6 dicas para ser mais produtivo trabalhando em home office

trabalhar em home office

Trabalhar em home office é o sonho de muita gente.  Novas profissões, flexibilização da jornada de trabalho, busca de maior qualidade de vida – incluindo a fuga de passar horas no trânsito das grandes cidades, facilidade tecnológica, redução dos custos fixos. Não importa o motivo.

A questão é que o trabalho remoto é uma opção crescente entre profissionais e empresas.

 

Se até pouco tempo atrás o trabalho remoto era mais aplicável a profissionais autônomos ou de áreas como vendas e suporte técnico, hoje, em muitas empresas tradicionais, a possibilidade do trabalho remoto já é uma realidade em diversas áreas.

 

 

Para as empresas, economia financeira, sustentabilidade e concessão da condição como benefício aos funcionários são as principais questões avaliadas para implantação da modalidade de trabalho.  (No final do artigo eu trago informações sobre como as empresas podem se adequar a este formato)

 

O aumento de resultados acaba sendo visto como consequência.

 

Porém, para muitos profissionais trabalhar em home office acaba sendo muito mais produtivo.

 

Se esse não é o seu caso – se você ainda se sente improdutivo, tem muitas interrupções ou “se perde” nas atividades, este texto e as dicas que selecionei são para você.

Home Office na vida real

 

Eu trabalho a pouco mais de 3 anos em home office, cerca de 80% da minha semana em casa. Hoje tenho um espaço reservado para isso, mas nem sempre foi assim.

 

Quem se lembra do repórter da BBC, que estava ao vivo no ar, falando direto de seu espaço de home office e de repente as crianças entram correndo  na sala?

 

 

Isso se chama: vida real!

 

Pode conversar com quem trabalha em casa: todo mundo terá uma história tragicômica para contar (se você tiver, me conte! Editarei o artigo aos poucos, incluindo as melhores histórias!)

 

Eu já tive minhas cachorras latindo, com direito ao cachorro do meu cliente responder do outro lado da vídeo conferência.

 

 

Numa transmissão ao vivo inclusive, com cerca de 100 pessoas assistindo, uma delas resolveu “aparecer” e ficou subindo no sofá, por trás de onde eu estava sentada – e acabou saindo em todos os vídeos.

 

Também já aconteceu de acabar a luz no meio de teleconferências. E ter interrupção do sinal da internet naquele momento em que eu precisava entregar um relatório.

Em todas as situações, sempre agi com naturalidade: simplesmente expliquei a situação.  Sinceridade nestas horas funciona melhor do que cara de pânico ou fingir que nada está acontecendo.

 

Explico a situação e numa próxima analiso se tem algo a ser melhorado. Este é o processo básico para evoluirmos em qualquer quesito: não se cobrar e sim, analisar possibilidades de melhoria. Além do que, pedir desculpas não mata ninguém.

 

Outra situação comum: as pessoas ao redor acharem que você não está trabalhando. Filhos, amigos, vizinhos. Ao iniciar o trabalho em home office é comum as pessoas acharem que você está disponível para qualquer coisa.

 

Inclusive muitas vezes você mesmo esquecerá do trabalho e começará a arrumar as gavetas do guarda-roupas, mesmo tendo uma entrega urgente.

Então, se temos dificuldades, bora falar das facilidades!

 

trabalhar em home office

Dicas para ter uma melhor experiência e performance ao trabalhar em home office:

 

#1  Organize-se

 

Disciplina e foco farão toda diferença. São comportamentos que temos condição de desenvolver e aprimorar (foco para mim sempre foi desafiador!).

 

Muita gente imagina que irá trabalhar menos em home office. A grande realidade é que muitas vezes acabamos trabalhando mais! Trabalho acumulado, demandas inesperadas, infraestrutura que não funciona quando você mais precisa!

 

Saiba definir prioridades, ter clareza sobre as entregas e demandas previstas e utilize ferramentas de apoio.

 

Os apps que eu mais uso:

  • Evernote para organizar ideias, inclusive para anotar em áudio ideias para próximos textos;
  • Trello para organizar as demandas e tarefas da equipe (todos trabalham de forma remota);
  • Ferramentas do Google – Agenda e Drive são os que mais uso. Assim, integro tudo – compromissos e arquivos, e minha equipe consegue acompanhar a distância.
  • Zoom – para conversas online. Ele traz facilidades como o uso até 100 pessoas, quadro branco e gravação da reunião.

 

Todos funcionam no notebook e no celular simultaneamente, assim, de onde você estiver terá acesso. (não é propaganda, não ganhei nenhum centavo, são os que realmente uso)

 

#2  Planeje-se

 

Como citei, utilizo o Trello para gerenciamento dos projetos e tarefas. Porém estabeleci em minha rotina um hábito que me tornou extremamente produtiva e focada:

 

Planejamento Semanal e Metas diárias.

 

Como funciona na prática:

 

  • Uma vez na semana (eu faço isso no domingo) olho para meus resultados esperados e tarefas do mês.

 

  • Defino o que farei nesta semana para conseguir evoluir ao máximo: de entregas a tarefas, a prioridade é definida ali.

 

  • Elenco estas prioridades em ordem de importância para meus resultados, sempre começo executando a mais importante / prioritária.

 

  • Todos os dias pela manhã faço meu checklist do dia, avaliando o que já cumpri, o que falta fazer e novas demandas que aparecem no meio do caminho.

 

  • Não “me deixo interromper” enquanto não cumpro a meta do dia

 

Também é muito importante você planejar as demais atividades: das compras de casa à atividades e recursos que precise de terceiros, junto com as suas atividades de trabalho. É comum, principalmente no começo, subdimensionar o tempo gasto nas atividades e ser interrompido por questões não planejadas. Aos poucos você terá melhor noção e controle.

 

Neste artigo eu falo sobre prioridade e planejamento

 

#3  Cuide do seu tempo

 

Não fique acessível 24h por dia. Trabalhando remoto você pode ser acionado via whatsapp, telefone, e-mail e mais as notificações dos sistemas e aplicativos que utilizar. Acabamos perdendo muito tempo com isso. O que sugiro é que você intercale tempos de respostas /  contatos com o tempo em que foca no que precisa fazer.

 

Também é muito importante fazer pausas. É comum pessoas que trabalham remoto ficarem o dia todo em frente ao computador e não verem literalmente a cor do dia. Levante, faça pausas rápidas, espreguice. Eu costumo sair pra almoçar ou tomar um café fora, inclusive.

 

Uma técnica incrível para essa administração do tempo que eu utilizo é o POMODORO.

 

A Técnica Pomodoro é um método de gerenciamento de tempo desenvolvido por Francesco Cirillo no final dos anos 1980. A técnica consiste na utilização de um cronômetro para dividir o trabalho em períodos de 25 minutos, separados por breves intervalos

 

Passo-a-passo

  • Escolher e listar as tarefas a serem executadas;
  • Ajustar o cronômetro para o tempo desejado (geralmente 25 minutos);
  • Escolher a tarefa inicial;
  • Trabalhar na tarefa escolhida até que o alarme toque. Se alguma distração importante surgir, anotá-la e voltar o foco imediatamente de volta à tarefa;
  • Quando o alarme tocar, marcar um “x” na lista de tarefas;
  • Se houver menos de 4 marcações, fazer uma pausa curta (3-5 minutos);
  • Se houver quatro pomodoros marcado, fazer uma pausa mais longa (15-30 minutos), zerando a contagem de marcações e retornando ao passo 1.

 

As etapas de planejamento, controle de tempo, gravação de registros e visualização são fundamentais para a técnica.

 

Na fase de planejamento de tarefas, são priorizados os itens que devem ser feitos no dia. Isso permite que os usuários possam estimar as tarefas que exigem maior esforço. Como cada pomodoro refere-se a um período indivisível de 25 minutos, que deve ser registrado na lista, é possível fazer uma auto-observação de como o tempo é gasto.

 

Um objetivo essencial da técnica é reduzir o tempo das interrupções, adiando outras atividades que interrompam o pomodoro.

 

(fonte sobre Pomodoro: wikipedia)

trabalhar em home office

 

#4  Delimite e organize seu espaço

Quem começa a trabalhar em casa sofre com a invasão ou perda do espaço e da agenda, principalmente quando não vive sozinho.

 

Filhos e família podem não considerar que você está em casa trabalhando, por isso, é fundamental ter o espaço de trabalho bem definido.

 

Se possível, tenha uma mesa /  cantinho para seu uso.

 

Se isto não for possível e você acabar trabalhando na mesa da sala, tenha o seu kit de trabalho, com todas as suas coisas dentro. Ao iniciar seu dia, organize seu espaço.

