4 Dicas Incríveis Sobre Como Equilibrar Vida e Trabalho

O mundo profissional está cada vez mais competitivo, levando as pessoas a terem dificuldade em equilibrar a vida e a carreira.

 

Temos a tendência em dedicar muito mais tempo e esforço à carreira e abdicar das questões pessoais.

 

Em primeiro lugar é necessário entender se isso é algo pontual, ou se é algo que está durando muito tempo. Se é pontual um período de maior esforço e por um objetivo, sem problemas.

 

A questão é quando trabalhar demais vira regra.

 

Separei 4 dicas para equilibrar vida e trabalho que irão ajuda-lo a enxergar de forma mais clara esta situação.

 

Como equilibrar vida e trabalho

 

Primeiro ponto: Cada coisa em seu tempo.

Hora de trabalhar, trabalhar. Vida pessoal, no tempo de vida pessoal. Juntamos tudo e bagunçamos a vida.

Estamos no trabalho pensando e resolvendo coisas de casa, e em casa pensando e resolvendo coisas do trabalho.

É como se nunca acabassem as atividades, e nossa mente e corpo sentem isso.

Desligue a mente e separe os momentos.

 

Segundo ponto: ser mais produtivo de fato no trabalho.

Buscar a realização as tarefas com mais foco, com menos interrupções.

Evitar cair na cilada da hora extra pela hora extra, pelo hábito de ficar mais tempo na empresa.

Separando as atividades você já começa a ser mais produtivo. E no começo, é se programar para realmente ir embora e viver a vida fora dos portões da empresa.

 

Estabeleça limites de horário. Para quem trabalha em casa, ter uma lista de tarefas a realizar por dia e horários definidos para o trabalho ajudam bastante.

 

 

Terceiro ponto: o que é importante pra você?

Perdemos muito tempo fazendo atividades que não precisaríamos fazer ou que poderíamos delegar.

E deixamos de fazer neste tempo o que nos dá prazer.

A casa precisa estar em ordem, a comida precisa ser feita, você quer assistir TV.

 

Mas o que de fato é importante pra você? Muitas vezes utilizamos nosso tempo fazendo coisas que não agregam em nada, somente porque cultivamos o hábito de realizar, não nos questionamos.

Se pra você não faz sentido arrumar a cama de manhã ou enxugar a louça, saiba: a vida continua com estas pequenas desordens.

 

Utilize este tempo para ler, fazer uma atividade física, estar presente na vida de alguém que você ama. Substitua o ter o tempo ocupado por ter o tempo bem utilizado, fazendo coisas que te dêem prazer.

 

Quarto ponto: não se esqueça de viver

Viver é o que fazemos quando não estamos preocupados demais em pagar contas, arrumar a casa, ser promovido, agradar aos outros.

 

Viver está ligado ao quanto você sente prazer na vida que tem, no que faz e o quanto contribui com as pessoas que ama.

Busque novas atividades, novas amizades, novos interesses. A vida ganha novas cores quando amamos o que fazemos.

 

 

“Se preocupe em viver, ao invés de apenas sobreviver.”

 

Que uma ajuda? Dê uma olhada em nossos cursos presenciais: Veja aqui os cursos abertos. 

 

E se você precisa encarar a vida com mais leveza, indico a leitura deste artigo

 

Deixe a louça na pia – Sobre aprender o que realmente é importante pra você  

 

Trabalho e vida pessoal o equilíbrio necessário

 

Sim, é preciso ter um equilíbrio para que você tenha vida saudável no dia a dia. E vida saudável representa felicidade junto com a família e amigos e melhor, e muito melhor rendimento no trabalho. E para ter tal equilíbrio é importante estabelecer prioridades.

 

No trabalho, seja no dia, semana ou mês, sempre há prioridades na rotina. O mesmo podemos dizer na vida pessoal. Defina prioridades para as coisas que mais te faz feliz.

 

Em vários setores econômicos é comum as folgas serem nos finais de semana. Uma das prioridades é reservar 100% do tempo livre para as coisas pessoais, nada de trabalho nos finais de semana.

 

Aprenda a dizer não para si mesmo

Isso mesmo. Por exemplo, você estar no sofá da sua casa e chega uma mensagem de trabalho no celular, por mais importante que seja não caia na tentação de executar qualquer atividade do trabalho na sua casa.

 

Se pretende mesmo saber como equilibrar vida e trabalho, uma das primeiras medidas é saber a dizer não para você mesmo e não misturar a vida pessoal com a profissional.

 

Cuidado com o perfeccionismo extremo na vida pessoal

 

Há pessoas que estabelecem metas até nos finais de semana e quando elas não são cumpridas surge uma frustração profunda e a sensação que não consegue gerenciar o tempo ou a própria vida. Já falamos sobre como o perfeccionismo pode ser um vilão no trabalho e até nas rotinas da nossa vida.

 

Investir no trabalho significa se profissionalizar, e investir na vida pessoal significa fazer o que satisfaz e para isso não precisa de metas.

 

Não seja tão perfeccionista para ter o equilíbrio saudável.

