Vilões profissionais: cuidado, um deles pode ser você!

Existem 2 grandes vilões profissionais, que destróem qualquer carreira, setor ou até mesmo aniquilam empresas:

 

  • A insatisfação
  • A estagnação

 

Infelizmente pode acontecer dos 2 vilões serem personificados no mesmo profissional, causando uma devastação terrível na pessoa e no ambiente, tamanha a potencialidade destrutiva.

 

 

Um estudo do ICEDR (Consórcio Internacional de Pesquisa de Desenvolvimento de Executivos) fala sobre as principais causas dos pedidos de demissão nas empresas:

1 – Dinheiro

2 –  Falta de Oportunidades

3 –  Falta de Propósito

4 –  Excesso de atribuições fora do seu escopo de trabalho

5 –  Empresas que não favorecem a colaboração

6 – Chefes que não valorizam o trabalho

7 –  Jornada de trabalho excessiva e extenuante

 

 

Não por acaso, são exatamente estes mesmos itens, isolados ou somados, que levam à insatisfação de origem profissional, criando o primeiro vilão.

 

 

Também existem profissionais insatisfeitos no trabalho por conta de mudanças pessoais, do estilo de vida à motivação para o trabalho, e se fatores externos forem identificados sendo que dentro da empresa não existe nada que estimule, a conta não vai fechar nunca. A questão pessoal acaba sendo a gota d’água numa relação já desgastada.

 

 

O vilão da insatisfação possui três formas típicas de combate:

 

Se isola

Vendo que não pertence mais àquele ambiente, o profissional começa a se isolar, seja nas atividades ou no convívio social com colegas de trabalho –  aparecerá cada vez menos em almoços, confraternizações, etc. Também é comum não pedir apoio, mesmo quando extremamente necessário, inclusive porque não acredita mais no “sistema” , colegas e líderes.

 

Contamina

A “peão net” conhece claramente quem são os vilões insatisfeito. Em geral eles incendeiam as rodas de conversa nos corredores com provocações e questionamentos sobre qualquer situação que ocorra na empresa. Seja o fato bom ou ruim, tudo será conduzido para o lado negativo e sombrio.

 

Foge

Quando o vilão da insatisfação sente que não tem mais espaço, que ele cresceu demais e ganhou muita força, se vê sufocado e precisa fugir. Muitas vezes, a simples mudança de ambiente faz com que a insatisfação seja neutralizada, porém, tem muitos vilões insatisfeitos que mudam de empresa – e carregam a frustração junto.

 

 

Agora, pior do que o vilão insatisfeito fugir, é quando ele resolve ficar. E virar o vilão estagnado.

 

O vilão estagnado pode parecer menos nocivo do que o vilão insatisfeito, à primeira vista. Mas não se engane. O vilão estagnado muitas vezes finge estar tudo bem, coloca uma música do Zeca Pagodinho pra tocar (Deixa a vida me levar, vida leva eu…) e ano após ano diminui suas entregas, não se atualiza, vai se apagando. Até que um dia, alguém percebe sua baixa performance e o demite. Em geral, nestes casos, ele ainda se sente injustiçado.

 

Porém em muitos casos os vilões estagnados continuam nas empresas. Por que isso ocorre? Porque a maioria dos vilões estagnados possui uma arma secreta, praticamente um escudo que os mantém invisíveis nos cortes e avaliações: esconder números e fazer politicagem. Em muitos ambientes, acabam “disfarçando” a baixa performance ou até mesmo levando mérito em cima de feitos da equipe.

 

 

Entra ano, sai ano, e o vilão estagnado permanece lá, em sua redoma, mediano e inatingível. O famoso “tá ruim mas tá bom”.

 

 

O problema é que o tempo passa e quanto mais a estagnação cresce, pior o quadro para o profissional e para a empresa.

 

 

Vilões da estagnação desmotivam bons profissionais, que podem se sentir injustiçados ao receberem os mesmos desafios e recompensas, ou frustrados por carregarem o piano sozinhos e ainda ver o outro dividir o mérito.

