Alta performance: como fazer seu time ter mais resultados?

Alta performance é um tema comum na pauta dos líderes, porém, não apenas de mais trabalho se vive um time.

 

É preciso saber aliar a performance individual com os resultados que a empresa precisa obter. Com isso, manter a saúde e o bem estar de cada integrante, para conquistar resultados contínuos e duradouros.

 

Quando o assunto é alta performance, o que muita gente tem dúvidas :

  • O que realmente é alta performance
  • Quais são os mitos e obstáculos à alta performance
  • Como formar um time de alto rendimento
  • Quais as formas de ajudar as pessoas a melhorarem sua perfomance
  • Onde colocar mais foco em resultados e eliminar obstáculos
  • Delegar efetivamente e desenvolver o time de forma contínua
  • Qual é o papel do líder 

 

Os estudos sobre psicologia positiva, aliados às boas práticas de gestão de pessoas mostram caminhos eficazes para os líderes:

 

Ferramentas e metodologias para elevar a performance mantendo o funcionamento otimizado individual , aumentando o engajamento e a motivação e fazendo com que o trabalho não seja fonte de stress ou tédio. 

 

Neste vídeo esta a aula completa sobre Alta Performance Humanizada:

 

 

Os passos fundamentais para alcançar a alta performance do time:

  • cada indivíduo usa a sua potencialidade, desenvolvimento e contribuição para conquistar o objetivo do grupo;
  • respeito aos processos da empresa – sem limitar a ação;
  • decisões e riscos compartilhados;
  • comunicação eficiente e feedback transparente;
  • gestão de conflitos eficiente;
  • comprometimento com tarefas e propósito;
  • desenvolvimento contínuo com foco no aprendizado;
  • confiança no líder e na empresa;
  • sistema de recompensa e reconhecimento justo;
  • clareza sobre objetivos e metas;
  • líder inspirador, que desafia e apoia o crescimento.

 

 

Se você quer desenvolver suas competências, ter destaque profissional e se preparar para o mercado em constante mudança, conheça nosso programa Liderança Essencial.

 

 

São tantas mudanças ocorrendo no mundo, que faz com que muitos líderes se questionem!

  • Qual estilo de liderança é o mais adequado?
  • É possível cuidar, motivar, engajar e desenvolver o time sem perder o foco nos resultados?
  • Como ser um líder inspirador e presente com tão pouco tempo, com tantas demandas e interfaces?
  • E não posso esquecer de mim, do meu desenvolvimento e metas profissionais e pessoais. Tem como?

 

Liderança Essencial não é apenas um curso.  É um programa de imersão online para o desenvolvimento de líderes para o novo mundo do trabalho.

 

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Como recuperar a motivação da sua equipe

Como motivar a equipe da empresa? Como voltar a ter resultados?

 

Você sabe como motivar a equipe depois da crise? Se a equipe de trabalho (ou a empresa inteira!) está desmotivada, é possível resolver, retomando a motivação e o pique para os resultados?

 

Em tempos de crise interna na equipe, muitos se perguntam como voltar a ter resultados na empresa?

 

Se a sua equipe está desmotivada, descrente, há conflitos internos, uma verdadeira crise, não é hora de desistir. É perfeitamente possível contornar a situação e até mesmo fazer a equipe se tornar mais forte.

 

Sim, aqui você vai ter detalhes sobre como motivar a equipe de trabalho mesmo em situações adversas.

 

Quando um não quer, dois não brigam. Mas quando dois ou mais não querem, nem com briga resolve.

 

É comum vermos equipes ou até mesmo empresas com clima e resultados péssimos por um motivo: a equipe desistiu.

 

Quando a equipe desiste o primeiro sinal perceptível é a apatia. As pessoas perdem o interesse, a motivação, o entusiasmo. Não acreditam nos resultados, começam a ter atitudes reativas e pessimistas.

 

Um dos métodos para tentar evitar crise na equipe é fazer uma avaliação do clima organizacional dentro da sua empresa.

 

A avaliação adota e metodologias bem particulares para avaliar o grau de satisfação ou insatisfação da equipe,  e mais do que isso, aponta as principais queixas e motivos que desanimam a equipe.

 

Com tal diagnóstico é possível o gestor ou o RH da empresa solucionar o problema, seja adotando políticas práticas ou diálogo.

 

Mas quando a situação já saiu de controle, como motivar a equipe de trabalho novamente?

 

O 7×1 contra Alemanha na Copa do Mundo é um ótimo exemplo de quando a equipe joga a toalha.

 

Você se lembra do Brasil na Copa de 2014, aquele tenebroso 7×1? Lembre do time, durante o jogo, depois do primeiro, do segundo, do terceiro gol.

 

Motivação de equipe

Enxergávamos em alguns a vontade de ainda lutar, mas a maioria já havia jogado a toalha, desistido. Continuavam em campo, mas apenas faziam número.

Em muitas empresas esta situação é comum. Fofocas pelos corredores, trabalhos atrasados, aumento do absenteísmo e das horas extras, pedidos de demissão.

 

Vários são os sinais indicativos de que sua equipe desistiu do jogo.

Conheça os principais motivos críticos e de desmotivação na empresa

  • Situação financeira crítica;
  • Falta de comunicação e clareza entre a alta gestão e a operação;
  • Lideranças fracas, sem aceitação da equipe ou impostas;
  • Disputas internas entre gestores ou áreas, que impactam
  • Sentimento de injustiça causado principalmente por políticas desiguais ou falta de ação da empresa nas situações de assédio, discriminação e diferenciação entre funcionários em momentos de avaliação ou aumento salarial.
  • Benefícios melhores na concorrência, conhecidos entre os funcionários.

As consequências de uma equipe desmotivada

  • Queda nos resultados e na qualidade;
  • Falta de comprometimento – ausências injustificadas começam a acontecer e muitos se negam a trabalhar em horários extraordinários ou em atividades diferentes das habituais;
  • Conflitos internos e falhas na comunicação e atendimento ao cliente;
  • Queda no engajamento – as pessoas deixam de vestir a camisa, colaborar ou se enturmar. Em alguns casos, chega a haver baixa adesão em festas da empresa.
    Clima organizacional ruim;
  • Aumento de custos causado pelo descaso com matérias, equipamentos e estruturas.

 

Não dá pra usar um curativo pra curar uma fratura exposta. A primeira ação da empresa deve ser identificar e sanar ou minimizar a situação que causou o descontentamento geral.