 

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Como as nossas escolhas profissionais influenciam em nossas realizações pessoais

 

Como as nossas escolhas profissionais influenciam em nossas realizações pessoais?

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Simples: Para a maioria das pessoas, a forma de conseguirem suprir suas demandas, necessidades e sonhos é através do esforço profissional.

 

 

Posso querer uma casa bonita, mas terei dinheiro para pagar? Meu trabalho me permite morar num mesmo local e usufruir desta casa?

Quero ter uma família, filhos. E meu trabalho irá me permitir sustentá-los da forma como eu acho ideal, com conforto e acesso a um padrão de vida com qualidade? E conseguirei tempo pra equilibrar isso ou estarei trabalhando tanto para manter o nível de vida que não estarei presente?

 

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E aqui entra uma questão negligenciada: o planejamento de carreira alinhado às expectativas de vida.

 

 

 

Por mais que o tema Planejamento de Carreira seja algo recorrente nos portais e publicações especializados em carreira e mercado de trabalho, muitos profissionais ainda não se deram contam de sua real importância.

 

Atualmente as organizações e o mercado de trabalho estão em constante mudança. No passado, o profissional deixava a gestão de sua carreira a cargo da empresa onde trabalhava.

Hoje isto não é mais possível. No mercado de trabalho atual, globalizado e competitivo, é um pré-requisito administrar a própria carreira.

 

Para fazer escolhas certas e construir uma carreira profissional de sucesso, é preciso ter uma visão global de tudo que está acontecendo, seja sobre sua área de atuação, mercado de trabalho, novas tendências que estão surgindo – ou desaparecendo.

 

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O conceito de carreira engloba os conhecimentos específicos da área escolhida, os cursos, graduações, especializações, as rotinas de trabalho, as atividades extracurriculares, as experiências adquiridas, os projetos realizados, os desafios enfrentados, ou seja, toda a vivência profissional.

 

 

O planejamento de carreira é a mais importante ferramenta para alinhar o caminho que o profissional deseja seguir, orientando e direcionando as estratégicas de desenvolvimento.

 

Planejar a carreira significa saber onde se está hoje, onde se deseja chegar e o que deve ser feito para que se atinjam os objetivos esperados.

 

É necessário traçar um plano, onde entrarão metas, objetivos e escolhas, que darão o rumo de sua história profissional.

 

Preparei um material gratuito – Trilhas de Carreira –  que irá lhe ajudar a planejar e acompanhar a sua carreira.

 

 

E quais os principais passos de um planejamento de carreira para impulsionar o crescimento de sua vida profissional?

 

Autoconhecimento

Conhecer a si mesmo é determinante para escrever sua história, com todas as experiências enriquecedoras, metas atingidas, projetos concretizados e vitórias alcançadas.

O autoconhecimento é o caminho para obter clareza sobre suas reais convicções e motivações, identificar, melhorar e potencializar suas habilidades e competências.

Essa compreensão também se aplica à definição da carreira e o trajeto a ser trilhado, no qual esteja alinhado com seus valores e propósitos, pois sua carreira é parte fundamental na construção de sua vida.

 

Saber onde quer chegar

O profissional deve ter em mente aonde quer chegar. E mais que isso, deve entrar em ação. Alguns aguardam por uma situação ideal, uma oportunidade, o que pode nunca aparecer. Os profissionais bem-sucedidos são aqueles que, além de se prepararem, criam as próprias oportunidades.

 

Estabelecer metas

Após a clareza do que se quer, será mais fácil definir as metas necessárias, bem como, a razão e os motivos que sustentam cada uma delas. Como você quer estar daqui a 1, 3 ou 5 anos, e o que precisa desenvolver, conhecer, aprender para chegar lá?

 

Criar estratégias

Após organizar as ideias, o próximo passo é definir o que é necessário para conquistar a vida profissional dos sonhos. É o momento de sair do campo de idealização e definir os objetivos desejados.

 

Como você pretende chegar ao seu objetivo? É importante colocar as estratégias no papel, pois facilita a visualização de tudo o que se deve fazer, mas é tão importante também sair do campo das ideias e entrar em ação Crescer demanda esforço, dedicação, escolha de prioridades.

 

Pode doer um pouco, mas é preciso sair da zona de conforto e enfrentar o desconhecido.

 

E nem sempre tudo acontece conforme planejado. É essencial elaborar um planejamento de carreira, mas é preciso ter flexibilidade, resiliência e determinação para mudar algo no meio do caminho.

 

Por fim, respeite quem você é, não perca sua autenticidade e seus valores pelo caminho.

 

Vamos planejar a carreira? Baixe agora o material gratuito – Trilhas de Carreira –  4 aulas em vídeo + ferramenta em PDF.

 

 

 

Este foi o tema abordado em nosso Momento Carreira #05 

O projeto Momento Carreira é um espaço onde transmitimos ao vivo pelo Facebook toda semana dicas e tendências sobre carreira, mercado de trabalho e como você pode ajustar comportamentos para ter maior eficiência, melhorar os resultados e com isso ter mais tempo e qualidade de vida.