 

 

E temos como combater este vilões?

 

Não é preciso reunir novamente os Vingadores. Combater estes dois vilões profissionais está ao alcance de qualquer empresa ou profissional.

 

 

Algumas questões simples podem ser colocadas em prática já:

 

#1 Análise do Momento Profissional

 

Fazer uma avaliação profissional a cada ano é muito importante e isso cabe a cada um de nós, apesar das empresas poderem apoiar neste processo.

 

É preciso avaliar:

  • Resultados que você busca (em nível amplo, pessoal e profissional, alinhados);
  • Nível de motivação e satisfação e quais elementos compõem este quadro;
  • Necessidade de desenvolvimento e relacionamento;
  • Aliar tudo isso ao seu perfil e estilo profissional.

 

Feito isso, você tem um plano de carreira alinhado à sua vida pessoal e a quem você é de fato. Se não conseguir fazer este planejamento sozinho, busque ajuda.

 

E por que fazer anualmente?

  • Porque nós mudamos – assim como nossos desafios, necessidades e motivações.
  • Para não cair no esquecimento e caminhar para a estagnação. É uma forma de manter-se em evolução.

 

 

Líderes podem conversar com seus liderados, individualmente, sobre estes aspectos.

 

#2 Interesses e Atualização

 

Não espere ficar para trás para então buscar uma reciclagem. Estar frequentemente atualizado, ler sobre sua área de atuação, entender sobre o mercado em que está inserido e acompanhar mudanças de cenário combatem o vilão da estagnação.

Leituras, cursos, eventos, grupos de interesse – existem várias formas de circular conhecimento e novidades. Estabeleça ações mensais com este objetivo.

 

 

Líderes podem estimular o engajamento de seus colaboradores em grupos e eventos além de incluir em seu plano de desenvolvimento novos assuntos e criar grupos internos de partilha do conhecimento.

 

#3 Conversas abertas

 

Precisamos perder o medo de falar. Muitas vezes as conversas de corredor ganham espaço porque as pessoas não se sentem confortáveis em conversar com quem poderia resolver a questão de vez. Insatisfações nascem devido ao sentimento de que algo não vai bem, porém nem sempre existem fatos concretos, uma conversa resolveria grande parte dos problemas.

 

É preciso estimular as conversas e a transparência. Utilizar técnicas de comunicação empática, como a CNV (Comunicação Não Violenta) apoia muito neste processo.

 

Líderes precisam “puxar” as conversas. Ao se deparar com conversas de corredor, não finja que não ouviu. Encarar as situações de frente, de forma transparente, irá aumentar a credibilidade. O Líder também precisa ser o primeiro a comunicar todas as mudanças que ocorrerem na empresa para sua equipe, bem como dar feedbacks constantes – bons e ruins.

 

Claro que existem inúmeras outras formas de minimizar o efeito dos vilões profissionais no ambiente de trabalho e na carreira.

 

Mas quando temos profissionais com plano de carreira claro, alinhado ao que buscam, em constante desenvolvimento, se sentindo valorizados e com liberdade para dialogar e entender, criamos um clima que favorece que todos estejam empenhados no bem comum –  evoluir e ter ótimos resultados – para si, para a empresa, os colegas e clientes. Todos evoluem.

 

Clique aqui e descubra como está a sua satisfação profissional.

 

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Como voltar a ter resultados depois que o time jogou a toalha?

Como motivar a equipe da empresa? Como voltar a ter resultados?

 

A equipe de trabalho (ou a empresa inteira!) está desmotivada. É possível resolver, retomando a motivação e o pique para os resultados?

Em tempos de crise interna na equipe, muitos se perguntam como voltar a ter resultados na empresa? Se a sua equipe está desmotivada, descrente, há conflitos internos, uma verdadeira crise, não é hora de desistir. É perfeitamente possível contornar a situação e até mesmo fazer a equipe se tornar mais forte.