 

É difícil até mesmo para o melhor líder mudar a situação. Trata-se de um processo intenso, sendo necessário trabalhar as questões emocionais e comportamentais de todos os envolvidos, com muita transparência e objetividade.

 

E o que faz as pessoas voltarem ao ritmo de jogo?

 

Saiba como motivar a equipe de trabalho, novamente

Podemos recuperar a equipe através de Motivação e Incentivo. Você sabe qual a diferença entre elas?

Resumindo de forma bem simples: Motivação é interna, pessoal, enquanto incentivo está ligado a elementos externos.

O que é Incentivo

É tudo aquilo que a empresa pode fazer e oferecer para que as pessoas se sintam reconhecidas e valorizadas. Exemplos:

  • Aumento salarial, bônus e prêmios;
  • Melhoria de ambientes, mobiliários e equipamentos;
  • Plano de cargos e salários;
  • Benefícios;
  • Oportunidades de crescimento profissional;
  • Cursos e programas de desenvolvimento;
  • E muito mais.

O que é Motivação

Motivação depende da interpretação de cada indivíduo não apenas quanto às mudanças realizadas mas também quanto às suas próprias expectativas de vida e carreira e interpretação dos fatos.

Por isso, não adianta implantar um único incentivo e esperar que toda a equipe reaja da mesma forma.

O que é positivo para um, pode ser negativo para outro, como por exemplo: oferecer como incentivo um curso no final de semana será ótimo para o funcionário que busca este desenvolvimento, e ao mesmo tempo, péssimo para outro que está com algum problema pessoal ou com filhos pequenos, que necessitam da sua presença no final de semana.

 

Em geral, as pessoas buscam um trabalho que também supra suas necessidades pessoais. Não existe mais aquela história de “separar profissional e pessoal”.

 

A carreira é uma parte de quem somos.

E a garantia de profissionais motivados e engajados acontece quando existe no trabalho a possibilidade de crescimento profissional, no ritmo adequado, que propicie a realização dos sonhos e anseios pessoais, mantendo a qualidade de vida.

 

As pessoas precisam se sentir desafiadas a crescer, recompensadas pelo esforço e reconhecidas por seu avanço e participação.

 

Existem mil formas de realizar isso, mas, em todas, só se faz bem feito olhando para cada um como indivíduo, de forma empática e humanizada.

 

E esse é o papel do líder. Aliás, você sabe a diferença entre ser chefe, líder e gestor? Recomendo a leitura deste artigo para ter melhor sucesso na liderança da equipe da sua instituição.

 

Para as empresas, nada de fórmulas mágicas: Resolver os problemas internos, ter clareza em suas relações e objetivos claros minimiza muitos problemas.

 

E assim esperamos ajudar a resolver o problema de muitos gestores no Brasil: voltar a ter resultados na empresa com o fortalecimento da equipe.

 

Clique aqui e conheça nosso programa para desenvolvimento de competências: Liderança Essencial

 

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Chefe ou líder: Qual é a diferença?

Ilustração sobre ser líder ou chefe de sucesso

Chefe ou líder? Você sabe qual é a diferença? E até mais: você sabe como sua equipe te vê? Ser chefe, líder ou gestor não é uma questão de cargo e sim das suas habilidades e atitudes.

 

 

Este artigo tem como proposta esclarecer os seguintes pontos:

  1. As diferenças entre ser gestor, líder ou chefe;
  2. O que acontece nas relações de trabalhos e fora dele quando você se torna um líder na equipe;
  3. Dicas simples de como ser bom líder na empresa que trabalha ou administra.

 

Se você deseja saber mais detalhes a respeito, aproveite a leitura porque este artigo é esclarecedor!

Liderança é uma benção, não importa se você é líder ou gestor.

Você assume a equipe, começa feliz, empolgado.. e quando vê, está sozinho.

Os outros líderes, mais velhos de casa, tem comportamentos que você reprova – e por divergir nas opiniões vez ou outra, é claro que não é aceito no grupo.

Seus antigos colegas de equipe, hoje seus liderados, em outros tempos te convidavam pro almoço, pro churrasco, pro futebol no final de semana.

Agora não dá mais, afinal, você é “o chefe”, aquele que toma decisões duras, cobra metas e resultados e pode até já ter demitido alguém do grupo.

Pode parecer estória, mas se você conversar com pessoas que tem cargo de liderança verá que muitas delas compartilham do mesmo sentimento: solidão, nada de benção.

Se ser líder traz tantos desafios e percalços, por que muita gente ainda quer trilhar este caminho?

 

Dinheiro, status, aptidão, necessidade.

Ser líder tem suas “partes fenomenais de boas”.

Meu exemplo de liderança

Posso começar falando do meu caso: assumir as rédeas, tomar a frente da situação, motivar os colegas para agir, defender os “fracos e oprimidos”, comandar… que eu me lembre, desde a primeira série eu já fazia isso.

Posso ser considerada uma líder inata, destas que nascem com vocação para puxar o time.

 

Diferente do meu caso, tem aqueles que desempenham bem sua função, crescem dentro de uma equipe em carreira solo – e seja pelo seu tempo e conhecimento de empresa, por terem resultados diferenciados ou pelos conhecimentos que possuem no projeto ou negócio, acabam “virando líder”.

 

> Vamos deixar bem claro. Esta introdução toda é somente para você entender que por mais que os caminhos sejam diferentes, o meio é sempre igual:

 

Os líderes normalmente não possuem todo apoio e referência que precisam, se sentem solitários e precisam se desenvolver em competências que muitas vezes sequer presenciaram!

Antes de continuar e falar sobre desenvolvimento de competências de liderança, precisamos contextualizar os títulos:

 

Líder, gestor… ou P*&@ nenhuma?

Líder, chefe e gestor não são as mesmas coisas

Sim, tem muito gestor disfarçado de líder.

Tem muito líder sem cargo, comandando, engajando e inspirando lindamente equipes.

Tem muita gente que não é nem um nem outro. Tem um cargo, um título. Na prática, não coordena, não inspira, não engaja. Mas serve de exemplo: Nem que seja do que não fazer.

