João começou sua carreira nos anos 90. A vida e a situação econômica do pais não eram fáceis. João já estava casado trabalhava de dia, fazia faculdade a noite. Formação em administração. Orgulho para os seus pais de verem o primeiro e único filho com diploma universitário, orgulho dele em pegar o canudo já com o primeiro filho presente na formatura. E João seguiu a vida, trabalhando na mesma empresa.

Ganhou experiência, teve oportunidades. Trocou de empresa uma ou duas vezes, mas estabeleceu uma carreira sólida, baseada em muito trabalho e dedicação, mas sem especialização. E veio 2015. Veio a crise econômica. Veio a demissão, a procura por emprego, a busca incansável, os nãos, a formatura do filho, agora engenheiro. E os dois buscaram emprego sem encontrar, as reservas indo ralo abaixo. Veio 2016, quando conheci João. Ele não entendia o porquê das oportunidades não aparecerem. E foi quando olhei o currículo dele e perguntei se não estavam faltando cursos, especializações. Ele disse que não, que aprendeu muito na prática, sempre foi “mão na massa”. Sua última formação foi a primeira: a graduação em administração, em 1995, exatos 20 anos atrás. O último salário também tinha um 20, à esquerda dos 3 zeros.

E o mercado desaquecido não perdoa! Todas as vagas que equivalem à sua expectativa salarial e a sua experiência não condizem com a falta de um segundo idioma, a falta de uma especialização ou algumas certificações. Enquanto a carreira seguia na mesma empresa e a sua eficiência se provavam, ok. Mas na disputa acirrada de muitos profissionais por poucas vagas, somente eficiência não funciona.

E muitos profissionais estão na mesma situação do João. Se tiverem uma chance, se provarão. Mas as chances estão pedindo cada vez mais qualificação.

planejamento-oportunidades

E aqui quero falar com você sobre Planejamento de Carreira e a importância da educação continuada.

Muitos profissionais caíram no mesmo erro do João. Se formaram, as vezes até fizeram uma especialização, mas se limitaram a deixar seu planejamento de carreira nas mãos da empresa ou atenderam exclusivamente as demandas de um nicho de mercado.

Mas empresas demitem, funções são extintas, o cenário muda. 

E quem continua no mercado de trabalho apesar das dificuldades? Os profissionais que continuaram a se qualificar, que estiveram o tempo todo antenados com as atualizações, cursaram um 3o idioma, aproveitaram uma viagem de férias para aprimorar o 2o idioma, deram aulas, escreveram artigos, fizeram cursos novos em áreas diferentes, mantiveram um networking diversificado e ativo. Os profissionais que sabiam onde queriam chegar e ao conseguir, não pararam. Continuaram a trilha do conhecimento, trazendo mais bagagem para suas malas!

Termino desejando sorte aos Joãos. Que o mercado valorize a experiência e lhes dêem oportunidade de provar sua competência.

E a você, desejo aprendizado. Que você aprenda com o João, e não como o João. Que continue se desenvolvendo e que conte sempre com as suas escolhas e não somente com a sorte!

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