Sim, aqui você vai ter detalhes sobre como motivar a equipe de trabalho mesmo em situações adversas.

Quando um não quer, dois não brigam. Mas quando dois ou mais não querem, nem com briga resolve.

É comum vermos equipes ou até mesmo empresas com clima e resultados péssimos por um motivo: a equipe desistiu.

Quando a equipe desiste o primeiro sinal perceptível é a apatia. As pessoas perdem o interesse, a motivação, o entusiasmo. Não acreditam nos resultados, começam a ter atitudes reativas e pessimistas.

Um dos métodos para tentar evitar crise na equipe é fazer uma avaliação do clima organizacional dentro da sua empresa. A avaliação adota e metodologias bem particulares para avaliar o grau de satisfação ou insatisfação da equipe,  e mais do que isso, aponta as principais queixas e motivos que desanimam a equipe. Com tal diagnóstico é possível o gestor ou o RH da empresa solucionar o problema, seja adotando políticas práticas ou diálogo.

Mas quando a situação já saiu de controle, como motivar a equipe de trabalho novamente?

O 7×1 contra Alemanha na Copa do Mundo é ótimo exemplo de quando a equipe joga a toalha

Você se lembra do Brasil na Copa de 2014, aquele tenebroso 7×1? Lembre do time, durante o jogo, depois do primeiro, do segundo, do terceiro gol.

 

Motivação de equipe

Enxergávamos em alguns a vontade de ainda lutar, mas a maioria já havia jogado a toalha, desistido. Continuavam em campo, mas apenas faziam número.

Em muitas empresas esta situação é comum. Fofocas pelos corredores, trabalhos atrasados, aumento do absenteísmo e das horas extras, pedidos de demissão.

Vários são os sinais indicativos de que sua equipe desistiu do jogo.

Conheça os principais motivos críticos e de desmotivação na empresa

  • Situação financeira crítica;
  • Falta de comunicação e clareza entre a alta gestão e a operação;
  • Lideranças fracas, sem aceitação da equipe ou impostas;
  • Disputas internas entre gestores ou áreas, que impactam
  • Sentimento de injustiça causado principalmente por políticas desiguais ou falta de ação da empresa nas situações de assédio, discriminação e diferenciação entre funcionários em momentos de avaliação ou aumento salarial.
  • Benefícios melhores na concorrência, conhecidos entre os funcionários.

As consequências de uma equipe desmotivada

  • Queda nos resultados e na qualidade;
  • Falta de comprometimento – ausências injustificadas começam a acontecer e muitos se negam a trabalhar em horários extraordinários ou em atividades diferentes das habituais;
  • Conflitos internos e falhas na comunicação e atendimento ao cliente;
  • Queda no engajamento – as pessoas deixam de vestir a camisa, colaborar ou se enturmar. Em alguns casos, chega a haver baixa adesão em festas da empresa.
    Clima organizacional ruim;
  • Aumento de custos causado pelo descaso com matérias, equipamentos e estruturas.

Não dá pra usar um curativo pra curar uma fratura exposta. A primeira ação da empresa deve ser identificar e sanar ou minimizar a situação que causou o descontentamento geral.

É difícil até mesmo para o melhor líder mudar a situação. Trata-se de um processo intenso, sendo necessário trabalhar as questões emocionais e comportamentais de todos os envolvidos, com muita transparência e objetividade.

 

E o que faz as pessoas voltarem ao ritmo de jogo?

Saiba como motivar a equipe de trabalho, novamente

Podemos recuperar a equipe através de Motivação e Incentivo. Você sabe qual a diferença entre elas?

Resumindo de forma bem simples: Motivação é interna, pessoal, enquanto incentivo está ligado a elementos externos.