 

Também é importante informar as pessoas que convivem com você sobre o trabalho que você realiza e qual apoio precisa deles para tudo fluir bem. Eu fiz “acordos” em casa, como por exemplo: porta fechada significa “não interrompa”. Quando estou em vídeo conferência ou preciso ter mais foco, fecho a porta!

Livre-se ao máximo dos papéis. Quanto mais a sua vida estiver no mundo online, mais simples e leve ficará o seu dia a dia e mais fácil ficará pra você se adaptar a um novo lugar de trabalho quando necessário. Lembre-se também de ter backup de tudo!

 

#5  Você é um profissional, apenas num novo ambiente

 

Mesmo que você passe o dia todo de pijama e atenda as pessoas por chat, saiba: você precisa se lembrar que está a trabalho.

 

Preocupe-se com a imagem e credibilidade que transmite. Da qualidade da internet, das ferramentas e documentos que entrega, à sua imagem pessoal, tudo influenciará numa questão importante: seu ânimo, motivação e imagem profissional.

 

Muita gente começa a trabalhar de forma remota e se isola ou fica “desleixado”, para de se preocupar em se apresentar, em se cuidar, em se atualizar.

 

Fora cuidar de você, cuide do ambiente. Trabalhar num ambiente agradável irá afetar diretamente na sua produtividade e bem estar.

 

#6  Mantenha, cultive e crie relacionamentos

 

Cuidado para não se “apagar do mundo”, afinal já diria a famosa frase: Quem não é visto não é lembrado.

Estabelecer bons contatos, manter os relacionamentos e criar novas oportunidades de conhecer gente é fundamental.

 

Inclua em sua rotina participar de eventos presenciais, marcar compromissos com seus colegas de trabalho e frequente ambientes de trabalho colaborativos – existem muitos escritórios abertos, coworkings e cafés onde profissionais e encontram.

 

São espaços de trocas valiosas e excelente networking.

 

Depois de quase dois anos de trabalho remoto o que eu mais sentia falta era de gente de carne e osso! Ir alguns dias para um coworking foi a solução ideal, hoje isso agrega muito para meu trabalho e motivação. 

 

Para ter bons resultados e entrosamento, escolha um lugar em que haja sinergia com os profissionais que frequentam o espaço.  

 

Trabalhar remoto não necessariamente significa trabalhar apenas de casa.

trabalhar em home office

O Jornal a Folha de São Paulo publicou uma matéria em fevereiro/2018 onde fala sobre as vantagens para as empresas em utilizar a modalidade de home office e fala sobre as mudanças ocorridas na legislação trabalhista, que hoje já permite e regulamenta este tipo de trabalho, inclusive sobre as regras para custeio da infraestrutura.

Os principais pontos da relação empresa x funcionário são:

  • Deve constar no contrato quem vai arcar com os custos de infraestrutura e equipamentos necessários para a atividade, como internet e computador. Estes custos são negociáveis.
  • Não se computa e não há limite para a jornada de trabalho, o trabalho é por produtividade.
  • Os benefícios permanecem os mesmos, exceto vale transporte. O Vale refeição continua sendo devido, caso faça parte do pacote de benefícios (quem trabalha em casa também almoça, certo?).
  • Sobre acidentes, a empresa deve instruir o funcionário sobre como evitar acidentes de trabalho e fazê-lo assinar um termo de responsabilidade. Em caso de acidente, a empresa pode alegar que não tem como saber se ele trabalhava no momento. (ex: a pessoa tropeçou na cozinha de casa e se machucou. Como saber se naquele momento estava trabalhando? Impossível).

 

E aí, como é para você trabalhar em home office? Tem histórias, dicas ou dúvidas? Me escreva!

 

Se você precisa identificar e desenvolver seus comportamentos para ter melhores resultados,  um processo de coaching com acompanhamento individual irá te ajudar. Clique aqui e saiba mais.

 

 

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Corra atrás dos seus sonhos, mas não morra tentando

Em geral, quando pensamos em alguém com alta performance profissional, associamos à imagem de uma pessoa que abriu mão de sua vida pessoal, tem pouco tempo pra família, pros amigos ou até mesmo pra cuidar de si e da própria saúde.

 

Os modelos sociais muitas vezes nos colocam numa corrida acelerada em busca de: comparação, competição, sermos cada vez melhores e termos cada vez mais coisas.

 

Nisso,  muita gente confunde a performance profissional com a quantidade de trabalho, porém a performance está muito mais ligada à qualidade e objetivo do trabalho executado.

 

Quando falamos sobre performance aliada a qualidade de vida, um ponto é fundamental: definir prioridades e ter clareza sobre o que você realmente está buscando, o que te faz bem, na vida e na carreira – sem separar as coisas!

 

1 – Reveja seus objetivos. 

 

 

Nestes tempos onde o que mais ouvimos são frases motivacionais e o surgimento de gurus e grupos de alta performance, aqui estou eu falando sobre desistir!

 

 

Sim, desistir de algumas coisas.

Mas não de forma aleatória, e sim, entendendo o que realmente faz sentido pra você, aliviando um pouco a cobrança e seguindo com  maior foco.

 

A maioria das pessoas está passando por buscas incessantes atrás de dinheiro suficiente para fazer o que quiserem, um trabalho com propósito e que amem profundamente, uma família feliz de comercial de margarina, um amor eterno, um corpo saudável, lindo e escultural.

 

E dá pra conquistar tudo isso?

 

Dá, mas em geral será necessário muito esforço e dedicação. É preciso saber o que você quer – e o que perde ao correr atrás deste resultado.

 

Por exemplo: sua meta é ter um corpo escultural. Porém, toda sua vida social gira em torno de restaurantes, jantares, encontros regados à comidas –  que você gosta! Qual o peso de abrir mão disso em troca do corpo escultural? Se a troca não te agrada, não te faz feliz, é preciso encontrar o meio termo: reduzir o cardápio e não eliminá-lo. 

 

 

É um exemplo bem simples, apenas para que você entenda o conceito, sobre o preço que pode estar pagando para correr atrás de questões cobradas pela sociedade – e que você talvez nem tenha certeza de que queira de fato.

 

Sempre que excluímos de nossa vida aquilo que é fundamental em troca de uma meta, temos a tendência de desistir no meio do caminho, na primeira dificuldade.

 

Você sabe o que realmente é fundamental na sua vida? Do que você não abre mão?

 

 

E do que vem abrindo mão dia após dia, correndo atrás de sonhos que você nem sabe ao certo se são seus de verdade?

 

 

 

2 – Foque no que realmente é bom e o resto delegue as atividades

 

Sempre tentamos ser os melhores e por isso muitas pessoas preferem se autodelegar responsáveis por tudo. Essa sobrecarga acaba nos incapacitando de exercer até mesmo as tarefas que realmente somos bons.

 

Quando possível, delegue para outras pessoas a execução de atividades nas quais você não possua alta habilidade ou que não estejam ligadas diretamente ao resultado. Defina o que é prioridade, o que somente você precisa fazer – e delegue todo o resto

Delegar significa treinar e capacitar, leva tempo. Mas se você gasta mais tempo pra delegar do que fazer, a médio e longo prazo essa curva se inverte, as pessoas aprendem, ganham autonomia – e você ganha mais tempo para mergulhar em outras atividades.

 

Por isso é importante saber liderar, mesmo não estando no papel oficial de líder.

 

3 – Fazer o que se ama é maravilhoso. E isso pode ser ruim. 

 

Quando buscamos uma atividade ou profissão que amamos, enxergamos que tudo pela frente será maravilhoso, com atividades prazerosas, momentos felizes. Porém mesmo na melhor profissão do mundo existem tarefas e dias ruins. Situações que você irá querer protelar, não fazer. Ou o contrário: momentos em que você irá se apaixonar pelo que faz e acabará fazendo coisas sem sentido, que não precisavam ser feitas: e que você faz apenas porque ama, perdendo tempo e produtividade.

 

4 – Qual o preço que você vai pagar pelo que quer conquistar?

 

Seja para conquistar um cargo, comprar uma casa, ter e criar filhos, realizar uma grande viagem dos sonhos: cada sonho envolve um processo de conquista, com ganhos e perdas pelo caminho.

 

Tudo tem um preço.

 

 

E este preço pela busca pela da satisfação e da felicidade suprema à longo prazo pode estar te impedindo de uma coisa fundamental: ser feliz e satisfeito com sua vida hoje, da forma como ela está!

 

 

Nos preocupamos tanto com o futuro, com as conquistas que estão por vir, com o que podemos realizar que esquecemos de viver o presente de forma plena.

 

Vivemos acelerados e em busca de resultados futuros e rápidos.