 

***

Definições entre líder, chefe e gestor

  • Chefe – nomenclatura pejorativa, associada à quem manda de forma autoritária.
  • Gestor – responsável por processos, planejamento e sistemas. Gerencia o negócio, desde a parte financeira até políticas internas e externas para garantir o crescimento saudável da organização.
  • Líder – responsável pela condução, engajando, motivando, comunicando, desenvolvendo as pessoas rumo aos objetivos e resultados. Praticamente gerencia as relações entre as pessoas dentro das organizações, faz tomadas de decisões para que a equipe tenha bom rendimento e resultados esperados.

Nas empresas por aí existem chefes-gestores, gestores-líderes, líderes sem a gestão… e tem quem finja ser o que não é.

***

Eu tive a sorte de poder contar com alguns bons líderes. Que me inspiraram, me deram oportunidade, me incentivaram, me desafiaram a crescer – e que me puxaram muito a orelha! Mereci cada bronca, cada avaliação ou f**dback! E tudo isso me fez crescer.

***

Porém, quando me deparei com péssimos líderes, a lição veio à galope: a cada segundo eu conseguia entender o que eu não queria fazer e ser. Me policiava sempre para agir com minha equipe de forma diferente da qual eu era tratada.

 

***

Seja através de exemplos bons ou ruins, em avaliações ou feedbacks, ou pela própria auto-percepção, uma coisa é fato:

A maior necessidade de um líder é desenvolver a sua parte comportamental, melhorar seu autoconhecimento e sua visão sobre pessoas (de verdade), para então conseguir evoluir no papel (não apenas no cargo) de liderança.

Desde 2007 eu aplico programas de desenvolvimento de liderança. O ponto inicial a ser trabalhado é quanto ao papel do líder.

 

Saiba aqui como podemos ajudar sua empresa a ter melhores resultados e desenvolver pessoas.

 

Muitas pessoas viram líderes, mas tem dúvida sobre qual o real papel de um líder, acabam confundindo gestão com liderança, investem tempo demais nas tarefas e esquecem das pessoas – ou se perdem frente a tantas responsabilidades.

 

No meu entendimento, existem 3 pilares fundamentais para exercer uma boa liderança, para que alguém seja considerado um bom líder.

 

Falo sobre os 3 pilares aqui neste vídeo:

 

 

E quais são, ao meu ver, as Atitudes Essenciais para ser um Líder:

  1. SER EXEMPLO – não pode falar uma coisa e fazer outra. Não precisa impor nada, suas atitudes conduzem as pessoas a seguir seu exemplo e agirem da forma certa.
  2. TER SENSO DE DONO – sente-se responsável pela equipe, pelo projeto, pelas entregas. Assume o que precisa ser feito. O problema é sempre meu.
  3. DELEGA, CONFIA, DÁ AUTONOMIA E DESENVOLVE – um líder acredita no potencial da sua equipe, conhece cada um que está com ele.
  4. COMUNICAÇÃO E FEEDBACK ASSERTIVOS – um bom líder é bom ao se comunicar e em dar e receber feedbacks – inclusive pedindo a opinião ou sugestão dos outros quanto as suas ações e comportamentos.
  5.  É CONFIÁVEL E POSITIVO – todos confiam nele, sabem que podem contar inclusive nas horas ruins, porque ele sempre encara as situações como aprendizado, não como falha.
  6. NUNCA COLOCA A CULPA NAS PESSOAS da equipe e sim, assume o que precisa ser ajustado. Se alguém deixou de fazer algo, ou fez errado, é porque ele falhou, não a equipe.

 

***

 

Estas atitudes estão totalmente interligadas

Assim como delegar não é apenas repassar uma tarefa e cobrar o resultado final, como muitos acham e fazem.

O primeiro elemento para a delegação acontecer é a confiança. Ao delegar, eu preciso confiar na capacidade de realização e no comprometimento da outra pessoa com a entrega.

 

E como confiar? Acompanhando. Delegando atividades em partes, checando o entendimento e a execução.

Porém, deixando o outro livre para que este contribua, agregue, não apenas faça “do meu jeito”. Que ele faça o melhor.

E por fim, incentivando e motivando para que o profissional evolua, se desenvolva, use suas potencialidades e se sinta realmente “dono do projeto” e peça fundamental dentro do grupo.

Assim, entregas acontecem e as pessoas se desenvolvem e se motivam.

 

**

Liderar é cuidar de gente.

 

E não tem como cuidar de gente, sem entender de gente, em sua individualidade.

A começar, entendendo sobre a gente mesmo.

 

 

Você quer ser líder ou chefe?

Definitivamente, você não pode misturar as coisas. Entenda as diferenças entre ser líder ou chefe.

 

Características de um chefe

Tem tendência a comandar pessoas. Também é conhecido por ser o único responsável pelas decisões e pensar apenas nos resultados e lucros.

O chefe é temido, não respeitado. Seus funcionários, geralmente, não se sentem abertos a relatar problemas e, muito menos, a pedir conselhos, quando têm dúvidas.

 

Características de um líder

É um inspirador, conhecido por ser um motivador de sua equipe, mostrando a direção que deve seguir e participa dos processos de trabalho junto com todos os envolvidos.

Os líderes têm tendência a serem muito respeitados por seus funcionários. Busca resultados sim, mas direciona a melhor maneira para a equipe conseguir. Divide as responsabilidades, metas e objetivos.

 

Pequenas dicas de como ser um bom líder

Sempre ampliar o conhecimento

Estudar é fundamental. Um líder só evolui e tem sempre mais a oferecer quando está munido de conhecimento e estar atualizado das tendências e novidades do setor. Compartilhar esse conhecimento é dar novos rumos para a equipe, obtendo mais resultados.

Faça autoavaliação

Sempre há o que melhorar. Identifique as suas falhas, gerencie melhor o seu tempo, saiba ouvir as críticas da sua própria equipe para se aperfeiçoar. Isso fará com que tenha uma liderança ainda melhor.

 

E aí, você quer ser um bom líder ou quer ser visto como chefe?

 

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Liderança: o que mudou nos últimos tempos e como se preparar

“Manda quem pode e obedece quem tem juízo”. Essa frase antiga traz com ela uma ideia do que era a liderança tempos atrás.. 

 

Afinal, o gestor era aquele que dizia aos trabalhadores o que e como realizar cada um dos processos da empresa, controlando de perto o trabalho e punindo no caso de erros. Ainda tem líder que age assim, mas estão com os dias contados.