O que é Incentivo

É tudo aquilo que a empresa pode fazer e oferecer para que as pessoas se sintam reconhecidas e valorizadas. Exemplos:

  • Aumento salarial, bônus e prêmios;
  • Melhoria de ambientes, mobiliários e equipamentos;
  • Plano de cargos e salários;
  • Benefícios;
  • Oportunidades de crescimento profissional;
  • Cursos e programas de desenvolvimento;
  • E muito mais.

O que é Motivação

Motivação depende da interpretação de cada indivíduo não apenas quanto às mudanças realizadas mas também quanto às suas próprias expectativas de vida e carreira e interpretação dos fatos.

Por isso, não adianta implantar um único incentivo e esperar que toda a equipe reaja da mesma forma.

O que é positivo para um, pode ser negativo para outro, como por exemplo: oferecer como incentivo um curso no final de semana será ótimo para o funcionário que busca este desenvolvimento, e ao mesmo tempo, péssimo para outro que está com algum problema pessoal ou com filhos pequenos, que necessitam da sua presença no final de semana.

Em geral, as pessoas buscam um trabalho que também supra suas necessidades pessoais. Não existe mais aquela história de “separar profissional e pessoal”.

A carreira é uma parte de quem somos.

E a garantia de profissionais motivados e engajados acontece quando existe no trabalho a possibilidade de crescimento profissional, no ritmo adequado, que propicie a realização dos sonhos e anseios pessoais, mantendo a qualidade de vida.

As pessoas precisam se sentir desafiadas a crescer, recompensadas pelo esforço e reconhecidas por seu avanço e participação.

Existem mil formas de realizar isso, mas, em todas, só se faz bem feito olhando para cada um como indivíduo, de forma empática e humanizada.

E esse é o papel do líder. Aliás, você sabe a diferença entre ser chefe, líder e gestor? Então recomendo a leitura para ter melhor sucesso na liderança da equipe da sua instituição.

Para as empresas, nada de fórmulas mágicas: Resolver os problemas internos, ter clareza em suas relações e objetivos claros minimiza muitos problemas. E assim esperamos ajudar a resolver o problema de muitos gestores no Brasil: como voltar a ter resultados na empresa com o fortalecimento da equipe?

Saiba como podemos ajudar a sua empresa a ter melhores profissionais e resultados.

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Líder, gestor… ou P*&@ nenhuma?

Ilustração sobre ser líder ou chefe de sucesso

Este artigo tem como proposta esclarecer os seguintes pontos:

  1. As diferenças entre ser gestor, líder ou chefe;
  2. O que acontece nas relações de trabalhos e fora dele quando você se torna um líder na equipe;
  3. Dicas simples de como ser bom líder na empresa que trabalha ou administra;

Se você deseja saber mais detalhes a respeito, aproveite a leitura porque este artigo é esclarecedor!

Liderança é uma benção, não importa se você é líder ou gestor.

Você assume a equipe, começa feliz, empolgado.. e quando vê, está sozinho.

Os outros líderes, mais velhos de casa, tem comportamentos que você reprova – e por divergir nas opiniões vez ou outra, é claro que não é aceito no grupo.

Seus antigos colegas de equipe, hoje seus liderados, em outros tempos te convidavam pro almoço, pro churrasco, pro futebol no final de semana.

Agora não dá mais, afinal, você é “o chefe”, aquele que toma decisões duras, cobra metas e resultados e pode até já ter demitido alguém do grupo.

Pode parecer estória, mas se você conversar com pessoas que tem cargo de liderança verá que muitas delas compartilham do mesmo sentimento: solidão, nada de benção.

Se ser líder traz tantos desafios e percalços, por que muita gente ainda quer trilhar este caminho?

 

Dinheiro, status, aptidão, necessidade.

Ser líder tem suas “partes fenomenais de boas”.

Meu exemplo de liderança

Posso começar falando do meu caso: assumir as rédeas, tomar a frente da situação, motivar os colegas para agir, defender os “fracos e oprimidos”, comandar… que eu me lembre, desde a primeira série eu já fazia isso.