 

Jovens de vinte e poucos anos querem ter a carreira, o patrimônio e os carimbos no passaporte que seus pais só foram conquistar lá pelos cinquenta anos de idade.

 

 

Ilustração sobre performance profissional

 

Muitas vezes, estamos correndo atrás da performance profissional e perdendo o prazer e a satisfação de apreciar as pequenas conquistas, já absorvidos pelo pensamento de: o que mais podemos fazer, ter, conquistar.

 

 

Próximo, próximo, próximo…  e não aproveitamos o presente, não saboreamos nossas pequenas conquistas.

 

Me lembrei de uma cena: estava visitando o Aquário de São Paulo, parando em meio ao caos de turistas afoitos, tentando observar o nado tranquilo, as cores e a delicadeza de cada peixe.

 

Recebo um empurrão com um ombro, seguido de uma criança de uns 6 anos que entrou na minha frente, entre eu e o vidro, com um tablet enorme. A criança, o pai – que me deu o empurrão – e a mãe, estavam cada qual com seu equipamento fotográfico em mãos.

 

Não se falavam, apenas corriam para o próximo tanque, para fotografar mais rapidamente o próximo peixe. Eles não olharam em nenhum momento com os próprios olhos para nada. Tampouco se olharam, falaram entre si ou comentaram sobre o que presenciavam. Eles não estavam ali de fato.

 

A preocupação era: o próximo, próximo, próximo.

 

Afinal, o que eles aproveitavam do passeio?

Tiravam fotos que provavelmente ninguém nunca irá ver.

 

melhore sua performance profissional

 

5 – Sobre nossos desejos e necessidades

 

Hoje temos possibilidades e informações exponenciais

Isso também nos traz vontades e desejos exponenciais.

 

Vivemos afoitos e acelerados.

 

Nossos pais, tios e quem dirá avós sequer sonharam em ser, ter ou fazer um terço do que nós podemos ser, ter e fazer hoje.

 

Pirâmide das necessidades de Maslow

 

Maslow, em sua teoria que resultou na pirâmide das necessidades humanas, explicou o que vivenciamos hoje: conforme subimos um nível, conforme suprimos uma das necessidades, podemos vislumbrar – e ansiamos – pela próxima conquista.

 

Muitos de nós já vieram com as necessidades básicas e de segurança supridas pela família. Neste caso, fica muito mais fácil pensar em propósito e satisfação na carreira, por exemplo.

 

Nossos antepassados sonhavam com saúde, emprego e renda.

Logo, é natural podermos sonhar com viagens e em desbravar o mundo, quando nossos antepassados já garantiram itens mais básicos, como ter a casa própria, alimentar e garantir educação para os filhos.

 

Eles garantiram a base pra gente poder correr atrás de algo mais.

 

Se eles não fizeram, observe, provavelmente é o que você enxerga como seu papel e responsabilidade com a geração seguinte: garantir a base para a evolução.

 

Então, antes de sair enlouquecidamente querendo mais e mais, pense se você tem clareza sobre o que quer de verdade, se você consegue identificar o que realmente te faz ou fará feliz.

 

 

Muita gente está se matando para conquistar algo que não quer, algo que não fará diferença de fato em sua vida.

 

Correndo atrás apenas porque aprendeu que tinha que ser assim, porque todo mundo faz, seguindo modelos e padrões.

 

 

Se quiser saber mais sobre este tema, leia este texto: Crenças limitantes: elas podem estar sabotando seus sonhos

 

 

Também desconfie de tudo que te cause sofrimento demais.

O que é para ser seu até pode necessitar de trabalho e esforço para ser conquistado, para haver aprendizado.

 

Mas não precisa haver sofrimento. Sempre que houver dor demais, analise se você está no lugar certo: seja no trabalho, num relacionamento, num local físico.

 

Quando algo requer muito esforço e sofrimento é hora de verificar se esse sonho é seu de verdade, ou se você está desperdiçando a sua vida correndo atrás dos sonhos dos outros.

 

 

Tendo clareza sobre o que você realmente deseja e busca, a chave da alta performance é exatamente focar no que precisa ser feito, para garantir o resultado. Pra isso, existem muitas técnicas que podemos utilizar para ajudar no processo.

 

 

Delegando, deletando ou deixando pra depois tudo o que não for realmente fundamental na sua vida.

 

 

Recorra ao coaching para melhorar sua performance profissional

 

O coaching é um processo no qual um coach profissional apoia no desenvolvimento das competências, através de sessões individuais para planejar, estabelecer metas, dirigir, inovar, tomar decisões e, com isso, alcançar resultados em nível de excelência. É um profissional importante e que realmente ajuda a administrar o tempo e conseguir seus objetivos profissionais alinhados ao sonhos pessoais.

 

 

 

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Como ser feliz no trabalho

Como ser mais feliz no trabalho com a competitividade em alta, medo do desemprego, busca por aumento de performance e resultados, ambientes e relacionamentos hostis e insalubres nas empresas, sobrecarga de trabalho?

 

Mesmo com todos estes desafios, existe espaço para ser feliz e buscar o equilíbrio entre as ambições profissionais e as necessidades pessoais.

 

O primeiro passo para ser feliz no trabalho é reconhecermos os aspectos que nos trazem satisfação, motivação, que suprem nossas necessidades individuais, bem como reconhecer o que não nos faz bem – e o que não queremos para nossa vida e carreira.

 

Quando falo sobre felicidade no trabalho, três questionamentos são fundamentais, tente respondê-los:

 

  • Como você chegou onde está – quais caminhos percorreu para chegar na posição onde está hoje, seja ela boa ou ruim.
  • Porque você está aí, nesse emprego, carreira ou empresa – mesmo que ela seja sua! – o que te faz ir trabalhar, o que te motiva a buscar o seu desenvolvimento e maiores resultados.
  • O quanto esse trabalho tem a ver, em %, com o seu estilo de vida.

 

 

Antes de qualquer mudança – de empresa, de profissão, de área – é necessário checar se a insatisfação é geral, que necessite mesmo da mudança, ou se são apenas itens pontuais a serem ajustados.

 

Neste caso, ao invés de investir na mudança, podemos nos aplicar no desenvolvimento de habilidades e comportamentos que aliviem a pressão e tragam mais satisfação.

 

 

Um alerta importante:

Os transtornos mentais, muitas vezes ocasionados pelos altos níveis de estresse e excessiva carga de trabalho, foram a terceira maior causa de afastamento dos trabalhadores brasileiros nos últimos 4 anos.

 

Mais de 17 mil casos de concessão do auxílio-doença e de aposentadoria por invalidez foram registrados entre 2012 e 2016 com este motivo, segundo o Boletim Quadrimestral sobre Benefícios por Incapacidade, divulgado em 2017 pelo governo federal.

 

 

 

 

Tampar o Sol com a peneira e seguir com a insatisfação não resolve.

 

Pensar no que te incomoda hoje é o primeiro passo para solucionar qualquer problema.

 

 

Ao identificar os gatilhos, o que desperta a sua insatisfação, você estará limpando seu campo de visão e assim começará a perceber se os problemas estão mesmo relacionados ao seu campo de atuação, à empresa em que você trabalha ou até mesmo se o problema é com você.

 

Se você está insatisfeito com o trabalho que tem ou, apesar de gostar do que faz e da empresa onde atua, não se sente plenamente feliz, talvez o problema não esteja nem mesmo no trabalho, diretamente.

 

Um fator muito comum é a incompatibilidade entre a vida profissional e a vida pessoal, causando desequilíbrio e frustração.

 

 

No trabalho é quase inevitável passarmos por problemas ou fases ruins.

 

Enfrentaremos riscos, erraremos e trabalharemos sobre pressão. Haverá sempre aquele relatório ou tarefa que você não gostaria de fazer ou um feedback negativo.

 

É preciso encarar essas situações com maturidade.

E diferenciar fases, momentos ruins, daquilo que realmente não nos serve mais.

 

 

Ninguém está isento e não é uma situação ou um dia ruim que causa infelicidade. É a soma de alguns fatores.

 

 

Se você está insatisfeito com o trabalho que tem ou, apesar de gostar do que faz e da empresa onde atua, não se sente plenamente feliz, talvez o problema não esteja nem mesmo no trabalho. 

 

 

Pode ser algum desequilíbrio entre o que você faz na vida profissional e o que ambiciona para sua vida pessoal.

 

 

E no fim, tudo é uma coisa só. 

 

A felicidade no trabalho só se estabelece quando você toma consciência de que o campo profissional não é um espaço isolado, ele recebe interferências de outras áreas da vida, como a familiar, a financeira, a espiritual e a social, por exemplo.

 

“Se um lado está desequilibrado, ele afetará o outro.