Quer assistir ao vídeo do Momento Carreira #05 que foi ao ar em 19/09 ao vivo? Acesse nossa página no Facebook e assista:  www.facebook.com.br/intentusconsult

 

Espero que estas reflexões tenham feito sentido e ajudado. Semana que vem tem mais.

 

 

Já viu nossos cursos? Veja aqui os cursos abertos. 

 

 

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O problema do seu currículo é o modelo ou o conteúdo?

 

Muitas pessoas estão desempregadas, mandam 100, 1000 currículos e não tem retorno ou não recebem um único agendamento de entrevista em meses.

A crise está aí, as empresas realmente reduziram seus quadros de funcionários, muita gente está desempregada e neste cenário a concorrência aumenta.

Mesmo com este cenário tem empresas contratando e pessoas trocando de emprego.

Questiono: O seu produto é bom?

 

É assim que você é visto no mercado de trabalho: um produto.

 

E como todo produto, não basta ter uma embalagem bacana.

Para permanecer no mercado é preciso ter conteúdo de qualidade.

 

 

E aqui mora o perigo!

 

 

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Se a sua dúvida é quanto ao formato, disposição das informações, conteúdo que deve conter no currículo está simples. Veja estes dois materiais:

Em nosso site, disponibilizamos gratuitamente 3 modelos de currículo, super modernos e atuais. É só baixar e adaptar o seu para o formato escolhido:  Clique aqui. 

Se ainda tem dúvidas, leia este artigo:   Dicas essenciais para o seu currículo. 

 

 

 

 

 

Mas agora vamos falar sobre o conteúdo.

 

 

Abaixo listo as principais causas de conteúdo que fazem um currículo ser rejeitado pelos recrutadores.

 

 

  • Falta objetividade:

Aqui não é sobre a falta de objetivos, é sobre falta de objetividade mesmo.

É o caso de currículos muitos extensos, com muitos conteúdos e que muitas vezes se repetem. Experiências muito parecidas em empresas diferentes, citados em vários lugares do currículo. Como se estivesse “enchendo linguiça”.

Seja o mais objetivo, direto e sucinto possível.

Coloque no currículo o que realmente te destaca e guarde o resto para a entrevista ou para o seu perfil no LinkedIn.

Um caso clássico é quando o profissional lista todas as atividade que fazia, inerentes ao cargo. Um exemplo é um analista de contas a pagar que cita nas principais atividades: pagar contas ou uma secretaria executiva que cita administrar a agenda dos diretores.

Lembre-se: diferencie o seu produto, coloque “o que mais você faz”, o que justificaria alguém querer muito você.

 

 

  • Pulando de galho em galho:

Experiências muito breves em muitas empresas ainda é muito mal visto.

Hoje as pessoas não seguem mais o padrão antigo, de entrar e se aposentar na mesma empresa. Testar, experimentar atividades e culturas empresariais não é ruim. Mas deve haver um limite.

Ficar menos de 1 ano em cada empresa demonstra instabilidade. Ou você foi demitido logo ou é o típico funcionário insatisfeito, que logo quer sair. Nenhuma empresa quer estes perfis.

A solução? Tente ficar mais tempo no próximo emprego!

 

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  • Falta de congruência entre experiências e formações:

A formação é em humanas e toda experiência é em exatas. Ou o contrário.

É muito típico em currículos de profissionais que começaram a trabalhar primeiro e depois buscaram formação. Isso cria uma lacuna e o recrutador não consegue entender qual a linha de crescimento de carreira daquele candidato:

       – Será que ele quer continuar trabalhando no que tem experiência ou no que se formou?

Aqui a grande saída é conseguir deixar claro o objetivo e as pretensão. O que você deseja fazer daqui pra frente? E se você não sabe, não será o recrutador que vai te apoiar.

Um processo de coaching ou um bom planejamento de carreira podem te ajudar.

Defina seu direcionamento de carreira e deixe isso claro no currículo. Escreva uma carta de apresentação que te ajude a contar seu histórico e ambições ao recrutador, esclarecendo e conectando formações e experiências.

 

  • Excesso de experiência e falta de formação (o contrário também é válido):

É o típico currículo recheado de experiências mas sem formação equivalente. Enquanto você está na mesma empresa ou trabalhando com pessoas que te conhecem, é muito válido. Mas quando seu currículo vai para as mãos do recrutador a primeira coisa que ele irá ver é se você atende aos requisitos da vaga.

Formação superior, MBA, Inglês fluente: hoje são pedidos mínimos de muitas vagas.

Não adianta ser um excelente profissional se você não tiver uma formação condizente com a posição que está buscando.

Você faria uma cirurgia com um médico que não tem formação em medicina?

Um outro item muito importante: cursos extras, participação em feiras e eventos da sua área de atuação, publicações, voluntariado. Tudo soma.

Isso mostra que você está preocupado com o seu desenvolvimento, com as pessoas em volta – transmitir o conhecimento e buscar se atualizar sobre as tendências da sua área e do mercado de trabalho.

 

  • Experiências e informações defasadas

Aquele curso de MS-DOS não serve mais pra nada.