 

O mundo passou por diversas transformações e hoje estamos na chamada Era do conhecimento, da informação. Para se manterem competitivas, as empresas precisam de líderes com outro perfil, mais relacionado às competências comportamentais como inteligência emocional e capacidade de influenciar do que com a capacidade de controlar os trabalhadores. 

 

Se isso já acontecia, com a pandemia esse cenário se acentuou:

 

Líderes sedentos de controle foram afastados fisicamente dos seus colaboradores e não param de se questionar: e agora, como mantenho a produtividade? Como controlo tudo sem supervisionar de perto?

 

Um mundo diferente exige lideranças diferentes

Como a liderança mudou nos últimos anos

 

Há muitos anos o mundo passava pela sua primeira revolução industrial. Quando aconteceu, ela trouxe grandes transformações para as empresas, economia e a sociedade da época. Foi a partir dela que as máquinas ocuparam espaço dentro das fábricas e os trabalhadores se tornaram mais produtivos. 

 

 

 

Essa Era industrial, impulsionada pela primeira e, depois, segunda revolução, foi o que possibilitou a ascensão de empresas como a Ford. Ela foi considerada inovadora na época, por causa das suas linhas de produção, esteiras de montagem e o famoso Ford T. Tanto que o modelo de produção da Ford — o famoso Fordismo — se espalhou pelas empresas de todo o mundo.  

 

Nesse contexto, o líder era aquele que melhor controlava os tempos e processos dos trabalhadores. Era necessário observar a produção de perto para garantir que tudo sairia como planejado. O líder era, na verdade, não um gestor, e sim um fiscal do trabalho. E as pessoas eram “parte da máquina”. 

 

A Era industrial não foi totalmente superada, mas devido, principalmente, à Revolução Tecnológica dos últimos anos , à chegada da internet e a introdução dos conceitos sobre humanização do trabalho, a sociedade e as empresas passaram por grandes transformações. 

 

Ouvimos falar sobre a chegada do mundo  VUCA, acrônimo em inglês para volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade, características do mundo pós-guerra fria, quando o termo foi criado pelo Exército dos EUA.

Outros autores, como é o caso de Drucker, dizem que vivemos na Era do Conhecimento, momento no qual o conhecimento se torna um grande diferencial nas organizações. 

 

 

Independente do nome dado, o fato é que o mundo mudou. 

Nesse novo contexto, as organizações precisam se modificar, se reinventar, para continuar existindo e se manter competitivas. É preciso atender às novas demandas do capital financeiro e humano, investindo em tecnologia, inovação e se tornando mais eficientes e eficazes.

 

Com isso, a liderança também precisa se modificar, assim como relação entre líderes e liderados. 

 

O que significa ser líder na atualidade?

Diante desse novo cenário, diversos autores da administração passaram a discutir o conceito de liderança. Afinal, o que é ser líder no mundo atual? 

 

Um deles é Peter Drucker, que foi professor na Universidade de Nova York por mais de 21 anos e consultor em gestão de empresas como a IBM, considerado o pai da administração moderna. 

 

Visionário, Drucker escreveu o livro “O Líder do Futuro”, no qual expõe sua pesquisa sobre o tema. Segundo ele, o líder precisa desenvolver competências específicas para atuar nos ambientes atuais, de sucessivas mudanças e instabilidade. Essas competências são mais subjetivas do que técnicas, relacionadas à empatia, disposição para correr riscos e capacidade de trabalhar sobre pressão.

 

Além disso, o líder precisa entender quais ele possui e quais precisam ser desenvolvidas por um trabalho de autoconhecimento prático: identificar no que pode melhorar e estabelecer ações para mudança. 

 

Completando o pensamento de Drucker, outros autores indicam o perfil de líder guia, que sabe influenciar e é seguido, pois oferece soluções completas, de forma empática porém assertiva. A liderança atual é um processo de confiança, respeito e dedicação, um vínculo entre os líderes e liderados que compartilham um objetivo em comum. 

 

Portanto, enquanto, no passado, os líderes eram aqueles que controlavam, tomavam decisões sozinhos e apenas diziam aos trabalhadores o que deveria ser feito, na atualidade as necessidades são outras e, por isso, o líder deve ter outro perfil. Ao invés de comandar, o líder é quem gera confiança, certeza, coragem, força, ação, convicção, método e otimismo. 

 

Nesse aspecto, voltando a Drucker, o autor afirma que líderes natos podem até existir, mas não são eles que fazem a diferença. Afinal, a liderança pode e deve ser aprendida, sendo baseada na responsabilidade, orientação para resultados e capacidade de se tornar um exemplo para os liderados. 

 

Liderança na atualidade: novas competências em jogo

 

Agora que você já tem um panorama sobre as mudanças no mundo e no papel do líder, é hora de entender quais são as principais habilidades que um líder nesse novo contexto deve possuir. Algumas  delas: 

 

  1. Inteligência emocional

O conceito de inteligência emocional foi criado por Goleman, em 1998. Segundo ele, esse é um dos principais elementos necessários para que uma pessoa atinja o sucesso profissional, sendo essencial para os líderes da atualidade. Essa inteligência se refere à capacidade que uma pessoa possui de controlar os seus próprios sentimentos e identificar os sentimentos das pessoas ao redor, buscando as melhores ações para solucionar os problemas do dia a dia. 

A inteligência emocional é formada por 5 características: autoconsciência, autodomínio, automotivação, empatia e habilidades sociais.

A combinação desses cinco elementos permite que o líder desenvolva habilidades para além da inteligência emocional, como a comunicação, autoconfiança e capacidade de inspirar o grupo de coordena. 

 

  1. Comunicação 

Outra habilidade essencial para o líder da atualidade é a comunicação clara e objetiva. O líder precisa ser capaz de organizar as suas próprias ideias e passá-las para o grupo. Porém, a comunicação é uma competência que ainda vai além da transmissão de informações. 

O bom líder não é aquele que manda, mas aquele que sabe ouvir e isso está muito relacionado à capacidade de comunicação e transparência desse profissional. O líder precisa saber escutar as demandas dos trabalhadores, entender quais são os obstáculos e conflitos do grupo e, a partir disso, buscar as melhores soluções.  

 

  1. Flexibilidade

O mundo VUCA é, como o próprio nome já diz, bastante instável. Uma empresa que está no topo hoje pode, amanhã, sofrer um revés e precisar se adaptar a uma nova realidade. 