 

Quando o conjunto de elementos que forma a nossa vida estiver bem, você se sentirá bem.

 

 

Mas cuidado para não ficar buscando a perfeição em todas as áreas da vida, muitas vezes, nos afasta daquilo que é fundamental – a harmonia.

 

Para se alcançar a felicidade profissional, o ideal é aliar todos esses elementos e encará-los do modo mais natural possível, e aprender a lidar com as pequenas dificuldades diárias.

 

 

 

 

Existem alguns fatores que dão um empurrãozinho para a felicidade no trabalho:

 

1 – Faça o que gosta:

Fazer o que gosta é o primeiro passo para conseguir alcançar a satisfação na carreira.

Não significa fazer apenas o que gosta, e sim atuar com suas potencialidades e em um ambiente que te permita se desenvolver o máximo possível.

 

 

2 – Autoconhecimento:

Saber o que te faz bem, o que é necessário para sua vida, o que te motiva e o que te dá prazer é fundamental para você buscar a felicidade no trabalho.

 

Quando não temos estes itens bem claros, corremos o risco de ficar seguindo padrões dos outros, que não nos servem, ter grandes conquistas  – e continuar insatisfeito.

 

 

3 – Valores Pessoais x Valores da Empresa:

No que você acredita?

Quais os seus valores e ideais de vida, o que acredita que é certo ou errado? A empresa – e as lideranças – de onde você trabalha possuem valores compatíveis?

 

Vocês compactuam com as decisões, posturas, ideologias?

 

Você tem orgulho do que faz e da empresa onde trabalha?

 

4 – Desafios e Reconhecimento:

Ter desafios constantes e perceber que está evoluindo, crescendo na carreira e como pessoa.

 

Se sentir útil, respeitado e reconhecido por colegas e líderes são outros fatores que também contribuem para a felicidade na carreira.

 

 

5 – Ter bons relacionamentos:

Ter relacionamentos respeitosos e saudáveis no ambiente de trabalho.

Conviver com pessoas com as quais sentimos afinidade trazem inúmeros benefícios.

Além disso, é importante também cultivar bons hábitos durante o expediente: fuja das fofocas, organize seu tempo e sempre que puder, ensine algo.

Compartilhar conhecimento é um ato nobre, que aproxima as pessoas, gera confiança e nos inspira em todas as áreas da vida.

 

 

Esses 5 fatores, porém, não são isolados, uma vez que a nossa carreira, assim como o mercado de trabalho, está em constante mudança.

 

 

A felicidade é uma atividade e escolha diária.

 

Pratique!

 

A satisfação e o bem estar em exercer as atividades do dia a dia impulsionarão a sua motivação e o seu crescimento na carreira.

 

 

 

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Do essencialismo ao desapego – Como reduzir o ritmo sem reduzir suas realizações

Algumas “palavras mágicas” tem rondado meus discursos e pensamentos, ganhando cada vez mais força não só em minhas palavras, mas também em minhas ações:

 

SIMPLIFICAR – DESAPEGAR – DESACELERAR

 

Essa pausa que fazemos na correria insana, para olharmos para o que é essencial em nossas vidas, normalmente começa pela contramão da calmaria. Se inicia exatamente do lado oposto, no tumulto, no excesso:

 

Corremos atrás de fazer tudo ao mesmo tempo, não deixamos nada pra depois, nos cobramos de ser cada vez mais presentes e eficientes.

 

A busca incessante por resultados, que foi tão martelada no mundo corporativo, virou cobrança pessoal: nossa vida, nossa rotina e até a vida dos nossos filhos ganhou alta demanda, excesso de compromissos e cobranças sem fim.

 

Precisamos ganhar, competimos entre nós o tempo todo e com isso temos que ter alta performance 24h por dia.

 

Se você ainda não leu o artigo sobre Canibalismo Moderno e a Competição Desenfreada, leia aqui 

 

 

 

A palavra que mais se ouve nas empresas e nas redes profissionais é aumento de performance! Só que aprendemos errado, confundimos aumento de performance com trabalhar mais, mais, e cada vez mais!

 

A grande questão é que toda essa pressão tem cobrado um preço alto: estamos cada vez mais estressados, adoecendo física e psicologicamente cada vez mais cedo.

 

Li uma entrevista concedida pelo Dr. Fernando Fernandes, médico psiquiatra do Programa de Transtornos do Humor da USP, em que ele cita que o estilo de vida mudou muito nas últimas décadas, e que isso está contribuindo diretamente para o aumento das doenças em geral.

 

Olho para meus cliente de coaching, que chegam frustrados, cansados, esgotados pelo excesso de trabalho, e posso confirmar isso como um fato: as pessoas estão adoecendo porque não se cuidam, não tem tempo para si e não sabem mais relaxar.

 

Antigamente (mas nem tanto tempo atrás), não tínhamos celulares e laptops, por exemplo. Quando chegávamos em casa, o dia todo, seja através de uma ligação, uma mensagem via whatsapp da equipe ou uma checada rápida nos e-mails mesmo quando estamos de férias.

E no trabalho, a mesma coisa. Estamos lá, mas também pensamos e fazemos questões domésticas. Tudo ao mesmo tempo!

 

Isso tem um preço, e ele é caro.

 

 

Aumento de produtividade e excelência de resultados é um caminho sem volta.

 

Com a competitividade do mercado de trabalho e no ambiente empresarial, a pressão por redução de custos, aumento de resultados e a busca por soluções inovadoras é uma constante.

 

 

E o que podemos fazer para ter excelentes resultados, na vida, na carreira, nos relacionamentos, sem enlouquecermos e nem ficarmos doentes?

 

 

O primeiro item: SIMPLIFICAR!

 

Analise o que é essencial na sua vida, na sua carreira, em suas ações diárias. E tudo o que pode ser eliminado ou simplificado.

 

Perdemos muito tempo fazendo coisas que poderíamos simplesmente deixar de fazer!

 

Greg McKeown, autor do Best Seller Essencialismo e nomeado um dos “Jovens Líderes Globais” pelo Fórum Econômico Mundial diz que o “Essencialismo traz mais produtividade, menos estresse e mais alegria”.

 

A teoria chega a ser simplista: dizer não a tarefas irrelevantes para investir seu tempo e energia naquilo que realmente lhe trará resultados, que seja essencial. Como resultado desta concentração e foco, seu desempenho aumenta.

Atenção aqui – não serve qualquer resultado, só devemos investir tempo, energia, foco etc. naquelas coisas que nos levarão à conquista daquilo que avaliamos e definimos como ESSENCIAL. Sabe quando usamos aquela frase: “Isso aqui é o que me trará aquilo que quero!“.

 

Intentus - Indicacao de livros - Essencialismo

 

Te indico ler este livro!
 https://www.intentus.com.br/indicacao-livros/
Exercitando:

Liste tudo o que você faz durante uma semana, em casa e no trabalho. Olhe para estas atividades e mensure o resultado real de cada ação. Para cada item pergunte-se: Fazer esta atividade me trará bons resultados, impactará positivamente em minhas metas, objetivos, sonhos?

 

Se a resposta for qualquer coisa diferente de um enorme e convicto SIM, elimine. Simples assim.

 

 

Segundo item: DESAPEGAR.

 

Esta é uma atividade que venho treinando já tem algum tempo.

Desapegar: eliminar coisas, pessoas, sentimentos, atividades. Está ligado a você olhar para aquilo que realmente precisa na sua vida, eliminando todo o resto, tudo o que for supérfluo.

Em determinado momento comecei a perceber que eu tinha tarefas a realizar devido a coisas que eu possuía, ou pessoas que frequentavam minha vida. E que eu não precisava.

 

Sabe quando você vai tirar pó da casa e percebe que gastou uma hora só tirando pó dos enfeites da sala? E se não existissem os enfeites, ou guardasse os que gosta dentro de gavetas ou armários para utilizá-los somente quando fosse necessário, eles não empoeirariam e assim daria menos trabalho a limpeza semanal.

Ao invés de gastar uma hora na tarefa, em 10 minutos já teria terminado. Pronto! Ganhei 50 minutos no dia. Fez sentido pra você?

 

E não é só desapegar, consiste também em organizar: deixar as coisas que usa mais em um local de fácil acesso, por exemplo, se desfazer daquela roupa linda, que você ama, mas que só de olhar pra ela já precisa passar pra sair de casa…e lá se vai mais meia hora do seu dia perdido.

 

São escolhas, opções. Nestas análises, desapeguei de pequenas tarefas domésticas: não seco louça, não passo roupa, não faço a unha toda semana. Não significa que você tenha que fazer isso, apenas que você pode olhar pra cada coisa, pessoa, atividade e falar: eu preciso mesmo disso?