Parece piada, mas tem pessoas que ficaram “reféns” da desatualização da empresa onde trabalharam o último período – e principalmente se o período foi extenso.

Tudo o que sabem ou que fazem já não está mais em uso e o mercado de trabalho não perdoa.

Assuma a responsabilidade sobre a sua carreira.

Se a empresa onde você trabalha ou trabalhou possui sistemas, equipamentos, processos defasados e você nada podia fazer pela empresa – muitas não aceitam mudanças – mude você!

Busque se atualizar e se qualificar de outras formas.

Volte para a cadeira da escola ou dê um passo atrás na sua carreira para poder se reciclar. Ou os dois.

 

 

Planeje e acompanhe a sua carreira sempre.

Não basta fazer um planejamento e seguir à risca.

É preciso ser flexível, antenado e resiliente.

 

Enquanto você se empenha, o tempo passa. Seus sonhos mudam, suas ambições mudam, as empresas mudam.

A empresa que um jovem sonha em trabalhar pode não existir mais quando ele se formar, mas novas empresas surgirão.

Empregos e funções acabam. Outras aparecem.

 

O principal é você estar atualizado e no controle de sua carreira.

 

 

 

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Dicas essenciais para o seu currículo

Você tem dúvidas sobre como preencher o seu currículo, se tem informações a mais ou a menos, sobre como disponibilizar as informações e deixar o seu currículo atrativo?

Começando um currículo:

Primeiro, escreva todas as informações de forma estruturada, mas sem se preocupar em formato. O que vale é você não esquecer nada. Na sequência, pegue o modelo de currículo e vá dispondo as informações. Assim tem menos chance de você esquecer de algo relevante. Utilize fontes simples (exemplo: arial, cambria ou verdana no tamanho 11) e insira palavras-chaves. Além de facilitar a visualização, algumas empresas possuem softwares para análise inicial de currículos. Neste caso, serão as palavras-chaves que garantirão que você siga para a próxima fase.

 

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Os principais itens de um bom currículo:

 

 

 

 

Dados Pessoais: Nome e Sobrenome, Primeira parte do currículo, deve ser breve. Mencionar a cidade de residência (bairro somente em grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro), dados para contato – seu número de celular, um e-mail e o endereço para o seu LinkedIn.

 

Objetivo: Vou repetir o título deste item: objetivo! Não é para contar história ou pretensões. Em uma ou duas palavras fale o que você quer fazer, qual a sua área de atuação ou cargo pretendido. Você pode atuar em mais de uma área e função? Adeque seu currículo à cada envio, mas nunca generalize.

 

Formação: Em ordem, assim como nas experiências, do mais recente ao mais antigo. Destaque: qual formação possui, onde fez e em que ano terminou. Basta isso. Se você possui ensino técnico, mencione apenas se for relevante para a sua área de atuação. Um bom exemplo são os engenheiros, que possuem uma bagagem extra quando oriundos de formações e experiências técnicas.

 

Idioma: Apenas insira um 2º ou 3º idioma se o seu nível for de intermediário para avançado. Vai no início do currículo se for relevante para a vaga, do contrário pode ser listado no final do documento, junto com cursos.

 

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Principais Realizações / Resultados: Campo para você destacar o que realmente fez a mais, o que fez de diferente nas empresas e cargos por onde passou.

 

 

 

Preferencialmente utilize resultados quantitativos e mensuráveis e somente nos quais você tenha participado diretamente nas conquistas.

Utilize marcadores e tenha de 4 a 8 itens. Se houver muitos, agrupe-os por similaridade ou por empresa. Se houver poucos, não inclua este campo, cite as realizações na própria descrição da experiência.

 

Experiências Profissionais: Cite todas as empresas / cargos, em ordem decrescente, da mais recente para a mais antigo. É necessário ter: nome da empresa, período inicial e final, cargo exercido. Não é necessário citar todas as atividades realizadas, mas quando o cargo é muito amplo, é bom citar ao menos as principais. Evite redundâncias e atividades muito corriqueiras.

 

Quando houver um período grande numa única empresa, mencione no topo: nome da empresa, período inicial e final total e o último cargo. Na sequência, desmembre por períodos, cargos e atividades desempenhadas.

 

Cursos e Outras Informações: Mencione todos os cursos relevantes para seu objetivo profissional. Outras informações relevantes são aquelas ligadas a premiações, trabalhos voluntariados, estudos e publicações e disponibilidade para mudança e/ou viagens.

Não mencione principais características e comportamentos, isso será abordado na entrevista.

 

 

Dois últimos cuidados que você deve ter:

 

Seja objetivo: Se você for capacitado ou tiver interesse em múltiplas funções, será preciso elaborar um currículo específico para cada vaga / função desejada.

O conteúdo deve ser claro e objetivo, porém tem que demonstrar toda a sua experiência, conhecimentos e realizações.  Um bom currículo tem no máximo 2 páginas!

 

Linguagem e Gramática: Erros aqui podem indicar falta de atenção e despreparo. Sempre peça para que outra pessoa revise o currículo antes de enviá-lo.