 

É por isso que a flexibilidade é outra habilidade essencial para o líder moderno. É preciso saber se adaptar à essas mudanças e, inclusive, entender como prevê-las para se preparar. Além disso, o líder precisa estimular a flexibilidade no grupo de coordena, garantindo que os trabalhadores também saberão se adaptar às mudanças do mundo atual. 

 

Junto com a flexibilidade falamos sobre o conceito de Lifelong Learning: entendimento que nunca estamos 100% prontos, que todo mundo tem algo a aprender, enquanto passa pelo processo de desaprender – se libertar do que não serve mais. E pra isso, haja flexibilidade! 

 

  1. Coerência 

Poucas pessoas falam sobre a habilidade de ser coerente, mas saiba que ela é essencial para o líder da atualidade. Em um mundo cada vez mais incerto, os trabalhadores precisam de uma âncora, um porto seguro, para realizar as atividades com tranquilidade. O líder deve ser essa âncora, e isso é feito por meio da coerência entre suas ações e valores que proclama. 

Isso significa que o líder deve ter clareza dos seus valores, princípios e ser fiel a eles. As suas ações devem refletir essas crenças e ele precisa ser coerente, ou seja,  ter um padrão de ação diante de situações semelhantes. 

 

  1. Orientação para resultados

Por fim, o líder que realmente faz a diferença em uma empresa é aquele que é orientado para resultados. Mas, o que isso significa? 

Ser orientado para resultados significa que você valoriza o resultado efetivamente gerado pelo trabalhador, sendo imparcial em relação às diferenças individuais e preferências dos membros do time. Dessa forma, o líder deve ter controle sobre a missão e metas da organização, monitorando desempenho e resultados, ao invés de monitorar tempo de trabalho da equipe, por exemplo. 

 

Os resultados não podem jamais ser deixados de lado. Mas o COMO buscá-los é cada vez mais importante pois está diretamente ligado a sustentabilidade e imagem do negócio, não apenas a uma entrega pontual e sim como  o time consegue entregar e se desenvolver, de forma ética e consistente, no decorrer do tempo. 

 

 

O mundo mudou e, com ele, o papel do líder também se transformou. Para ser um líder de sucesso no contexto atual é importante que você entenda quais são essas transformações as principais habilidades que você deve desenvolver para se adequar a elas.

 

Quer continuar se desenvolvendo?

 

Aqui você encontra um vídeo + artigo sobre

Modelo de Liderança: qual o mais efetivo para o cenário atual?

 

 

 

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Precisamos diminuir o estresse

Diminuir o estresse é uma necessidade urgente. Trabalho remoto (ou a falta dele), pressão por resultados e desenvolvimento, acúmulo de tarefas, comparação e autocobrança, isolamento social, incerteza sobre o futuro, mudanças bruscas, perdas das mais variadas.

 

Quando olhamos para o que chamamos de fatores estressantes, situações que levam as pessoas a estarem esgotadas, é fato: estamos vivenciando um momento ímpar e que trará um impacto brutal quanto à saúde mental.

Dados da pesquisa publicada pelo LINKEDIN no dia 28 de maio de 2020 buscando entender os efeitos do trabalho remoto durante a quarentena e como isso impacta a saúde mental do profissional brasileiro:

  • 62% dos profissionais que estão trabalhando em casa se sentem mais ansiosos e estressados.
  • 30% sentem mais estresse pela falta de momentos de descontração.

Buscando entender os efeitos do trabalho remoto durante a quarentena, lançamos uma pesquisa inédita que apresenta como isso impacta a saúde mental do profissional brasileiro.

Posted by LinkedIn on Thursday, May 28, 2020

 

Nem precisamos de pesquisa. Sábado, 23h da noite. Foi a hora que eu encontrei para escrever este texto, após um dia de trabalho doméstico, ajudar nas lições de casa das filhas, fazer 2 reuniões e um relatório. E isso porque tenho bastante apoio, filhas e marido participam ativamente das atividades de casa, e mesmo assim, a jornada está puxada.

 

Quando olhamos a situação daqueles que somam ao trabalho e preocupação cuidar de filhos pequenos ou parentes mais idosos, o acúmulo de tarefas é devastador. Somente esta semana duas clientes relataram ter tirado os filhos pequenos da escola: não deram conta do home schooling, acharam melhor perder o ano do que incorporar um sofrimento a mais para todos.

 

Cada qual com suas dificuldades e adaptações, o ponto é:

 

Vivemos um momento perigoso de aumento do estresse.

Estamos sobrecarregados e exaustos.

 

Antes de seguirmos, vamos entender um pouco mais sobre esse tão famoso estresse.

O estresse é uma reação do organismo, com impactos físicos e emocionais, que ocorre quando nos deparamos com demandas de uma determinada situação que ultrapassam a nossa capacidade de adaptação, quando estamos diante de um evento que nos impõe um desafio maior do que estamos acostumados.

 

Entendendo a Lei de Yerkes-Dodson para diminuir o estresse

 

Segundo a lei de Yerkes-Dodson, desenvolvida em 1908 pelos psicólogos Robert M. Yerkes e John Dillingham Dodson e representada na imagem abaixo, o desempenho aumenta com a excitação fisiológica ou mental, mas apenas até certo ponto. Quando os níveis de excitação se tornam muito altos, o desempenho diminui.

 

 

Podemos dizer que o estresse em seu primeiro momento, de forma positiva, nos tira da zona de conforto e faz o organismo produzir adrenalina, o que nos dá energia e eleva a nossa produtividade e performance:

  • ficamos mais vigorosos
  • ficamos mais concentrados, com mais atenção
  • acelera o metabolismo
  • dispara a criatividade

A questão é a quantidade do que chamamos de agentes estressores, aquilo que está provocando a mudança e como nós reagimos a estes estímulos externos.

 

Trazendo a lei de Yerkes-Dodson para o momento atual: No início da pandemia nosso cérebro foi hiper estimulado a buscar soluções para a crise e mudanças necessárias. A maioria de nós deu conta de tudo. Mas estas mudanças estão nos levando para o excesso, para a exaustão.

 

E pelo que tudo indica, as mudanças e adaptações não vão parar por aqui.

 

O relaxamento do isolamento social traz novas preocupações e mudanças:

  • Cuidar da saúde: nossa, da nossa família, dos clientes e funcionários.
  • Cuidar do financeiro;
  • Adaptar a rotina, inclusive com o retorno de profissionais ao trabalho que possuem filhos, em que as escolas não voltaram;
  • Adaptações dos modelos de trabalho e dos negócios ao novo cenário.
  • A instabilidade econômica e política…

 

E quando relaxaremos a curva do estresse?