 

O prazer e o resultado que a tarefa te traz condiz com o tempo / energia que você dedica a ele?

 

Desapego é um processo lento e duradouro, a ser praticado sempre.

 

Exercitando:

Analise o que ocupa tempo e espaço na sua vida desnecessariamente: coisas, pessoas, atividades, sentimentos. Se tiver dificuldade, e é bem comum ter, foque em pequenas partes: comece com uma gaveta, um armário, ou uma área da sua casa, do seu trabalho ou da sua vida.

 

Vá eliminando aos poucos o que você não precisa mais. Se tiver dúvidas teste ficar sem algo por um tempo, tire de circulação e sinta se realmente vai fazer falta antes de desapegar completamente.

Depois, jogue fora, doe, venda. Elimine. Não adianta tirar algo do lugar e depois deixá-lo esquecido em outro, nem deixar tarefas esquecidas e depois elas virarem urgências. A eliminação tem que ser definitiva.

 

 

Terceiro item: DESACELERAR

 

Se você já começou a praticar os dois itens anteriores, este ficará mais fácil. Desacelerar é realmente reduzir o ritmo, apaziguar a cobrança, entender e respeitar o seu ritmo e o movimento natural da sua vida.

 

É viver o hoje, o agora, o momento presente.

Eliminar as preocupações (“pré” + “ocupações”) e reduzir a ansiedade.

 

Saber quem você é, o que te faz feliz e diminuir a cobrança externa.

 

Certo dia um amigo recebeu uma boa promoção e saiu com a esposa pra comemorar, jantaram num restaurante bom. Então, ele me disse que tirou uma foto linda dos dois, com um aquário ao fundo e que ia postar no Facebook, só que na hora pensou melhor e resolveu não postar. Questionei sobre o porquê, se ele queria, e ele me disse:

 

“Eu queria, estava feliz e pensei em mostrar isso pra todo mundo, mas fiquei com medo de ser mal interpretado. Tanta gente desempregada, a situação política e econômica como está, no mesmo dia havia caído um avião com um ministro – não tinha clima, eu fiquei com receio das pessoas me julgarem como arrogante, insensível.”

 

A cada momento nossos amigos, o noticiário e até a própria família tentam nos convencer de que o mundo é um lugar ruim, de que tudo vai mal, de que tudo dará errado.

 

E mais: que a culpa pode ser sua.

 

O que isso faz com a gente? Deixamos de comemorar, de vibrar, de viver o presente, de expor a nossa alegria porque nos sentimos um pouco culpados pelo insucesso ou dor dos outros.

 

Ter compaixão não significa deixar de celebrar e viver bem o que você tem e fez. Significa sim, saber como você pode ajudar aos outros. Só dá algo quem tem esse algo.

 

Se você foi promovido talvez consiga ajudar alguém que está desempregado ou apoiar um colega no trabalho para que ele também consiga ter êxito. Viva e celebre o seu momento atual.

 

Também é bastante comum ouvir pessoas que não conseguem aproveitar algo bom porque já estão pensando na próxima ação.

 

Uma amiga lançou seu primeiro livro recentemente. Fez festa, noite de autógrafos, muita gente presente. Passados poucos dias, nos encontramos para um café e perguntei como ela estava, se estava curtindo a fase de ser escritora, e ela me respondeu: “Estou em pânico, escrevendo meu segundo livro e ainda não sei como farei para as pessoas gostarem tanto deste como foi com o primeiro.”

 

Buscamos sucesso atrás de sucesso.

E não saboreamos as conquistas e nem nos damos tempo para absorver os aprendizados. É como se o tempo todo houvesse uma cobrança de “próximo, próximo, próximo”.

 

 

Celebrar as conquistas e praticar a gratidão são formas lindas e leves de se conectar com o presente. Tenha o hábito de ter um caderninho do bem, registre as coisas boas que acontecem com você, como num diário. Pode ser uma pequena ou grande realização, anote. Leia no final do mês, no final do ano, ou quando sentir qualquer tensão, ansiedade. Veja o quanto você tem conquistas a celebrar. Olhe para o que você já possui, já fez, já aprendeu até aqui, seja grato, se fortaleça e siga adiante.

Sem pesos, sem cobranças. Apenas gratidão e aprendizados.

 

Exercite: Hora de se conectar, com o agora, de verdade. Experimente deixar o celular de lado ao assistir TV, durante as refeições, ao falar com as pessoas, ao sair de casa para um passeio. Olhe em volta, olhe nos olhos das pessoas, repare em tudo ao seu redor.

Ao final do dia, pare por alguns minutos e tente se lembrar do que viveu e registre do que se orgulha, do que sente gratidão neste dia que se encerra.

 

Lembre-se: A vida acontece no presente!

 

Permita-se viver mais leve, sair na rua observando as mágicas que acontecem à sua volta, observe a natureza, cumprimente as pessoas e veja o quanto a vida é boa e existem mil possibilidades para resolver qualquer coisa que acontecer.

 

Tudo fará sentido na vida, se soubermos quem somos, o que realmente importa pra nós e se seguirmos e acreditarmos mais em nosso coração.

 

 

 

 

 

 

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Você é um homem ou um saco de batatas?

Essa antiga expressão, usada pelos nossos avós, trazia a seguinte mensagem:

  • Você vai assumir a sua vida, as suas responsabilidades, ou vai ficar num canto, esperando que alguém te tire de onde está e te coloque onde ele desejar?

 

Infelizmente, ainda existem muitos profissionais, homens e mulheres, que são verdadeiros “sacos de batatas”. Ao invés de serem proativos, responsáveis, tomarem a iniciativa para seu desenvolvimento e para alcançarem melhores e maiores resultados – para si e para a empresa – preferem, às vezes inconscientemente, o papel de vítima.

 

A crise está aí, o chefe é ruim, a empresa não é boa. Sim, esse cenário pode ser verídico. Mas a grande questão, que irá te diferenciar dos demais, é exatamente o que você faz de diferente ou a mais para mudar a situação, seja na sua vida ou na sua carreira.

 

Nosso tempo é limitado. Podemos usá-lo para reclamar ou para tomar ações que nos levem a novos resultados. Dificilmente conseguiremos os dois.

 

Até porque, quando assumimos uma postura negativa, a nossa energia e a de quem está à nossa volta se torna cada vez mais densa, mais pesada. Você será puxado emocionalmente para baixo, para a negatividade, e também pode estar fazendo o mesmo com os demais, com quem está sua volta, criando uma espiral negativa que aos poucos suga a energia e a motivação de todos.

 

Talvez você já tenha vivido uma situação dessas de negatividade, de estar numa empresa ou equipe negativa, que arrasta o trabalho e reclama de tudo, e mesmo quando você estava super motivado a fazer algo, rapidamente desanimava com os comentários negativos dos demais.

 

Em geral, sacos de batatas não saem do lugar e torcem para que os demais também não o façam.

 

 

Como identificar se você é um saco de batatas ou se tem algum na sua equipe:

 

Não assumem responsabilidades

Sacos de batatas costumeiramente não fazem mais do que a obrigação – quando a fazem. Deixam claro que não é obrigação deles qualquer atividade diferente das habituais, não ajudam outras pessoas ou áreas em casos de necessidade e costumam pôr a culpa nos outros quando algo sai errado. A resposta padrão para qualquer coisa sempre será: isso não é problema meu ou culpa não é minha.

 

São vítimas

Como eles acham que nunca estão errados, tudo que acontecer, qualquer acusação ou má avaliação que receberem é por um único motivo: perseguição. A frase padrão é: Meu chefe não gosta de mim ou prefere fulano. A promoção não veio? O chefe que não viu seu potencial. Outra pessoa do setor teve aumento e ele não? Claro, ninguém gosta dele. Sempre, a culpa é do outro e ele é vítima da situação.

 

Falam mal dos outros

Se a culpa é dos outros, claro que um saco de batatas falará mal deles. São os famosos invejosos, que pouco trabalham mas que sempre estão tecendo comentários negativos sobre os outros. Além de desabafo, muitos destes comentários maldosos tem objetivo: descredenciar quem trabalha direito e se esforça. E por isso você ainda encontra grandes sacos de batatas nas empresas: muitos são articulados e conseguem se relacionar bem, até serem desmascarados.

 

Reclamam da empresa

É comum ver funcionários que estão a muito tempo na mesma empresa e sempre reclamando dos mesmo itens: que não são reconhecidos, que a empresa é ruim, que as pessoas erradas são valorizadas, que ganha mal, etc, etc, etc. E o que eles fazem para mudar, seja de postura, de área, função ou de emprego? Em geral, nada. Sua pro atividade consiste em reclamar.