 

 

Seguindo todos estes passos, seu currículo já estará bem apresentado.

Daqui pra frente o cuidado que você deve ter é sobre como está “recheando” o seu currículo: congruência entre estudos e experiências, atualização, estruturação da carreira. Um bom planejamento e o coaching de carreira podem te ajudar.

 

Este outro artigo pode te interessar, sobre o perfil do LinkedIn:

https://www.intentus.com.br/importancia-do-linkedin-e-5-dicas-bombasticas-para-o-seu-perfil/

 

Dê uma olhada em nossos artigos e materiais do site. Tem muitos materiais gratuitos que podem te ajudar!

 

Sucesso!

 

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Sobre Fraudes, Golpes e Oportunistas no LinkedIn – E dicas para se proteger!

O LinkedIn é uma ferramenta fantástica para o mundo dos negócios, seja para o profissional ou para a empresa que o utiliza.

Através desta rede fortalecemos nossa marca e imagem, fazemos excelentes contatos e parcerias.

Mas como toda rede social que cresce, vários oportunistas entram e percebem aqui um terreno fértil para aplicar golpes e tirar proveito de pessoas que estão ansiosas atrás de uma oportunidade.

Somente nesta semana acompanhei mais de 5 situações e por isso resolvi escrever este artigo, como forma de alerta para os usuários novos ou menos avisados – mas atente-se que até os mais experientes acabam caindo de vez em quando!

Primeiro Caso:

Comigo! No caso, mais especificamente, com a empresa Intentus. Estranhamos quando apareceu mais um funcionário em nosso time – e pasmem – Diretor, direto da Austrália! – Perfil privado, não conseguimos acesso mesmo tendo conta Premium.

 

Por sermos um time pequeno, conseguimos rapidamente identificar o “intruso”.

Agora imaginem empresas com mil, dez mil funcionários… dezenas de fantasmas podem estar infiltrados, usando o nome da organização.E este uso pode ser um descuido – acontece de você digitar o nome de uma empresa, aparecerem opções e você clicar na empresa errada com o nome parecido – mas também pode ser que a pessoa tenha se infiltrado para usar o nome da empresa e aplicar golpes por aí. Esteja atento.

No caso de contatos, propostas ou promessas duvidosas – com pagamentos ou vantagens diferentes do que o mercado oferece – certifique-se! Entre em contato direto com a empresa, cheque se aquela pessoa realmente faz parte do quadro de funcionários e se as práticas da empresas são as ofertadas. E depois disso, a definição e o risco são seus!

Segundo Caso:

Diretamente ligado ao primeiro, uso falso de empresa / cargo. Um conhecido me mandou um e-mail com uma mega proposta que recebeu de uma empresa do Reino Unido, a potência Shell. Ótima proposta e oportunidade de carreira internacional.

 

Tudo excelente se não fosse fraude.

Pouco tempo depois, recebeu um e-mail do próprio LinkedIn – que sim, busca eliminar estes casos.

 

Pesquisa rápida pelo e-mail, nome da pessoa e no site da companhia e claramente constatado: fraude. No próprio site da empresa existe um alerta sobre fraudes envolvendo o nome da empresa para falsas promessas de contratação de expatriados.

http://www.shell.com/fraud-and-scam-alert.html

E você pode estar afirmando: eu não cairia nessa! A princípio saiba: cairia sim!

Nossa expectativa e emoção nos cega, mesmo que momentaneamente.

Nos empolgamos com a possibilidade de uma mudança de vida, com a promessa de algo muito bom e somente depois desta excitação que vamos checar de fato o que foi – e de que forma – nos foi oferecido.

 

Terceiro Caso:

Aqui não é uma fraude, em geral é uma proposta verídica. Faço apenas um alerta quanto ao tipo de promessa quando citam ganhos fáceis e rápidos. Vejo muitos post de vagas para trabalhar em multinacional, meio período, em home office e com ganhos acima de 4 mil reais (quando não falam em dólares).

Na maior parte das vezes trata-se de formação de grupos e de vendas em Marketing Multi Nível (MMN) – não tenho nada contra o modelo de negócio, pelo contrário, conheço pessoas que vem fazendo um trabalho fantástico e ganhando um bom dinheiro, de forma íntegra e honesta.

 

O único alerta aqui é: antes de responder SIM, analise se o que você realmente quer é mudar de carreira e se dedicar integralmente ao negócio.

 

Porque você não vai atuar na sua área, vai ter que se desafiar a desenvolver novas habilidades e trabalhar muito se quiser resultados.

 

Outra situação que incluo aqui é quanto a pedidos de e-mail e de telefone em troca de listas, arquivos, etc. A grande parte destes pedidos servem apenas para gerar listas de tráfego para marketing digital. Ou seja, em breve você estará em diversas listas, recebendo vários e-mails sem nunca ter solicitado nada. Existem formas corretas para empresas e profissionais fazerem a criação de leads, como ter uma página na web para você se cadastrar e então receber o seu brinde virtual, sem exposição.