Posso ser considerada uma líder nata, destas que nascem com vocação para puxar o time.

 

Foto de quando eu, Lilian Sanches, era Gerente de RH.
Aqui estou eu com parte da minha equipe de 2011, quando eu era Gerente de RH.

Cuidávamos de pouco mais de 1600 colaboradores...

Das 11 pessoas da minha equipe, apenas 3 tinham experiência anterior em RH. 

Contratei, treinei e hoje me orgulho da carreira deles.

Diferente do meu caso, tem aqueles que desempenham bem sua função, crescem dentro de uma equipe em carreira solo – e seja pelo seu tempo e conhecimento de empresa, por terem resultados diferenciados ou pelos conhecimentos que possuem no projeto ou negócio, acabam “virando líder”.

 

> Vamos deixar bem claro. Esta introdução toda é somente para você entender que por mais que os caminhos sejam diferentes, o meio é sempre igual:

 

Os líderes normalmente não possuem todo apoio e referência que precisam, se sentem solitários e precisam se desenvolver em competências que muitas vezes sequer presenciaram!

Antes de continuar e falar sobre desenvolvimento de competências de liderança, precisamos contextualizar os títulos:

 

Líder, gestor… ou P*&@ nenhuma?

Líder, chefe e gestor não são as mesmas coisas

Sim, tem muito gestor disfarçado de líder.

Tem muito líder sem cargo, comandando, engajando e inspirando lindamente equipes.

Tem muita gente que não é nem um nem outro. Tem um cargo, um título. Na prática, não coordena, não inspira, não engaja. Mas serve de exemplo: Nem que seja do que não fazer.

 

***

Definições entre líder, chefe e gestor

  • Chefe – nomenclatura pejorativa, associada à quem manda de forma autoritária.
  • Gestor – responsável por processos, planejamento e sistemas. Gerencia o negócio, desde a parte financeira até políticas internas e externas para garantir o crescimento saudável da organização.
  • Líder – responsável pela condução, engajando, motivando, comunicando, desenvolvendo as pessoas rumo aos objetivos e resultados. Praticamente gerencia as relações entre as pessoas dentro das organizações, faz tomadas de decisões para que a equipe tenha bom rendimento e resultados esperados.

Nas empresas por aí existem chefes-gestores, gestores-líderes, líderes sem a gestão… e tem quem finja ser o que não é.

***

Eu tive a sorte de poder contar com alguns bons líderes. Que me inspiraram, me deram oportunidade, me incentivaram, me desafiaram a crescer – e que me puxaram muito a orelha! Mereci cada bronca, cada avaliação ou f**dback! E tudo isso me fez crescer.

***

Porém, quando me deparei com péssimos líderes, a lição veio à galope: a cada segundo eu conseguia entender o que eu não queria fazer e ser. Me policiava sempre para agir com minha equipe de forma diferente da qual eu era tratada.

 

***

Seja através de exemplos bons ou ruins, em avaliações ou feedbacks, ou pela própria auto-percepção, uma coisa é fato:

A maior necessidade de um líder é desenvolver a sua parte comportamental, melhorar seu autoconhecimento e sua visão sobre pessoas (de verdade), para então conseguir evoluir no papel (não apenas no cargo) de liderança.

Desde 2007 eu aplico programas de desenvolvimento de liderança. O ponto inicial a ser trabalhado é quanto ao papel do líder.

 

Saiba aqui como podemos ajudar sua empresa a ter melhores resultados e desenvolver pessoas.

Muitas pessoas viram líderes, mas tem dúvida sobre qual o real papel de um líder, acabam confundindo gestão com liderança, investem tempo demais nas tarefas e esquecem das pessoas – ou se perdem frente a tantas responsabilidades.

No meu entendimento, existem 3 pilares fundamentais para exercer uma boa liderança, para que alguém seja considerado um bom líder.