 

São estáticos

É comum ver um saco de batatas na mesma posição, cargo, salário e empresa por anos a fio. Como é característico deles não se mexerem sozinhos, acabam ficando em funções burocráticas ou com tarefas rotineiras por muito tempo, sem grandes desafios ou mudanças. Existem chefes que gostam de sacos de batatas, que reclamam mas fazem, mais do mesmo, todo dia.

 

 

Sacos de batatas até podem se dar bem, ter bons resultados, vencer na vida e na carreira. Mas dificilmente percebem isso pois mesmo quando vencem, dificilmente apreciam os bons momentos e sentem gratidão. Continuam reclamando.

 

Se este tema te interessou, leia também este outro texto:  Insatisfação profissional: por que a nova geração está tão frustrada?

 

 

Claro que existem momentos e situações difíceis, para todos.

Quem nunca reclamou, se sentiu frustrado ou desmotivado no trabalho.

A diferença entre um saco de batatas e uma pessoa que se responsabiliza pela sua vida e carreira é o tempo em que essa atitude permanece.

 

É o famoso: você vai resolver ou vai ficar de mimimi.

 

Dessa forma, como assumir a sua carreira e os desafios que surgem no caminho de forma positiva?

 

Tenha clareza de quem você é e do que quer pra você

O emprego é ruim, o chefe não te reconhece, a empresa não é boa. E por que você está ai, qual o objetivo real? E do que é bom ou ruim, qual o real impacto disso na sua vida e carreira? Tenha claro o motivo de você estar em algum local ou situação e onde gostaria de estar, qual seria a sua vida e carreira ideal.

Quando não sabemos o que fazer, pra onde ir e o que realmente impacta em nossas vidas, é fácil cair na rotina e virar um saco de batatas, ficar estagnado e deixar o tempo passar sem perceber.

 

Assuma

Sua carreira, sua vida, seus erros e acertos são responsabilidades suas. Corra atrás do que você deseja, sem medir esforços. Se você identificou que algo não está bom ou que não é do jeito que você quer, cabe a você mudar – seja a situação ou a forma como você lida com ela. Ao invés de reclamar de alguém, por exemplo, busque você melhorar a relação. Se você quer se desenvolver, é sua responsabilidade buscar cursos e oportunidades. Corra atrás de seus sonhos e objetivos.

 

Seja Grato e Comemore

Agradeça as pessoas que te ajudam, te incentivam, te apoiam. Seja grato à você mesmo, ao seu esforço, à sua dedicação. E comemore cada conquista, cada etapa, cada desafio, cada vez que você se supera e evolui.

 

Ajude

Conforme você cresce, aprende e evolui, não esqueça de dar a mão para quem precisa. Ensine, apoie, incentive quem precisa e quem quer ser ajudado. Lembre-se das ajudas que recebeu e reflita sobre como seu caminho seria mais fácil se tivesse alguém te apoiando. Retribua.

 

Não desista

Tem muita gente se inspirando em você, acreditando nos seus sonhos. Pessoas do bem, positivas e esforçadas não ganham colegas de trabalho. Conquistam aliados, amigos, seguidores e fãs.

 

Substitua algumas simples frases:

  • É difícil > É desafiador.
  • Não vou conseguir > Tentarei ao máximo.
  • Vou fazer o que der > Farei o meu melhor.
  • A situação é ruim > A situação exige que eu melhore.
  • Isso não é pra mim > Só saberei após tentar.

 

E lembre-se, o importante não é apenas vencer.

Não adianta ganhar a qualquer preço, deixando pra trás seus valores, sua identidade, sua integridade ou sua saúde.

 

Não existe competição com os outros, a grande disputa é com a gente mesmo.

 

Vencemos de verdade quando conseguimos ser um pouco melhores do que fomos ontem, quando nos desafiamos a evoluir, diariamente, mantendo a harmonia entre o que sonhamos pra nossa vida e carreira, e sendo nós mesmos, em nossa melhor e mais autêntica versão.

 

Desafios! Você está pronto para eles? – Leia aqui

 

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4 Dicas Incríveis Sobre Como Equilibrar Vida e Trabalho

O mundo profissional está cada vez mais competitivo, levando as pessoas a terem dificuldade em equilibrar a vida e a carreira.

 

Temos a tendência em dedicar muito mais tempo e esforço à carreira e abdicar das questões pessoais.

 

Em primeiro lugar é necessário entender se isso é algo pontual, ou se é algo que está durando muito tempo. Se é pontual um período de maior esforço e por um objetivo, sem problemas.

 

A questão é quando trabalhar demais vira regra.

 

Separei 4 dicas para equilibrar vida e trabalho que irão ajuda-lo a enxergar de forma mais clara esta situação.

 

Como equilibrar vida e trabalho

 

Primeiro ponto: Cada coisa em seu tempo.

Hora de trabalhar, trabalhar. Vida pessoal, no tempo de vida pessoal. Juntamos tudo e bagunçamos a vida.

Estamos no trabalho pensando e resolvendo coisas de casa, e em casa pensando e resolvendo coisas do trabalho.

É como se nunca acabassem as atividades, e nossa mente e corpo sentem isso.

Desligue a mente e separe os momentos.

 

Segundo ponto: ser mais produtivo de fato no trabalho.

Buscar a realização as tarefas com mais foco, com menos interrupções.

Evitar cair na cilada da hora extra pela hora extra, pelo hábito de ficar mais tempo na empresa.

Separando as atividades você já começa a ser mais produtivo. E no começo, é se programar para realmente ir embora e viver a vida fora dos portões da empresa.

 

Estabeleça limites de horário. Para quem trabalha em casa, ter uma lista de tarefas a realizar por dia e horários definidos para o trabalho ajudam bastante.

 

 

Terceiro ponto: o que é importante pra você?

Perdemos muito tempo fazendo atividades que não precisaríamos fazer ou que poderíamos delegar.

E deixamos de fazer neste tempo o que nos dá prazer.

A casa precisa estar em ordem, a comida precisa ser feita, você quer assistir TV.

 

Mas o que de fato é importante pra você? Muitas vezes utilizamos nosso tempo fazendo coisas que não agregam em nada, somente porque cultivamos o hábito de realizar, não nos questionamos.

Se pra você não faz sentido arrumar a cama de manhã ou enxugar a louça, saiba: a vida continua com estas pequenas desordens.

 

Utilize este tempo para ler, fazer uma atividade física, estar presente na vida de alguém que você ama. Substitua o ter o tempo ocupado por ter o tempo bem utilizado, fazendo coisas que te dêem prazer.

 

Quarto ponto: não se esqueça de viver

Viver é o que fazemos quando não estamos preocupados demais em pagar contas, arrumar a casa, ser promovido, agradar aos outros.

 

Viver está ligado ao quanto você sente prazer na vida que tem, no que faz e o quanto contribui com as pessoas que ama.

Busque novas atividades, novas amizades, novos interesses. A vida ganha novas cores quando amamos o que fazemos.

 

 

“Se preocupe em viver, ao invés de apenas sobreviver.”

 

Que uma ajuda? Dê uma olhada em nossos cursos presenciais: Veja aqui os cursos abertos. 

 

E se você precisa encarar a vida com mais leveza, indico a leitura deste artigo

 

Deixe a louça na pia – Sobre aprender o que realmente é importante pra você  

 

Trabalho e vida pessoal o equilíbrio necessário

 

Sim, é preciso ter um equilíbrio para que você tenha vida saudável no dia a dia. E vida saudável representa felicidade junto com a família e amigos e melhor, e muito melhor rendimento no trabalho. E para ter tal equilíbrio é importante estabelecer prioridades.

 

No trabalho, seja no dia, semana ou mês, sempre há prioridades na rotina. O mesmo podemos dizer na vida pessoal. Defina prioridades para as coisas que mais te faz feliz.

 

Em vários setores econômicos é comum as folgas serem nos finais de semana. Uma das prioridades é reservar 100% do tempo livre para as coisas pessoais, nada de trabalho nos finais de semana.

 

Aprenda a dizer não para si mesmo

Isso mesmo. Por exemplo, você estar no sofá da sua casa e chega uma mensagem de trabalho no celular, por mais importante que seja não caia na tentação de executar qualquer atividade do trabalho na sua casa.

 

Se pretende mesmo saber como equilibrar vida e trabalho, uma das primeiras medidas é saber a dizer não para você mesmo e não misturar a vida pessoal com a profissional.

 

Cuidado com o perfeccionismo extremo na vida pessoal

 

Há pessoas que estabelecem metas até nos finais de semana e quando elas não são cumpridas surge uma frustração profunda e a sensação que não consegue gerenciar o tempo ou a própria vida. Já falamos sobre como o perfeccionismo pode ser um vilão no trabalho e até nas rotinas da nossa vida.