Quarto Caso:

Divulgação de cases de sucesso aliados a uma proposta comercial. Existe muita gente boa, profissional e fazendo um bom trabalho, ajudando realmente as pessoas e cobrando por isso – o que é justo! Mas nesta leva entram oportunistas, fazendo promessas de emprego, revisão de currículo, oportunidades em processo seletivo por preços e condições medonhas.

Analise o trabalho do profissional, peça referências e garantias. Se você paga por algo e o risco é único e exclusivamente seu, você acha justo?

Fique Atento!

Não existe mágica e nem milagre. Se alguém te oferecer algo muito acima da média, desconfie!

Pesquise, vá atrás de mais informações e somente feche negócio com o que realmente agregue para você.

 

 

E se você quer saber como ter um perfil top e fazer negócios no Linkedin, leia ESTE ARTIGO

 

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Você já estava demitido, só demorou a saber.

Esta afirmação – Que você já estava demitido, só demorou a saber – pode ser muito forte, mas é um reflexo exato do que acontece nas empresas. E muitos se perguntam por que fui demitido?

 

Com exceção dos cortes gerais, aqueles em que a área ou empresa fecha e todos são demitidos, nas demais a demissão dificilmente ocorreu no dia em que você foi comunicado. Um líder avalia seus funcionários todo dia, em cada pequeno pedido, resultado, comportamento.

E se entre você e seu colega de trabalho o seu líder preferiu ficar com ele, possivelmente é porque você já tinha pontos negativos em sua avaliação – e é bem provável que nem soubesse.

Vários fatores podem ser considerados para que seu desempenho e avaliação estejam negativos – e seu emprego em jogo – e você nem está se dando conta.

 

Podemos iniciar pelos principais pontos de avaliação de um líder quando o assunto é escolher entre um integrante ou outro da equipe. E é bem provável que estes itens não estejam presentes lá na sua avaliação anual feita pela empresa.

 

Acompanhe abaixo os principais fatores para um líder, empresário ou departamentos de RH decidirem demitir funcionários.

 

  • Custo

Você faz o mesmo trabalho do que outra pessoa que ganha menos? Este ponto é polêmico, porque o salário pode ser mérito pelo tempo e realizações que você já fez na própria empresa, ou pelo seu currículo muito bem recheado.

Mas pense num exemplo prático: se você vai mandar lavar o seu carro, a lavagem é exatamente igual em dois lugares, um cobra R$ 30 e outro cobra R$ 50. As chances são grandes de você mandar no mais barato. A empresa também pensa assim. Deixe o sentimentalismo de lado, e vamos ao próximo item.

Queda de produtividade são aceitáveis até certo momento, principalmente se influenciados por fatores externos a cadeia de valor do segmento da empresa que trabalha.

 

  • Diferencial

O que você faz de realmente diferente, extraordinário, que justifique a empresa manter você? Se você não sabe, seu chefe provavelmente também não.

E voltamos ao exemplo do carro. Você prefere comprar um carro com ou sem ar condicionado, pelo mesmo valor e demais itens todos iguais? Todo mundo quer valor agregado, o famoso mais por menos. Então, se especialize em algo.

Você já deve ter ouvido mil vezes a história de ganhar por saber qual botão apertar.

 

  • Comportamento

Aqui é a história do bom e barato, mas que não dura muito tempo. Estamos falando do profissional que tem um excelente custo x benefício e alta ou boa performance: habilidades, conhecimentos, aplicação.

Mas na hora de interagir, trabalhar em equipe, ter equilíbrio emocional, etc., é uma verdadeira bomba relógio, o líder sempre tem receio de como ele vai reagir a algo novo ou quando for contrariado.

Muitas vezes seus posicionamentos são corretos e com foco na melhoria dos resultados, mas a forma de se expressar é desastrosa. O discurso padrão deste perfil é: “Eu faço meu trabalho melhor do que os demais, sou injustiçado apenas porque não concordo com eles”.

 

Em artigo escrito pelo Ricardo Karpat, diretor da Gábor RH, revela pela experiência dele que o comportamento no trabalho é um dos motivos que mais provocam demissões nas empresas, seja média, grande ou pequena e mais recorrente ainda mas pequenas organizações. O profissional é contratado pelo bom ou perfil adequado, mas dispensado pelo comportamento não adequado dentro da empresa.

 

  • Multidisciplinaridade

O maior reflexo em tempos de crise econômica. As empresas colocam um funcionário fazendo o trabalho de dois para reduzir custos e manter o funcionamento.

Você sabe fazer o trabalho de outro da equipe e aceitaria esta sobrecarga numa boa? Busque conhecer mais e mais as atividades da empresa, da área. Se envolva, interaja, mostre disponibilidade.

 

Se houve um corte na sua empresa e você foi desligado sem muita explicação, se auto avalie em cada um deste itens.

O que já aconteceu você não reverte mais, mas pode ter uma excelente reflexão sobre seus pontos fracos, erros e acertos e chances de melhoria.

Por mais que o líder devesse dar o feedback real, em nossa cultura isso não é muito comum, mas você pode refletir sozinho.

 

Se você está trabalhando e quer crescer onde está, avalie os mesmos pontos, tente aumentar sua performance e se adequar às exigências da empresa.