Esta preocupação não é apenas nossa. Nos Estados Unidos a Associação Psiquiátrica Americana (APA) enviou uma carta em 13 de abril ao Congresso notificando que conforme pesquisa da associação “mais de um terço dos americanos (36%) afirmam que o coronavírus afeta seriamente sua saúde mental”.

 

Na China, de acordo com uma pesquisa divulgada pela revista científica The Lancet, após o período de isolamento durante a epidemia, 30% das pessoas tiveram sintomas de estresse pós-traumático e 31% foram diagnosticadas com depressão.

 

 

Diminuir o estresse ainda não é nossa prioridade.

No Brasil ainda estamos mais preocupados (ou alarmados) com o agente estressor – a pandemia e a crise que veio com ela – do que com os impactos.

 

Porém algumas empresas já estão implantando ações preocupadas com a saúde mental de seus colaboradores, como o caso da siderúrgica Gerdau, que ampliou seu programa +Cuidado desde março para que a rede credenciada de psicólogos realize sessões via teleatendimento. O programa da empresa prevê atendimento de saúde, social, financeiro e jurídico para os funcionários e seus dependentes.

 

Este é o caminho que muitas empresas estão seguindo: disponibilizar apoio em saúde mental, seja através da própria equipe de saúde, contratando profissionais dedicados ou negociando junto aos planos de saúde contratados.

 

Outras ações que eu já acompanhei e que você pode implantar aí no seu trabalho

para diminuir o estresse ou controlá-lo:

  • Concessão de day off: um dia livre na semana, para as pessoas descansarem ou cuidarem das atividades domésticas;
  • Programas de bem-estar e saúde mental online;
  • Programas de apoio psicológico e de saúde para profissionais que estão em atividades operacionais e suas famílias;
  • Projetos sociais voluntários entre os colaboradores;
  • Canais de escuta para os colaboradores poderem falar sobre seu dia-a-dia e dificuldades;
  • Programas para aumento da interação e empatia entre os colaboradores
  • Implantação de rede de apoio remota durante o isolamento, entre os próprios colaboradores.

 

Na minha opinião uma questão precisa ser vista, nas empresas e por nós profissionais:  a redefinição de prioridades, forma e jornada de trabalho.

 

À partir do momento em que fica claro que não daremos conta de tudo ou mudamos o ritmo de trabalho ou teremos que escolher entre trabalho e saúde, trabalho e família, trabalho e vida.

 

Algumas pessoas vivem na linha da subsistência e não podem se dar “ao luxo” destas escolhas. Outras, pensarão seriamente sobre o que estão fazendo da vida, mesmo que esta escolha leve a queda do padrão de vida.

 

Ganhamos um grande chacoalhão da vida.  Precisamos ter mais consciência sobre o que estamos fazendo hoje para que este pós pandemia não seja ainda mais nocivo do que a crise em si.

E esta preocupação precisa ser de todos nós: profissionais, gestores, empresários, sociedade como um todo. Se passarmos por este momento igual entramos, não teremos aprendido boas lições.

 

12 dicas para ajudar a diminuir o estresse:

  • Tenha clareza sobre os agentes estressores – situações, pessoas, pensamentos, notícias – e tente diminuí-los sempre que possível.
  • Nossos pensamentos podem piorar a situação: viva um dia de cada vez, com foco no que você tem ação. Pensar em possibilidades ruins só irá piorar o quadro.
  • Alimente-se bem e dê preferência a alimentos naturais (não industrializados).
  • Descanse quando possível: na hora do cansaço perdemos foco e produtividade, tente fazer pausas durante o dia e dormir bem à noite.
  • Cuide das suas emoções.
  • Tenha uma válvula de escape: uma atividade prazerosa que eleve sua energia.
  • Faça atividade física. Mesmo em espaços pequenos, tente caminhar um pouco e se esticar algumas vezes ao dia.
  • Pratique atividades de meditação e relaxamento para diminuir o estresse.
  • Defina prioridades e diga não. Muitas vezes nos sobrecarregamos por achar que precisamos dar conta de tudo.
  • Tenha uma lista de tarefas do dia. Isso ajudará a ter foco e prioridades.
  • Busque ajuda. Você não está sozinho nessa.
  • Mantenha a esperança e faça planos. Acreditar em dias melhores fará com que seus pensamentos fiquem mais positivos.

E dias melhores virão. Precisamos chegar sãos e salvos neles.

 

Se você quer se preparar para transformações que vem pela frente no mundo profissional, acesse este conteúdo clicando aqui.

 

Também apoiamos empresas com treinamentos e programas online saiba mais clicando aqui.

 

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Modelo de Liderança: qual o mais efetivo para o cenário atual?

Modelo de Liderança Moderno

Um novo modelo de liderança é exigido no cenário atual. O mundo VUCA que se apresentou de forma acelerado durante a pandemia trouxe para as empresas novos desafios, hábitos e forma de gerir a equipe e os resultados.

 

Da noite para o dia, o que era praticado já não resolve mais.

Temos problemas cada vez mais complexos, mudanças muito rápidas, muitos elementos envolvidos e decisões a serem tomadas: com impacto no negócio, nas pessoas, em você!

 

Esqueça algumas questões que eram certas até aqui:

– Liderar não é só pra quem tem um time ou cargo de gestão: as pessoas precisam liderar seus processos, suas entregas, suas responsabilidades. Todos precisam assumir a liderança, em algum momento. “Liderança é ação, e não posição” disse Donald H. McGannon, um dos grandes executivos e líderes da TV americana. 

– Não tem essa de “ter nascido líder”. Ser líder é uma soma de competências, habilidades, mentalidade. Todas elas treináveis, como músculo: quanto mais usar, melhor fica.

– Liderar não é “apenas” fazer a gestão de pessoas – é inspirá-las e apoiá-las em seu desenvolvimento, uso de potenciais, quebra de barreiras e busca de resultados.

– É agir de forma assertiva e ágil, analisando impactos, buscando soluções, fazendo mudanças, errando e acertando. E reconhecendo suas vulnerabilidades. Líder também erra e não sabe tudo.