 

Investir no trabalho significa se profissionalizar, e investir na vida pessoal significa fazer o que satisfaz e para isso não precisa de metas.

 

Não seja tão perfeccionista para ter o equilíbrio saudável.

 

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Como as nossas escolhas profissionais influenciam em nossas realizações pessoais

 

Como as nossas escolhas profissionais influenciam em nossas realizações pessoais?

escolhas-profissionais

 

Simples: Para a maioria das pessoas, a forma de conseguirem suprir suas demandas, necessidades e sonhos é através do esforço profissional.

 

 

Posso querer uma casa bonita, mas terei dinheiro para pagar? Meu trabalho me permite morar num mesmo local e usufruir desta casa?

Quero ter uma família, filhos. E meu trabalho irá me permitir sustentá-los da forma como eu acho ideal, com conforto e acesso a um padrão de vida com qualidade? E conseguirei tempo pra equilibrar isso ou estarei trabalhando tanto para manter o nível de vida que não estarei presente?

 

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E aqui entra uma questão negligenciada: o planejamento de carreira alinhado às expectativas de vida.

 

 

 

Por mais que o tema Planejamento de Carreira seja algo recorrente nos portais e publicações especializados em carreira e mercado de trabalho, muitos profissionais ainda não se deram contam de sua real importância.

 

Atualmente as organizações e o mercado de trabalho estão em constante mudança. No passado, o profissional deixava a gestão de sua carreira a cargo da empresa onde trabalhava.

Hoje isto não é mais possível. No mercado de trabalho atual, globalizado e competitivo, é um pré-requisito administrar a própria carreira.

 

Para fazer escolhas certas e construir uma carreira profissional de sucesso, é preciso ter uma visão global de tudo que está acontecendo, seja sobre sua área de atuação, mercado de trabalho, novas tendências que estão surgindo – ou desaparecendo.

 

escolhas-profissionais

 

O conceito de carreira engloba os conhecimentos específicos da área escolhida, os cursos, graduações, especializações, as rotinas de trabalho, as atividades extracurriculares, as experiências adquiridas, os projetos realizados, os desafios enfrentados, ou seja, toda a vivência profissional.

 

 

O planejamento de carreira é a mais importante ferramenta para alinhar o caminho que o profissional deseja seguir, orientando e direcionando as estratégicas de desenvolvimento.

 

Planejar a carreira significa saber onde se está hoje, onde se deseja chegar e o que deve ser feito para que se atinjam os objetivos esperados.

 

É necessário traçar um plano, onde entrarão metas, objetivos e escolhas, que darão o rumo de sua história profissional.

 

Preparei um material gratuito – Trilhas de Carreira –  que irá lhe ajudar a planejar e acompanhar a sua carreira.

 

 

E quais os principais passos de um planejamento de carreira para impulsionar o crescimento de sua vida profissional?

 

Autoconhecimento

Conhecer a si mesmo é determinante para escrever sua história, com todas as experiências enriquecedoras, metas atingidas, projetos concretizados e vitórias alcançadas.

O autoconhecimento é o caminho para obter clareza sobre suas reais convicções e motivações, identificar, melhorar e potencializar suas habilidades e competências.

Essa compreensão também se aplica à definição da carreira e o trajeto a ser trilhado, no qual esteja alinhado com seus valores e propósitos, pois sua carreira é parte fundamental na construção de sua vida.

 

Saber onde quer chegar

O profissional deve ter em mente aonde quer chegar. E mais que isso, deve entrar em ação. Alguns aguardam por uma situação ideal, uma oportunidade, o que pode nunca aparecer. Os profissionais bem-sucedidos são aqueles que, além de se prepararem, criam as próprias oportunidades.

 

Estabelecer metas

Após a clareza do que se quer, será mais fácil definir as metas necessárias, bem como, a razão e os motivos que sustentam cada uma delas. Como você quer estar daqui a 1, 3 ou 5 anos, e o que precisa desenvolver, conhecer, aprender para chegar lá?

 

Criar estratégias

Após organizar as ideias, o próximo passo é definir o que é necessário para conquistar a vida profissional dos sonhos. É o momento de sair do campo de idealização e definir os objetivos desejados.

 

Como você pretende chegar ao seu objetivo? É importante colocar as estratégias no papel, pois facilita a visualização de tudo o que se deve fazer, mas é tão importante também sair do campo das ideias e entrar em ação Crescer demanda esforço, dedicação, escolha de prioridades.

 

Pode doer um pouco, mas é preciso sair da zona de conforto e enfrentar o desconhecido.

 

E nem sempre tudo acontece conforme planejado. É essencial elaborar um planejamento de carreira, mas é preciso ter flexibilidade, resiliência e determinação para mudar algo no meio do caminho.

 

Por fim, respeite quem você é, não perca sua autenticidade e seus valores pelo caminho.

 

Vamos planejar a carreira? Baixe agora o material gratuito – Trilhas de Carreira –  4 aulas em vídeo + ferramenta em PDF.

 

 

 

Este foi o tema abordado em nosso Momento Carreira #05 

O projeto Momento Carreira é um espaço onde transmitimos ao vivo pelo Facebook toda semana dicas e tendências sobre carreira, mercado de trabalho e como você pode ajustar comportamentos para ter maior eficiência, melhorar os resultados e com isso ter mais tempo e qualidade de vida.

Quer assistir ao vídeo do Momento Carreira #05 que foi ao ar em 19/09 ao vivo? Acesse nossa página no Facebook e assista:  www.facebook.com.br/intentusconsult

 

Espero que estas reflexões tenham feito sentido e ajudado. Semana que vem tem mais.

 

 

Já viu nossos cursos? Veja aqui os cursos abertos. 

 

 

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Você já estava demitido, só demorou a saber.

Esta afirmação – Que você já estava demitido, só demorou a saber – pode ser muito forte, mas é um reflexo exato do que acontece nas empresas. E muitos se perguntam por que fui demitido?

 

Com exceção dos cortes gerais, aqueles em que a área ou empresa fecha e todos são demitidos, nas demais a demissão dificilmente ocorreu no dia em que você foi comunicado. Um líder avalia seus funcionários todo dia, em cada pequeno pedido, resultado, comportamento.

E se entre você e seu colega de trabalho o seu líder preferiu ficar com ele, possivelmente é porque você já tinha pontos negativos em sua avaliação – e é bem provável que nem soubesse.

Vários fatores podem ser considerados para que seu desempenho e avaliação estejam negativos – e seu emprego em jogo – e você nem está se dando conta.

 

Podemos iniciar pelos principais pontos de avaliação de um líder quando o assunto é escolher entre um integrante ou outro da equipe. E é bem provável que estes itens não estejam presentes lá na sua avaliação anual feita pela empresa.

 

Acompanhe abaixo os principais fatores para um líder, empresário ou departamentos de RH decidirem demitir funcionários.

 

  • Custo

Você faz o mesmo trabalho do que outra pessoa que ganha menos? Este ponto é polêmico, porque o salário pode ser mérito pelo tempo e realizações que você já fez na própria empresa, ou pelo seu currículo muito bem recheado.

Mas pense num exemplo prático: se você vai mandar lavar o seu carro, a lavagem é exatamente igual em dois lugares, um cobra R$ 30 e outro cobra R$ 50. As chances são grandes de você mandar no mais barato. A empresa também pensa assim. Deixe o sentimentalismo de lado, e vamos ao próximo item.

Queda de produtividade são aceitáveis até certo momento, principalmente se influenciados por fatores externos a cadeia de valor do segmento da empresa que trabalha.

 

  • Diferencial

O que você faz de realmente diferente, extraordinário, que justifique a empresa manter você? Se você não sabe, seu chefe provavelmente também não.

E voltamos ao exemplo do carro. Você prefere comprar um carro com ou sem ar condicionado, pelo mesmo valor e demais itens todos iguais? Todo mundo quer valor agregado, o famoso mais por menos. Então, se especialize em algo.

Você já deve ter ouvido mil vezes a história de ganhar por saber qual botão apertar.

 

  • Comportamento

Aqui é a história do bom e barato, mas que não dura muito tempo. Estamos falando do profissional que tem um excelente custo x benefício e alta ou boa performance: habilidades, conhecimentos, aplicação.

Mas na hora de interagir, trabalhar em equipe, ter equilíbrio emocional, etc., é uma verdadeira bomba relógio, o líder sempre tem receio de como ele vai reagir a algo novo ou quando for contrariado.

Muitas vezes seus posicionamentos são corretos e com foco na melhoria dos resultados, mas a forma de se expressar é desastrosa. O discurso padrão deste perfil é: “Eu faço meu trabalho melhor do que os demais, sou injustiçado apenas porque não concordo com eles”.