 

Sempre é possível ter resultados melhores, basta planejar: definir onde se quer chegar e o caminho a ser percorrido.

 

Você pode ser pego de surpresa, ficar a mercê da sorte, ou pode assumir o seu destino e traçar passo a passo o seu caminho de sucesso!

 

Essas são algumas das questões que respondem as aflições sobre “por que fui demitido”

 

 Como não ser demitido do trabalho?

 

Pergunta difícil de ser respondida. Nenhum trabalhador tem garantia permanente de que jamais será será demitido, mas algumas atitudes podem ser adotadas para que fortaleça relações duradouras nas organizações.

 

Relacionamento

O ser humano, na maioria das vezes, não consegue se relacionar bem com todas as pessoas ao seu redor.

Questões de afinidades e opiniões são divergentes. Mas isso não justifica criar atritos no ambiente de trabalho. Deve-se trabalhar para manter boas relações com todos, criar ambiente harmonioso nas relações de trabalho.

 

Produtividade e profissionalização

Para empresas que investem na capacitação profissional o processo é mais fácil. E sempre que há essa oportunidade, agarre-a.

Mas nas empresas que não possuem essa cultura o funcionário o recomendável é buscar conhecimento e se aprimorar. Melhor do que isso, aplicar os novos conhecimentos dentro da empresa. Isso faz toda a diferença.

 

Comprometimento

Cumprimentos de horários, esforços para metas, propor soluções e ideias, definitivamente qualquer ações que motive a equipe e que literalmente “abrace” as causas da empresa, além de ser motivadora para a sua satisfação profissional.

Leia também como evitar erros no trabalho

 

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Se o João soubesse sobre planejamento de carreira…

Esta semana atendi o João, que poderia ser José, o Mário, ou qualquer outro nome que você identifique ai. João começou sua carreira nos anos 90. A vida e a situação econômica do pais não eram fáceis. João já estava casado trabalhava de dia, fazia faculdade a noite. Formação em administração. Orgulho para os seus pais de verem o primeiro e único filho com diploma universitário, orgulho dele em pegar o canudo já com o primeiro filho presente na formatura. E João seguiu a vida, trabalhando na mesma empresa.

Ganhou experiência, teve oportunidades. Trocou de empresa uma ou duas vezes, mas estabeleceu uma carreira sólida, baseada em muito trabalho e dedicação, mas sem especialização. E veio 2015. Veio a crise econômica. Veio a demissão, a procura por emprego, a busca incansável, os nãos, a formatura do filho, agora engenheiro. E os dois buscaram emprego sem encontrar, as reservas indo ralo abaixo. Veio 2016, quando conheci João. Ele não entendia o porquê das oportunidades não aparecerem. E foi quando olhei o currículo dele e perguntei se não estavam faltando cursos, especializações. Ele disse que não, que aprendeu muito na prática, sempre foi “mão na massa”. Sua última formação foi a primeira: a graduação em administração, em 1995, exatos 20 anos atrás. O último salário também tinha um 20, à esquerda dos 3 zeros.

E o mercado desaquecido não perdoa! Todas as vagas que equivalem à sua expectativa salarial e a sua experiência não condizem com a falta de um segundo idioma, a falta de uma especialização ou algumas certificações. Enquanto a carreira seguia na mesma empresa e a sua eficiência se provavam, ok. Mas na disputa acirrada de muitos profissionais por poucas vagas, somente eficiência não funciona.

E muitos profissionais estão na mesma situação do João. Se tiverem uma chance, se provarão. Mas as chances estão pedindo cada vez mais qualificação.

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E aqui quero falar com você sobre Planejamento de Carreira e a importância da educação continuada.

Muitos profissionais caíram no mesmo erro do João. Se formaram, as vezes até fizeram uma especialização, mas se limitaram a deixar seu planejamento de carreira nas mãos da empresa ou atenderam exclusivamente as demandas de um nicho de mercado.

Mas empresas demitem, funções são extintas, o cenário muda. 

E quem continua no mercado de trabalho apesar das dificuldades? Os profissionais que continuaram a se qualificar, que estiveram o tempo todo antenados com as atualizações, cursaram um 3o idioma, aproveitaram uma viagem de férias para aprimorar o 2o idioma, deram aulas, escreveram artigos, fizeram cursos novos em áreas diferentes, mantiveram um networking diversificado e ativo. Os profissionais que sabiam onde queriam chegar e ao conseguir, não pararam. Continuaram a trilha do conhecimento, trazendo mais bagagem para suas malas!

Termino desejando sorte aos Joãos. Que o mercado valorize a experiência e lhes dêem oportunidade de provar sua competência.

E a você, desejo aprendizado. Que você aprenda com o João, e não como o João. Que continue se desenvolvendo e que conte sempre com as suas escolhas e não somente com a sorte!