 

 

Estamos no momento em que o avião deu pane e está caindo. Nós precisamos consertá-lo em pleno vôo. Não dá para esperar alguém decidir por nós o que fazer, é preciso assumir o controle da situação, com inteligência emocional e assertividade.

 

Neste vídeo eu falo detalhadamente sobre o novo modelo de liderança:

 

Prepare-se para esta turbulência com meu apoio, no programa Liderança Essencial, uma imersão online que mescla: teoria, insights, atividades práticas e mentoria em grupo (direto comigo!!) para o desenvolvimento profundo e acelerado de líderes.

 

Aqui tem todas as informações

 

São tantas mudanças ocorrendo no mundo, que muitos líderes se questionam: 

 

Qual é o meu papel em meio a tantas mudanças e responsabilidades? 

 

  • Qual estilo de liderança é o mais adequado?
  • Como cuidar, motivar, engajar e desenvolver o time sem perder o foco nos resultados?
  • Como ser um líder inspirador e presente com tão pouco tempo, com tantas demandas e interfaces?
  • Como não esquecer de mim, do meu desenvolvimento e metas profissionais e pessoais?

 

 

Competências fundamentais para o novo modelo de liderança

  • Mindset e Execução Ágil – Pensar e agir sem perder tempo!
  • Gestão do Stress – Seu e da Equipe.
  • Gestão de crises – a cada dia é mais necessário saber  liderar sob pressão.
  • Criatividade e Improviso – novas perguntas pedem novas respostas!
  • Gestor do clima e cultura – cuidar da “casa” empresarial para que todos trabalhem num bom ambiente.
  • Flexibilidade Cognitiva – aprender e desaprender constantemente.
  • Comunicação assertiva e empática –  Saber o que e como falar.
  • Líder coach – desenvolver sua equipe e estimular o pensamento e a ação.
  • Negociação e Resolução de Problemas complexos.
  • Embaixador da Marca Empregadora – é mais do que vestir a camisa, é defender a causa!

Saiba mais sobre a Liderança Essencial 

 

Uma imersão online sobre competências e metodologias para liderança de alto impacto.

 

São 8 módulos semanais ao vivo com atividades, materiais, interação e 100% aplicável.

 

O que você verá:

 

1 – Liderança essencial

Saiba identificar os estilos de liderança e as competências essenciais para um líder. Conheça e lidere a si mesmo para conquistar mais resultados e influência sobre seu time.

  • Mundo VUCA e as novas competências e perfil do líder.
  • Diagnóstico de competências de liderança.
  • Autoconhecimento e desenvolvimento – Momento de entender o seu perfil e criar um plano assertivo para eliminar sabotadores e utilizar seus pontos fortes.

 

2 – Agile Leadership

Um mundo acelerado e em constante mudança pede mentalidade e processos ágeis. Saiba como trazer esta realidade para a sua gestão de equipe.

  • Fundamentos da metodologia ágil.
  • Gestão de times autogerenciáveis.

3 – Leader Coach

O líder como agente influenciador dos resultados e desenvolvimento do time através de técnicas de coaching e motivação.

  • Papel do líder
  • O que é um leader coach e como ajustar sua atuação ao papel do líder.
  • Perguntas de coaching para estimular a ação e resolução de problemas no seu time.
  • Framework para aumento de interação e resultados.

4 – Gestão do Tempo e Prioridades

Um dos grandes desafios de um líder é conseguir tempo para cumprir todas as demandas e ainda cuidar do time de forma personalizada e com tempo de qualidade. Aprenda metodologias para adequar o tempo às demandas e resultados.

  • Definição de metas e prioridades
  • Delegação e acompanhamento por níveis de autonomia
  • Gestão do tempo
  • Hacks para eliminação de gargalos e vazamentos de produtividade.

5 – Competências de comunicação

A comunicação é uma das competências fundamentais para um líder, seja com sua equipe ou nas negociações e interfaces. Aprenda como se comunicar de forma assertiva e empática, além de dar feedbacks estruturados que estimulem mudanças comportamentais.

  • Comunicação assertiva
  • Comunicação não violenta
  • Feedback

6 – Competências invisíveis

Antes de mudarmos nossas ações precisamos mudar nossa mentalidade. Aprenda como mudar seus padrões e construir pensamentos fortalecedores e emoções saudáveis.

  • Mindset e flexibilidade cognitiva
  • Inteligência emocional
  • Gestão do estresse

 

7 – Competências estratégicas

A tomada de decisões é uma das competências que mais gera diferenciais e crescimento profissional para um gestor. Aprenda como resolver crises e problemas complexos com uso de metodologias e criatividade.

  • Resolução de problemas complexos
  • Gestão de crises e conflitos
  • Criatividade e improviso

 

8 – Pessoas em primeiro lugar

A cultura empresarial influencia nos resultados, engajamento e motivação do time, por isso o líder tem papel fundamental nesta etapa, integrando a gestão de pessoas à gestão e propósito do negócio.

  • Papel do líder quanto ao Clima e Cultura e o impacto nos resultados.
  • Desenvolvimento de pessoas e propósito.
  • Positive Leadership.

 

  • Não existem resultados sem pessoas. 
  • Não existem empresas sem pessoas. 
  • Não existem negociações sem pessoas.
  • Não existe um líder sem uma verdadeira equipe.

 

O segredo da liderança consiste na habilidade e no conhecimento sobre desenvolvimento humano. A começar pelo seu.

 

LIDERANÇA ESSENCIAL – SAIBA AGORA COMO PARTICIPAR

 

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Vilões profissionais: cuidado, um deles pode ser você!

Existem 2 grandes vilões profissionais, que destróem qualquer carreira, setor ou até mesmo aniquilam empresas:

 

  • A insatisfação
  • A estagnação

 

Infelizmente pode acontecer dos 2 vilões serem personificados no mesmo profissional, causando uma devastação terrível na pessoa e no ambiente, tamanha a potencialidade destrutiva.

 

 

Um estudo do ICEDR (Consórcio Internacional de Pesquisa de Desenvolvimento de Executivos) fala sobre as principais causas dos pedidos de demissão nas empresas:

1 – Dinheiro

2 –  Falta de Oportunidades

3 –  Falta de Propósito

4 –  Excesso de atribuições fora do seu escopo de trabalho

5 –  Empresas que não favorecem a colaboração

6 – Chefes que não valorizam o trabalho

7 –  Jornada de trabalho excessiva e extenuante

 

 

Não por acaso, são exatamente estes mesmos itens, isolados ou somados, que levam à insatisfação de origem profissional, criando o primeiro vilão.