 

Em artigo escrito pelo Ricardo Karpat, diretor da Gábor RH, revela pela experiência dele que o comportamento no trabalho é um dos motivos que mais provocam demissões nas empresas, seja média, grande ou pequena e mais recorrente ainda mas pequenas organizações. O profissional é contratado pelo bom ou perfil adequado, mas dispensado pelo comportamento não adequado dentro da empresa.

 

  • Multidisciplinaridade

O maior reflexo em tempos de crise econômica. As empresas colocam um funcionário fazendo o trabalho de dois para reduzir custos e manter o funcionamento.

Você sabe fazer o trabalho de outro da equipe e aceitaria esta sobrecarga numa boa? Busque conhecer mais e mais as atividades da empresa, da área. Se envolva, interaja, mostre disponibilidade.

 

Se houve um corte na sua empresa e você foi desligado sem muita explicação, se auto avalie em cada um deste itens.

O que já aconteceu você não reverte mais, mas pode ter uma excelente reflexão sobre seus pontos fracos, erros e acertos e chances de melhoria.

Por mais que o líder devesse dar o feedback real, em nossa cultura isso não é muito comum, mas você pode refletir sozinho.

 

Se você está trabalhando e quer crescer onde está, avalie os mesmos pontos, tente aumentar sua performance e se adequar às exigências da empresa.

 

Sempre é possível ter resultados melhores, basta planejar: definir onde se quer chegar e o caminho a ser percorrido.

 

Você pode ser pego de surpresa, ficar a mercê da sorte, ou pode assumir o seu destino e traçar passo a passo o seu caminho de sucesso!

 

Essas são algumas das questões que respondem as aflições sobre “por que fui demitido”

 

 Como não ser demitido do trabalho?

 

Pergunta difícil de ser respondida. Nenhum trabalhador tem garantia permanente de que jamais será será demitido, mas algumas atitudes podem ser adotadas para que fortaleça relações duradouras nas organizações.

 

Relacionamento

O ser humano, na maioria das vezes, não consegue se relacionar bem com todas as pessoas ao seu redor.

Questões de afinidades e opiniões são divergentes. Mas isso não justifica criar atritos no ambiente de trabalho. Deve-se trabalhar para manter boas relações com todos, criar ambiente harmonioso nas relações de trabalho.

 

Produtividade e profissionalização

Para empresas que investem na capacitação profissional o processo é mais fácil. E sempre que há essa oportunidade, agarre-a.

Mas nas empresas que não possuem essa cultura o funcionário o recomendável é buscar conhecimento e se aprimorar. Melhor do que isso, aplicar os novos conhecimentos dentro da empresa. Isso faz toda a diferença.

 

Comprometimento

Cumprimentos de horários, esforços para metas, propor soluções e ideias, definitivamente qualquer ações que motive a equipe e que literalmente “abrace” as causas da empresa, além de ser motivadora para a sua satisfação profissional.

Leia também como evitar erros no trabalho

 

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Como Mudar Os Acontecimentos Quando Tudo Está Dando Errado

Muitas vezes, por mais que trabalhamos, ralamos, nos dedicamos, algumas coisas insistem em dar errado. Parece conspiração do Universo, nuvem negra, período tenebroso, mal olhado, praga, ziquezira….rs… É tanta dedicação, tanto empenho, mas o resultado que é bom…só frustra e desanima!!!

E daí você se pergunta: O que eu fiz para merecer isso?

Primeiro, mude as suas perguntas e a sua postura para buscar soluções e não culpados. O melhor nessa hora é questionar:

– O que fazer de diferente?

– Como não se abater, se manter positivo?

Tem algumas reflexões e atitudes que ajudam neste processo, trouxe 4 sacadas preciosas:

Faça uma pausa.

Pare, respire, olhe de fora, analise o que está dando errado. Se ficamos no meio do problema não conseguimos ter uma visão clara e assertiva sobre o que realmente está acontecendo, aonde estão as falhas. E só esta pequena reflexão já pode ajudar muito.

Analise os erros e acertos.

Faça listas. O que deu certo, o que deu errado. No papel, nada de fazer análise só na sua cabeça. E faça em dias e horários diferentes, vá incluindo novos acontecimentos. Se a situação está tão tenebrosa ou você está com dificuldades em achar o que de fato aconteceu, converse com pessoas próximas, filtre as informações que chegarem..e as ponha no papel. Apenas pare para analisar quando tiver um grande número de itens para confrontar.

Se questione criticamente.

Mas uma crítica positiva. Com a lista de erros e acertos na mão, tenha uma visão crítica: o que era minha responsabilidade e que eu talvez não agi conforme deveria, não dei a devida atenção? O que eu deixei sob responsabilidade de outras pessoas ou do acaso, e que eu poderia ter assumido a responsabilidade?

Mude.

Ok, as coisas estão dando errado, e você faz o que? Continua fazendo tudo igual? Quando você analisa erros e acertos, fica muito mais fácil mudar a rota, desviar dos obstáculos. Faça as mudanças que forem necessárias para ajustar a sua vida, colocando ela na direção que você deseja. Assuma a direção do seu barco ao invés de deixá-lo navegando a esmo em mares turbulentos.

Se a vida ficar mais difícil, trate de ficar mais forte.

É fácil colocarmos a culpa ou a responsabilidade pelos nossos atos nos outros, no ambiente externo, em providências divinas. Mas é muito mais prazeroso e digno assumirmos que podemos mudar o que quisermos. Se realmente quisermos, porque dá trabalho. Você está a fim de assumir o controle sobre a sua vida?

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Se o João soubesse sobre planejamento de carreira…

Esta semana atendi o João, que poderia ser José, o Mário, ou qualquer outro nome que você identifique ai. João começou sua carreira nos anos 90. A vida e a situação econômica do pais não eram fáceis. João já estava casado trabalhava de dia, fazia faculdade a noite. Formação em administração. Orgulho para os seus pais de verem o primeiro e único filho com diploma universitário, orgulho dele em pegar o canudo já com o primeiro filho presente na formatura. E João seguiu a vida, trabalhando na mesma empresa.

Ganhou experiência, teve oportunidades. Trocou de empresa uma ou duas vezes, mas estabeleceu uma carreira sólida, baseada em muito trabalho e dedicação, mas sem especialização. E veio 2015. Veio a crise econômica. Veio a demissão, a procura por emprego, a busca incansável, os nãos, a formatura do filho, agora engenheiro. E os dois buscaram emprego sem encontrar, as reservas indo ralo abaixo. Veio 2016, quando conheci João. Ele não entendia o porquê das oportunidades não aparecerem. E foi quando olhei o currículo dele e perguntei se não estavam faltando cursos, especializações. Ele disse que não, que aprendeu muito na prática, sempre foi “mão na massa”. Sua última formação foi a primeira: a graduação em administração, em 1995, exatos 20 anos atrás. O último salário também tinha um 20, à esquerda dos 3 zeros.

E o mercado desaquecido não perdoa! Todas as vagas que equivalem à sua expectativa salarial e a sua experiência não condizem com a falta de um segundo idioma, a falta de uma especialização ou algumas certificações. Enquanto a carreira seguia na mesma empresa e a sua eficiência se provavam, ok. Mas na disputa acirrada de muitos profissionais por poucas vagas, somente eficiência não funciona.

E muitos profissionais estão na mesma situação do João. Se tiverem uma chance, se provarão. Mas as chances estão pedindo cada vez mais qualificação.

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E aqui quero falar com você sobre Planejamento de Carreira e a importância da educação continuada.

Muitos profissionais caíram no mesmo erro do João. Se formaram, as vezes até fizeram uma especialização, mas se limitaram a deixar seu planejamento de carreira nas mãos da empresa ou atenderam exclusivamente as demandas de um nicho de mercado.

Mas empresas demitem, funções são extintas, o cenário muda. 

E quem continua no mercado de trabalho apesar das dificuldades? Os profissionais que continuaram a se qualificar, que estiveram o tempo todo antenados com as atualizações, cursaram um 3o idioma, aproveitaram uma viagem de férias para aprimorar o 2o idioma, deram aulas, escreveram artigos, fizeram cursos novos em áreas diferentes, mantiveram um networking diversificado e ativo. Os profissionais que sabiam onde queriam chegar e ao conseguir, não pararam. Continuaram a trilha do conhecimento, trazendo mais bagagem para suas malas!

Termino desejando sorte aos Joãos. Que o mercado valorize a experiência e lhes dêem oportunidade de provar sua competência.

E a você, desejo aprendizado. Que você aprenda com o João, e não como o João. Que continue se desenvolvendo e que conte sempre com as suas escolhas e não somente com a sorte!

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