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Um táxi e uma aula sobre Planejamento de Vida e Carreira

Estava em São Paulo fazendo um curso e optei por ir de táxi ao local do evento. Sairia mais barato do que o estacionamento com manobrista, eu voltaria andando no final do dia e conseguiria manter minha rotina de atividades físicas e ainda me livraria do stress que é circular por Sampa em horários e vias costumeiramente engarrafados – ou seja, só benefício. Seria um percurso rápido, 5 km, em torno de dez minutos.

Chamei um táxi por um destes aplicativos modernos, esperei dois minutinhos e nisso chegou o Leandro, impecavelmente vestido, carro arrumadíssimo. Me lembrei na hora das últimas notícias, brigas entre os taxistas e seus concorrentes da Uber. De cara deu pra notar que Leandro não era de briga e sim de trabalho. Entrei e rumamos ao endereço que passei. Acredito que podemos aprender com as pessoas, sermos simpáticas e tornar o dia de quem cruza conosco mais agradável. Converso com as pessoas que cruzam meu caminho, dou atenção, dou meu tempo.

Mas nesse dia, foi ele quem me doou sua sabedoria. No caminho, Leandro me contou que é novo na profissão, trabalhava como operador em uma corretora de valores. Veio a crise, a demissão. Aqui podíamos contar uma história comum e triste, sobre subemprego, queda de renda familiar, abalo da autoestima. Mas essa não foi a história de Leandro (*).

 

A história é sobre superação, planejamento, metas e seguir em frente!

 

Uns meses antes da crise na corretora de valores, Leandro percebeu que os negócios estavam caindo, dia após dias. Menos clientes, algumas demissões, conversas e notícias sobre o mercado financeiro. Em conversa com amigos que eram taxistas, Leandro se informou e pesquisou sobre o mercado. Resolveu fazer o curso, se qualificar em uma nova profissão. Trocou de carro, já pegando um carro zero quilômetros, branco. Um mês depois, foi demitido. Os colegas demitidos juntos ficaram desnorteados. Leandro começou a correr atrás de uma licença que permitisse que ele pudesse trabalhar. Vieram as dificuldades, as negativas, as burocracias, os pedidos de suborno. Ele não cedeu. Me contou que bateu na porta de muita gente, muitos desconhecidos. Em 2 meses, conseguiu uma licença alugada, para circular meio período e iniciou na profissão nova.

Perguntei se ele estava gostando, se estava estranhando algo e como estava o faturamento, se conseguia pagar as contas de casa. Ele me disse que estava indo bem. Semanas melhores, outras piores. Mas que como o táxi é meio período (ele trabalhava das 05 as 13 horas), a tarde ele consegue ficar mais com a família e aproveitou para montar um segundo negócio junto com um primo, já está com uma lanchonete perto da casa dele, onde trabalha a noite. Juntando as duas rendas, está tudo tranquilo! Casa sendo paga, filhos na escola particular, não falta comida! E disse mais: que hoje conversa com muita gente bacana, a noite fica cheirando fritura, mas que está bem mais feliz do que estava quando trabalhava de terno e gravata. Ele tem plena consciência de que é uma fase, que o mercado financeiro vai se reestabelecer, que continua se atualizando, vendo notícias, lendo assuntos…e que um dia voltará a atuar na Bolsa. Mas que por enquanto, ele está muito bem.

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E o que eu aprendi (e nós deveríamos aprender) com as lições do Leandro?

– Estar atualizado: buscar sempre se antecipar aos fatos, para não ser pego desprevenido. Também se manter atualizado quando está fora do mercado de trabalho, mesmo que por um período curto. Nunca perder os contatos com as pessoas e referências da sua área de atuação. Leia, mande e-mails, participe de palestras e eventos, inclusive existem vários gratuitos.

– Ter plano B, C, D. Se o A falhar, você já tem algo na manga. Não esperar o plano A dar errado para então pensar, no meio do furacão, o que vai fazer. E mesmo tendo o plano B, porque não pensar em plano C, D… pense em atividades extras, rendas complementares, atividades que tragam pequenas remunerações, mas que somadas podem contribuir muito! Aplique-se em cada um para que tenha o melhor retorno possível.

– Se reinventar: se algo dá errado podemos reclamar, ou tirar o melhor proveito da situação, nem que seja um aprendizado, ou o tempo, que ele agora tem com a família. Nunca é tarde para aprender ou começar algo novo, mesmo que isso implique em você investir um patrimônio que guardou ou iniciar um novo curso, uma nova formação.

– Não desistir: muita coisa vai acontecer diferente dos nossos planos iniciais. Se você se formou em algo e tinha planos para trabalhar com isso o resto da vida e de repente viu aquela área ou atividade praticamente acabando, pode entrar em crise ou pode pensar quais os talentos, conhecimentos e habilidades você possui e aplicá-los em outros lugares.

Aprendi muito mais. Mas para mim, o principal foi ter passado 10 ótimos minutos do meu dia com toda a sabedoria, coragem e perseverança do Leandro. Desci, fui para o curso e ele seguiu sorridente, pronto para atender ao próximo cliente, se achando mais simples do que qualquer pessoa sentada ali no banco de trás. Leandro, você é grandioso, sou sua fã!

(*) Leandro é nome fictício, fiquei tão empolgada que não peguei os contatos dele!

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