 

 

Também existem profissionais insatisfeitos no trabalho por conta de mudanças pessoais, do estilo de vida à motivação para o trabalho, e se fatores externos forem identificados sendo que dentro da empresa não existe nada que estimule, a conta não vai fechar nunca. A questão pessoal acaba sendo a gota d’água numa relação já desgastada.

 

 

O vilão da insatisfação possui três formas típicas de combate:

 

Se isola

Vendo que não pertence mais àquele ambiente, o profissional começa a se isolar, seja nas atividades ou no convívio social com colegas de trabalho –  aparecerá cada vez menos em almoços, confraternizações, etc. Também é comum não pedir apoio, mesmo quando extremamente necessário, inclusive porque não acredita mais no “sistema” , colegas e líderes.

 

Contamina

A “peão net” conhece claramente quem são os vilões insatisfeito. Em geral eles incendeiam as rodas de conversa nos corredores com provocações e questionamentos sobre qualquer situação que ocorra na empresa. Seja o fato bom ou ruim, tudo será conduzido para o lado negativo e sombrio.

 

Foge

Quando o vilão da insatisfação sente que não tem mais espaço, que ele cresceu demais e ganhou muita força, se vê sufocado e precisa fugir. Muitas vezes, a simples mudança de ambiente faz com que a insatisfação seja neutralizada, porém, tem muitos vilões insatisfeitos que mudam de empresa – e carregam a frustração junto.

 

 

Agora, pior do que o vilão insatisfeito fugir, é quando ele resolve ficar. E virar o vilão estagnado.

 

O vilão estagnado pode parecer menos nocivo do que o vilão insatisfeito, à primeira vista. Mas não se engane. O vilão estagnado muitas vezes finge estar tudo bem, coloca uma música do Zeca Pagodinho pra tocar (Deixa a vida me levar, vida leva eu…) e ano após ano diminui suas entregas, não se atualiza, vai se apagando. Até que um dia, alguém percebe sua baixa performance e o demite. Em geral, nestes casos, ele ainda se sente injustiçado.

 

Porém em muitos casos os vilões estagnados continuam nas empresas. Por que isso ocorre? Porque a maioria dos vilões estagnados possui uma arma secreta, praticamente um escudo que os mantém invisíveis nos cortes e avaliações: esconder números e fazer politicagem. Em muitos ambientes, acabam “disfarçando” a baixa performance ou até mesmo levando mérito em cima de feitos da equipe.

 

 

Entra ano, sai ano, e o vilão estagnado permanece lá, em sua redoma, mediano e inatingível. O famoso “tá ruim mas tá bom”.

 

 

O problema é que o tempo passa e quanto mais a estagnação cresce, pior o quadro para o profissional e para a empresa.

 

 

Vilões da estagnação desmotivam bons profissionais, que podem se sentir injustiçados ao receberem os mesmos desafios e recompensas, ou frustrados por carregarem o piano sozinhos e ainda ver o outro dividir o mérito.

 

 

E temos como combater este vilões?

 

Não é preciso reunir novamente os Vingadores. Combater estes dois vilões profissionais está ao alcance de qualquer empresa ou profissional.

 

 

Algumas questões simples podem ser colocadas em prática já:

 

#1 Análise do Momento Profissional

 

Fazer uma avaliação profissional a cada ano é muito importante e isso cabe a cada um de nós, apesar das empresas poderem apoiar neste processo.

 

É preciso avaliar:

  • Resultados que você busca (em nível amplo, pessoal e profissional, alinhados);
  • Nível de motivação e satisfação e quais elementos compõem este quadro;
  • Necessidade de desenvolvimento e relacionamento;
  • Aliar tudo isso ao seu perfil e estilo profissional.

 

Feito isso, você tem um plano de carreira alinhado à sua vida pessoal e a quem você é de fato. Se não conseguir fazer este planejamento sozinho, busque ajuda.

 

E por que fazer anualmente?

  • Porque nós mudamos – assim como nossos desafios, necessidades e motivações.
  • Para não cair no esquecimento e caminhar para a estagnação. É uma forma de manter-se em evolução.

 

 

Líderes podem conversar com seus liderados, individualmente, sobre estes aspectos.

 

#2 Interesses e Atualização

 

Não espere ficar para trás para então buscar uma reciclagem. Estar frequentemente atualizado, ler sobre sua área de atuação, entender sobre o mercado em que está inserido e acompanhar mudanças de cenário combatem o vilão da estagnação.

Leituras, cursos, eventos, grupos de interesse – existem várias formas de circular conhecimento e novidades. Estabeleça ações mensais com este objetivo.

 

 

Líderes podem estimular o engajamento de seus colaboradores em grupos e eventos além de incluir em seu plano de desenvolvimento novos assuntos e criar grupos internos de partilha do conhecimento.

 

#3 Conversas abertas

 

Precisamos perder o medo de falar. Muitas vezes as conversas de corredor ganham espaço porque as pessoas não se sentem confortáveis em conversar com quem poderia resolver a questão de vez. Insatisfações nascem devido ao sentimento de que algo não vai bem, porém nem sempre existem fatos concretos, uma conversa resolveria grande parte dos problemas.

 

É preciso estimular as conversas e a transparência. Utilizar técnicas de comunicação empática, como a CNV (Comunicação Não Violenta) apoia muito neste processo.

 

Líderes precisam “puxar” as conversas. Ao se deparar com conversas de corredor, não finja que não ouviu. Encarar as situações de frente, de forma transparente, irá aumentar a credibilidade. O Líder também precisa ser o primeiro a comunicar todas as mudanças que ocorrerem na empresa para sua equipe, bem como dar feedbacks constantes – bons e ruins.

 

Claro que existem inúmeras outras formas de minimizar o efeito dos vilões profissionais no ambiente de trabalho e na carreira.

 

Mas quando temos profissionais com plano de carreira claro, alinhado ao que buscam, em constante desenvolvimento, se sentindo valorizados e com liberdade para dialogar e entender, criamos um clima que favorece que todos estejam empenhados no bem comum –  evoluir e ter ótimos resultados – para si, para a empresa, os colegas e clientes. Todos evoluem.

 

Clique aqui e descubra como está a sua satisfação profissional.

 

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