Falo sobre os 3 pilares aqui neste vídeo:

 

 

E quais são, ao meu ver, as Atitudes Essenciais para ser um Líder:

  1. SER EXEMPLO – não pode falar uma coisa e fazer outra. Não precisa impor nada, suas atitudes conduzem as pessoas a seguir seu exemplo e agirem da forma certa.
  2. TER SENSO DE DONO – sente-se responsável pela equipe, pelo projeto, pelas entregas. Assume o que precisa ser feito. O problema é sempre meu.
  3. DELEGA, CONFIA, DÁ AUTONOMIA E DESENVOLVE – um líder acredita no potencial da sua equipe, conhece cada um que está com ele.
  4. COMUNICAÇÃO E FEEDBACK ASSERTIVOS – um bom líder é bom ao se comunicar e em dar e receber feedbacks – inclusive pedindo a opinião ou sugestão dos outros quanto as suas ações e comportamentos.
  5.  É CONFIÁVEL E POSITIVO – todos confiam nele, sabem que podem contar inclusive nas horas ruins, porque ele sempre encara as situações como aprendizado, não como falha.
  6. Nunca coloca a culpa nas pessoas da equipe e sim, assume o que precisa ser ajustado. Se alguém deixou de fazer algo, ou fez errado, é porque ele falhou, não a equipe.

***

 

Estas atitudes estão totalmente interligadas

Assim como delegar não é apenas repassar uma tarefa e cobrar o resultado final, como muitos acham e fazem.

O primeiro elemento para a delegação acontecer é a confiança. Ao delegar, eu preciso confiar na capacidade de realização e no comprometimento da outra pessoa com a entrega.

 

E como confiar? Acompanhando. Delegando atividades em partes, checando o entendimento e a execução.

Porém, deixando o outro livre para que este contribua, agregue, não apenas faça “do meu jeito”. Que ele faça o melhor.

E por fim, incentivando e motivando para que o profissional evolua, se desenvolva, use suas potencialidades e se sinta realmente “dono do projeto” e peça fundamental dentro do grupo.

Assim, entregas acontecem e as pessoas se desenvolvem e se motivam.

 

**

Liderar é cuidar de gente.

 

E não tem como cuidar de gente, sem entender de gente, em sua individualidade.

A começar, entendendo sobre a gente mesmo.

 

Se você quer se desenvolver, conheça o coaching e saiba como ele pode te ajudar no autoconhecimento, desenvolvimento de habilidades e comportamentos.  Clique aqui e saiba mais.

Você quer ser líder ou chefe?

Definitivamente, você não pode misturar as coisas. Entenda as diferenças entre ser líder ou chefe.

Características de um chefe

Tem tendência a comandar pessoas. Também é conhecido por ser o único responsável pelas decisões e pensar apenas nos resultados e lucros.

O chefe é temido, não respeitado. Seus funcionários, geralmente, não se sentem abertos a relatar problemas e, muito menos, a pedir conselhos, quando têm dúvidas.

Características de um líder

É um inspirador, conhecido por ser um motivador de sua equipe, mostrando a direção que deve seguir e participa dos processos de trabalho junto com todos os envolvidos.

Os líderes têm tendência a serem muito respeitados por seus funcionários. Busca resultados sim, mas direciona a melhor maneira para a equipe conseguir. Divide as responsabilidades, metas e objetivos.

Pequenas dicas de como ser um bom líder

Sempre ampliar o conhecimento

Estudar é fundamental. Um líder só evolui e tem sempre mais a oferecer quando está munido de conhecimento e estar atualizado das tendências e novidades do setor. Compartilhar esse conhecimento é dar novos rumos para a equipe, obtendo mais resultados.

Faça autoavaliação

Sempre há o que melhorar. Identifique as suas falhas, gerencie melhor o seu tempo, saiba ouvir as críticas da sua própria equipe para se aperfeiçoar. Isso fará com que tenha uma liderança ainda melhor.

E aí, você quer ser um bom líder ou chefe?

Conte com a nossa consultoria.

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